2010/05/14 at 16:05 – Otário da Silva Sauro
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CARO “CONTRA A GLOBO” AI VAI UM VÍDEO EM TUA HOMENAGEM…
PS: PIOR QUE TER PAIS HOMOSSEXUAIS, É TER PAIS LADRÕES…
2010/05/14 at 16:05 – Otário da Silva Sauro
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CARO “CONTRA A GLOBO” AI VAI UM VÍDEO EM TUA HOMENAGEM…
PS: PIOR QUE TER PAIS HOMOSSEXUAIS, É TER PAIS LADRÕES…
Oficial é suspeito de ter usado arma, viatura, colete e munição da PM em aula particular
Josmar Jozino, josmar.jozino@grupoestado.com.br
O major Dhaubian Braga Brauioto Barbosa, do 32º Batalhão da Polícia Militar, é suspeito de ter usado, no horário de serviço, armas, munição, viatura, pessoal e outros equipamentos do Estado para ministrar um curso particular de tiro. O Ministério Público Estadual (MPE) abriu inquérito para apurar as denúncias.
O Jornal da Tarde teve acesso a 36 fotografias com imagens do oficial dando instruções de tiros, num estande em Suzano, na Grande São Paulo. Os alunos, estranhos à corporação, seriam antigos funcionários da Prefeitura de uma cidade vizinha a Suzano e um tenente-coronel aposentado da Polícia Militar.
Uma das fotos mostra cinco caixas lotadas de munição de vários calibres. O material está sobre uma mesa. Em outra foto aparece o major Dhaubian manuseando armas ao lado dos antigos funcionários da Prefeitura. Há também imagens de pistola Glock, calibre 9 mm, pistola ponto 40. – armamento utilizado pelos policiais militares – e uma carabina, provavelmente de calibre 22.
Em outras fotos aparecem, sobre a mesa, coletes à prova de bala, com logotipo da Polícia Militar. Dois alunos usam o colete da PM. O terceiro aluno, o oficial aposentado da PM, aparece atirando com uma arma de longo alcance. À frente dele está a viatura Blazer, de prefixo 32026, do 32º Batalhão. O major Dhaubian é o subcomandante da unidade.
O oficial disse anteontem ao Jornal da Tarde que as fotos obtidas pela equipe de reportagem referem-se a um evento entre a PM e a Prefeitura da cidade vizinha. O major acrescentou ainda que existem procedimentos investigativos sobre o caso no Ministério Público e na Justiça Militar.
Dhaubian disse que conhece o autor das denúncias. O major afirmou, sem dar maiores detalhes, que o denunciante quer vingar-se dele. As denúncias foram feitas ao Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) de Guarulhos, na Grande São Paulo. A promotora Celeste Leite dos Santos, da 4ª Promotoria de Justiça de Suzano, foi designada para acompanhar o caso e instaurou um inquérito civil.
Segundo a promotora, o caso está na fase de investigação. Celeste disse que o major vai ser ouvido oportunamente. Afirmou ainda que enviou ofício ao Comando da Polícia Militar pedindo informações sobre o episódio.
A promotora acrescentou que só depois de colher todas provas e ouvir o major é que terá uma análise conclusiva do procedimento. Celeste explicou também que o caso poderá ter dois desfechos: Se houve autorização da PM para o curso de tiro, ela pedirá o arquivamento. Se for constatado a prática de ato de improbidade administrativa, ela irá propor a abertura de uma ação civil pública.
Informações
No ofício enviado ao Comando da Polícia Militar, a promotora pede, num prazo de 10 dias, informações sobre o nome, qualificação e local em que se encontram lotados os PMs que aparecem nas fotos. Ela também solicita o nome dos responsáveis pelas armas.
A promotora quer saber ainda o horário de trabalho dos PMs desde dezembro de 2009; se havia autorização para instrução de tiros com o uso de armas e munição da corporação e se foi instaurada sindicância e processo administrativo para apurar a responsabilidade dos envolvidos.
O Ministério Público pediu à Polícia Militar a identificação das armas e da munição, para saber se pertencem à corporação. E solicitou ainda apresentação de notas fiscais da munição adquirida pela PM em 2009 e 2010.
A PM informou ontem, por meio de seu Serviço de Comunicação Social, que a corporação também investiga o caso e que irá se manifestar ao Ministério Público Estadual no prazo estabelecido.
JORNAL A TRIBUNA DE SANTOS
Acontece hoje na Associação Comercial de Santos, às 15 horas, audiência pública para tratar dos crimes de maio de 2006.
O Ouvidor Nacional da Secretaria Especial de Direitos Humanos, Fermino Fechio, além de autoridades policiais, Ministério Público, movimento Mães de Maio, Defensoria Pública e Assembleia Legislativa participam da discussão.
