O maior time de futebol de todos os tempos também é o maior exemplo de liberdade e republicanismo…No Santos Futebol Clube não tem rolo: AQUI A DEMOCRACIA VENCE! 6

O presidente José Carlos Peres segue na presidência do Santos. Em assembleia geral realizada neste sábado (29), na Vila Belmiro, 2.001 dos associados do clube votaram pela permanência do mandatário, enquanto 1.155 votaram pela saída do presidente em um dos pedidos. No outro processo, o placar foi de 2.064 a 1.088.

Caso Peres sofresse o impeachment, a administração do Peixe passaria a ser encabeçada pelo vice-presidente Orlando Rollo. Com a permanência do mandatário, a dúvida passa a ser como será a sua relação com Rollo, com quem tem trocado críticas e acusações e a quem sugeriu pedido de renúncia.

Leia mais em: http://www.atribuna.com.br/noticias/noticias-detalhe/santos-fc/maioria-vota-contra-impeachment-e-peres-segue-no-santos/?cHash=ffbce6bf1eee54eec0ca8f46ab0cfb23

TUCANOS APOIARÃO BOLSONARO – A melhor coisa que pode acontecer nestas eleições: O EXTERMÍNIO DO PSDB ! 35

Segundo turno sem Alckmin já divide alas do PSDB

Pedro Venceslau

São Paulo

  • Nelson Antoine/UOL

    Geraldo Alckmin participa de debate entre presidenciáveis na TV

    Geraldo Alckmin participa de debate entre presidenciáveis na TV

Diante da dificuldade do ex-governador Geraldo Alckmin, presidenciável do PSDB, de avançar nas pesquisas de intenção de voto, setores do partido já atuam para se aproximar de Jair Bolsonaro e defendem o apoio ao candidato do PSL no segundo turno. Deputados e líderes do PSDB ouvidos pelo jornal O Estado de S. Paulo temem que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e outros quadros da legenda atuem para apoiar Fernando Haddad (PT), caso Alckmin não chegue à próxima fase da disputa presidencial.

Reservadamente, tucanos dizem que o PSDB deve enfrentar o pior racha de sua história e pode “implodir” se houver uma guerra entre a ala mais conservadora e liberal e os fundadores do partido.

“Vou ser leal ao Geraldo até o último dia, mas, se ele não for para o segundo turno, sou anti-PT e vou encaminhar na bancada o apoio ao Bolsonaro”, disse à reportagem o deputado Nilson Leitão (MT), líder do PSDB na Câmara. “O PT nós já conhecemos e não podemos experimentar de novo”, concluiu o tucano.

Uma das possibilidades ventiladas pela cúpula do partido é liberar os filiados no segundo turno, se Alckmin não reagir nas pesquisas de intenção de voto.

Em um movimento que desafiou a direção do PSDB, um grupo de militantes do partido criou um grupo no Facebook chamado “Sou tucano e voto Bolsonaro”, que já conta com 6.986 integrantes.

“O Geraldo fez gestos à esquerda e se aproximou do MST e do MTST. Ele não é um candidato viável. Nunca foi. Por isso, meu voto é para o Bolsonaro”, disse Caíque Mafra, criador e administrador do grupo na rede social.

Filado ao PSDB, ele lidera uma corrente interna chamada “Liberdade Tucana”, que se apresenta como liberal e de direita. Mafra chegou a disputar a direção da juventude do PSDB no ano passado por outro grupo interno, o Conexão 45.

O movimento pró-Bolsonaro no PSDB gerou reações. “O PSDB cometeu um erro lá atrás, que foi permitir a filiação pela internet e sem critérios mínimos. Entraram pessoas sem nenhum compromisso com a social-democracia e que se infiltraram no partido”, afirmou o sociólogo Fernando Guimarães, que é integrante do diretório nacional do PSDB e coordenador da corrente tucana Esquerda Para Valer (EPV).

O grupo, que é ligado ao senador José Serra (SP) e ao ex-senador José Aníbal, vai pedir a expulsão de Mafra do partido. “Se algum tucano se posicionar pró-Bolsonaro, não tem outro caminho a não ser a expulsão”, disse Guimarães.

Um dos fundadores do PSDB, o jurista José Gregori, ex -ministro da Justiça e titular da Secretaria Nacional de Direitos Humanos no governo Fernando Henrique Cardoso, disse considerar um “equívoco” a aproximação de setores do PSDB com o presidenciável do PSL e afirmou que seu posicionamento sobre o assunto é “diametralmente” oposto.

Estratégia

O PSDB se apega aos números laterais das mais recentes pesquisas de intenção de voto para pregar que ainda é possível ocorrer uma virada que favoreça Alckmin na disputa ao Palácio do Planalto.

