RESERVA IMORAL – Estado de São Paulo demora quase 25 anos para demitir e cassar os proventos de tenente-coronel PM que lesou os cofres públicos 42

LOGO JUBILEUA COMARQUINHA MAIS CARA E MAIS LERDA DO MUNDO 

O tenente coronel Ricardo Miguel Giannoni , quando ainda era capitão no final dos anos 1980, falsificou requisições de passagens de ônibus em nome de seus subordinados, as quais trocou por dinheiro.

Repassava gratificações a funcionários da empresa, inclusive!

Várias testemunhas foram ouvidas em diversos procedimentos confirmando que tiveram seus nomes apontados como tendo requisitado passagens de ônibus, mas que na verdade nunca obtiveram as referidas passagens e muito menos viajaram, ficando patente a falsificação.

Causou prejuízo ao erário.

Na época das condutas a Lei de Improbidade Administrativa ainda não vigorava.

O processo criminal foi iniciado em 1992.

Em 1998, em primeiro grau,  foi condenado  à pena de 2 (dois) anos e 4 (quatro) meses de reclusão.

Apelou e , somente  em setembro de 2005, o atarefado Tribunal de Justiça  Militar manteve a respeitável Sentença “a quo que bem examinou a contenda. Foi assim o acusado apenado por infração ao art. 251 do CPM, crime de estelionato, obtendo vantagem em prejuízo alheio, utilizando-se de ardil e faltando com a confiança que lhe foi depositada.”

Com efeito,  falsificar a requisição não é meio fraudulento ?

Não obstante, somente hoje, acatando a representação que data menos de uma ano,  o governador deste estado, finalmente , formalizou a merecida punição ao vetusto infrator.

Pelos prejuízos causados com as passagens?

Pela condenação criminal de 1998 ?

Não!

Deixaram a falta prescrever criminal e administrativamente.

Aconteceu  que na sequencia deu continuidade à malandragens típicas de um “Tropa de Elite 3” , sendo dedurado e sofrendo outros processos.

Acabou condenado a mais 4 anos de reclusão  por apropriação de peças de viaturas.

Ou seja, o só  agora  “indigno” seguiu – graças ao corporativismo e burocracia da PM  –  sua carreira mamando nas tetas da sociedade por quase um jubileu de prata; mesmo depois de já demonstrada a sua total incompatibilidade para o exercício de quaisquer cargos ou funções públicas.

É claro que alguns colocarão a culpa na presunção de inocência, no devido processo legal, nos bons advogados do acusado e nos “enfundáveis” recursos processuais.

Sim, enfundáveis!

Aqueles que ficam sempre no fim da fila e ao fundo da gaveta, pois o único privilégio de praça em relação ao oficial é ser condenado com rapidez.

Enfim, o capitão Valdir Souza tem razão quando  fala das patifarias da PM avalizadas pelo TJM-SP; aqui temos um bom exemplo de como as coisas funcionam por lá.

Lembrando que na PM – como em qualquer outra organização estatal – oficial não é punido por roubar, é punido por não saber roubar.

Este aqui é só mais um  BOI DE PIRANHA para inglês comer:

 tenentecoronel

Um Comentário

  1. Maioria dos latinhas esculpidas nos ombros da puliça fardada do estado de São Paulo, é desprovida de inteireza

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  2. Dr. Guerra :—

    -****FALSIFICOU REQUISIÇÃO DE PASSAGEM DE ÔNIBUS*** tá explicada a demissão ”’OFICIAL COXINHA PÉ DE CHINELO É INADMISSÍVEL”’……………

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  3. Boa Tarde!

    Senhoras e Senhores.

    O que podemos chamar de moral ou imoral neste País?

    Certa vez numa conversa informal com um Juiz de Direito Corregedor, acabei dizendo:

    “ÉÉÉ!!! Excelência para ser conhecido como ilustre tivestes que: Caminhar por um longo caminho na vida; Participar de um dispendioso vestibular numa das melhores Faculdades de Direito do País; Concluir e defender teses em variados cursos complementares; e, por fim disputar um concorridíssimo concurso público para galgar um espaço dentro da Escola da Magistratura; provar que possui conduta ilibada e nenhuma pendencia jurídica, para depois fazer cumprir o que determina a Lei”.

    Se evidentemente olharmos por um lado isto é maravilhoso, mas se observarmos por outro ângulo, perceberá que Vossa Excelência assim como eu, cumpre Leis e que estas Leis, são Leis que evidentemente foram criadas por um Legislativo eleito pelo povo, contudo, nem todos os eleitos possuem nível superior ou conhecimento técnico em Direito e para piorar, em certas ocasiões alguns de seus malfadados assessores, lamentavelmente, não são dignos de confiança e ai o que fazer?

