Polícia Civil de Mato Grosso do Sul – Servir e Proteger…Policiais civis fazem palestra sobre Cerol

Policiais civis de Ribas do Rio Pardo fazem
palestra sobre Cerol
26/09/2011 | Sidnei Alberto

Ribas do Rio Pardo (MS) – Na missão institucional de servir e proteger,
no início do mês, policiais civis ministraram palestra no Centro de Referência
de Assistência Social – CRAS, sobre o tema “Pipa sem Cerol”. O presente
trabalho, voltado para o programa PROJOVEM foi executado pelo Escrivão de
Polícia João Júnior e o estagiário Pedro Henrique, com o apoio de todos os
policiais civis daquela localidade.


O
objetivo da palestra foi conscientizar os jovens para os perigos da utilização
da substância conhecida por cerol que é aderida as linhas das pipas e pandorgas,
transformando-as em armas altamente cortantes que tem ferido e matado muitas
pessoas.


A
Polícia Civil, em parceria com o CRAS tem proporcionado a aproximação da
população local com os problemas vivenciados na comunidade.

RIO GRANDE DO SUL – Policiais nível médio – que efetivam as atribuições dos de nível superior – sofrem discriminação salarial

Sargentos e Tenentes da Brigada
Militar realizam protesto em frente ao Palácio Piratini


17h57min



Mais de 200 policiais militares (PMs) de nível médio
realizaram, nesta quarta-feira, uma manifestação em frente ao Palácio Piratini,
na Praça da Matriz, em Porto Alegre, para pressionar o governo a conceder
aumento linear e não escalonado, como prevê o projeto de lei encaminhado à
Assembleia Legislativa. “Esperamos que o governo fique sensibilizado, após a
gente fazer esse ato, e que pare com esse aumento discriminado. Não que os
soldados não tenham importância, mas os sargentos e tenentes também têm”,
afirmou o presidente da Associação de Sargentos, Subtenentes e Tenentes da
Brigada Militar (ASSTBM), Aparício Santellano. Seguranças da Assembleia
Legislativa retiraram as faixas colocadas pelos policiais no acesso ao vestíbulo
nobre. A proibição resultou em protesto pelos PMs.

Santellano entregou
documento com as reivindicações ao presidente da Assembleia Legislativa, Adão
Villaverde, que se comprometeu a entregar a pauta ao governo do Estado. De
acordo com a proposta do governo, o reajuste sobre o vencimento básico se dará
em duas etapas, sendo a primeira parcela paga em outubro e, a segunda, em abril.
No caso do soldado, o reajuste acumulado será de 23,5%. Já o 1º tenente receberá
10,5%. Para o 3º sargento, o reajuste será de 18,15%. As funções intermediárias
receberão aumentos proporcionais, entre o maior e o menor índice.

“É
inadmissível que o governo faça uma proposta discriminatória dividindo os
servidores de nível médio. Até porque, 90% dos municípios gaúchos são comandados
por sargentos e tenentes da Brigada Militar”, afirmou Santellano.
Além dos
policiais militares de nível médio, outras categorias fazem movimentos no Estado
por aumento de salário. Agentes da Polícia Civil e servidores dos Correios, dos
bancos e da Justiça Federal estão paralisados hoje.

MATO GROSSO: Policiais civis recebem de comida estragada na Central de Flagrantes 2

Policiais civis reclamam de comida servida na Central de Flagrantes
28/09/2011 – 17h03

William Arruda

Da Redação

Policiais civis Plantão Metropolitano da Central de Flagrantes reclamaram da comida encaminhada no início da tarde de terça-feira (27) para o jantar, segundo eles oito marmitas vieram estragadas e os servidores acabaram não jantando no plantão passado.

Os profissionais de segurança esperam que a empresa fornecedora da alimentação, Brass Food resolva o problema.melhorando a qualidade da alimentação servida aos policiais civis.

O coordenador do Central Flagrantes de Cuiabá, delegado Waldeck Duarte Júnior, já tinha feito um ofício no final de agosto deste ano reclamando para a Diretoria da Polícia Civil relatando o fato.

Em nota a Polícia Judiciária Civil informou  que o contrato com empresa Bras Food, fornecedora de marmitas, é gerenciado pela Superintendência de Núcleo Sistêmico da Secretaria de Segurança Pública, que fornece alimentação para os plantões da Polícia Civil, CIOSP e Politec.

As reclamações referentes à qualidade do alimento fornecido são encaminhadas ao Núcleo, para que a empresa seja notificada. Porém, devido às frequentes queixas, a Polícia Civil vai propor junto ao Núcleo Sistêmico que seja realizada reunião conjunta com a empresa para discutir as reivindicações dos policiais, tanto na questão do cardápio, qualidade, horário de entrega, entre outras.

A Polícia Civil orienta aos policiais que oficialize a Diretoria de Execuções Estratégicas da PJC, logo que percebam que a marmita está estragada, para que as providências possam ser tomadas imediatamente.

