NOSSA REGIÃO
March 28, 2012 – 02:40
Gaeco e PM são suspeitos de realizar escutas ilegais
Por envolver promotores, inquérito está a cargo da Corregedoria de Polícia Judiciária; PM nega a prática
Luara Leimig Taubaté
A Corregedoria de Polícia Judiciária de Taubaté instaurou inquérito para apurar denúncias de supostas escutas telefônicas feitas ilegalmente por policiais militares de Taubaté e do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado De acordo com a denúncia, os dois promotores do Gaeco estariam repassando interceptações telefônicas feitas contra advogados e policiais, tanto civis quanto militares, para que policiais militares façam a investigação. Além da suposta quebra de sigilo das ligações telefônicas e do repasse de informações sigilosas pelo Gaeco à PM, que não poderia realizar este tipo de trabalho, o denunciante ainda acusa a corporação de ‘manipular’ as escutas. A degravação das escutas seria feita de acordo com a interpretação desejada pela corporação e repassada aos promotores do Gaeco, que assinariam o documento sem conhecer o real teor da escuta original e entrariam com pedidos de mandados de prisão e de busca em comarcas vizinhas, como Aparecida e Tremembé. O motivo dos pedidos de mandados em cidades vizinhas seriam as frequentes recusas da Justiça de Taubaté às solicitações do órgão.
PCC.
Um exemplo de investigação que estaria sendo feita pelos policiais militares, seria a interceptação de ligações telefônicas de advogados suspeitos de ligações com o PCC (Primeiro Comando da Capital). A denúncia identifica pelo menos 9 advogados de Taubaté, mas revela que a lista é maior e também conta com policiais civis.
OAB. A OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) de Taubaté, também abriu investigação. Esta semana, o órgão instaurou sindicância sigilosa para apurar a denúncia de grampos irregulares contra os advogados. Para o presidente da OAB Aloísio Nobre, a denúncia é gravíssima e, se comprovada, pode vir a fragilizar todo o sistema já estruturado de democracia no país. “O que se faz, de acordo com esta denúncia, que por sinal é rica em detalhes, é lançar mão de expedientes legais, com manipulação de dados que podem condenar sem qualquer cautela pessoas de bem”, afirmou Nobre. Ainda segundo o presidente, hoje já estão sendo encaminhados ofícios para os advogados envolvidos nas denúncias. “Nós vamos apurar e tomar todas as medidas necessárias, para resguardar os direitos destes advogados”, afirmou.
Outro lado. A assessoria de imprensa do Gaeco, informou apenas que não pode comentar o caso por se tratar de investigação sigilosa. Já o comando da Polícia Militar da região em São José dos Campos, informou por meio de nota da assessoria, que não realiza escutas telefônicas e que o trabalho de investigação da instituição abrange somente os assuntos relacionados aos seus integrantes. Ainda de acordo com a corporação, a PM não realiza trabalho em conjunto com o Gaeco e que as investigações envolvendo Policiais Civis competem à Corregedoria da Polícia Civil.
COMPETÊNCIA
Serviço existe para investigar a PM
O serviço velado da Polícia Militar, conhecido internamente pela corporação como P2, existe para investigar crimes ou infrações cometidas pelos próprios policiais militares. De acordo com a legislação, os PMs não podem atuar na investigação externa, o que compete à Polícia Civil e aos promotores. Os homens do velado não utilizam fardas e atuam de forma discreta.
http://www.ovale.com.br/nossa-regi-o/gaeco-e-pm-s-o-suspeitos-de-realizar-escutas-ilegais-1.236099
Qual a novidade!!!!!!!!!
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Libelo Carapuça (Dica Guimarães Jr)
Acordo todo dia bem antes do sol nascer
Sem grana sem emprego procurando o que fazer
Vivendo de biscates pra tentar sobreviver
Morando na favela vendo á tudo acontecer
Escravo do Sistema quanta perversão
Contemplando os sonhos na prisão…
Aqui tudo é difícil tenho que lutar pra ser
Mais que um Super-homem pra viver Poquê?
É tanto ladrão metendo a mão na Nação
É tanto ladrão meu irmão… (refrão)
É Tanto ladrão do baixo ao alto Escalão
É tanto ladrão sem prisão
È tanto ladrão voando de avião Caribe,Japão !
