MANIFESTO DE OUTUBRO 28
Caro Dr. guerra, se for possível peço a gentilieza de publicar este manifesto.
MANIFESTO DE OUTUBRO
Busquemos as vozes dos que não temeram e não se curvaram e, mesmo sufocadas pela ignorância e despreparo, ainda assim gritaram contra as oligarquias políticas e a mídia comprometida e contratada.
A democracia deve ser o sistema onde muitos escolhem, dentre todos, os melhores, aqueles cujo compromisso é com o todo e não com a parte, pois se assim não for, teremos apenas a ditadura das maiorias.
Deve-se antes de tudo, preparar o povo para a escolha e, a ele, dar as ferramentas necessárias para a prática da cidadania, calar a voz do embusteiro e acorrentar as vaidades e, no cárcere alicerçar suas convicções condenando-a á perpétua prisão de seus ideais.
Nenhuma revolução nasceu antes que em seu nascedouro existisse o verbo, este mesmo, que eleva a altivez de cada um, este mesmo que cimenta no peito o amor a Pátria e a solidariedade.
Aqueles que corrompem os sonhos e o futuro de uma nação, não corrompem apenas a sua figura, esta se estende por todos os rincões deste país continental e alcança do abastado ao mais humilde.
Uma nação só se sustenta com a revolta dos humildes que, gorjeiam, como pássaros, um canto único, nas cidades nos campos em cada parte deste País, a uma só voz a felicidade e o bem estar, pois se a autorização, ainda que velada e muda, for dada aos que de seus gabinetes suntuosos usam sua escrivaninha como o timão livre e despreocupado para dirigir os nossos destinos, por certo o navio não irá a pique, mas, sim, a geração de hoje e a futura.
Os bons não podem ser alcançados pelo cansaço e nem pela fadiga, estas que pouco a pouco vão transformando o homem em apenas uma peça da engrenagem pré-concebida na prancheta dos maus.
Estes, os maus, que exercem sua soberania aplaudida e consentida pelos despreparados, exercem uma tirania maior que o tirano sanguinário, pois, nutrem suas vaidades e desejos pessoais, não com o sangue das suas vítimas, mas, sim, com seu suor e com sua morte lenta.
É preciso reagir, nas cidades nos campos em qualquer lugar, e deixar fluir o grito contido e o desalento adormecido, levantar o punho cerrado, não para agredir, mas, para ferir o silêncio que contamina o povo com uma letargia quase insuperável.
É preciso conclamar o povo e a ele inferir que o governo Socialista é o único governo do povo para o povo e, aqueles que comungam com a igualdade, liberdade e solidariedade devem ser convocados a se unir em uma única trincheira, a trincheira do bem.
Não podemos votar em Jose Serra, nem em representantes do PSDB cuja visão de Brasil é de um feudo, à disposição de seus senhores, para dele se despojarem e usarem ao Léo. A política Neo Liberal Tucana é de entrega do patrimônio público a investidores internacionais é a política extrativista que, retira a riqueza e devolve a pobreza, tal qual na época colonial do Brasil.
Devemos nos insurgir, o exército esta pronto e os fuzis são seus direitos de voto, embatamo-nos então com o inimigo até sua rendição incondicional e, após este julgamento, que a sentença seja o seu isolamento.
São Paulo, 09 de outubro de 2012
Walcir Felix – um cidadão
Dias melhores virão: 80 policiais mortos! 30
Oito são mortos após assassinato de PM na Grande SP
MARTHA ALVES DE SÃO PAULO
Atualizado às 05h55.
Oito pessoas foram mortas a tiros entre a noite de ontem (8) e a madrugada desta terça-feira nas cidades de Taboão da Serra e Embu das Artes, na Grande São Paulo, após o assassinato de um policial militar. A PM não confirma se há relação entre os crimes e o assassinato do militar.
O policial foi morto a tiros em um posto de gasolina na estrada Kizaemon Takeuti, na região do Jardim Clementino, em Taboão da Serra, por volta das 22h de segunda-feira (8).
