Polícia, Política, Justiça e a liberdade de expressão
MAJOR OLÍMPIO SOBRE A CONTINUADA AÇÃO DE EXTERMÍNIO CONTRA POLICIAIS MILITARES DA BAIXADA SANTISTA: “TODAS ESSAS MORTES TÊM RELAÇÃO, TÊM PREMEDITAÇÃO PARA INTIMIDAÇÃO DA FORÇA POLICIAL”
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vejam bem, inexiste mais duvidas =BAIXADA SANTISTA: COMANDO LOCAL PEDE SOCORRO AO CHOQUE E CORREGEDORIA DA CAPITAL…MOTIVO: IMPEDIR QUE PRAÇAS SE DEFENDAM CORTANDO AS CABEÇAS DOS “O.C.L.”
Estou ciente e, acredito piamente que o dignísio Major e deputado Olímpio___ logrará êxito juntamente aos seus pares para VOTAÇÃO FAVORÁVEL __Face a esses absurdos de violência contra policiais HONETOS ” que não andam privatizando o Estado de São Paulo.
Avante major Olimpio _estamos confindo no senhor !!!
hoje encontrei policiais de cubatão e eles me disseram que na Baixada Santista está um Mata-mata de policiais e que ninguem está seguro, não estamos seguros e muito mal pagos.
SÃO PAULO – Uma ligação para o telefone 190 do Centro de Operações da Polícia Militar (Copom) em março deste ano mostra uma execução em tempo real. A testemunha permanece sob proteção policial. Ela ligou para a PM e descreveu o crime, que foi gravado.
Werther Santana/AECemitério onde ocorreu o crime em marçoVeja também:
Ouça – Mulher relata execução em tempo real
Íntegra – Leia como foi a ligação com a denúncia
“Olha, eu estou no Cemitério das Palmeiras, em Ferraz de Vasconcelos e a Polícia Militar acabou de entrar com uma viatura aqui dentro do cemitério, com uma pessoa dentro do carro, tirou essa pessoa do carro e deu um tiro. Eu estou aqui do lado da sepultura do meu pai.”
De onde presenciou o assassinato, a denunciante não conseguia ver a placa nem o prefixo da viatura policial. Enquanto falava com o Copom, ela teve sangue frio para esperar os policiais fecharem a viatura e passar em frente dela para que ela relatasse os dados ao Copom. “Espera só um pouquinho porque eles vão passar por mim agora. Espero que não me matem também. A placa é DJM 0451, o prefixo é 29.411, M 29.411.”
Em seguida, o policial autor da execução percebeu a presença da testemunha, parou a viatura e foi em direção a ela. Corajosa, a mulher se antecipou e foi falar com o policial. “Tem um PM vindo na nossa direção. Oi, desculpa, senhor, o senhor que estava naquela viatura? O senhor que acertou o disparo ali? Foi o senhor que tirou a pessoa de dentro? Estava próximo de onde estávamos. Eu estou falando com a Polícia Militar”.
Ainda durante a ligação, o policial fala à testemunha que estava socorrendo a vítima, conversa que também foi gravada. E tenta levar a testemunha para a delegacia. “Estava socorrendo? Meu senhor, olhe bem para a minha cara. Eu não vou (para a delegacia). Ele falou que estava socorrendo. É mentira. É mentira, senhor. É mentira. Eu não quero conversar com o senhor. E o senhor tem a consciência do que o senhor faz”.
Os policiais militares acusados de execução registram um boletim de ocorrência de roubo seguido de resistência e morte. Alegavam que o homem morto havia resistido à prisão. Mas a iniciativa da testemunha fez a versão dos policiais cair por terra. Dois PMs estão presos no Romão Gomes.
A Polícia Militar manteve o caso sob sigilo para preservar as testemunhas. (MENTIRA, PARA PRESERVAR A SI MESMA)
parece-me q os coxinhas andaram fazendo uma canificina na baixada ano passado.
tinha uns trinta mortos ate a onu recomendou pros turistas darem qta em passeios no guaruja.
sera q tem a ver?
alguem se lembra disto?
