MELADOR – Atenção Dr. Aldo Galiano e delegados do DEINTER-6, SINDPESP está tentando “melar” as conquistas da ADPESP junto ao governador Alckmin e enfraquecer a representatividade da classe 23

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Recebi algumas informações sobre um “corre” do Melão “melador” para obter dos colegas daqui da Baixada Santista e região , a assinatura da declaração que reproduzo abaixo  e que por absoluta lealdade suprimi os dados de quem nos enviou, dando conta de que pelas vias hierárquicas estariam enviando para todos os Delegados assinarem.
A meu ver, s.m.j, essa declaração enfraqueceria as negociações com o governo sempre promovidas pela Adpesp, sem qualquer participação do sindicato que se preocupa apenas em enviar verba para Adepol do Brasil, cuja chapa única composta pelo mesmo de sempre (Dudu) que – com o seu antecessor Paulo Fernando Fortunato – quase faliu a Adpesp, conta agora com mais um do mesmo modelo : Melão, viajar pelo país afora, gastar o seu dinheirinho sem prestar contas, “desaparecer” por semanas sem que se saiba onde e com quem está, o que está fazendo ou deixando de fazer…E por aí vai!
Além de apoiarem publicamente o Skaf e posarem ao lado do Fofão ( Fleury Filho )
Também está preocupado com a Federação onde conseguiu um cargo ( FENDEPOL – Diretor de Comunicação Social: George Henrique Melão Monteiro  ) , abandonando às moscas e à própria sorte o sindicato dos Delegados . Funcionários  de lá já saíram por questões de acertos de pagamento e estão enviando curriculum para a ADPESP. A última notícia  que nos chega seria a contratação da nora do Melão no lugar da secretária….É pra acabar!
Pois bem, quando foi proposta a fusão, a classe optou pelas duas entidades e agora que Inês é morta, pedem socorro para Adpesp, enquanto o presidente, a pretexto de manter o sindicato como único representante da classe por conta de ação do Sinpolsan e da Feipol de Campinas, envia esse tipo de declaração que, salvo engano,  o colocaria como ÚNICO representante da classe que jamais defendeu efetivamente…
Aquela mesma que o escolheu!
A mim parece golpe…. Cheira mal e penso não ter havido por parte do Dr. Aldo essa intenção. Foi induzido a erro por uma modalidade de “estelionato sindical” que a cada dia mostra sua verdadeira cara…A cara da farsa, da inutilidade e da hipocrisia.
E alguns delegados  ainda vivem vociferando desfiliação em massa, boicotes  e intervenção na Adpesp….  É de causar indignação a quantidade de oportunistas profissionais nesse meio.
Por vezes penso que a classe não merece mais que isso…
Se fosse um homem odioso e vingativo com a classe que causou a minha demissão eu torceria e pediria votos para o Fortunato e Paulo Lew; também ficaria tecendo loas ao Melão.
Mas há muita gente de bem para torcermos por uma desgraça coletiva!
Abaixo, e-mail de camarada que nos foi encaminhado:
 
                 Guerra,
Acabei de receber um telefonema de meu titular acerca de declarações nominadas individualmente para os Delegados, oriundo do DEINTER-6, onde se firma declaração no sentido de que se reconhece como o único representante da classe, independentemente de filiação,  o SINDPESP, para toda e qualquer negociação referente a categoria.
                 Deixei claro ao meu titular de que não assinarei, mas como o documento está sendo encaminhado pelas vias hierárquicas, acredito que muitos colegas assinarão.
                 Não mandei nada para a Marilda, pois, por questões financeiras, não sou mais filiado à ADPESP. Não sei se isso está ocorrendo em outros departamentos, mas, vejo nessa iniciativa um perigo para a classe, na eventual assinatura por muitos colegas, porque enfraqueceria qualquer argumentação da ADPESP junto ao governo.

DECLARAÇÃO

Roberto Conde Guerra, portador da cédula de identidade 5454545454, ex-delegado de polícia do estado de São Paulo, com sede de exercício na delegacia dos demitidos de Santos, firma a presente declaração de que reconhece apenas o Sindicado dos Delegados de Polícia de São Paulo SINDPESP – CNPJ 61.397.295/001-76, como seu legítimo representante , não apoiando qualquer iniciativa de representatividade sindical fora do âmbito da entidade.

