TEMPOS BICUDOS – Depois de se envolver em grave acidente de trânsito delegado é exonerado do cargo de Seccional 38

Autor: Ano Novo - newsintheworld

Novo delegado assume seccional de Piracicaba no lugar de Roberto José Daher

A Delegacia Seccional de Piracicaba está sob o comando de um novo delegado titular.

O cargo passou a ser ocupado por João Sérgio Marques Batista, que assumiu a função substituindo Roberto José Daher, delegado de classe especial.

A exoneração e nomeação do novo seccional por portarias do Delegado Geral  foram publicadas no Diário Oficial do Estado de São Paulo do dia 17 do corrente.

O novo seccional é servidor público há 38 anos e há 27 é delegado de polícia, figurando na 1ª classe da carreira.

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Novo seccional e diretor do Deinter-9 em coletiva de imprensa (Foto: M. Germano/JP)

Ele retorna a Piracicaba onde trabalhou de 1980 a 1988.

Já trabalhou em Louveira, Santa Bárbara D’Oeste e mais recentemente atuava como assistente da Delegacia Seccional de Americana.

Não houve solenidade de posse e sim um ato informal no prédio onde funcionam o Deinter-9 (Departamento de Polícia Judiciária do Interior) e Delegacia Seccional de Piracicaba.

“Espero contribuir para o sucesso da administração da Polícia Civil na região. Pretendo dar prosseguimento aos trabalhos que já vinham sendo desenvolvidos nas nove cidades da seccional, que juntas somam cerca de 600 mil habitantes. Os indicadores da criminalidade são positivos, por isso só penso em imprimir a minha personalidade na rotina da Polícia Civil”, disse João Sérgio.

Durante a coletiva, o diretor do Deinter, Paulo Afonso Bicudo, fez questão de enfatizar que a troca no comando da Delegacia Seccional foi uma decisão de caráter administrativo que teve o consentimento do delegado substituído, Roberto José Daher.

“Tudo foi pensado para aprimorar os trabalhos da Polícia Civil e dar maior praticidade, inclusive à rotina dos profissionais. Esse ajuste foi oportuno e acontece próximo ao início do ano, o que funciona como um novo fôlego para todos”, afirmou.

Não obstante o discurso de Bicudo, as conversas nos bastidores indicam que o motivo para a exoneração de Daher – que já ocupou os cargos de Corregedor do DEINTER-9,  e Delegado Seccional de Limeira, Rio Claro , Americana e , desde o início do ano,  de Piracicaba  –  foi a negativa repercussão do acidente de transito para o qual supostamente teria concorrido, culposamente,  no mês de outubro.

Sendo que familiares das vítimas propalam suspeitas sobre os trabalhos policiais e ausência de perícia no local, bem como reclamaram da imediata liberação do veículo para o delegado. ( imagem abaixo )

Delegado Roberto José Daher

Acidente com delegado deixa 3 feridos

Cidades

Autor: LEON BOTÃO SUMARÉ | – 26/10/2015-20h36 – Atualizado em 27/10/2015-00h56

Uma menina de 5 anos ficou gravemente ferida em um acidente na marginal da Rodovia Anhanguera (SP-330), em Sumaré, na manhã de anteontem. Ela estava em um carro com o pai e uma amiga da família, que também ficaram feridos. O veículo foi atingido na traseira por uma caminhonete que era guiada pelo delegado seccional de Piracicaba, Roberto José Daher, que não se feriu. A criança foi socorrida pelo helicóptero Águia da Polícia Militar.
Conforme informações da Polícia Civil, os veículos seguiam em direção a Campinas por volta das 10h20 quando, na altura do km 112, houve a colisão. O delegado, que já foi chefe da Seccional de Americana, relatou à polícia que seguia com uma caminhonete Ford Ranger quando o veículo que estava à frente, um Volkswagen Gol, reduziu bruscamente a velocidade. Ele disse que tentou frear, mas não conseguiu evitar a batida.
A Polícia Militar Rodoviária foi acionada, além do helicóptero Águia, e o Resgate do Corpo de Bombeiros. As vítimas não tiveram condições de dar sua versão do acidente no BO (Boletim de Ocorrência). O irmão do motorista, de 43 anos, disse ontem ao TODODIA que não conseguiu pegar detalhes do ocorrido com o irmão. “Ele me disse apenas que se lembra do impacto e depois de ser socorrido. Estamos evitando falar muito com ele para ele repousar”, disse.
Ainda conforme os dados do BO, a criança não estava em assento de segurança obrigatório para sua idade. O tio da vítima disse que não sabe se o carro possui o assento, mas informou que a menina usava o cinto de segurança. “Se não fosse o cinto ela teria sido arremessada para fora”, afirmou.
O delegado passou pelo exame do bafômetro e o resultado deu negativo para presença de álcool no sangue. As ligações no celular dele caíram na caixa postal ontem. Ele e a caminhonete foram liberados. O carro do motorista foi apreendido.
Até a tarde de ontem, o homem seguia internado no Hospital Estadual Sumaré em observação. Ele teve fraturas na bacia, mas não precisará passar por cirurgia. O estado dele era estável. A mulher que estava no carro teve um corte na cabeça e já havia recebido alta. A criança seguia internada sedada no HC (Hospital das Clínicas) da Unicamp.