Major olimpio?
sera aquele que se calou sobre a matéria do RETP turbinado?
parece-me que até ele recebe…
eSTE ASSUNTO JÁ SAIU DA PAUTA?
já tá tudo resolvido? estamos recebendo também?
já caiu a ficha que é creime? todos os oficiais coxinhas estão sendo punidos?
foram pra cadeia os ladrões do erário?
devolveram o dinheiro que ROUBARAM dos paulistas?
que memória curta nós temos, hein?
curta até demais
Algo tem que ser feito! Matar um policial, joga-lo no lixo, e aparentemente ninguem faz nada. Mais uma vez denunciaram que um policial iria morrer e ninguem fez nada!?!? Matam policiais dentro de delegacia, matam policiais e enterram no lixão e ninguem faz nada!?!? Como querer a confiança da comunidade e da população da baixada se a surra, o roubo, o furto, a morte envolvendo policiais não são resolvidas com a punição dos responsáveis. No Rio de Janeiro começou assim … com essa aparente omissão do poder público, com essa aparente fraqueza do poder policial.
Gostaria que o responsavel do blog flit paralisante, colocasse as condições desumanas de trabalho dos agerntes penitenciarios, e o ridiculo salario que o governo paga para os Agentes de Escolta e Vigilância penitenciaria do estado de São Paulo, se um delegado ganha 4.000,00 e esta nessas condições imagina um agente de escolta do estado que no incio de carreira recebe um salario liquido de 1.500,00 reais, sem contar que sou da 1 turma de Agente de escolta e Vigilancia Penitenciaria, sou nivel 3 e recebo como salario liquido 2.000,00 reais para trabalhar com armamento obsoleto, com sistema de comunicação precaria, e sem pespectiva de melhora nas condições de trabalho.
renio cordeiro fica na manha cara com 3 anos na casa agente de escolta recebe 2.000.00,liguido mais gue policial civil no interior e na aposentadoria tem paridade.
via de regra, oque mantem um policial livre de ser exterminado por alguma facção é , somente, a sua honestidade, não estou generalizando, mas aqui no interior é assim. marcola manda preservar os “sujeiras”…
Arnaldo
Interessante a sua postagem. Tem algum sentido, mas como você mesmo disse, existe as exceções. Espero que esta fatalidade seja enquadrada na execeção. As minhas condolências a família do policial morto.
tem um sociologo da ufscar-são carlos- que, disfarçadamente, passou a residir numa favela de são paulo, salvo engano, paraisopolis e, aos poucos-segundo o mesmo-percebeu a organização das facções criminosas, o respeito e adminaração de seus filiados e, pelo fato de serem classificados como irmãos,o homicidio esta proibido, além do respeito mutuo, quem não obedece fica mal com o partido. a queda dos homicidios no estado de são paulo, segundo o sociologo, é fruto do desejo e ordem da facção, ou seja , “irmão não mata irmão”…só quem conhece o sistema prisional, entende o que estou falando, as facções ditam as regras e, “como vai indo tudo bem”, ninguem as contraria, os crimes(contra presos e funcionarios) quase que foram extintos no sistema prisional, será que o sociologo tá certo, ou a segurança pública é eficaz?
em momento algum, tive a intenção de ligar o policial vitimado, covardemente, a grupos ilegais e imorais, pois, além de meus sentimentos, acho que algo deve-com união das forças da lei, ser feito. oque meu causou estranheza foi o fato da corregedoria da pm estar acompanahndo o caso. pode ser que o autor não esta ligado a qualquer facção criminosa…
Terça, 05 de Abril de 2011 às 19h58
PM atacado no Guarujá-SP sofria ameaças de bandidos
Por Agência Estado
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A Polícia Militar confirmou hoje que o atentado a tiros contra três policiais ocorrido na última sexta-feira no Guarujá, na Baixada Santista, aconteceu após um deles ser ameaçado por bandidos.
“A ameaça foi confirmada, a motivação a gente não sabe ainda. Estamos analisando todas as ocorrências que ele participou”, explicou o Comandante da PM da Baixada Santista e Vale do Ribeira, coronel Sergio Del Bel, afirmando que “ainda está sendo averiguada a fonte da ameaça”, mas que “provavelmente” o ataque foi praticado por traficantes.
Os três policiais militares foram alvejados por cerca de cem disparos de armas de fogo por volta das 6h da manhã de sexta-feira no bairro Pae Cara, distrito de Vicente de Carvalho. O crime aconteceu em frente à casa do soldado, que tendo declarado ao Comando que sofria ameaças, estava sendo escoltado até sua residência. Entretanto, ele foi o único a não ser atingido pelos tiros e conseguiu socorrer os outros dois policiais: o tenente que teve a perna baleada e o soldado cujo tiro atingiu o braço.
