Ruy Ferraz Fontes suspeito de atender de forma privilegiada ocorrências envolvendo o Banco Itaú 7

Delegado é afastado por causa de investigação paralela em caso de roubo milionário

Quinta, 15 de Setembro de 2011, 19h20

Marcelo Godoy

SÃO PAULO – O secretário da Segurança Pública Antonio Ferreira Pinto e o delegado-geral de polícia, Marcos Carneiro Lima, decidiram afastar o delegado Ruy Ferraz Fontes do 69º DP (Cohab Teotônio Vilela, Zona leste de São Paulo). O motivo são as suspeitas de que o delegado usasse o distrito para atender de forma privilegiada ocorrências envolvendo o Banco Itaú. Fontes nega. Pelo menos 9 casos envolvendo o banco como vítima que aconteceram em outros bairros da cidade foram investigados pelo 69º DP neste ano. Entre eles, o caso do roubo milionário de 138 cofres da agência do Itaú na Avenida Paulista, crime ocorrido no dia 28 de agosto.

Fontes recebeu da segurança do banco cópias das fotos dos bandidos suspeitos do crime antes mesmo do que o Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado (Deic), responsável oficialmente pela investigação do caso. A apuração de roubos a banco é de competência exclusiva do Deic.

Crise. O desencontro dentro da polícia fez com que o inquérito oficial demorasse 8 dias para ser aberto, permitindo uma fuga tranquila aos assaltantes. A descoberta de que Fontes manteria um inquérito paralelo sobre o caso ocorreu na segunda-feira e abriu uma crise na Polícia Civil de São Paulo. Ferreira Pinto e Carneiro Lima determinaram abertura de duas investigações. A primeira vai verificar como foi registrado o roubo milionário no 78º DP (Jardins) e como este distrito repassou a informação para O Deic. A segunda apuração servirá para verificar se o delegado Fontes atendia de forma privilegiada o Banco Itaú em sua delegacia.

SECRETÁRIO VISITA O DEIC…ESCRACHA O BANCO ITAÚ E RUY FONTES É AFASTADO DO CARGO DE TITULAR DO 69 DP 14

Roubo no Itaú: polícia bate cabeça

Do Jornal da Band

O roubo milionário de cofres particulares de um banco em São Paulo abriu uma
crise na polícia. O caso deveria ser investigado pela delegacia especializada,
mas já era apurado por outra unidade. O pior é que com essa bateção de cabeça,
já passaram mais de duas semanas – e até agora ninguém foi preso.

O Jornal da Band teve acesso ao comunicado interno enviado três
horas depois do assalto à cúpula da polícia pela delegacia que registrou o
boletim de ocorrência. O texto que foi mandado inclusive ao gabinete do
secretário de segurança não dá a dimensão do tamanho do roubo e nem sequer cita
o número de cofres arrombados.

Os funcionários da agência foram chamados
para depor e disseram que já haviam sido ouvidos por policiais deste outro
distrito na zona leste da capital, a 20 quilômetros do local do crime. O
delegado Rui Ferraz é o responsável pela investigação paralela na zona leste.
Ele diz que tomou a iniciativa porque recebeu denúncias de que parte dos
bandidos mora na região em que ele atua.

vídeo com entrevista do Secretário:

O ESCRACHE: é lamentavel, inclusive por parte do  Banco Itaú… É uma instituição séria, sólida e temos certeza foi induzido a erro ao privilegiar ou permitir fossem privilegiados setores da Polícia… ( Pode? )

1. Tirou o dele da reta…

2. Tirou o do Banco da reta…

3. Botou no reto alheio! 

Delegado faz de seu DP uma ‘central’ de crimes contra o Itaú 12

Enviado em 15/09/2011 as 9:10 – ZERO DOIS

Delegado faz de seu DP uma ‘central’ de crimes contra o Itaú

Mesmo estando no extremo Leste da cidade, o 69º Distrito Policial investiga mais oito crimes envolvendo o banco ocorridos em bairros distantes da sua área de atuação. O delegado Rui Ferraz Fontes nega agir com privilégios

A delegacia chefiada pelo delegado Rui Ferraz Fontes investiga outros oito crimes envolvendo o Banco Itaú desde outubro de 2010. Todos os casos ocorreram em bairros distantes da área de atuação do 69º DP (Teotônio Vilela), no extremo da Zona Leste. No último dia 6, Fontes instaurou inquérito para investigar o assalto milionário aos cofres do Itaú na Avenida Paulista, Centro. A investigação paralela não foi informada ao Deic (Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado) e causou uma crise na cúpula da Polícia Civil.