“É preciso olhar os outros números da campanha. A alta rejeição do Bolsonaro, os 28% que podem mudar de voto e as mulheres. Esses são fatores que podem virar a eleição de cabeça para baixo”, disse o deputado Silvio Torres (SP), tesoureiro do PSDB e um dos coordenadores da campanha tucana. A avaliação reservada da equipe do ex-governador é de que a estratégia mais agressiva contra Bolsonaro surtiu efeito.

As pesquisas internas mostram que o presidenciável do PSL parou de crescer nos levantamentos de intenção de voto, mas o eleitor não entendeu a mensagem dos comerciais tucanos segundo a qual votar em Bolsonaro significa eleger o PT no segundo turno.

Para os estrategistas do PSDB, Alckmin teria de atingir 12% no Datafolha (ficou com 10%) para dar a esperança de começar a semana que vem com 15% e criar alguma expectativa positiva. Nesse cenário, a busca é por uma “virada heroica”, que atraia a candidata da Rede, Marina Silva, para a campanha.

“Se Alckmin crescer 3% ou 4% até segunda-feira, ele pega impulso e consegue chegar ao segundo turno. O final de semana é fundamental. É quando há troca de informação nos grupos sociais”, afirmou o sociólogo Antonio Lavareda, presidente do Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe), que presta serviços ao PSDB.

Segundo Lavareda, na reta final de outras eleições houve registro de movimentos importantes nesta etapa: Aécio Neves (PSDB) teve variação positiva de 10 pontos em 2014, Marina (então no PV) cresceu 6 pontos em 2010 e Alckmin, 8 em 2006.

Para o cientista político Cláudio Couto, coordenador do mestrado de política públicas da FGV, seria um “milagre” Alckmin ir para o segundo turno. “Ele perdeu o eleitor antipetista para Bolsonaro.”

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Presidenciáveis em campanha144 fotos

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27.set.2018 – O candidato à Presidência, Fernando Haddad (PT), e sua vice Manuela D’Ávila (PCdoB), acompanhados de Maria do Rosário (PT) e pelo candidato ao governo do Rio Grande do Sul Miguel Rossetto (PT), no metrô da cidade de Porto Alegre (RS), nesta quinta-feira (27) Imagem: Omar de Oliveira/Estadão Conteúdo

Agente Policial Marco Cobra, 14.555 – Deputado Estadual 52

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PESSOAL !!!!

Dr. Guerra, com sua Vênia, gostaria de expor que EXISTE um candidato que lutará por nós, simples mortais da Polícia.

Trata-se do colega, meu irmão, e de todos que com ele teve o privilégio de trabalhar, linha de frente

MARCO ANTONIO BITENCOURT NOGUEIRA COBRA, ou simplesmente Marco Cobra, 14.555 é o numero dele.

Meu parceiro de anos no GOE, ele ultimamente no Roubo a Bancos e como sempre dando altas canas.

Para quem interessar possa, ele é AGENTE POLICIAL, portanto, amassador de BARRO, integro e fiel com os colegas e amigos.

Pronto, quem vai por pra frente nossos interesses será ele e não os Delegados.

Agora teremos de fato e de direito um REPRESENTANTE das carreiras policiais sem Rabo Preso. !!!!!!!!!!!

Desde já agradeço os nobres colegas e VIVA NOSSAS NOVAS ESPERANÇAS !!!!

TIRA VÉIO

VAI VOTAR EM SONEGADOR E LADRÃO DE COFRE? – Bolsonaro é acusado por ex-mulher de furto de cofre e sonegação em ação de 500 páginas, diz Veja 77

Matéria de capa da revista Veja desta semana mostra uma série de acusações feitas pela ex-mulher de Bolsonaro em um longo processo

SÃO PAULO – Após a grande polêmica desta semana envolvendo a ex-mulher de Jair Bolsonaro (PSL), que segundo a Folha de S. Paulo disse ter sido ameaçada de morte por ele, agora é a vez da revista Veja divulgar sua matéria de capa da próxima semana, em que diz ter tido acesso a um documento de mais de 500 páginas em há uma série de incriminações entre os dois.

De acordo com a matéria publicada nesta quinta-feira (27), Ana Cristina Siqueira Valle, que hoje usa o nome de Cristina Bolsonaro em sua campanha para deputada federal, entrou com um processo em abril de 2008 na 1ª Vara de Família do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro ao alegar que seu marido na época não aceitava fazer uma partilha justa dos bens no processo de separação deles.

A Veja destaca quatro pontos entre as diversas acusações feitas por Ana Cristina no processo. O primeiro envolve ocultação de patrimônio em 2006. Na época, quando se candidatou para deputado, Bolsonaro disse ter um terreno, uma sala comercial, três carros e duas aplicações financeiras, que somavam R$ 433.934.