Com relação aos tickets, a Polícia Civil entende que pode ser uma alternativa viável, mas precisa ser estudada, pois as delegacias atuam em sistema de plantão, principalmente as Centrais de Flagrantes do Planalto e Várzea Grande, e isso inviabiliza a saída do policial da unidade devido ao serviço emergencial.

BOICOTEM A COPA DO MUNDO E AS OLIMPÍADAS: Integração de forças de segurança é desafio para Copa 2014 11

Integração de forças de segurança é desafio para Copa 2014
28 de setembro
de 2011 20h04 atualizado às 20h31 

O principal desafio do Brasil para garantir a segurança dos torcedores e
delegações para a Copa do Mundo de 2014 é a integração das diferentes
corporações de polícia e outros órgãos que estarão envolvidos com o evento no
país, segundo o secretário extraordinário para grandes eventos do Ministério da
Justiça, José Ricardo Botelho. Ainda sem um orçamento detalhado sobre quanto o
governo gastará para garantir a segurança no Mundial, Botelho explicou à Reuters
na quarta-feira os planos do governo para o setor.

O plano estratégico do governo prevê criar 12 Centros de Comando e Controle,
um em cada cidade-sede da Copa, e mais dois que fariam a coordenação nacional da
segurança pública, sendo o principal em Brasília e um outro no Rio de Janeiro.
“Esse é um dos grandes legados que queremos que fique (após a Copa). Aí dentro
(do Centro) vão estar todas as instituições de segurança públicas, os
representantes das instituições. Todos aqueles que possam direta ou
indiretamente ajudar na segurança pública”, disse o secretário.

Além de agentes das polícias federal, militar, civil, do corpo de bombeiros,
dos serviços de atendimento móvel de urgência (Samu), os centros também terão
representantes dos direitos humanos, da vigilância sanitária, da área de
energia, entre outros setores.

Esses centros é que vão comandar as ações de segurança, monitoradas por
câmeras ou pelas operações especiais da Polícia Rodoviária Federal (PRF), que
receberá instruções para recrudescer suas ações, por exemplo.

“Queremos que isso tudo esteja pronto em dezembro do ano que vem, pelo menos
nas cinco cidades em que haverá a Copa das Confederações (prevista para julho de
2013)”, afirmou Botelho.

O custo da instalação desses centros será dividido entre o governo federal e
os Estados. Apesar de ainda não ter um orçamento específico para a estratégia de
segurança pública para a Copa, o governo investiu neste ano cerca de 200 milhões
de reais na elaboração de projetos estratégicos da Polícia Federal, do Gabinete
de Segurança Institucional, da PRF e outros órgãos.

E há previsão de 717 milhões de reais para o Fundo Nacional de Segurança
Pública, do Ministério da Justiça, para o ano que vem, de acordo com a proposta
orçamentária enviada ao Congresso no final do mês passado.

“Não acredito que teremos problemas com a falta de recursos”, disse o
secretário, que pertence aos quadros da Polícia Federal. O plano será
apresentado à presidente Dilma Rousseff nos próximos meses, quando o governo
terá uma estimativa mais clara de quanto precisará investir.

O secretário afirma que o Brasil já tem experiência em realizar grandes
eventos e cita como exemplo o Carnaval e as finais de campeonatos que envolvem
clássicos regionais. A Secretaria fez um planejamento estratégico para a Copa,
mas também será responsável pela segurança pública de outros grandes eventos até
lá, como a vinda do papa Bento 16 ao país, a Copa das Confederações e a
Conferência Rio+20, da ONU.

Legislação
De olho na integração da segurança local com o restante
do mundo, o Brasil também integrará o banco de dados da Interpol aos bancos de
dados das forças policiais dos Estados, e o secretário espera que o Congresso
aprove uma lei que facilite a aplicação da difusão vermelha (red notice).

Por essa regra internacional, a Interpol emite um alerta de extradição da
pessoa procurada e o país-membro aceita prender o suspeito e levar o caso em até
48 horas ao Supremo Tribunal Federal para concluir o processo de extradição. O
Brasil não adota esse procedimento, que é considerado uma regra importante para
Botelho.

Outra mudança legislativa em análise no Ministério da Justiça é uma lei que
permite a deportação imediata de um torcedor que cometer um delito ou se for um
hooligan, por exemplo.

Nas regiões de fronteira, o governo pretende reforçar a fiscalização nos
pontos onde a Receita Federal já tem controles de alfândega. Nas áreas onde não
há postos da Receita, serão usados os veículos aéreos não tripulados (vants).

No plano estratégico do governo, as Forças Armadas não terão seu papel de
segurança ampliado, e os efetivos do Exército, da Marinha e da Aeronáutica serão
usados complementarmente, segundo o secretário.

Nos próximos meses, os secretários estaduais de segurança irão visitar os
Estados Unidos, a Inglaterra e a China para conhecer os modelos adotados nesses
países para segurança de grandes eventos.

