Jogo do bicho cada vez mais sofisticado na Baixada Santista 15

O jogo do bicho na Baixada Santista, logo depois da prisão do maior bicheiro da região, Carlinhos Virtuoso , além da investigação e processo criminal contra os filhos do finado NECO , rapidamente se modernizou e acompanhou a sofisticação da Capital , do ABC e de grandes cidades do Estado de São Paulo.

Todo o processo de apostas e estruturação do negócio passou a ser informatizado por meio de sofisticados sistemas de processamentos de dados desenvolvidos e mantidos no exterior por meio de licenciamento de Empresas offshore (International Business Company) – IBC.

O IBC é uma empresa com responsabilidade limitada, sem quaisquer obrigações. 

São sediadas em paraísos fiscais.

É a estrutura empresarial mais utilizada no mundo offshore e se caracteriza por estar isenta de impostos, contabilidade e pelo anonimato de seus proprietários.

Os bloquinhos de anotações e os carimbos de resultados deram espaço a maquinetas modernas, semelhantes aos de pagamento de cartões de crédito.

Atualmente o apostador , de forma fácil e rápida , chega ao ponto de aposta diz o número para o apontador do jogo do bicho ( agora deve ser mais correto chamar de digitador ), passa o próprio cartão bancário para pagar a aposta e recebe impresso o volante do jogo como comprovante.

Se o cliente não possuir cartão, pagando em dinheiro, o comprovante impresso ( a “pule” ) pode ser liberado por meio de senha específica ou o apontador emprega cartão de sua responsabilidade.

Logo depois do sorteio os resultados, também são impressos e disponibilizados nos pontos .

Não obstante a sofisticação, os “apontadores” ou “bookmakers” ( corretor de apostas que recebe entre 20% a 25% do valor das apostadas que vende ) , podem ser vistos e encontrados sentados em cadeiras nos cantos de bares, bancas de jornal , praças e ruas movimentadas; alguns aparentando serem vendedores ambulantes, mas realizando as apostas, sem o papel e caneta.

Substituídos pela pela máquina de apostas , máquina de cartões , mini impressoras e seus smartphones.

Contravenção penal ?

Não mais!

A questão , atualmente, vai além do simples jogo pelo qual o apostador arrisca o seu dinheiro na esperança de ganhar determinada quantia.

A questão, o problema , não é a contravenção penal, e sim os crimes tributários contra os municípios, estados e a União . Também , a evasão de divisas ( você acredita que um bicheiro Português não possui milhões de Euros em Portugal ? ) a lavagem de dinheiro e a cultural – INSTITUCIONALIZADA CORRUPÇÃO POLICIAL .

Tudo desaguando no crime de ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA , de regra, armada!

O apontador não é mais um simples contraventor ; de dez anos para cá é um membro de organização criminosa.

Diga-se , conforme o seu faturamento em espécie , permanece como depositário dos valores e, pessoalmente, faz pagamentos de prêmios e movimentações bancárias.

As Bancas já não necessitam de fortalezas para a contabilidade e guarda de vultosas quantias em dinheiro; nem de manter dezenas de “apanhas” e corpo de seguranças armados ( de praxe policiais inativos ) .

Os apontadores estão para a organização que explora as apostas como o PASSADORES DE MACONHA DAS ESQUINAS estão para o “patrão do tráfico” !

Mas , verdadeiramente , ainda são tratados como trabalhadores inofensivos. Eles são!

A conduta nem tanto!

Se vê um ou outro encaminhado para lavratura de Termo Circunstanciado quando invade ponto de Banca alheia.

Fato comum nas divisas dos diversos territórios das Bancas!

Acaso alguém perguntar para uma autoridade policial o que se faz para reprimir o jogo , a resposta vem pronta e decorada :

  • A polícia tem muitas prioridades com a criminalidade violenta ; não adianta pegar um apontadorzinho dentro de um boteco ou na esquina.
  • Não resolve , porque vamos pegar o lado mais fraco.
  • O nosso objetivo , tendo a inteligência policial como ferramenta, é investigar , planejar e agir com rigor contra os endinheirados Banqueiros!

E continuando vai dizer : segundo a legislação brasileira , trata-se de “crime anão” , infração de menor potencial ofensivo .  

As demandas são muitas ; não se torna prioridade.

E a ilustre autoridade vai se desculpar : a polícia tem suas limitações por combater em várias frentes.

A verdade é que a Policia Civil nunca investigou e levou ao Poder Judiciário um único Banqueiro de jogo!

Em tempo algum a hierarquia determinou repressão ao jogo.

A atribuição de repressão da jogatina é privativa do cargo de Investigador de Policia…( Não é ? )

E exclusivamente deles – dos tiras – é a corrupção!

Não dividem com ninguém!

O mesmo se pode dizer das demais modalidades de jogos: bingos eletrônicos e caça-níqueis !

Em relação aos últimos : explorados em público DEBOCHE!

