10/11/2010 – 20h21
Especial para o UOL Notícias
Em São Paulo
O Tribunal de Justiça de São Paulo condenou o ex-delegado Paulo Sérgio Oppido Fleury a seis anos e oito meses de reclusão pelo crime de peculato (cometido por servidor público). Ele é acusado de usar o aparato policial em benefício próprio, desviando bens apreendidos na delegacia que dirigia, responsável pelo combate à pirataria. Ele vai cumprir a pena em regime semiaberto. Ainda cabe recurso.
A decisão, da 15ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça, aconteceu cinco meses depois de o governador Alberto Goldman demitir o delegado dos quadros da Polícia Civil. O desembargador Jair Martins disse que a conduta do então delegado “denegriu a imagem da administração pública”.
Paulo Fleury é filho do delegado Sérgio Paranhos Fleury, um dos principais símbolos da repressão política durante o regime militar e da violência urbana do esquadrão da morte.
Em 2008, ele tinha sido condenado a seis anos e oito meses de prisão pelo crime. Insatisfeito, recorreu ao tribunal alegando que era inocente, mas o órgão confirmou a decisão anterior.
O ex-delegado chefiou a Primeira Delegacia de Polícia da Propriedade Imaterial –essa unidade tinha atribuição para investigar e reprimir a pirataria. Ele foi acusado pelo Ministério Público de desviar produtos piratas apreendidos. Ainda de acordo com o MP, Paulo Fleury assessorava empresas interessadas em proteger suas marcas e produtos. Para isso oferecia os serviços da Fleury Consultoria Ltda.
O Tribunal de Justiça entendeu que o delegado usurpou a atividade pública e transformou a delegacia em extensão de sua empresa.
O tribunal também condenou Robson Rafael Cirino de Souza, que atuava como parceiro de Fleury. Souza era dono da Master Service Prestadora de Serviços S/C Ltda, que dava cobertura à Fleury Consultoria, que funcionava em duas salas do prédio da Master.
O tribunal negou pedido do MP que pretendia também a condenação de Fleury pelos crimes de falsidade ideológica e prevaricação.
A advogada Maria Eduarda Azevedo de Abreu Oliveira afirmou que o crime de peculato não ficou provado, uma vez que o fato dos bens estarem depositados fora da delegacia não caracteriza o crime. Ela afirma ainda que seu cliente não agiu com dolo e pediu a absolvição.
Se é ex, deveriam fazer como fazem com os juizes, aposentam recebendo o salário integral, como pena máxima.
Para vermos como nossa instituição não tem moral.Cad~e o Lalau????
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Adeus reintegração.
“Roma locuta, causa finita”.
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Amigos e inimigos,aqui no BRASIL vc é inocente até o transito em julgado,e no meu caso tenho ainda o recurso em BrASILIA.
Quero ser reintegrado na gestão do Pinto,é uma pena que só falta 42 dias para este Maldito ir embora,talves não dê tempo .
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Se junta ao Desgualdo, Ivaney e Tanganelli e pede o afastamento do Dr Ferreira.
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Essa delegacia anti-pirataria não é a mesma do recente escândalo do sequestro e extorsão de sacoleiros do Paraguai?
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já foi tarde, só faltam mais 899 delegados, extinção do cargo.
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Gostaria de deixar registrado que repudio, com veemência, a maneira como o Dr. Paulo Fleury foi (des)tratado pelo Secretário de Segurança.
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E ainda tem gente dizendo que é mentira que existe investigação contra mais de 800 Drs, este era da elite Desgualdiana, junto com aquele que passou pelo Detran e nada sabia das falcatruas, junto com aquele das pedras preciosas, o mesmo que pagou para trabalhar no Denarc.
Pelo que vejo só tem abnegado nesta PC, mercenário só sou eu que trabalho em troca de salário, pois o resto é só o mais elevado espírito público.
