Comunicado Sinpolsan: Se faz necessário uma correção, no que se refere a carreira de carcereiro, optativamente como auxiliar técnico de cartório (escrivão) e a inclusão do agente policial, como auxiliar de investigador de polícia, ou não estão por dentro do dia a dia da Polícia Civil ou se trata de má fez mesmo. Pois em nenhum momento o Sinpolsan na presidência do Dr. Walter de Oliveira Santos, que por sinal sempre lutou por melhores condições de trabalho a toda a categoria, esteve de acordo com o que o Delegado Geral Dr. Luiz Maurício Blazeck colocou, a todos os sindicatos presentes, na reunião da comissão de reestruturação da Polícia Civil. Sugerimos que os colegas que postaram essa informação totalmente errada e mentirosa, participassem mais do dia a dia da Policia Civil, e se inteirassem melhor dos assuntos da categoria, com isso, deixarão de postar informações descabidas e fora de propósito. O Sinpolsan está aberto a todos, para maiores esclarecimentos do referido assunto, e das lutas e conquistas já realizadas.
Assessoria de Comunicação – Sinpolsan
Arquivo diário: 13/11/2014
Depoimento Sra. Sueli Aparecida Chumbo: Chapa 1 – Sinpolsan – Walter de Oliveira Santos 7
Depoimento Antonio de Goes : Chapa 1 Sinpolsan – Walter de Oliveira Santos 4
Roger Franchini: “MATAR ALGUÉM” 4
Oi, Doutor. Tudo bem com o senhor?
Escrevo para dar a boa notícia: estou lançando mais um livro. Ele se chama “MATAR ALGUÉM”. É sobre um grupo de investigadores que encontram uma central telefônica clandestina, administrada pela PM e o Ministério Público, para satisfazer a ambição de um secretário de segurança, enquanto há uma onda de ataques contra policiais militares. Avisa o pessoal do Flit que já está à venda, em até dez vezes. Pra ajudar o ex-colega, rsrs (http://www.buscape.com.br/matar-alguem-9788542204308.html?pos=1#precos)
Olha só a sinopse:
“Em uma chuvosa madrugada, durante um plantão que se encaminhava para a total tranquilidade, nas ruas do centro de São Paulo, os policiais e parceiros Maurício e Rodrigo se deparam com a morte de um fotógrafo. Seria mais um caso comum, assumido pela delegacia de homicídios da maior e mais movimentada cidade do país, se, em meio às pistas deixadas no apartamento do defunto, não fosse encontrado um pen drive com a gravação de várias conversas telefônicas do secretário de Segurança do Estado. Qual a ligação dessa morte com uma série de assassinatos de policiais militares na periferia da cidade, realizados por membros do Primeiro Comando da Capital (PCC)? Por que um alto funcionário do governo estadual estaria se encontrando secretamente com uma jornalista? Qual a razão de um suposto fotógrafo ter grampeado um secretário de governo? É o que Matar Alguém, quarto romance policial do advogado e ex-investigador Roger Franchini, vai revelar em suas páginas recheadas de teorias de conspiração, violência e sexo.”
Roger Franchini
https://www.facebook.com/franchini
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