Velocidade alta
Parentes da vítima passaram a tarde de domingo na frente do hospital a espera de notícias.

Um primo da garota que esteve no local do acidente acredita que a velocidade da caminhonete do delegado também tenha contribuído para a situação de gravidade.

“Não havia marca de frenagem na pista (…). Não precisa ser muito inteligente, não precisa ser perito para notar que uma pancada daquela ali é muito forte. Acima da velocidade com certeza estava (…). A gente fica inconsolável”, lamenta o primo Ronney da Silva.

 

Escrivã da Corregedoria presa por tráfico de cocaína , natural quando a própria Corregedoria Geral é suspeita de corrupção 62

Rota prende ex-policial do Denarc e escrivã da Corregepol com dez quilos de pasta de cocaína na zona norte de São Paulo

Uma policial civil, um ex-policial civil e um nigeriano foram presos na tarde desta quinta-feira (24) na Rua Mário Araújo, em Santana, na Zona Norte de São Paulo, por envolvimento com tráfico internacional de drogas, segundo a Polícia Militar. Com eles foram encontrados dez tijolos de pasta base cocaína e armamentos.
De acordo com a corporação, os suspeitos foram abordados por policiais da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar), grupo de elite da PM, por volta das 16h20. Eles conduziram os policiais a um local onde guardavam a droga, os armamentos e uma grande quantia em dinheiro, conforme apurou o SPTV.
Foram apreendidos, além da pasta base cocaína, um fuzil, uma pistola, um revólver calibre 38, uma réplica de pistola e munição. Não houve confronto. A prisão foi feita em flagrante.
Ainda segundo a PM, a policial civil detida trabalha como escrivã na Corregedoria. Já o ex-policial civil, teria trabalhado no Departamento de Investigações sobre Narcóticos (Denarc). O caso foi encaminhado à delegacia da Polícia Federal, na Lapa.
Corregedoria suspeita de corrupção
A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo anunciou nesta segunda-feira (21) a troca do atual corregedor da Polícia Civil, Nestor Sampaio Penteado Filho, pelo delegado Domingos de Paula Neto. O anúncio acontece em meio a uma investigação do Ministério Público de São Paulo sobre um suposto esquema de cobrança de propina por parte de agentes da Corregedoria de policiais que estavam na mira do departamento.
A investigação foi divulgada nesta segunda-feira pelo jornal “O Estado de S. Paulo”, que relata que um vídeo gravado por câmeras do Departamento de Investigações Criminais, o Deic, mostra uma suposta facilitação de fuga de investigadores que seriam presos.

corregedoria

Parabéns, hoje é o dia do Investigador de Polícia …A carreira mais usada e humilhada por falsos líderes 57

Sísifo Hoje é o dia do Investigador de Polícia. PARABÉNS. Esse blog ja foi melhor…É só rancor, inveja, disputas idiotas, e sono.

 

dia do investigador Hoje é nosso dia meus irmãos e irmãs “CARTEIRA PRETA”. Não nos deixemos dominar pelo desânimo e que a apatia fique bem longe de nós. Nos quadros policiais somos os únicos com formação técnica em INVESTIGAÇÃO POLICIAL. Parabéns para nós!

WAGNER NUNES LEITE GONCALVES

André Dahmer – aquele que sonhou ser presidente da ADPESP – tem aposentadoria cassada por fraudes nas licitações do DIPOL 25