Os policiais foram atendidos no Hospital Santo Amaro e receberam alta no mesmo dia. O caso foi registrado no 2º Distrito Policial de Guarujá, e segundo a Polícia Civil as investigações já avançaram.
Com o objetivo de que o Supremo determine ao governador de São Paulo o envio, ao poder Legislativo, de projeto para a elaboração de lei de “remuneração exclusivamente por subsídio” para os políciais civis do estado, a Associação dos Delegados de Polícia do Brasil (Adepol) ajuizou na Corte uma Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão (ADO 12).
De acordo com a associação, essa garantia remuneratória estaria prevista no artigo 144, parágrafo 9º, da Constituição Federal, com a redação dada pelo artigo 19 da Emenda Constitucional 19/98. O dispositivo assegura às autoridades policiais e a seus agentes a remuneração exclusivamente por subsídio fixado em parcela única.
Transcorridos mais de doze anos da promulgação da EC 19/98, diz a Adepol, o governador paulista, “na qualidade de titular exclusivo da competência para promover a iniciativa do processo legislativo (conforme artigo 61, parágrafo 1º, inciso II, alínea ‘a’, da Constituição), não exibiu qualquer sinal de que o Poder Executivo pretenda cumprir o preceito constitucional”.
O pedido da Adepol é para que, por inexistência de lei específica que fixe a remuneração exclusivamente por subsídio para delegados de polícia, o Supremo declare a existência, no caso, de inconstitucionalidade por omissão. E que, em consequência, a Corte defina um prazo para que seja deflagrado, com urgência, o processo legislativo, por parte do governador de São Paulo, “para tornar efetiva a norma constitucional referida”.
Quarta-feira, 6 de abril de 2011 – 06h30
Após assassinatos
Mortes de policiais deixam PM em alerta
Da Redação
Créditos: Davi Ribeiro
Último assassinato ocorreu sexta. Policial foi sequestrado e morto, e seu corpo jogado em aterro
Os assassinatos de três policiais militares e a tentativa de homicídio de outros três, ocorridos apenas este ano, começam a levar um clima de intranquilidade aos PMs, que já adotam medidas de resguardo em seu dia a dia. Há a suspeita de que a ação dos criminosos possa ter como motivação aval dado pela direção do Primeiro Comando da Capital (PCC) aos seus integrantes regionais para matar.
De acordo com policiais militares que preferiram não se identificar por medo de represálias, os ataques são articulados. “Quem está na rua (policiais) sabe muito bem disso. O bandido não executa um policial sem autorização”, disse um PM de Santos. Alguns já evitam fazer o trajeto de casa para o trabalho vestidos com a farda. “Trabalho em São Paulo e saio às 4 horas. Vários policiais vivem tal situação”, conta o PM. Ele revela que possui colegas que param em postos de gasolina para trocar de roupa antes do retorno para casa.
Para o PM, o comando não dá respaldo para os policiais. O principal argumento dos policiais entrevistados é que faltam ações organizadas mais fortes, o que acaba permitindo que os criminosos ganhem mais espaço e ousadia. “Eles (comando) dizem que não, mas apesar dos policiais mortos não terem contato, as mortes não são fatos isolados. Os marginais matam cada vez mais policiais e nada é feito”. Sobre a morte do soldado Luís Fernando Gmeiner Amieiro, na última sexta-feira, o policial revelou que o colega assassinado tinha um “bico” perto do local onde foi morto.
Ataques
Na tarde da última sexta-feira, o soldado Luís Fernando Gmeiner Amieiro, 40 anos, foi sequestrado e executado. À noite, seu corpo foi encontrado no aterro sanitário de São Vicente, no Sambaiatuba. Ainda não se sabe a razão e os autores do assassinato, com requintes de crueldade, e tampouco o que o policial fazia no Caminho São José, local onde foi sequestrado. Formado por palafitas, o bairro separa a Zona Noroeste, em Santos, de São Vicente na altura do Sambaiatuba. Para lá Amieiro foi levado de barco e executado com um tiro no céu da boca que atravessou a cabeça.
