Amante de Lula foi quem indicou presidente do Banco do Brasil para Dilma 9

COLUNA ESPLANADA

Dilma de olho no Dida da Rose

Não é só o generoso empréstimo de R$ 2,7 milhões para a amiga apresentadora de TV Val Marchiori que complica a vida do presidente do Banco do Brasil, Aldemir Bendine

por Leandro Mazzini

Não é só o generoso empréstimo extra-regra de R$ 2,7 milhões para a amiga apresentadora de TV Val Marchiori que complica a vida do presidente do Banco do Brasil, Aldemir Bendine. Há muito tempo quem o segura no governo é o ex-presidente Lula, que dará mais autonomia à presidente Dilma se for reeleita. Piora a situação de Bendine é que Dilma sabe que sua madrinha foi Rosemary Noronha, ex-secretária da Presidência em SP que caiu na Operação Porto Seguro da PF. Foi Rose quem convenceu Lula a promover Bendine – a quem chamava de Dida. No governo, o cotado para a substituição se Bendine cair é Paulo Rogério Caffarelli, hoje na Fazenda.

Como notório, a presidente Dilma nunca engoliu Rose e seu papel de manda-chuva do governo em SP. Rose sumiu do mapa, demitida do escritório após a operação da PF.

http://opiniaoenoticia.com.br/brasil/dilma-de-olho-no-dida-da-rose/

Um Comentário

  1. DENÚNCIA DE MOTORISTA PÕE PRESIDENTE DO BB SOB SUSPEITA
    EX-MOTORISTA PÕE PRESIDENTE DO BANCO DO BRASIL SOB INVESTIGAÇÃO DO MPF
    Publicado: 31 de agosto de 2014 às 17:25 – Atualizado às 20:26
    Por: Redação

    aldemir bendini by valter campanato
    Bendini, o presidente do BB, já chegou a fazer acordo para evitar investigação sobre evolução patrimonial
    O presidente do Banco do Brasil, Aldemir Bendime, encarregou seu ex-motorista Sebastião Ferreira da Silva, 69, de realizar diversos pagamentos milionários em dinheiro vivo. A denúncia é do próprio Sebastião, em depoimento ao Ministério Público Federal. “Ferreirinha”, como é conhecido, disse que certa vez Bendine, após subir de mãos vazias num prédio na região dos Jardins, em São Paulo, saiu com uma sacola repleta de maços de notas de R$ 100. Segundo ele, a sacola foi entregue depois ao empresário Marcos Fernandes Garms, amigo de Bendine. O executivo do BB afirma que as acusações são “absurdas”.
    Ferreirinha contou também que levava Bendine com frequência a um endereço no bairro dos Jardins, em São Paulo, onde funcionam diversas empresas, entre elas algumas ligadas à rede Record, como uma corretora de seguros e um escritório de advocacia que presta serviços ao grupo. A Record informou por meio de sua assessoria que não tem nenhum departamento no endereço citado pelo motorista e não se manifesta por outras empresas do grupo.
    O depoimento provocou a abertura de procedimento de investigação contra Bendine, em junho, por suspeita de lavagem de dinheiro. É uma etapa preliminar do trabalho do Ministério Público. A revelação é de reportagem de Leonardo Souza para o jornal Folha de S. Paulo, segundo a qual nada garante que Bendine venha a ser denunciado por causa das declarações de Ferreirinha. Denúncia anônima com teor semelhante ao depoimento do motorista foi arquivada pelo Ministério Público Estadual de São Paulo e por 11 órgãos do governo federal, incluindo a Comissão de Ética Pública da Presidência.
    A Folha já havia noticiado que Bendine pagou multa de R$ 122 mil ao Fisco para se livrar de questionamentos sobre a evolução de seu patrimônio pessoal. Ele foi autuado por não comprovar a origem de aproximadamente R$ 280 mil informados em sua declaração anual de ajuste do Imposto de Renda.
    Bendine entrou no radar da Receita em 2010, após comprar no interior paulista um apartamento avaliado em R$ 200 mil, pago em dinheiro vivo. Como ele pagou o auto de infração, o caso foi arquivado em janeiro deste ano. O procedimento aberto pelo Ministério Público é uma nova frente de investigação.
    Ferreirinha tem um histórico de anos de serviços prestados ao PT e ao Banco do Brasil. Em 2002, foi contratado para a campanha presidencial de Lula. No ano seguinte, passou a trabalhar para a Presidência da República em São Paulo, cujo escritório ocupa o terceiro andar de um prédio do BB na avenida Paulista.
    O motorista trabalhou para a Presidência até 2007, quando foi desligado do quadro de motoristas após ter se desentendido com a então chefe do gabinete da Presidência Rosemary Noronha, amiga de Lula demitida em 2012 por suspeitas de que fazia tráfico de influência em várias agências do governo.
    Nesse período, Ferreirinha dirigiu sobretudo para Gilberto Carvalho, então chefe de gabinete de Lula, hoje chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República no governo Dilma Rousseff (PT).
    Num determinado dia, disse Ferreirinha, Bendine voltou desse edifício com uma sacola nas mãos e a depositou atrás do banco do carona. De lá, foram a um outro local em Moema. À noite, por fim, dirigiram-se para a casa do empresário Marcos Garms.
    Depois do jantar, disse Ferreirinha em seu depoimento, Bendine pegou a sacola no carro, mas deixou escapar uma das alças. Foi quando Ferreirinha afirma ter visto o dinheiro dentro da sacola.
    Sobre o empresário Marcos Fernando Garms, o presidente do Banco do Brasil disse que ele é seu amigo há mais de 45 anos. Bendine nega ter entregue dinheiro a ele diante do motorista. “É um absurdo, uma calúnia”, afirmou.
    Bendine disse que já dirigiu o Range Rover de Garms e considera o ato normal. ”Ele é meu amigo de infância, ando com o carro, passeei com ele em fins de semana. Neste [carro] e em outros. Não vejo problema em fazer um passeio num carro de um amigo”, afirmou.