Atos do Governador
SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA
Decretos de 22-12-2015
Aplicando:
a pena de cassação de aposentadoria, nos termos dos arts.
67, VII, 70, I, 74, II, 75, incs. II e XII, e 77, I, da LC 207-79, com as alte-
rações editadas pela LC 922-2002, e à vista do que consta do pro-
cesso DGP-3.893-12-SSP – vols. I ao VIII e apensos, a André Dahmer,
RG 8.415.929, Delegado de Polícia, aposentado, do Quadro da Secre-
taria da Segurança Pública. Defensores: Daniel Leon Bialski – OAB/
SP – 125.000; Massao Simonaka – OAB/SP – 18.940; Ricardo André
Simonaka; OAB/SP – 241.074; Thais Petinelli Fernandes – OAB/
SP – 314.897; Carlos Alberto Marchi de Queiroz – OAB/SP – 23.185.
a pena de demissão a bem do serviço público, nos
termos dos arts. 67, VI, 70, I, 74, II, e 75, II, da LC 207-79, com as
alterações editadas pela LC 922-2002, e à vista do que consta
no processo DGP-3.893-12-SSP – vols. I ao VIII e apensos, a
Luis Gustavo de Lima Pascoetto, RG 11.621.681, Delegado de
Polícia, efetivo, do Quadro da Secretaria da Segurança Pública.
Defensores: Daniel Leon Bialski – OAB/SP – 125.000; Massao
Simonaka – OAB/SP – 18.940; Ricardo André Simonaka – OAB/
SP – 241.074; Thais Petinelli Fernandes – OAB/SP – 314.897;
Carlos Alberto Marchi de Queiroz – OAB/SP – 23.185.
a pena de demissão a bem do serviço público, nos ter-
mos dos arts. 67, VI, 70, I, 74, II, e 75, incs. II e XII, da LC 207-79,
com as alterações editadas pela LC 922-2002, e à vista do que
consta no processo DGP-3.893-12-SSP – vols. I ao VIII e apensos,
a Tânia Flávia Nagashima Simonaka, RG 23.073.104, Delegado
de Polícia, efetivo, do Quadro da Secretaria da Segurança Públi-
ca. Defensores: Daniel Leon Bialski – OAB/SP – 125.000; Massao
Simonaka – OAB/SP – 18.940; Ricardo André Simonaka – OAB/
SP – 241.074; Thais Petinelli Fernandes – OAB/SP – 314.897;
Carlos Alberto Marchi de Queiroz – OAB/SP – 23.185.
DESPACHOS DO GOVERNADOR
DESPACHOS DO GOVERNADOR,
DE 22-12-2015
No processo administrativo DGP-3.893-12-SSP – vols. I ao
VIII (CC-126.390-15) c/aps. Cópia de Protocolo DIPOL-18-06
– vols. I ao III (CC-126.391-15) + Req. de 24-9-15 (CC-142.623-
15) + CC-135.648-15 + CC-133.247-15 + CC-147.069-15 +
CC-154.650-15 + CC-136.927-15 + CC-158.777-15, em que
são interessados André Dahmer e Outros: “À vista do apurado
no presente processo administrativo disciplinar, destacando-se
a manifestação do Secretário da Segurança Pública, o Parecer
35-2015 e a Cota 108-2015, ambos da Assessoria Jurídica do
Gabinete do Procurador Geral do Estado, julgo procedente a
acusação irrogada aos indiciados, aplicando, em decorrência,
aos Delegados de Polícia, o primeiro aposentado, todos do
Quadro da Secretaria da Segurança Pública:
a) André Dahmer, RG 8.415.929, a pena de cassação de
aposentadoria, com fundamento nos arts. 74, II, e 75, incs. II e
XII c.c. o art. 77, I, todos da LC 207-79;
b) Tânia Flávia Nagashima Simonaka, RG 23.073.104, a
pena de demissão a bem do serviço público com fundamento
nos arts. 74, II, e 75, incs. II e XII da LC 207-79; e
c) Luis Gustavo de Lima Pascoetto, RG 11.621.681, a pena
de demissão a bem do serviço público, com fulcro nos arts.
74, II, e 75, II, do mesmo diploma legal.” Defensores: Daniel
Leon Bialski – OAB/SP – 125.000; Massao Simonaka – OAB/
SP – 18.940; Ricardo André Simonaka – OAB/SP – 241.074; Thais
Petinelli Fernandes – OAB/SP – 314.897; Carlos Alberto Marchi
de Queiroz – OAB/SP – 23.185.”

A FARSA – Mais um delegado valoro$o ensinando o que é amar a Polícia Civil… E agora, Nestor Sampaio Penteado Filho ? 25

‘Mensalão’ de corregedor incluiria também bingos

23/12/201507h21

São Paulo – Além do “mensalão” pago por policiais corruptos à Corregedoria da Polícia Civil, em troca de proteção, o Ministério Público Estadual (MPE) investiga outro esquema de propina envolvendo corregedores e donos de casas de bingo da capital e outros jogos ilegais. O valor seria o mesmo do ‘mensalão’: R$ 50 mil.

As investigações dos promotores do Grupo Especial de Controle Externo da Polícia (Gecep) começaram em outubro do ano passado, após uma denúncia anônima informar que policiais da corregedoria recolhiam dinheiro de casas de bingo, a pedido da diretoria, e dividiam entre eles.

Os promotores pediram os nomes dos policiais à corregedoria, pois o número da viatura usada para buscar a suposta propina e o primeiro nome de cada um havia sido informado. Mas o departamento se negou, alegando que havia vários policiais homônimos trabalhando no departamento.

