Delegados lançam livro sobre investigação de crimes cibernéticos
Blog do Delegado – Divulgação
Lançado em agosto, o livro “Crimes Cibernéticos – Ameaças e Procedimentos de Investigação” elaborado pelos delegados de polícia Emerson Wendt e Higor Vinicius Nogueira Jorge, encontra-se disponível no site da editora Brasport.
A obra, segundo a avaliação dos autores, é considerada uma das primeiras do Brasil que apresentam o passo a passo para a investigação dos crimes eletrônicos e tem sido aguardado com muito entusiasmo entre os profissionais da área. É de um linguajar bastante simples, visando o entendimento de quem não tem muito conhecimento na área.
Diversos foram os motivos que levaram os autores a escrever o livro, mas os principais foram contribuir para a segurança virtual no Brasil e preparar policiais e outros integrantes da persecução penal para o combate aos crimes cometidos no âmbito da internet, ou seja, os crimes cibernéticos.
Percebeu-se, num momento inicial, que havia a necessidade de se estabelecer, frente às deficiências e vulnerabilidades dos órgãos policiais diante do crescimento do registro dos crimes cometidos em ambientes virtuais e/ou eletrônicos, uma metodologia auxiliar na investigação criminal, qualificando-a.
Assim, o conteúdo foi sendo gerado após inúmeras pesquisas e trocas de conhecimentos, não só entre os autores, mas também com inúmeros interlocutores. Procurou-se, contudo, a ideia da simplicidade frente à complexidade do problema, visando facilitar o trabalho de investigação criminal dos órgãos policiais de todo o Brasil e também auxiliar os profissionais da área, principalmente advogados e integrantes de outras carreiras, a melhor compreender a matéria e atender aos seus clientes, já preparando o conteúdo para eventual ação penal e/ou cível correspondente.
Sobre os autores:
Emerson Wendt
é Delegado de Polícia da Polícia Civil do Rio Grande do Sul; professor de Inteligência Policial nas Academias de Polícia Civis do Rio Grande do Sul, Pernambuco e Sergipe e na Secretaria Nacional de Segurança Pública; professor de Investigação Criminal e Investigação de Crimes pela Internet na Academia de Polícia Civil gaúcha; professor em cursos de pós-graduação na Unisc (Santa Cruz do Sul), IDC (Porto Alegre), Unisinos (São Leopoldo) e Senac (Passo Fundo). Formado em Direito pela Universidade Federal de Santa Maria e pós-graduado em Direito pela Universidade Regional Integrada – Campus Frederico Westphalen.
Higor Vinicius Nogueira Jorge
é Delegado de Polícia da Polícia Civil de São Paulo; professor dos cursos de formação e aperfeiçoamento da Academia de Polícia do Estado de São Paulo e de Sergipe; professor da pós-graduação em Polícia Judiciária e Sistema de Justiça Criminal da Academia de Polícia do Estado de São Paulo; professor da pós-graduação em Investigação de Fraudes e Forense Computacional: Direito Digital (IFFC) da Faculdade Impacta de Tecnologia; professor da pós-graduação em Perícia Forense Computacional da Faculdade de Tecnologia São Mateus; palestrante do curso de inteligência estratégica da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra – representação de Campinas; titular da cadeira 30 da Academia de Ciências, Artes e Letras dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo; membro consultor da Comissão de Direito Eletrônico e Crimes de Alta Tecnologia e da Comissão de Ciência e Tecnologia da OAB-SP. Graduado em Direito pelo Centro Universitário Toledo Araçatuba e pós-graduado em Polícia Comunitária pela Universidade do Sul de Santa Catarina.
- Disponível no site da editora Brasport.
LANÇAREI UM LIVRO “COMO SER POLICIAL SÉRIO E SOBREVIVER COM 2300,00 POR MÊS””
SERÁ UM BEST SELLER ..
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Assim que vi o currículo do delpol de Sp pensei:
“Pô, da hora…..o cara pode fazer um bico consertando notebook e assim não morre de fome”.
O lance de vc ser especializado em outra coisa é que vc não vive dessa merda de salário.