A cada novo dia é só esperar pra ver
Pessoas importantes na Tela da Tv
Envolvidas em subornos corropendo o dever
Tudo muito camuflado nas Entranhas do Poder
C.P.I compra de votos a Ganância é de doer
O dinheiro tá conta manda ver eles tem rabo de palha
E o que nos resta pra viver comer Migalhas dos abutres pra comer …Porquê
Aqui na terra de ninguém a Impunidade é a Lei
Aqui tudo vai mau samba futebol,carnaval
L&M:Dica Guimarães Jr Email:dicajunior54@gmail.com
Composta entre 96/98
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O MP, fiscal da lei, transforma-se rapidinho em descumpridor da lei.
Os Promotores fazem o que a Constituição não lhes autoriza (sendo que o agente público só pode fazer o que a lei lhe autoriza expressamente) e ainda contam com o apoio “operacional” de jagunços (grupo armado desvirtuado de sua função e auxiliando ilegalidades transforma-se em grupo de jagunços, capangas, estatais ou não).
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QUAL É A NOVIDADE
A MUITO TEMPO O MP VEM FAZENDO ISSO EM ACORDO COM O GAECO
TODO MUNDO SABE E NINGUEM FAZ NADA
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Ainda bem que o Gaeco do Vale do Paraíba vem fazendo estas investigações, dado o estado da polícia civil da região.
As escutas só poderão ser consideradas ilegais se não autorizadas pela Justiça.
Acho que há muitos policiais e advogados com medo do resultado destas investigações.
É esperar para ver.
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Veja aqui o motivo dos policiais temerem a ação dos GAECOS:
O Ministério Público, por meio dos promotores do Grupo de Atuação Especial de Recuperação de Ativos e Repressão aos Crimes de Formação de Cartel e de Lavagem de Dinheiro (GEDEC) e Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), ofereceu denúncia (acusação formal) à Justiça contra o policial civil Ismar José da Cruz, a filha dele, Ana Paula Cruz, Eduardo Marques Simões, Maria Anésia dos Santos Simões (ex-sogros) e o advogado Ronaldo Tovani. Todos foram denunciados por lavagem de dinheiro.
De acordo com a denúncia, oferecida nessa segunda-feira (26), Ismar José da Cruz teve um significativo aumento de patrimônio nos últimos oito anos, graças ao tráfico de drogas. Agente policial lotado no Departamento de Investigações sobre Narcóticos (DENARC), ele teve várias de suas atividades ilícitas percebidas nos procedimentos penais em que ele atuou, sempre com o falso pretexto de apreender drogas e prender traficantes em flagrante.
Na denúncia, os promotores de Justiça relatam casos em que Ismar desviou drogas apreendidas para vendê-las ao comércio. Para isso, retirava parte da droga apreendida e substituía essa quantia por material de colocação semelhante.
Os promotores de Justiça ainda apresentaram à Justiça documentos que revelam que Ismar investia em investigações e, simulando interesse na compra de entorpecentes, se aproximava de traficantes, para os quais pagava do próprio bolso passagens aéreas e hospedagens em São Paulo e em outras localidades, para depois fazer os flagrantes de apreensão de droga. Entretanto, parte da droga apreendida era desviada e depois vendida.
Em 2003, o policial foi processado por ter desviado parte de uma apreensão de 327 quilos de cocaína em Itu. Depois, em 2009, também em Itu, ele participou da prisão em flagrante de traficantes colombianos com quem apreenderam 271 quilos de cocaína embalados em forma de tijolos. No entanto, a cocaína apresentada para perícia estava pulverizada e com grau de pureza de apenas 3,7%, “circunstâncias indicativas da substituição da substância originariamente apreendida”, segundo a denúncia.
Com o dinheiro da venda da droga desviada, a partir de 2003 o policial passou a adquirir imóveis, registrados em nome de terceiros. Alguns desses imóveis – todos de alto padrão, localizados nos bairros Casa Verde e Perdizes, na Capital, e uma luxuosa chácara em Mairinque – foram colocados em nome de seus ex-sogros, Eduardo Marques Simões, Maria Anésia dos Santos Simões, de um amigo e do advogado Ronaldo Tovani, o que caracterizou o crime de lavagem de valores. Somente um desses imóveis, um apartamento em Perdizes, foi colocado à venda por R$ 1,7 milhão. Ele ainda montou um estacionamento na rua Voluntários da Pátria, em Santana, registrado em nome da filha, também com dinheiro obtido com suas atividades ilícitas, pagando R$ 350 mil pelo ponto comercial.