E para a Copa do Mundo, também haverá os centros internacionais de segurança,
que reunirão até 500 agentes de segurança dos países que disputarão a
competição, dos países fronteiriços ao Brasil e de nações estratégicas que não
estejam em busca do título mundial de futebol

Waldir Pires apoia Eliana Calmon: “Existem desonestos, sim” 12

Claudio Leal

 

O ex-ministro da Defesa e da Controladoria Geral da União (CGU), Waldir Pires
(PT), enviou um telegrama de solidariedade à corregedora nacional do CNJ
(Conselho Nacional de Justiça), Eliana Calmon, apoiando as declarações da
magistrada sobre a existência de “bandidos” no Judiciário.

“Existem desonestos em todos os poderes da República, sim. Sempre existiram.
É preciso combater eficazmente a corrupção em todos eles sempre insistentemente
e com a participação da sociedade por inteiro”, afirmou Pires, na mensagem
enviada à ministra.

Em entrevista à APJ (Associação Paulista de Jornais), Eliana Calmon criticou
a tentativa de restringir o poder de investigação do CNJ sobre juízes. “Acho que
é o primeiro caminho para a impunidade da magistratura, que hoje está com
gravíssimos problemas de infiltração de bandidos que estão escondidos atrás da
toga”, atacou. “Sabe que dia eu vou inspecionar São Paulo? No dia em que o
sargento Garcia prender o Zorro. É um Tribunal de Justiça fechado, refratário a
qualquer ação do CNJ”, cravou.

Presidente do STF (Supremo Tribunal Federal) e do CNJ, Cezar Peluso organizou
uma nota de repúdio à entrevista. Segundo os conselheiros apoiadores do texto, a
ministra lançou “acusações levianas que, sem identificar pessoas, nem propiciar
qualquer defesa, lançam, sem prova, dúvidas sobre a honra de milhares de juízes
que diariamente se dedicam ao ofício de julgar com imparcialidade e
honestidade”.

Nesta quarta-feira, o STF adiou o julgamento da ação proposta pela AMB
(Associação dos Magistrados do Brasil), para limitar o poder de investigação do
CNJ.

Confira a íntegra do telegrama do ex-governador da Bahia Waldir Pires, 84
anos.

“Ministra Eliana Calmon: quero enviar, digna eminente magistrada e
conterrânea, minha palavra de aplauso e solidariedade a suas declarações
publicadas hoje na imprensa do País. Corajosas e necessárias para que se
assegure ao nosso povo a confiança indispensável no compromisso de caminho da
construção da democracia no Brasil. Existem desonestos em todos os poderes da
República, sim. Sempre existiram. É preciso combater eficazmente a corrupção em
todos eles sempre insistentemente e com a participação da sociedade por inteiro;
não tolerar absolutamente a impunidade nas tarefas da administração pública, nos
encargos da atividade legislativa e na missão do julgamento judicial das pessoas
e dos cidadãos. Aqui, então, missão de honrosíssima e imperdível
responsabilidade. Parabéns. Cordial abraço, Waldir Pires”.

POLÍCIA CIVIL DO RIO GRANDE DO SUL: déficit de 2.929 vagas 3

Segurança                                Jornal do Comércio– Notícia da edição impressa de 29/09/2011

Suprir o déficit de 2.929 vagas é algo impossível’

Deivison Ávila

FREDY VIEIRA/JC

Ranolfo anunciou pregão para a compra do primeiro helicóptero da PC
Ranolfo anunciou pregão para a compra do primeiro helicóptero da PC

O chefe da Polícia Civil no Estado, delegado Ranolfo Vieira Júnior, não cansou de repetir que o principal problema enfrentado pela corporação é a falta de recursos humanos. Durante o evento Tá na Mesa realizado pela Federação das Associações Comerciais e de Serviços do Rio Grande do Sul (Federasul), na manhã de ontem, o delegado disse que seriam necessárias mil contratações por ano até o fim do atual governo para suprir a carência de funcionários.

A Polícia Civil gaúcha conta, atualmente, com 5.208 servidores dos 8.137 cargos disponíveis pela instituição. Suprir o déficit de 2.929 vagas é algo impossível, segundo o delegado. Ele explica que em 1980 o quadro da corporação contava com 6,5 mil servidores para atender a uma população de 7,5 milhões de habitantes. Hoje, são pouco mais de cinco mil servidores responsáveis pela segurança de mais de 11 milhões de gaúchos.

Outro dado preocupante em relação ao número de policiais civis para atender à comunidade gaúcha é que 56 cidades do Rio Grande do Sul contam com apenas um policial. Dos 496 municípios, a instituição tem contingente em 340. “Eu não tenho um policial civil nessas localidades porque assim eu quero. Não se tem mais servidores porque não se tem condições de ter”, ressalta Ranolfo. Por outro lado, o delegado destaca o grande efetivo de delegados. “Hoje, graças ao concurso realizado no governo passado, quando foram nomeados 199 delegados, totalizamos 561 na ativa. Nunca tivemos um número tão elevado de delegados. Existem poucos locais no Interior do Estado onde um delegado atende a dois ou no máximo a três municípios”, afirma.

