Sinais de corrupção no alto comando da Polícia Militar 30

MP investiga contrato para compra de combustível da PM

Gio Mendes e Gustavo Porto

O Ministério Público do Estado de São Paulo investiga denúncia de irregularidade na licitação de R$ 120 milhões feita pela Polícia Militar para o abastecimento de viaturas em postos de combustíveis com o uso de cartões magnéticos. Segundo a Associação Brasileira das Distribuidoras de Combustíveis (Abcom), a PM deixará de economizar R$ 18,7 milhões em gasolina e etanol, pois pagará pelo preço cobrado na bomba dos postos. Na denúncia, a Abcom alega que foi impedida de participar da licitação e que poderia oferecer um preço mais vantajoso. A PM e a Trivale, empresa vencedora da licitação, negam qualquer tipo de irregularidade.

No contrato com a Trivale, a PM estima um consumo mensal de 1.583.333 litros de gasolina e de 2.083.333 litros de etanol para uma frota de 13.500 veículos. A cada 15 meses (prazo do contrato) serão consumidos 23.749.995 litros de gasolina e 31.249.955 litros de etanol. O contrato pode ser renovado até três vezes, chegando a um período total de 60 meses. Janiel José Zioti, diretor da Abcom, diz que a PM pagará, em média, R$ 2,64 por litro de gasolina ao abastecer as viaturas nos postos, quando poderia pagar R$ 2,17 em uma distribuidora. Já o litro de etanol, que tem preço médio de 1,89, sairia por R$ 1,66, segundo Janiel.

“O Estado poderia pagar o preço da distribuidora, com um valor bem mais em conta, e economizar dinheiro para investir em outras áreas”, afirma o diretor da Abcom. Segundo ele, as distribuidores filiadas a Abcom também poderiam oferecer o serviço de cartão magnético. “Mas não participamos da licitação porque o processo foi direcionado para uma administradora de cartões, na modalidade de serviços e não de compra de combustíveis”, diz Janiel.

A Abcom, com sede em Ribeirão Preto, no interior paulista, fez a denúncia para o promotor Sebastião Sérgio da Silveira no dia 17 de fevereiro. Segundo o promotor, a associação de pequenas distribuidoras “alega na representação fatos gravíssimos que podem trazer prejuízos para o erário público” e que motivaram a abertura do inquérito civil no mesmo dia para apurar a denúncia. Silveira também encaminhou a denúncia para a área criminal do MP.

O promotor enviou ofícios para o Tribunal de Contas do Estado (TCM) e para o comandante-geral da PM, coronel Álvaro Batista Camilo, pedindo explicações. O promotor, no entanto, diz ser necessária a posição da PM sobre o processo licitatório antes de tirar qualquer conclusão. “Os fatos denunciados apontam uma perda de controle na aquisição de combustível por policiais e são graves, mas sem ouvir a outra parte não dá para concluir”, diz Silveira.

O advogado Ariosto Mila Peixoto, especialista em licitações e contratos administrativos, afirma que não vê irregularidade na licitação feita pela PM. “A corporação está adquirindo um serviço prático, de uso de cartão para abastecer as viaturas. Às vezes, a viatura tem que atravessar a cidade para apresentar um caso na delegacia. O policial vai ter que parar em qualquer posto para encher o tanque”, afirma Peixoto. Segundo o advogado, as distribuidoras filiadas a Abcom teriam que fornecer um cartão aceito em qualquer posto. “O policial não pode ficar procurando um lugar que aceite apenas um determinado cartão.”

Outro lado

A coronel Maria Yamamoto, chefe de comunicação social da Polícia Militar, informou, por meio de nota, que não houve irregularidade na licitação, que contou com a participação de cinco empresas. Segundo a oficial, a PM já recebeu o pedido de esclarecimento feito pela promotoria de Ribeirão Preto, mas ainda está elaborando a resposta para o promotor Sebastião Sérgio da Silveira. De acordo com a coronel, o processo licitatório e o respectivo contrato foram considerados regulares pelo Tribunal de Contas do Estado.