    Pois sim Senhoras e Senhores. Talvez e somente por isto, nossas Leis sejam muito difíceis de interpretá-las e quiçá aplicá-las. Talvez por isto também, o rito processual seja moroso e de fácil extinção; e, Talvez por isto também se justifique a existência de várias Leis Complementares para exemplificar as respectivas Leis anteriores e assim por diante….

    Por isto sempre digo:

    Nunca se espantem com determinadas resoluções, indefinições ou morosidades. Um dia talvez tudo isto acabe de vez.

    Caronte.

    .

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  4. Boa Tarde!

    Senhoras e Senhores.

    Estou definitivamente chegando a uma triste conclusão:

    Falar a verdade neste País não é salutar muito menos nobre.

    Mais uma vez incompreendido pela censura.

    Caronte

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  5. Alguém saberia informar quando será a eleição da adpesp?
    Meu estômago não está conseguindo mais diferir a foto acima!

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  6. CADE AS PROMOÇÕES AUTOMÁTICAS ?????

    CADE A VALORIZAÇÃO DO N.U ?????????

    CADE O AUXILIO ALIMENTAÇÃO ????????

    CADE A CORREÇÃO DO SALÁRIO PELO URV ??????

    FALA SÉRIO !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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  7. Esta ano irei me antecipar ao espírito natalino . . .

    os últimos anos foram difíceis . . . são difíceis . . .

    já não sei se tenho mais coração . . .

    minha memória se volta ou esta fixa nos nossos irmãos e irmãs policiais e seus familiares, os vivvos

    e os excutados, pela ordem, administrativamente pccSSstazidb e

    pccptistas-pes associados diretamente pelo krymy . . .

    talvez eu repita este vídeo o ano de quem e os outros também . . .

    sintam e tenham certeza que o nosso espírito

    só nasceu e esta no lugar errado . . .

    enxugamos gelo pelos gersons inzoneiros . . .

    COMO PODEMOS TER UM FELIZ NATAL ???

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  8. A carreira de Carcereiro Policial foi extinta com o nível fundamental 8a .série, quem passou para nível médio foi Agente Policial e isso só depois de aberto concurso. Portanto carcereiro depende de lei para reaproveitamento e de enquadramento em outra carreira.

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  9. Para ingresso na carreira de carcereiro é exigido nível médio também, vide Artigo 5º da Lei complementar nº26/14 que diz “Para ingresso nas carreiras policiais civis previstas no inciso I do artigo 5º, da Lei Complementar nº 494, de 24 de dezembro de 1986, passa a ser exigido o ensino médio como nível mínimo de escolaridade.”

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  10. Enquanto isso por uma suspeita de abandono de posto sem flagrante em menos de dois anos rua.Nem preciso dizer o posto ou graduação

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  11. CONTINUEMOS DE OLHO:

    Para tanto, vale relembrar postagem, em 01/09/12, do Flit.

    CORONEL PM É SUSPEITO DE FALSIFICAR DEPOIMENTO PARA INSTRUIR “HABEAS CORPUS” EM BENEFÍCIO DE SUBORDINADOS

    nvestigação-SP 2: PM apura fraude no inquérito da morte de garoto por soldados

    FolhaPress

    SÃO PAULO, SP, 31 de agosto (Folhapress) – O Comando da Polícia Militar instaurou um procedimento administrativo para apurar a falsificação do depoimento da mãe de um adolescente que morreu após ser abordados por PMs em São Paulo.

    Thiago Júnior da Silva, 16, sumiu após uma operação de PMs do 31º Batalhão em 17 de março de 2011, no Parque Santos Dumont, periferia de Guarulhos (Grande São Paulo).

    Segundo o inquérito policial militar, Eliana da Silva, 38, prestou depoimento no batalhão no dia seguinte, após encontrar o corpo do filho em um matagal. Ela teria dito, segundo o documento, que o filho havia sido abordado por policiais e liberado em seguida.

    À Polícia Civil, porém, a mãe disse que nunca havia entrado no local ou prestado depoimento sobre o caso à PM. O documento com a assinatura dela foi submetido a análise do Instituo de Criminalística, que constatou a fraude. O caso foi revelado hoje pelo jornal “Diário de S. Paulo”.