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E, para finalizar, será que é por isto que há tantos políticos e policiais tentando dar o monopólio para a investigação da polícia civil?
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GAECO INVESTIGANDO, ENTÃO QUE SE TRANSFORME EM POLÍCIA JUDICIÁRIA
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Quem quer mais da Polícia Civil do Vale?
Este delegado foi recentemente ‘promovido’.Lá vai:
Justiça marca júri de delegado
BOM DIA SÃO JOSÉ
A Justiça marcou para o próximo dia 19 de junho o julgamento do delegado Osmar Henrique de Oliveira, de São José dos Campos.
Ele é acusado de porte ilegal de armas e de manter um arse nal de armas de fogo em sua sala quando era titular do 5oDistrito Policial, na zona leste de São José. O delegado chegou a ser preso em 16 de junho de 2009, por integrantes do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime), após denúncia anônima.
À época, segundo a promotoria, Oliveira tinha em sua sala um fuzil, um revólver Magnum 357, uma espingarda, duas pistolas marca Glock, uma carabina, uma pistola com numeração raspada e uma sacola com munição para fuzil e pistola.
Defesa.
De acordo com o advogado de Oliveira, Emerson José de Souza, as acusações são infundadas.
Ele disse que a denúncia carece de elementos concretos para a formação da culpa e que a inocência do delegado será provada. “Essa história de arma com numeração raspada não procede. Todas as armas estavam totalmente justificadas”, disse.
Souza disse ainda que seu cliente sempre foi um policial atuante. “Ele é um delegado atuante e sempre combateu o crime organizado, sempre combateu o PCC (facção do crime organizado). Por isso digo que essas denúncias são infundadas”.
Na ocasião do encontro das armas, Oliveira foi levado à 1ª Corregedoria Auxiliar da Policia Civil, em São José onde prestou depoimento por cinco horas. Posteriormente ele foi liberado e hoje trabalha no plantão sul.
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Não sei quem seriam estes promotores do Gaeco mas aqui mando meu recado: PARABÉNS….
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De 392 casos de resistência, PMs foram presos em 3
Desde que o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) da Polícia Civil começou a investigar os casos de resistência seguida de morte, no dia 6 de abril do ano passado, em apenas três das 392 ocorrências registradas até março deste ano os policiais militares foram presos por simular tiroteios com as vítimas. Isso representa 0,77% do total de investigações em 11 meses.
Segundo o DHPP, foram esclarecidos 120 casos (30%), em que as resistências foram confirmadas e os inquéritos acabaram arquivados.
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Agora prá finalizar de vez: desde quando a Corregedoria da Polícia Judiciária investiga PMs e Promotores????????????
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Não confunda Corregedoria Geral da Polícia Civil com Corregedoria da Polícia Judiciária, função exercida cumulativamente por Juiz de Direito em todas as comarcas de São Paulo.
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Boa noite administrador,
Realmente não devemos confundir, mas fico aqui a pensar qual delas é mais atuante, GRAÇAS AO BEM AVENTURADO, ATÉ A PRESENTE DATA, ESCAPEI DAS DUAS, MAS ACHO A CORREGEDORIA JUDICIÁRIA( DO JUIZ E DO PROMOTOR) MAIS BRANDAS, DO QUE A DA CIVIL, ONDE ELES APONTAM FALHAS EM BORRÔES E MA ESCRITURAÇÃO EM LIVROS PRÓPRIOS, ENQUANTO, A CIVIL É MAIS ASSÉDIO MORAL E TERMINA EM CHURRASCO E FESTA…………..
Abraços administrador….
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Ah!
Administrador, não me pergunte de onde sai o dinheiro para as festas…..rs..rs..
do meu bolso não sai~;………rs.rs..
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Não há confusão alguma. A própria notícia, que foi extraída do site O vale, sem o devido crédito pelo blog, menciona que o ‘processo’ (no caso, investigação já que a instauração de processo só ocorre com o recebimento de eventual denúncia) foi encaminhado à Procuradoria Geral de Justiça e, caso prossiga, será julgada pelo TJ.
Também estranhei o título dado pelo blog já que a notícia de “O Vale” não menciona qualquer ‘indústria da extorsão’. Quer dizer que escuta ilegal é utilizada para extorsão? O blog tem alguma informação extra que não foi passada?