Não há nenhuma determinação que impeça os delegados de investigar crimes em outros bairros. A prática, entretanto, não é comum, já que a demanda da área costuma sobrecarregar as equipes de investigação. Até julho, a delegacia comandada por Fontes registrou 727 roubos, 865 furtos, 19 homicídios, 885 furtos e roubos de veículos, 41 roubos de carga e seis estupros.

As investigações de roubo a banco costumam ficar concentradas na unidade especializada mantida pelo Deic, na Zona Norte. Fontes chefiou essa delegacia durante anos e é considerado um especialista no assunto, mas foi removido do cargo pelo secretário da Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto.

O delegado Fontes disse que os boletins foram confeccionados a partir de investigações geradas na Zona Leste. O delegado nega agir de forma privilegiada nos crimes envolvendo o Itaú.

SEGURANÇA / Os investigadores Carlos Alberto Martins e João Paulo Oliveira Pinheiro aparecem nos oito boletins de ocorrência. Segundo Fontes, os policiais são responsáveis pelos grampos em que as apurações da delegacia se baseiam.

Carlos é proprietário da Partner Gerenciamento de Risco S/C Ltda, empresa que atua na área de segurança privada. O investigador confirmou que seu nome está relacionado à empresa, mas negou ser o dono – segundo o registro na Junta Comercial, 99% da Partner está em nome do investigador. O restante pertence a sua esposa. Fontes diz desconhecer que o homem à frente das investigações dos casos no Itaú seja dono de uma empresa de gerenciamento de risco.

A Paulista fica a 17 quilômetros do 69º DP. Apesar de ter ocorrido no dia 27 e ter sido comunicado à polícia dia 28, o assalto ao Itaú só começou a ser investigado no dia 6. A cúpula da Secretaria da Segurança Pública apura boletins de ocorrência onde o Itaú consta como vítima também registrados no 37 DP (Campo Limpo), Zona Sul – o delegado Dimas Pinheiro, ex-assistente de Fontes, é o chefe do distrito.

Ouvidoria cobra investigação da Corregedoria
Na tarde desta quarta-feira, a Ouvidoria das Polícias mandou um ofício à Corregedoria da Polícia Civil exigindo investigação para esclarecer o porquê da demora para apurar o assalto à agência do Itaú na Avenida Paulista. Até o fechamento desta edição, o órgão corregedor não havia instaurado procedimento.

O secretário Antonio Ferreira Pinto responsabilizou o Deic pelo lapso de uma semana para o início das investigações.

O diretor do Deic, Nelson Guimarães, informou ao delegado-geral Marcos Carneiro de Lima que está à disposição para prestar esclarecimentos.

Apesar do atraso, o Deic já traçou sua estratégia para tentar prender os 12 assaltantes que participaram do roubo. Um policial, experiente em investigações sobre roubo de joias, está infiltrado entre os principais receptadores do estado

Thais Nunes – DIÁRIO SP

http://www.diariosp.com.br/_conteudo/2011/09/137163-delegado+faz+de+seu+dp+uma+central+de+crimes+contra+o+itau.html

171 DO BANCO ITAÚ: o roubo que está causando correria entre políticos, policiais, ladrões e receptadores 11

A investigação sobre o assalto milionário ao banco Itaú da avenida Paulista está sendo conduzida por 2 delegacias ao mesmo tempo. No assalto, que aconteceu no último dia 27 de agosto, foram roubados 171 cofres particulares. A ação dos bandidos abriu uma crise na polícia de São Paulo, que só começou a apurar o caso nove dias depois.

Repórter: Sabrina Pires

Clientes lesados pelas falhas do Banco Itaú – aconselhados pelo Flit Paralisante – contratam empresas como a RAGA para recuperar bens e valores confiados àquela instituição bancária 18

Hehe! Enquanto pintinho dorme: Flit rouba Banco…ÀS VÍTIMAS INDICAMOS EMPRESAS COMO A “R.A.G.A.” – BUSCANDO EVENTUAL RECUPERAÇÃO DOS BENS E PROVAS DA OMISSÃO BANCÁRIA EM CONCURSO COM EMPRESAS LIGADAS A POLICIAIS …NÃO SEJAM VÍTIMAS DO BANCO ITAÚ PARCEIRO DO GOVERNO
Enviado em 15/09/2011 as 3:03– PS