Ainda segundo a coronel, a Associação Brasileira das Distribuidoras de Combustíveis (Abcom) entrou na Justiça em fevereiro de 2010 para impedir a corporação de fechar o contrato com a empresa vencedora da licitação. A liminar foi cassada e o contrato foi assinado em outubro de 2010. “Importante destacar que o objeto da licitação não é a compra de combustíveis e sim a prestação do serviço de gerenciamento do abastecimento das viaturas policiais”, disse a oficial, na nota da PM.

Ainda de acordo com a oficial, o modelo de abastecimento adotado antes pela corporação era “obsoleto e sua manutenção demandava altos custos”. A PM desativou 86 postos próprios, mas outros 17 permaneciam ativos, segundo um documento da corporação do ano passado.

A Trivale questionou a denúncia da Abcom de que a PM iria gastar mais dinheiro abastecendo as viaturas nos postos em vez de comprar os combustíveis diretamente das distribuidoras. “Lembramos que análise por preço de litro de combustível para determinar a vantagem ou não do sistema adotado é simplista, pois o custo de toda a operação para abastecimento da frota não se resume ao custo do combustível, mas sim também de toda a infraestrutura necessária para que o abastecimento ocorra”, disse a empresa, fornecedora do cartão Valecard, também por meio de nota.

De acordo com a Trivale, “o que interessa para o contribuinte e para a administração (pública) é o gasto total de combustível, incluindo armazenagem, perda, manutenção dos postos próprios, remuneração dos militares envolvidos com os controles e operação de abastecimento, assim como a precificação do passivo ambiental”. A administradora de cartões ressaltou que os argumentos da Abcom “foram exaustivamente explorados perante o Poder Judiciário e o Tribunal de Contas do Estado”, mas não impediram o contrato entre a empresa e a PM.

http://blogs.estadao.com.br/jt-cidades/mp-investiga-contrato-para-compra-de-combustivel-da-pm/

Um Comentário

  1. Pura desconfiança!

    Os estrelinhas da PM do estado de são Paulo são “honesti$$imos”.

    Se liga São Paulo,

    Acorda Brasil

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  2. É a PMESP é tudo isso,porém promove seus soldados depois de vinte e cinco anos de serviço,cria mais postos de majores operacionais e administrativos para que as carreiras dos oficiais fluam,pune seus praças por não portarem seus hinários com a canção da polícia militar no bolso,esses são os doutores em segurança pública!um regulamento disciplinar arcaico, que doutrina o homem a ser um ótimo subordinado,não um homem com discernimento,um perfeito policial militarizado não contesta,e os senhores feudais ¨comandam¨,se esquecendo da causa pública,desde que data que foi criada a diretoria de ensino da PMESP!1937,é o PCC foi criado em 1993,salvo engano,quase sessenta anos depois da diretoria de ensino da PMESP,e rouba banco na avenida Paulista na frente de centenas policiais militares fazendo a operação delegada,com seus hinários nos bolsos para que não sejam punidos,com as blazer 6 cilindros da corregedoria abordando policiais miliatres para ver se estão com a farda passada,cabelos cortados e com suas funcionais no bolso,isso é doutorado em segurança pública,desculpe-me senhores coronéis,os senhores são doutorados em formação de quadrilha no que tange ao desvio de função pública em troca de cargos nas Subprefeituras de SP,há tava me esquecendo,o PCC teve até serviço de delivery no roubo na paulista,tanta o ousadia desses criminosos diante deste sistema arcaico,o último a sair apague a luz por favor…