    FONTE-http://www.diariodopoder.com.br/noticias/denuncia-de-motorista-poe-presidente-do-bb-sob-suspeita/

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  2. Lula teme que investigações sigilosas sobre lavagem no BB, dedurada por motorista, reacenda o Rosegate

    Edição do Alerta Total – http://www.alertatotal.net
    Por Jorge Serrão – serrao@alertatotal.net

    Tão ou mais preocupado que a “onda Marina Silva”, programada para derrotar Dilma Rousseff, o Presidentro Luiz Inácio Lula da Silva ganhou um temor adicional que pode reativar a bomba que parecia desarmada no processo da Operação Porto Seguro – que, estranhamente, corre em “segredo de Justiça”. Lula teme que seu grupo seja contaminado pelas denúncias feitas ao Ministério Público Federal pelo ex-motorista do presidente do Banco do Brasil, Aldemir Bendini, agora alvo de uma investigação, também sigilosa, sobre indícios de lavagem de dinheiro.

    O pavor de Lula é que Sebastião Ferreira da Silva, conhecido como “Ferreirinha”, também foi motorista da sua melhor amiga Rosemary Noronha, a ex-chefe de gabinete do escritório da Presidência da República em São Paulo, investigada por tráfico de influência. Dirigindo há seis anos para Bendini, Ferreirinha revelou à procuradora federal Karen Kahn que realizou vários pagamentos em dinheiro vivo a pedido do presidente do BB. O motorista também testemunhou ter visto Bendini carregar sacolas de dinheiro para encontros com empresários. Um caso concreto, relatado por Ferreirinha, envolve a entrega de uma bolsa lotada de maços com notas de R$ 100 ao empresário Marcos Fernandez Garms.

    Ferreirinha tem a memória viva de muitos esquemas petistas. Em 2002, ele trabalhou para a campanha presidencial de Lula – na época do conturbado assassinato de Celso Daniel. Em 2003, ele passou a dirigir para a repartição de Rosemary, que funcionava em um dos andares do prédio do Banco do Brasil, em São Paulo. Em 2007, Ferreirinha teria brigado com a poderosa Rosemary, mas não foi despedido. Acabou virando motorista de Bendini. Agora, Ferreirinha conduz o ex-chefe para as complicações com o Ministério Público Federal.

