Fogo contra fogo na terra do pão de queijo…Para a Polícia Civil só resta caixão e vela preta 29

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Caro Guerra, esse pessoal tem que ir pra cadeia e pra rua.

Acreditando na melhor das versões apresentadas, não tem o menor cabimento, estarem em Juiz de Fora com 14 milhões de reais em notas falsas, fazendo escolta de bandido para comprarem dólares em estacionamento de hospital.
De onde vieram 14 milhões em notas falsas?

Estacionamento de hospital é Banco do Brasil? É Casa de Câmbio, ou seja, instituição financeira devidamente autorizada a negociar moeda estrangeira com recolhimento dos tributos devidos?

Precisa ser apurado a quanto tempo estavam hospedados em hotel próximo ao local dos fatos.

Se é que estavam escoltando “empresário” de segurança particular, precisava ser checado as câmeras dos pedágios por onde passaram e da cidade também para confirmar isso.

Precisa ser confirmado por exame pericial (confronto balístico) de qual arma partiu o projetil que vitimou o inspetor da Polícia Civil de MG.

Esses policiais, em atividade de segurança privada de bandido, estavam usando equipamentos patrimônio da Polícia Civil do Estado de São Paulo?

Cadê o doleiro mineiro que iria participar do negócio?

Cadê dólares falsos ou verdadeiros apreendidos?

Até agora existem muitas dúvidas sobre o que, verdadeiramente, ocorreu, mas com certeza não era coisa certa.

Chega-se a suspeitar que se tratava de uma negociação interestadual para compra de entorpecente(cocaína) e esse “empresário” de segurança seja ganso, bem como o “doleiro” mineiro o traficante. Estranho prenderem agentes mineiros por prevaricação, isso gera uma dúvida sobre a idoneidade moral do inspetor que faleceu.

E aquela estória de que os policiais paulistas estava no local para acompanhar uma negociação com anestésico. Que anestésico? Xilocaína, semelhante a cocaína? O que tem de verdade nisso e por que saiu esse comentário.

E a estória de que os policiais paulistas escoltavam um criminoso para o hospital. Policial de SP escoltar preso para hospital de MG? Por que saiu esse comentário?

Como Governador, Secretário da Segurança Pública, Delegado Geral, você determinar que uma equipe da Corregedoria Geral de Polícia do Estado de São Paulo vá até MG se inteirar do que está acontecendo é uma providência correta, mas mandar policiais do GOE para acompanhar o desenrolar dos fatos não dá pra se entender.

Não deveriam ter liberado ninguém até que inúmeras dúvidas fossem esclarecidas, os que não fossem presos em flagrante deveriam ficar presos, temporariamente ,até o esclarecimento dos fatos.

Por essas e por outras, amigo Guerra, tem muita sujeira ainda nessa estória. Acreditamos na justiça mineira, no Ministério Público do Estado de Minas Gerais, de modo especial, no GAECO de la e daqui, que acredito vão acompanhar como se deve as investigações para o cabal esclarecimento de tudo.

Com esse monte de moeda falsa, negociação ilegal de moeda estrangeira, eventual possibilidade de transação interestadual envolvendo entorpecente, etc. a POLÍCIA FEDERAL DEVERIA ENTRAR NO CASO.

Lembre-se sempre de uma coisa Guerra, alguns desses que ainda dirigem a Polícia, diga-se de passagem para o abismo, expropriaram lhe do cargo público que alcançou por mérito pessoal, em concurso de provas e títulos, sem o apadrinhamento de ninguém, nem tampouco ao preço de 30 mil dólares. Não teve qualquer fato que motivasse esse tipo de reprimenda. Com mais de vinte anos de bons serviços prestados à Polícia Civil deste Estado, seu prontuário funcional era absolutamente limpo.
Você foi perseguido, jogado numa cidade onde não tinha qualquer vínculo pessoal com ninguém, tudo para satisfazer interesse pessoal de quadrilheiro que se apossou da polícia judiciária de Santos na época.

Enquanto isso, até a presente data, se paga para ser classe especial, se paga para sentar numa boa cadeira, apadrinhados fazem essas cagadas tipo Juiz de Fora, tipo desvio de 1 tonelada de maconha e NÃO ACONTECE ABSOLUTAMENTE NADA.