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  3. Não é só com o combustivel não,policiais de SP são precionados por seus comandantes a acharcar comerciantes para lhes fornecer peças e mão de obra para arrumar as milhares de vtrs das quase setecentas cidades do interior do estado de SP,com isso a manutenção é feita pela iniciativa privada,e bancada pelo governo do estado,tem muito oficial do p4 fazendo a farra do dinheiro público com anuência dos Coronéis comandantes dos batalhões,os mesmos informam seus subordinados que estão fazendo remanejamento de verbas haja vista que falta verba em outra seção,até dinheiro das diárias das escolta dos Soldados some,e aos que reclamam seus direitos os comandantes aplicam o regulamento disciplinar da PMESP…

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  4. NAO EH POR NADA NAO, MAS JAH ENCANEI UNS DONOS DE POSTOS DE GASOSA ADULTERADA QUE ERAM DESSA TAL ABICOM

    E ESSA ABCOM FRAUDA IMPOSTOS DIRETO.UMA PUTA DUMA ARARA!

    E ESSE CHORO ACHO QUE EH PQ ELA NAO ENTROU NO ESQUEMA, ISSO SIM!

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  5. QUASE TUDO QUE E CAGUETADO,
    É JUSTAMENTE PORQUE ALGUEM FOI CHUVEIRADO
    E ASSIM ACASA VAE CAINDO.
    MAS POR TRAS ,A ALTA COPULA ESTA ENVOLVIDA.SE ALGUEM NÃO LEVA ,BERRA
    E ASSIM CAMINHA A POLITICA.
    QUEM ESTA FORA QUER ENTRAR,E OS QUE ESTÃO DENTRO ESTÃO QUERENDO SAIR MAS NÃO PODEM.
    SE PERDER O FORUM PREVILEGIADO ESTÃO FUDIDOS E MAL PAGOS

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  6. *Tudo como dantes

    Dario Rais se cala sobre cargo na EcoRodovias

    Dario Rais Lopes, diretor de desenvolvimento de negócios da EcoRodovias, que controla a Ecovias, concessionária do Sistema Anchieta-Imigrantes, não quis explicar o fato de ter sido contratado pela empresa três anos após deixar a Secretaria de Transportes do Estado, quando autorizou aditamento da concessão em mais 70 meses, o que representa acréscimo de R$ 4,03 bilhões na arrecadação.

    Ontem, o Diário revelou que Dario beneficiou a holding, da qual hoje faz parte, apenas 11 dias antes de deixar o comando da Pasta estadual. O aditamento, junto à Artesp (Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo), ocorreu no dia 21 de dezembro de 2006, na gestão de Cláudio Lembo (DEM). Rais Lopes assumiu o Transportes em 2003, no mandato de Geraldo Alckmin (PSDB), que deixou o cargo para seu então vice-governador para candidatar-se a presidente.

    Na Assembleia, o assunto repercutiu entre os gabinetes e parlamentares já falam em cobrar explicações da concessionária (leia reportagem ao lado).

    Para o advogado Alberto Rollo, especialista em Direito Público, há suspeita de conflito de interesse na contratação. “O princípio da moralidade foi bastante ferido neste caso. O Ministério Público deveria entrar nesta história e saber se há improbidade administrativa”, afirmou. O profissional foi além: “Se confirmada improbidade, o contrato tem de ser suspenso imediatamente. Por enquanto há indícios de irregularidade e ofensa ao princípio da moralidade.” Rollo disse que, nesse caso, o problema independe do fato de Dario Rais Lopes ter entrado na empresa após três anos.

    Na reportagem de ontem, o advogado Ariosto Mila Peixoto também já havia afirmado que a contratação era “no mínimo estranha”.

    DEFESA

    No fim da tarde de ontem, a EcoRodovias divulgou nota, em nome de Marcelino Rafart de Serras, diretor-presidente do grupo e presidente do conselho da Ecovias, em que defende o ex-secretário de Transportes e atual diretor da empresa. “Passou a fazer parte do quadro diretivo da empresa três anos após a sua passagem pelo poder público, não ferindo, desta forma, qualquer legislação ou normas de conduta ética e moral”, disse a empresa no texto.