RENATO SANTANA
ENVIADO A SÃO PAULO
O que uma assinatura pode significarparaumconjuntodepessoas? Para mães e familiares de vítimas de grupos de extermínio, mortos em maio de 2006, a fronteira entre a impunidade e a esperança. Ontem, na Praça do Patriarca, coração financeiro da Capital paulista, foi assinado o pedido para que os Crimes de Maio sejam investigados e julgados em âmbito federal. “Hoje (ontem) fez quatro anos da morte do meu filho. Depois de tanta dificuldade, estamos chegando em algum ponto”, disse entre lágrimas Edinalva Santos. As assinaturas das quatro mães, foram feitas em um ato público para lembrar os quatro anos de impunidade dos crimes e os 122 de abolição da escravatura. “O Estado Brasileiro foi constituído com base no racismo e nesses crimes. Jovens negros e pardos foram as maiorias das vítimas”. A opinião é de Douglas Belchior, dirigente da UNE afro, grupo que articula núcleos de atuação comunitária nas periferias. Para ele, a polícia faz o que o capitão do mato fazia nos tempos de escravidão: pegar negro fugido. O pedido chega hoje a Brasília. A Defensoria acrescentou dados do perito Ricardo Molina sobre as mortes. Também, um relatório da Ouvidoria da Polícia do Estado, de maio de 2006 até o final do ano passado. De um total de 81 homicídios, em 49 casos há participação de grupos de extermínio compostos por policiais. “Isso comprova que de lá para cá isso não acabou. Veja que é o reconhecimento de um órgão oficial”, disse o defensor público Antônio Maffezoli. Para Débora Maria da Silva, líder do movimento Mães de Maio, o estado não deu nenhuma satisfação para as famílias. “O colarinho branco rouba e o pobre é que é penalizado”. Para ela, cada jovem que for morto pelos grupos de extermínio, se tornará um filho do movimento.
BUSCA POR ISENÇÃO
A Ação dos Cristãos para Abolição da Tortura (Acati), juntamente com a Defensoria Pública, ONG Justiça Global e Associação de Mães e Familiares Vítimas da Violência, pedem a federalização dos processos. Gorete Marques, representando a entidade, disse esperar que o Procurador Geral da República acate o pedido, pois no âmbito estadual os processos não foram bem tratados. “Terá maior isenção porque não é possível os processos serem arquivados com tantas provas disponíveis e informações publicadas”, A Acati acompanha o caso desde outubro do ano passado. Se o pedido de federalização não for aceito,os processos seguirão para a Corte Interamericana de Direitos Humanos. Na praça, por todo canto era possível ver mães e familiares chorando e buscando forças entre si. Edinalva, uma das mais emocionadas, chegou a ser presa por oito dias. A polícia encontrou drogas em sua venda de pastel. Militante do movimento de mães, a Defensoria Pública acredita em retaliação. No ato de ontem, uma carta foi protocolada no Governo do Estado pedindo explicações sobre a violência policial contra os negros.
MOVIMENTO NACIONAL
Uma caravana com mães e familiares de vítimas do Rio de Janeiro participou do ato. Na bagagem, centenas de fotos de jovens mortos pela violência policial e de grupos de extermínio. Maristela dos Santos mora em Santa Tereza. Teve um irmão executado por policiais em abril do ano passado, no Morro da Coroa. No boletim de ocorrência, resistência seguida de morte. No entanto, o laudo cadavérico diz que o rapaz foi morto com um tiro na nuca e estava ajoelhado. “Desde então minha vida mudou. Passei a ser ameaçada e um outro irmão meu sofreu um atentado. Não saio mais à noite”, afirmou. No caso de Márcia Honorato, a vida passou a ser clandestina. Em 2005, ela testemunhou uma chacina em Nova Iguaçu. Vinte e nove mortos. Passou a organizar movimentos e a receber ameaças. Tornou-se a primeira protegida do Programa Nacional de Defensoria dos Direitos Humanos. “Hoje posso defender qualquer pessoa que tenha direitos violados. Recebo proteção e moro numa casa que nem meus filhos sabem onde fica”. Em São Paulo, Francisco Gomes ainda procura o filho desaparecido desde 16 de maio de 2006. No auge dos ataques, Paulo Alexandre Gomes saiu para encontrar a namorada e nunca mais voltou. Estava em liberdade condicional, mas comemorava o iminente fim dela, além do trabalho recém conquistado. “Saí procurando em todo lado e ainda tenho a esperança de encontrá-lo. Cheguei a ir falar com traficantes para saber se eles o mataram. Me disseram que quando matam deixam o corpo para a família enterrar. Só pode ter sido a polícia”, desabafou.