Continuamos dirigidos por sócios ocultos da empreitada criminosa, ocultos em ternos de grife, alguns de cabelos brancos, porque afinal,os canalhas também envelhecem, sempre bem articulados, com o discurso afinado na recorrente retórica do tudo pela polícia, tudo para a polícia.

A bem da verdade, estão afundando cada vez mais a nossa polícia na fossa em que se encontra, até não ter mais jeito, ai vão embora, com os bolsos cheios de dinheiro usufruir o merecido descanso em suntuosas mansões no Condomínio Acapulco, na Ilha Bela, em Angra dos Reis e vai por ai afora.

A continuar nesse diapasão, para a Polícia Civil só resta caixão e vela preta.

Por: Delpol amigo lá da Consolação 

A verdade verdadeira: os delegados de São Paulo não foram roubar; eles foram treinar táticas policiais no Castelo Monalisa de propriedade do delegado aposentado – dono de empresas de segurança – Dr. Julio Moreira 28

POR QUE POLICIAIS DE SÃO PAULO FORAM AO CASTELO DO EDMAR?

12/fevereiro/2009 14:38

A torre do castelo é perfeita para treinar operações radicais

Um passarinho pousou na janela lá de casa e contou o seguinte:

Policiais que trabalham para José Pedágio foram passear no castelo do Edmar.

Edmar, como se sabe, é um empresário do setor de segurança particular e ex-policial.

Os policiais gostaram tanto do passeio que fizeram rapel na torre principal do castelo.

Deve ser uma forma de treinamento.

A polícia de Pedágio faz cada uma…

O interessante é que eles gravaram tudo em vídeo.

E o passarinho me disse que a Globo comprou o vídeo de um policial que prima pela honestidade.

Porém, a Globo não exibiu esse vídeo nem no jornal nacional nem no Fantástico.

Por que será?

Porque o vídeo não presta.

Porque o Pedágio ligou para a Globo e vetou o vídeo.

Por que ele vetaria?

Qual o mal de policiais de São Paulo fazerem rapel no castelo do Edmar?

Essas, amigo navegante, são apenas hipóteses, como se percebe.

Paulo Henrique Amorim – Conversa Afiada

Fonte: http://www2.paulohenriqueamorim.com.br/?p=5913

 

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Dr. Selfie em cana participando de organização criminosa – Não adianta tentar defender esse pessoal : SÃO BANDIDOS ! 63

NOME AOS BOIS CONFINADOS:

Jorge Alexandre Barbosa de Miranda, investigador lotado no DPPC ,  Caio Augusto Freitas Ferreira de Lira, ex-advogado que abraçou a carreira de investigador de polícia , Bruno Martins Magalhães Alves . delegado assistente do 95 DP e o delegado do GOE Rodrigo Castro Salgado da Costa foram detidos.

Vergonhoso!

Mas cadê o resto?

A Ordem ou autorização foi de quem ?

 

 

 

A Polícia Civil da Capital continua vestindo ternos superfaturados com a verba reservada pra fazer vez de segurança VIP de empresários bandidos…O Diretor ganha fortuna; o subordinado ganha demissão 21

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Caro Guerra,

O momento político tem ocupado quase que totalmente este espaço virtual, visitado por um expressivo número de pessoas, principalmente policiais de todo o território nacional.
Alguns acontecimentos de intensa gravidade, em razão do momento eleitoral, infelizmente, estão passando sem a merecida repercussão, entre os quais o gravíssimo confronto entre policiais civis, na cidade de Juiz de Fora, no vizinho estado de Minas Gerais.

O fato demonstra o mais completo despreparo operacional, falta de direção, uniformidade de procedimentos, verdadeira torre de Babel, onde cada Departamento, Seccional, quiça Distrito Policial, faz o que quer e bem entende, sem qualquer controle de efetivo, armas, viaturas, sem a menor preocupação em dar satisfação a outros policiais do que vai fazer em circunscrição territorial de outras unidades policiais. Aliás, se não avisa, fica bem mais evidenciado que coisa certa não era.

Se não bastasse essa zona, casa da mãe Joana que ocorre aqui no Estado, polícia sem determinação de rumo, sem direção, sem a devida fiscalização do Ministério Público, destituída de órgão corregedor de fato, as irregularidades, quiça, ilegalidades, verdadeiras “cagadas” ultrapassaram as fronteiras do Estado, provocando consequências gravíssimas e deploráveis no Estado de Minas Gerais.