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Esse segurança pública é um coxa infiltrado, pau nesse corno do caralho, sai fora seu pau no cú!
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Gostei dos seus argumentos jurídicos muito apurados. Discussão em aUto nível é isso…
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Segurança publica vc. deve ser desses viados que adoraram chupar o pau de promotor e oficial da pm. bicha louca filho da puta, sua mãe e sua esposa devem ser colegas de profissão, trabalham na zona.
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Para o jurista “O Loco”
Mais uma do Gaeco (basta uma pesquisa rápida na internet…):
O Ministério Público obteve duas sentenças judiciais condenando às penas de prisão e de perda do cargo três delegados de polícia que atuam na região de Campinas. Os delegados Antonio Eribelto Piva Junior e José Eduardo Cury foram condenados pela 1ª Vara Criminal de Sumaré por prática de extorsão entre os anos de 1992 e 1995, quando atuavam em Hortolândia, e o delegado Alexandre Gomes Nogueira foi condenado por corrupção passiva praticada dentro do 9º Distrito Policial de Campinas. Os três foram denunciados pelos promotores de Justiça do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) e por promotores criminais.
Antonio Piva Junior era delegado de polícia titular em Hortolândia em 1992, quando expediu Comunicado para os interessados em explorar os serviços de remoção e guarda de veículos no município. O comerciante Antonio Sergio Fahl de Oliveira manifestou interesse e foi orientado pelo delegado a habilitar-se à licitação, que acabou vencendo, assumindo os serviços de guincho e de pátio para a recolha de veículos apreendidos em situação irregular.
Logo depois, o delegado passou a exigir de Oliveira o pagamento de suas despesas particulares, como o IPVA de seu veículo, de compras de supermercado e da taxa do condomínio onde reside em Campinas. Além disso, Piva e José Eduardo Cury, à época investigador e depois delegado-adjunto, passaram a exigir de Oliveira 35% do faturamento obtido com o serviço de guincho, sob a ameaça de reduzirem as diligências policiais e, assim, inviabilizarem o negócio.
Piva e Cury ainda abasteciam seus veículos particulares colocando as despesas na conta da empresa de Oliveira de quem, após três meses de funcionamento do pátio, exigiram a quantia de R$ 30 mil, em valores atualizados. Já no final de 1993, os dois exigiram mais R$ 100 mil do comerciante, como condição para que o pátio fosse registrado junto ao Detran. “As exigências e recebimento de vantagens indevidas ocorreram, de forma reiterada, pelo menos até maio de 1995, quando Antonio Sérgio Oliveira transferiu parte da sociedade a terceiros, afastando-se da administração da empresa”, diz a denúncia.
Em sentença proferida no dia 29 de fevereiro, o juiz Fernando Luiz Batalha Navajas, da 1ª Vara Criminal de Sumaré, condenou o delegado Antonio Eribelto Piva Junior a sete anos e seis meses de reclusão, por concussão. Pelo mesmo crime foi condenado o delegado José Eduardo Cury, cuja pena foi fixada em cinco anos de reclusão. Os dois poderão recorrer em liberdade. A sentença ainda decreta a perda do cargo em relação a ambos.
Também no final de fevereiro, foi condenado o delegado Alexandre Gomes Nogueira, denunciado pelos promotores do GAECO em agosto de 2009. Segundo a denúncia, em abril de 2008, Nogueira, então delegado de polícia plantonista do 9º Distrito Policial de Campinas, exigiu R$ 6 mil em dinheiro de um comerciante que tivera seu estabelecimento furtado. A exigência foi feita para que ele investigasse o crime.
Metade do valor exigido foi efetivamente paga, depois que o delegado apresentou ao comerciante algumas diligências. Depois, o delegado procurou o comerciante, pedindo-lhe mais R$ 1 mil, valor pago no dia 13 de julho de 2009. Na ocasião, o delegado Alexandre Nogueira solicitou mais R$ 1 mil para recebimento futuro, mas na saída do encontro foi abordado pela Corregedoria da Polícia Civil, que havia sido alertada pela vítima e apreendeu o dinheiro da extorsão em poder do delegado.
No dia 28 de fevereiro, o juiz Abelardo de Azevedo Silveira, juiz da 2ª Vara Criminal de Campinas, condenou Alexandre Gomes Nogueira a quatro anos de prisão, em regime aberto, por corrupção passiva. O juiz também decretou a perda do cargo do delegado.