WALTER MELLO
Leitura rápida
Audiência
Entre as mães de vítimas da violência, estava Elza Pinheiro dos Santos. Seu filho foi espancado até a morte nos fundos da 13ª Delegacia de Polícia da Casa Verde, Zona Norte da Capital, no último dia 10 de abril. No mesmo terreno funciona a 1ª Companhia da Polícia Militar. O caso teve repercussão nacional. Eduardo discutia com dois outros rapazes quando uma ronda da PM os abordou. O rapaz, que trabalhava como entregador de água e botijão de gás, levou um soco no peito. Ao tentar se defender, levou um jato de spray de pimenta no rosto e muitos tapas. Foi levado para o distrito em uma viatura. Os outros dois rapazes em outra. “Só fui dar conta da ausência dele na segunda-feira. Achei que tivesse feito as pazes com a namorada porque estava muito entusiasmado com o aniversário da filha”, lembrou Elza. Com o irmão de Eduardo, foi até a delegacia. Nenhuma ocorrência registrada. Acharam o corpo do rapaz no Instituto Médico Legal (IML). O relatório dizia que Eduardo foi localizado numa rua em Santana, bairro que morava. Testemunhas, incluindo os dois garotos que estavam com Eduardo, garantiram que ele foi colocado dentro de uma viatura da PM. A história não bateu. Doze policiais envolvidos foram presos: uma tenente, um sargento e dez soldados, entre eles uma mulher. “Vim aqui hoje (ontem) para somar forças contra esses assassinatos”, disse a mãe. O irmão da vítima, Cláudio Roberto Pinheiro dos Santos, informou que a família aguarda o encerramento da investigação policial para adotar medidas jurídicas de reparação por parte do Estado.
Uma esperança contra a impunidade
Ato realizado na Capital, com a participação de familiares de vítimas de grupos de extermínio, pede investigação na esfera federal
As mães de jovens assassinados fizeram um protesto pacífico na praça, onde, entre lágrimas e apelos, foram coletadas assinaturas pedindo apuração dos Crimes de Maio
“Vim aqui para somar forças”
http://200.210.166.155/reader/zomm.asp?pg=atribuna_4152010/74717
sexta-feira, 14 de maio de 2010
| Marcos Martins |
Nesta semana, acompanhamos com espanto duas chacinas que ocorreram na Grande São Paulo, uma em São Bernardo do Campo e outra na região norte da capital. Só neste ano já ocorreram seis chacinas na região metropolitana, com total de 25 pessoas mortas.
A Polícia Militar tem problemas em sua corporação, sendo acusada de espancar e matar dois motoqueiros, contribuindo negativamente com o alto grau de violência no Estado. É preciso salientar que a PM não é composta em sua totalidade por homens violentos ou corruptos. A grande maioria dos policiais são pessoas de bem e tentam proteger o cidadão. No entanto, os investimentos, tanto no salário como na capacitação dos policiais da PM e da Civil, são os piores do Brasil.
Os salários foram reajustados em 6,5% a partir de novembro de 2008 e 6,5% a partir de agosto de 2009, propiciando uma greve dos policiais civis. A greve só terminou depois de uma lamentável guerra campal entre PMs e civis nas proximidades do Palácio dos Bandeirantes, ocorrida pela simples falta de diálogo do governo estadual com os policiais.
Diante do quadro, a inércia política do PSDB em modernizar os instrumentos de investigação e de prevenção continuam no mundo das ideias.
Como tem defendido o senador Aloizio Mercadante (PT), é preciso uma nova política de segurança em São Paulo em parceria com o governo federal. Os resultados da parceira da União com o Estado do Rio de Janeiro, por exemplo, na implantação das Unidades de Polícia Pacificadora, compravam que a violência diminuiu – os homicídios tiveram redução de 16,6% no Estado e, na capital, de 22,3%.
É preciso mudar. São Paulo não pode viver mais guiado pelo medo.
* Marcos Martins é deputado estadual pelo PT-SP
Edição do dia 14/05/2010
Corregedoria da Polícia Civil apura caso da mulher roubada em delegacia
Kleber Tomaz Do G1 SP
A Corregedoria da Polícia Civil apura a responsabilidade dos policiais do 1º Distrito Policial em Salto, a 108 km de São Paulo, que não teriam ajudado uma mulher que afirma ter sido assaltada dentro da própria delegacia no final da tarde de quinta-feira (13). Ela contou a TV TEM que foi ao plantão policial registrar queixa do seu celular que havia sido clonado, mas saiu de lá sem R$ 13,5 mil que estavam dentro de sua bolsa que foi roubada por dois criminosos que entraram no DP. Ela havia sacado a quantia no banco horas antes. A bolsa foi encontrada jogada na rua sem o dinheiro.