Um bando de policiais civis de São Paulo, não se sabendo a que unidade policial pertenciam, armados até os dentes, hospedados em hotel da cidade de Juiz de Fora, sem que no local qualquer policial civil ou militar ou guarda municipal soubesse de eventual operação ou diligência que, eventualmente, estivessem participando, são abordados por policiais civis do local, os quais são recebidos a bala. Do fato resultaram um policial civil de Minas Gerais morto, dois de São Paulo feridos e internados em hospital da cidade, bem como vários policiais civis de São Paulo evadidos do local. Coisa surreal, absurda e inaceitável que se possa imaginar, policiais civis de Estados diferentes trocando tiros, imaginando uns que os outros eram bandidos, enfim, a pergunta que todos fazem e que não tem uma resposta aceitável:

O QUE UMA DEZENA DE POLICIAIS CIVIS DE SÃO PAULO ARMADOS ATÉ OS DENTES FAZIAM HOSPEDADOS EM HOTEL DE JUIZ DE FORA SEM QUE NA CIDADE OU ESTADO DE MINAS GERAIS ALGUMA AUTORIDADE SOUBESSE DA PRESENÇA DELES?

São fatos assim que enlameiam nossa instituição. Denotam falta de hierarquia, disciplina, cada um faz o que quer.

Faz UM MÊS QUE BANDIDOS TRAVESTIDOS DE POLICIAIS DO 1º DP DA CAPITAL, REINSERIRAM NO MERCADO UMA TONELADA DE MACONHA QUE SE ENCONTRAVA APREENDIDA NO LOCAL. Não existe a mais remota possibilidade dessa droga ter saído de lá sem a participação dos bandidos policiais que lá trabalhavam. Pergunta:

SR GOVERNADOR DO ESTADO; SR SECRETÁRIO DE SEGURANÇA PÚBLICA DESTE ESTADO; SR RESPONSÁVEL PELO GAECO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DESTE ESTADO; SR RESPONSÁVEL PELO GECEP DO MINISTÉRIO PÚBLICO DESTE ESTADO E, DE MODO ESPECIAL:

SENHOR CORREGEDOR GERAL DA POLÍCIA CIVIL DO ESTADO DE SÃO PAULO

Os traficantes bandidos do 1º DP – SÉ, da capital de SP, foram identificados e presos. Não importa se é delegado (a) , escrivão(a), investigador chefe, etc, se é classe diamante ou não, no caso em questão é bandido, é traficante.

O que esses “policiais” ou “bandidos travestidos de policiais” faziam em Juíz de Fora? Tinha investigação em curso devidamente autuada em unidade policial? Por que não foram avisadas as autoridades locais?

Em tempo: Pensei que aquela investigação por prática de crime cibernético de grande repercussão nacional, onde um rapino, mediante fraude, teria desviado uns 400 Milhões de Reais de correntistas de diversos banco, havia sido desencadeada em São Paulo, na verdade o mérito da investigação cabe a Polícia Civil do Tocantis e do DF, quando constataram que os protagonistas principais estavam em SP, avisaram os policiais daqui, os quais abocanharam a investigação de mão beijada como se tivesse sido feita desde o início por eles.

Se não houver uma reestruturação geral dessa, polícia com grande renovação nos cargos dirigentes, estamos fadados a acabar, isso sim. Chega dessa lixaiada que só depõe contra a instituição

 

DELPOL PC – Limpinho

O Guerra, me ajuda aí pô. “Puta cagada” interestadual dessas e ninguém fala nada. 1

Isso não é apenas uma “cagada”. É uma super mega hiper diarreia.
Policiais do GOE? “Num intendi”? GOE é subordinado ao Diretor do Decap não é? É subordinado ao ismail? Aquele que tem um relacionamento intimo com a titular do DP onde evaporou uma tonelada de maconha? Mas a “corró” esta apurando né? Então tá. Vai virar nada, nem aqui, nem em Juiz de Fora, ou melhor, lá parece-me que não tem esse negócio de apadrinhado de Diretor e os 11, 2 delegados inclusive, vão se “phoder” direitinho. Quem age como bandido tem que ser responsabilizado como tal.

Essa estória está muito mal contada. 14 milhões de reais em notas falsas e algumas verdadeiras acondicionados em 6 malas.