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Outro comentarista cheio de argumentos…Que niveU
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se voce acredita nisso tambem deve acreditar em papai noel
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O GAECO DO VALE É UMA VERGONHA AO MP DE SP, SERVE A INTERESSES ESCUSOS.
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A polícia civil do Vale definitivamente não gosta do GAECO. Veja outra notícia de “O Vale” (esta o blog não noticiou):
A Justiça de São José dos Campos aceitou a denúncia do Ministério Público que acusa três policiais civis e dois delegados da cidade de crime de abuso de autoridade, extorsão, falsidade ideológica e prevaricação.
Os crimes teriam sido praticados em agosto do ano passado, quando os policiais atuavam no 1º Distrito Policial, na região central.
Feita por um homem acusado de furtar celulares em um posto de gasolina na região central, a denúncia foi acolhida pelo juiz Carlos Gutemberg de Santis Cunha, da 4ª Vara Criminal de São José.
De acordo com o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado), autor da denúncia para Justiça, os policiais teriam cobrado R$ 20 mil para não prender o acusado de furto.
No processo, que corre sob segredo de Justiça, os procuradores acusam dois investigadores e um carcereiro dos crimes de abuso de autoridade, extorsão, falsidade ideológica e prevaricação.
Dois delegados são apontados nos crimes de prevaricação e omissão relevante em relação à extorsão.
Um detetive particular também é acusado de fazer afirmação falsa, negar ou calar a verdade como testemunha de processo.
Os acusados terão que apresentar defesa prévia antes que a Justiça marque qualquer audiência sobre o processo judicial.
Como foi. Flagrado em agosto do ano passado por furtar dois celulares, no valor total de R$ 455, dentro de um posto de combustível na região central, R. V. S. teria sido coagido pelos dois investigadores e o carcereiro a pagar R$ 20 mil para não ser preso pelo crime.
R. está preso no CDP (Centro de Detenção Provisória) de São José.
O Gaeco relata na ação que os policiais teriam levado R. e outro acusado de envolvimento no furto dos celulares, P.H.C., para uma sala no 1° DP e dito a eles que deveriam pagar R$ 20 mil em dinheiro, justificando que “todos precisavam ficar com uma fatia” e que o dinheiro seria “dividido entre os dois e o doutor”.
Teriam dito ainda que, se pagassem, sairiam livres da delegacia, na qual seria feito um “mero boletim de ocorrência”, que ficaria guardado até que a vítima apresentasse queixa.
R. teria levantado R$ 4,5 mil e as partes teriam combinado que os outros R$ 15,5 mil seriam pagos posteriormente.
Segundo a reportagem apurou, R. teria começado então a ameaçar o dono do posto pedindo que desse o dinheiro para que ele pagasse os policiais.
O proprietário do posto decidiu denunciar o caso à Seccional de São José. A denúncia acabou também levada ao MP.
Ontem, a Corregedoria da Polícia Civil, que também investiga o caso, e o Gaeco não se pronunciam sobre o processo em andamento.
O VALE apurou que, um mês após a acusação, os suspeitos foram remanejados para outros distritos policiais.
Neste caso, não se trata de mera delação anônima mas de denúncia recebida pelo Juiz!
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Se eu fosse policial civil corrupto, odiaria o GAECO do Vale do Paraíba.
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Puta historinha de viado, acho que alguém foi possuído por um promotor polpudo, com um halls no bolso…
A importância do MP é fundamental ao Estado Democrático de Direito, e figura como o Quarto Poder e a imprensa como o Quinto poder, e assim complementam e controlar os outros Três Poderes!
Está a maior rusga interna no MP, pois a pá do conto de fadas, afeta ao Pinto do Pinoquio, quer colocar o segundo mais votado, que é sui generis, e amigo da galera… Mas a maioria, por votação, quer o mais votado, que é extremamente legalista e rigoroso, que inclusive ia acabar com a grampolândia!
Como em todas as instituições que não possuem orçamento próprio, que dependem do governo para subsistir e que se sujeitam a politicalha do PSDBosta, existem membros bons e membros péssimos, e no geral, todos nós, em todas as instituições, estamos de saco cheio! E queremos um BASTA nesta BOSTA.
Se as corregedorias são subversíveis e suscetíveis a interferências externas, o que podemos falar das intempéries funcionais?