A mulher, que pediu para não ser identificada, disse ainda que dois escrivães que estavam no local viram tudo e ficaram estáticos sem fazer nada para impedir o crime. “Entrou um rapaz alto, forte dizendo ‘eu quero a bolsa’”, afirmou a mulher à reportagem. “O escrivão disse depois que não intercedeu porque achou que era uma briga de marido e mulher. Eu achei um absurdo”
De acordo com o que a assessoria de imprensa da Secretaria da Segurança Pública afirmou ao G1 nesta sexta-feira (14), “o delegado titular da 7ª Corregedoria Auxiliar de Sorocaba, Marcio Vieira Rodrigues, informou que já foi instaurado um inquérito policial para apurar todos os fatos relacionados à ocorrência.”
Todos os policiais que estavam na delegacia serão chamados a prestar esclarecimentos na corregedoria sobre o caso no âmbito administrativo da Polícia Civil. Não há informações se os agentes de segurança continuam trabalhando ou se foram afastados. Caso sejam considerados culpados por omissão de socorro, os policiais poderão ser punidos ou desligados. A secretaria informou que o 1º DP registrou um boletim de ocorrência sobre o roubo da bolsa na delegacia. O órgão não tinha informações se a queixa do celular clonado também havia sido feita.
Polícia procura criminosos
Ainda, segundo a assessoria da secretaria, o “delegado diretor do Departamento de Polícia Judiciária de SP Interior da região de Sorocaba (Deinter 7), Weldon Carlos da Costa, informou que a Polícia Civil realiza investigações para tentar prender ainda hoje (sexta-feira) os dois homens que teriam roubado a comerciante.”
Ela relatou que chegou a entrar em luta corporal com os assaltantes para tentar impedi-los de levar a bolsa. “Ele [assaltante] puxou a bolsa de um lado, eu puxei do outro. Eu arremessei a bolsa por cima do balcão, que passou por cima dos atendentes e caiu do lado de dentro. Ele [criminoso] subiu no balcão, pulou do lado de dentro, pegou a bolsa e eu pendurei nele”, afirmou a vítima.
“Como ele [assaltante] viu que não se livraria de mim de jeito nenhum, ele gritou para o comparsa dele: ‘atira nela’. Daí, eu soltei”, disse a mulher. Na confusão, machucou o braço, que precisou ser enfaixado e imobilizado.
Segundo a TV TEM, o delegado do 1º DP confirmou a história, mas não quis gravar entrevista. O G1 tentou falar com o delegado da delegacia onde ocorreu o fato, mas ninguém atendia aos telefonemas. A reportagem também não conseguiu localizar os escrivães do DP para comentar o assunto.
Devem estar pressionando (leia-se ameaçando) inlcusive o próprio Secretário.
Seria o caso do Secretário se impor e dizer, como de seu hábito: “não passem vontade, não passem vontade…”.
O problema é um só: Bandido é bandido, com ou sem farda, com ou sem distintivo, com ou sem diploma.
Se o Secretário está pedindo que a Polícia Civil prevarique, tal “pedido” indecoroso deve ser sumariamente ignorado.
No mais, é ir “pra cima”, investigar corretamente e responsabilizar quem deve ser responsabilizado.
Outra coisa: os críticos de sempre da Polícia Civil podem guardar suas insinuações de que os Delegados da Homicídios estariam com medo.
Em conversa com colegas do DHPP, não senti medo, nem recuo.
Senti a estupefação pela ousadia destes criminosos e a surpresa pela “amarelada” do Secretário.
Mas os Delegados que investigam eses homicídios estão trabalhando. E, trabalhando com a legislação ao alcance da mão. A legislação e todos os demais “instrumentos de trabalho” que devem ser mantidos, igualmente, ao alcance da mão.
Nos anos 70, deu-se um “jeito” para a então Divisão de Homicídios do DEIC não “precisar” esclarecer os casos do esquadrão da morte sem passar, por isso, atestado de incompetência: Alterou-se sua competência territorial (como os corpos eram desovados na grande SP, a Homicídios só se responsabilizava pela investigação na cidade de SP).
Espera-se que não ocorra, aogra, um novo “jeitinho”…
A investigação cabal e escorreita poderá ser, inclusive, a grande oportunidade para o hoje “Departamento” (DHPP) começar a fazer jus ao próprio “marketing” que criou em torno de si.
E, para se redimir, também, pelo fato de ter parido tantos “trastes” que alçaram a cúpula.
