Polícia Civil, o Ministério Público Estadual e os advogados do Hopi Hari fizeram um acordo decretando sigilo à imprensa… ( NÃO É ACORDO…É ACERTO DESONESTO!…DELEGADO GERAL TAMBÉM DEVERIA POR FIM NESSE ENREDO ENCOMENDADO PARA ALIVIAR O PARQUE ASSASSINO ) 18

Depoimentos dos 5 operadores de brinquedo são divergentes

 

Não há consenso sobre quem chefiava setor do Hopi Hari onde garota se acidentou, diz delegado

Todos sabiam que a cadeira usada por jovem não deveria ser ocupada; supervisor depõe nesta semana

 

MARÍLIA ROCHA

 

 

ENVIADA ESPECIAL A VINHEDO

 

 

Após ouvir os cinco operadores que trabalhavam no brinquedo La Tour Eiffel no dia do acidente que matou uma adolescente no parque Hopi Hari, em Vinhedo (79 km de SP), a polícia ainda não sabe quem era o responsável pelo setor no qual a família da jovem se sentou.

Ontem, Edson da Silva, Luciana Ribeiro e Amanda Amador prestaram depoimento ao delegado Álvaro Santucci Noventa Júnior, responsável pelas investigações.

Os outros dois, Vitor Ígor de Oliveira e Marcos Antônio Leal, já haviam sido ouvidos.

De acordo com o delegado, Silva e Leal divergem sobre quem era o responsável pelo setor três, em que estava Gabriella Nichimura, 14, e familiares.

A garota caiu de cerca de 25 metros de altura depois de subir no brinquedo -conhecido como “elevador”- em uma cadeira que deveria estar bloqueada. O acidente ocorreu no dia 24.

FOTOGRAFIA

“Ainda vamos chegar à conclusão de quem era responsável. Uma fotografia deixa claro, mas dependo de outros trabalhos e oitivas”, afirmou o policial.

A dificuldade para confirmar quem estava no setor se deve, segundo Noventa Júnior, ao fato de os operadores se revezarem nas funções de catraca, controle de comandos e acompanhamento dos visitantes.

Todos, segundo ele, sabiam que a cadeira utilizada por Gabriella não deveria ser ocupada.

SUPERVISOR

Ainda de acordo com o delegado, os operadores do brinquedo afirmaram que o supervisor Lucas Martins foi avisado de que a trava da cadeira de Gabriella estava frouxa. Martins deve ser ouvido ainda nesta semana.

O delegado não quis dar mais informações. Ele alegou que a Polícia Civil, o Ministério Público Estadual e os advogados do parque fizeram um acordo para que outras informações sejam passadas à imprensa somente após a conclusão do inquérito.

O parque é controlado pela consultoria empresarial Íntegra Associados desde 2009.

Frase

 

“Ainda vamos chegar à conclusão de quem era responsável [pelo setor três do brinquedo La Tour Eiffel, no qual se sentaram Gabriella Nichimura, 14, e seus familiares]. Uma fotografia deixa claro, mas dependo ainda de outros trabalhos e oitivas”

ÁLVARO SANTUCCI NOVENTA JÚNIOR delegado responsável pelas investigações do acidente que vitimou a jovem no dia 24 de fevereiro no parque Hopi Hari, em Vinhedo

Um Comentário

  1. Nunca vi uma crise institucional desse tamanho…..Fico impressionado com atitudes de alguns Majuras !!!! É uma decepção enorme para quem dedicou 30 anos de vida a PC…

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  2. O dono do parque, que não é bobo, vai culpar os operadores. O mais fraco sempre se ferra.
    Por que o dono de um parque mantém uma cadeira quebrada durante anos e nem se quer tira do lugar??? Seria a ganância???

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  3. Onde fica o “LIMPE” a Legalidade, a Imparcialidade, a Moralidade, a PUBLICIDADE e a Eficiência, da administração pública. Já não basta o caso GRAZIELLY, que morreu atropelada por um jet sky, em Bertioga. Cada vez mais, fico envergonhado de pertencer a classe policial. Isto é uma vergonha.