O roto falando do rasgado!
A falta de isonomia em qualquer das instituições fodem e maculam o poder público e só fazem a sociedade perecer!
Sei que tem muito Promotor que era do MPMilitar e que no MP não renega as origens e passa pano pra PM!
Até o Pinto tinha suas amigas, a Inês e a Mara!
A inescrupulosa bola esquerda e a amarrada bola direita!
Sendo assim, vivia de pinto na mão atrás de um cu desavisado!
Até que um dia, brochou na bosta propria e alheia!
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Polícia prende 14 PMs na região do Vale do Paraíba (SP)
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ANDRÉ CARAMANTE
DE SÃO PAULO
Catorze policiais militares que trabalham na região do Vale do Paraíba, principalmente nas cidades de São José dos Campos (97 km de São Paulo) e na vizinha Jacareí, foram presos preventivamente (até um possível julgamento) ao longo desta quinta-feira.
Até o início desta noite, os responsáveis pelas prisões ainda não informaram os motivos que levaram a Justiça a decretar a prisão dos 14 PMs.
A investigação foi desenvolvida pela própria PM na região do Vale do Paraíba e durou aproximadamente seis meses.
Existe a suspeita de que os PMs sejam ligados a exploração ilegal de máquinas caça-níqueis e outros crimes como formação de quadrilha.
Todos os acusados serão transferidos ainda hoje para o Presídio Militar Romão Gomes, no Jardim Tremembé (zona norte de São Paulo).
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PM é preso por planejar seqüestro no Vale do Paraíba
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O cabo da Polícia Militar Paulo Henrique Belo das Chagas, do 1º Batalhão da Polícia Militar de São José dos Campos, no Vale do Paraíba, foi preso em flagrante, na manhã de hoje, acusado de planejar o seqüestro da dona de casa Ivonete Ferreira, de 31 anos.
A vítima foi seqüestrada na última quarta-feira em São José dos Campos e conseguiu fugir do cativeiro, no município de Lavinhas. Além do cabo, também foram presos o ex-policial militar Márcio de Macedo Moura e o instalador de antenas Claudinei Carlos da Silva.
Segundo a polícia civil, Ivonete foi rendida pela quadrilha quando foi a um sítio da família, em São José dos Campos, mostrar a propriedade aos seqüestradores, que simularam estar interessados em alugar o local para uma festa de final de ano. Na quarta-feira, por volta das 11 horas, a mulher saiu de casa para mostrar o sítio aos supostos clientes e ao chegar na propriedade foi rendida pelos bandidos.
Alguns funcionários que trabalhavam no sítio também foram rendidos, mas libertados em seguida. Apenas a mulher foi levada. De acordo com o delegado Leandro Mantovani, a vitima foi escondida em outros dois cativeiros, antes de chegar a Lavinhas.
O primeiro contato com a família foi feito na noite de quarta-feira. Inicialmente os seqüestradores exigiam a quantia de R$1,2 milhão. Na manhã de hoje, a vítima percebeu que um dos seqüestradores estava dormindo e aproveitou a oportunidade para fugir do cativeiro, localizado na Estrada do Suspiro, zona rural de Lavrinhas. Ao conseguir escapar, pediu socorro a populares, que chamaram a polícia. Apesar de abalada, a mulher não sofreu nenhum tipo de agressão. Foram ameaças psicológicas o tempo todo, contou o delegado.
Os primeiros seqüestradores a serem flagrados pela polícia, ainda no cativeiro, foram Moura e Silva. Foram eles quem denunciaram o policial militar de São José dos Campos como mentor do seqüestro.
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Policial Militar é preso ao tentar roubar caixa eletrônico em CaçapavaSeis homens dentre eles um policial militar foram presos nessa madrugada no bairro Maria Elmira, em Caçapava. De acordo com a polícia, eles iram tentar roubar um caixa eletrônico no centro da cidade, mas com a ação preventiva da Polícia Militar, os bandidos fugiram em três carros.
Ao serem abordados, foi constatado que cinco deles já tinha passagem por roubo, furto e receptação, o sexto integrante é um policial militar ativo de São Paulo que também foi preso e junto dele apreenderam a arma de trabalho dele. No carro ainda foram encontrados maçarico e equipamento de proteção individual.
Todos foram levados à delegacia para prestar depoimento.