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Matéria Publicada em: 12/5/2010 às 14:12:01
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Delegado de Ribeirão é encontrado morto dentro de apartamento em Santos
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O delegado plantonista de Ribeirão Pires, Hélio Gomes Hotts, 41 anos, foi encontrado morto na noite de domingo dentro de seu apartamento em Santos no litoral paulista. A causa da morte foi diagnosticada como infarto.
De acordo com informações da Delegacia, o delegado, que trabalhava há cerca de dois anos no município, fez o seu último plantão de quarta para quinta-feira da última semana. Familiares de Hotts estranharam que ele não apareceu na casa da mãe no último domingo em que se comemorava o Dia das Mães e ligaram constantemente para a casa do policial, mas ninguém atendia aos chamados. Por volta das 22h do domingo, o pai da vítima resolveu ir até o apartamento do delegado. Foi necessário arrombar a porta e encontraram Hotts caído no chão com a televisão ligada. O médico assinou o óbito como infarto fuminante e acredita que ele tenha sofrido o infarto possivelmente no sábado a noite. O corpo foi velado e enterrado na cidade de Santos e colegas de trabalho de Ribeirão Pires e Santo André prestaram a última homenagem ao amigo. |
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a pedido, no DEINTER 6 – SANTOS, e designa a Delpolmun
de Guarujá, para sede de exercício do Dr. LUIZ RICARDO DE
LARA DIAS JUNIOR, RG. 24.545.033, Delegado de Polícia de 5ª
classe, padrão I, lotado na DGP, anteriormente classificado no
DEMACRO, com sede de exercício na Delpolmun de Mauá.(DGP-
3432-P)
a pedido, no DEMACRO, e designa a DelPOLMUN de Mauá,
para sede de exercício do Dr. HELIO GOMES HOTTS, RG.
17.599.358, Delegado de Polícia de 4ª classe, padrão II, lotado
na DGP, anteriormente classificado no DEINTER 6 – SANTOS, com
sede de exercício na Delpolmun de Guarujá.(DGP-3433-P)
HUMANIDADE com direito a remoção “extorquida”, inclusive!
A MISSA DE 7º DIA será realizada amanhã, 14 de maio, as 19 horas, na Igreja Coração de Maria, avenida Ana Costa 74 – Santos.
Jairo Ramos dos Santos integraria quadrilha de matadores de aluguel de São Paulo
Um ex-policial militar que foi expulso da corporação há dez anos confessou que agia como matador de aluguel. Ele admitiu que foi contratado para matar oito pessoas. Entre as vítimas, há policiais civis e empresários ligados a jogos ilegais. O Jornal da Record teve acesso ao seu depoimento e detalhes das investigações.
O ex-policial Jairo Ramos dos Santos prestou serviço de segurança a donos de bingos do ABC paulista. Mesmo com funcionamento proibido, as casas de jogos ilegais seguem funcionando, o que alimenta esquemas de corrupção e lavagem de dinheiro do crime organizado.
– Ele (Jairo) tinha treinamento dado pelo Estado, através da polícia, para ser útil à sociedade, e ele o utilizou para praticar crimes – disse o diretor do Demacro (Departamento de Polícia Judiciária da Macro São Paulo), Marcos Carneiro Lima.
A empresa de extermínio em que o ex-policial trabalhava possuía até uma tabela de preços. As mortes custariam entre R$ 7.000 e R$ 50.000, de acordo com a importância do alvo. Para matar policiais a quadrilha cobrava mais caro. Em caso de erros do assassino, o valor pago caia pela metade.
O ex-PM está ligado a vários crimes que ficaram conhecidos pela polícia e pela população, mas as investigações não descartam o envolvimento dele e dos comparsas em outros assassinatos.