    Sobre o fato de a EcoRodovias ter omitido em seu site a passagem pela Secretaria de Transportes do Estado, informou que o currículo na internet estava resumido. Mesmo assim, não esclarece o fato de no texto constar apenas “ocupou distintos cargos públicos”.

    Também afirmou que os executivos da CF51holding/CF que controla a Ecovias lembravam, no momento da contratação de Dario Rais Lopes, que ele havia sido o responsável pelo aditamento do contrato de concessão do Sistema Anchieta-Imigrantes.

    Deputados cobram investigação para apurar suposta imoralidade

    Deputados estaduais pediram que haja investigação do governo do Estado e da Artesp (Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo) sobre a nomeação do ex-secretário estadual de Transportes Dario Rais Lopes para o corpo diretivo da EcoRodovias, CF51holding/CF em que a Ecovias faz parte.

    Líder da minoria da Assembleia Legislativa, o deputado Donisete Braga (PT) afirmou que levará o tema à primeira reunião da bancada oposicionista. “Creio que o PSDB (que comanda o governo do Estado) tenha outros nomes para compor esses cargos estratégicos.”

    Integrante da bancada da gestão Geraldo Alckmin (PSDB) na Casa, a deputada Vanessa Damo (PMDB) também cobrou investigação aprofundada. “Há fortes suspeitas de cartas marcadas na concessão. E sabemos que esse setor de Transportes é uma caixa-preta que dificilmente é aberta”, opinou a peemedebista. Ela, que já encaminhou questionamentos ao Palácio dos Bandeirantes sobre cobrança de pedágio no Trecho Sul do Rodoanel, prometeu protocolar requerimentos já na próxima semana.

    Líder da bancada do PSDB na Assembleia, o deputado Orlando Morando classificou a situação como “estranha”, mas disse que qualquer acusação é precipitada. “Precisamos avaliar se é motivo de investigação, porque, pelo aspecto legal, não há irregularidade.”

    D’URSO

    Além de diretor da EcoRodovias, Dario Rais faz parte de grupo de especialistas que colaboram com a formulação do plano de governo do presidente da OAB de São Paulo, Luiz Flávio Borges D’Urso, pré-candidato do PTB à prefeitura paulistana. D’Urso negou que Rais Lopes seja filiado do PTB e afiançou que ele apenas tem colaborado com a campanha.

    “O Dario tem contribuído, assim como outros especialistas. Mas ele não faz parte da coordenação da campanha (que está nas mãos do presidente estadual do PTB, deputado Campos Machado)”, alegou D’Urso, que evitou comentar a situação de Dario Rais.

    Do Diário do Grande ABC

    http://www.dgabc.com.br/News/5948482/dario-rais-se-cala-sobre-cargo-na-ecorodovias.aspx

    *Insubstituíveis

    O cartel do metrô de SP; executivos são alvo de ação

    Promotor denuncia 14 executivos dos consórcios da Linha 5 (Lilás) do Metrô
    Por Felipe Rousselet, do SPressoSP

    O promotor Marcelo Mendroni apresentou denúncia junto ao Ministério Público paulista contra 14 executivos dos consórcios responsáveis pela construção da Linha 5 (lilás) do metrô. Mendroni apresentou a denúncia na última quarta-feira, 21, na 12ª Vara Criminal da Capital, por crimes contra a administração pública e a ordem econômica, com penas de quatro e cinco anos de prisão, respectivamente.

    Na época da licitação, o Metrô dividiu a construção da linha em oito lotes e escolheu separadamente as construtoras de cada um. Uma regra estabelecia que uma empresa vencedora de um dos lotes não poderia construir outro trecho licitado. A denúncia apresentada por Mendroni acusa os executivos de formação de cartel. As construtoras Camargo Corêa, Mendes Jr, Heleno&Fonseca, Carioca, OAS, Odebrecht, Queiroz Galvão e Consben teriam combinado os preços que apresentariam na licitação para a construção da linha, com custo estimado de R$ 8 bilhões.