De acordo com Ranolfo, a Polícia Civil trabalha com pouco mais da metade do número de policiais que seria o ideal para o pleno atendimento da comunidade. A perspectiva de melhorias no quadro de servidores pode se dar no final do segundo semestre de 2012. Está previsto para o início do ano que vem o chamamento dos aprovados no último concurso. Eles devem começar o curso de formação nos primeiros meses do ano, ao todo são 250 inspetores e 250 escrivães, além de mais 87 delegados. “Sabemos, também, que muitas dessas pessoas optaram por outras carreiras por terem sido aprovadas em concursos com melhor remuneração”, lembra o delegado.

Questionado sobre a paralisação dos policiais civis, que acontece desde ontem e se encerra às 18h de hoje, Ranolfo a considera legítima e justa, embora lembre que os esforços para reajustar os salários dos servidores devem continuar até o final do governo Tarso Genro. “Devemos levar em conta as finanças do Estado, que não permitem, pelo menos neste momento, a concessão de um percentual mais alto. A radiografia que eu tenho de toda a paralisação é de que o movimento está ocorrendo na mais absoluta normalidade. Não houve sequer um incidente”, conta o delegado. Ele lembra que as ocorrências de natureza mais grave estão sendo atendidas.

Ranolfo afirmou ainda que não teme que os atos vinculados à Brigada Militar – queima de pneus e suspeita de bombas em alguns pontos da Capital – possam ser reproduzidos durante a paralisação da Polícia Civil. “Temos trabalhado internamente com os nossos servidores para que nenhum ato fuja da normalidade, incluindo a paralisação que está ocorrendo”, ressalta Ranolfo. “São quatro entidades de classe que estão construindo uma negociação e um diálogo com a chefia da corporação, destacando o reconhecimento da aposentadoria especial aos policiais civis e a perspectiva de ascensão funcional nas carreiras dos servidores. Esses ganhos foram adquiridos nos oito primeiros meses do atual governo”, acrescenta o delegado.

Sobre a abertura de novas delegacias de homicídio no Estado, Ranolfo voltou a enfatizar a inciativa à dependência da contratação de novos policiais, o que só deve ocorrer em 2012. Outra declaração forte dada pelo chefe da Polícia Civil é em relação ao atendimento prestado nas delegacias de todo o Estado. “Temos a consciência de que o cidadão é muito mal atendido”, afirma Ranolfo. Para tentar melhor esse comportamento, o delegado informa que os servidores estão participando de cursos para se portarem de forma mais adequada no atendimento à população. A notícia positiva, confirmada pelo delegado, é que na próxima semana será realizado o pregão para a aquisição do primeiro helicóptero para a instituição.

Sargentos e tenentes da Brigada protestam em frente ao Piratini

A Associação dos Sargentos, Subtenentes e Tenentes da Brigada Militar (ASSTBM) realizou um protesto na manhã de ontem, em frente ao Palácio Piratini, no Centro de Porto Alegre. A categoria reivindica aumento linear a todos os servidores de nível médio da corporação. Logo após o ato público, uma comissão de representantes do movimento foi recebida pelo presidente da Assembleia Legislativa, Adão Villaverde (PT), que se comprometeu em levar a reivindicação da categoria para o governador Tarso Genro.

Índice de abstenção em concurso para Delegado em SP é de quase 50% 9

Enviado em 28/09/2011 as 14:12 – Código 13

28/09/2011 –

Por conta dos baixos salários e das péssimas condições de trabalho, o índice de abstenção para o último concurso para Delegado de Polícia em São Paulo, promovido neste domingo (25/9), chegou a 48,57%. Foram 26 mil candidatos inscritos para concorrer a 140 vagas. Os dados são da Academia de Polícia Dr. Coriolano Nogueira Cobra. A Acadepol, contudo, considera o índice normal. Estavam presentes apenas 51,42% dos inscritos.

Dados da associação dos Delegados de Polícia de São Paulo (Adpesp) ilustram ainda melhor o caos. É que 31% das cidades paulistas não contam com delegados titulares. Há delegados que acumulam até três distritos. Para a presidente da Associação, Marilda Pansonato Pinheiro, o grande gargalo é a debandada de delegados: a cada 15 dias, um delegado abandona a carreira em São Paulo. Em cinco anos, o Estado todo perdeu cerca de 130 delegados. O principal motivo da saída, segundo a presidente, é uma somatória de fatores tais como o baixo salário, péssimas condições de trabalho e falta de perspectiva de crescimento na carreira. O destino são outras carreiras — como promotores e juízes —, ou a mesma, mas em Estados que pagam mais.