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  4. ESTÃO C A G A N D O EM TODO O MEU AMADO ESTADO, ATÉ QUANDO? DEUS NÃO PERMITA QUE ISSO SE PROLONGUE, PELO AMOR AOS SEUS FILHOS, DÁ UM BASTA NISSO. MANDE LOGO ALGUNS DESSES VERMES PARA LATRINA!!!!

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  5. Vamos esperar o quê?

    REPRESENTANTES DO ESTADO
    MP denuncia policiais por extorsão mediante sequestro
    Por Eduardo Velozo Fuccia

    A cela da delegacia virou cativeiro. Sobre o homem mantido preso nela não recaía acusação alguma. Ao contrário, tratava-se de uma vítima de extorsão mediante sequestro. Essas subversões foram cometidas justamente por sete homens que representavam o Estado. Eles estavam investidos da função de policial civil para reprimir crimes em geral. Desviaram as suas condutas, de acordo com o Ministério Público, e viraram réus.

    Esse enredo mais parecido com o de filmes da máfia resume a denúncia oferecida pelos promotores André Luiz dos Santos, Cássio Roberto Conserino e Silvio de Cillo Leite Loubeh, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) — Núcleo de Santos. Nesta semana, a Justiça recebeu a acusação formal do Ministério Público. A ação tramita na 2ª Vara de São Vicente.

    A vítima possui loja de autopeças em Santos e mora em São Vicente. Valendo-se de informações privilegiadas decorrentes de investigações, oriundas inclusive de interceptações telefônicas das cidades de Caçapava e Caraguatatuba, os policiais a abordaram no dia 15 de fevereiro de 2005, logo após ela sair de casa. Como pretexto, como relataram os promotores na denúncia, os acusados alegaram possuir provas de sua ligação com o tráfico de drogas.

    Os policiais estavam armados, algemaram o comerciante e retornaram com ele até a residência, revistando-a sem mandado judicial. Apesar de nada de ilícito ser achado, o lojista foi sequestrado e levado à Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (Dise) de São José dos Campos, no Vale do Paraíba, onde atuavam seis dos réus, de acordo com a acusação feita pelo Ministério Público. O sétimo acusado era do Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado (Deic).

    Resgate
    Insistindo no discurso de que havia provas contra o lojista, os acusados o mantiveram incomunicável em uma cela da delegacia, liberando-o apenas no dia seguinte. A soltura foi condicionada ao pagamento da quantia de R$ 100 mil, que o comerciante alegou não possuir. Porém, devido ao receio de algo pior, a vítima ofereceu R$ 30 mil, sendo que R$ 10 mil obteria com a venda de sua moto e o restante sacaria no banco.

    Segundo a denúncia do MP, participaram da abordagem na Baixada Santista os policiais Roberto Sarmento de Figueiredo Lopes Júnior, Luiz Gustavo de Oliveira, Marcelo Raggasini Rocha, Flávio Tadeu Bastos de Oliveira e Accácio Rangel de França. Eles viajaram em dois carros: um Golf, que era produto de crime e estava depositado para Luiz Gustavo, e um Audi pertencente a Accácio.

    Posteriormente, esses acusados se encontraram na Dise com José Rubens de Rezende Filho, suspeito de exercer liderança sobre os demais. Na delegacia também chegou o denunciado Paulo Sérgio da Fonseca de Souza, único policial do Deic. A próxima etapa do grupo foi retornar com a vítima à Baixada Santista, a fim de receber os valores que ela aceitara pagar. Neste regresso ao Litoral, apenas Accácio não veio.

    Em 16 de fevereiro, conforme os promotores do Gaeco, o comerciante vendeu sua moto, repassando os R$ 10 mil recebidos aos réus. Cinco dias depois, ele sacou R$ 20 mil de uma agência bancária, em São Vicente, entregando o dinheiro aos acusados. Porém, em 29 de março do mesmo ano, os denunciados voltaram a pressionar o lojista, porque não receberam os R$ 100 mil exigidos inicialmente.