Mais de uma dezena de policiais de São Paulo em viaturas descaracterizadas, com toda essa “pacoteira” de dinheiro falso e verdadeiro, escoltando empresário de segurança particular, armados até os dentes, hospedados em hotel próximo ao local dos fatos, tudo acontecendo em outro Estado, sem sequer avisarem qualquer autoridade local. Reagirem a abordagem de policiais do local e, se desgraça pouca é bobagem, assassinaram um colega da policial civil de Minas Gerais.

Parabéns! Foram todos merecidamente autuados em flagrante. Desejo que permaneçam presos até o julgamento. Que todos sejam condenados. Após a condenação que venham cumprir a pena aqui no PPC. Que todos sejam expulsos da Polícia Civil. Que os familiares do policial civil mineiro assassinado constituam advogado e ingressem na justiça contra o Estado de São Paulo com ação indenizatória pelo assassinato do parente.

Duvido que esses policiais estivessem lá sem o consentimento, ao menos tácito, de algum superior hierárquico.

Mas pode deixar que a super corró vai investigar tudo.

É capaz dela empreender todos os esforços possíveis para querer imputar alguma responsabilidade àqueles que revelam essas mazelas deploráveis que enlameiam nossa polícia. Ai é rapidinho. PA relâmpago e rua por “CONDUTA IRREGULAR DE NATUREZA GRAVE”. Entende?

O Guerra, me ajuda aí pô. “Puta cagada” interestadual dessas e ninguém fala nada.

DELPOL PC ( LIMPINHO )

Na elite da Polícia Civil de São Paulo só tem gente honesta e trabalhadora…Fazendo horas extras interestaduais…( CAMBADA DE FILHOS DAS PUTAS DEVERIAM SER TODOS FUZILADOS ! ) 26

 

Os policiais de São Paulo afirmaram ter sido contratados para fazer a escolta de um empresário do setor de ramo de segurança de São Paulo sem saber de fato o que ele veio fazer na cidade. A identidade do suposto empresário não foi divulgada, a Polícia investiga relatos de que ele teria deixado Juiz de Fora em um jatinho.

DEVE SER EMPRESÁRIO DO RAMO DA COCAÍNA…

 

Malas com dinheiro foram apreendidas em MG

Hamilton Mourão – ainda nem sequer foi eleito – mas já planeja tomar a presidência de Jair Bolsonaro; agora tem o João Dólar como aliado ! 32

Hamilton Mourão será o Zé Dirceu do Bolsonaro!

A relação entre o candidato Jair Bolsonaro e o vice  Hamilton Mourão azedou de vez, tanto que o General é mantido distante do núcleo da campanha.

Para Hamilton Mourão ( PRTB ) ,  PMs – como o Major Olímpio – são meros auxiliares; enquanto os civis insignificantes coadjuvantes no plano Bolsonaro.

O próprio capitão é apenas um instrumento, inclusive!

Quem já manda e desmanda é o Alto Comando do Exército.

Mourão se reuniu com Doria, o que será explorado pelo tucano em sua propaganda de TV. “É um apoio importante do vice do Bolsonaro”, disse o tucano.

 Mourão também confirmou o encontro. Disse que teve “uma boa conversa” com Doria e que gravou mensagens de apoio ao tucano.

Perguntado se a decisão não iria incomodar Bolsonaro, respondeu:

“Estou apoiando pelo meu partido, o PRTB, que está com Doria”.

Que belo trabalho em equipe, não é?

Cada qual com o seu partido e o seu projeto pessoal!

Mourão

GENERAL TRAPALHÃO – Não traz nenhum voto ao Bolsonaro, mas cada vez que abre a boca tira um punhado”, afirma o senador eleito Major Olímpio…( Certamente o João Dólar negociou esse apoio do vice de Bolsonaro ! ) 13

Mourão tira foto com Doria, e chefe do PSL em SP diz que ele só atrapalha Bolsonaro

Vice de Bolsonaro se encontrou com o Doria, candidato tucano ao governo de SP

Talita Fernandes
Rio de Janeiro

A manifestação de apoio do general Hamilton Mourão (PRTB) ao tucano João Doria, candidato ao governo de São Paulo, irritou dirigentes do PSL.

“Mais uma vez o Mourão só atrapalha. Não traz nenhum voto ao Bolsonaro, mas cada vez que abre a boca tira um punhado”, afirmou à Folha o senador eleito Major Olímpio, presidente do PSL em São Paulo.