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Olhando a foto dos dois faço a pergunta: quem é Delegado Operacional e quem é Delegado Burocrata?
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É uma importante contrubuição intelectual e educional para a área, cobrindo uma lacuna, cuja demanda tende a aumentar.
Parabéns aos delegados, orgulho para a policia bandeirantes.
Importante este blog divulgar a contribuição intelectual dos policiais que trabalham para o mundo melhor, valorizando a profissão.
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QUE MUNDO É ESSE ? QUANDO PARTE A NAVE PRA LÁ????
EU COMPRO E DIVULGO O SEU LIVRO
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se sobrar um dindin vou comprar um pastel na feira. esse negocio de livro é pra quem tem tempo de ler. tirar plantão e fazer bico, só da pra ler no espaço de tempo entre dar um cagão e limpar a bunda.
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A educação é a base de tudo.
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O INTERRESSANTE É QUE NA POLICIA
SO TEM INTELIGENTE.
BURRO E IGNORANTE SÃO OS POLITICOS.
QUE MUNDO IMUNDO QUE NOS ESTAMOS.
E O SALARIO OH!
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A felicidade existe, ela mora dentro de você.
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Gostaria de ganhar o suficiente para comprar um livro desses, porém se conseguir, não terei tempo de levar para poder fazer meus bicos e sustentar a família.
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Parabéns Dr Higor pelo ilustre trabalho. Só tenho elogios a tecer a sua pessoa. Delegado comprometido com a nossa Polícia, professor capacitado da ACADEPOL, palestrante, escritor, homem livre de bons costumes.
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OS SENADORES E DEPUTADOS AINDA RECEBEM DÉCIMO QUARTO E DÉCIMO QUINTO SALÁRIOS, VERBAS DE GABINETES ETC E AINDA ROUBAM O ERÁRIO PÚBLICO …VIDE CPI DO MENSALÃO, VIDE CPI DO CACHOEIRA……PARA NÓS POBRES POLICIAIS, RENEGAM ATÉ UM SALÁRIO DIGNO………COMO VAMOS COMBATER A CRIMINALIDADE GANHANDO UM SALÁRIO MISERÁVEL? ACHO QUE NOSSOS GOVERNANTES QUEREM QUE A CRIMINALIDADE PREVALEÇA SOBRE OS CIDADÃOS DE BEM. SÓ PODE!
AQUI NO ESTADO DE SÃO PAULO, O GOVERNO NÃO PAGA SALÁRIO DIGNO AOS POLICIAIS APENAS POR MALDADE, DINHEIRO TEM E MUITO, SOBRANDO. ALCKIMIM SÓ SABE RECAPEAR ESTRADAS E COLOCAR MAIS PEDÁGIOS PARA ROUBAR O POVO!!!
OS DEPUTADOS DE SP, COM EXCESSÕES DE ALGUNS, NUNCA SE PRONUNCIAM SOBRE A ATUAL SITUAÇÃO DE MISÉRIA QUE PASSA OS POLICIAIS PAULISTAS, NUNCA APRESENTAM PROJETOS PARA MELHORAR A SEGURANÇA PÚBLICA. NA ALESP, TODOS OS DIAS SÓ HOMENAGEIAM UNS E OUTROS, TROCAM NOMES DE VIADUTOS, FAZEM ELOGIOS Á COISAS PEQUENAS QUE O GOVERNO REALIZA E VAI EMPURRANDO OS MANDATOS COM AS BARRIGAS. DESSE JEITO NÃO DÁ, TEMOS QUE TROCAR O GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO E OS DEPUTADOS TAMBÉM, URGENTÍSSIMO. VAMOS AGUARDAR AS ELEIÇÕES DE 2014 , PORQUE COM ALCKIMIM E A BANCADA DO PSDB NA ALESP E ALIADOS NÃO TEM SOLUÇÃO PARA A SEGURANÇA PÚBLICA !