Sua ex-mulher, porém, apresentou uma declaração de imposto de renda em que ainda haviam três casas, um apartamento, uma sala comercial e cinco lotes, que somados chegariam a R$ 7,8 milhões nos valores de hoje. Em entrevista para a revista, o advogado Daniane Furtado disse que a omissão de bens na declaração pode ser enquadrada como crime de falsidade ideológica e sonegação.

Em outro ponto, Ana Cristina diz que o agora candidato à Presidência tinha uma “próspera condição financeira” na época em que eram casados. Ela diz que a renda mensal de Bolsonaro chegava a R$ 100 mil, mas, oficialmente, ele recebia R$ 26.700 como deputado e R$ 8.600 como militar da reserva. Ela não explica de onde vinha o resto da renda.

Uma terceira acusação destacada pela Veja aponta que Ana Cristina acusou Bolsonaro de ser um marido de “comportamento explosivo” e de “desmedida agressividade”, o que a teria feito pedir a separação.,

Na principal acusação, Ana Cristina diz que seu ex-marido furtou seu cofre numa agência do Banco do Brasil, em outubro de 2007, e levou todo o conteúdo. Entre os bens estavam joias avaliadas em R$ 600 mil, além de US$ 30 mil e R$ 200 mil em espécie.

A revista conversou com Alberto Carraz, um dos gerentes do Banco do Brasil, que se diz amigo de Bolsonaro até hoje. Ele contou que realmente o conteúdo do cofre sumiu e que Bolsonaro, ao saber que sua ex-mulher tinha feito um registro de ocorrência disse na época que “iria resolver a questão”.

O processo seguiu na época e houve uma troca de acusações, em que ela o acusava do furto enquanto o deputado dizia que ela teria sequestrado o filho, levando-o para a Noruega. É neste momento que a história se encontra com as denúncias mostradas pela Folha de S. Paulo nos últimos dias. E foi no momento em que ele anexou no processo as acusações de sequestro que o casal chegou a um acordo para encerrar o processo.

A Veja conversou com a ex-mulher de Bolsonaro, que negou as acusações dizendo que “quando você está magoado, fala coisas que não deveria”. Sobre os altos rendimentos e os bens não declarados, ela desconversou e disse que não se lembrava de ter dito isso. No caso do comportamento do candidato, ela fala outra coisa agora: “Bolsonaro é digno, carinhoso, honesto e provedor. Apesar de ‘machão’, ama os filhos incondicionalmente e trata suas mulheres como princesas”.

https://www.infomoney.com.br/mercados/politica/noticia/7636546/bolsonaro-e-acusado-por-ex-mulher-de-furto-de-cofre-e-sonegacao-em-acao-de-500-paginas-diz-veja

A máscara caiu: Bolsonaro é ladrão e violento, afirmou sua ex-mulher na Polícia e no Judiciário 24

Ex-mulher acusou Bolsonaro de furto de cofre e agressividade

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Reportagem da Veja teve acesso a processo de separação no qual ela também relata agressividade do hoje presidenciável

A separação litigiosa de Jair Bolsonaro (PSL) e da ex-mulher dele foi além da disputa pela guarda do filho do casal e incluiu acusações de furto de cofre, ocultação de bens e relatos de “comportamento explosivo” e “desmedida agressividade” do hoje candidato à Presidência da República pelo PSL.

As informações constam de um processo de cerca de 500 páginas obtido pela revista Veja e revelado na noite desta quinta-feira (27).

No documento, Ana Cristina Siqueira Valle acusou seu ex-marido de ocultar milhões de reais em patrimônio pessoal na prestação de contas à Justiça Eleitoral em 2006, quando foi candidato a deputado federal —e eleito em seguida.

Segundo a revista, Ana Cristina também acusou o ex-marido de furtar US$ 30 mil e mais R$ 800 mil —sendo R$ 600 mil em joias e mais R$ 200 mil em dinheiro vivo— de um cofre que ela mantinha em agência do Banco do Brasil, em 26 de outubro de 2007.

O caso resultou em um boletim de ocorrência registrado na 5ª Delegacia de Polícia Civil, no mesmo dia.

A ex-mulher também disse no processo que a renda mensal do deputado na época chegava a R$ 100 mil. Para tal, Bolsonaro recebia “outros proventos” além do salário de parlamentar —à época, segundo a Veja, de R$ 26,7 mil como parlamentar e outros R$ 8.600 como militar da reserva. Ela não especificou quais seriam as fontes extras.

Em janeiro deste ano, a Folha mostrou o aumento de patrimônio registrado por Bolsonaro e seus filhos —e como adquiriu imóveis por preços abaixo do valor de mercado.