Clientes chamam detetives para recuperar joias do Itaú
Folha de S.Paulo
Ao menos três empresas de segurança, três de inteligência privada internacional e diversas agências de detetive foram contratadas por clientes que tiveram cofres roubados no Itaú da Paulista.
O crime, ocorrido em 27 e 28 de agosto, é tido como um dos maiores assaltos a banco do país. As empresas dizem tentar recuperar dinheiro e joias sem interferir no trabalho da polícia.
A reportagem apurou que só os conteúdos de dois cofres arrombados valem, juntos, cerca de R$ 12 milhões.
Num deles, por exemplo, havia um estojo de prata e marfim do século 18, cravejado de rubis e brilhantes. Dentro, 33 diamantes do tamanho de bolas de gude.
Em um outro estojo havia 58 esmeraldas. Também havia uma coleção com 143 Rolex de ouro, um estojo com 50 diamantes, rubis, uma barra de ouro de um quilo, além de 700 mil dólares (R$ 1,2 milhão).
A RCI First Security and Intelligence Advising, uma das empresas contratadas para rastrear os bens roubados, já contatou 141 lapidadores, mais de 400 joalheiros, além de leiloeiros e antiquários de todo o mundo e mais de 50 doleiros paulistanos na tentativa de obter informações.
“A investigação deve ocorrer logo após o fato. Os ladrões somem rápido com tudo, para evitar os rastros”, afirma Ricardo Chilelli, diretor-presidente da empresa.
Por isso, como a polícia atrasou as investigações, ele aposta que parte dos objetos já esteja com receptadores, que pagam em média 30% do valor real das peças para os ladrões e revendem por 75% a 80% do valor.
Apesar de cerca de 170 cofres terem sido violados no assalto ao Itaú da avenida Paulista, poucos clientes registraram oficialmente a ocorrência na Polícia Civil.
Acredita-se que algumas das vítimas podem estar com medo de futuras extorsões por parte dos ladrões, já que o acesso a boletins de ocorrência é público.

https://flitparalisante.wordpress.com/2011/09/08/hehe-enquanto-pintinho-dorme-flit-rouba-banco-as-vitimas-indicamos-empresas-como-a-r-a-g-a-buscando-eventual-recuperacao-dos-bens-e-provas-da-omissao-bancaria-em-concurso-com-empresas/

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Aspergindo mais “Flit” na fogueira (dos prejudicados clientes).

Não sejam enganados por toda essa  conversa de que houve falhas de informação e falhas da Polícia Civil; especialmente, desinformação quanto à gravidade do assalto em plena Avenida Paulista.

O banco foi devassado porque – há muito tempo – estava escancarado, ou seja, os responsáveis pela segurança da agência determinaram a ação criminosa.

Constatado o roubo,  a primeira providência do  Itaú e respectiva empresa de segurança: FOI TENTAR ABAFAR O QUANTO POSSÍVEL AS CIRCUNSTÂNCIAS E EXTENSÃO DOS PREJUÍZOS (para a imagem das empresas; não estão preocupados com os prejuízos de quem confiava no serviço).

Com um telefonema o presidente do Itaú  acionou o Governador; este seu Secretário de Segurança. Obviamente, o Secretário acompanhou cada passo da ocorrência… Neste aspecto, FIM DE PAPO!

Para a lavratura do boletim foi apresentado um funcionário qualquer que – assistido por um Advogado do Banco, um Delegado ou Coronel , aposentados , prepostos do corpo de segurança – se faz presente à Delegacia para as providências de praxe.

Informações superficiais; sob a rotineira desculpa de sigilo bancário… Questões de segurança, etc.

COM AQUELE PEDIDO CARIDOSO: NÃO DIVULGAR PARA NÃO ATRAPALHAR AS INVESTIGAÇÕES.

Não fosse a matéria da TV Record o assalto passaria despercebido.

O roubo foi cuidadosamente planejado e executado; por quem tinha absoluta certeza de que não seria incomodado pela Polícia.

Pior: POR QUEM SABIA QUE NEM SEQUER HÁ MONITORAMENTO DOS VIGILANTES…

Cuja rotina era dormir no local; sem preocupação com  supervisores.

Para a maioria das vítimas já foi dado o recado oficial: TRAGAM DOCUMENTOS QUE COMPROVEM AQUILO QUE MANTINHAM NOS COFRES… ( notas fiscais e declaração à Receita Federal )

Do contrário poderão receber uma visita do agente fiscal de rendas! 