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POLÍCIA REALIZAR GREVES PARA PLEITEAR MELHORES SALÁRIOS E CONDIÇÕES DE TRABALHO É O MAIOR PECADO DO MUNDO, TANTO A MAIORIA DOS MANDATÁRIOS DA MÍDIA BRASILEIRA COMO OS POLÍTICOS TENTAM JOGAR A OPINIÃO PÚBLICA CONTRA A POLÍCIA……..MAS, CONVENHAMOS, AQUI NO BRASIL O SUJEITO SER LADRÃO NÃO É ERRADO, SAQUEAR OS COFRES PÚBLICOS NÃO É ERRADO, PAGAR 14º E 15º SALÁRIOS E SUPER SALÁRIOS Á POLÍTICOS NÃO É ERRADO, PAGAR SUPER SALÁRIOS NO VALOR DE ATÉ $ 250.000,00 Á ALGUNS CORONÉIS NÃO É ERRADO, FRAUDAR AS LOTERIAS NÃO É ERRADO, DESVIAR VERBAS PÚBLICAS NÃO É ERRADO……O BRASIL É O PAÍS DA HIPOCRISIA, COM ALGUNS GOVERNADORES COMO O DE SÃO PAULO A HIPOCRISIA É TRIPLICADA !!!! VIVA O ANALFABETISMO, VIVA AS CACHAÇAS, CERVEJAS E ENTORPECENTES QUE DEIXAM O POVO DESORIENTADOS, VIVA O CARNAVAL E FUTEBOL QUE DISTRAI O POVÃO ENQUANTO OS POLÍTICOS ROUBAM OS COFRES PÚBLICOS, VIVA OS PROGRAMAS DE TVs QUE ILUDE O POVÃO, VIVA AS KOMBIS DOS CANDIDATOS COM O SOM ALTO POLUINDO NOSSA AUDIÇÃO, COM PROMESSAS FALSAS DOS MESMOS POLÍTICOS DE SEMPRE, VIVA AS PANFLETAGENS COM SANTINHOS DE POLÍTICOS QUE SUJAM NOSSOS QUINTAIS, VIVA A ZONA QUE ESPALHA DOENÇAS PARA OS DESORIENTADOS E ENTULHA O SISTEMA DE SAÚDE PÚBLICA, VIVA AS JOGATINAS QUE ALÉM DE ROUBAR O DINHEIRO DOS MENOS INFORMADOS AINDA CRIA A DESARMONIA DENTRO DO LAR, VIVA AS BELÍSSIMAS ESTRADAS DO ESTADO DE SÃO PAULO….SÓ NÃO FALAM QUE SÃO PRIVATIZADAS E CHEIAS DE PEDÁGIOS, VIVA O IPVA QUE NINGUÉM SABE PRA QUE SERVE A NÃO SER PARA ROUBAR DINHEIRO DO POVÃO, VIVA O SEGURO OBRIGATÓRIO QUE NINGUÉM SABE PRA QUE SERVE A NÃO SER PARA EMPOBRECER O POVO E ENCHER OS BOLSOS DOS ATRAVESSADORES, VIVA OS IMPOSTOS EXORBITANTES QUE PAGAMOS, VIVA O SALARIO MÍNIMO QUE SÓ OS POBRES MISERÁVEIS QUE CONSEGUEM SOBREVIVER COM ELES, VIVA OS DONOS DE FUNERÁRIAS QUE VENDEM SEUS PRODUTOS FÚNEBRES MAIS DO QUE OUTRO PAÍS EM GUERRA DECLARADA, VIVA O SUS ONDE AS PESSOAS MORREM NAS FILAS DE HOSPITAIS, VIVA OS PLANOS DE SAÚDE PARTICULARES QUE ENRIQUECEM COM O DESLEIXO DA SAÚDE PÚBLICA, VIVA A SEGURANÇA PRIVADA QUE CRESCE VOLUPTUOSAMENTE PORQUE OS GOVERNADORES NEGAM SEGURANÇA PÚBLICA, VIVA AS SAFADEZAS GOVERNAMENTAIS…….VIVA VIVA VIVA O BRASIL DA FARRA DESAVERGONHADA DOS PSEUDOS POLÍTICOS QUE NA VERDADE SÃO BANDIDOS QUE DEVERIAM ESTAR PRESOS EM PENITENCIARIAS DE SEGURANÇA MÁXIMA !