Dos 180 delegados efetivados no penúltimo concurso, em 2009, 30% já deixaram o cargo, de acordo com dados da associação. A presidente ressalta que o fato de o Governo ter aberto o concurso para contratação de 140 profissionais não resolve o caos que se instalou na carreira. Marilda afirma que esses novos contratados vão entrar, ficar por um tempo, custar aos cofres públicos cerca de R$ 100 mil até a formação, e depois vão embora por falta de valorização profissional.

Questionada sobre o índice de abstenção deste último concurso, a presidente ressalta que já era de se esperar, pois quem quer arriscar sua vida, ficar a disposição da instituição policial 24 horas por dia e sete dias na semana, ficar esquecido na carreira para ganhar o pior salário do país? E ainda indaga: Quem quer ser Delegado de Polícia em São Paulo?

Promotor de Justiça Fernando Albuquerque de Souza ofendeu e agrediu advogado durante julgamento em São Paulo…Será processado penal, administrativamente e civilmente por danos morais e materiais 8

Promotor agride advogado durante julgamento em São Paulo; corregedoria investiga o caso

Do UOL Notícias
Em São Paulo

Um promotor de Justiça agrediu um advogado fisicamente durante um julgamento no último dia 22, no Fórum Criminal Ministro Mário Guimarães, em São Paulo.

Segundo nota divulgada pela Associação dos Advogados Criminalistas do Estado de São Paulo (Acrimesp) nesta quarta-feira (28), o promotor de Justiça Fernando Albuquerque de Souza agrediu “moralmente e fisicamente” o advogado Claudio Márcio de Oliveira.

Segundo a associação, o caso aconteceu durante o interrogatório de um réu, que responde ao processo em liberdade. O promotor teria chamado o advogado de “bandido e outros adjetivos desabonadores”, segundo a Acrimesp.

Procurado pela reportagem, o Ministério Público de São Paulo confirmou o episódio e disse que o caso foi enviado à Corregedoria do MP. O promotor ainda não se manifestou.

Após as agressões verbais, ainda segundo a associação, o advogado requereu a suspensão do julgamento quando, então, o promotor teria começado a agredi-lo fisicamente. O advogado registrou a ocorrência no 13º Distrito Policial.

A juíza Patricia Inigo Funes e Silva suspendeu o julgamento e pediu à Corregedoria do MP que tomasse providências.

A Acrimesp afirma que pretende processar o promotor por agressão física e pedir indenização por danos morais e materiais.

CNJ abranda punição sofrida por juíza da 2ª Vara da Fazenda Pública de Campinas…A magistradora voltará a trabalhar em outra localidade 7

/09 às 20h44 – Atualizada em 27/09 às 20h46

CNJ pune juíza paulista

Jornal do Brasil  Brasília

O plenário do Conselho Nacional  de Justiça decidiu, nesta terça-feira, aplicar aplicar a pena de remoção compulsória à juíza Heliana Maria Coutinho Hess, titular da 2ª Vara da Fazenda Pública de Campinas (SP). A magistrada recorreu ao CNJ por discordar da pena de disponibilidade com vencimentos proporcionais imposta pelo Tribunal de Justiça paulista. Apesar de ter sido modificada a decisão do TJSP, ela continuará em disponibilidade até a definição da comarca para a qual será removida.

A magistrada tinha sido punida pelo Tribunal de Justiça estadual sob a acusação de ter despachado uma petição em que ela própria era autora do pedido de anulação de uma multa de trânsito. Em sua defesa, a juíza alegou que não tinha lido o nome das partes envolvidas no processo antes de iniciar o despacho. E que, quando o engano foi percebido, ela repassou a responsabilidade da decisão para uma colega.

RIO GRANDE DO NORTE: Polícia Civil e Itep poderão entrar em greve por tempo indeterminado 1

Polícia Civil e Itep poderão entrar  em greve por tempo indeterminado

Quarta-feira, 28 de Setembro de 2011 às 00:00 / omossoroense.com.br

Servidores da Polícia Civil e do Instituto Técnico e Científico de Polícia (Itep) podem paralisar suas atividades no Rio Grande do Norte por tempo indeterminado. As decisões serão tomadas em Assembleias Extraordinárias das duas categorias marcadas para as 18h de hoje e para as 16h de amanhã, respectivamente.
Segundo informações do Sindicato dos Servidores da Polícia Civil (Sinpol), a sinalização acontece em resposta à postura do governo, que cancelou uma reunião marcada para o último dia 21 sem apresentar nova data, demonstrando falta de intenção em cumprir a decisão judicial que homologou o Termo de Acordo.
Os secretários da Casa Civil, do Planejamento e da Administração informaram que não tinham nada a debater, uma vez que não tinham recebido os dados fiscais que poderiam sinalizar para o pagamento do enquadramento da Lei 417/10.
Em declaração à imprensa, a presidente do Sinpol, Vilma Marinho, disse que a revolta toma conta da categoria, visto que solicitam há dias audiência com a cúpula do Governo, diante do descumprimento de várias cláusulas do acordo.
Os servidores do Itep avaliarão a mobilização que pretendem tomar diante da estagnação do Anteprojeto de Lei do Estatuto do Instituto, que deveria trazer ganhos consideráveis às condições de trabalho e valorização dos servidores, luta empreendida há anos pelo Sinpol, sem sucesso devido à falta de vontade política dos gestores de investir naquele serviço cada dia mais sucateado.