    Para o promotor, os acusados se comunicavam e definiam que a empresa preestabelecida para vencer a licitação para determinado trecho apresentaria um preço abaixo do valor de referência, enquanto todas as demais apresentariam um valor acima. Segundo a denúncia, as empresas vencedoras apresentavam um valor minimamente mais baixo que o orçamento proposto pelo Metrô, uma vez que não precisariam se preocupar com as empresas concorrentes no processo licitatório.

    As suspeitas de formação de cartel na construção da Linha 5 (lilás) surgiram em 2010, quando o jornal Folha de S. Paulo declarou ter tido acesso aos resultados seis meses antes da divulgação dos vencedores da licitação. O jornal divulgou a denúncia uma semana após a abertura dos resultados através de um vídeo e um registro em cartório feitos em abril daquele ano. Após a denúncia, o Metrô realizou uma investigação interna, mas alegou não ter encontrado indícios de fraude e, portanto, deu continuidade às obras. Porém, o governador em exercício na época, Alberto Goldman, determinou a paralisação das obras dos trechos 3 a 8 até a conclusão da investigação aberta pela Corregedoria Geral de Administração.

    Em maio de 2011, o governador Geraldo Alckmin determinou a retomada das obras alegando “falta de elementos para invalidar o processo licitatório”. Entretanto, em novembro do ano passado a justiça paulista afastou o então presidente do Metrô, Sérgio Henrique Passos Avelleda, e mandou suspender os contratos para a construção da Linha 5 (lilás), devido às suspeitas de conluio. A juíza Simone Gomes Rodrigues Casoretti, da 9ª Vara da Fazenda Pública, afirmou que o afastamento de Avelleda se deu por “suas omissões dolosas, pois deixou de invalidar a licitação e/ou suspender as assinaturas dos contratos”. Mas, onze dias depois, a justiça suspendeu o afastamento de Avelleda e este reassumiu suas funções. O desembargador Márcio Franklin Nogueira, relator do caso, afirmou que “não há dúvida que são fortes os indícios de fraude no procedimento licitatório. Porém, com o devido respeito à culta magistrada de primeiro grau, são necessários mais que indícios para providência de tamanha gravidade como o afastamento do Presidente de companhia como a do Metrô”.

    A denúncia apresentada nesta semana não cita Avelleda e, por correr na esfera criminal, não impede a continuação das obras. A justiça ainda não analisou a denúncia até o presente momento. Somente após esta análise, os executivos podem ser considerados indiciados no processo. A assessoria de imprensa do Metrô afirmou ainda não ter sido notificada oficialmente sobre o caso.

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  7. DEPARTAMENTO DE POLÍCIA JUDICIÁRIA DE
    SÃO PAULO INTERIOR-DEINTER 6-SANTOS
    DELEGACIA SECCIONAL DE POLÍCIA
    DE JACUPIRANGA
    Extrato de Contrato
    Processo nº 92/11 – Contrato nº 003/2011 – U.G.E.180316
    – Prot.CJ.GS. 11.104/11 – Parecer Jurídico nº 3.324/2011 – Contratante: Delegacia Seccional de Polícia de Jacupiranga-SP.
    Contratada: Auto Posto de Serviços Jacupiranga Ltda. CNPJ:
    50.537.380/0001-76. Objeto: Aquisição de combustíveis automotivos gasolina comum e óleo diesel para uso de viaturas da
    Delegacia Seccional de Polícia de Jacupiranga/SP (Sede e Subsede) – Vigência: 01/01/2012 à 31/12/2012(inclusive). Valor Total:
    R$ 195.516,00 sendo: R$ 183.456,00 para gasolina comum e R$
    12.060,00 para óleo diesel. Preço Unitário: R$ 2,73 para gasolina
    comum e R$ 2,01 para óleo diesel. Classificação dos recursos:
    339030. Fundamento Legal: Artigo 24, Inciso V, da Lei Federal nº
    8666/93 e alterações posteriores. Data da Assinatura: 24/11/2011.
    Extrato de Contrato.
    Processo nº 94/11 – Contrato nº 004/2011 – U.G.E.180316
    – Prot.CJ.GS. 11.103/11 – Parecer Jurídico nº 3.353/2011 –
    Contratante: Delegacia Seccional de Polícia de JacupirangaSP. Contratada: Auto Posto Montana de Cajati Ltda. CNPJ:
    04.926.227/0001-13. Objeto: Aquisição de combustíveis automotivos álcool etílico hidratado e gasolina comum para uso
    de viaturas da Delegacia de Polícia de Cajati/SP. – Vigência:
    01/01/2012 à 31/12/2012(inclusive). Valor Total: R$ 74.355,00
    sendo: R$ 22.680,00 para álcool etílico hidratado e R$ 51.675,00
    para gasolina comum. Preço Unitário: R$ 1,89 para álcool etílico
    hidratado e R$ 2,65 para gasolina comum. Classificação dos
    recursos: 339030. Fundamento Legal: Artigo 24, Inciso V, da Lei
    Federal nº 8666/93 e alterações posteriores. Data da Assinatura:
    24/11/2011.