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19/08/2012 – 02h30
Saiba como agem e o que querem as associações de bairro da cidade
REGIANE TEIXEIRA
VANESSA CORREA
DE SÃO PAULO
O megafone em punho alerta para a causa. É a voz de Paula Ribas, 37, reverberando para que vizinhos ouçam as reivindicações por moradia contra o projeto Nova Luz, na região central.
Na zona oeste, o empresário Jorge Eduardo de Souza, 58, tenta descobrir quando haverá reuniões nos condomínios para conseguir apoio aos pedidos de mais segurança no Morumbi.
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‘Poder público deve evitar privilégios’, diz urbanista
Longe dali, no Jardim São Paulo, zona norte, Alba Stela Medardoni, 64, faz sua visita semanal à Subprefeitura de Santana/Tucuruvi para acompanhar as demandas de reparo de buracos nas ruas.
As estratégias e os objetivos são diferentes, mas guardam em comum o fato de envolver representantes de associações de bairros e suas reivindicações. Antigos, recentes, ativos ou comandados por uma pessoa só, esses grupos brigam por melhorias nas ruas e, muitas vezes, botam a mão no bolso para suprir a falta de ação do governo.
Olga Lysloff/Folhapress
“Queremos preservar a história do bairro”, Crescenza Giannocaro, a dona Zina, 68 é presidente da Amo a Mooca
As entidades aproveitam o ano eleitoral para pressionar os candidatos: pedem comprometimento do próximo prefeito e dos vereadores, melhor atendimento nas subprefeituras e a discussão de planos para suas microcidades.
Em regiões com mais infraestrutura, a principal cobrança é para manter as coisas como estão: moradores protestam contra a verticalização imobiliária e querem a preservação do patrimônio histórico. Na periferia, a lista inclui melhorias ou implementação de serviços básicos, como educação, transporte e saúde.
Apesar de alguns pedidos serem comuns a todos –segurança, iluminação e áreas verdes–, nem sempre eles convergem para o bem da cidade como um todo. “É comum associações defenderem interesses locais que acabam prejudicando a cidade”, diz o professor de história do urbanismo
da FAU-USP Renato Cymbalista.
O caso “clássico”, exemplifica, é o de protesto contra obras de transporte público. “Uma estação de metrô serve à cidade inteira. Não pode ser tratada como planejamento de bairro”, diz. “Se continuarmos assim, as desigualdades não tendem a diminuir.”
Numa cidade como São Paulo, que possui 11,2 milhões de habitantes, os diferentes anseios fazem com que surjam variadas associações. A prefeitura não sabe dizer quantas entidades há em seus 96 distritos. Uma estimativa é dada pelo movimento Defenda São Paulo, que reúne cerca de cem associações de bairro.
Uma delas é a Sociedade Amigos do Itaim Bibi, que nasceu em 1995 no bairro da zona oeste. Naquele ano, moradores se uniram contra a boate Café Photo, que ficava numa área estritamente residencial. A luta para que os “vizinhos” se mudassem durou cinco anos e incluiu advogados, abaixo-assinados e boletins
de ocorrência contra o barulho.
A experiência aproximou os moradores e fez com que outras demandas entrassem em pauta. No início deste ano, a comunidade protestou contra a troca de um terreno de 20 mil
metros quadrados por creches.
Depois disso, a prefeitura desistiu da negociação. “Quando o indivíduo percebe o senso de comunidade, fica mais fácil reivindicar as coisas”, afirma Marcelo Motta, 61, fundador da entidade.
Profissionalização
Para obter sucesso, as associações muitas vezes contam com o auxílio de advogados. “As pessoas confundem órgãos, não sabem a quem recorrer nem como formular pedidos”, afirma João Maradei, 33, advogado e diretor-executivo da Ame Jardins, na zona oeste.