Na manhã do mesmo dia, um tenente e dois soldados sofreram atentado no Paecará, Vicente de Carvalho, em Guarujá. Homens armados em dois veículos roubados cercaram a viatura e iniciaram os disparos. Mais de 160 projéteis foram encontrados na cena da ação. Os policiais sofreram ferimentos superficiais e passam bem. O comandante interino do 21º BPM/I, major José Messina Filho, declarou a A Tribuna na ocasião que a equipe atacada era “linha de frente”. Indício para a escolha dos alvos por parte do PCC. Em 12 de janeiro, o soldado Angelo Santos Cruz, lotado na Capital, foi executado enquanto estava num ponto de ônibus, em São Vicente. Já Fábio Lopes Apolinário, do 29º BPM/I, foi assassinado em 28 de fevereiro quando saía da casada mãe, em Santos.
Polícia não está acuada, diz Del Bel
O comandante do Centro de Policiamento do Interior (CPI) 6, coronel Sérgio Del Bel, refuta as acusações feitas pelos policiais. “O comando não está acuado. Todo policial que se sentir ameaçado será atendido e protegido pela corporação”. Ele foi enfático ao dizer que os assassinatos não possuem relação e que não há nada que indique ação coordenada da facção criminosa PCC. Del Bel disse que é preciso ter cuidado com o tipo de ação desejada pelos policiais.
Para ele, a PM deve agir dentro da legalidade e não sair por aí matando como vingança. “Estamos lá na região do dique (onde o policial Luís Fernando Gmeiner Amieiro foi assassinado), em operação, dando uma prensa no tráfico e levantando informações sobre a morte do soldado”. De sexta-feira até ontem, 51 indivíduos foram presos em flagrante, 12 procurados foram recapturados, oito armas foram apreendidas e 33 veículos recuperados. Números usados por Del Bel para justificar que a PM não está acuada.
“Eu passei por várias polícias. Uma delas era a romântica, onde o bandido tinha medo da polícia. Temos de respeitar a opinião da tropa, mas não é mais assim”. A Corregedoria da Polícia Militar está na região não apenas para auxiliar nas investigações. De acordo com informações apuradas pela Reportagem, o intuito é também evitar que a ânsia dos policiais se transforme em ações como a vista há um ano, quando uma onda de assassinatos atribuída a grupos de extermínio assolou Guarujá, Santos, São Vicente e Praia Grande.
Investigação
Segundo Del Bel, as investigações sobre a morte do soldado Amieiro avançaram. As informações levantadas pela PM são transmitidas à Polícia Civil, encarregada da investigação. “Identificamos alguns possíveis mentores e executores. Tudo está em fase preliminar porque precisamos das provas materiais. Acusar alguém sem materialidade não adianta”, explica o coronel. Pelotões da Tropa de Choque e da Força Tática reforçam o policiamento na região por tempo indeterminado. Conforme Del Bel, o objetivo é trazer mais segurança para a tropa e para a população.
Conheci todos os PM´s de perto.
Puros justiceiros. Queriam fazer justiça com as próprias mãos.
Estavam matando demais. Morreram. Outros batendo demais. Já eram.
Não acreditaram…acharam que iam deixar barato.
acho um ato nobre e despreendido do comando local da baixada santista , parabens a quem teve esta ideia.
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vejam bem, inexiste mais duvidas =BAIXADA SANTISTA: COMANDO LOCAL PEDE SOCORRO AO CHOQUE E CORREGEDORIA DA CAPITAL…MOTIVO: IMPEDIR QUE PRAÇAS SE DEFENDAM CORTANDO AS CABEÇAS DOS “O.C.L.”
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XUXU PEROBINHA: “O SALÁRIO MÉDIO DO DELEGADO É $8.400 E OS APOSENTADOS $11.300” KUAKUAKUAKUKA!! OW MAJURAS! ALGUÉM TÁ PEGANDO O RESTO DOS SEUS PGTO!
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SEGUNDO O PINOQUIO O GOVERNO ESTA NOS ROUBANDO
VAMOS FAZER UM BO DE FURTO CONTINUADO
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Estou ciente e, acredito piamente que o dignísio Major e deputado Olímpio___ logrará êxito juntamente aos seus pares para VOTAÇÃO FAVORÁVEL __Face a esses absurdos de violência contra policiais HONETOS ” que não andam privatizando o Estado de São Paulo.