Os promotores do Gecep levantaram todas as ocorrências da corregedoria de apreensão de máquinas caça-níqueis, videobingo e demais jogos de azar e descobriram que dois policiais: um investigador e um carcereiro, cuja função é de vigiar presos, sempre aparecem na maioria dos casos. O fato foi considerado suspeito e, por meio dele, o Gecep obteve mais indícios sobre as denúncias.

A apuração também descobriu que os policiais atuavam na Divisão de Operações Especiais (DOP), da corregedoria, e identificaram a viatura que seria usada no esquema.

Farsa

A investigação analisou as queixas recebidas pelo Disque-Denúncia e encaminhadas à Corregedoria da Polícia Civil nos últimos quatro anos, em relação a jogos de azar. O que chamou a atenção dos promotores é que, em 2013, a Corregedoria da Polícia Civil não verificou nenhuma denúncia.

Então, o Gecep encaminhou ofício ao Disque-Denúncia e à Ouvidoria da Polícia, em 13 de março, pedindo explicações. Os órgãos repassaram os questionamento à corregedoria. Segundo os promotores, todas as denúncias não verificadas em 2013 passaram a constar como “respondidas” dois dias depois.

Em despacho, o promotor Antonio Bendito Pinto Junior, do Gecep, afirma que “ao que tudo indica, analisando o teor das denúncias, conclui-se que as cerca de 300 notícias foram apuradas basicamente em dois dias, nos dias 24 e 25 de março – os nossos ofícios requisitando informações aos respectivos órgãos foram recebidos no dia 13”.

O secretário da Segurança Pública Alexandre de Moraes disse, na segunda-feira, 21, que recebeu cópia de todas as investigações envolvendo suspeitas de participação de policiais da Corregedoria da Polícia Civil em esquemas de corrupção, incluindo os bingos e o “mensalão” pago por policiais corruptos.

Segundo Moraes, sete investigadores da Corregedoria foram identificados e acabaram afastados imediatamente de suas funções, incluindo o chefe deles, Waldir Tabach.

Moraes também disse que não há até agora indícios da participação do então diretor Nestor Sampaio Penteado Filho. Mesmo assim, ele foi afastado do cargo e está à disposição da Delegacia-Geral, sem função definida. A medida foi tomada para evitar constrangimento. “Não é razoável o chefe da equipe investigar a própria equipe.”

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

AEPESP ANULA Instrução Conjunta UCRH/SPPREV 03/2014 E JUIZ DETERMINA APOSENTADORIAS COM INTEGRALIDADE E PARIDADE NO MANDADO DE SEGURANÇA COLETIVO 14

Boa tarde Dr. Guerra,
Peço gentilmente que possa publicar em seu blog a matéria em anexo. Ambas retratam o momento que vivemos com mais uma conquista da AEPESP na Justiça.
Obrigado!
Horácio Garcia
Presidente da Associação dos Escrivães de Polícia do Estado de SP

Av. Cásper Líbero, 502 – 10º andar – Luz – Cep. 01033-000 – São Paulo – SP

Tel: (011) 3229-9014

“Sem o Escrivão a Polícia para”

CONQUISTA NO MANDADO DE SEGURANÇA COLETIVO

DISTRIBUIDO PELA AEPESP

AEPESP ANULA  Instrução Conjunta UCRH/SPPREV 03/2014 E JUIZ DETERMINA APOSENTADORIAS COM INTEGRALIDADE E PARIDADE NO MANDADO DE SEGURANÇA COLETIVO

SENTENÇA NO PROCESSO Nº. 1003455-69.2015.8.26.0053 DA 7ª Vara de Fazenda Pública – Foro Central – Fazenda Pública/Acidentes


Concedida a Segurança

POSTO ISSO, com fundamento no artigo 269, I, do Código de Processo Civil, julgo a presente ação procedente para conceder a segurança e declarar a ilegalidade da Instrução Conjunta UCRH/SPPREV 03/2014, determinando que os Escrivães de Polícia sócios da impetrante possam requerer e gozar o direito as aposentadorias com a integralidade e paridade, desde que tenham ingressado no serviço público antes da EC 41/03 e preencham os requisitos quanto ao tempo de serviço, conforme pleiteado em peça inaugural.
As autoridade impetradas vencidas arcarão com o pagamento das custas e despesas processuais.

Indevida condenação em honorários advocatícios (artigo 25, da Lei Federal nº 12.016 de 2009).

Expeçam-se ofícios para as autoridades impetradas com cópias desta sentença.
A despeito das alterações introduzidas pela Lei n.º 10.352/01, após interposições e processamento de eventuais recursos voluntários, subam os presentes autos ao Egrégio Tribunal de Justiça, com as nossas homenagens aos eminentes Desembargadores integrantes da Colenda Câmara de Direito Público, para o reexame necessário.