    Em abril deste ano, o Setor de Homicídios de Guarulhos encerrou a investigação da morte do garoto e concluiu que os responsáveis foram os soldados Paulo Hernandes Bastos, Ednaldo Alves da Silva, Edilson Luís de Oliveira e Fábio Henrique da Silva.

    Eles chegaram a ser presos após a Justiça decretar sua prisão temporária, mas depois foram beneficiados por um habeas corpus solicitado pelo tenente-coronel Antonio de Mello Belucci, comandante do 31º Batalhão.

    O corpo de Thiago tinha uma marca de tiro no pescoço com características de “tatuagem”, ou seja, foi disparado à queima roupa.

    À polícia, a mãe dele disse que um dos quatro PMs suspeitos pela morte do jovem o havia ameaçado de morte 15 dias antes do crime.

    Segundo o depoimento dos PMs, Thiago estava com outros três jovens e um deles teria atirado contra o carro da PM. O soldado Bastos disse apenas ter dado um tiro para o alto.

    Uma testemunha ouvida pela polícia, entretanto, disse que Thiago implorou aos policiais para não ser morto.

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  12. Em Araçatuba um sub-tenente foi preso furtando gasolina dentro do quartel mas não foi demitido em virtude de falar o que sabia caso fosse demitido……………é a maior imoralidade na região de araçatuba.

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  13. Seis policiais militares são acusados de participação no desvio de 1,3 milhão de litros de gasolina

    Carolina Heringer

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    Seis policiais militares – quatro deles lotados no 16º BPM (Olaria), um integrante do 3º Comando de Policiamento de Área (CPA) e outro membro do Comando de Operações Especiais (COE) – foram acusados num Inquérito Policial Militar de participar do desvio de 1,3 milhão de litros de gasolina no 16º BPM, por pelo menos um ano. No grupo, há oficiais. O resultado da investigação foi publicado no boletim interno da PM.
    De acordo com o relatório, os pedidos de combustível eram feitos quase diariamente. Às vezes, a quantidade solicitada ultrapassava os 15 mil litros de capacidade de armazenamento do tanque do 16º BPM. Para aumentar o valor da fraude, notas fiscais de outros batalhões eram lançadas no livro da unidade.“Comprova-se o desvio com a total discrepância entre a quantidade de gasolina que entrava no tanque do 16º BPM e a quantidade de gasolina gasta no período”, afirma o documento.
    Segundo as investigações, o sargento Daniel Azevedo Moura Ramos fazia os pedidos de gasolina à Subseção da Diretoria de Logística, responsável pelo controle de combustíveis da PM. Quanto aos outros cinco acusados, não há provas de que atuavam diretamente no esquema, mas, segundo a investigação, eles foram, no mínimo, coniventes.
    Para que as solicitações do sargento Daniel fossem aceitas, era preciso ter a assinatura do tenente Cesar Augusto Chaves Machado, Oficial Chefe de Manutenção do 16º BPM. O subtenente Arthur Buarque Caetano, também lotado na unidade, atestava o recebimento da gasolina e lançava as notas fiscais num livro. As informações eram levadas à P4 do 16º BPM (setor responsável pela logística do batalhão), onde eram aprovadas pelos majores Rafael Pereira Freire, do COE, e Emerson José dos Santos, do 16º BPM.
    O sexto citado é o do major Flávio dos Santos Cardozo, chefe da Subseção da Diretoria de Logística do 3º CPA. Um sargento disse ter relatado as fraudes ao oficial, sem que providências fossem tomadas.
    Indícios de crime militar
    O relatório da PM concluiu que há indícios de que o sargento Daniele cometeu crime militar por extravio de combustível. No relatório, é apontado ainda que o PM tem bens que são incompatíveis com a sua renda. Em relação ao tenente Augusto e o subtenente Arthur, também há sinais de prática do mesmo delito, mas de forma culposa (sem intenção). Os majores Emerson, Flávio e Rafael, segundo o documento, também incorreram em crime militar por não terem percebido a fraude.
    A PM afirmou que não teria como informar, no fim de semana, o que acontecerá com os policiais. Procurado, o sargento Daniel disse que se pronunciaria somente após falar com seu advogado. Os outros PMs não foram localizados.

    Leia mais: http://extra.globo.com/casos-de-policia/seis-policiais-militares-sao-acusados-de-participacao-no-desvio-de-13-milhao-de-litros-de-gasolina-9469606.html#ixzz3KUACxv3i

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  14. CACHORRADAS TRADICIONAIS OU SERIAM “CASOS ISOLADOS”?