Avante major Olimpio _estamos confindo no senhor !!!
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Olhai o que dá dá asa pra rato. ESSA É A MAGNIFICA POLICIA DO DR. PÊNIS!!!
TIAZINHA CORAJOSA HEM!!
Mulher liga para 190 e denuncia PMs por execução em cemitério de SP
http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2011/04/mulher-liga-para-190-e-denuncia-pms-por-execucao-em-cemiterio-de-sp.html
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hoje encontrei policiais de cubatão e eles me disseram que na Baixada Santista está um Mata-mata de policiais e que ninguem está seguro, não estamos seguros e muito mal pagos.
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BLINDADOS PELO PINTO !
SÃO PAULO – Uma ligação para o telefone 190 do Centro de Operações da Polícia Militar (Copom) em março deste ano mostra uma execução em tempo real. A testemunha permanece sob proteção policial. Ela ligou para a PM e descreveu o crime, que foi gravado.
Werther Santana/AECemitério onde ocorreu o crime em marçoVeja também:
Ouça – Mulher relata execução em tempo real
Íntegra – Leia como foi a ligação com a denúncia
“Olha, eu estou no Cemitério das Palmeiras, em Ferraz de Vasconcelos e a Polícia Militar acabou de entrar com uma viatura aqui dentro do cemitério, com uma pessoa dentro do carro, tirou essa pessoa do carro e deu um tiro. Eu estou aqui do lado da sepultura do meu pai.”
De onde presenciou o assassinato, a denunciante não conseguia ver a placa nem o prefixo da viatura policial. Enquanto falava com o Copom, ela teve sangue frio para esperar os policiais fecharem a viatura e passar em frente dela para que ela relatasse os dados ao Copom. “Espera só um pouquinho porque eles vão passar por mim agora. Espero que não me matem também. A placa é DJM 0451, o prefixo é 29.411, M 29.411.”
Em seguida, o policial autor da execução percebeu a presença da testemunha, parou a viatura e foi em direção a ela. Corajosa, a mulher se antecipou e foi falar com o policial. “Tem um PM vindo na nossa direção. Oi, desculpa, senhor, o senhor que estava naquela viatura? O senhor que acertou o disparo ali? Foi o senhor que tirou a pessoa de dentro? Estava próximo de onde estávamos. Eu estou falando com a Polícia Militar”.
Ainda durante a ligação, o policial fala à testemunha que estava socorrendo a vítima, conversa que também foi gravada. E tenta levar a testemunha para a delegacia. “Estava socorrendo? Meu senhor, olhe bem para a minha cara. Eu não vou (para a delegacia). Ele falou que estava socorrendo. É mentira. É mentira, senhor. É mentira. Eu não quero conversar com o senhor. E o senhor tem a consciência do que o senhor faz”.
Os policiais militares acusados de execução registram um boletim de ocorrência de roubo seguido de resistência e morte. Alegavam que o homem morto havia resistido à prisão. Mas a iniciativa da testemunha fez a versão dos policiais cair por terra. Dois PMs estão presos no Romão Gomes.
A Polícia Militar manteve o caso sob sigilo para preservar as testemunhas. (MENTIRA, PARA PRESERVAR A SI MESMA)
link: http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,mulher-presencia-execucao-feita-por-pms-e-faz-denuncia-ao-190-em-tempo-real,701556,0.htm
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parece-me q os coxinhas andaram fazendo uma canificina na baixada ano passado.
tinha uns trinta mortos ate a onu recomendou pros turistas darem qta em passeios no guaruja.
sera q tem a ver?
alguem se lembra disto?
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Major olimpio?
sera aquele que se calou sobre a matéria do RETP turbinado?
parece-me que até ele recebe…
eSTE ASSUNTO JÁ SAIU DA PAUTA?
já tá tudo resolvido? estamos recebendo também?
já caiu a ficha que é creime? todos os oficiais coxinhas estão sendo punidos?
foram pra cadeia os ladrões do erário?
devolveram o dinheiro que ROUBARAM dos paulistas?
que memória curta nós temos, hein?
