Minas Gerais nomeia novo Desintegrador de Segurança: o procurador de Justiça licenciado Rômulo Ferraz…( Para o PSDB integrar as polícias é: sucatear a Polícia Civil ) 16

23/03/2012-18h50

Governo de Minas muda toda a cúpula da Polícia Civil

PAULO PEIXOTO DE BELO HORIZONTE

Uma semana após a troca do secretário de Defesa Social, o governo de Minas comunicou nesta sexta-feira, por meio de nota, mudanças em toda a cúpula da Polícia Civil do Estado.

Crescimento da violência derruba secretário em Minas Gerais Após seis anos de queda, criminalidade em MG volta a crescer

A área da segurança pública em Minas tem ganhado mais atenção do governador Antonio Anastasia (PSDB) desde a divulgação, no fim de fevereiro, de um aumento expressivo nos índices de criminalidade no Estado.

Em janeiro, Anastasia já havia mudado o comando da Polícia Militar. As mudanças avançaram mais com a troca do secretário responsável pela articulação das duas polícias. Saiu o político Lafayette Andrada, deputado estadual filiado ao PSDB, e entrou o procurador de Justiça licenciado Rômulo Ferraz. Com a mudança na cúpula da Polícia Civil, Anastasia deixa o caminho mais livre para a atuação do novo secretário.

Especialistas em segurança pública apontam como um dos indicadores da piora da criminalidade no Estado a insatisfação da Polícia Civil com o tratamento recebido pelo governo no que se refere ao aparelhamento da corporação.

Há deficiência de delegados e escrivães pelo Estado afora, e inquéritos se acumulam pelas delegacias. Essa insatisfação, conforme os especialistas, acabou afetando o trabalho de integração iniciado em 2003.

Está em andamento na Secretaria de Defesa Social um processo de contratação de delegados por concurso, e a retomada do trabalho de integração das polícias volta a ganhar força com a chegada do novo secretário.

Em entrevista ao jornal “Estado de Minas”, nesta sexta-feira, Ferraz disse que “a integração passa pelo comprometimento das instituições envolvidas não só através das suas respectivas direções, mas também das diversas entidades representativas de classe dessas instituições”.

O novo comandante da Polícia Civil será Cylton Brandão da Matta, até então corregedor-geral da corporação. Já a nova chefe-adjunta será a delegada-geral Maria de Lurdes Camilli, que era chefe do 5º Departamento de Polícia Civil, em Uberaba.

Um Comentário

  1. Resumindo os fatos e como já postei inúmeras vezes: Os “especialistas” em segurança pública estão brincando em uma das área mais importantes do país, se um dia algum iluminado resolver fazer algo de útil poderá ser tarde demais!!! Tamo fudidos e mal pagos literamente e na prática!!!!

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  2. É mesmo uma merda, na realidade há uma militarização de toda a polícia civil em todos os estados do Brasil, pelo menos nas terminologias usadas, senão vejamos nesta reportagem, onde o novo “comando” da “corporação” é fulano e não o novo delegado geral da instituição. O caminho que nossa instituição toma é aquele que nós mesmos, policiais civis permitimos, não precisamos de operação padrão, operação isso ou operação aquilo, só devemos não prender mais ninguém, não esclarecer crimes e não mascarar índices, pronto, com isso essa porra de pinto cai e tudo volta ao normal, voltamos a prender, esclarecer e mostrar pra população que a melhor POLÍCIA JUDICIÁRIA do mundo é a POLÍCIA CIVIL do Estado de São Paulo, e que não precisa de coxinha promotor pra ensinar os civis a trabalhar. Ah, em tempo, deixem as fardas e uniformes pros coxas!

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  3. INTEGRAÇÃO?
    ISSO É UMA UTOPIA!
    NUNCA VAI ACONTECER, ALIAS, SÓ DE FACHADA.
    O QUE TEM QUE ACONTECER É UMA TOTAL REFORMULAÇÃO NO SISTEMA DE SEGURANÇA PÚBLICA, A NÍVEL BRASIL, EM TODAS AS UNIDADES DA FEDERAÇÃO, UMA REFORMA NESTE MODELO ARCAICO E OBSOLETO, ONDE DUAS POLICIAS ESTADUAIS NÃO SE ENTENDEM, NÃO SE RESPEITAM, NÃO SEGUEM UM MESMO COMANDO, NÃO TEM A MESMA FORMAÇÃO, TREINAMENTO, SALÁRIO, MATERIAL PERMANENTE, MATERIAL HUMANO, E PIOR, SE ODEIAM.
    POLICIA ESTADUAL ÚNICA, JÁ.