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Srs. Não nos esqueçamos. Nossa batalha é contra o Desgoverno Paulista. Devemos agregar vitórias judiciais contra nosso Tomas de Torquemada. Se o Delegado Fleury fez ou não algo, comentemos apenas os fatos, a maioria de nós não estávamos no local quando tudo ocorreu. Vamos agir com calma. Hoje nos limitemos a comentar sua situação jurídica, mas não vamos valorar seus atos. Não é caso político.
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Paulinho,
O que você faz ou deixa de fazer, é problema seu.
O que me causou estranheza , foi seu modo de expor o Dr. Marco Antonio, daquela forma traiçoeira, ele não merecia e você sabe muito bem disso.
Quanto ao transito em julgado, todos sabemos,e de minha parte desejo-lhe boa sorte.
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TODOS SÃO INOCENTES ATÉ O TRÂNSITO EM JULGADO ? NO NOSSO CASO CASO ACREDITO QUE A COISA É COMPLETAMENTE AO CONTRÁRIO. SOMOS CULPADOS ATÉ QUE PROVEMOS O CONTRÁRIO. PEPC E RUA, DEPOIS TEM CORRER ATRÁS DO PREJUÍZO.
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QUEM NUNCA PECOU QUE ATIRE A PRIMEIRA PEDRA.
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GOVERNO NAZI-FASCISTA!
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O SOBRENOME PESA, NÃO PUDERAM PUNIR O PAI SE VINGARAM NO FILHO.
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DR.PAULO FLEURY,como vai,fui seu colega de turma em 82 na Academia de Polícia.Lamento esta situação que vc está passando,desejo boa sorte e um retumbante RECURSO JURÍDICO que possa favorecê-lo nos aspectos legais e restaure a verdade antes de tudo.SORTE E QUE O RECURSO SEJA BEM RECEPCIONADO NA ESFERA JURÍDICA.Abr.DELPOL FAUSTO NASCIMENTO.
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É perceptível a diferença de tratamento existente por parte de alguns delegados em relação a investigador, escrivão, carcereiro e agente.
O corporativismo impera na defesa apenas e tão somente dos “interesses” da classe, como se a instituição fosse formada somente por eles e o “resto” fosse desnecessário/descartável.
Existem delegados que respeitam os demais integrantes da equipe, tratanto-os com o devido respeito e educação, enquanto outros, colocam-se na posição de superiores mas são incapacitados até mesmo para tipificação do crime em pauta.
De fato, frequentar escolas ferramenta o indivíduo com conhecimentos técnicos, mas não dá princípios educacionais que só podem ser adquiridos no seio materno.
Aliás, falando em conhecimento técnico comparando-se os dois textos do delegado Fausto, há discrepância, talvez pela eloquência na defesa de um colega de classe.
Concordo com o delegado, que um recurso jurídico sempre possa restaurar a verdade antes de tudo, mas independentemente do cargo ou “hierarquia”, pois, o que temos visto até o momento é apenas corporativismo por parte da Corregepol, protegendo seus pares até mesmo em casos graves de corrupção, enriquecimento ilícito, etc, punindo e perseguindo só pequenos e desapadrinhados.
Também torço delegado Fausto por um bom recurso jurídico, que atinja seu propósito com imparcialiadade, sendo analisado à luz da verdade dos fatos, ainda que essa verdade seja contrária aos interesses obscuros de alguns delegados mal intencionados.
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Que queime no inferno junto com o pai.
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Preciso urgente entrar em contato com o Dr. Paulo Fleury. Não o conheço pessoalmente, mas preciso contactá-lo. O assunto é do interesse dele. Sou advogado em Angra dos Reis. Quem puder fornecer o email , ficaria grato.
Obrigado a todos!
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olá, estudei com o Paulo Sérgio Fleury no Alberto Conte em Sto Amaro. Amigo de longa data. Ele me conhecia como Carioca, hoje sou fotógrafo publicitário. Como posso localizá-lo??
Ele faz parte da história de minha família por uma incrível coincidência.
Vocês podem me ajudar??
obrigado
Paulo Villar
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