vídeo:
| 4 | Réu | RITA DE CÁSSIA ALVES NIEPS |
| Tipo de Documento | Nº do Documento | UF | Órgão Expedidor | |
| Nº do Processo: 604.01.1999.016938-0 |
RG | 20547111-0 | SP |
| Qualificação da Parte | ||||
| Sexo Feminino Cidade/UF Sumaré/SP |
Cor da Pele Parda Nacionalidade Brasileira |
Estado Civil Casado Escolaridade 2º Grau |
Data de Nascimento 19/08/1967 Profissão Funcionário Público Estadual |
|
| Denúncia da Parte |
| Oferecida em 22/08/2005 |
Recebida em 06/12/2005 |
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| Artigo(s) Código Penal, 297, c.c. art. 29, ambos do CP |
Resoluções
De 11-5-2010
Aplicando:
à vista do apurado nos autos de Processo Administrativo
Disciplinar GS/670/07 – DETRAN/8.119.1/07, e nos termos dos
artigos 251, inciso IV, 252 e 260, inciso II, da Lei n.º 10.261, de
28 de outubro de 1.968, alterada pela Lei Complementar n.º
942, de 06 de junho de 2.003, a pena disciplinar de DISPENSA
a RITA DE CASSIA ALVES, RG nº 20.547.111, Oficial Administrativo,
em caráter temporário, padrão 1-B, Nível Intermediário, do
QSSP, classificada no DETRAN, em exercício na CIRETRAN de
Hortolândia, por infração ao disposto nos artigos 241, incisos III
e XIII e 256, inciso II, do mesmo dispositivo legal, c.c. artigo 35,
inciso IV, da Lei 500/74. Defensor: Dr. Pedro Alves Cabral – OAB/
SP nº 131.873
AMIGO DO DR. PHODAS
13 de maio de 2010 | 6h 26
Foto: Departamento de Segurança do Distrito de Haidian/Pequim, China – 20/02/2009
Apontado pela Polícia Federal como um dos chefes da máfia chinesa em São Paulo, Li Kwok Kwen, conhecido como Paulo Li, acompanhou o secretário nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior, em viagem oficial que fez a Pequim em fevereiro de 2009, a convite do governo da China.
Veja também
Tudo que foi publicado sobre o caso Tuma Júnior
Fontes ouvidas pelo Estado afirmaram que apenas Tuma Júnior era convidado do Ministério da Segurança da China e disseram desconhecer em que condição Paulo Li integrava a comitiva do secretário, que não viajou acompanhado de nenhum assessor do Ministério da Justiça.
Outra fonte confirmou que Li participou de almoço oferecido a Tuma Júnior por autoridades do Ministério da Segurança no dia 20 de fevereiro do ano passado.
O objetivo da viagem era discutir a cooperação nas áreas de combate ao crime organizado e lavagem de dinheiro, principalmente por meio da capacitação de pessoal. A ideia era ter um acordo que pudesse ser assinado durante a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à China, em maio de 2009. Porém as discussões não avançaram e a proposta de acordo foi abandonada.
Li foi preso em setembro, sete meses depois da viagem à China com Tuma Júnior. Interceptações de conversas telefônicas e de e-mails realizadas pela Polícia Federal (PF) em um período de seis meses indicaram que Li contrabandeava telefones celulares da China, adulterava os aparelhos com a colocação de marcas consagradas e os vendia por cerca de R$ 200 cada um. A PF estimou na época que o esquema movimentava R$ 1,2 milhão por mês.
Os laços entre Li e o secretário foram revelados pelo Estado na quarta-feira da semana passada, quando o jornal publicou trechos de diálogos entre ambos. Nas gravações telefônicas, feitas pela Polícia Federal com autorização judicial, os dois discutem a emissão de vistos para chineses em situação irregular no Brasil e o secretário chega a encomendar mercadorias.
Afastado. Anteontem, o ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, decidiu afastar por 30 dias Romeu Tuma Júnior da Secretaria. Informalmente, ele disse que resolveu “tirar férias” para se defender.
Naturalizado brasileiro, Li tem longa ligação com a família Tuma e trabalhou em campanhas do senador Romeu Tuma (PTB-SP). Dono de academia de kung fu no bairro da Liberdade, em São Paulo, Li deu aulas de artes marciais a policiais no período em que o senador foi superintendente da PF.
Li foi preso com 15 pessoas na Operação Wei Jin – que, em chinês, significa trazer mercadoria proibida. No ato da prisão, ligou para Tuma Jr., na frente dos policiais. Depois, o secretário pediu para ser ouvido na investigação da PF.
A assessoria de imprensa do Ministério da Justiça informou que “o secretário viajou a convite do governo chinês”. Sobre a viagem de Paulo Li, Tuma Júnior mandou dizer, por meio da assessoria, que “o jornal deve procurar o advogado do empresário”.
A SEMANA
Dia 5
‘Estado’ revela que investigação da PF liga Tuma Jr. a Paulo Li
Dia 6
Secretário nega envolvimento, mas não se explica
Dia 7
‘Estado’ publica relatório em que a PF coloca o secretário como suspeito de ter usado o prestígio do cargo para liberar mercadorias apreendidas
Dia 8
Novas escutas mostram Tuma Jr. tentando relaxar apreensão de US$ 160 mil em Guarulhos
Dia 10
Secretário diz que o caso foi encerrado no ano passado e voltou à tona por causa de seus ataques ao crimes organizado
Ontem
Ministro da Justiça afasta Tuma Jr. do cargo por 30 dias
13 de maio de 2010 | 8h 22
BRASÍLIA – A autorização do governo para a viagem do secretário nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior, à China foi publicada no Diário Oficial da União em17 de fevereiro do ano passado. De acordo com o despacho, Tuma Júnior iria “participar de reuniões de trabalho com autoridades chinesas, em Beijing, Shangai, Xian e Guangzhou, China, no período de 17 de fevereiro a 1.º de março de 2009, incluindo o trânsito, com ônus”.