Dois homens em uma moto se aproximaram do militar, que estava em um carro, e dispararam vários tiros. Segundo a PM, ao menos cinco tiros atingiram o policial, que morreu a caminho do hospital.
Na madrugada desta terça-feira, seis pessoas foram mortas e ao menos duas feridas a tiros em três bairros diferentes de Taboão da Serra.
Duas das vítimas foram mortas na rua João Antônio da Fonseca, no Parque Pinheiros. A terceira vítima foi encontrada morta com um tiro e pendurada em uma grade de um portão na rua Tereza Montez Sanches, no Jardim Mituzi, em Taboão da Serra.
No Jardim Clementino, homens em um carro atiraram contra três pessoas na rua Nicolau Gentili. Uma morreu no local e outras duas feridas foram levadas a um pronto-socorro da região.
Outras duas pessoas foram encontradas mortas a tiros na rua Sati Nakamura, Jardim São Judas Tadeu, por volta das 3h30, de acordo com a Guarda Municipal de Taboão da Serra.
Na cidade de Embu das Artes, dois suspeitos morreram em troca de tiros com policiais militares na rua Babilônia, na região da Vila Olinda, na noite de ontem (8).
Segundo a PM, os suspeitos em uma moto não obedeceram à ordem de parar e teve início a perseguição, que terminou na troca de tiros e morte dos suspeitos.
TENTATIVA
Por volta das 23h30, criminosos tentaram matar um policial militar que chegava em casa de moto na rua Alves Feitosa, no Jardim Regina, zona norte de São Paulo.
Segundo a PM, dois suspeitos e uma moto dispararam um tiro contra o militar e fugiram. Ele saiu ileso do ataque.
O caso foi registrado no 33º Distrito Policial de Pirituba.
CASOS RECENTES
Dez pessoas foram mortas a tiros e ao menos dez ficaram feridas na zona sul de São Paulo, Cotia e Guarulhos (na Grande São Paulo) e no litoral, na madrugada de ontem (8). Nenhum suspeito foi preso, de acordo com a PM.
No último domingo (7), sete pessoas morreram e outras quatro ficaram feridas, em Santos (85 km de São Paulo), em uma série de assassinatos na região.
Polícia Militar sabia que sargento iria ser assassinado; há mais cinco policiais marcados para morrer em Santos 46
Papo com Editores
Polícia revela que denúncia anônima ‘avisou’ sobre morte de sargento
O fuzilamento do sargento Marcelo Fukuhara, no início da madrugada de domingo, na Ponta da Praia, em Santos, não pode ser apontado como algo inesperado. E fez aumentar ainda mais entre os policiais o clima de medo e tensão diante de informações de uma lista de outros PMs marcados para morrer.
>>> Comente esta matéria no Blog Papo com Editores com o subeditor de Baixada, Rafael Motta
Denúncia anônima no sábado à tarde à Polícia Militar já dava conta de que criminosos do Primeiro Comando da Capital (PCC), motivados por uma significativa recompensa em dinheiro, haviam descido a Serra para fazer (eliminar) um membro da corporação em Santos, cujo nome não foi especificado. Para checar a informação e adotar as medidas preventivas ao suposto ataque, policiais militares realizaram patrulhamento no Morro da Penha.
Nesse local, estariam reunidos os integrantes da facção criminosa para acertar os últimos detalhes da emboscada e, lá, os PMs se depararam com o marginal apelidado por Nhenheco pilotando uma moto. Um sargento e um soldado reconheceram o suspeito e tentaram interceptar com a viatura a moto que ele pilotava. Nhenheco, porém, atirou mais de cinco vezes na direção dos patrulheiros e fugiu correndo em direção a um matagal, na Rua Quatro, abandonando uma Honda CB 300R amarela.
Os policiais escaparam ilesos e não revidaram os tiros, porque logo perderam de vista o acusado. Na sequência, apuraram que a moto pertence à cunhada de Nhenheco, que o acusou de tê-la furtado de sua casa. Na Central de Polícia Judiciária (CPJ) foi registrado boletim de ocorrência, contra Nhenheco, por furto e tentativa de homicídio.