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Algo tem que ser feito! Matar um policial, joga-lo no lixo, e aparentemente ninguem faz nada. Mais uma vez denunciaram que um policial iria morrer e ninguem fez nada!?!? Matam policiais dentro de delegacia, matam policiais e enterram no lixão e ninguem faz nada!?!? Como querer a confiança da comunidade e da população da baixada se a surra, o roubo, o furto, a morte envolvendo policiais não são resolvidas com a punição dos responsáveis. No Rio de Janeiro começou assim … com essa aparente omissão do poder público, com essa aparente fraqueza do poder policial.
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o aposentado, leva a fama e toma na tarraqueta.
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** LULA GOVERNADOR PRA 2014 DESSA BAGAÇA!! **
SÓ FALTA DECIDIR O VICE
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Isso é o governo PSDB.
Isso é a gestão do SSP/SP Pinto.
Querem deixar os criminosos à vontade para trucidar os policiais, sem serem incomodados.
É repugnante.
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POLITICO É POLITICO VAI ATE EM ENTERRO PARA GANHAR VOTOS.
ME DIGA QUEM É ESTE MAJOR OLIMPIO OQ ELE JA FEZ PARA A PC.
SE É PEITUDO PEDE UMA CPI NS SSP/SP
O LOCO
TAMOS FUDIDOS
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Gostaria que o responsavel do blog flit paralisante, colocasse as condições desumanas de trabalho dos agerntes penitenciarios, e o ridiculo salario que o governo paga para os Agentes de Escolta e Vigilância penitenciaria do estado de São Paulo, se um delegado ganha 4.000,00 e esta nessas condições imagina um agente de escolta do estado que no incio de carreira recebe um salario liquido de 1.500,00 reais, sem contar que sou da 1 turma de Agente de escolta e Vigilancia Penitenciaria, sou nivel 3 e recebo como salario liquido 2.000,00 reais para trabalhar com armamento obsoleto, com sistema de comunicação precaria, e sem pespectiva de melhora nas condições de trabalho.
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http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2011/04/policia-civil-apreende-300-quilos-de-cocaina-no-interior-paulista.html
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renio cordeiro fica na manha cara com 3 anos na casa agente de escolta recebe 2.000.00,liguido mais gue policial civil no interior e na aposentadoria tem paridade.
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IP da PQP, o Lula para governador? Qdo presidente manifestou-se contra a PEC 300…na realidade estamos órfãos, sem pai, nem mãe.
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Pelo que eu fiquei sabendo de boca miuda, é uma retaliação do crime organizado contra policiais “zoio gordo”, tavam tomando demais deles!!!!!!!!!
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via de regra, oque mantem um policial livre de ser exterminado por alguma facção é , somente, a sua honestidade, não estou generalizando, mas aqui no interior é assim. marcola manda preservar os “sujeiras”…
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Eita porraaaaaaaaaaaaaaaaa
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Arnaldo
Interessante a sua postagem. Tem algum sentido, mas como você mesmo disse, existe as exceções. Espero que esta fatalidade seja enquadrada na execeção. As minhas condolências a família do policial morto.
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tem um sociologo da ufscar-são carlos- que, disfarçadamente, passou a residir numa favela de são paulo, salvo engano, paraisopolis e, aos poucos-segundo o mesmo-percebeu a organização das facções criminosas, o respeito e adminaração de seus filiados e, pelo fato de serem classificados como irmãos,o homicidio esta proibido, além do respeito mutuo, quem não obedece fica mal com o partido. a queda dos homicidios no estado de são paulo, segundo o sociologo, é fruto do desejo e ordem da facção, ou seja , “irmão não mata irmão”…só quem conhece o sistema prisional, entende o que estou falando, as facções ditam as regras e, “como vai indo tudo bem”, ninguem as contraria, os crimes(contra presos e funcionarios) quase que foram extintos no sistema prisional, será que o sociologo tá certo, ou a segurança pública é eficaz?
em momento algum, tive a intenção de ligar o policial vitimado, covardemente, a grupos ilegais e imorais, pois, além de meus sentimentos, acho que algo deve-com união das forças da lei, ser feito. oque meu causou estranheza foi o fato da corregedoria da pm estar acompanahndo o caso. pode ser que o autor não esta ligado a qualquer facção criminosa…
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Terça, 05 de Abril de 2011 às 19h58
PM atacado no Guarujá-SP sofria ameaças de bandidos
Por Agência Estado
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A Polícia Militar confirmou hoje que o atentado a tiros contra três policiais ocorrido na última sexta-feira no Guarujá, na Baixada Santista, aconteceu após um deles ser ameaçado por bandidos.
