Domingo, 12 de dezembro de 2010 – 09h48
Estatística
Inquéritos por intolerância racial lideram casos em delegacia especializada de São Paulo
G1
No gabinete da delegada Margarette Barreto, titular da Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância de São Paulo (Decradi), não param de chegar casos motivados pelo o que ela chama de “intolerância”. São agressões a homossexuais, negros, judeus, envolvendo torcedores rivais ou gangues.
A história do promotor de crédito bancário Luiz Fernando Pereira Guedes, atacado a pauladas na Avenida Paulista em maio deste ano, poderia estar lá se ele tivesse feito a denúncia. Por ser negro, o rapaz, de 30 anos, acha que foi vítima de racismo. Esse tipo de crime lidera a estatística na delegacia, diz Margarette.
“Os casos são subnotificados porque, geralmente, a vítima não quer exposição. Existem cifras negras. Às vezes, a família não conhece a orientação sexual da pessoa”, diz a delegada, referindo-se aos gays que levam surras na rua. Foram pelo menos seis ataques nos últimos meses, com oito vítimas. Todos nos arredores da Avenida Paulista. “Geralmente, são crimes de gangue, praticados por rapazes de 16 a 25 anos. Nesses crimes de ódio, as pessoas gostam de bater para causar sofrimento”, explicou.
Margarette disse não ter números, mas percentuais de casos que foram parar na Decradi entre janeiro e novembro de 2010. Inquéritos por intolerância racial/ étnica, onde caberia o caso de Guedes, estão no topo da lista, correspondendo a 29,91% dos registros. Em seguida, vêm os inquéritos abertos por outros motivos (21,34%), como perda de documentos (situações que acabam indo parar na delegacia e não deveriam), e em terceiro os abertos por intolerância à orientação sexual (19.65%). Nestes, se encaixam os episódios de agressão a homossexuais.
Será que eu entendi? Eles instauram inquerito de extravio de documentos?
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O pior dos preconceitos é aquele que se nega,este país
é intolerante,os demais países também o são.Em nome sei lá do que vivemos no faz de conta de que todos são filhos
de Deus, todos somos irmãos,todos somos iguais perante as maledettas(Nostradamus, me socorra)leis.
Mentira,há intolerância , é crime, tem que ser punido,mesmo os mais “velados”,como por exemplo o dos governadores do PSDB contra o funcionalismo.
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Governadores do PSDB,neste estado de S.paulo, os demais não sei.
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E.T.Governadores do PSDB,neste estado de S.paulo, os demais não sei.
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Escriba, você tem senso de humor,rsss
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Devemos então começar punindo muitos policiais. Boa parte deles abordam mais negros que brancos. Se analisarmos as estatísticas veremos que para cada 10 abordados pelo menos 07 são negros ou mulatos.
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Lucinha,
Discordo,já que 70% da população é composta por pessoas ditas mulatas(parda)e não de negros, assim como poderia ser diferente?
Que há preconceito,concordo, mas não pela cor da pele e sim pelo status social.
Segundo o último senso,negros são raros,assim como os brancos.
Nosso país é de mestiços na sua grande maioria.
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foi registrar um BO contra o DPME por intolerância a funcionários públicos convalescentes.
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sou descendente de negro,de judeu e sou funcionário público, então sou vítima de intolerância, inclusive do DPME.
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negro e judeu ?????? essa é de ver para crer rs rs :lol: :lol:
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não sou negro, meu avó materno era negro, judeu por parte do meu pai,
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Ahhh, se for pra puxar a minha árvore genealógica também, eu tenho um pouco de tudo. rsrsrsrs
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então adão porque só homossexuais podem ter privilégios e quando agredidos dizem que o motivo é homofobia e quando espacam o negro, o velho a criança, a mulher ou qualquer outra pessoa é apenas mais uma agressão. obs: o povo brasileiro em sua maioria são uma mistura de raças, agora puxar a árvore eu vou até os meus avós, o resto eu desconheço.
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VOCÊ É BRANCO? CUIDE-SE!
Marcadores: Opinião
Hoje, tenho eu a impressão de que o ‘cidadão comum e branco’ é agressivamente discriminado pelas autoridades e pela legislação infraconstitucional , a favor de outros cidadãos, desde que sejam índios, afrodescendentes, homossexuais ou se auto-declarem pertencentes a minorias submetidas a possíveis preconceitos.
Assim é que, se um branco, um índio ou um afrodescendente tiverem a mesma nota em um vestibular, pouco acima da linha de corte para ingresso nas Universidades e as vagas forem limitadas, o branco será excluído, de imediato, a favor de um deles. Em igualdade de condições, o branco é um cidadão inferior e deve ser discriminado, apesar da Lei Maior.
Os índios, que pela Constituição (art. 231) só deveriam ter direito às terras que ocupassem em 5 de outubro de 1988, por lei infraconstitucional passaram a ter direito a terras que ocuparam no passado. Menos de meio milhão de índios brasileiros – não contando os argentinos, bolivianos, paraguaios, uruguaios que pretendem ser beneficiados também – passaram a ser donos de 15% do território nacional, enquanto os outros 183 milhões de habitantes dispõem apenas de 85% dele. Nesta exegese equivocada da Lei Suprema, todos os brasileiros não índios foram discriminados.
Aos ‘quilombolas’ , que deveriam ser apenas os descendentes dos participantes de quilombos, e não os afrodescendentes, em geral, que vivem em torno daquelas antigas comunidades, tem sido destinada, também, parcela de território consideravelmente maior do que a Constituição permite (art. 68 ADCT), em clara discriminação ao cidadão que não se enquadra nesse conceito.
Os homossexuais obtiveram, do Presidente Lula e da Ministra Dilma Roussef, o direito de ter um congresso financiado por dinheiro público, para realçar as suas tendências, algo que um cidadão comum jamais conseguiria.
Os invasores de terras (MST e outros movimentos congêneres), que violentam, diariamente, a Constituição, vão passar a ter aposentadoria, num reconhecimento explícito de que o governo considera, mais que legítima, meritória a conduta consistente em agredir o direito.
Trata-se de clara discriminação em relação ao cidadão comum, desempregado, que não tem este ‘privilégio’, porque cumpre a lei.Desertores e assassinos, que, no passado, participaram da guerrilha, garantem a seus descendentes polpudas indenizações, pagas pelos contribuintes brasileiros.
Está, hoje, em torno de 4 bilhões de reais o que é retirado dos pagadores de tributos para ‘ressarcir’ àqueles que resolveram pegar em armas contra o governo militar ou se disseram perseguidos.E são tantas as discriminações, que é de se perguntar: de que vale o inciso IV do art. 3º da Lei Suprema?Como modesto advogado, cidadão comum e branco, sinto-me discriminado e cada vez com menos espaço, nesta terra de castas e privilégios.
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A começar pelo RDO (preto)
Preto é cor.
Negro é raça.
O pior de tudo é que somos somente numero, amarrados pelo pescoço e muito obedientes.
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