P. R. I. C.

Guilherme Santana era o “Cinquentinha” da Corregedoria, Nestor Sampaio é o “Cinquentão” 33

Corregedoria recebe ‘mensalão’ de policiais para evitar investigações

Por iG São Paulo

De acordo com “O Estado de S. Paulo”, policiais civis pagavam R$ 50 mil mensais para que funcionários do órgão informassem a delegacias sobre operações do MP e denúncias

Fachada da Corregedoria Geral da Polícia Civil, na rua da Consolação, em São Paulo
Eduardo Ferreira/Futura Press

Fachada da Corregedoria Geral da Polícia Civil, na rua da Consolação, em São Paulo

Até R$ 50 mil mensais pagos por policiais corruptos à Corregedoria da Polícia Civil para que fossem evitadas investigações contra eles e, ao mesmo tempo, para que recebessem informações privilegiadas a respeito de testemunhas de desvios dentro da corporação.

De acordo com reportagem do jornal “O Estado de São Paulo”, o ‘mensalão’ pago por policiais ao órgão da Secretaria de Segurança Pública (SSP) está com investigações avançadas por parte do Ministério Público. A principal prova da acusação é um vídeo de segurança no qual promotores de Justiça aparecem sendo enganados por policiais civis que facilitam a fuga de dois investigadores acusados de corrupção.

Com base no depoimento de um policial, a investigação afirma que corregedores vendiam proteção a quem deveriam investigar e prender por valores que chegavam a R$ 50 mil por mês. A SSP, que se pronunciaria sobre o caso em coletiva de imprensa na tarde desta segunda-feira (21), ainda não havia afastado nenhum profissional de suas funções até a publicação desta notícia.

O caso tem ligação com as prisões dos investigadores Mario Capalbo e Raphael Schiavinatto, da 3ª Delegacia de Investigações Gerais, ocorridas em novembro. Eles são acusados de exigir R$ 300 mil em propina de uma empresária para que ela não fosse investigada por irregularidades tributárias.

guilhermesantanaA partir da esquerda Delegados Jorge Miguel, Haroldo Ferreira, Manoel Aranha Peixe, Cyro Vidal, Guilherme Santana e Alvaro Luz Franco Sobrinho.

Guilherme Santana era conhecido pelo apelido de “Cinquentinha” , supostamente por ser conterrâneo e fisionomicamente parecido com um antigo jogador do Santa Cruz de Pernambuco que teve passagem pelo Corinthians . 

Nestor Sampaio  ficará conhecido como o Corregedor do “mensalão”…

É o Cinquentão  ( R$ 50.000,00 ) da Polícia Civil . 

Domingos assume a Corregedoria indicando homem de confiança como novo diretor do DECAP: o delegado Ismael Rodrigues 28

Novo diretor da Corregedoria fez carreira na divisão de homicídios

Após denúncia de caso de corrupção, secretário mudou comando da CorregedoriaAgência Estado

Secretário Alexandre de Moraes, nomeou novo diretorEduardo Enomoto/R7

A exemplo de seu antecessor, o novo diretor da Corregedoria da Polícia Civil, o delegado Domingos Paulo Neto, também tem a carreira marcada pelo trabalho no DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa) e pela atividade em torno da política de classe dos delegados.

Ambos trabalharam no começo dos anos 1990 no DHPP. E deixaram o departamento quando resolveram compor uma chapa de oposição ao então delegado-geral, Álvaro Luz Franco Pinto, para disputar a eleição para a Associação dos Delegados de Polícia. Foram derrotados. Domingos foi mandado para um plantão policial no Parque Santo Antônio, na zona sul, de onde saiu quando Mário Covas assumiu o governo do Estado, em 1995. Desde então, foi seccional de Santo Amaro, diretor do DHPP e do Departamento de Inteligência da Polícia Civil, quando novamente caiu em desgraça, na gestão de Ronaldo Marzagão (2007-2009) à frente da Secretaria da Segurança. Ficou no ostracismo até a posse de Antonio Ferreira Pinto na secretaria, que o fez delegado-geral.

Com o início da gestão de Geraldo Alckmin, em 2011, deixou o cargo — estava rompido com Ferreira Pinto. Voltou à política de classe e formou nova chapa de oposição ao governo para a associação. Acabou novamente derrotado. Quando Ferreira Pinto caiu, foi nomeado diretor do Decap (Departamento de Polícia Judiciária da Capital), onde ficou até agora. Ali, ele comandava 93 distritos policiais responsáveis pela investigação de crimes na cidade de São Paulo.

Em 2013, a CGA (Corregedoria Geral da Administração) investigou contratos de compra de equipamentos de informática e de carros pela Polícia Civil durante sua gestão. Na segunda-feira (21) a Secretaria da Segurança Pública informou que foi aberto processo disciplinar contra oito delegados. “Não houve qualquer participação do doutor Domingos”, diz a nota.