    São Paulo, segunda, 9 de março de 1998

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    Promotoria acusa PM de venda ilegal de 10,8 t de carne ao canil

    MARCELO GODOY
    da Reportagem Local

    O Ministério Público denunciou criminalmente o subtenente João Antônio Marrega sob a acusação de ele fornecer ilegalmente carne para o canil da tropa de choque da PM de São Paulo. Além de vender a mercadoria, Marrega trabalhava no canil onde fiscalizava a entrega da carne que vendia.
    A denúncia feita pelo promotor Orion Pereira da Costa foi aceita pela juíza Roseane Pinheiro de Castro, da 4ª Auditoria do TJM (Tribunal de Justiça Militar). Se condenado, o subtenente pode pegar até quatro anos de prisão.
    Ao ser interrogado no IPM (Inquérito Policial Militar), Marrega não quis prestar depoimento. Disse apenas que irá apresentar a sua versão sobre os fatos em seu depoimento perante a Justiça.
    Segundo a denúncia, Marrega é sócio cotista da empresa Comercial DM Ltda, conforme consta de certidão da Junta Comercial de São Paulo. Essa empresa participou de licitação no 3º Batalhão de Choque, ao qual pertence o Canil, para o fornecimento de 10,8 toneladas de carne bovina para a alimentação dos cães.
    A proposta oferecida pela Comercial DM foi vencedora. Ela assinou um contrato com a Polícia Militar no valor de R$ 35 mil para entregar a carne entre fevereiro e julho de 1997.
    Ao mesmo tempo, Marrega era o responsável no canil pelo recebimento das entregas de carnes da empresa da qual era sócio. O subtenente conferia a quantidade e dava vistos atestando que a quantidade era exata.
    “O fato é potencialmente danoso à administração, pondo em dúvida a lisura de todo o procedimento”, afirmou o promotor na denúncia. Ele ainda disse que os oficiais superiores de Marrega foram “omissos por terem permitido que ele recebesse os produtos remetidos por sua própria empresa”.
    Mas em relação a esses oficiais, o promotor requisitou o arquivamento das acusações por não haver provas de que eles foram omissos em razão de algum sentimento pessoal, o que os tornaria passíveis de um processo por prevaricação.
    O subtenente também está sendo investigado pela Promotoria de Justiça da Cidadania, que apura algum ato que tenha ferido a lei de improbidade administrativa. O TJM apura ainda duas outras concorrências no canil envolvendo o leite e a ração para os cães.
    O interrogatório de Marrega está marcado para a próxima quinta-feira, dia 12. A promotoria tem quatro testemunhas.

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  15. A carreira de carcereiro não foi extinta. Isto significa que o governo pode, a qualquer momento, realizar concurso para tal carreira. O que foi extinto são os cargos vagos na ocasião do decreto. Desta forma o governo manifestou a intenção de reduzir os quadros da carreira de carcereiro, mas não necesariamente extingui-la. A PC parece não querer realizar novas contratações para carcereiro , mas enquanto os cargos que ainda existem não forem extintos poderão ser preenchidos a qq tempo.

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  16. José Carlos, o raciocínio é exatamente o oposto: tanto políticos quanto policiais corruptos devem ser condenados.
    Quanto ao coronel ele perde sim, agora podemos olhar em sua cara e chamá-lo de ladrão tranqüilamente.

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  17. me TIRA daqui disse:
    01/12/2014 ÀS 11:45
    A carreira de carcereiro não foi extinta. Isto significa que o governo pode, a qualquer momento, realizar concurso para tal carreira. O que foi extinto são os cargos vagos na ocasião do decreto. Desta forma o governo manifestou a intenção de reduzir os quadros da carreira de carcereiro, mas não necesariamente extingui-la. A PC parece não querer realizar novas contratações para carcereiro , mas enquanto os cargos que ainda existem não forem extintos poderão ser preenchidos a qq tempo.

    VC SÓ DESCREVEU MERDA OK TIRA

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  18. UÉ, MAS ELE FOI TEVE A SUA PATENTE ANULADA, CAÇADA, IGUAL O VALDIR, NÃO PODE MAIS FREQUENTAR OS CLUBES DOS OFICIAIS, E NEM PARTICIPAR EM CONCORRER ALGUM CARGO DE ALGUMA INSTITUIÇÃO QUE MANTEM PARCERIA COM A PM, E ELE PERDEU TAMBÉM A SUA GORDA APOSENTADORIA?, ISSO EU NÃO ACREDITO MESMO, POIS É DIREITO ADQUIRIDO, VEJA BEM, O VALDIR PERDEU A SUA PATENTE, MAS NÃO PEDEU O SEU GORDO SALÁRIO DE MARAJÁ, ENTÃO EU DUVIDO E Ó DÓ, ESSE CEL NÃO PERDEU O SEU SALÁRIO DE FORMA ALGUMA, FOI SÓ UMA COLOCAÇÃO ERRÔNEA, OU ERRO DE ENTENDIMENTO NÃO É VALDIR, PERDER SALÁRIO JAMAIS TÁ DOIDO NÉ!