As acusações da ex-mulher descritas no processo obtido pela Veja incluem o caso revelado pela Folha sobre a disputa da guarda do filho do casal, Jair Renan.

Ana Cristina afirmou, segundo documentos obtidos no Itamaraty, que ela sofria ameaças de morte de Bolsonaro. Em 2009, teria fugido para a Noruega por medo do deputado. A narrativa de Ana Cristina foi confirmada à Folha por brasileiros que conviveram com a ex-mulher de Bolsonaro naquele país.

Conforme também revelou a Folha, Bolsonaro acionou o Itamaraty devido à disputa de guarda entre o casal, que acontecia em paralelo ao desenrolar do caso do cofre. Segundo a revista Veja, enquanto a ex-mulher o acusava de furto do cofre, o deputado dizia que Ana Cristina tinha sequestrado o filho Jair Renan.

Atualmente Ana Cristina usa o sobrenome Bolsonaro e é candidata a deputada federal pelo Podemos. Hoje ela nega as acusações —diz que foram excessos na separação— e defende o ex-marido.

Ana Cristina também reagiu de forma negativa à reportagem da Folha que revelou as ameaças de morte relatadas por ela ao Itamaraty. Em vídeo divulgado nas redes sociais, a ex-mulher do deputado chamou o jornal de “sujo” e se colocou à disposição de Bolsonaro para ajudá-lo a se tornar presidente.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, a ex-mulher do deputado chamou o jornal de “sujo” e se colocou à disposição de Bolsonaro para ajudá-lo a se tornar o próximo presidente do Brasil.

A separação de Bolsonaro e da ex-mulher foi oficializada em 2008, depois de dez anos em que o casal ficou junto.

Em relação à acusação de furto do cofre, Ana Cristina foi chamada a depor duas vezes pela polícia, mas não compareceu —em 2017, o caso foi encerrado sem esclarecimento.

Questionada pela revista Veja, Ana Cristina se esquivou e não explicou sobre como resolveu o litígio com Bolsonaro e passou a apoiá-lo publicamente. “Quando você está magoado, fala coisas que não deveria”, limitou-se a dizer.

Sobre as joias, a ex-mulher de Bolsonaro disse que eram coisas que havia juntado após ganhá-las de Bolsonaro.

Questionada sobre por que não atendeu às convocações para depor na polícia, Ana Cristina respondeu: “Não lembro. Fiquei quieta”. Por quê? “Não me sentia à vontade. Iria dar um escândalo para ele e para mim. Deixei para lá”, disse à revista Veja. “Nós dois tínhamos um acordo de abrir mão de qualquer apuração porque não seria bom.”

Procurado, Bolsonaro não quis dar entrevista.​

Policial civil é morto em emboscada na zona oeste de SP 17

Policial civil é morto em emboscada na zona oeste de SP

  • Por Jovem Pan
  • 27/09/2018 05h53O caso foi registrado no Distrito Policial do Portal do Morumbi e será investigado pelo DHPP

Policial civil é assassinado a tiros na região da Vila Sônia, Zona Oeste de São Paulo.
 Edison Aparecido Paulino foi alvo de uma emboscada no início da noite desta quarta-feira (26).

O agente de telecomunicações havia acabado de deixar o plantão no 89º Distrito Policial, do Portal do Morumbi, e seguia para casa em seu veículo, um 500 vermelho.
 Uma câmera de segurança registrou o momento em que o carro é fechado em um cruzamento da Rua Ministro Heitor Bastos Tigre, no bairro 
Jardim Monte Kemel, por bandidos, que estavam a bordo de um HB20 preto.

Os criminosos atiram diversas vezes contra o Fiat e fogem em seguida.
 Atingido na região da cabeça e do abdômen; o policial civil chegou a ser socorrido ao Hospital Universitário, mas não resistiu e morreu após sofrer quatro paradas cardiorrespiratórias.

Cápsulas de pistolas calibres 9 milímetros e .380 foram encontradas no local do crime.
 O veículo utilizado pelos assassinos foi abandonado e encontrado pela Polícia na altura do número 348 da Rua Sebastião Fernandes de Souza, a cerca de dois quilômetros do local do crime.

Até o momento, ninguém foi preso.
 O caso foi registrado no Distrito Policial do Portal do Morumbi e será investigado pelo DHPP.
 O corpo do policial deve ser velado na academia da Polícia Civil, na USP.

*Informações do repórter Paulo Édson Fiore

CENSURA NUNCA MAIS – No TSE, Bolsonaro perde ação contra a Folha e ministro diz que o jornal demonstrou que Bolsonaro empregava uma fantasma como sua assessora parlamentar 19

TSE nega a Bolsonaro direito de resposta na Folha em caso de funcionária fantasma

Defesa do candidato alega que as reportagens são caluniosas e estão sendo exploradas pelos adversários

Letícia Casado
Brasília

Por 6 votos a 1, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) negou nesta quinta (27) pedido do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) de direito de resposta a reportagens publicadas pela Folha sobre Walderice Santos da Conceição.