Avesso a entrevistas, Domingos foi um dos responsáveis pela investigação da morte do prefeito de Santo André Celso Daniel (PT) e concluiu que ele foi vítima de um crime comum. Na época — em 2002 — ele era o diretor do DHPP e foi um dos responsáveis por elaborar o plano de combate a homicídios do governo.

Foi no DHPP que o homem escolhido para substituí-lo no Decap — o delegado Ismael Rodrigues — trabalhou pela primeira vez com Domingos. Atualmente, Ismael era de novo seu subordinado — chefiava a Delegacia Seccional da zona norte da capital.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

INVESTIGADOR É O LARANJA – Nestor Sampaio iniciado na arte pela Drª Pagodeira ? Errado, ele é discípulo do Angerami! 18

Investigador tinha amplos poderes na corregedoria

Alexandre Hisayasu – O Estado de S. Paulo

22 Dezembro 2015 | 03h 00

Diretor determinara que Waldir Tabach fosse informado sobre todas as diligências das delegacias do órgão

O chefe dos investigadores da Corregedoria da Polícia Civil, Waldir Tabach, sempre teve amplos poderes dentro do departamento. Por determinação do diretor, Nestor Sampaio Penteado Filho, ele deveria ser avisado sobre todas as diligências de qualquer delegacia da corregedoria.

A medida , tomada logo no início da gestão de Penteado Filho, em 2013, desagradou vários delegados e investigadores que estavam havia vários anos na Corregedoria. Alguns, pediram transferência para outros departamentos.

Segundo as investigações dos promotores do Gecep (Grupo Especial de Controle Externo da Polícia), Tabach é suspeito de ser o mandante do ‘mensalão’ da corregedoria. E o fato de ele ser avisado sobre todas as investigações foi fator importante para aumentar as suspeitas contra ele.

Uma testemunha protegida afirmou, em depoimento ao Gecep, que o chefe dos investigadores cobraria R$ 50 mil por mês de delegacias para avisar policiais corruptos sobre operações e investigações. Ele não foi localizado para comentar as denúncias.

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João, não coloque a mão no fogo pelos outros! Você viu o que houve com o marido da Fabíola!

João, só uma pergunta: você acredita mesmo que o Doutor Nestor não sabia de nada? Os boatos à respeito derrubam sua teoria sobre o caráter ilibado desse senhor. Notícias dão conta que ele teria sido iniciado na arte da corrupção por atacado pela delegada pagodeira.

SINCOPOL – Decisão TJSP paridade integralidade 22

Caríssimo Roberto Guerra

Em anexo sentença e Acordão do TJSP que garante aposentadoria com integralidade e paridade para todos policiais civis
inclusive para mulheres policiais aos 25 anos de contribuição desde que 15 de atividade policial, Trata se de Ação Civil Publica
impetrada pelo SINCOPOL que tem sede em Marília, vale frisar que do ACORDÃO a fazenda ainda tem direito a recurso, mas segundo especialista a decisão dificilmente será revertida porque se alinha com jurisprudência do Supremo Tribunal Federal
mais detalhes no site www.sincopol.com.br
Obrigado
Celso
EMENTA

SERVIDOR ESTADUAL

Ação Civil Pública Policial Civil Aposentadoria

especial Integralidade e paridade remuneratória

Possibilidade:

A aposentadoria especial do policial civil deve

observar também a legislação nacional, além da

Constituição Federal e da lei estadual, assegurada a

integralidade e paridade remuneratórias, verificado

em cada caso o preenchimento dos requisitos legais

na oportunidade da execução.

JUROS

Art. 5o da Lei 11.960/09 Correção monetária

Inconstitucionalidade por arrastamento:

Diante da declaração de inconstitucionalidade

parcial por arrastamento do art. 5o da Lei no

11.960/09, a correção monetária se faz pelos índices

que prevaleceram na jurisprudência e estão

considerados na tabela prática do Tribunal de Justiça,

aplicável na atualização não modulada dos débitos

judiciais.

HONORÁRIOS

Verba honorária inadequada ao trabalho e tempo

exigidos do advogado.

—

Sindicato Regional dos Policiais Civis do Centroeste Paulista – SINCOPOL
CNPJ 54.716.725/0001-00  Reg MTE 24.000.004548/1991
Celso Jose Pereira
Presidente

 

Corregedoria da Polícia – Sai o Dr. Flácido e entra o Dr. Plácido…( Sobrará apenas para os bagrinhos; o MP não é de nada contra tubarões ) 69

Diretor da Corregedoria da Polícia Civil cai após denúncia de ‘mensalão’

Depois de três anos no cargo de Corregedor Geral , Nestor Sampaio Penteado Filho deixa direção do órgão; outras nove pessoas foram afastadas de cargos na Polícia Civil paulista.