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PM que faria parte de quadrilha de classe alta é preso na Paraíba
Valéria Sinésio
Especial para o UOL Notícias
Em João Pessoa
O policial militar identificado como Rafael Paz de Siqueira Andrade, 26, foi preso na tarde desta quinta-feira (14), em João Pessoa (PB) durante a operação Playboy, deflagrada ontem na capital paraibana. O policial, segundo informações do Grupo de Operações Especiais (GOE), é acusado de ser um dos chefes do esquema de clonagem de cartões nos Estados da Paraíba e Pernambuco. O grupo ‘tomava banho’ com uísque e acendia cigarros com notas de R$ 50, segundo informações da polícia.
O soldado pertencia ao 1° Batalhão da Polícia Militar e foi preso quando chegou ao local. Ontem, após três meses de investigações, foram presos André Cruz Sousa Leão, 31, Gustavo Henrique Feijó Pessoa, 32, José Nilson Dantas Júnior, 29, Felipe Brito Germóclio, 32, e José Nilson Dantas, 52 (pai de José Nilson). Todos pertencentes à classe alta. Eles vão responder pelos crimes de estelionato, receptação, roubo e formação de quadrilha.
Uma casa na praia do Poço, no município de Cabedelo, era utilizada frequentemente pelo grupo para as festas de comemorações dos golpes e reuniões, nas quais combinavam os crimes. Nos últimos 20 dias, em compras realizadas com cartões de crédito clonados, o prejuízo superou R$ 1 milhão. Os integrantes da quadrilha ostentavam luxo com roupas de marca e aparelhos eletrônicos de última geração, além de frequentar bons restaurantes. Os golpes eram aplicados em lojas de João Pessoa e Recife.
O grupo era bem articulado, segundo a polícia, e possuía máquinas que aumentavam os limites dos cartões. A polícia continua investigando a possível conivência de donos ou funcionários de estabelecimentos nos quais foram realizadas compras pela quadrilha.
“Sabemos que eles aumentaram os limites através de um pequeno aparelho instalado nas maquinetas dos estabelecimentos comerciais”, declarou o delegado do GOE, Jean Francisco Nunes.
A polícia apreendeu centenas de cartões de crédito, sete motocicletas, um quadriciclo, aparelhos eletrônicos como ar-condicionado e TVs, e dois veículos, um i30 da Hyndai e uma L200, da Mitsubishi.
A operação contou com o apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público Estadual. As investigações tiveram início após o recebimento de denúncias anônimas.
Fonte:UOL
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Enquanto isto…
Policiais Civis dos plantões, CPJ’s, Centrais ficam arredondando ocorrências de PM’s, fazendo vistas grossas, consertando ocorrências para que o nobre PM não seja preso, demitido, etc…
Enquanto isto o DHPP não apura as mortes envolvendo PMs com o devido rigor…
Enquanto isto o DEIC não prende os poucos (piada) PM’s envolvidos com o crime organizado…
Mas como mágica… somente são estouradas biqueiras que não estão pagando, video bingos que não estão pagando, malas que não estão correndo junto… e por ai vai. Realmente a PM sabe fazer uma boa propaganda. Aponta os outros como culpados pela sua ineficiência.
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CARO SEGURANÇA PÚBLICA”, QUEM REZA PARA DEUS, NÃO TEME O DIABO. SE POLICIAL, ADVOGADO, JUÍZ, PROMOTOR, POLÍTICO, EMPRESÁRIO E QUEM QUER QUE SEJA ESTEJA ENVOLVIDO EM CRIMES DIVERSOS, QUE SEJA INVESTIGADO, PORÉM DE FORMA LEGAL, DEMOCRATICA E JUSTA E NÃO DE FORMA ESCUSA E POR PESSOAL NÃO HABILITADO LEGALMENTE PELA LEI MAIOR. SE VOÇÊ ACHA CERTO QUE PESSOAS QUE LEGALMENTE NÃO PODEM EXECUTAR ALGO TÃO SÉRIO QUANTO UMA ESCUTA TELEFONICA O FAÇAM, ENTÃO LEMBRE QUE VOÇÊ TAMBEM PODE SER GRAMPEADO POR ESSA SÚCIA. SE A POLÍCIA CIVIL ESTÁ SEM CONDIÇÕES DE FAZE-LO, QUE O JUDICIÁRIO EXIJA E O EXECUTICO PROVIDENCIE AS CONDIÇÕES PARA QUE QUEM DE FATO E DE DIREITO TEM COMPETENCIA PARA TAL TAREFA E QUE O MP NÃO USE DE ARTIMANHAS ILEGAIS. LEMBRE QUE NEM TUDO QUE RELUZ É OURO. SE A LEI QUE ESTÁ ESCRITA NÃO FOR CUMPRIDA, ENTÃO QUE RASGUE-SE DE UMA O PAPEL QUE ELA ESTÁ IMPRESSA. BALA NELES!!!!!!!