RIO GRANDE DO SUL : Agentes da Polícia Civil realizam paralisação de 48 horas no Estado 3

28/09/2011 09:07 – Atualizado em 28/09/2011 09:31

Agentes da Polícia Civil realizam paralisação de 48 horas no Estado

Gaúchos também enfrentam greve dos Correios, dos bancos e da Justiça
Federal

Os agentes da Polícia Civil do Rio Grande do Sul começaram
uma paralisação de 48 horas, nesta quarta-feira, e se juntam a outras categorias
em greve no Estado, como os servidores dos Correios, dos bancos e da Justiça
Federal. Durante os dois dias de movimento dos escrivães, inspetores e
investigadores, haverá restrição dos serviços. Somente os casos de vulto serão
registrados, como homicídios, latrocínio, estupro, lesão corporal, sequestro e
crimes com crianças, adolescentes e idosos entre as vítimas.

O Sindicato
dos Escrivães, Inspetores e Investigadores da Polícia Civil (UGEIRM) orientou os
servidores a irem às delegacias e restringirem o trabalho. Na Região
Metropolitana, todos os distritos e departamentos devem enviar, pelo menos, um
representante para a frente do Palácio da Polícia, onde estão concentrados os
diretores da entidade.

Na sexta-feira passada, os policiais civis saíram descontentes da reunião em que o
Palácio Piratini manteve a proposta de reajuste de R$ 91 no vencimento básico
dos inspetores e escrivães de 1ª a 4ª classe. O sindicato sugeriu elevar para R$
120 a proposta de incremento, mas não houve acordo.

De acordo com o
sindicato, o espaço comprado pelo governo nos principais jornais do Rio Grande
do Sul hoje traz uma informação falsa. Segundo o anúncio, o Estado concedeu
reajuste à categoria de 10,51% a 20%. No entanto, a entidade afirma que, pela
proposta, o máximo de aumento que um agente ganhará no salário bruto será de
13,7%.

Bancos

A Federação dos Trabalhadores em Instituições
Financeira do Estado (Fetrafi-RS) informou que 390 agências públicas e privadas não
funcionaram no Estado nessa terça-feira, primeiro dia de greve dos bancários. Em
Porto Alegre, foram 195. Entre os bancos públicos, a maior adesão foi da Caixa
Econômica Federal – das 205 agências, 90 pararam. No Banrisul, 85 dos 399
terminais não funcionaram.

Já o Banco do Brasil teve 60 das 347 agências
afetadas pela greve. Conforme o diretor da Fetrafi-RS, Arnoni Hank, os números
superam as últimas paralisações da categoria. Em Porto Alegre, a sede central do
Banrisul funcionou normalmente durante o dia. A entidade espera ampliar a adesão
dos servidores ao movimento nesta quarta-feira.

Nos bancos paralisados, o
atendimento interno aos clientes está suspenso. As salas de autoatendimento têm
acesso liberado, mas ainda assim serviços como depósitos, que podem ser feitos
nos caixas eletrônicos, não serão computados.

Correios

A
greve dos servidores dos Correios já está na segunda semana. Na tarde de ontem, a direção da estatal
e o comando da Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios,
Telégrafos e Similares (Fentect) estiveram reunidos, mas não chegaram a um
consenso para por fim ao movimento. Hoje haverá uma nova reunião.

Na
sexta-feira, os Correios rejeitaram a contraproposta apresentada pela Fentect,
que pede um aumento linear de R$ 200, a reposição da inflação de 7,16% e o
aumento do piso salarial, de R$ 807 para R$ 1.635. A estatal oferece um reajuste
de 6,87%, aumento real de R$ 50 — o que equivale de 13% para 60% — e abono de R$
800.

Judiciário

Os servidores do Judiciário Federal no Rio Grande do
Sul também iniciaram paralisação por 48 horas. Nesta quarta-feira, está
previsto um ato público para as 14h30min, em frente ao Tribunal Regional
Eleitoral (TRE) na rua Duque de Caxias, Centro de Porto Alegre.

O
protesto abrange as justiças Federal, Eleitoral, Militar e do Trabalho. A meta é
pressionar o Congresso Nacional a aprovar o projeto de lei que trata de revisão
salarial e tramita desde 2009 na Câmara. A categoria quer que os vencimentos
sejam equiparados aos das carreiras equivalentes dos poderes Executivo e
Legislativo. O último aumento para o Judiciário Federal ocorreu em
2006.

