Vamos refletir sobre algumas coisas (verdades ): SE O PODER JUDICIÁRIO FOSSE HONESTO – como teoricamente deveria ser – LULA NÃO TERIA SIDO PROCESSADO E CONDENADO NO PARANÁ POR AQUELE JUIZ CULTO , CUMPRIDOR DA LEI , EDUCADO E LINDO COMO TODO JUIZ DE DIREITO BRASILEIRO SE ACHA ( embora , invariavelmente, de expressão facial suspeita ) ..LULA, tenha a coragem que lhe faltou entre 2003/2010…Abra a CAIXA PRETA de quem lhe absolveu apenas por interesses pessoais. Pela maioria você deveria ter sido executado. Mas verificaram que apostaram errado e que entre ficar de quatro e chupar rola de milico é MELHOR TER COMO PRESIDENTE QUEM USAVA MACACÃO OUVINDO ARROUBOS RETÓRICOS DE SINDICALISTA … Na real, para eles TU É UM MERDA! Felizmente um merda que vestiu macacão é muito melhor do que a merda que veste ou vestiu farda e toga! 35

 

 

 

 

 

 

 

 

  1. Falou tudo.
    Só soltaram o Lula, porque o remédio era pior que a doença.
    Deus me livre desses militares.
    Deus me livre do PT.
    Deus me livre do STF.
    Deus me livre desses partidos.

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  2. Reinaldo: PF e loucura armamentista são desafios de Flávio Dino youtuv
    pesquise bo google a frase acina

    a letra y e também a letra que vem antes dela estão inoiperantes no meu teclado

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  3. Bolsonaro quebra silêncio. Ele quer ser preso? Habeas corpus de Alexandre no STM foi negado? Entenda Youtub

    pesquise no google

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  4. “Lula foi eleito e, agora, tem que governar”, diz Mourão

    Em entrevista ao jornal Gazeta do Sul, o vice-presidente também descartou a possiblidade de intervenção militar para evitar a posse do petista

    Mourão: Lula foi eleito e agora tem que governar | CNN PRIME TIMEMourão: Lula foi eleito e agora tem que governar | CNN PRIME TIME
    Leonardo RibbeiroJoão Rosa*da CNN

    Em Brasília

    02/12/2022 às 20:10 | Atualizado 03/12/2022 às 14:04
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    O vice-presidente da República, Hamilton Mourão (Republicanos), afirmou que o presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), foi eleito e tem que governar. Mourão também disse que uma intervenção militar traria consequências “terríveis” para o país.

    “Está chegada a hora de as pessoas compreenderem que ele [Lula] foi eleito e agora tem que governar”, disse nesta sexta-feira (2), por telefone, em entrevista ao jornal “Gazeta do Sul”.

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    Perguntado sobre uma possível intervenção militar, conforme defendido por parte de militantes bolsonaristas, Mourão descartou essa possibilidade. “Importante que as pessoas compreendam que não temos liberdade de manobra para uma ação fora do que prevê a Constituição, isso redundaria em sanções contra o nosso país e, consequentemente, traria uma situação muito difícil para a população.”

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    Sobre as manifestações que vêm ocorrendo por parte de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL) que não aceitam o resultado das urnas, Mourão acredita que eles fazem um protesto “tardio” e disse que as manifestações deveriam ter acontecido quando Lula teve seus direitos políticos reestabelecidos.

    Mourão também falou que pelo que sabe, Bolsonaro não participará da posse de Lula e que ele próprio não pretende fazer o rito da passagem de faixa presidencial. “Pelo que eu sei, o presidente não irá passar a faixa e também não irá renunciar. Consequentemente, alguém colocará a faixa em uma almofada e entregará ao novo presidente após ele subir a rampa”, afirmou Mourão.

    Por fim, Mourão acha que Bolsonaro saiu forte das eleições deste ano e que tem condições de assumir o papel de líder de uma oposição responsável. Afirmou ainda que acredita que, em 2026, Bolsonaro poderá vencer a eleição presidencial.