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  19. Caro jacaré sem cérebro

    Quando vc for alfabetizado, al da funcionalidade, vc poderá ler o decreto e notar que o governador do Estado extinguiu os cargos vagos e não a carreira, extinguindo-se os demais cargos em sua vacância, portanto trata-se de uma carreira em extinção , mas não extinta .

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  20. Em tempo jacaré sem cérebro

    Já deu de gente como vc aqui no flit. Gente q não tem a menor capacidade de engendrar uma opinião a argumento e entrelaça- los com os fatos.
    Gente que pq tem um parente policial civil e mais um dois amigos na mesma condição acredita que conhece toda a realidade da instituição.

    Gente que copia o comentário alheio e apenas tem o trabalho de desqualifica-lo sem apresentar absolutamente nada de novo.

    Meu amigo jacaré sem cérebro, vc tem direito a sua opinião nesse espaço democrático como qualquer um tem,mas quando quiser ir além da sua mera opinião por favor apresente algum fato, algum dado ou algum argumento para que possa ser discutido , afinal opinião cada um tem a sua e não cabe discussão, afinal a opinião está intrinsecamente legada a pessoa e não queremos perder mais tempo discutindo pessoas como estou fazendo agora.

    Discutamos idéias.

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  21. me TIRA daqui disse:
    01/12/2014 ÀS 15:21
    Então vos aos fatos: pq foram extintos os cargos vagos de carcereiro? De onde surgiu a idéia e a que se prestava?

    já que vc é o cara porque não responde vc mesmo as suas pergunta seu bam bam bam, e esse assunto dos colegas carcepas já foram discutidos e muito aqui neste espaço se vc não acompanhou pede para o guerra te enviar todos os comentários da época, quem sabe vc se cala e dê por vencido ou pelo ao menos como assuntos encerrado manezão.

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  22. Caro largartixa desdendada

    Eu com certeza não sou o cara, mas tenho grandes chances em ser um manezao , principalmente por continuar nesta discussão, rsrs. De qualquer forma vamos lá.

    Não fui eu que suscitou novamente a questão da carreira de carcereiro. Ela foi colocada acima por outro colega. Neste caso não é preciso que o Dr Guerra lhe envie nada, basta vc subir um pouquinho e verá.

    A resposta pela qual o Sr espera mais não tem coragem ou humildade de solicitar é a seguinte: a idéia da extinção dos cargos vagos de carcereiro nasceu, ou ao menos tomou corpo, na gestão do Dr Domimgos. Diante da desativação das cadeias e da falta de escrivães fez-se o seguinte o cálculo: 1.000 cargos de carcereiros eqüivalem (em termos de custo só Estado) a 777 cargos de escrivães, logo a proposta seria está e não extincao completa da carreira, ficando os cargos que entrassem em vagância sujeitos a aproveitemos proporcionais e semelhantes de acordo com a necessidade da PC.

    Não estou interpretando nada, tudo isto estava no plano de restruturação de então.

    Caso o amigo não tenha acompanhado peça ao Dr Guerra, ele pode te enviar os documentos.

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  23. O coronel da reserva Luiz Eduardo Pesce de Arruda não é um policial militar comum. Aos 56 anos, 36 deles nas fileiras da Polícia Militar de São Paulo, é também professor universitário, formado em Comunicação e Direito. Especialista em liberdades públicas e segurança interior pela École Nacionale d’Administration, em Paris, fala francês e respalda suas respostas em pensadores como Hannah Arendt, Karl Marx e Max Weber. Não raro, recorre a termos inusuais para demonstrar seu conhecimento. Segundo conta, já devolveu em francês ao desacato de uma motorista em uma perícia de trânsito. Ela o havia chamado de ignorante. Em sua trajetória como policial, conheceu, nos anos 1990, o indigenista Orlando Villas-Boas, com quem aprendeu mais sobre os povos do Xingu e a huka-huka, luta marcial indígena que ele trouxe para a Escola Superior de Soldados. Como acadêmico, publicou em 2013 o artigo “Polícia e Direitos Humanos: A responsabilidade das escolas”, na revista do Laboratório de Estudos da Violência da Unesp de Marília. No texto, defende que a formação policial seja mais calcada nas humanidades. Em uma tarde quente de janeiro e vestido com roupas civis (está aposentado da PM desde março de 2013), Arruda conversou com Carta na Escola sobre a responsabilidade das escolas de formação de policiais, a atuação da polícia nas manifestações de junho e os desafios da instituição diante das transformações da sociedade.