Santos, novembro de 2014.

REMATADA INJUSTIÇA – Promotor que denunciou o Dr. Artur José Dian por formação de quadrilha e peculado foi desarrazoado e maldoso; deve sofrer compulsão por perseguir inocentes 45

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Dois delegados são denunciados pelo sumiço de 82 armas

Marcelo Godoy – O Estado de S. Paulo

11 Novembro 2014 | 23h 14

Outros cinco policiais e um informante também são acusados; MP pede ainda o afastamento dos envolvidos

SÃO PAULO – O Ministério Público Estadual (MPE) denunciou sete policiais e um informante policial por causa do escândalo do sumiço de 82 armas do Grupo Armado de Roubos e Assaltos (Garra), do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic). Entre os acusados estão os delegados Paulo Sérgio Pilz, ex-chefe da Divisão de Operações Especiais (DOE), e Artur José Dilan, ex-supervisor do Garra. Pilz é acusado de falsidade ideológica e prevaricação. Dilan foi denunciado por formação de quadrilha e peculato.

Além deles, foram acusados de falsidade e prevaricação o investigador Julio Cecconi Neto e o escrivão Fernando Kawamoto. Isso porque eles fizeram uma correição no Garra em 20 de outubro e teriam atestado que as armas desaparecidas ainda estavam no grupo, quando, segundo o MPE, parte delas já havia sido desviada pelo investigador Francisco Ricardo Correa e pelo informante Fernando Campioni. Correa está preso e Campioni, foragido. Eles negam as acusações.

Os outros acusados são os investigadores do Garra Luiz Antonio Pereira Sant’Ana e Carlos Eduardo Menezes Vidoca. Esses dois e o delegado Dilan são acusados de omissão criminosa no dever de guardar as armas. Além disso, teriam deixado que o informante policial – que já foi processado por roubo – circulasse livremente pelo Garra.

O caso havia sido investigado pela Corregedoria da Polícia Civil, que indiciou pelo crime apenas o investigador Correa e o informante Campioni. O juiz Antonio Patiño havia decretado a prisão dos dois. “Não se trata de banditismo solitário ou comum (…) A criminalidade está organizada. Há audácia em excesso”, escreveu o juiz. As armas teriam parado nas mãos do crime organizado. “O Estado armado fomentando a criminalidade. Triste, vexatório, vergonhoso, odioso e inadmissível.”

No sábado, Dilan e Pilz foram transferidos de seus cargos para outros, assumindo postos de chefia na Inteligência Policial e no Serviço Aerotático. A decisão deixou o promotor do caso, Ludgero Francisco Sabella, indignado. Ele pediu à Justiça o afastamento dos policiais.

“Trata-se de comportamento incompreensível da cúpula da Polícia Civil, atentatório aos princípios da administração pública”, escreveu o promotor.

O Estado procurou os acusados no Deic e não os encontrou. A Secretaria da Segurança informou que vai aguardar o despacho do juiz a respeito da denúncia. Segundo a secretaria, foi aberta uma apuração preliminar para averiguar se existiu negligência na custódia das armas.

Transcrito de O Estado de S. Paulo ; nos termos do artigo 46 da Lei nº 9.610, de 19 de Fevereiro de 1998.‏

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dianNão é segredo para ninguém na Polícia Civil que o Dr. Artur José Dian ( além de muito decente, bom colega e bom superior ) e seu pai Carlos Alberto Dian, investigador aposentado, são de antiga família de riquíssimos agropecuaristas e proprietários de diversas empresas na Capital e interior. Exemplo: Marfinite. 

Em 2010, quando concorreu ao cargo de deputado estadual pelo PV , o Dr. Dian , com apenas 36 anos de idade, declarou publicamente ser possuidor do patrimônio de R$ 5.150.000,00 ( a maioria em imóveis ).

Com efeito, jamais se prestaria a desviar  82 ou 82.000 armas do Garra. 

Essa denúncia de formação de quadrilha e peculato é absolutamente inverídica.