    *Estagiário sob supervisão de Afonso Benites

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  5. Nas eleições, vizinho bolsonarista ameaçou repetidamente, inclusive de morte, jornalista negra

    Débora Pinho foi ameaçada em sua casa. Na delegacia, ficou responsável pela transcrição dos áudios da ameaça
    Caroline Oliveira
    Brasil de Fato | São Paulo (SP) | 07 de Dezembro de 2022 às 17:05
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    No total, foram quatro ataques nos dias 9 de setembro, 15 e 26 de outubro e 26 de novembro – Unsplash
    A jornalista Débora Pinho, de 33 anos, viveu momentos de terror dentro de seu apartamento, no condomínio Edifício Terracota, no bairro de Mirandópolis, na zona sul de São Paulo, durante o período eleitoral. Ela, que tem adesivos a favor de Lula (PT) na porta de sua casa, e foi ameaçada de morte, além de receber injúrias de seu vizinho de andar Luís Fernando Fray Ferreira, de 50 anos, que se apresenta como apoiador de Jair Bolsonaro (PL).

    O pior momento foi em 15 de outubro, um dos quatro ataques contra a jornalista. Neste dia, as ameaças cresceram tanto que Pinho foi à polícia. Além de um boletim de ocorrência, ela pediu no 16º Distrito da Polícia Civil de São Paulo uma medida protetiva.

    Débora e seu advogado, Bruno de Oliveira, não sabem dizer, entretanto, em que pé está o inquérito, porque a escrivã responsável pelo caso saiu de férias sem antes digitalizar tanto a petição quanto o depoimento de testemunhas.

    Ataques

    No total, foram quatro ataques, nos dias 9 de setembro, 15 e 26 de outubro e 26 de novembro. “Nesse 15 de outubro, que foi o mais grave, eu vivi cenas dignas de um filme de terror, porque ele chegou no prédio já gritando, bem transtornado. Aí ele chegou no hall falando um monte de besteira, provocando a minha cachorra e continuou falando dentro da casa dele. Isso começou por volta da meia-noite e meia e foi até cerca de duas horas da manhã”, afirma Débora.

    Ao ouvir as ameaças e xingamentos, a jornalista colocou um gravador de som próximo à porta de seu apartamento e se fechou no quarto com a sua cachorra. Dali de dentro, acionou a síndica, os vizinhos e familiares. “Foram duas horas de muito terror, porque ele fez ameaças muito graves, que foram escalando.”

    Entre as frases desferidas contra Débora, Luis Fernando Fray Ferreira disse que é “militar há 15 anos” e que é “Bolsonaro”. “Você vai ver se eu não sento o dedo, bando de filha da puta, baianada do caralho. Seu cachorrinho vai rodar, viu, baianinha. Você é locatária. Eu sou proprietário, baianinha. Vou te ensinar quem é gente aqui, petista do caralho. Vai tomar no teu cu, baianinha do caralho, petista, saco de bosta. Vem que eu tô no apetite. Vou te ensinar quem é homem aqui nessa bosta”, diz o agressor em um dos trechos gravados por Débora.

    Em outro momento, Ferreira intimida a jornalista a se mudar do local e ameaça agredir seu cachorro. “Seu cachorrinho vai rodar, viu, baianinha. Ou você muda ou você morre. Puta que pariu. É um saco de bosta. Sabe o que você tem que fazer? Muda de lugar. Vai morar na Brasilândia, Paraisópolis… Vai morar nessa bosta aí. Você é inquilina, saco de bosta”, disse em outro trecho. Débora está no condomínio desde agosto de 2020. Ferreira teria se mudado para o local no segundo semestre do ano passado.

    Ferreira também afirma que já “matou dois” e lamenta por não poder sair armado. “Vai… Eu já matei dois. Dois. Se eu trombar, o bagulho vai ficar estranho. Cai para dentro, filha da puta. Mano, é 40 anos de área. Vamos ensinar a baianada aqui a ser gente. Petista do caralho. Pena que eu não posso sair armado. Se não você ia ver só. Eu ia deitar fácil. Saco de bosta. Filha da puta. Vai trabalhar, baianinha do caralho”, disse.

    Diante das ameaças, Débora Pinho decidiu deixar o apartamento naquela madrugada e só voltou para fazer as malas para uma viagem e em outras ocasiões para fazer a mudança. “Eu não posso continuar aqui, porque eu não tenho peito de aço. Eu não sei, pelo nível de ameaças que ele fez, se realmente tem uma arma. Eu passeio com a minha cachorra todos os dias. Esse bairro é muito ermo. E ele sabe que eu passei com a cachorra. Acho que foi a melhor coisa que eu fiz”, afirma Débora.