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  4. Exemplo :

    Só faltou informar em quais partidos políticos este eleitor votou, pensou que este cidadão é eleitor do PMDBoquinha e PSDBosta nestes anos todos foram estas siglas que phoderam com a área de segurança estadual, depois de votar nestes partidos o que ele quer? Segurança, Saúde e Educação fala sério, tenho o mesmo sentimento em relação a população deste Estado depois de fazem m….. nas urnas, querem que o balcão de delegacia seja o altar para fazerem suas preces e orações e os policias civis façam o papel do todo poderoso que resolvam os seus problemas,mas as condições salariais e de infra estrutura e de servidores estes não querem saber como estão está.
    Se for depender de mim a população paulista pode ficar sentada esperando pois não movo uma palha, trabalho na medida do que ganho o governo fingi que me paga e eu fingo que trabalho.
    Na minha pastelaria estou desenvolvendo uma nova técnica para fritar RDO, a fritura é a frio e deixou o RDO lá até quando o “cliente” perde a paciência mando ele reclamar no SACanagem ou ligar para o Bispo ou melhor reclamar direto com o picolé do chuchu, se este não ainda não estiver satisfeito mando ele também procurar o cordeiro para que este frito o RDO para o cliente no meu lugar, para este operacional velho e cansado esta valendo a lei do menor esforço, e tenho dito, pau no cu da população paulista que vota no PSDBosta.

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  5. SABE O QUE NA VERDADE ESTA ACONTECENDO, É QUE O SISTEMA TODO ESTA POBRE DEMAIS, PARA O SEU SANEAMENTO, POLICIAIS CIVIS DESTE AGENTE A DELPOL, CHEFES, SECIONAIS, DIRETORES, SECRETARIO, POLITICOS, ARRUMARAM UM FORMULA DE GANHAR QSJ, ATRAVÉS DE FAVORIECIMENTO DE POUCOS. NAS CORREIÇÕES QUE ESTÃO SENDO EFETUADAS É TUDO SIMBOLICA, POR QUE É IMPOSSIVEL SABER DE TODA VERDADE. POR QUE DELPOL E CHEFE, ESTÃO REQUISITANDO PESSOAL PARA TRABALHAR NA EPOCA DA DITADURA, SÓ QUEREM SABER O SEU BEM ESTAR E RESTO É RESTO, SOMOS NOS NOVATOS QUE ENTRAMOS AGORA NA PC. OS POLICIAIS VELHOS ESTÃO SENDO ENCOSTADOS COMO LIXO, POIS NA MINHA DELEGACIA, TEM DOIS CLASSE ESPECIAL, NO PLANTÃO E MEU CHEFE É 3 CLASSES, ISTO PODE. OS PREVILEGIADOS SÓ VEEM A DELEGACIAS 2 OU 3 VEZES POR SEMANA, MAIS TODAS AS SEXTAS-FEIRAS, SE TRANCAM COM O CHEFE E SAEM RINDO E VÃO EMBORA, TEM UM NA MINHA DELEGACIA QUE USA VTR, SAIU COM A DESCARACTERIZADA, PARA RESOLVER SENDO ELE PROBLEMA DE ORDEM PARTICULAR. O QUE É PRECISO PARA ACABAR COM ESTAS COISAS, POIS OS COITADOS DOS POLICIAIS VELHOS, SÃO TRATADOS COM LIXO, O TITULAR E CHEFE, NÃO OS RESPEITA. NOSSO TITULAR TB É VELHO MAIS ESCULACHA OS VELHOS, SERA COMPLEXO, OU POR QUE OS VELHOS NÃO DÃO MOLEZA PARA ELES.
    ESTA É SECRETARIA DA SEGURANÇA PUBLICA DO ESTADO DE SÃO PAULO, ONDE DAQUI UM POUCO TEREMOS QUE RECORRER AO ESTATUTO DO IDOSO, PARA DAR UM BASTA NESTE MOLEQUE, QUE SÃO APADRINHADOS, E FAZEM AS COISAS ERRADAS, POR QUE SEU TITULAR MANDA. NOS OS CLASSES ESPECIAIS, TEMOS QUE NOS IMPORTOR, POIS A LEI NÃO DIZ QUE A NECESSIDADE DE CONSIDERAR AS CLASSES, ENTÃO NÃO VAMOS MAIS ASSINAR RENUNCIA, PARA FAVORECER OS NOVATOS. sE ISTO FOSSE NA CLASSE DELPOL, DUVIDO QUE ELE ASSINAVA A RENUNCIA PAR DEIXAR DE SER TITULAR. ESTA NA HORA DE IMPOR ORDEM NESTA PC, ACABAR COM ORDEM ILEGAL. OS ESPECIAIS É QUE VÃO MANDAR, DAQUI PARA FRENTE. GOSTARAM SEU MOLEQUE DE RECADO, E COLETOR DE VERBA EXTRA, ISTO POR NÃO SOMOS VELHOS E SIM SÁBIOS.