Mourão é vice da chapa do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), que decidiu se manter neutro na disputa pelo Palácio dos Bandeirantes.

Ele teve um encontro com Doria em São Paulo na noite desta quarta-feira (17) para manifestar seu apoio. A reunião foi registrada e divulgada nas redes sociais pelo presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, Cauê Macris. O encontro aconteceu à revelia da campanha de Bolsonaro.

Cauê Macris publica no seu Instagram foto em que Mourão aparece ao lado de Doria
Cauê Macris publica no seu Instagram foto em que Mourão aparece ao lado de Doria – Reprodução Instagram/cauemacris

Mourão aparece na foto fazendo sinal de “acelera” com a mão, marca da candidatura do tucano, entre Doria e Levy Fidelix, presidente do PRTB, ao qual é filiado.

Na legenda, o deputado estadual usou as hashtags #bolsodoria e #acelera. Ele marcou o candidato Jair Bolsonaro na postagem.

A tentativa de aproximação de Doria à candidatura de Bolsonaro já gerou desconforto recentemente na campanha. O tucano foi ao Rio na última sexta-feira (12) para tentar encontrar e gravar com o presidenciável do PSL, mas não foi recebido.

Olímpio, que preside o diretório paulista, é opositor ferrenho a Doria e interveio para que Bolsonaro não encontrasse o candidato tucano. O presidenciável, por sua vez, negou que tivesse marcado o encontro.

Já Mourão protagonizou cenas de desgaste interno na campanha, como o episódio recente em que ele criticou o 13º salário.

A relação entre o candidato e o vice azedou e Mourão tem se mantido distante do núcleo da campanha.

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EMPATADOS – Márcio França continua subindo nas pesquisas e logo ultrapassará o João Dólar 12

Ibope em SP: Doria tem 52% dos votos válidos e França, 48%

Ex-prefeito e atual governador de São Paulo estão tecnicamente empatados dentro da margem de erro, que é de 3 pontos porcentuais, para mais ou para menos

O Ibope divulgou nesta quarta-feira, 17, a primeira pesquisa eleitoral do segundo turno da disputa pelo governo de São Paulo. O candidato do PSDB, João Doria, aparece no levantamento com 52% dos votos válidos, contra 48% do atual governador paulista, Márcio França (PSB). Os dois estão empatados dentro da margem de erro, que é de três pontos porcentuais, para mais ou para menos.

Os votos válidos são calculados excluindo eleitores que declaram votar nulo, em branco e os indecisos. Para vencer a eleição, um candidato deve obter 50% dos votos válidos mais um.

Em relação aos votos totais, isto é, levando em conta brancos, nulos e indecisos, Doria tem 46% das intenções de voto e França, 42%. Eleitores que pretendem anular seus votos ou votar em branco são 10%. Os que não sabem somam 2%.

Aliado de Alckmin, prefeito de Santos apoia França e diz que Doria é traidor 2

Aliado de Alckmin, prefeito de Santos apoia França e diz que Doria é traidor

Tucano Paulo Alexandre Barbosa afirma que seu partido precisa se reinventar

Thais Bilenky
Santos

Aliado do candidato tucano derrotado à Presidência, Geraldo Alckmin, o prefeito de Santos (SP), Paulo Alexandre Barbosa (PSDB), declarou em entrevista à Folha apoio à candidatura de Márcio França (PSB) ao governo de São Paulo.

O tucano afirmou que seu correligionário João Doria não representa os ideais do partido e é movido por oportunismo eleitoral.

Eleito em 2012 e reeleito em 2016, Barbosa é filho do ex-prefeito Paulo Gomes Barbosa (1980-84). Formado em direito, foi deputado estadual (2007-10), secretário de Desenvolvimento Social (2011) e de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia (2011-12)

O prefeito de Santos (SP), Paulo Alexandre Barbosa, durante entrevista em maio de 2017 – Ricardo Nogueira/Folhapress

A candidatura de Doria não é consensual no PSDB. Qual é a sua posição? Minha posição é de preservar os valores da social-democracia. O PSDB em que eu acredito é o do Montoro, Covas, Alckmin. Um partido com compromisso com o interesse público predominante, que não é suscetível a projetos pessoais de poder.