A contratação de João, que é morador de Santana, na zona norte, foi um investimento da associação. Com experiência em cargos como chefe-de-gabinete da Subprefeitura de Pinheiros e assessor especial da Secretaria das Subprefeituras, ele, que não revela quanto ganha, reestruturou o dia a dia da entidade.
Olga Lysloff/Folhapress
“Queremos reunir associações para pressionar o poder público”, João Maradei, 33, diretor-executivo da Ame Jardins
“Quem tem mais patrimônio e recursos quer se organizar melhor”, diz o professor de administração pública da Unesp Álvaro Martim Guedes.
Na Sociedade Amigos do Itaim Bibi, uma secretária recebe as reclamações, protocola-as na prefeitura e monitora cada problema. A estrutura é mantida por 80 condomínios que pagam R$ 100 por mês, cada um.
Já na Samovis (Sociedade Amigos do Morumbi e Vila Suzana), na zona oeste, são dois funcionários que recebem um salário mínimo cada um e ficam responsáveis por atender e cobrar cerca de 50 ações por mês. Enquanto Fábio Costa, 34, cuida de atas de reuniões e registros em cartórios, Lucia Bordon, 59, encaminha e cobra os pedidos feitos à subprefeitura e a instituições como a Sabesp.
Mas como conseguir se estruturar em bairros mais pobres? Na favela de Heliópolis, na zona sul, foi por meio do agrupamento de diversas associações menores na Unas (União de Núcleos, Associações e Sociedades dos Moradores de Heliópolis e São João Clímaco) que a comunidade conseguiu
ser ouvida pelo poder público.
“Quem diz o que tem que ser feito aqui é a gente. E a prefeitura tem respeitado isso”, diz o diretor de relações institucionais, Nazareno Antônio
Silva, 28, ou Buiú, como é conhecido.
Entre outras coisas, o grupo atraiu um polo educacional composto de escola técnica, centro cultural e três creches. Agora, a próxima etapa é a construção de uma piscina, uma biblioteca e quadras de esportes.
No extremo sul da cidade, porém, as dificuldades foram tantas que a
Associação Comunitária de Engenheiro Marsilac vai fechar por falta de recursos, após 12 anos de conquistas que incluem creche e base do Samu.
Maria Lúcia Cirilo, 56, fundadora e atual presidente, diz-se frustrada pelo fim da entidade sem antes conseguir um dos seus maiores objetivos: dar nome às ruas para que os moradores comprovem moradia.
Problema compartilhado
Como algumas reivindicações não são atendidas, há quem consiga se organizar a ponto de assumir uma tarefa que seria da prefeitura ou dos vereadores. Em 2007, a Ame Jardins decidiu fazer um levantamento sobre o estado de 2.200 árvores espalhadas entre Jardim América, Jardim Europa, Jardim Paulista e Jardim Paulistano, na zona oeste.
O estudo, que teve o patrocínio da Eletropaulo e deve ser finalizado neste ano, será encaminhado para a subprefeitura local e para a Secretaria do Verde e do Meio Ambiente para ajudar na prevenção da queda de árvores.
Outra iniciativa pioneira foi a implementação da coleta seletiva pela Samorcc (Sociedade dos Amigos, Moradores e Empreendedores do Bairro de Cerqueira César), também na zona oeste. Começou em 2001, com a reciclagem feita por uma empresa privada. Dois anos depois, a prefeitura cedeu caminhões para que a retirada do lixo fosse feita por uma cooperativa.
Hoje, 400 prédios do bairro contam com o serviço, diz a advogada Célia Marcondes, presidente da entidade, que já organizou plantio de árvores e luta para criar o Parque Augusta.
Para Iênides Benfati, presidente da Viva Pacaembu, as associações não podem assumir as responsabilidades dos órgãos públicos. “Cada um tem de cumprir com seu dever, senão daqui a pouco eu estou asfaltando rua.”
Isso não quer dizer que a associação não seja atuante Ðfoi essa entidade que conseguiu barrar a promoção de shows à noite no estádio do Pacaembu. Em outros bairros nobres, a luta pela “proibição” também é comum.