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  6. ESSES FILHOS DA PUTA ENCHEM A BOLA DA POLÍCIA(?) MILITARIZADA E PÕEM A CULPA DO AUMENTO DA VIOLENCIA NA POLÍCIA VERDADEIRA, A POLÍCIA CIVIL, PARA LIVRAR A CARA DOS BANDIDOS DE MANDATO. NÃO ESTAMOS MORTOS, MAS A GANGRENA ESTÁ TOMANDO CONTA DO CORPO E OS VERMES ESTÃO PULULANDO EM TODA PARTE. DO QUE OCORRE COM NÓS E AGORA COM OS COLEGAS DE MINAS DEVE SERVIR DE ALERTA À TODOS, POLICIAIS, GOVERNO E SOCIEDADE QUANTO A IMPORTANCIA DA POLÍCIA CIVIL, JA QUE A PUNIÇÃO DOS BANDIDOS COMEÇA COM NÓS E DEVEMOS COBRAR NOSSO JUSTO VALOR E NÃO SERMOS CRUXIFICADOS PAR SALVAR AS APAR~ENCIAS DO PATRÃO DO MOMENTO.
    E VEJAM A VILANIA DESSES VERMES, QUE QUEREM AMENDONTRAR OS BONS POLICIAIS, JÁ QUE OS QUE ENCHEM OS BOLSOS E OS BOLSOS DOS PADRINHOS NÃO ESTÃO NEM AÍ, COM A NOMEAÇÃO DE UM CORREGEDOR PARA A CHEFIA. OU SEJA, SE O ESCRAVO NÃO TRABALHAR À CONTENTO, CHICOTE NELE. tucanalha É tucanalha EM QUALQUER NINHO MESMO. VERGONHOSO!!!!!!!!!!!!! BALA NELES!!!!!!!!!!!!

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  7. Este sim é um grande Delegado de Polícia, que só tem conserva reta, ele é um exemplo para os demais.

    NELSON GUIMARÃES

    O delegado de Polícia Civil de São Paulo Nelson Silveira Guimarães é uma das grifes glamurosas da corporação. Foi o chefe das investigações daquele que é tido e havido como o assassinato mais misterioso do Brasil, o crime da rua Cuba. E também foi o negociador da libertação do empresário Abílio dos Santos Diniz, naquela tarde turva de 17 de dezembro de 1989 – quando se encerravam as votações da eleição presidencial que conduziu Fernando Collor de Melo ao poder. As entrevistas de Nelson Guimarães são raras: ele é um esquivo profissional. Agora resolveu abandonar o impenitente calado que sempre quis ser sem fazer concessões a nada ou ninguém: inclusive Deus, de cuja fé ele abjura.

    “Não acredito em Deus. Sempre me segurei na família nos meus momentos mais difíceis. Mas confesso que quero, antes de morrer, tentar acreditar em Deus. Mas por enquanto não dá. A Bíblia diz que Deus fez o homem à Sua imagem e semelhança. E como conheço muito bem essa coisa chamada homem, sou levado a crer que Deus deve ser um cara totalmente desequilibrado, maluco, que mata e estupra criancinhas. A própria Igreja se converteu num partido político: portanto Deus não quero ver”. Pode soar estranho, e até mesmo chocante, que um dos maiores delegados do Brasil mantenha na figura de Deus um construto escalafobético. Mas Nelson Guimarães diz que seu compromisso é com a carne, com o osso, com o ser humano, e sobretudo com os mortos. “Faço parte da polícia de homicídios, que é a única que dá satisfação aos mortos. Minha maior alegria é poder, dentro de mim mesmo, conversar com aquele morto estendido no chão e falar: veja, aquela pessoa que te fez mal agora vai enfrentar as barras da lei.”