Existe necessidade de avanços em SP, mas não é correto deixar de defender o legado do PSDB no estado por 24 anos. Márcio tem defendido de forma clara. Por isso e pela lealdade a Alckmin, não no discurso, mas na prática, ele terá meu apoio no segundo turno. Ele vai estar com a cabeça focada em São Paulo nos próximos quatro anos.

Doria está em uma ofensiva para tomar conta do partido com uma caça aos infiéis. Inclusive sugeriu a sua expulsão. Estou com a consciência tranquila, porque a minha vida pública sempre foi coerente. Fui candidato a prefeito em uma cidade que o PSDB nunca tinha administrado, cumpri meu mandato e fui reeleito com votação recorde.

Tenho a consciência do dever cumprido. Ao contrário do candidato do PSDB, que foi escolhido nas prévias com a expectativa de ter um prefeito por quatro anos e houve uma traição aos filiados que o escolheram.
Depois, eu diria que houve uma traição ao grande responsável pela escolha do João Doria, que foi justamente o Geraldo. Traiu seu padrinho político.

Quando Doria tentou ser candidato a presidente? Sem dúvida alguma. Eu não renuncio às minhas convicções. Eleição a gente ganha e a gente perde. Os princípios e valores a gente tem ou não tem. Quando João Doria me procurou com 90 dias de mandato na prefeitura para se apresentar como opção como candidato à Presidência, isso obviamente me afasta.

Ele falou abertamente? Na presença de outros colegas. Manifestou que teria mais viabilidade eleitoral que o candidato que foi determinante na sua eleição passados 90 dias. Esse tipo de atitude não me representa. Então eu fui claro, olhando no olho dele. Disse que não havia hipótese de ter o meu apoio.

Mas a maior traição foi ao povo de São Paulo, aos milhões de pessoas que escolheram um prefeito para quatro anos e que ficou pouco mais de um. Sendo o critério para expulsão a traição, João Doria é o primeiro da fila. Quem deve ser expulso é ele.

No primeiro turno, ele flertou com Bolsonaro. Foram sinais claros. Abandonou o legado do PSDB e o candidato do PSDB à Presidência. O movimento Bolsodoria é oportunista.

Caberão o sr., Alckmin e outros no mesmo PSDB que Doria? A urna mandou um recado claro que vai exigir uma reinvenção das estruturas partidárias, não é exclusivo ao PSDB. Se nessa reinvenção o PSDB estiver próximo daquilo em que acredito, estarei nele. Se não, não terei dificuldade nenhuma de sair.

Se Doria ganhar, o sr. sai? Meu posicionamento não tem nada a ver com a disputa eleitoral. Tem a ver com as minhas convicções. Hoje a candidatura que está se apresentando não reflete aquilo que eu penso, por isso estou distante. Não compactuo.

Sua decisão pode ser seguida por outros tucanos? Não tenho dúvidas de que outras pessoas tenham o mesmo sentimento e vão ter a oportunidade de se manifestar. Estou falando por mim. A coerência é fundamental.

[Doria] demoniza o Márcio como representando o PT. Em 2014, ele foi protagonista na chapa que elegeu o PSDB ao governo de São Paulo como vice de Alckmin. Em 2016, ele coordenou a campanha de Doria para a prefeitura pelo PSDB.

Ou seja, em 2014 e 2016, ele não era socialista nem petista. Agora em 2018, passou a vestir esse figurino? Isso é muita contradição e oportunismo eleitoral. É querer enganar a população. O PSB foi um bom aliado, é importante e legítimo que tenha candidatura. Esse é um dos erros do PSDB, achar que é soberano.

Qual é o futuro político de Alckmin? A política é muito dinâmica. Quando ele perdeu a eleição para prefeito em 2008, ouvi muita gente especulando que a carreira dele estava encerrada. Foi governador de São Paulo com votações expressivas. Geraldo é quem tem toda a condição e reputação moral para liderar o processo de transformação do PSDB e da política nacional. É um homem verdadeiro.

Ainda pode disputar eleição? Óbvio. Ninguém tem mais legitimidade do que ele. A qual cargo, Geraldo não faz política pensando em eleição.

Caso se eleja, o sr. aposta que Doria vai governar já pensando na próxima eleição? Já fez isso. E vai repetir, é da postura. Precisamos de um governador que pense no estado. Márcio vai ter esse foco, tem demonstrado capacidade de unir. O flá-flu, nós contra eles, não acrescenta em nada.