Segundo o diretor do Sindicato dos Trabalhadores do Judiciário
Federal (Sintrajufe), José Carlos de Oliveira, serviços essenciais são mantidos,
mas prejuízos podem ser registrados no atendimento à população. “Pode ocorrer
prejuízos no andamento de demandas judiciais nas areas trabalhistas, federais e
também nos cartórios eleitorais, mas o prazo ainda é muito pequeno para que
sejam registrados problemas”. Caso a negociação não seja encaminhada, a
categoria estuda a possibilidade de declarar greve por tempo
indeterminado.

 

Fonte: Correio do Povo

 

Porto Alegre

– Agentes policiais gaúchos podem fazer paralisação entre amanhã e quinta-feira. Em entrevista à Rádio ABC 900 AM, o presidente do Sindicatos dos Escrivães, Inspetores e Investigadores de Polícia do Rio Grande do Sul, Isaac Ortiz, explicou que entre os pedidos da categoria estão horas extras, aumento do efetivo, plano de carreira e aposentadoria. A greve também tem o objetivo de chamar a atenção do governo para  renegociar o reajuste salarial, já que a proposta da categoria de aumento de  25% foi recusada pelo Estado.

 

Ortiz afirmou ainda que se espera grande adesão por parte dos policiais do Vale do Sinos. “Nunca se viu uma mobilização tão grande entre os policiais”, comentou.

Esclarecimento do Instituto do Legislativo Paulista (ILP), órgão da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo 4

———- Mensagem encaminhada ———-
De: <instituto@al.sp.gov.br>
Data: 28 de setembro de 2011 12:06
Assunto: Esclarecimento
Para: dipol@flitparalisante.com

Olá senhor administrador do blog Jornal Flit Paralisante.

O Instituto do Legislativo Paulista (ILP), órgão da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, foi mencionado em um comentário relacionado à notícia Policiais se mobilizam na Grande SP com faixas contendo recado ao governador, postado ontem, dia 27/09 às 19h10, por uma pessoa que se identifica apenas como “só se for agora”. Abaixo da citação “olha o descaso conosco:….”, aparece a lista da Agenda de acontecimentos marcados para o dia dentro da Casa. O comentário pode ser identificado pela numeração #45.

Da forma como foi postado, fica parecendo que o ILP teria cancelado (e não avisado) o Curso Direito do Consumidor. O que houve, na verdade, foi o cancelamento do espaço em que o mesmo seria  realizado, uma vez que foi transferido para um auditório maior, informação que consta no mesmo local, ou seja, na Agenda da Assembleia. Esclarecemos, ainda, que quando se faz necessário – muitas vezes, até, por causa do número de pessoas inscritas -, um determinado evento pode vir a ser transferido de auditório e, nessa eventualidade, a informação é prestada na mesma página na  internet, a fim que não haja dúvida a respeito por parte dos interessados. Portanto, a referida aula aconteceu, como previsto na Agenda da  Assembleia, às 19h, no auditório Paulo Kobayashi, e o curso, que teve ínicio na data prevista (20/09), continua com  seu andamento regular.

Agradecemos pela atenção.

Maurílio Maldonado,
Diretor Presidente do Instituto do Legislativo Paulista.

O “DONO” DA DELEGACIA DE FRANCO DA ROCHA…( Tá certa!…Questionar não ofende. ) 28

Saiu no blog do Azenha:
“O “DONO” DA DELEGACIA DE FRANCO DA ROCHA

Fatima Souza, repórter policial

Aos berros e com dedo em riste o delegado titular Luís Roberto Faria Hellmeister me expulsou da delegacia de Franco da Rocha e ameaçou me dar ordem de prisão por “desacato a autoridade”. O homem parecia insano. Gritou comigo na frente de outros colegas de profissão, do SBT, da Band, da Rede TV, do Jornal Agora… Fumando um cigarro atrás do outro – dentro da delegacia – o Hellmeister ficou “ofendido” com perguntas que fiz durante uma coletiva concedida por ele no sábado, 24 de Setembro de 2011, sobre a detenção do ex-árbitro de futebol e comentarista esportivo, Oscar Godoy.

As quatro e meia da tarde, Godoy atropelou, sobre a faixa de pedestre, a jovem Carolina de 19 anos. O comentarista tinha acabado de sair de uma festa em Franco da Rocha e ao avançar sobre a faixa atropelou a moça, que foi levada, com escoriações e três “galos” na cabeça para o Hospital. Segundo testemunhas Godoy estava totalmente embriagado e “cortou” uma moto e um carro que estavam parados antes da faixa, atropelando a moça, mãe de um bebê de seis meses que, por felicidade estava nos braços do marido dela na hora do acidente.

O marido dela contou que Godoy não conseguia nem falar e nem sair de seu carro após o acidente, de tão embriagado que estava e que pessoas rodearam seu carro para evitar que ele tentasse fugir. Levado para a delegacia Godoy estava visivelmente alterado, precisando do auxilio de policiais militares e depois do próprio delegado Hellmeister para andar, entrar na viatura e subir as escadas da delegacia de Franco da Rocha. Imagens registradas pela TV Record o mostram praticamente cambaleando. Tentei entrevista-lo mas ele não respondeu as minhas perguntas se limitando a fazer um sinal de “positivo” com a mão.