    Para isso, os policiais cumpriram mandado de busca e apreensão na residência dos sogros do lojista, impondo-lhe grande constrangimento. A partir daí, os agentes públicos foram formalmente acusados pela vítima e as suas condutas passaram a ser apuradas pela Corregedoria da Polícia Civil. Embora a denúncia só tenha sido recebida nesta semana, o processo contra eles já conta com seis volumes.

    Prova do sequestro
    As horas de cárcere privado da vítima dentro do xadrez da Dise de São José dos Campos ficaram comprovadas, segundo destacaram os representantes do MP, porque ela deixou propositalmente no local vestígios que depois foram detectados por peritos criminais.

    “Visando comprovar sua presença no local, a vítima escondeu pedaços de um chip de celular, o qual foi posteriormente encontrado pela Corregedoria da Polícia Civil e submetido a perícia”, relataram os membros do Gaeco.

    A situação dos policiais, que não mais integram a instituição, se complicou ainda mais porque Roberto e Luiz Gustavo elaboraram um relatório de investigação com informações falsas, no qual informavam que a vítima colaborava com eles espontaneamente com a indicação de traficantes e pontos de venda de drogas.

    O relatório foi elaborado com a finalidade de dar aspecto de legalidade à vinda dos réus a São Vicente em 15 de fevereiro de 2005, omitindo o sequestro com fins de extorsão da vítima e narrando que os policiais, na realidade, realizavam uma diligência oficial.

    Embora tenha sido colocada a data de 17 de fevereiro de 2005 no documento, ele apenas foi entregue ao delegado que na época trabalhava na Dise em 5 de julho, quando a Corregedoria já apurava o desvio de conduta dos agentes. Por esse motivo, Roberto e Luiz Gustavo foram denunciados por falsidade ideológica.

    Como os demais, esses acusados ainda responderão por extorsão mediante sequestro, que é crime hediondo, e formação de quadrilha. Entre as 11 testemunhas indicadas pelo MP para depor no processo estão o comerciante e dois delegados da Corregedoria.

    Fonte: Conjur…

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  6. o sipesp comunicará PREVIAMENTE seus sindicalizados sobre a assembléia que discutirá o indicativo de greve.
    faltam apenas seis dias úteis para o dia 13, data em que os estados deveriam convocar seus sindicalizados para deliberarem se aderiam ou não a proposta de operação padrão ou greve nacional.
    ao que parece são paulo não se manifestará a esse respeito.
    as associações e sindicatos devem ter ALGUMA BOA SURPRESA para os policiais civis.

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  7. quanto mais o advogado e a direção do parque, acusar os operadores,mais fácil fica para a família da adolescente vitimada, no processo cível.

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  8. Fica assim , relatório falso do tira, e no final , o chefe dos tiras e o delegado não sabiam disso !!! tá na hora de delegado sentar no banco também, o não sei de nada só serve pro Lula.

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  9. Boa noite senhores,

    O Post me faz vislumbrar como pessoa otimista que sou, que os responsáveis pela fase inquisitiva e pela ação judicial criminal estão preocupados em terminar o trabalho com isenção e com valor de juízo. PORÉM ME PREOCUPA O FATO DESSA ISENÇÃO E VALOR DE JUÍZO NÃO SEREM PROCURADOS “AS CLARAS”, E, COM A PRESSÃO DA MÍDIA EM DESFAVOR. AFINAL, PENSO EU, HOMBRIDADE SE DEMONSTRA DE CARA LIMPA E NÃO VELADAMENTE.
    Abraços

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  10. o titular de Vinhedo, Álvaro Santucci Noventa Júnior, TEM PASSAPORTE FAMILIAR…COMO VINHEDO É UMA CIDADE MARAVILHOSA COM DELEGACIAS LINDAS…PRECISAM CONHECER A SECCIONAL….UM TELÃO DE 1A-AGUA MINERAL ( torneiral é vocês da capitarrrrrrrrr) CAFÉ SEMPRE FRESQUINHO SERVIDO A CADA DUAS HORAS…..NADA MELHOR QUE TRABALHAR EM DP DE 1o MUNDO kkkkkkkkkkkkkkk