    Nos dias em que a jornalista esteve fora de seu apartamento, os vizinhos afirmaram que os episódios de ameaças, xingamentos e gritos cessaram, o que, para Débora, reforça que os ataques são dirigidos a ela, a única mulher do andar.

    Reclamações anteriores aos ataques

    Antes de iniciar os ataques dirigidos à Débora, Luís Ferreira teria sido alvo de reclamação pelo barulho excessivo que costuma fazer de dentro de seu apartamento, segundo a jornalista. “Ele é uma pessoa que faz muito barulho de madrugada. Ele começa a surtar, jogar coisa no chão, dar murro na parede, xingar alto, colocar música no último volume. Ele dá um soco na parede tão forte que eu escuto do meu lado. Ele já foi alvo de reclamação por causa de barulho”, diz.

    Débora, inclusive, afirma que um dos possíveis motivos que a fez ser alvo do vizinho bolsonarista é uma multa que ele teria recebido após barulho excessivo. Para ela, Luis Ferreira acredita as reclamações teriam partido dela.

    No próprio dia 15 de outubro, Luis Ferreira colocou música em volume suficiente para os vizinhos reclamarem do barulho em um grupo de WhatsApp. Uma das moradoras questionou se “alguém do 4º andar tá ouvindo música alta??”. Outra moradora disse que “o cara estava completamente transtornado, perigoso demais. Muitos gritos, socos na parede. Terrível”.

    Diante das mensagens, Débora comentou que não eram somente gritos e socos, mas ataques e xingamentos dirigidos a ela. Os moradores demonstraram preocupação e orientaram pela abertura de um boletim de ocorrência, como foi realizado. “Na verdade, no prédio está todo mundo com medo e acuado.”

    Débora também conta que, pela regra do condomínio, Luís Ferreira deveria ter recebido uma segunda multa com o dobro do valor da primeira, mas até agora a medida não teria sido efetivada. O Brasil de Fato entrou mandou uma mensagem para a síndica do condomínio sobre as providências tomadas contra Luis, mas até o momento não houve uma resposta. O espaço está aberto para pronunciamento.

    Polícia

    No 16º Distrito da Polícia Civil de São Paulo, Débora Pinho afirma que foi vítima mais uma vez. Além dos documentos que não foram digitalizados, a escrivã responsável pelo caso teria “ficado o tempo todo ressaltando que estava saindo de férias” e que, portanto, não teria tempo para transcrever as gravações das agressões. O trabalho de ouvir todo o áudio e transcrevê-lo ficou sob responsabilidade da própria Débora.

    “Ela falou que não tinha como ouvir esses áudios no computador da delegacia e que não tinha tempo, como sempre, porque ela ia sair de férias, e aí ela me pediu para eu ouvir e transcrever as partes mais importantes”, afirma.

    “Ou seja, eu tive que reviver a minha violência. Eu escutei esses áudios tendo taquicardia. Eu escutei passando mal, porque eu não gosto de ouvir esses áudios. Eu escuto, fico com o meu coração disparado na hora. Eu vou no meu apartamento e eu escuto qualquer movimentação, o meu coração dispara.”

    A escrivã também teria questionado a autodeclaração de raça de Débora. “Num determinado, depois do final do depoimento, ela virou pra mim e falou assim: ‘É, mas a senhora não é negra, né? A senhora é parda’, questionando a minha autodeclaração e tipo como se ela tivesse uma régua para dizer quem é negro e quem não é”, disse Débora. A escrivã também teria dito também é filha de baianos, mas não votou no mesmo candidato que a jornalista, em Lula. “Achei bem desnecessário a ter enfatizado isso.”

    Trecho do Boletim de Ocorrência / Acervo pessoal

    Segundo Bruno de Oliveira, advogado de Débora Pinho, teoricamente todos os documentos deveriam estar digitalizados. Sem a digitalização, tanto o advogado como a vítima não têm acesso aos autos do processo. Mas não só isso. “Eu pedi uma medida protetiva. Em que pese a Lei Maria da Penha somente para relacionamentos domésticos, já há entendimento aqui no estado de São Paulo por juízes e alguns promotores, que pode ser aplicada a Lei Maria da Penha em relação vizinhos”, afirma Oliveira.