Em 2010, a Associação Defenda Higienópolis, na região central, reuniu 3.500 assinaturas contra a construção de uma estação da linha 6-laranja do metrô na avenida Angélica. Mesmo com parte dos moradores a favor da estação ali, a prefeitura transferiu sua localização para uma rua próxima.
Defender-se contra a chegada de mais prédios também mobiliza bairros e até motiva a criação de associações, como na Vila Madalena e em Pinheiros, onde os moradores querem manter as casinhas na paisagem.
A proposta, porém, é contrária às políticas de urbanismo expressas no Plano Diretor, que trata de aproximar as pessoas dos empregos tornando os bairros mais “densos” (com mais moradias em menos espaço).
Segundo o urbanista Renato Cymbalista, é papel do poder público “discernir o que é interesse legítimo de uma comunidade e o que é defesa de privilégios em prejuízo da cidade”.
Líderes comunitários
Nos distritos mais periféricos, no lugar de associações predominam os movimentos sociais.
Segundo o professor de urbanismo da FAU-USP João Whitaker, muitos locais não têm elementos de identificação básicos de um bairro –como escola, praça e hospital– e se constituem mais como aglomerações de pessoas. Por isso, diz, “é mais comum que se reúnam em torno de reivindicações, e não de questões bairristas de proteção de características da localidade”.
Inspirado pela Rede Nossa São Paulo, Antônio Luiz Marchioni, 60, o padre Ticão, da paróquia de Ermelino Matarazzo, fundou o Movimento Nossa Zona Leste, que tem como objetivos munir a população de informações e formar líderes comunitários.
“Estávamos acostumados com um discurso genérico. Hoje as lideranças mostram o que faltou e o que sobrou no Orçamento”, diz Maurício Broinizi, da Rede Nossa São Paulo.
Movimentos sociais ou associações, vários grupos da cidade já têm em sua programação encontros com candidatos a prefeito ou vereador, que serão pressionados a apresentar suas propostas para o bairro. “Não esperamos nada do próximo prefeito. Vamos exigir”, avisa o presidente da Sociedade Amigos do Jardim Miriam, na zona sul, Benedito de Oliveira, 55.
Se for assim, o sucesso da próxima administração poderá ser medido pelas conquistas dos bairros.
RESUMINDO: NÃO PRECISAMOS DE VEREADORES E DEPUTADOS !
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Mais respeito colega,
Também trabalhei com ele, apesar de pouco tempo, mas ele tem minha simpatia e apreço e só pelo lançamento do livro ele VALORIZA a instituição e também o próprio bolso, AFINAL ele já sabe que desse governo não deve ESPERAR NADA.
Boa tarde e Parabéns ao Dr. Higor pelo seu trabalho.
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RSRS…. Eu também compro!!!!!
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Delegado reage e mata 2 ladrões em mercado
O delegado do 3º DP de Carapicuíba, Fabio Pinheiro Lopes, e sua mulher foram abordados pelos ladrões ao desceram do carro, um Chevrolet Camaro branco, na rua Deputado Lacerda Franco, em Pinheiros (zona oeste), ontem à tarde. Os assaltantes roubaram o celular e o relógio do policial, além de uma corrente da mulher. Os assaltantes então mandarão o casal voltar ao veículo para procurar mais objetos de valor. O delegado abriu o carro, pegou sua arma, que estava entre os bancos dianteiros, e atirou contra os ladrões. Um Camaro novo custa R$ 199 mil. A polícia ao informou o ano do modelo do veículo do delegado. A dupla estava com duas pistolas automáticas, de calibres 9 mm e .40 – arma utilizada pela PM. Há a suspeita de que a pistola tenha sido roubada de um policial. Segundo o delegado, um dos assaltantes tinha antecedentes por roubos. O outro não tinha sido identificado até ontem à noite. Ele portava um documento falso. Lopes foi investigado em 2009 por envolvimento na suposta compra de um cargo no Deic (Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado). Ele sempre negou a acusação e nada foi provado contra ele.
CAMARO BRANCO??????????????
SALARIO DE DELPOL?????????????
RENDAS EXTRAS???????????????
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