    Novamente um motorista coloca em risco os poderosos da República Sindicalista do Brasil – onde a história se repete como farsa. Na Era Collor, o presidente foi ferrado pelo motorista Eriberto. Agora, por ironia literal do nome, quem pode ferrar a cúpula petista é o Ferreirinha… Este filme BB de Rosemary pode acabar muito mal…

    fonte-http://www.alertatotal.net/2014/09/lula-teme-que-investigacoes-sigilosas.html

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  3. Rosemary Noronha fez chantagem contra o governo Dilma

    Dizendo-se abandonada, a ex-chefe do escritório da Presidência da República queria ajuda — e conseguiu

    Robson Bonin
    Rosemary Noronha
    Rosemary Noronha (VEJA)

    A discrição nunca foi uma característica da personalidade da ex­-chefe do gabinete da Presidência da República em São Paulo Rosemary Noronha. Quando servia ao ex-presidente Lula em Brasília, ela era temida. Em nome da intimidade com o “chefe”, como às vezes também se referia a ele, Rose fazia valer suas vontades mesmo que isso significasse afrontar superiores ou humilhar subordinados. Nos eventos palacianos, a assessora dos cabelos vermelhos e dos vestidos e óculos sempre exuberantes colecionou tantos inimigos — a primeira-da­ma não a suportava — que acabou sendo transferida para São Paulo. Mas caiu para cima. Encarregada de comandar o gabinete de Lula de 2009 a 2012, Rose viveu dias de soberana e reinou até ser apanhada pela Polícia Federal ajudando uma quadrilha que vendia facilidades no governo. Ela usava a intimidade que tinha com Lula para abrir as portas de gabinetes restritos na Esplanada. Em troca, recebia pequenos agrados, inclusive em dinheiro. Foi demitida, banida do serviço público e indiciada por crimes de formação de quadrilha e corrupção. Um ano e meio após esse turbilhão de desgraças, no entanto, a fase ruim parece ter ficado no passado. Para que isso acontecesse, porém, Rosemary chegou ao extremo de ameaçar envolver o governo no escândalo.

    Em 2013, no auge das investigações, quando ainda lutava para provar sua inocência, a ex-se­cretária Rosemary procurou ajuda entre os antigos companheiros do PT — inclusive Lula, o mais íntimo deles. Desempregada, precisando de dinheiro para pagar bons advogados e com medo da prisão, ela desconfiou que seria abandonada. Lula não atendia suas ligações. O ex-ministro José Dirceu, às vésperas da fase final do julgamento do mensalão, estava empenhado em salvar a própria pele e disse que não podia fazer nada. No Palácio do Planalto, a ordem era aprofundar as investigações. Em busca de amparo, Rose concluiu que a única maneira de chamar a atenção dos antigos parceiros era ameaçar envolver figuras importantes do governo no escândalo. Mensagens de celular trocadas pela ex-secretária com pessoas próximas mostram como foi tramada a reação. Magoada com o PT por ter permitido que a Casa Civil aprofundasse as investigações sobre suas traficâncias, Rose destila ódio contra a então ministra Gleisi Hoffmann. Em uma conversa com um amigo, em abril do ano passado, desabafa: “Tão chamando a ministra da Casa Civil de Judas!!! Ela bem que merece!!!”. O interlocutor assente: “Ela vazou a porcaria toda. Vamos em frente”. Rose acreditava que o próprio Palácio do Planalto estava por trás das revelações sobre o desfecho da sindicância — “a porcaria toda” — que apontava, entre outras irregularidades, o seu enriquecimento ilícito no cargo.

    Com o fundo do poço cada vez mais próximo, Rosemary decidiu arrastar para dentro do escândalo figuras centrais do Planalto e, se possível, a própria presidente Dilma Rousseff. A estratégia consistia em constranger os antigos colegas de governo pressionando-os a depor no processo que tramitava na Controladoria-Geral da União. “Quero colocar o Beto e a Erenice Guerra”, diz Rose em uma mensagem. “Você quer estremecer o chão deles?”, questiona o interlocutor. “Sim”, confirma Rose. “Porque vai bombar. Gilberto Carvalho também?”, indaga. “O.k.”, devolve ela. As autoridades que deveriam “estremecer” não foram escolhidas por acaso. Atual chefe de gabinete da presidente Dilma Rousseff, Beto Vasconcelos era na ocasião o número 2 da Casa Civil. Ao lado da ex-ministra Erenice Guerra, ele servira a Dilma no Planalto durante anos. Rose os conhecia como a palma da mão e sabia que eles tinham plena consciência do seu temperamento explosivo. A conclusão da conversa no celular, resumida pelo interlocutor, revela as reais intenções da ex-secretária: “Vai rolar muito stress… Vão bater na porta da Dilma. Vão ficar assustados”.