“A ameaça foi confirmada, a motivação a gente não sabe ainda. Estamos analisando todas as ocorrências que ele participou”, explicou o Comandante da PM da Baixada Santista e Vale do Ribeira, coronel Sergio Del Bel, afirmando que “ainda está sendo averiguada a fonte da ameaça”, mas que “provavelmente” o ataque foi praticado por traficantes.
Os três policiais militares foram alvejados por cerca de cem disparos de armas de fogo por volta das 6h da manhã de sexta-feira no bairro Pae Cara, distrito de Vicente de Carvalho. O crime aconteceu em frente à casa do soldado, que tendo declarado ao Comando que sofria ameaças, estava sendo escoltado até sua residência. Entretanto, ele foi o único a não ser atingido pelos tiros e conseguiu socorrer os outros dois policiais: o tenente que teve a perna baleada e o soldado cujo tiro atingiu o braço.
Os policiais foram atendidos no Hospital Santo Amaro e receberam alta no mesmo dia. O caso foi registrado no 2º Distrito Policial de Guarujá, e segundo a Polícia Civil as investigações já avançaram.
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Com o objetivo de que o Supremo determine ao governador de São Paulo o envio, ao poder Legislativo, de projeto para a elaboração de lei de “remuneração exclusivamente por subsídio” para os políciais civis do estado, a Associação dos Delegados de Polícia do Brasil (Adepol) ajuizou na Corte uma Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão (ADO 12).
De acordo com a associação, essa garantia remuneratória estaria prevista no artigo 144, parágrafo 9º, da Constituição Federal, com a redação dada pelo artigo 19 da Emenda Constitucional 19/98. O dispositivo assegura às autoridades policiais e a seus agentes a remuneração exclusivamente por subsídio fixado em parcela única.
Transcorridos mais de doze anos da promulgação da EC 19/98, diz a Adepol, o governador paulista, “na qualidade de titular exclusivo da competência para promover a iniciativa do processo legislativo (conforme artigo 61, parágrafo 1º, inciso II, alínea ‘a’, da Constituição), não exibiu qualquer sinal de que o Poder Executivo pretenda cumprir o preceito constitucional”.
O pedido da Adepol é para que, por inexistência de lei específica que fixe a remuneração exclusivamente por subsídio para delegados de polícia, o Supremo declare a existência, no caso, de inconstitucionalidade por omissão. E que, em consequência, a Corte defina um prazo para que seja deflagrado, com urgência, o processo legislativo, por parte do governador de São Paulo, “para tornar efetiva a norma constitucional referida”.
O relator da matéria é o ministro Ayres Britto.
MB/CG
Processos relacionados
ADO 12
STF
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Tem blogueiro que parece que é do PCC, só faltou dizer que o marcola tem principios, vagabundo, sai do site traficante do caraio.
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Quarta-feira, 6 de abril de 2011 – 06h30
Após assassinatos
Mortes de policiais deixam PM em alerta
Da Redação
Créditos: Davi Ribeiro
Último assassinato ocorreu sexta. Policial foi sequestrado e morto, e seu corpo jogado em aterro
Os assassinatos de três policiais militares e a tentativa de homicídio de outros três, ocorridos apenas este ano, começam a levar um clima de intranquilidade aos PMs, que já adotam medidas de resguardo em seu dia a dia. Há a suspeita de que a ação dos criminosos possa ter como motivação aval dado pela direção do Primeiro Comando da Capital (PCC) aos seus integrantes regionais para matar.
De acordo com policiais militares que preferiram não se identificar por medo de represálias, os ataques são articulados. “Quem está na rua (policiais) sabe muito bem disso. O bandido não executa um policial sem autorização”, disse um PM de Santos. Alguns já evitam fazer o trajeto de casa para o trabalho vestidos com a farda. “Trabalho em São Paulo e saio às 4 horas. Vários policiais vivem tal situação”, conta o PM. Ele revela que possui colegas que param em postos de gasolina para trocar de roupa antes do retorno para casa.