Precisão Cirúrgica
Outras informações que também chegaram de forma anônima à PM garantem que há mais cinco policiais marcados para morrer. A diferença é que os nomes foram mencionados. Os novos potenciais alvos, a exemplo de Fukuhara, são do 6º BPM/I e apontados por colegas como policiais “linha de frente”.
Um policial da Força Tática de Santos conversou com A Tribuna e manifestou a tensão e o medo generalizados da tropa. Ele também se queixou da“ falta de respaldo do comando” e reconheceu o poder de fogo demonstrado pelo PCC.“Ele age com precisão cirúrgica, definindo antes o alvo para abatê-lo no horário de folga”.
Segundo o patrulheiro, a maior preocupação do comando é “segurar a tropa” para evitar possíveis ações justiceiras, popularmente conhecidas como ataques ninjas. “A cúpula não quer aumentar na população a sensação de insegurança e de uma guerra entre o PCC e os órgãos de segurança”. O policial ainda revelou que todas as equipes de Força Tática da Baixada Santista foram escaladas para trabalhar até o dia 15, sem folgas,12 horas diariamente.
Ex-oficial da PM e procurador de justiça, o secretário de Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto, esteve domingo à tarde em Santos. Ele veio acompanhado do comandante geral da PM, coronel Roberval Ferreira França, e ambos se reuniram com o comandante da corporação na região, coronel Marcelo Prado. O encontro foi no quartel do Comando de Policiamento do Interior/6 (CPI/6), na Ponta da Praia, e dele também participaram comandantes dos batalhões da região.
Ninguém da Polícia Civil, cuja atribuição constitucional é investigar crimes, apurando as suas circunstâncias e autoria, foi convidado a acompanhar a reunião. A Tribuna quis entrevistar o coronel Prado para abordar as declarações do membro da Força Tática do 6º BPM/I. Porém, em nota, o Setor de ComunicaçãoSocial da corporação informou que não está autorizada entrevista do comandante do CPI/6 e divulgou um comunicado institucional à Imprensa.
Investigação, cacete e bala, antes que continuem a “buscar” Policiais em casa! 40
Isto não é mais crime! É terrorismo! É guerra revolucionária com ataque a representantes do Estado.
Cuidado, porém. Daqui há algum tempo, os autores destes atentados poderão ser chamados de “revolucionários”, poderão ser anistiados, tornando-se altos dignitários. Daí, “ai” de quem participar ou houver participado da “repressão” contra eles…
Blá-blá-blá à parte, governo à parte, qualquer coisa à parte, a verdade é uma só: Bandido só se enfrenta com investigação, cacete e bala, nesta ordem. O resto é papo furado. Conversa rebuscada sobre “garantismo X ‘pro societate’ ” é no fórum!
O trinômio é INVESTIGAÇÃO, CACETE E BALA! Dentro da lei, mas dentro também deste trinômio!
Polícia que tem “polícia” no sangue não deve depender de cúpula.
A Polícia, a verdadeira Polícia, que não é caricatura de Exército, nem esboço estético de Escotismo, deve depender é da organização interna de cada equipe, mormente das operacionais.
Investigação, cacete e bala, antes que continuem a “buscar” Policiais em casa!
Geraldo Alckmin, José Serra e todo o PSDB estão pouco se lixando para os policiais e seus familiares; continuarão pagando salários ridículos e cobrando para que se sacrifiquem em nome do patrimônio alheio 41
A solução do governo para prevenir a morte de policiais durante o período de folga: REDUZIU A FOLGA! 21
João Alkimin: o Esselentíssimo Secretário da Segurança continua inerte 55
João Alkimin
João Alkimin é radialista – http://www.showtimeradio.com.br/
Mexicanização de São Paulo – Imagens da execução do 1º Sgtº Fukuhara 142
GOVERNO COVARDE: nega o envolvimento do PCC na morte dos policiais. 58
Veja os bastidores da guerra particular entre a PM e o crime organizado em SP
Publicado em 07/10/2012 – Segundo dados da Secretaria de Segurança Pública, 76 PMs já foram mortos em São Paulo em 2012. Um número 43% maior do que o de 2011. As vítimas são quase sempre atacadas durante a folga, pegas de surpresa e fuziladas com armas de grosso calibre. Os autores dos crimes seriam integrantes do PCC, principal organização criminosa de São Paulo. O Governo do Estado nega o envolvimento da facção criminosa na morte dos policiais.