Falando em deboche, sem querer tripudiar da má-sorte alheia , se você tem contra si mandado de prisão preventiva acusado de inúmeros crimes , como advogado , lhe daria duas alternativas:

  1. apresente-se diretamente ao MP ou ao Juiz e aguarde pacientemente a atuação do seu defensor ( ainda ganha um pontinho com as autoridades ).
  2. Se esconda , já que não concorda com a melhor orientação , nos confins do Pantanal e nem celular leve consigo ( aguarde um milagre advocatício ) ;

Agora não tem cabimento se homiziar, nas cercanias da sua residência principal , com duas garotas , provavelmente brigar pelo valor do michê , fazer suposta ameaça e , ao final, ser preso em flagrante por posse de arma de fogo e a módica quantia de R$ 120.000,00.

Sou obrigado a dar uma outra orientação: nem gaste dinheiro com advogado!

Procure ajuda do profissional correto: um Psiquiatra!

Não estou brincando , não estou me divertindo , tampouco exultando o infortúnio dessa pessoa…

Mas , evidentemente, perdeu totalmente o equilíbrio emocional!

  1. Quer fazer uma fezinha (jogar)?
    Vai encontrar onde com facilidade,

    Quer fumar maconha?
    Vai encontrar onde comprar com facilidade,

    Quer comer uma novinha?
    Vai encontrar onde com facilidade.

    As questões que não estão sendo analisadas são:

    1-Quanto dinheiro é gasto na suposta repressão desses delitos.
    2-Quanto de recursos humanos(policiais) são utilizados nestas situações.
    3-Quantos crimes de maior gravidade poderiam estar sendo combatidos e ou elucidados.

    Resumindo:

    Está sociedade “hipócrita” precisa reconhecer que a Lei da oferta e da procura sé aplica nestes três assuntos.

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  2. Se for viajar de avião, ao chegar no aeroporto, olhe em volta se o ministro da educação não está por perto com uma pistola ! Kkkk só tem cabaço nesse gov do bozo! Kkkk

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  3. Seremos todos pistoleiros?

    Fernando Brito 30/04/2022 9:25 am

    São estarrecedores os números mostrados no UOL pelo jornalista Carlos Madeiro, com base nos registros oficiais do Exército brasileiro.

    Em três anos de governo Bolsonaro, tivemos quase meio milhão de armas adquiridas e mais de 250 mil novos “caçadores”, mais 345 mil atiradores “esportivos” e perto de 200 mil “colecionadores” registrados oficialmente no país.

    É um número 25 vezes maior do que se concedia há meros seis anos atrás.

    Evidente que, salvo uma ínfima minoria, não são nem caçadores, nem esportistas, nem colecionadores.

    O ex-ministro Milton Ribeiro , que disparou uma pistola Glock no Aeroporto de Brasília, por exemplo, certamente não é nenhum dos três.

    Não ia “caçar urubus”, nem praticar tiro ao alvo nas nuvens, nem colecionar pistolas no seu templo.

    O que há, nisso, é uma flagrante burla, para “legalizar” o porte indevido de armas, sob o argumento de que, na cintura, na pasta, num porta-luvas de veículo ou até num balcão de aeroporto, ela estava sendo “transportada” apenas.

    E, também, a intenção de que boa parte dos neopistoleiros possa formar milícias – cada um pode ter até 60 armas e comprar mil munições por ano.

    O Exército assiste, cúmplice, à formação de um força armada paralela, sem outro comando senão o dos berros presidenciais.

    A legalidade deste “liberou geral” está em questão no Supremo Tribunal, mas isso e nada dá no mesmo, pois o julgamento não tem data para acontecer, pois o terrivelmente bolsonarista ministro Kássio Nunes Marques pediu vistas, certamente a perder de vista, dos processos.

    O ideal de progresso de Jair Bolsonaro é o mesmo de um pistoleiro dos filmes de “Velho Oeste”. Todos com seus “Colt”, prontos para sacá-los por qualquer coisa.

    Irrrú!!!

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    • Lá vem você mais uma vez fazendo corte cola deste “jornalista” imbecil, tanto quanto você! Ele não escreve uma linha quando o molusco falou m….sobre os policiais! A fala do LULLADRÃO: “Ele não gosta de gente, ele gosta de policial”! Fazendo uma referência ao presidente Bolsonaro. Se é que você fui policial um dia poderia pedir para o seu ídolo fazer um texto explicando o que o Ladrão do Lula quiz dizer com isso! Sei bem que este “jornalista” não fará isso, pois a tara dele é o Bolsonaro, a psicologia pode explicar essa tara! Já você deve ao mesmo dizer se concorda com o molusco! Posta aqui a sua opinião e não a dos outros! Só um toque, pior cego é aquele que não quer ver! No seu caso isso é uma verdade!

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  4. SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Um delegado aposentado da Polícia Civil de 64 anos foi preso sob suspeita de tráfico de drogas, por volta das 19h30 desta terça-feira (3), quando estava em um posto de combustíveis na região de Barueri, na Grande São Paulo.

    Além dele, um homem de 31 anos e uma mulher, de 29, foram presos e levados à Delegacia Central da cidade da região metropolitana, sob suspeita de envolvimento no mesmo crime. A defesa do trio não havia sido localizada até a publicação desta reportagem.