Por que a PF não busca quem matou Toninho? 7

Enviado em 14/09/2011 as 20:04 – XERAZADE

DR GUERRA
ESTA MERECE UM DESTAQUE
VEJAMOS OS NOMES…

Por que a PF não busca quem matou Toninho?
14 de setembro de 2011 | 0h 00
José Nêumanne – O Estado de S.Paulo

No sábado passado, enquanto o mundo inteiro se preparava para prantear as quase 3 mil vítimas do terrorismo fundamentalista em Nova York, outra efeméride fúnebre passou em brancas nuvens pelos céus deste nosso Brasil varonil. Os dez anos da execução do então prefeito de Campinas, Antônio da Costa Santos, não foram lembrados com a indignação com que deveriam tê-lo sido, neste momento em que até a presidente Dilma Rousseff definiu como “positiva” (a seu assessor palaciano Gilberto Carvalho) a mobilização popular contra a corrupção, no Dia da Pátria. A omissão passou a ser mais uma evidência acumulada de que os antigos romanos tinham razões de sobra para constatar que sic transit gloria mundi (assim passa a glória mundana).

Afinal, a vítima não era um anônimo qualquer. O compositor e intérprete de sucessos musicais Chico César, seu amigo pessoal e testemunha de muitos dos comícios e outras manifestações de apreço dos campineiros, garante nunca ter visto amor tão genuíno como o que estes demonstravam explicitamente pelo líder, baleado na noite de 10 de setembro de 2001 quando manobrava à saída do estacionamento de um shopping center. A cidade que ele administrava não é propriamente um vilarejo insignificante, o que poderia justificar a lápide fria que foi posta não apenas sobre seu corpo, mas também sobre a obra de um dirigente político que denunciou, com coragem, o banditismo em suas mais diversas formas, entre as quais as da política e da governança pública. É possível até argumentar que seus assassinos se beneficiaram do fato de a execução ter ocorrido justamente na véspera dos atentados contra as torres do World Trade Center. Mas mesmo essa desculpa é pálida, para não dizer amarela, como definia minha avó Nanita, que pontificava do alto de sua vetusta sabedoria doméstica: “Desculpa de cego é feira ruim e saco furado”.

O certo é que só o acaso não justificaria ou, em última instância, perdoaria o silêncio de cemitérios que se impôs sobre o assassínio do líder que teria acrescido ao apelido familiar Toninho a expressão “do PT” para não ficar dúvida quanto ao partido a que pertencia o mártir na luta contra o crime. Nem para deixar que os dez anos de negaças e incúria das autoridades públicas os despejem no oblívio.

Toninho 13, assim conhecido por causa do número de suas postulações a cargos no Executivo municipal de sua cidade, não era decerto um militante apreciado e totalmente aprovado pelo comando do partido, como o era outra vítima de morte dada como acidental, nunca devidamente esclarecida, Celso Daniel. O campineiro chegou a ser demitido da Secretaria de Obras de Jacó Bittar, amigo do padim Lula e pai dos sócios do filho do profeta de Garanhuns, a exemplo do que também ocorreu com o ex-guerrilheiro Paulo de Tarso Venceslau, que não chegou a ser morto pelas denúncias que fez, mas sobreviveu a dois atentados na Rodovia do Trabalhador. E não escapou do expurgo partidário por insistir em não compactuar com a omissão cúmplice da direção partidária.

Quando Celso Daniel foi baleado, quatro meses depois de Toninho, tinha saído da prefeitura de Santo André para coordenar o programa presidencial na campanha, que terminaria vitoriosa, de Luiz Inácio Lula da Silva. Com sua morte, o posto foi ocupado por Antônio Palocci, abatido dos mais altos postos da Esplanada dos Ministérios não por balas de pistoleiros, mas por acusações de agressões à ética que iam desde a invasão do sigilo bancário de um pobre caseiro até a multiplicação do patrimônio pessoal sem renda que a justificasse. Só por aí já dá para imaginar o destino glorioso que poderia ter tido o moço do ABC, se não houvesse morrido.

De qualquer maneira, há semelhanças entre as vítimas. O amado e corajoso líder campineiro denunciara grupos poderosos de corruptos públicos e privados na comissão parlamentar de inquérito (CPI) que investigava o narcotráfico. E o preparado quadro de Santo André também protagonizava um escândalo em que o produto da propina, segundo dois irmãos dele, fora transportado em malas entregues ao mesmo Gilberto Carvalho que acabou de ouvir Dilma elogiar as manifestações contra o esbulho, tendo como destinatário o então presidente nacional petista, José Dirceu. Todos os personagens dos casos citados, é claro, negam envolvimento e este último tem negado muito mais, de vez que é acusado de chefiar um bando organizado que movimentava recursos públicos e privados na compra de apoio parlamentar.