PM SANTISTA: “Agora explodiu, já estamos em guerra”. 36
Outros sete são mortos e número de assassinados chega aos 18
Dezoito assassinatos em apenas quatro dias assustam a Baixada Santista. Na quinta-feira, em 20 horas sete pessoas foram mortas em Vicente de Carvalho. Neste fim de semana, a matança se repetiu e o período em que os assassinatos ocorreram foi ainda mais curto. Da 0h45 às 4h55 de ontem, outras sete pessoas foram mortas em Santos, entre elas um policial militar.
Por conta disso, segundo apurou A Tribuna, o secretário estadual da Segurança Pública, Antônio Ferreira Pinto, e o comandante geral da Polícia Militar no Estado, coronel Roberval Ferreira França, estiveram ontem em reunião na sede do comando da PM, no canal 6, em Santos. Policiais da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar), a elite do batalhão de choque da PM, desceram a Serra e ficarão por tempo indeterminado na região. Investigadores do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) também estão em Santos.
Com receio das investidas, os PMs chegaram ontem uma hora antes ao trabalho, no sexto batalhão. O primeiro crime ocorreu na Ponta da Praia, em Santos, onde um sargento da Força Tática, do 6o BPM/I e um segurança foram mortos nas primeiras horas de ontem. O sargento, Marcelo Fukuhara, 45 anos, foi morto com vários tiros de fuzis calibres 5.56mm e 7.62mm.
O segurança, José Antônio Alves de Carvalho, 35 anos, que tentou socorrer a vítima, foi atingido por um tiro de fuzil na perna direita e faleceu após receber atendimento médico. De acordo com o apurado pela Reportagem, o sargento estava de folga, em trajes civis, e passeava com seu cachorro pela Avenida Rei Alberto I, às 0h43, quando foi alvejado. Fukuhara estava em frente ao número 327, onde funciona o Buffet Viva um Sonho Lounge, de propriedade de sua mulher. Os disparos teriam sido efetuados pelos ocupantes de bum veículo Hyundai IX35 de cor preta. Deacordo com uma testemunha que não quis se identificar, o veículo parou alguns metros à frente do ponto em que o policial estava e os ocupantes atiraram várias vezes. Ao ser atingido pelos disparos, o sargento caiu, sofrendo traumatismo craniano.
Percebendo o ocorrido, o homem que fazia a segurança do bufê, José Antônio Alves de Carvalho, correu para socorrer a vítima. Enquanto isso, o IX35 fez o retorno e parou do outro lado da avenida. Um dos ocupantes, então, desceu do veículo usando um capacete e efetuou novos disparos. As balas atingiram o sargento e o segurança, que teve a coxa direita perfurada. Os dois foram socorridos e levados ao Pronto Socorro Central, onde receberam atendimento, mas não resistiram. Segundo o Boletim de Ocorrência, registrado no 1o DP de Santos, Fukuhara vinha recebendo ameaças de nas últimas semanas.
O cunhado de José Antônio, Florival Dias, comentou apenas que ele trabalhava há muitos anos como segurança e que era um homem religioso. “Foi uma fatalidade. Há anos ele presta serviço de segurança e nunca esteve envolvido em nada. Sou casado com a irmã dele há 35 anos e sei que era um alegre e religioso”. Segundo informações da polícia, filmagens dos prédios vizinhos foram solicitadas para ajudar no esclarecimento do caso.
Velório
Familiares e amigos reuniramse na tarde de ontem, no Memorial Necrópole Ecumênica, em Santos, para despedida do sargento Marcelo Fukuhara. O velório também contou com a presença de grande número de policiais, inclusive do Comando da Polícia Militar.
O tenente-coronel Levy Lenotti afirmou que a inteligência da polícia já investiga o caso do sargento e não medirá esforços para averiguar a responsabilidade pelo crime e se a ocorrênciaestá ligada aos assassinatos dos últimos dias. Entre os policiais o clima era de tensão. Um sargento criticou o comando da Corporação.