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  8. Acho que é melhor pagar RS2,64 e abastecer em qq lugar do que pagar RS2,64 e só poder abastecer em um local.Isto é gestão.

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  9. DEPARTAMENTO DE POLÍCIA JUDICIÁRIA DE
    SÃO PAULO INTERIOR-DEINTER 1-SÃO JOSÉ
    DOS CAMPOS
    DELEGACIA SECCIONAL DE POLÍCIA
    DE GUARATINGUETÁ
    Despachos da Delegada Seccional de Polícia, HOMOLOGANDO, o procedimento licitatório Pregão Eletrônico nº
    016/10, Processo nº 102/10, objetivando a contratação de posto
    fornecedor de combustível para abastecimento das viaturas da
    Polícia Civil no município de Guaratinguetá, no período de 01.01
    à 31.12.2011, tendo como licitantes vencedores Auto Posto Vip
    de Guaratinguetá, CNPJ: 05.073.919/0001-29 – Gasolina/R$ 2,64
    – Diesel/R$ 2,11 e Wimpy Santa Luzia Com. Combustível Ltda.,
    CNPJ: 09.285.260/0001-25 – Alcool/R$ 1,87. Convoque-se os
    adjudicatários, no prazo estabelecido no Edital, para assinatura
    do contrato.
    HOMOLOGANDO, o procedimento licitatório Pregão Eletrô-
    nico nº 017/10, Processo nº 101/10, objetivando a contratação
    de posto fornecedor de combustível para abastecimento das
    viaturas da Polícia Civil no município de Aparecida, no período
    de 01.01 à 31.12.2011, tendo como licitante vencedor Abtecimento e Peças Pit Stop Ltda., CNPJ: 59.660.886/0001-42 –
    Gasolina/R$ 2,63 – Alcool/R$ 1,85. Convoque-se o adjudicatário,
    no prazo estabelecido no Edital, para assinatura do contrato

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  10. Pingback: Sinais de corrupção no alto comando da Polícia Militar « Jornal Flit … | Vivo Media Group

  11. A coisa está tão escrachada que os coronéis da PMESP,não se contentam apenas em manipular a PM,agora fazem das Subprefeituras de SP os quarteis generais da corrupção,como estava acontecendo na feirinha da madrugada,o coronel responsavel foi exonerado,mais a metástase cancerígena do oficialato paulistano está se espalhando na política paulista,uma verdadeira formação de quadrilha armada,em prol de causas próprias,e contra o bem comum,diante desse sistema que pune e oprime os verdadeiros policiais.

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  12. E o Governador fica igual a santo de buteco´sabe das cagadas de Ferreira Pinto e nada faz, governador Geraldo Alckimin o senhor é um COVARDE !!!!!!!!

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  13. Nossa!!!!!!!!!!! R$ 18.700.000,00, ajuda heim!!!!!!