    Com os suspeitos, a polícia apreendeu três quilos de cocaína, R$ 17 mil, uma arma de fogo, além de celulares e um documento falso.

    Policiais militares rodoviários faziam patrulhamento, na altura do km 30 da rodovia Castello Branco, quando desconfiaram do delegado aposentado e do casal, quando o policial, segundo a corporação, teria escondido um pacote sob a roupa, assim que avistou os agentes.

    O aposentado estava ao lado de um Fiat Siena, ocupado pelo casal, quando avistado pelos PMs rodoviários.

    Em seguida, segundo relatado pelos policiais militares em depoimento, o aposentado caminhou em direção a um Volkswagen Jetta, estacionado a cerca de 30 metros do carro onde ele conversava com o dupla.

    Ao ser abordado, ele revelou aos PMs que havia escondido R$ 17 mil sob a roupa. Primeiramente, afirmou que o dinheiro era o pagamento por um serviço prestado ao condutor do Siena. Depois, de acordo com registros da Delegacia Central de Barueri, ele mudou a versão, alegando que a quantia havia sido um empréstimo.

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  5. SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Um delegado aposentado da Polícia Civil de 64 anos foi preso sob suspeita de tráfico de drogas, por volta das 19h30 desta terça-feira (3), quando estava em um posto de combustíveis na região de Barueri, na Grande São Paulo.

    Além dele, um homem de 31 anos e uma mulher, de 29, foram presos e levados à Delegacia Central da cidade da região metropolitana, sob suspeita de envolvimento no mesmo crime. A defesa do trio não havia sido localizada até a publicação desta reportagem.

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    Com os suspeitos, a polícia apreendeu três quilos de cocaína, R$ 17 mil, uma arma de fogo, além de celulares e um documento falso.

    Policiais militares rodoviários faziam patrulhamento, na altura do km 30 da rodovia Castello Branco, quando desconfiaram do delegado aposentado e do casal, quando o policial, segundo a corporação, teria escondido um pacote sob a roupa, assim que avistou os agentes.

    O aposentado estava ao lado de um Fiat Siena, ocupado pelo casal, quando avistado pelos PMs rodoviários.

    Em seguida, segundo relatado pelos policiais militares em depoimento, o aposentado caminhou em direção a um Volkswagen Jetta, estacionado a cerca de 30 metros do carro onde ele conversava com o dupla.

    Ao ser abordado, ele revelou aos PMs que havia escondido R$ 17 mil sob a roupa. Primeiramente, afirmou que o dinheiro era o pagamento por um serviço prestado ao condutor do Siena. Depois, de acordo com registros da Delegacia Central de Barueri, ele mudou a versão, alegando que a quantia havia sido um empréstimo….

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  6. Quem é o delegado aposentado preso em flagrante por tráfico de drogas em Barueri hj?
    Em caso de condenação definitiva pode ter a aposentadoria cassada?

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  7. Acabei de assistir a reportagem, já sei de quem se trata. Os fatos demonstram que só se aposentou no papel, mas continua em plena atividade.

    A novidade é saber que mesmo aposentado ostentava o distintivo de delegado e tinha uma arma do patrimônio da Polícia Civil, tudo segundo a reportagem que assisti. Parabéns!

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    • Meu caro amigo,
      Você não sabe o quanto me incomodaram ate eu devolver uma pistola 45 que eu só portava quando absolutamente imprescindível. Tanto que deixava trancada na minha mala no quarto do hotel lindeiro a Delegacia de Hortolândia. E autorizei pode entrar no quarto , quebrem o pequeno cadeado e retirem a pistola…E ainda fui meio desbocado “que enfiem essa merda no cu” . A funcional também nunca usei pra nada e nunca me pediram pra eu exibir em lugar nenhum. A única vez que um engraçadinho pediu para eu me identificar saquei do saco uma Jericho 9mm e educadamente lhe falei: “precisa” ? Tu pede RG pra ladrão? Me colocaram para trabalhar num sábado numa formatura de uma escola infantil no Ilha Porchat Club; eu gentilmente apenas fui pedir para uns rapazes irem fumar maconha um pouco mais próximo da mare. Mas ainda tinha aparência de menino, ainda meio cabeludinho e estava bem arrumadinho. E maconheirinho , devia ser filho de o oficial da PM e estudante de Direito. A namorada o arrancou dali rapidinho. A funcional não entreguei nem phodendo. E mesmo depois demitido tomei 30 dias de suspensão.

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  8. Que coisa humilhante para a classe, a polícia e a sociedade.
    Um delegado de polícia traficante de drogas. É o poste mijando no cachorro.

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  9. Pois é caro amigo, se tivesse algum “padinho” forte, jamais teria sequer respondido ao PA(PIÇA ARMADA) que viabilizou sua prematura saída dos quadros da nossa carreira, causando-lhe severos prejuízos pessoais que por via reflexa atingiram também seus familiares. Enquanto passava por esse calvário, integrantes da carreira, titularizando distritos policiais, dedicavam-se, incansavelmente, à rentável atividade da traficância.

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