“O clima está muito ruim. Fica difícil sair para trabalhar e deixar a família em casa numa situação insegura”, pontua. Ele acredita que a polícia não está organizada para responder da forma como deveria e os ataques dos últimos dias revelam isso. “Agora explodiu, já estamos em guerra”.
PRENÚNCIO DE MOTIM: Tropa revoltada com estilo policiamento para grã-fino adotado pelo comando da PM 29
Após morte de sargento da PM, ao menos 5 são assassinados em Santos 31
ROGÉRIO PAGNAN ENVIADO ESPECIAL A SANTOS MARINA GAMA COLABORAÇÃO PARA A FOLHA JOSMAR JOZINO DO “AGORA
Atualizado às 20h03.
Após um sargento da Força Tática da PM ter sido assinado com tiros de fuzil no início da madrugada deste domingo em Santos (litoral de São Paulo), ao menos cinco pessoas foram mortas e outras cinco ficaram feridas em ações que ocorreram num intervalo de duas horas e meia na cidade.
Sargento da PM é morto com tiros de fuzil na Baixada Santista Promotor diz que Baixada Santista vive ‘guerra civil’ Motoqueiros matam sete em menos de 20h no Guarujá (SP)
O primeiro crime ocorreu por volta das 2h40, na rua Comendador Martins, na Vila Matias. De acordo com a polícia, três homens estavam conversando em frente a uma casa quando uma pessoa mascarada desceu de um carro e atirou contra eles.
Fabio Manoel França, 29, e José Rodrigo de Pina Júnior, 25, morreram no local. Já Leonardo da Silva Santos Nascimento, 20, foi atingido de raspão na orelha e na perna. O suspeito ainda atirou contra Melissa Gouveia, 36, que estava a alguns metros a frente. Ela também morreu.
Na segunda ação, por volta das 4h10, Vagner de Jesus Santos, 24, foi encontrado baleado na rua São Bento, região central. Uma testemunha estava em um baile funk, próximo ao local, quando ouviu os disparos. Ao ver o homem ferido no chão, levou-o ao pronto-socorro.
Cerca de 10 minutos depois, a PM foi acionada para atender um homem baleado dentro de um carro na rua Flamínio Levy, no bairro Saboó. Já com o ferido socorrido no pronto-socorro Central, os policiais encontraram outro homem, que também havia sido baleado no mesmo horário e local. Fábio Rodrigues Lourenço, 36, não resistiu aos ferimentos e morreu.
Por volta das 5h, dois homens encapuzados invadiram uma casa no bairro Areia Branca e mataram Carlos Roberto de Jesus, 53, com tiros na cabeça. A namorada dele foi ferida na perna, mas sobreviveu.
No mesmo horário, Reinaldo Santos Moreira Filho, 23, foi baleado ao chegar em casa, na rua São Marcos, por quatro homens em duas motos. Ele sobreviveu.
A Polícia Civil irá apurar o caso. O governador Geraldo Alckmin (PSDB) não falou. Disse que a Secretaria da Segurança falaria, o que não ocorreu até o fechamento desta reportagem.
OUTRO CASO
Na quinta-feira (4), sete pessoas foram assassinadas na periferia do Guarujá (litoral de São Paulo) em menos de 20 horas. Segundo testemunhas, todos os crimes foram cometidos por dois homens, que estavam em uma moto.
A série de assassinatos ocorreu poucas horas após a morte de um policial militar em São Vicente (litoral de São Paulo) e um atentado contra outro PM no Guarujá.
Dentre os sete mortos, quatro tinham passagem pela polícia por crimes como roubo e tráfico.