    O advogado solicitou a instauração de um inquérito policial com base na acusação contra Luis Fernando Fray Ferreira por injúria qualificada ao chamar Débora de “baianinha” e por ameaça.

    De acordo com o Código Penal, em seu artigo 140, injuriar alguém significa ofensa à dignidade de, com base em elementos referentes à sua raça, cor, etnia, religião, idade ou deficiência. A pena é reclusão de um a seis meses ou multa. Já o crime de ameaça está previsto no artigo 147 do Código Penal e consiste em ameaçar alguém, por palavras, gestos ou outros meios, de lhe causar mal injusto e grave. A pena também é de reclusão de um a seis meses ou multa.

    Os outros lados

    O Brasil de Fato buscou Luís Fernando Fray Ferreira, tanto por telefone como por mensagem de whatsapp, mas ele preferiu não se manifestar. O espaço está aberto caso resolva explicar seu lado na história.

    A reportagem também entrou em contato com a escrivã responsável pelo caso. Ela informou por telefone que o acusado foi ouvido, o inquérito, instaurado e que não poderia dar detalhes sobre o caso.

    Foi contatada ainda a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo com questionamentos sobre a conduta da escrivã e a tramitação do processo. Em nota, a pasta informou que o caso é investigado por um inquérito policial.

    “O pen drive com os áudios foi encaminhado para a perícia do Instituto de Criminalística (IC) para transcrição. Já foram colhidos os depoimentos da vítima, da testemunha e do investigado. A autoridade policial solicitou para a Justiça mais prazo para a conclusão do inquérito”, informou.

    Edição: Rodrigo Durão Coelho

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  6. DIPLOMAÇÃO LULA AO VIVO: Veja data, horário e onde assistir a primeira etapa da posse do presidente eleito Lula

    Lula e Geraldo Alckmin venceram o segundo turno das eleições com mais de 60 milhões de votos

    Julianna Valença
    Cadastrado por
    Julianna Valença
    Publicado em 11/12/2022 às 15:11 | Atualizado em 11/12/2022 às 15:12
    Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
    Acompanhe a diplomação de Lula e Alckmin ao vivo – FOTO: Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
    Leitura: 3min

    Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Geraldo Alckmin (PSB) serão diplomado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta segunda-feira (12), como presidente e vice-presidente, respectivamente. Ambos os políticos fizeram parte da chapa vencedora nas Eleições de 2022 para presidente.

    DIPLOMAÇÃO LULA AO VIVO
    A sessão solene marca uma das primeiras etapas oficiais da posse de Lula e inicia às 14h. O momento será transmitido ao vivo no YouTube da TVJC.

    No evento, Lula e Alckmin recebem os documentos assinados pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que atesta a habilitação da posse no dia 1º de janeiro. Assim, a dupla pode exercer os mandatos conferidos pelo voto popular no segundo turno das Eleições Gerais de 2022.

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    Segundo o TSE, o diploma tem como fundo o brasão da República do Brasil e traz os seguintes dizeres:

    “Pela vontade do povo brasileiro expressa nas urnas em 30 de outubro de 2022, o candidato Luiz Inácio Lula da Silva foi eleito presidente da República Federativa do Brasil. Em testemunho desse fato, a Justiça Eleitoral expediu o presente diploma, que o habilita à investidura no cargo perante o Congresso Nacional em 1º de janeiro de 2023, nos termos da Constituição”.

    POSSE DO LULA 2023
    A cerimônia pública da posse de Luiz Inácio Lula da Silva como presidente do Brasil acontecerá no dia 1º de janeiro, em Brasília, Distrito Federal.

    Segundo a futura primeira dama Janja, uma festa está sendo comemorada para celebrar a vitória do petista. Denominado de “Festival do Futuro”, o evento promete reunir diversos artistas que apoiaram a sua candidatura.

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  7. Voto de Weber deixa Lira em situação complicada

    Fernando Brito
    14/12/2022
    8:21 pm

    O longo, fundamentado, detalhado e impiedoso voto da ministra Rosa Weber classificando como inconstitucional o chamado “Orçamento Secreto”, sem abrir qualquer espaço para que alterações na forma em que são distribuídas as “emendas de relator RP-9“, inverte as pressões que o presidente da Câmara, Arthur Lira, ensaiava usar contra a PEC da Transição como moeda de troca para manter, mesmo substancialmente modificada, a distribuição de verbas orçamentárias para sua base de apoio.