R$ 50.000,00 por mês apenas do DEIC

nestor

SÃO PAULO – O secretário estadual de Segurança Pública, Alexandre de Moraes, convocou uma coletiva nesta segunda-feira, 21, e anunciou que o atual diretor da Corregedoria da Polícia Civil, delegado Nestor Sampaio Penteado Filho, foi afastado do cargo.

No lugar dele, vai assumir o delegado Domingos Paulo Neto, que atualmente é diretor Departamento de Polícia Judiciária da Capital (Decap).

Policial da DOP delata ao MP esquema de corrupção na Corregedoria Geral da Polícia Civil: R$ 50.000,00 apenas do DEIC…( Com essa grana qualquer um finge ser honesto sem enrubescer ) 92

dopCorregedoria da polícia é acusada de cobrar mensalão de corruptos

Segundo as investigações, o esquema de achaques de corregedores venderia proteção aos homens que eles deveriam investigar e prender

Correio Braziliense

Um vídeo em que promotores de Justiça são enganados por policiais civis a fim de permitir a fuga de dois investigadores acusados de corrupção é a principal prova do Ministério Público Estadual (MPE) no inquérito que investiga a existência de um “mensalão” pago por policiais corruptos à Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo. O secretário de Segurança Pública, Alexandre de Moraes, informou que pediu providências sobre os fatos à Delegacia Geral, na quarta-feira (16/12). Por enquanto, ninguém foi afastado.

Segundo as investigações, o esquema de achaques de corregedores venderia proteção aos homens que eles deveriam investigar e prender. É o que diz um policial que delatou o esquema. Em troca de até R$ 50 mil por mês informavam a delegacias o planejamento de operações do MPE e o recebimento de denúncias de vítimas de extorsão da banda podre da polícia.

O vídeo foi gravado pelas câmeras de segurança do Departamento de Investigações Criminais (Deic) e apreendido pelos promotores do Grupo Especial de Controle Externo da Polícia (Gecep) após suspeita de participação de policiais do departamento e da corregedoria na fuga dos agentes. O que foi flagrado pela análise das imagens.

Leia mais notícias em Brasil

No começo de novembro, a Justiça decretou a prisão dos investigadores Mario Capalbo e Raphael Schiavinatto por suspeita de exigir pagamento de propina de R$ 300 mil de uma empresária, dona de uma academia de ginástica na zona norte de São Paulo, para não investigá-la por supostas irregularidades tributárias. Eles trabalham na 3ª Delegacia de Investigações Gerais (DIG).

Ela procurou os promotores do Gecep e, orientada por eles, gravou a conversa em que os policiais pediram o dinheiro. Com base nas gravações, os dois tiveram a prisão decretada e o investigador Jorge Reed, também da 3ª DIG, passou a ser investigado por suspeita de participação no esquema.

Vídeo
Os promotores do Gecep foram ao Deic prender os policiais no dia 11 de novembro, às 16 horas. A Corregedoria da Polícia Civil foi chamada para acompanhar a operação. Antes da chegada deles no Deic, há uma grande movimentação dos investigadores da DIG. A suspeita do Gecep é que eles foram avisados pela corregedoria.

Quando os promotores chegaram ao Deic, Capalbo, Schiavinatto e Reed estavam na sala do delegado Luiz Longo, responsável pela 3ª DIG. Enquanto os promotores e os corregedores foram encaminhados para a sala do diretor do Deic, delegado Emygdio Machado Neto, os dois policiais que deveriam ser presos continuavam na sala do delegado Longo.

Em seguida, Longo saiu e foi até a sala do diretor do Deic atender os promotores. Nesse intervalo, Capalbo, Schiavinatto e Reed (que imaginava que seria preso também) fogem. Todos passam algumas vezes na frente do agente da Corregedoria Fabio Iezzi, que fica parado na porta do Deic.

Reed chega a cruzar com o chefe dos investigadores do Deic, Silvio Toyama, e faz um gesto de que está fugindo. Logo em seguida, promotores e corregedores descem. Acompanhados pelo delegado Longo, vão à sala dos investigadores e não encontram ninguém.

A reportagem procurou Longo e os demais policiais acusados, mas não os encontrou. Aos promotores, o delegado Longo disse que, naquele dia, viu os policiais acusados à tarde e não sabia se eles estavam no prédio quando o Gecep tentou cumprir os mandados de prisão.

Testemunha
Um policial civil é uma das principais peças da investigação feita pelo Ministério Público Estadual (MPE) sobre o suposto mensalão da Corregedoria da Polícia Civil. Testemunha sob proteção, ele foi ouvido em sigilo pelos promotores, em 1º de dezembro, e contou como o investigador Waldir Tabach, chefe dos investigadores da corregedoria, arrecadaria a propina das delegacias de São Paulo.