    Já vou prestar esse concurso para PM…

    Esses Irmãos Pajaro são demais, 148 ganhar na mega-sena, sócio do Carlinhos Cachoeira, Trabalho Escravo, e a PM faz contrato…. Vai esperar o q?

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  14. OLÁ DOUTOR ! A CADA DIA QUE PASSA MAIS FICO ENOJADA E MELHOR CONFORMADA SE EU POR ASSALTADA E ATÉ ASSASSINADA POR UM MELIANTE POBRE,DE RUA OU SEI-LA,POIS OS MAUS EXEMPLOS ESTÃO VINDO DE CIMA,SE ELES PODEM POR QUE UM CIDADÃO FERRADO NÃO PODERIA COMETER OS CRIMES QUE ELE ESCOLHESSE ,AFINAL OS DO COLARINHO BRANCO SÓ OS BACANAS OS DO SISTEMA PODIIIII!!

    AH,CADA VEZ MAIS VEJO QUE ESSA MERDA QUE FEDE TEM UMA LATRINA PROFUNDA QUE A CADA DIA CAI MERDA ENTRA MERDA SAI.

    PASSEI A ADMIRAR VOSSA PESSOA,VOSSA CORAGEM DE POSTAR OS PODRES DESSA CORJA,MAS SINTO QUE VOSSO PODER E DOS QUE SE ENOJAM SEJAM LIMITADOS PARA SE PODER FAZER ALGO!!

    A MAIORIA SE CAL SE OMITE !!

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  15. O MP DEVERIA DAR UMA OLHADA NOS CONTRATOS FEITOS PELO NOVO DETRAN / GESTÃO. COISAS DO OUTRO MUNDO, OU SERIA DESSE MESMO, ACONTESSEM NOS CONTRATOS SEM LICITAÇÃO. UMA LIXEIRA HEGOU A CUSTAR R$ 3400,00. EU VI A MESMA NA CALUNGA POR R$ 132,00. O POSTO DA ARICANDUVA É UM FOCO DE CORRUPÇÃO…… ACORDA PICOLÉ DE CHUCHU……. O PINTO VAI ENTRAR É NO SEU RABO……..

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  16. Valorização não é só a salarial,nos Estados Unidos essa semana um homem foi preso e sentenciado a 60 dias de prisão por usar indevidamente o serviço policial,após acionar o serviço da polícia ostenciva,e reletar que a esposa não queria deixa-lo usar o facebook,os policiais deram voz de prisão ao homem por usar o serviço de emergencia indevidamente,se fosse em SP,os policiais ainda ficariam presos se repreende-se o cidadão,os oficiais da PMESP acham lindo em afirmar que noventa por cento dos atendimentos são ¨SOCIAIS¨
    isso resume-se em apadrinhamento político,e cargos públicos para a cúpola da polícia,as delegacias ficam abarrotadas de filhos das putas,e o cidadão digno fica sem atendimento, pois as vtrs estão empenhadas com a escória da sociedade,são milhares de inqueritos infundados e o mal atendimento a população,pois todos os policiais sejam civis ou militares ficam de saco cheio com toda razão.

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  17. BIZÚ QUENTE !!!

    PMs da OPERAÇÃO DELEGADA vão fazer blitz no transito de São Paulo pra arrecadar mais; multando os munícipes.

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  18. ou o povo acaba com a pm ou vamos acordar todos de coturno um dia destes e com o hinario da pm no bolso também …e mais nada…

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  19. A melhor alternativa foi a aquisição desse serviço de cartão, apenas um exemplo, uma escolta de presos pela rodovia Castelo Branco para reabastecer as viaturas teria que andar diversos quilometros até chegar a um posto credenciado, agora é feito o reabastecimento em um posto a beira da rodovia, economizando tempo, combustível, minimizando riscos para a escolta. Outra vantagem é o atendimento que os policiais recebem nos postos de combustíveis principalmente para limpeza e manutenção da viatura.
    VIVA A PMESP a vanguarda das policias.

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