    E é assim porque a posição de Weber praticamente fechou as portas para uma “conta de chegar” que mantivesse este mecanismo, reconhecendo apenas o poder do relator para pequenos ajustes no Orçamento, exatamente como era antes que surgisse a farra das emendas.

    A relatora e presidente do Supremo usou termos bem claros para condenar o mecanismo:

    “Os fatos subjacentes ao chamado orçamento secreto revelam a progressiva tomada do Orçamento Público Federal por congressistas que compõem a base do governo no Congresso, pondo-se o Orçamento federal desse modo a serviço das prioridades eleitorais e dos interesses paroquiais dos parlamentares integrantes da coalizão presidencial”

    Portanto, uma posição tão firma que faz com que qualquer mudança na simples declaração de inconstitucionalidade dependeria de uma modificação no teor do relatório e, portanto, de uma longa negociação interna no Supremo, para não desautorizar a sua presidente.

    Isso não se fará até o fim do dia de amanhã, última sessão do STF, é óbvio e deixa informalmente suspensas a execução das emendas ainda não pagas e prejudicada a alocação de novos recursos em “emendas do relator” até, no mínimo, fevereiro de 2023, quando se iniciam os anos legislativo e judiciário.

    Não se manterá, como pretendiam, as emendas de relator com simples resoluções administrativas e quem passa a precisar de uma emenda constitucional para tentar manter em parte estes recursos são os parlamentares do Centrão.

    Como afirmei antes, Arthur Lira não é um kamikaze e não vai se lançar num confronto com o governo que se inicia, ainda mais agora.

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  8. Gilmar libera auxílio fora do “teto” e enfraquece pressão de Lira
    Fernando Brito

    18/12/2022
    11:16 pm

    O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, acaba de divulgar decisão que permite que “eventual dispêndio adicional de recursos com o objetivo de custear as despesas referentes à manutenção, no exercício de 2023, do programa Auxílio Brasil (ou eventual programa social que o suceda na qualidade de implemento do disposto no parágrafo único do art. 6º da Constituição), pode ser viabilizado pela via da abertura de crédito extraordinário “, atendendo a mandado de injunção pedido pela Rede.

    Com isso, o novo governo ficaria dispensado da aprovação da PEC da Transição para ter os recursos para continuar pagando os R$ 600 do “Auxílio Brasil” ou “Bolsa Família, como voltará a ser chamado. Bastaria a edição de uma Medida Provisória autorizando o crédito e jogando sobre o Congresso, em 2023, a sua aprovação, que, evidentemente, iria acontecer sob a pressão de retirar o pagamento do benefício.

    A decisão de Mendes ainda abre caminho para que outras despesas necessárias – como a da recomposição do orçamento da Saúde – possam ser tratadas da mesma maneira:

    “A instituição de normas de boa governança fiscal, orçamentária e financeira, entretanto, não pode ser concebida como um fim em si mesmo. Muito pelo contrário, os recursos financeiros existem para fazer frente às inúmeras despesas que decorrem dos direitos fundamentais preconizados pela Constituição”.

    O poder de pressão de Arthur Lira sobre Lula, com isso, se reduz drasticamente, embora política e administrativamente ainda seja melhor a aprovação da PEC, que permite a recomposição do Orçamento em outras áreas que estão à míngua de recursos. Mas a grande espada sobre a sua cabeça – honrar a promessa de manter o benefício aos mais pobres – deixa de existir.

    O Supremo, assim, completa os seus sinais ao Legislativo: assim como aceita a ingerência dos parlamentares sobre o Executivo mantendo – sem as obscuridades do Orçamento Secreto – algum controle do Congresso sobre a alocação de verbas públicas, nega a ele o poder de vida ou morte sobre as despesas essenciais ao funcionamento da máquina pública.

    O alerta a Lira está dado: há limites na disputa de poder e eles não podem ultrapassar a fronteira da inviabilização de recursos para as despesas essenciais.

    É o presidente da Câmara que terá de decidir agora se vai seguir dificultando o acordo na política, sabendo que não pode amarrar completamente as mãos de Lula.

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