Eu não quero acabar com nenhum órgão do Estado , que nunca teve três poderes , possui três atividades um pouco mais qualificadas pelos cidadãos – embora aqueles que as ocupam se coloquem acima de quem os paga muito bem e ainda os roubam…Espero que o próximo governo ( Federal e Estadual ) , coloque fim na tripartição de pessoas desarmônicas e dependentes do nosso dinheiro…No que se deve por fim: VITALICIEDADE e o PRÊMIO POR SER JUIZ VAGABUNDO e LADRÃO! 18

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Se alguém souber de um Magistrado que, de ofício, determinou a diminuição do valor da causa e expediu alvará devolvendo o dinheiro recolhido a maior pelas custas judiciais pagas por uma das partes: VOLTAREI A ACREDITAR NA HONESTIDADE DESSA GENTE…

Para quem não sabe: as custas processuais são repassadas (60%) pela Fazenda para o Poder Judiciário, com esse dinheiro se compra celulares e equipamentos Apple!

Essa é toda a melhoria feita em prol do melhor atendimento da população…

Roberto Conde Guerra

    • “Eu não quero acabar com nenhum órgão do Estado…”.
      Eu também não quero acabar com nenhum cargo, mas Investigador é aquele que investiga, por isso, a Polícia Federal são Investigadores: Agente (investigação interna e externa), Delegado (investigação interna e externa) e Escrivão (investigação interna/cartorária).
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      Pesquise uma palavra
      investigador
      /ô/
      Aprenda a pronunciar
      adjetivo substantivo masculino
      1.
      que ou aquele que investiga.
      2.
      BRASIL
      que ou aquele que, na polícia, se encarrega das investigações; agente de polícia

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      • O Ministério Público está abrindo um monte de vaga para Investigador com nomenclatura Agente e Oficial de Promotoria.

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  1. O outro vandalismo, o que não é só dos “malucos”

    Fernando Brito
    12/12/2022
    10:47 pm

    Quem assistiu hoje os discursos de Lula e do presidente do TSE, Alexandre de Moraes, na cerimônia de diplomação do presidente eleito ficará com a impressão de que existe uma “união institucional” para que o resultado do pleito de outubro seja respeitado e que o governo que se inicia, em nome da democracia, vá ter, ao menos na sua implantação, apoio generalizado.

    Isso, porém, é uma ilusão. É evidente que não o governo que se iniciará no novo ano como o desejo nacional de que vivamos novos tempos, porque isso é impossível enquanto se usa o extremismo de direita como “boneco de Judas” a recolher pecados graves, mas não só seus.

    Pois enquanto algumas dezenas de alucinados vai partindo para o vandalismo, como agora à noite, ao depredarem a sede da Polícia Federal e atearem fogo em ônibus e carros, há outros a bloquearem as estradas da governabilidade, sem tanto barulho e espalhafato.

    Se aos vândalos é necessário responder, como tem feito o presidente do TSE (enquanto seguem recebendo afagos do presidente que finda e de chefes militares), é preciso identificar os que invocam, como eles, pretensões inconstitucionais – e não é outra coisa tentar chantagear o futuro governo para influir numa decisão sobre o Orçamento Secreto que só ao Supremo Tribunal Federal diz respeito.

    Pois se àqueles move impedir a posse do governo, quem age para sabotar a correção de um Orçamento catastrófico não se opõe à posse, mas se opõem a que os eleitos pelo povo governem.

    O presidente da Câmara, Arthur Lira, deve escolher se vão prevalecer os acordos políticos possíveis e legítimos ou se vai permitir que saiamos do jogo político e entremos no campo da chantagem explícita, um caminho que Eduardo Cunha mostrou aonde leva.

    Lula demonstrou toda a sua disposição de diálogo, mas ninguém pode esquecer que foi ele o eleito para governar, não o “mercado”, não a direita que quer provocar na Câmara o mesmo tumulto que os bolsonaristas de calçada estão fazendo nas ruas de Brasília.

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  2. A ordem contra a desordem terá de ser dada

    Fernando Brito
    13/12/2022
    12:53 pm

    A manchete do site do Estadão – Primeira ordem de Lula a chefes das Forças Armadas será acabar com atos bolsonaristas em quartéis – dá bem a medida à situação a que o país está entregue nos próximos 18 dias, tempo que resta para que deixemos de ter um chefe de governo criminoso.

    Os eventos de ontem – que não deveriam surpreender ninguém, de tão previsíveis e até anunciados que foram – não serão os últimos e não são iguais ao que os selvagens do trumpismo praticaram, em seu inconformismo com a vitória de Joe Biden.

    E não são por uma simples razão: ali, apesar da demora e das vacilações, o poder de Estado se lançou contra os que queriam derrubá-lo, enquanto aqui, os chefes da “lei e da ordem” agem num terreno pantanoso entre a leniência e a cumplicidade com a subversão da ordem democrática e o resultado do pleito eleitoral.

    Os atos bolsonaristas, infelizmente, não se realizam apenas às portas dos quartéis. Estão sendo realizados a toda hora, dentro deles, e com toda a pompa e circunstancia, nas peregrinação do presidente a uma série de atos militares aos quais ele vai, ainda que em silêncio ou em frases veladas, insuflar a indisciplina ante a transição de governo.

    Aliás, a estas excursões à caserna é a única atividade governamental a que Jair Bolsonaro se dedica há um mês, completamente desconectado dos problemas reais do pais. Abandonou o posto e entrega-se apenas a atrair os comandos e a oficialidade das Forças Armadas para o mesmo tipo de marginalidade que marcou a sua carreira no Exército.

    Não importa se ele deu uma ordem direta para a baderna da noite e madrugada: ele não apenas insuflou-as politicamente como deu as condições logísticas para que os agitadores de porta de quartel de lá partissem para o quebra-quebra.

    A ver se a Procuradoria Geral da República e a Polícia Federal vão fazer o que continuam sem fazer: responsabilizar quem está no comando da arruaça.

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  3. Mais uma notinha do mundo paralelo: estão dizendo que os caminhões de mudança que estão na casa do bozo, são os enfeites de Natal chegando pra decorar a casa! Jesus acenda a luz ! Kkkk

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  4. O Ministério Público está abrindo um monte de vaga para Investigador com nomenclatura Agente e Oficial de Promotoria.

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