    Carta na Escola: Por que o senhor defende que o policial tenha formação acadêmica em outras áreas, fora da Segurança Pública?

    Luiz Eduardo de Arruda: A área da Segurança conduz fatalmente a uma visão endógena da sociedade. Estar em contato com o pensamento acadêmico, inclusive com suas contradições e correntes de opinião contraditórias, faz com que o policial tenha uma visão mais abrangente e tolerante da sociedade. E tolerância numa sociedade complexa como a que vivemos, em que há uma banalização do mal, como a gente ouve Hannah Arendt falar, uma sociedade em que há muito estímulo à prática do mal por programas de tevê, pela classe política em época de eleição, por palestrantes que se utilizam de símbolos associados à morte, à letalidade. É preciso que a polícia esteja muito atenta para não permitir partilhar dessa visão de mal banalizado. O policial tem de se lembrar que abraçou uma vocação essencial à sociedade, e ele, mais do que um defensor dos direitos humanos, é um promotor dos direitos humanos, alguém que não só pratica e defende, mas faz com que os outros entendam a importância dos direitos humanos. E isso, no cotidiano, não é nada fácil.

    CE: No caso de São Paulo, como se dá a formação dos policiais que atuarão nas ruas?
    LEA: Temos uma matriz mínima que a Secretaria de Segurança Pública recomenda ao País inteiro, mas a formação das polícias Militar, Civil, Técnico-Científica e da Guarda Municipal é bastante díspar e varia bastante de um estado para outro. Em São Paulo, a formação de soldado da PM dura um ano em escola: são seis meses de um módulo básico dado em sala de aula, mesclado com atividades de rua sob direta supervisão, e mais um ano em que ele está em atividades de menor potencial ofensivo ou de confronto. O Brasil é muito mais amplo. Basta uma consulta para verificar como está presente ainda no cotidiano da formação nacional das forças de segurança do País a prática de atos que não cooperam para formar um policial comprometido com os direitos humanos. Não é exatamente o caso de São Paulo, que tem avançado muito desde os anos 80, depois do episódio da Favela Naval e do Carandiru. Precisamos estar eternamente vigilantes para que essa semente do mal não se reinstale. Porque há um grande fascínio da sociedade – e o policial vem da sociedade – pelos símbolos de letalidade, indicando que o policial bom é aquele altamente letal. Isso não é verdade. Um bom policial é o que a sociedade reconhece como honesto, com competência para resolver problemas e solidário às pessoas em sua dor.

    CE: Qual é o maior desafio enfrentado pelas escolas de formação de policiais, em sua opinião?
    LEA: É o que Paulo Apóstolo dizia: desvestir um homem velho e vestir um homem novo. É fazer um jovem de uma sociedade tão assimétrica, com 155 milhões de pessoas vivendo na periferia, que tenha uma boa vivência, com valores familiares, religiosos e visão do cotidiano impostos pelo ambiente em que foi criado. E que tenha também uma fortíssima convicção baseada no senso comum. É preciso desvestir esse jovem e transformá-lo numa autoridade pública em um ano, até menos em outros estados e corporações policiais. Como transformá-lo em alguém apto a solucionar problemas, a compor conflitos, a trabalhar com uma legislação complexa, a promover os direitos humanos? No meu modo de entender, começando a tratar esse aluno como autoridade já no primeiro dia de escola. O que significa isso? Respeito e responsabilidade.

    CE: O maior desafio é transformar um jovem recém-saído de uma sociedade contraditória em uma autoridade pública?
    LEA: Claro. Quando chega numa escola de formação policial, precisamos dizer a ele: calma, há direitos que são fundamentais a qualquer pessoa, pela única razão de ela ser humana. Isso se chama direitos humanos. Por ser uma figura humana, ela precisa ter um rol mínimo de direitos, mesmo que pratique o maior delito do mundo. O policial tem o monopólio legal do uso da violência, como diria Max Weber. Mas qual é o limite do uso da força? É conter a agressão contra um terceiro inocente ou contra si próprio. Passou disso, é excesso. E o difícil – e o apaixonante – na formação policial é fazer com que ele introjete esse valor.