A Polícia Civil, chefiada por adversários do PT no poder no Estado de São Paulo, logo incriminou o sequestrador Andinho, dado como o matador de Toninho. Da mesma forma, concluiu que um menor teria acertado a testa de Daniel a oito metros de distância no escuro da madrugada numa mata em Itapecerica da Serra. Em ambos os casos, o comando petista não discutiu a conclusão dos subordinados de tucanos e contestou familiares dos mortos, indignados com as óbvias falhas nas investigações.

Há pouco tempo, um júri popular começou a condenar alguns participantes da execução do prefeito sequestrado. A promessa feita por Lula, candidato no palanque, em Campinas, em 2002, de mandar a Polícia Federal (PF) investigar o assassinato do prefeito baleado na direção do carro nunca foi cumprida. Márcio Thomaz Bastos, indicado para assessorar juridicamente a família do morto, Tarso Genro, Luiz Paulo Barreto e José Eduardo Martins Cardoso, no comando da pasta à qual está subordinada a PF, não moveram uma palha para cumprir essa vã promessa de seu líder supremo.

O mínimo que se pode questionar neste décimo aniversário da execução de Toninho do PT é por que nunca ninguém das cúpulas petista e federal se interessou em saber se tem razão a polícia paulista, que acusa Andinho, ou o sequestrador, que sempre negou a autoria do crime.

JORNALISTA E ESCRITOR, É EDITORIALISTA DO “JORNAL DA TARDE”

Falha da polícia atrasa investigações no caso do Itaú, diz delegado-geral…FALHA DE COMUNICAÇÃO À POLÍCIA CIVIL DEVERIA DIZER…ABSURDO LIVRAR A CARA DO BANCO ITAÚ E DE EMPRESA DE SEGURANÇA EM DETRIMENTO DA INSTITUIÇÃO!…ÊPA…ÊPA, Dr. CARNEIRO!…JUSTIFICADA SERIA A INSTAURAÇÃO PARA “AÇÃO” DE QUADRILHA NA CIRCUNSCRIÇÃO do 69º DP…MAS O CRIME DE “QUADRILHA E BANDO ” – modernamente: CRIME ORGANIZADO – É ATRIBUIÇÃO DO DEIC ( é ou não é ? ) 12

Falha da polícia atrasa investigações no caso do Itaú, diz delegado-geral
Marcos Carneiro Lima acredita que falha de comunicação da polícia causou atraso em investigações sobre o roubo dos cofres do banco
Fernanda Simas, iG São Paulo | 13/09/2011 23:24

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Falha da polícia atrasa investigações no caso do Itaú, diz delegado-geralMarcos Carneiro Lima acredita que falha de comunicação da polícia causou atraso em investigações sobre o roubo dos cofres do banco

Fotos Reprodução/BandNews

Imagem do local onde ficam os cofres do Itaú após assalto
Uma falha de comunicação da polícia de São Paulo foi a causa do atraso no início das investigações do roubo de 138 cofres particulares da agência do banco Itaú localizada na Avenida Paulista, aponta o delegado-geral da Polícia Civil, Marcos Carneiro Lima. “Essa falha está principalmente centrada na questão de que não se tinha uma definição de valores do que foi roubado. No 78° DP (Distrito Policial onde foi feito o boletim de ocorrência do roubo) não se tinha o valor do que foi roubado, o boletim dava destaque de vítima para a empresa de segurança e para o banco, apontando celular e arma roubados dos seguranças”, explica Carneiro ao iG. O roubo ocorreu no dia 27 de agosto e se tornou público oito dias depois.

Uma ala da Polícia Civil chegou a questionar uma investigação paralela do caso feita pelo antigo titular da Delegacia de Roubo a Bancos, Rui Ferraz Fontes, hoje titular do 69° Distrito Policial, alegando que esse seria o motivo do atraso das investigações do Departamento de Investigações sobre Crime Organizado (Deic).

Carneiro é enfático ao dizer que a investigação feita por Fontes é legal e de conhecimento da polícia. “O outro delegado (Fontes) começou uma investigação de formação de quadrilha e essa quadrilha pode ter ligação com o roubo ao Itaú. Já fizemos uma reunião com os delegados e ficou determinado que ele vai passar tudo para o Deic.”