Ela afirma que “foi o chefe dos investigadores da Polícia Civil, Waldir Tabach, que informou ao chefe dos investigadores do Deic, Sr. Toyama, que o Gecep (Grupo Especial de Controle Externo da Polícia) e policiais da corregedoria estavam chegando no local para cumprir mandados de prisão”. A testemunha disse que Tabach receberia R$ 50 mil mensais só do Deic para mandar as informações e que falaria com Toyama por meio de celulares chamados “diretinhos” que ninguém sabe o número.

A reportagem pediu à Secretaria de Segurança Pública para entrevistar Tabach e o diretor da Corregedoria, delegado Nestor Sampaio Penteado Filho, mas não houve resposta. A assessoria do Deic também foi procurada, mas ninguém respondeu.

Suspeitas
Os promotores do Gecep encaminharam cópia de toda a investigação sobre as suspeitas de cobrança de propina da Corregedoria da Polícia Civil à Secretaria de Segurança Pública no começo do mês e pediram providências por parte da pasta. O Gecep também mandou cópias para a Promotoria de Defesa do Patrimônio Público, pois há suspeita de enriquecimento ilícito e improbidade administrativa praticada pelos policiais investigados.

Na parte cível, a investigação foi dividida em vários inquéritos Um será apenas para apurar os fatos ocorridos no Deic, que também serão anexados na investigação sobre o suposto mensalão da corregedoria. Outros supostos crimes praticados por outros departamentos, mas sempre relacionados com corrupção, também serão investigados pelos promotores do Patrimônio Público.

Histórico
Essa é a primeira vez que a Corregedoria da Polícia Civil é alvo de suspeitas. Durante a gestão de Ronaldo Marzagão na Secretaria da Segurança (2007-2009), decisões sobre processos administrativos contra policiais corruptos seriam vendidas por integrantes da cúpula da pasta para livrar a banda podre de punições. Foi por isso que o secretário Antonio Ferreira Pinto (2009-2012) fez com que o órgão deixasse de ser subordinado à Delegacia Geral de Polícia e pôs sob a responsabilidade de seu gabinete.

A decisão fez Ferreira Pinto ser alvo de espionagem por parte de policiais civis envolvidos em casos de corrupção. Em uma das ações, os investigados divulgaram imagens de câmeras de segurança de um shopping que mostravam o secretário se encontrando com um jornalista, dando a entender que ele estaria passando informações sigilosas.

Na época, a responsável pela Corregedoria era a delegada Maria Inês Valente. Ela saiu do cargo depois que imagens gravadas pela própria Corregedoria mostraram agentes tirando dinheiro supostamente escondido na calcinha de uma escrivã.

O caso foi arquivado pela Justiça, mas ganhou repercussão após a divulgação das imagens da ação dos policiais da Corregedoria, que foram consideradas arbitrárias pelos colegas. A corregedora entregou o cargo. Desde a queda de Ferreira Pinto, o delegado Nestor Sampaio Penteado Filho assumiu o órgão. Ele sempre foi considerado discreto nas ações do departamento.

Investigação
A Secretaria de Segurança Pública, por meio de nota, informou que o secretário Alexandre de Moraes tomou conhecimento do caso na quarta-feira, dia 16, durante reunião com os promotores do Gecep e pediu “imediata apuração por parte da Delegacia Geral de Polícia”.

A pasta não respondeu aos questionamentos feitos pela reportagem Não informou quais providências poderão ser tomadas em relação aos policiais do Deic e da Corregedoria da Polícia Civil suspeitos de dar fuga aos policiais Mario Capalbo e Raphael Schiavinatto, não disse como será ou se será investigado a existência de um suposto esquema de propina na Corregedoria. A reportagem pediu à assessoria entrevista com o diretor da Corregedoria, delegado Nestor Sampaio Penteado Filho, e também com o investigador chefe Waldir Tabach, mas o pedido não foi respondido.

Todos continuam trabalhando nos seus respectivos cargos normalmente. A assessoria da Secretaria de Segurança Pública também não informou qual a situação os investigadores Capalbo e Schiavinatto, se continuam presos ou se voltaram ao trabalho no Deic.

Em depoimento aos promotores, o delegado Luiz Longo afirmou que, no dia da fuga dos policiais pela porta da frente do Deic, não se lembrava quem eram os investigadores e “após uma breve reflexão, lembrou-se quem eram e que os havia visto, na parte da tarde, na delegacia, mas não sabia se estavam no prédio”.

O agente da Corregedoria Fabio Iezzi afirmou em depoimento que não estava preocupado em saber se havia uma saída pelos fundos, pois não conhece bem o Deic “e que não teria interesse” em beneficiar os policiais acusados de extorsão.

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