    CE: O senhor também defende a abolição de símbolos bélicos e também os gritos de guerra nas escolas de formação. Quais são os efeitos negativos que essa simbologia pode trazer para o futuro policial?
    LEA: O ambiente arquitetônico compõe uma linguagem. Se nós tomarmos Nelson Jahr Garcia, grande professor de propaganda ideológica, ele diria que a arquitetura é uma linguagem que expressa uma visão de mundo. Eu sou apaixonado por música e gosto muito de canções militares. Mas é preciso compreender a função da força que utiliza aquela canção. Uma unidade de artilharia está preparada para a defesa nacional e vai conter o inimigo com todo respeito pelo direito humanitário, mas usando a força. Polícia não é isso. São funções e preparações distintas. A instituição policial precisa falar em defesa da vida. Então polícia, na canção, não tem de falar de caveira, de morte, de letalidade. Tem de falar de vida, de proteção de pessoas, de defesa de direitos humanos. Porque, se você fala de símbolo bélico na escola e depois coloca (o policial) na rua, como querer que ele não pratique esses símbolos? É uma maneira de introjetar valores no profissional.

    CE: Por que o senhor defende a presença de docentes externos à PM para lecionar nas escolas?
    LEA: Um professor externo permite uma oxigenação de ideias, ensina o aluno a debater e a ouvir opiniões contrárias. Ensina que, quando a pessoa se expressa de modo que não atenda à sua expectativa, não significa que a pessoa esteja te desafiando. E, mesmo se estiver, é preciso superar essa situação pela inteligência. Conter verbalmente a situação é uma situação muito estressante e, ao mesmo tempo, é o ápice da atuação policial.

    CE: Essas ideias são aceitas dentro da PM?
    LEA: É uma instituição que tem 200 anos. A cada momento a PM precisa responder aos desafios da época, como cada instituição policial tem de fazer.

    CE: Sobre os “desafios da época”, os protestos de junho de 2013 colocaram em evidência a atuação da PM. Em sua opinião, ela foi adequada?
    LEA: A instituição, no que diz respeito a episódios pontuais, é peremptória, é dura, muito dura com o seu membro que pratica desvios, mais do que qualquer outra instituição. Agora, estamos vivendo numa sociedade pós-moderna, aprendendo a lidar com o novo ambiente. A gente sempre aprendeu que torcidas brigavam nos estádios e nas imediações. Hoje as pessoas se programam para brigar pelas redes sociais em pontos distribuídos pela malha de transporte coletivo. A polícia tem de responder a isso. Não é fácil. O que eu digo é que a polícia precisa estar ciente de que ela tem de estar conectada com a modernidade, ela tem de ter polos de diálogo fortemente estabelecidos com todos os segmentos sociais antes que o conflito se instale. Porque, na hora que o confronto se instala, as pessoas não têm condições emocionais de se balizar pela racionalidade. Por isso me parece que o trabalho comunitário é realmente a saída da polícia.

    CE: Então o senhor acha que a atuação foi adequada? Foram muitas as críticas, até pelo fato de jornalistas terem sido alvejados com balas de borracha.
    LEA: Podemos dizer o seguinte: qual é hoje a discussão sobre o papel do jornalista num episódio de confronto? O jornalista tem de estar integrado ao efetivo, fora, misturado ou identificado? O debate sobre esses episódios precisa preceder o episódio. Não estou preocupado com questões pontuais, pois temos uma estrutura judicial, de corregedoria, para tratar dessas questões. A gente lamenta muito quando acontece, porque a vida é sempre preciosa, assim como a integridade física. Mas se vamos discutir mais amplamente, como é o meu objetivo, o diálogo com todos os segmentos precisa vir antes do confronto.

    CE: Em janeiro, duas notícias chamaram novamente a atenção para a atua ção da polícia em São Paulo: a operação-surpresa na Cracolândia e o jovem Fabrício Mendonça Chaves, balea do após os protestos contra a Copa. As escolas preparam os policiais para atuar em situações como essas?
    LEA: Episódios dessa natureza não são fáceis. A atuação policial, em vários momentos, tem sido criticada no mundo todo, não apenas aqui. Agora, o fato é o seguinte: não é lícito que numa manifestação as pessoas conduzam artefatos explosivos, armas brancas ou de fogo. A polícia tem não só o direito, mas também o dever de conter pessoas que se portam dessa maneira. E isso é mundial. Com relação à Cracolândia, acho que o fato de haver um trabalho social não inibe a polícia de agir pontualmente numa ocorrência de tráfico de drogas, por exemplo. O grande desafio é ampliar a discussão sobre o papel do jovem na atual sociedade. O País precisa estudar mais esse fenômeno, não só a polícia.