    Casado há 42 anos com uma professora, pai de três engenheiros e de uma médica, o delegado é uma pessoa sempre sujeita a acessos de paciência mineral e surtos idem de frieza quando o pior dos mundos fica diante dele. Vejamos: estamos numa mansão fundeada na rua Cuba, Jardim América, zona sul de São Paulo, numa noite fria e calculista do dia 24 de dezembro de 1988. O casal Maria Cecília e Jorge Delmanto Bouchabki é assassinado em seu quarto. O crime, já prescrito, foi explorado à exaustão pela mídia, que apontava no filho do casal, o hoje advogado Jorginho Bouchabki, o autor das mortes. O caso foi engavetado, por falta de provas, pelo Tribunal de Justiça de São Paulo. Jamais se provou alguma coisa contra Jorginho, e o delegado Nelson Guimarães só gosta de fazer um apontamento sobre o crime mais misterioso do Brasil. “Esse caso começou mal, porque a cena do crime foi muito mexida. Os corpos mudados de lugar, projeteis falsos disparados no cenário. A minha experiência mostra que toda vez em que se mexe muito na cena do crime está se querendo proteger alguém próximo dos mortos”.

    Excessivamente aparelhada com câmeras de vídeo onipresentes, o delegado é hoje o chefão da 5ª Delegacia Seccional de Polícia, no Tatuapé, na zona leste da capital paulista. Bairro, aliás, onde o delegado sempre viveu. Nelson Guimarães não gosta de folclorizar os casos mais brutais que esclareceu: fala com a frieza de um peixe, mas ao mesmo tempo entra em desacordo com esse estado de espírito quando lhe brota da memória o caso que mais o chocou. Corria o ano de 1980. Nelson Guimarães é chamado a uma pequena casa na Vila Brasilândia, na zona norte de São Paulo, onde uma menina de um ano e meio de idade foi encontrada morta, vítima de violência sexual. “Nunca vi coisa igual na minha vida. O corpinho estava dobrado para trás, com as costas encostando no calcanhar, e a cabeça virada para trás. A família sabia que o autor da barbaridade era um tio de vinte anos de idade. A mãe não me deixava conversar com o irmãozinho de três anos de idade. Sorrateiramente fui conversar com o menino, que me assoprou que tinha visto o tio levar a irmãzinha para um matagal. Ele só confessou o crime depois que eu disse que iria espalhar para os presos da cela em que ele ficaria preso que ele era um estuprador. E que, portanto, ele duraria pouco na cela. Ele confessou simplesmente para se salvar. Basicamente o ser humano é isso. Uma categoria que só pensa em si mesmo.”

    Agora chegou a hora de falar no caso que tornou o delegado famoso: a libertação do empresário Abílio dos Santos Diniz, do Grupo Pão de Açúcar. Dez seqüestradores, incluindo canadenses, chilenos, argentinos e um brasileiro mantiveram Abílio num cárcere, dum pequeno sobrado numa praça no Jabaquara, na zona sul de São Paulo. Nelson Guimarães localizou o cativeiro a partir de um calendário de uma oficina de eletricidade, usada pelos seqüestradores para montar uma falsa ambulância na qual Abílio foi imobilizado. Nelson Guimarães faz revelações estonteantes sobre a libertação de Abílio no dia 17 de dezembro de 1989, às 17h, no exato momento em que se encerrava a votação do segundo turno da eleição presidencial levada por Collor. “A polícia estava disposta a explodir o sobrado. Queriam explodir a laje esquerda, bem em cima do cárcere de Abílio. Ele não iria sobreviver. Também cogitaram lançar bombas incendiárias dentro do sobrado. Fui contra tudo isso. E um ex-diretor do Pão do Açúcar chamado Furquim me ofereceu levar para negociar com os seqüestradores um velho amigo seu, que por acaso era o então cardeal-arcebispo de São Paulo, dom Paulo Evaristo Arns. E foi assim que fui negociando com o seqüestrador Humberto Paz, o Juan, que era líder do grupo, as garantias para que soltassem Abílio. Eles nunca usariam o dinheiro do resgate para ajudar os povos pobres, como diziam. Eram mercenários treinados militarmente. Veja você que o Juan, que se dizia um progressista, nunca tinha ouvido falar no cardeal dom Paulo.”