    O plano embutia um segundo objetivo. Rosemary também queria se reaproximar de um ex-amigo em especial. Ao tentar “estremecer” o chão de Gilberto Carvalho, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência e homem de confiança de Lula, Rose tinha um propósito bem específico. Ela queria restabelecer as suas ligações com “Deus”, como a ex-sec­retária­­ costuma se referir ao ex-presidente Lula. Em outra troca de mensagens de celular, um interlocutor diz a Rose que, com a indicação das testemunhas — Gilberto Carvalho, Beto Vasconcelos e Erenice Guerra — no processo da CGU, “o momento é oportuno para aproximação com Deus…”. Mas a ex-pro­tegida de Lula se mostra cética e insatisfeita. “Vai ser difícil. Ele está com muitas viagens. Não posso depender dele”, diz Rose. Não se sabe exatamente o que aconteceu a partir daí, mas a estratégia funcionou. Um dos homens mais próximos a “Deus”, Paulo Okamotto, presidente do Instituto Lula, cuidou pessoalmente de algumas necessidades mais imediatas da família de Rosemary durante o processo. Além de conseguir ajuda para bancar um exército de quase quarenta juristas das melhores e mais caras bancas de advocacia do país, a ex-se­cretária reformou a cobertura onde mora em São Paulo e conseguiu concretizar o antigo projeto de ingressar no mundo dos negócios.

    Rosemary comprou uma franquia da rede de escolas de inglês Red Balloon. Para evitar problemas com a ficha na polícia, o negócio foi colocado no nome das filhas Meline e Mirelle e do ex-marido José Cláudio Noronha. A estratégia para despistar as autoridades daria certo não fosse por um fato. A polícia já havia apreen­dido em 2012, na casa de Rose, todo o planejamento para aquisição da franquia. Os documentos mostravam que o investimento ficaria a cargo da quadrilha que vendia influência no governo. Na época, a instalação da escola foi orçada em 690 000 reais — padrão semelhante aos valores praticados atualmente no mercado —, dinheiro que Rosemary e seus familiares não possuíam. Como, então, a família que informava ter um patrimônio modesto conseguiu reunir os recursos? Procurada por VEJA, Meline Torres, responsável pela administração da escola, informou que todos os investimentos foram realizados a partir de “economias”. “Eu trabalhei muito durante a minha vida (Meline tem 29 anos). Trabalho desde os 18 anos com registro em carteira e tenho poupança. Meu pai também está me ajudando com recursos dele, aliás, do trabalho de uma vida”, explicou. Rosemary não quis se pronunciar.

    fonte-http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/rosemary-noronha-tentou-envolver-o-governo-em-escandalo-de-corrupcao

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  4. EITA PESSOAL SEM VERGONHA..

    TENHO UM EMPRÉSTIMO NO BANCO DO BRASIL, FUI AO BANCO PARA RENEGOCIAR A DÍVIDA.
    O BANCO NÃO ACEITOU……E OLHE QUE É UMA MERRECA….

    AGORA COMO É QUE DÃO PARA UMA DURONA QUASE 3.000.000.00 , SABENDO QUE ISSO NUNCA SERÁ
    DEVOLVIDO ????????????????

    CADEIA NESSES FDP……………………………….

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  5. SE O PT GANHAR PRÁ PRESIDÊNCIA…
    .
    ESTARÁ PROVADO QUE BRASILEIRO GOSTA DE LEVAR CVANTAGEM EM TUDO…
    .
    VANTAGENS ILÍCITAS INCLUÍDAS…
    .
    COM DILMA/LULA/DIRCEU NO PODER…
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    ROUBEMOS TODOS…

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  6. Cubana que nasceu na Venezuela foi cria na Bolívia e fala russo está grávida do Lula!!!! Fora Petralhas!!!!!

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