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  24. MAS O QUE TEM A VER ESSE CEL Luiz Eduardo Pesce de Arruda COM O tenente coronel Ricardo Miguel Giannoni QUE FOI PRA RUA MEU CARO ANÔNIMO QUE POSTOU COMO Isso sim resolveria o problema das policias (das duas ) VC DEVE ESTAR CHAROPE.

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  25. kkkkk jacaré cuzão ! vc. é bosta igual o gianoni, postei porque sabia que vc. ia erguer o rabinho, viadão !kkkkk, o Cel ARRUDA é o único oficial bom,aliás, otimo que a pm já teve, o resto é igual vc. SEM VERGONHAS KKKKKK.

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  26. “Quem com ferro fere, com ferro será ferido… Giannone deu um tiro no próprio pé, agora só falta o frango caipira,kkkkkkkkkkk”.

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  27. kkkk é só falar em extinção que o cú do jacaré abre !kkkk disse:
    03/12/2014 ÀS 18:36
    kkkkk jacaré cuzão ! vc. é bosta igual o gianoni, postei porque sabia que vc. ia erguer o rabinho, viadão !kkkkk, o Cel ARRUDA é o único oficial bom,aliás, otimo que a pm já teve, o resto é igual vc. SEM VERGONHAS KKKKKK.

    UÉ, VC É PC E GOSTA DE CORONEL, POR QUAL MOTIVO MEU CHAPA, ACASO ELE TEM A FERRAMENTA GRANDE E DEIXA A SUA ESPOSINHA MUITO SATISFEITA, OU É VC MESMO QUE GOSTA DA FERRAMENTA DELE, NÃO ESTOU TE ENTENDENDO, EU COMO MILITAR NÃO GOSTO DE OFICIAIS, E VC COMO UM PC GOSTA, POR QUE ENTÃO VC NÃO FAZ INSCRIÇÃO NA PM E TENTA A SORTE, QUEM SABE POSSA SE DAR BEM, OU QUEM SABE MUDARÁ DE OPINIÃO SEU ARROMBADO, DIGO VC E A SUA ESPOSINHA QUASE OFICIAL, PODE ATE QUE ELA NÃO USA FARDA, MAS COM CERTEZA GEME BEM ALTO NA VARA DO SEU QUERIDO COROMÉ.

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  28. E O AUMENTO DE SALÁRIO DOS PC, SAI OU NÃO SAI????
    ISSO É QUE DÁ VOTAR NO PSDB….TROUXAS!!!!

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  29. Pelo que sei o Dr. Fernando Grella vai melhorar nosso auxílio alimentação sim, e mudará até algumas regras sobre o mesmo, onde cidades saturadas com o acumulo expediente diário mais sobre aviso de 24 x 0, passarão a receber o auxílio alimentação integral.

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  30. Se o PODER PÚBLICO investigasse com rigor todos os casos de desvios de condutas dos seus servidores, quer sejam civis ou militares, incluindo os cargos políticos, com certeza, sobraria verbas para o aprimoramento das Instituições.
    A cada dia vemos mais absurdos, na PM tem os famosos “togloditas” ou “babacas” que sobem algum degrau na hierarquia e já se acha o “bam-bam-bam” e que pode fazer e desfazer de acordo com a sua vontade, se esquece que além de direitos ele deveria ater muito mais deveres, obrigações e responsabilidades. E com essa tamanha “idiotez” acham que subordinados são seus empregados particulares.
    Nas Instituições civis temos uma grave doença chamada de “delegatite”, onde um individuo vira policial da noite pro dia e quando tem simpatia pelo trabalho policial consegue ser um excelente policial e um ótimo delegado em prol da sociedade, mas, quando o individuo é um ser desprezível e entra numa Instituição policial com cargo de chefia já passa a apresentar problemas, ou seja, ao invés de trabalhar em prol da sociedade ele começa defendendo seus comparsas e bandidos, virando o defensor, advogado, de bandidos, quando, não passa a receber vantagens para sí e para os seus entes queridos e amigos.
    Para que seja resolvido esses problemas tem que haver PENA DE MORTE para CORRUPTOS !!!

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