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  11. O M.P. DE TAUBATÉ ANDA REALMENTE DESINFORMADO QUANTO A SITUAÇÃO DE CALAMIDADE QUE VIVE A NOSSA POLÍCIA CIVIL; ESTAMOS DENUNCIANDO O GOVERNO DO PSDB DESDE 2008 , POR SUCATEAMENTO DA POLÍCIA CIVIL E O BAIXO SALÁRIO DOS POLICIAIS, POUCOS DO M.P. TEM DADO ATENÇÃO ÁS NOSSAS RECLAMAÇÕES E POUCOS SÃO SOLIDÁRIOS, MAS NINGUÉM TEM CORAGEM DE TOMAR MEDIDAS CONTRA O GOVERNO, ESSA É A MAIS PURA VERDADE. TODO MUNDO SABE QUE A POLÍCIA CIVIL DO ESTADO DE SP É A 2ª MAIS MAU PAGA DO PAÍS; TODO MUNDO SABE QUE Á MUITOS ANOS NÃO ABRE CONCURSOS PARA POLÍCIA CIVIL DE SP; TODO MUNDO SABE QUE A POLÍCIA CIVIL ENVELHECEU, QUASE A METADE DO QUADRO DE FUNCIONÁRIOS ENCONTRAM-SE APTOS Á APOSENTADORIAS; TODO MUNDO SABE QUE AS CONDIÇÕES DE TRABALHO SÃO PÉSSIMAS, DESDE COLETES VENCIDOS, FALTA DE MUNIÇÃO, ARMAS ANTIGAS E VELHAS, VIATURAS CAINDO OS PEDAÇOS, PRÉDIOS RUINS ETC……..ME ADMIRO MUITO O M.P. DE TAUBATÉ NÃO SABER DISSO E SOLICITAR INFORMAÇÕES DESSA NATUREZA, SERÁ QUE LÁ NÃO É REALIZADO CORREIÇÕES PERIÓDICAS PELO M.P.? TANTO TAUBATÉ COMO O ESTADO DE SÃO PAULO INTEIRO, A POLÍCIA CIVIL ESTÁ FALIDA FAZ MUITOS ANOS SENHORES!!!! SE OS SENHORES DO M.P. PERGUNTAREM PARA OS DELEGADOS QUE OCUPAM CARGOS DE CONFIANÇA, POUCOS TERIAM CORAGEM DE RELATAR A VERDADE DO CAOS QUE NOS ENCONTRAMOS, MAS SE PERGUNTAREM PARA OS OPERACIONAIS E MANTÊ-LOS EM SIGILO, OS SENHORES TERÃO O VERDADEIRO MAPA DA POLÍCIA CIVIL PAULISTA……..NO INTERIOR PAULISTA A POLÍCIA CIVIL AINDA MANTÉM AS PORTAS DAS DELEGACIAS ABERTAS COM AJUDA DAS PREFEITURAS E ASSOCIAÇÕES DE DESPACHANTES, POIS SÃO ELES QUE CEDEM FUNCIONÁRIOS PARA AS DELEGACIAS, SE NÃO FOSSE ISSO JÁ HAVERIA FECHADO INÚMERAS DELEGACIAS DE POLÍCIA. SABE SENHORES DO M.P., COM TODO RESPEITO, OS SENHORES DEVERIAM PERGUNTAR AO GOVERNADOR GERALDO ALCKIMIM DO PSDB A RAZÃO DA FALTA DE INVESTIMENTOS NA POLÍCIA CIVIL E PORQUE ELE MANTÉM O BAIXO SALÁRIO AOS SERVIDORES PÚBLICOS E AINDA PERGUNTAR A ELE SE A SOCIEDADE TEM CULPA QUE ELE NÃO GOSTA DE POLÍCIA CIVIL !

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