    Nelson Guimarães guarda três cenas desse episódio: dom Paulo confessando-lhe que tinha tido uma visão de que morreria nessa negociação e que o seu vôo de helicóptero para o sobrado do cativeiro estaria lhe proporcionando “a última visão sobre a cidade de São Paulo”. A outra cena, refere o delegado, “é o Abílio falando para nós, da Polícia, com muita arrogância, que se não estivéssemos ali para ajudar, o caso teria se resolvido sozinho”. E chegou a hora de Nelson revelar ao repórter a sua terceira e mais fulminante visão. “Era segunda-feira, 18 de dezembro, um dia após a libertação do Diniz, e eu estava na cidade de Colina, na fazenda do meu sogro, debaixo de uma paineira, lembrando que eu quase tinha morrido com a metralhadora do Juan a todo momento apontada contra mim. Eu chorei muito, tive um arrepio e me perguntei: cadê Deus, porra? Eu ainda me faço essa pergunta. Cadê Deus? Enquanto não tenho a resposta, eu mesmo vou dando a resposta: encontrar Deus é trabalhar para a comunidade e combater o crime”.

    O delegado Nelson Guimarães é um leitor contumaz, acende um livro no outro, e seu autor de cabeceira é o físico inglês Stephen Hawking. “O Stephen fala algumas bobagens como, por exemplo, que a lei da gravidade dispensa Deus. Em outros momentos, fala que o mundo criado por Deus é tão perfeito que Ele mesmo não pode intervir em sua obra. Eu acho que cabe a cada um de nós essa intervenção: e a minha intervenção é combater o crime. Sei que o ser humano não participa das minhas alegrias, porque as minhas alegrias praticamente eu só divido com os mortos, cujas mortes eu esclareci”.

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  8. Politica é Policia.
    Marcelo Godoy – O Estado de S.Paulo
    Um dia depois do afastamento do diretor do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), delegado Marco Antônio Desgualdo, a cúpula da Polícia Civil de São Paulo resolveu trocar dois outros diretores da instituição. Foram atingidos os delegados Luiz Maurício de Souza Blazeck, diretor do Departamento de Administração e Planejamento (DAP), e Elson Alexandre Sayão, diretor do Departamento de Identificação e Registros Diversos (Dird). Se o primeiro é um departamento burocrático, o segundo cuida da Divisão de Capturas e da Divisão de Atendimento aos Turistas.

    A decisão de se fazer as mudanças foi tomada pelo delegado-geral, Marcos Carneiro Lima. Eles as classificou como “ajustes necessários”, mas negou que elas tenham relação com o escândalo de espionagem que derrubou Desgualdo. Ambos estavam em seus cargos desde 2009. Trabalhavam no mesmo prédio de Desgualdo, o Palácio da Polícia, na Rua Brigadeiro Tobias, no centro de São Paulo.

    As mudanças acontecem em meio à devassa iniciada por causa da descoberta de que o titular da pasta, o secretário Antônio Ferreira Pinto, estava sendo espionado por policiais. Um vídeo com imagens de um encontro do secretário com um jornalista foi divulgado por sites na internet. O objetivo era vincular o secretário à divulgação de notícias contra o sociólogo Túlio Kahn, ex-coordenador de estatísticas da secretaria e, assim, desgastá-lo com o governador Geraldo Alckmin.

    Para investigar a espionagem foram abertos inquéritos na Corregedoria da Polícia Civil, na Corregedoria Geral da Administração e no Ministério Público Estadual.

    Ontem, foram definidos os substitutos de Desgualdo, Blazeck e de Sayão. O novo diretor do DHPP será o delegado Jorge Carlos Carrasco, atual chefe da Polícia Civil na região de Carapicuíba, na Grande São Paulo. Para o Dird deve ser nomeado o delegado Aldo Galiano Junior e para o DAP, o delegado Silvio Balangio Junior. / COLABOROU LUCAS DE ABREU MAIA

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  9. Ainda não chegou ao fim porque, ninguém apagou a luz, quando aparem as luzes aí será o fim da civil, eu acho que já está no fim, a PM prende e investiga, só falta os oficiais fazerem os inquéritos.

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  10. A PM dominou a opinião de autoridades, ou seja, contestar sua Exa PM pode resultar em punição, advertência ou confusão, isso é sucateamento faz muito tempo. Triste fim da PC.

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