Transparência
Segundo o Portal da Transparência, que divulga os gastos do governo, Tuma Júnior recebeu, nos últimos três anos, valores que chegam a R$ 110 mil em diárias de viagens que ele realizou.
Vários países
Por causa do cargo que ocupa, Tuma Júnior viajou para vários países, desde que assumiu a Secretaria Nacional de Justiça, em 2007. Ele – que é delegado de carreira da Polícia Civil de São Paulo – foi para os Estados Unidos, Suíça, Portugal, e países da América do Sul.
“Circula nos corredores do Palácio dos Bandeirantes, da Assembléia Legislativa e da Polícia Civil uma história macabra: delegados da Divisão de Homicídios do DHPP que investigam assassinatos na Zona Norte da Capital, incluindo aí chacinas, estão sendo vítimas de ameaças de policiais militares suspeitos de envolvimento nos crimes.
Fontes palacianas contaram a este blogueiro que a situação anda tensa na Secretaria da Segurança. O secretário da Segurança, ex-PM, estaria pressionando a turma do DHPP para deixe os pms em paz. E que a história não vaze para a imprensa.” ( Imbroglione )
http://blogdoimbroglione.wordpress.com/2010/05/12/pms-matadores-ameacam-delegados-em-sp/
ACREDITE SE QUISER.
Fonte: BOL
Assembleia Legislativa aprova aumento de salários da polícia de SP
12/05/2010 – 23h25 | da Folha Online
A Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou, na terça-feira (11), projeto de lei que aumenta o salário dos policiais civis, militares e científicos do Estado.
De acordo com a Secretaria da Segurança Pública (SSP), o aumento será de até 23,82%, caso dos soldados de 2ª classe da PM em cidades com até 200 mil habitantes. Agentes policiais, carcereiros, auxiliares de papiloscopistas e atendentes de necrotério de municípios com até 200 mil habitantes terão os vencimentos elevados em 20,98%.
Quando enviou o projeto para votação, o governo dizia atender duas reivindicações históricas dos policiais: a incorporação integral do Adicional por Local de Exercício (ALE) e a extinção dos menores ALE, que são pagos aos policiais que atuam em cidades com até 200 mil habitantes. O objetivo foi corrigir distorções administrativas, como o maior interesse dos funcionários em trabalhar em grandes cidades, com mais de 500 mil habitantes.
“O maior aumento é para o policial que está mais próximo da população, na ponta da linha, protegendo a sociedade e garantindo a segurança pública”, disse, na época, o secretário Antônio Ferreira Pinto.
De acordo com a SSP, a redução de três para dois níveis de ALE custará ao Estado R$ 236,6 milhões por ano –por mês, a lei implicará em aumento de despesa de R$ 17,7 milhões.
O projeto do governo estadual não sofreu alteração no conteúdo, e agora deve ter a sanção do governador.
Quando houve a apresentação do projeto, a Adpesp (associação dos delegados) o classificou de “esmola” e ameaçou entrar em greve, mas depois convocou apenas operação padrão.
a VERDADE SOBRE A GREVE DOS SERVIDORES …. Mídia manipula informações … distorce a realida …FAZ uma imagem deturpada do SERVIDOR PUBLICO…a quem interessa essa imagem errada do serviçlo público????
segu
http://servtjsp.blogspot.com/2010/05/o-estadao-e-greve-do-judiciario.html
nda-feira, 3 de maio de 2010
O “Estadão” e a greve do judiciário
Com relação à matéria “A greve dos servidores judiciais” publicada no jornal “O Estado de São Paulo” no último dia 30, julgo necessários alguns esclarecimentos. O texto, que se não estivesse estampado em um jornal de grande circulação, poderia ser confundido com um papo informal de botequim e não com o trabalho jornalístico de um profissional, visto que permeado de impressões de senso comum e vazio de dados e fatos concretos. O autor, da maneira como se expressa, induz o leitor a confundir reposição inflacionária com aumento real, o que não está na pauta de reivindicações. Ainda cita a suposta falta de água mineral e ar condicionado nos prédios – sabe-se lá de onde tirou estes itens, que não fazem parte da pauta de reivindicações. É mencionada ainda a falta de condições legais e orçamentárias para atender os pleitos, em razão da Lei de Responsabilidade Fiscal. Todavia não menciona que o TJ gasta menos de 4% do orçamento com pessoal, quando poderia gastar até o limite de 6% imposto pela LRF.