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Caro “Entre Deus e o Diabo”, primeiro de tudo, acho interessante quando os comentaristas discutem com argumentos, não com xingamentos de ‘escola primária’. É sempre interessante poder discutir, trocar idéias. Parabéns.
Apesar de saudá-lo, não concordo com seu comentário. Você entende que há algo intrinsecamente ilegal nas escutas realizadas pelo MP.
Você parte do princípio que o MP não pode investigar. O seu entendimento, porém, não é o mesmo do TJSP (mesmo a 15ª Câmara que um articulista disse que seria contra tal poder investigatório), do STJ e do próprio STF. A esmagadora maioria dos julgados é favorável à investigação pelo MP (subsidiariamente) até por ser este órgão o titular da ação penal. Acho que o monopólio da investigação, pretendido por muitos políticos, não faria bem nem mesmo à Polícia Civil.
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DICA GUIMARÃES Jr.: LIBELO CARAPUÇA ( É tanto ladrão metendo a mão na Nação)
LIBELO CARAPUÇA
Acordo todo dia bem antes do sol nascer
Sem grana sem emprego procurando o que fazer
Vivendo de biscates pra tentar sobreviver
Morando na favela vendo a tudo acontecer
Escravo do sistema quanta perversão contemplando os sonhos na prisão
Aqui tudo é difícil tenho que lutar pra se mais que um super-homem pra viver Porque!
È tanto ladrão metendo a mão na nação
É tanto ladrão sem prisão…
È tanto ladrão do baixo ao alto escalão (REFRÃO)
É tanto ladrão meu irmão…
È tanto ladrão voando de avião Caribe Japão…
A cada novo dia é só esperar pra ver
Pessoas importantes na tela da Tv
Envolvidas em subornos corrompendo o dever
tudo muito camuflado nas entranhas do Poder
C.P.I compra de votos a ganancia é de doer
O dinheiro tá conta manda ver
Eles têm rabo de palha e o que nos resta pra viver
Migalhas dos abutres pra comer porquê?
Aqui na terra de ninguém a IMPUNIDADE é a lei
aqui tudo vai mal :Samba,Futebol,Carnaval
Obs: C.P.I : Comissão Parlamentar de Inquerito que apura
mas não prende ninguém e nem os envolvidos devolvem nada para o Estado .Chegamos a Tal ponto que :fazerem C.P.I das C.P.I’s, isso é mais que vergonhoso…
L&M :Dica Guimarães Jr.:
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http://www.youtube.com/watch?v=XNL2GzbiVf4- LIbelo carapuça(é tanto ladrão metendo a mão e subestimando a nação) vídeo e áudio profissional. Libelo Carapuça(Punir à Impunidade)
LIBELO CARAPUÇA
Acordo todo dia bem antes do sol nascer
Sem grana sem emprego procurando o que fazer
Vivendo de biscates pra tentar sobreviver
Morando na favela vendo a tudo acontecer
Escravo do sistema quanta perversão contemplando os sonhos na prisão
Aqui tudo é difícil tenho que lutar pra se mais que um super-homem pra viver Porque!
È tanto ladrão metendo a mão na nação
É tanto ladrão sem prisão…
È tanto ladrão do baixo ao alto escalão (REFRÃO)
É tanto ladrão meu irmão…
È tanto ladrão voando de avião Caribe Japão…
A cada novo dia é só esperar pra ver
Pessoas importantes na tela da TV
Envolvidas em subornos corrompendo o dever
tudo muito camuflado nas entranhas do Poder
C.P.I compra de votos a ganancia é de doer
O dinheiro tá conta manda ver
Eles têm rabo de palha e o que nos resta pra viver
Migalhas dos abutres pra comer porquê?
Aqui na terra de ninguém a Impunidade é a lei
aqui tudo val mal samba ,Futebol ,Carnaval
L&M:Dica Guimarães Jr.
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