Walderice foi demitida do cargo de assessora do gabinete de Bolsonaro na Câmara dos Deputados após o jornal noticiar que ela vendia açaí, na hora do expediente, na Vila de Mambucaba, na região de Angra dos Reis. Bolsonaro tem uma casa de veraneio no local.

O ministro Carlos Horbach, relator da ação, já havia negado em caráter liminar (decisão provisória) o pedido feito por Bolsonaro.

Loja de açaí na pequena vila histórica de Mambucaba, onde trabalha, em horário de expediente, uma funcionária de gabinete do presidenciável Jair Bolsonaro

Loja de açaí na pequena vila histórica de Mambucaba, onde trabalha, em horário de expediente, uma funcionária de gabinete do presidenciável Jair Bolsonaro – Ranier Bragon – 13.ago.2018/Folhapress
Os advogados do deputado haviam pedido ao TSE que determinasse à Folha a publicação de um texto de retratação escrito por eles e que retirasse de seu site as reportagens sobre Wal.

Durante a sessão, Horbach destacou que a Folha acompanhou o dia a dia da funcionária e constatou que ela não é identificada pela população local como servidora do gabinete de Bolsonaro.

“Neste contexto, repito, de jornalismo investigativo, conclui a reportagem tratar-se de uma servidora fantasma, entre aspas”, disse.

“Ainda que isso possa gerar para a servidora uma série de constrangimentos e, para o candidato, uma série de contratempos em sua campanha presidencial”, acrescentou.

A defesa de Bolsonaro classificou as reportagens como calúnia e pediu direito de resposta argumentando que o material está sendo explorado politicamente por seus adversários na campanha eleitoral.

“A mensagem da liberdade de imprensa está escancarada mas é necessário estender para o compromisso constitucional”, disse o advogado do presidenciável, Tiago Ayres.

O voto de Horbach foi acompanhado pelos ministros Luís Roberto Barroso, Edson Fachin, Jorge Mussi, Og Fernandes e pela presidente do tribunal, Rosa Weber.

Já o ministro Admar Gonzaga entendeu que cabia direito de resposta.

“Sou contrário à percepção de que o direito de resposta afronta ou confronta a liberdade de comunicação ou informação. Ao contrário, entendo que o direito de resposta faz parte dessa liberdade”, disse.

“Entendo que aqui, as manchetes, ‘assessora fantasma continua vendendo açaí’… a mim causa percepção de ofensa. Nem entendo que a informação tem que ser inverídica [para determinar direito de resposta]”, afirmou Gonzaga.

Durante o julgamento, a presidente do TSE perguntou se a Folha procurou Bolsonaro.

O ministro Horbach afirmou que o jornal informou nas reportagens que procurou o político.

“Há nos autos a informação da Folha de que esteve aberta para ouvir a outra parte”, disse Horbach.  “Em momento nenhum essa informação foi posta em xeque”, afirmou.

Rosa fez considerações sobre a importância da liberdade de imprensa e o papel do trabalho jornalístico.

“Entendo e reafirmo que imprensa livre é pilar da democracia”, disse Rosa. “Sou não só uma observadora do texto constitucional como uma entusiasta e defensora desta ideia”, acrescentou.

“Mas entendo que assume uma gravidade imensa e também fere a Constituição um órgão de comunicação atribuir a um cidadão a prática de um crime sem oportunizar a esse cidadão sobre o fato para que se manifeste. Vemos rotinamente”, afirmou.

“Estabelecer o contraditório é imprescindível. Mas se aqui no caso foi oportunizado e houve um silêncio”, disse a presidente do tribunal.

O vice-procurador-geral eleitoral, Humberto Jacques, defendeu a liberdade jornalística e disse que não comporta intervenção judicial neste caso.

FANTASMA

Em janeiro, a Folha revelou a existência da funcionária fantasma de Bolsonaro. De acordo com pessoas da região, Wal, como é conhecida, presta serviços particulares na casa de Bolsonaro e tem como principal atividade o comércio chamado Wal Açaí.

No dia 13 de agosto, o jornal flagrou Walderice trabalhando em sua loja de açaí na hora do expediente da Câmara. Após a publicação de reportagem na Folha, Bolsonaro anunciou a sua exoneração.

A Folha pede desde janeiro a Bolsonaro e assessores que apresentem documentos indicativos do trabalho legislativo feito por Walderice nos 15 anos em que figura como secretária parlamentar. Até hoje não houve resposta.