Colaborou ANDRÉ CARAMANTE
A grande zebra da Baixada Santista: Em São Vicente, BILI do PP – sem eleger único vereador – ganha do PSB de Márcio França e do PSDB de Alckmin 27
São Vicente
Bili surpreende e ganha no primeiro turno com 51,42% dos votos
Uma reviravolta fez com que o candidato Luís Cláudio Bili (PP) pela primeira vez ocupasse um cargo no Executivo. Ele foi eleito prefeito de São Vicente com 92.737 votos, o que representa 51,42% do total de votos válidos, conforme informações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
“Foi o fim da monarquia Márcio França. O povo respondeu que não aguentava mais opressão. A partir de hoje, São Vicente está liberta”. Questionado a respeito do seu governo com a nova composição da Câmara disse: “Tenho 20 anos de vida pública. Isso não será problema”. Bili completa: “saúde e educação serão prioridades em seu governo”.
O favorito à Prefeitura de São Vicente durante a corrida eleitoral, Caio França (PSB) ficou em segundo lugar. Ele obteve 84.790 dos votos, o que corresponde a 47,01%.
Marcondes (PSOL) ficou em terceiro lugar, com 2.820 votos (1,56%). Tuca Barbosa (PPL) renunciou à candidatura. De acordo com informações da 177ª Zona Eleitoral, ele teria protocolado o pedido no último sábado. Os motivos que o levaram a deixar a disputa na véspera do pleito não foram divulgados.
Perfil
Aos 41 anos, Luís Cláudio Bili conseguiu ser eleito cinco vezes consecutivas vereador, a última delas em 2008, quando foi citado por 4.569 eleitores, sendo o quarto mais votado da Cidade.
Nascido em Jaboatão dos Guararapes (PE), mora em São Vicente há 35 anos. Nos últimos anos, geriu as secretarias de Turismo, Cidadania e Ação Social e Relações do Trabalho e Geração de Emprego e Renda. Seu vice é o servido público aposentado João da Silva (PTdoB), que já foi subprefeito da Área Continental.
Sargento da PM é morto com tiros de fuzil na Baixada Santista 38
07/10/2012-12h04
ROGÉRIO PAGNAN DE SÃO PAULO MARINA GAMA COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
Atualizado às 13h06.
Um sargento da Força Tática da Polícia Militar foi morto com tiros de fuzil na madrugada deste domingo, na Ponta da Praia, em Santos (litoral de São Paulo). Um funcionário do local onde ele estava também foi baleado e morreu.
Segundo a polícia, Marcelo Fukuhara, 45, estava em frente ao buffet de sua mulher, na avenida dos Bancários, quando uma caminhonete passou fazendo vários disparos em direção ao policial, por volta da meia-noite.
O sargento, que estava de folga no momento do assassinato, trabalhava a mais de 20 anos para a polícia e atuava no 6º Batalhão de Polícia Militar do Interior.
Em menos de uma semana, foram dois policiais militares mortos na Baixada Santista.
Após a primeira morte, de um policial militar em São Vicente, e um atentado contra outro na quinta-feira (4), sete pessoas foram assassinadas na periferia do Guarujá em um trajeto de oito quilômetros. Segundo testemunhas, todos os crimes foram cometidos por dois homens, que estavam em uma moto.
Para promotor Cássio Roberto Conserino, que investiga o crime organizado na Baixada Santista, a região é palco de uma guerra civil entre criminosos e policiais.
O governo paulista diz não ser possível afirmar que os assassinatos de policiais militares estejam relacionados.
OUTROS CASOS
Ao menos 76 policiais militares foram mortos neste ano no Estado. No mesmo período do ano passado, foram 38 PMs mortos, segundo a Secretaria de Estado da Segurança Pública.
Na quinta-feira (4), o cabo Renato Ferreira da Silva Santos foi morto a tiros em frente a uma oficina mecânica no bairro Parque Ipê (zona oeste). O policial estava de folga e à paisana quando foi abordado por um homem que tentou roubar um carro.
Um dia antes, um soldado da Rocam (Ronda Ostensiva com apoio de Motocicletas), da PM, foi morto após ser atingido por cinco tiros em São Vicente (litoral de São Paulo). O policial, que estava de folga e à paisana, chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos.
Outros dois policiais militares de folga foram assassinados a tiros no último dia 28, na zona sul da cidade de São Paulo.
Para policiais, as ações são articuladas pela facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital), com o objetivo de inibir a atuação da PM contra o crime organizado.