Os policiais militares disseram que ele se recusou a fazer exame no bafômetro e que, por duas vezes levado ao hospital para fornecer sangue para exame de dosagem alcoólica ele se recusou. Ai o Hellmeister, o delegado, conversou com o Godoy e o convenceu a ir, pela terceira vez, ao Hospital. Desta vez ele permitiu que tirassem seu sangue e também tomou uma injeção de glicose na veia para diminuir os efeitos do álcool em seu organismo.

De volta ao distrito o delegado Hellmeister reuniu os jornalistas para uma coletiva. Como as respostas que vinham dele às minhas perguntas não satisfaziam, insisti nos questionamentos. Disse, por exemplo, o delegado que o caso com o Godoy foi uma “fatalidade”. Estranhei a postura da autoridade com esta afirmação e retruquei perguntando se era “fatalidade ou uísque”!

Disse também o delegado que os ferimentos da moça era mínimos e que “nem sequer a roupa dela foi rasgada”, o que me fez retrucar: “neste momento interessa a gravidade dos ferimentos da moça ou o fato do Godoy estar bêbado?, perguntei. Afinal, pouco ou muito ferida, a moça foi atropelada! Também, durante a coletiva, a autoridade disse que o Godoy estava em “baixa velocidade”, e eu questionei: “como o senhor sabe? Já ouviu testemunhas?”.

Hellmeister disse que ainda não tinha ouvido ninguém mas “calculava” que se o Godoy estivesse em alta velocidade a moça teria se machucado muito mais. Insisti dizendo que o Godoy estava visivelmente embriagado e o delegado respondeu que quanto a isso precisava aguardar o exame de sangue que o comentarista tinha acabado de fazer. Também deixou claro o doutor delegado que o Godoy estava muito abatido, chateado e triste e que tinha até “chorado”.

E assim foi… Hellmeister parecia não estar muito contente com minhas perguntas mas esta é a minha função de repórter. Como última pergunta eu disse a ele: “Doutor, o senhor disse que se fosse um “zé ninguém” a imprensa não estaria aqui. E, se fosse um “zé ninguém”, o senhor estaria aqui? Teria saído de casa, na sua folga, para vir atender a ocorrência?

Ah! Ai a autoridade perdeu a classe! Levantou da cadeira, esticou o dedo em direção ao meu nariz e começou a gritar de forma insana: “a senhora é uma repórter espúria!”… “não vai fazer perguntas capiciosas comigo não”! “se retire da “minha” delegacia!”… “Enquanto eu for delegado aqui você não pisa mais aqui dentro!”… “Fora, prá fora, já prá fora repórter inexperiente”! E foi assim, aos berros que o doutor me expulsou da “sua” delegacia.

Não sem antes dizer que iria me prender: “vou te prender por desacato a autoridade!” berrou o “dono” da delegacia de Franco da Rocha. Um investigador que estava de plantão encostou em mim e pediu para que eu me retirasse porque o delegado estava muito “nervoso”. Nervoso com que? Perguntei… Por eu insistir para chegar a verdade? Por exercer minha profissão? Em que momento “desacatei” o doutor? Sai do Delegacia e fiquei o resto do tempo do lado de fora, aguardando a saída do Godoy que tomava café preto e respondia as perguntas do Hellmeister.

No final das contas o Godoy assinou Boletim de Ocorrência de “lesão corporal leve e embriagues ao volante”. A moça saiu do hospital e, após uma tomografia, ficou constatado que não havia danos no cérebro, graças a Deus. Está com o pescoço e a cabeça inchadas e com um leve problema na coluna que “esticou” muito quando ela foi atropelada pelo Godoy, caindo sobre o carro dele (inclusive, estourando o vidro da Jafira do comentarista) e depois caindo ao chão.

Liberado o Godoy foi para casa. O delegado também. Eu? Fiquei com a impressão de que os outros é que bebem e eu levo a culpa! Mas muito, muito feliz em exercer minha função com dignidade, perguntando o que as pessoas não querem ouvir porque as incomoda.

Sindicato pede retratação de delegado que expulsou repórter de delegacia
27 de setembro de 2011
O Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo considera inaceitável e solicita a imediata retratação do delegado titular da delegacia de Franco da Rocha, na Grande São Paulo, Luís Roberto Faria Hellmeister, contra a repórter Fátima Souza, da Rede Record, que foi tratada de forma agressiva e desrespeitosa durante cobertura ocorrida no final de semana.

O delegado, um servidor com a responsabilidade que a função exige, não pode e não tem o direito de expulsar qualquer cidadão de uma delegacia, ainda mais uma jornalista no exercício da profissão, de um espaço público, que não lhe pertence e que tem apenas o dever de preservar. O Sindicato exige as providências cabíveis, sobretudo por parte da Secretaria de Segurança Pública no Estado de São Paulo.