Entre os dias 13 e 15 deste mês, o jornal publicou ao menos três textos com afirmações do candidato sobre sua ex-assessora.

Em uma delas, Bolsonaro acusa a imprensa de tentar transformá-lo em criminoso.

“Procuraram minha mãe, caluniaram meu pai, reviraram minha infância e agora atacam uma funcionária que além de sua função tirava uma renda extra [vendendo açaí], como qualquer brasileiro humilde. A imprensa tenta me tornar criminoso, mas nem ela acredita, senão estaria me bajulando até na cadeia”, disse o candidato.

A Folha ainda reproduziu vídeo publicado por Bolsonaro em que ele nega que Wal tivesse sido funcionária fantasma. No vídeo, ela negou ser dona da loja Wal Açaí e disse que não prestava serviços na casa de veraneio de Bolsonaro   —só alimentava e dava água aos cachorros do deputado.

Seu salário na Câmara era de cerca de R$ 1.400. Desde a publicação da primeira reportagem em janeiro, Walderice recebeu R$ 17 mil em salários e benefícios. Ela disse ao jonal que caberia ao deputado responder sobre eventual uso irregular de dinheiro da Câmara.

A VOLTA DO ARROCHO SALARIAL – O vice-presidente General Mourão vai acabar com o 13º e adicional de férias do trabalhador comum…Os militares certamente continuarão com os seus privilégios íntegros 21

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Mourão diz que 13º salário é ‘jabuticaba’ : ‘Como arrecadar 12 (meses) e pagar 13?’

Pelo Twitter, Jair Bolsonaro (PSL) criticou Mourão afirmando que criticar o 13º salário, “além de uma ofensa a quem trabalha”, é  “desconhecer a Constituição”

Gilberto Amendola, Constança Resende e Filipe Strazzer, O Estado de S.Paulo

27 Setembro 2018 | 12h35

Em palestra na Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Uruguaiana, no Rio Grande do Sul, o general Hamilton Mourão, vice na chapa de Jair Bolsonaro (PSL) nas eleições 2018, afirmou que o 13.º salário e o pagamento de adicional de férias são “jabuticabas” – ou seja, só ocorrem no Brasil. Após a divulgação do vídeo, a campanha de Bolsonaro determinou o cancelamento de todas as agendas públicas de Mourão até o dia da votação do 1º turno.

As declarações de Mourão foram dadas a comerciantes no Sul: “Temos umas jabuticabas que a gente sabe que são uma mochila nas costas de todo empresário”, disse Mourão. Jabuticabas brasileiras: 13º salário. Como a gente arrecada 12 (meses) e pagamos 13? O Brasil é o único lugar onde a pessoa entra em férias e ganha mais”, completou. “São coisas nossas, a legislação que está aí. A visão dita social com o chapéu dos outros e não do governo.”

Pelo Twitter, o candidato do PSL respondeu Mourão afirmando que criticar o 13º salário, “além de uma ofensa à (sic) quem trabalha”, é  “desconhecer a Constituição”.

Outros presidenciáveis já se manifestaram sobre as declarações de Mourão sobre o 13º salário. Geraldo Alckmin (PSDB) criticou a fala do vice de Bolsonaro.

Relembre outras polêmicas do vice de Bolsonaro

Não é a primeira vez que Mourão dá declarações polêmicas na campanha. Neste mês, o general da reserva defendeu uma Constituição elaborada por não eleitos e a ideia de que filhos criados por mães e avós, sem a presença do pai, correm mais risco de entrar para o tráfico. As declarações causaram irritação na campanha de Bolsonaro que determinou que ele reduzisse as atividades eleitorais. A campanha quer estancar o desgaste provocado por declarações polêmicas dos dois aliados.

Outro assessor de Bolsonaro, o economista Paulo Guedes, também recebeu a ordem para evitar declarações públicas após declarar no dia 18 de setembro que estudava uma proposta para eventual governo a criação de um imposto nos moldes da antiga CPMF, o que põe em xeque o discurso da campanha de redução de imposto. Ambos, foram desautorizados pelo candidato do PSL.

O vice de Bolsonaro disse que o País deve ter uma “implementação séria” da reforma trabalhista do governo Temer e criticou o imposto sindical obrigatório, extinto com a reforma, em 2017, ao afirmar que essa taxação “é o maior custo que existe em cima da atividade produtiva”.

Mourão comentou sobre realizar uma “liberalização financeira” atrelada a uma abertura comercial “lenta, gradual e segura”. “Essa abertura não pode ser um escancarar de portas. Ela terá que ser igual à distensão para o período final do governo militar, como fez o presidente (e general Ernesto) Geisel”, disse. Mourão também falou em “partir agressivamente para exportar” e em “destravar o Mercosul”, que classificou como “feira ideológica”.