O delegado-geral ressalta que a investigação de Fontes objetiva a quadrilha e não a ação da quadrilha, o assalto ao banco. “Chegou a informação de que ele (Fontes) está investigando uma formação de quadrilha, é uma justificativa legal para ele trabalhar. O Rui foi titular do Roubo a Bancos e tem conhecimento sobre o assunto. O Deic tem conhecimento disso tudo, o interesse é público e queremos resolver o caso. ”

Depois de 17 dias do roubo à agência do Itaú, o Deic recebeu a uma lista com os nomes de funcionários que fazem a segurança do banco, mas não confirma se já recebeu a lista com os nomes dos clientes que tiveram os cofres roubados. Até segunda-feira (12), a polícia não tinha recebido a relação de clientes roubados. Até hoje, não se sabe o valor total roubado pelos bandidos.

Investigação paralela do delegado Rui Ferraz Fontes, titular do 69º DP , para seu patrão: BANCO ITAÚ…O FLIT PARTE DO PRINCÍPIO DE QUE ELE DE BOA-FÉ TRANSMITIRIA A DENÚNCIA ANÔNIMA PELA CADEIA HIERÁRQUICA…FERREIRA PINTO, inclusive 38

agência do itaú 13/09/2011 22h51

Roubo milionário causa mal-estar na Polícia Civil

Investigação paralela pode ter causado demora no início das apurações sobre o assalto no Deic

Plínio Delphino
DIÁRIO SP
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O assalto milionário à agência do Banco Itaú da Avenida Paulista, um dos maiores do país, gerou crise na Polícia Civil. Representantes da segurança do banco estiveram no Deic (Departamento de Investigações Contra o Crime Organizado) e relataram que um grupo de policiais já estava investigando o roubo. Tratava-se do delegado Rui Ferraz Fontes, titular do 69º DP (Teotônio Vilela), na Zona Leste da capital. O policial foi titular da delegacia de Roubo a Banco do Deic e um dos principais homens a investigar o crime organizado e a maior facção criminosa de São Paulo.De acordo com o delegado-geral de Polícia, Marcos Carneiro Lima, Fontes instaurou inquérito de formação de quadrilha porque recebeu uma denúncia anônima sobre possível autoria do crime. “Eu parto do princípio que ele (o delegado Rui) agiu de boa-fé. Se futuramente se comprovar o contrário, tomaremos as medidas necessárias”, afirmou.

O Deic garante que não foi informado sobre uma investigação paralela, que teria começado no último dia 6, e que, inicialmente, representantes da empresa de segurança não comunicaram a gravidade do fato ao departamento porque o caso já estaria sendo apurado.

O crime foi cometido às 23h50 do dia 27 de agosto. Cerca de 12 homens vestidos com jalecos de prestadores de serviço, invadiram  a agência, dominaram dois vigilantes e permaneceram cerca de dez horas no local. Arrombaram 171 cofres e levaram joias raras, coleções de relógios de luxo e dinheiro  de 138 deles. Por volta das 9h40 do dia 28, fugiram. A PM foi avisada e o caso foi registrado no 78º DP (Jardins).

Secretário da Segurança ficou sabendo pela TV
O secretário da Segurança Pública, Antônio Ferreira Pinto, garantiu que os procedimentos tomados no 78º DP foram corretos. “Houve falha e não foi de lá”, disse em entrevista no QG da Polícia Militar na quinta-feira, durante evento, colocando o lapso de uma semana para início das investigações sob responsabilidade do Deic.

O diretor do Deic, Nelson Silveira Guimarães, enviou mensagem ao delegado-geral,  colocando-se à disposição para esclarecimentos. Até então, o caso não havia sido dimensionado como deveria e o próprio secretário garantiu que soube do assalto pela TV.  Além do Deic, o Decap Departamento de Polícia Judiciária da Capital) e  a secretaria receberam comunicado sobre o crime.

O chefe da polícia, Marcos Carneiro, convocou reunião e determinou que o Deic fosse informado de todas as investigações.  Fontes teria recebido antes as melhores fotos e depoimentos. O DIÁRIO não conseguiu ouvi-lo.

 
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Observação: pressumpondo a veracidade da notícia acima.
Pois não acredito que o Delegado seja tão bisonho a ponto de querer instaurar um inquérito pretendendo provar ser o maior especialista na área de investigação de crimes bancários. 
O Sr. Secretário deve estar agradecendo a gentileza.