Arrancar calcinha de escrivã que tomou R$ 200,00 , fimar e se masturbar exibindo a desonra alheia é conduta aceitável! Inaceitável é ir pra cima de quem mete na cueca R$ 200.000,00 por mês!
Autor: Flit Paralisante
Mais do que nunca tenho a certeza: P.C. idolatra quem a cafetina!
Vai um cargo ou promoção de 10, de 30 ou de 100?
Ano que vem continuaremos a falar mal de todo mundo… 3
De quem faz o mau e de quem não presta!
Que em 2024 todo pessoal das instituições de segurança – inativos , inclusive – sejam devidamente valorizados e respeitados…Que a politicalha partidária corrupta seja extirpada das Polícias 1
Também, muita saúde, segurança e bom dinheiro prá toda família!
Lula fortaleceu as Polícias Municipais…Penso que esse é o caminho 5
CARIOQUÊS: quero que a paulistada vá tomar bem no meio do cu…E foda-se ! 12
Kao…kao…kao!
O “Derrete” é tão péssimo que tem gente querendo a volta de outro F.P. 3
O capetão do Antônio…rs
Quero que a Polícia Civil exiba o B.O. e a O.S. determinando a diligência que resultou na morte da investigadora do DEIC…Quem garante que o “bêbado /drogado” não acreditou estar em situação de legítima defesa? Também, quem garante que os policiais estavam no legítimo exercício das funções? 7
Os advogados do diabo serão outros; não eu!
O DEIC investiga furtos nas vielas e nas casas das periferias? 1
Ou será apenas nos Jardins…( segurança privada não deve faltar) .
Tem outros homicidas nessa “tragédia ” …Mais do que previsível! 1
Vale o escrito: quem determinou a busca das imagens ? Sábado a noite ? 1
Quem expediu a ordem de serviço para investigar o furto nos Jardins? Foi delegado do DEIC ou dono de empresa de segurança? 2
A morte da policial antes de tudo é culpa dos seus superiores…Não transfiram apenas para o ” bêbado/drogado”! 1
Tá tudo errado !
Cariani testa a força do deputado Delegado da Cunha…Caraio , o que tu fez véio …
A Baixada Santista ganha mais uma modalidade de vício para concorrer com a Cocaína e Crack …A “empresa” certamente pertence a quem é do ramo de diversões públicas
Empresa assume loteria em São Vicente e cidade terá nova fonte de receita; entenda
Segundo a prefeitura, a concessão é pelos próximos 20 anos. Objetivo é a geração de recursos sem aumentar impostos ou tributos.
Por g1 Santos
08/12/2023 21h00 Atualizado há 3 dias
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/B/A/tguibbQKyRQXdw1AOkjQ/imagem-g1-45-.png)
São Vicente criará Loteria da Baixada nos moldes da loteria realizada pela Caixa Econômica Federal — Foto: Thauany Melo/g1
A AMZ Loterias do Brasil Ltda venceu uma licitação e garantiu a concessão da gestão da ‘Loteria Baixada’ de São Vicente, no litoral de São Paulo. Pelos próximos 20 anos, portanto, a empresa vai poder realizar sorteios, imprimir bilhetes e raspadinhas — inclusive digital –, além de promover jogos eletrônicos, físicos e on-line.
✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Santos no WhatsApp.
A decisão foi anunciada pela prefeitura por meio da Secretaria da Fazenda (Sefaz). O objetivo da administração municipal é a gerar recursos para o município sem aumentar impostos e tributos.
A Loteria da Baixada é um novo serviço público e, agora, com a concessão, além de resultar e mais receita vai gerar emprego, renda e parcerias na cidade.
O modelo segue os mesmos moldes da loteria realizada pela Caixa Econômica Federal, respeitando a Lei Federal 13.756 de 2018, que disciplina as regras e a matéria sobre jogos de prognósticos.
Segundo a empresa vencedora, o primeiro produto dever ser a raspadinha digital que, eventualmente, pode ser impressa. Também haverá a implantação de novos jogos e sorteios, de forma gradativa, que deverão ser obrigatoriamente auditados por empresa independente, garantindo segurança do jogo.
Segundo a prefeitura, um estudo realizado por meio da Fundação Fundac mostra que cerca de R$ 155 milhões podem ser arrecadados ao longo do prazo da concessão, sendo que jogos de prognósticos representam cerca de 0,20% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil.
O dinheiro arrecadado será utilizado no custeio da seguridade social e no financiamento de ações, projetos e aportes de recursos de custeio nas áreas de assistência social, direitos humanos, esporte, cultura, saúde e segurança pública