Sobre a fala do economista Paulo Guedes sobre recriar a CPMF, Mourão disse que, “para que ocorra algum tipo de imposto dessa natureza, os outros devem ser baixados”. O vice de Bolsonaro também criticou desonerações e afirmou que se deve “paulatinamente organizar tudo isso”. “(As desonerações) não podem ser cortadas da noite para o dia”, afirmou.

Em sua fala, o general defendeu uma “disciplina fiscal”. “Terá que ser produzido um ajuste fiscal. Sem o ajuste, o governo vai fechar e isso vai importar em sacrifícios de toda ordem”, disse. Mourão afirmou que esse ajuste deverá ser feito “pelo enxugamento do Estado” e com renegociação dos juros da dívida pública.

Se Bolsonaro for eleito, os pais do povo LGBT chorarão no chuveiro não por vergonha…Será pela morte e perseguição institucionalizada por igrejas e escolas públicas aos seus filhos…Em vez de ética, nossos filhos e netos serão obrigados a estudar a moral ( dos sacerdotes ) e o civismo ( dos facistas ) 61

Carlos Bolsonaro ridicularizou protesto #EleNão reproduzindo foto com simulação de tortura; após críticas, ele negou endossar “maldade” a opositor

Filho de Bolsonaro divulgou foto com simulação de tortura para ridicularizar atos contra seu pai

Reprodução/Instagram

A imagem mostra um jovem com os braços amarrados, o rosto ensanguentado e a cabeça dentro de um saco plástico – técnica de asfixia mostrada, inclusive, em cena do filme Tropa de Elite. No peito ele tem a hashtag #EleNão. Além disso, escreveu ao fundo “sobre pais que choram no chuveiro”, fazendo referência a pais que supostamente sentem vergonha de seus filhos por serem homossexuais.

Filho de Bolsonaro divulgou foto com simulação de tortura para ridicularizar atos contra seu pai

O filho mais novo do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), vereador Carlos Bolsonaro, provocou revolta nas redes sociais ao republicar ‘brincadeira’ com uma imagem que ridiculariza protesto contra seu pai. Após enxurrada de críticas por suposta apologia à tortura, o filho de Bolsonaro deu explicações e negou apoiar “maldade” contra opositores.

Na noite dessa terça-feira (25), o  filho de Bolsonaro  postou em sua conta pessoal no Instagram foto de um homem com o corpo amarrado por cordas simulando asfixia com um saco plástico – conhecido método de tortura – e com os dizeres #EleNão inscritos em seu peito. A hashtag  remete a  campanha lançada por internautas que repudiam a candidatura de Jair Bolsonaro.

Fonte: Último Segundo – iG @ https://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2018-09-26/filho-de-bolsonaro-tortura.html


 

A cura para o Bolsonaro e os seus filhos: remedioprobolsonaro

Bacharéis e operadores do Direito , digam não à mito(mania) militarista que assombra a nossa democracia…Sem “generalização”, será que há gente mais corporativista e medíocre do que considerável parcela de militares brasileiros? 17

Clube Militar diz que Judiciário é “corporativista” e elite, “medíocre”

Rodrigo Mattos

Do UOL, no Rio de Janeiro

Em manifesto com diagnóstico e propostas para o Brasil, o Clube Militar classificou o Judiciário como “corporativista” e a elite empresarial e política como “medíocre”. Entre os planos para o país, está a criação de um “novo sistema eleitoral” a ser viabilizado por meio de reforma política.

O Clube Militar tem ligação com integrantes da candidatura do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL). Até 10 de setembro, o candidato a vice, general da reserva Hamilton Mourão, comandava a instituição, tendo se licenciado da presidência por conta da campanha. Além disso, a chapa tem seus planos traçados por um grupo de militares da reserva como mostrou o UOL.

Leia também:

Divulgado na última segunda-feira (24), o documento do Clube Militar chama-se “Para um Brasil melhor”. É assinado pelo general de divisão Eduardo José Barbosa, presidente interino da instituição. Por estatuto e pela legislação eleitoral, o Clube Militar não pode atuar em campanha eleitoral, portanto, pode divulgar diretrizes sem manifestar apoio a candidatos. Até agosto, no entanto, a instituição vinha atuando em favor da candidatura de Bolsonaro, como revelou o UOL.

A carta aberta do Clube Militar é dividida em duas partes: uma de diagnóstico sobre a conjuntura do Brasil e outra de medidas a serem adotadas. O documento ainda defende a democracia e a liberdade.

Neste primeiro segmento, aponta problemas gerais como grave crise política, econômica, nichos de pobreza preocupantes e bases institucionais frágeis, e também critica determinados setores da sociedade. No documento, o clube classifica o Estado como “politicamente partidarizado, aparelhado e tomado pela corrupção”. Já o Poder Judiciário é chamado de “corporativista e destoado da realidade brasileira, causando incerteza jurídica e sensação de impunidade”.