Para o PM, o comando não dá respaldo para os policiais. O principal argumento dos policiais entrevistados é que faltam ações organizadas mais fortes, o que acaba permitindo que os criminosos ganhem mais espaço e ousadia. “Eles (comando) dizem que não, mas apesar dos policiais mortos não terem contato, as mortes não são fatos isolados. Os marginais matam cada vez mais policiais e nada é feito”. Sobre a morte do soldado Luís Fernando Gmeiner Amieiro, na última sexta-feira, o policial revelou que o colega assassinado tinha um “bico” perto do local onde foi morto.
Ataques
Na tarde da última sexta-feira, o soldado Luís Fernando Gmeiner Amieiro, 40 anos, foi sequestrado e executado. À noite, seu corpo foi encontrado no aterro sanitário de São Vicente, no Sambaiatuba. Ainda não se sabe a razão e os autores do assassinato, com requintes de crueldade, e tampouco o que o policial fazia no Caminho São José, local onde foi sequestrado. Formado por palafitas, o bairro separa a Zona Noroeste, em Santos, de São Vicente na altura do Sambaiatuba. Para lá Amieiro foi levado de barco e executado com um tiro no céu da boca que atravessou a cabeça.
Na manhã do mesmo dia, um tenente e dois soldados sofreram atentado no Paecará, Vicente de Carvalho, em Guarujá. Homens armados em dois veículos roubados cercaram a viatura e iniciaram os disparos. Mais de 160 projéteis foram encontrados na cena da ação. Os policiais sofreram ferimentos superficiais e passam bem. O comandante interino do 21º BPM/I, major José Messina Filho, declarou a A Tribuna na ocasião que a equipe atacada era “linha de frente”. Indício para a escolha dos alvos por parte do PCC. Em 12 de janeiro, o soldado Angelo Santos Cruz, lotado na Capital, foi executado enquanto estava num ponto de ônibus, em São Vicente. Já Fábio Lopes Apolinário, do 29º BPM/I, foi assassinado em 28 de fevereiro quando saía da casada mãe, em Santos.
Polícia não está acuada, diz Del Bel
O comandante do Centro de Policiamento do Interior (CPI) 6, coronel Sérgio Del Bel, refuta as acusações feitas pelos policiais. “O comando não está acuado. Todo policial que se sentir ameaçado será atendido e protegido pela corporação”. Ele foi enfático ao dizer que os assassinatos não possuem relação e que não há nada que indique ação coordenada da facção criminosa PCC. Del Bel disse que é preciso ter cuidado com o tipo de ação desejada pelos policiais.
Para ele, a PM deve agir dentro da legalidade e não sair por aí matando como vingança. “Estamos lá na região do dique (onde o policial Luís Fernando Gmeiner Amieiro foi assassinado), em operação, dando uma prensa no tráfico e levantando informações sobre a morte do soldado”. De sexta-feira até ontem, 51 indivíduos foram presos em flagrante, 12 procurados foram recapturados, oito armas foram apreendidas e 33 veículos recuperados. Números usados por Del Bel para justificar que a PM não está acuada.
“Eu passei por várias polícias. Uma delas era a romântica, onde o bandido tinha medo da polícia. Temos de respeitar a opinião da tropa, mas não é mais assim”. A Corregedoria da Polícia Militar está na região não apenas para auxiliar nas investigações. De acordo com informações apuradas pela Reportagem, o intuito é também evitar que a ânsia dos policiais se transforme em ações como a vista há um ano, quando uma onda de assassinatos atribuída a grupos de extermínio assolou Guarujá, Santos, São Vicente e Praia Grande.
Investigação
Segundo Del Bel, as investigações sobre a morte do soldado Amieiro avançaram. As informações levantadas pela PM são transmitidas à Polícia Civil, encarregada da investigação. “Identificamos alguns possíveis mentores e executores. Tudo está em fase preliminar porque precisamos das provas materiais. Acusar alguém sem materialidade não adianta”, explica o coronel. Pelotões da Tropa de Choque e da Força Tática reforçam o policiamento na região por tempo indeterminado. Conforme Del Bel, o objetivo é trazer mais segurança para a tropa e para a população.
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Conheci todos os PM´s de perto.
Puros justiceiros. Queriam fazer justiça com as próprias mãos.
Estavam matando demais. Morreram. Outros batendo demais. Já eram.
Não acreditaram…acharam que iam deixar barato.
E não me venham com xurumelas…
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@ O Loco
Fudidos estamos nós com vc aqui dentro da PC.
Vc não sabe os que está falando.
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