Com relação ao plano de cargos e carreira, antiga reivindicação, inclusive para se adequar à determinação constitucional, o Projeto de Lei dorme nos escaninhos da Assembléia Legislativa desde 2005, vítima da morosidade e falta de vontade dos deputados em aprová-lo, assim como o Projeto de Lei nº 479/2004, que concederia, se aprovado, reposição da inflação referente ao período de 2001 a 2004, mas tramita há mais de seis anos sem qualquer perspectiva de ser colocado na pauta de votação.
Outro item colocado é a possibilidade de um reajuste de 4,17%, como sendo o máximo que o Tribunal pode fazer, visto que tem outras “prioridades” como informatização e reforma de prédios deteriorados (sic). Mas se um projeto de igual teor, que repõe as perdas inflacionárias de quase dez anos atrás, não foi aprovado até agora – e provavelmente nunca vai ser colocado em votação – porque este novo projeto haveria de vingar? Além disso, é feita uma menção à única proposta concreta do TJ: negociar com o Banco do Brasil o restabelecimento do cheque especial e abertura de linha de crédito aos trabalhadores…
O autor ainda critica a falta de uma lei de greve como entrave para eventuais sanções aos grevistas, como se estes fossem criminosos, mas se “esquece” que quem infringe a Lei, neste caso, são as autoridades, que negam aos serventuários direitos elementares a qualquer trabalhador, como a reposição anual da inflação. Nesse sentido, é imperioso salientar que em 2009, segundo pesquisa do DIEESE feita junto a categorias da iniciativa privada, em 93% das negociações salariais houve ao menos a reposição da inflação, e em 80% dos casos houve aumento real de salário. E a greve, no caso do Judiciário paulista, não é uma atitude impensada, mas o último recurso depois de mais de dois anos de exaustivas tentativas de negociação, sem qualquer resposta, numa atitude de descaso e desrespeito. E a falta de regulamentação para a greve prejudica, na verdade, os servidores, que, ao contrário dos trabalhadores da iniciativa privada, se tornam reféns do próprio Poder Judiciário. Todavia, já existe decisão do Supremo Tribunal Federal regulamentando a situação, portanto a greve, repito, não é ilegal, mas o legítimo exercício de um direito constitucional.
O interessante é que o “Estadão” não demonstra o mesmo ímpeto quando se tratam de irregularidades dos “poderosos”, como, entre outros, o caso do “auxílio-voto” recebido irregularmente por magistrados, que pode até ser considerado como ato de improbidade administrativa e crime contra a ordem tributária!
Por fim, esclareço que enviei, dias antes da publicação da matéria supra citada, artigo ao “Estadão”, no qual esclarecia as reivindicações e informava acerca das tentativas frustradas de negociação. A resposta recebida? “O Estadão agradece a atenção, mas não vai publicar o artigo”. Além disso, quaisquer informações poderiam ser obtidas junto às entidades. Mas o autor preferiu tirar suas próprias conclusões e julgar, sob seu limitado ponto de vista, um movimento legal, legítimo e necessário.
Acima de tudo, o texto como apresentado afeta os mais elementares princípios do bom jornalismo. O autor deveria levar isso em conta antes de publicar um texto no qual presta um desserviço à população, que merece ser bem informada sobre assunto de seu vital interesse.
http://servtjsp.blogspot.com/2010/05/o-estadao-e-greve-do-judiciario.html
Ladrão furta 8 armas de delegacias
Invasão de imóvel que sedia unidades da Polícia Civil, em Itanhaém, aconteceu de madrugada após retirada dos miolos das fechaduras
Uma câmera fotográfica digital, pertencente à Polícia Civil, e um caderno apreendido de traficantes, contendo anotações, também foram levados
“Precisamos resgatar a dignidade da instituição, que foi violada”.
A frase é do delegado seccional de Itanhaém, Nathan Rosemblatt, que ontem à tarde montou força-tarefa envolvendo todos os policiais civis do município para esclarecer o crime e recuperar o material furtado. “Esperamos a conclusão do trabalho da perícia para nos reunir com os policiais e determinar o máximo empenho nas investigações. As folgas foram cortadas e elucidar o caso é ponto de honra”,acrescentou Rosemblatt. De acordo com o seccional, algumas pistas já foram levantadas pelos peritos, mas elas não foram reveladas para não prejudicar as investigações. Na opinião do delegado, a ousada ação criminosa foi direcionada aos armamentos, “porque havia objetos de valor que não foram furtados”. Entre esses objetos, o seccional citou computadores, outros aparelhos eletrônicos e a quantia de R$ 180,00 de um funcionário. Em relação ao caderno com anotações sobre a venda de drogas, Rosemblatt disse que “ainda não está bem positivada a sua subtração”.