Por fim, a carta do Clube Militar diz: “elite empresarial e política medíocre e empobrecida moralmente, aceitando placidamente o abastardamento de nossa cultura, revelando descaso com o rumo do país. Não se posiciona claramente frente ao caos”.

Na parte de propostas, o documento divide-se em três partes –uma econômica, uma de gestão pública e outra com padrões de governança. Coincide em vários pontos com as ideais expostas por Bolsonaro. Na primeira, há uma defesa da disciplina fiscal, de privatização, liberalização financeira e reforma tributária. O segundo segmento prega a eficiência do funcionalismo público.

Há diretrizes mais concretas para um plano de governo na terceira parte. Entre elas, está: “empreender uma reforma política (novo sistema eleitoral)”. Não há explicação de como seria o novo sistema. Mourão já defendeu que fosse feita uma Constituição por notáveis com aprovação por plebiscito, sem votação no Congresso.

Em relação à educação, o documento descreve como diretriz: “implantar o ensino público de qualidade (inclusive universitário), com extinção paulatina de cotas e direcionamento, prioritariamente, para disciplinas de interesse ao desenvolvimento do país.” Ainda apoia que seja alterada a Lei Rouanet (lei de incentivo à cultura) para que o direcionamento seja de “aportes de recursos somente a artistas amadores e instituições ou atividades culturais de Estado”. Veta dinheiro para artistas “profissionais e consagrados”. Bolsonaro defendeu a mesma ideia recentemente.

Sobre o Judiciário, há a ideia de uma limitação de “prazo de permanência [de magistrados] das altas cortes”. Aos 75 anos, magistrados do STF são obrigados a se aposentar compulsoriamente. Além disso, apoia que sejam eliminados dos processos penais “boa parte dos recursos existentes que só servem para adiar, indefinidamente, o início do cumprimento das penas de condenados.”

Para o Congresso, o documento do Clube Militar apoia que exista um limite para “a reeleição também para o Poder Legislativo”. Bolsonaro se elegeu para sete mandatos na Câmara Federal. Outras medidas defendidas são os fins de recesso para todos os poderes, com férias de 30 dias, extinção dos cargos de vice-governador e vice-prefeito, além da fusão de municípios e estados, e revisão de política para funcionários públicos.

Por último, a instituição de militares prega que sejam revistas demarcações indígenas e quilombolas, além de se vetar repasse de dinheiro para ONGs (Organizações Não-Governamentais).

ELE NÃO – Ainda não nasceu um militar brasileiro que guarde respeito pelas polícias civis: federal e estaduais…Vocês PCs ou PFs – agentes penitenciários e GCMs – cometerão suicídio funcional votando no Bolsonaro 12

A PF merece respeito, diz superintendente de MG sobre críticas de Bolsonaro

Delegado Rodrigo Teixeira afirmou ter ficado surpreso com a declaração de presidenciável

Bolsonaro fala pela primeira vez após atentado

Bolsonaro fala pela primeira vez após atentado – Reprodução

O superintendente da Polícia Federal de Minas Gerais, Rodrigo de Melo Teixeira, disse que ficou surpreso com as críticas feitas pelo presidenciável Jair Bolsonaro (PSL-RJ) e seus filhos sobre o andamento das investigações do ataque que o candidato sofreu em Juiz de Fora. “O trabalho está sendo feito com toda a transparência. A família dele estava acompanhando tudo de perto”, disse ele, informa Bruna Narcizo.

“A Polícia Federal vem fazendo um trabalho grandioso nas últimas décadas e ela é maior do que qualquer cidadão. Seja esse cidadão candidato a algum cargo, ou não, e merece respeito”, disse.

O capitão reformado questionou a linha sustentada pelo delegado que conduz as investigações e disse que estão tentando “abafar o caso”. A PF afirma acreditar que não havia outros envolvidos no crime cometido por Adélio Bispo.

Teixeira também comentou a propagação de fake news envolvendo o nome do delegado Rodrigo Morais, que conduz as investigações. Ele disse que é totalmente descabida a informação de que ele trabalhou com o atual governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT-MG).

“Ele nunca trabalhou com o [governador Fernando] Pimentel. O doutor Rodrigo foi da Integração das Inteligências de uma secretaria do governo. Um cargo de terceiro escalão. Ele também trabalhou na Secretaria de Grandes E ventos, na época da Copa do Mundo. Mas eram cargos totalmente técnicos”, contou ele.

Teixeira afirmou que medidas judiciais serão tomadas por danos morais e criminais.

Mônica Bergamo

Jornalista e colunista.