Polícia apura se presidente de tribunal foi assassinado; sete meses depois, policiais envolvidos ainda estudam pedir à Justiça quebras de sigilo telefônico e bancário dos investigados…AÍ SEUS BURRALDOS TEM QUE PEDIR A QUEBRA DE SIGILOS DA VÍTIMA…O INQUÉRITO SERÁ IMEDIATAMENTE ARQUIVADO E NINGUÉM QUESTIONARÁ A MORTE POR CAUSA NATURAL: “ENFARTO ECONÔMICO” 11

22/08/2011

Polícia apura se presidente de tribunal foi assassinado

Léo Arcoverde
do Agora

A Polícia Civil e o Ministério Público Estadual investigam se o presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo Antonio Carlos Viana Santos, 68 anos, foi assassinado, segundo fontes dos dois órgãos disseram ao Agora.

De acordo com a polícia e com a Promotoria, pessoas próximas ao desembargador são investigadas. Santos foi encontrado morto no chão de seu quarto, pela viúva, a advogada Maria Luiza Pereira Viana Santos, 38 anos, na madrugada de 26 de janeiro deste ano, no apartamento onde moravam, na rua José Maria Lisboa, nos Jardins (zona oeste de São Paulo).

Sete meses depois, policiais envolvidos na investigação estudam pedir à Justiça quebras de sigilo telefônico e bancário dos investigados.

 

27/01/2011

Polícia Civil apura morte de presidente do TJ-SP

Folha de S.Paulo

A Polícia Civil abriu inquérito para investigar a morte do desembargador Antonio Carlos Viana Santos, presidente do TJ (Tribunal de Justiça) de São Paulo. Santos morreu na madrugada de ontem, aos 68 anos, em sua casa. Ontem foi realizada uma autópsia.

O delegado-geral da Polícia Civil, Marcos Carneiro Lima, informou que o corpo de Santos foi examinado “por cautela, em razão do cargo”. Segundo Carneiro, o médico do desembargador recomendou a realização do exame.

O TJ suspendeu o expediente das 13h de ontem até as 13h de hoje. Com a morte de Santos, cujo mandato iria até o final deste ano, o tribunal convocará novas eleições para a presidência.

O cargo foi assumido provisoriamente pelo desembargador Antonio Luiz Reis Kuntz. Santos se formou em 1965 na Faculdade de Direito da USP e ingressou na magistratura em 1969. Foi promovido a desembargador em 1988 e assumiu a presidência do TJ no início de 2010.

Ele será sepultado hoje no Cemitério Gethsêmani, no Morumbi (zona oeste).

https://flitparalisante.wordpress.com/2011/02/14/desembargador-tambem-gosta-de-viver-bem-no-caso-morrer-bem-de-vida/

Após 5 meses à frente do TJ, Viana comprou imóvel de R$ 1,4 mi

 
 

Menos de cinco meses depois de tomar posse na presidência do Tribunal de Justiça do Estado, o desembargador Antonio Carlos Vianna Santos adquiriu um apartamento na Rua José Maria Lisboa, Jardins, ao preço de R$ 1,4 milhão.

Segundo anotação do 13.º Cartório de Registro de Imóveis da Capital, o imóvel de 320,38 metros quadrados de área privativa e três vagas na garagem foi comprado em 26 de abril de 2010 – ele assumira o TJ em janeiro.

Viana morreu na madrugada de 26 de janeiro passado, em casa, quatro dias depois de deixar o Hospital do Coração, onde havia ficado internado cerca de 10 dias. Ele era diabético, sua saúde estava muito fragilizada. O corpo foi submetido a uma autópsia. Preliminarmente, a causa da morte foi um enfarte agudo do miocárdio. O laudo do Instituto Médico Legal ainda não foi concluído.

A evolução patrimonial do magistrado é alvo de procedimento preparatório de inquérito civil do Ministério Público, aberto com base em denúncia que aponta detalhes sobre bens adquiridos por ele.

O imóvel da José Maria Lisboa, no edifício Marc Chagall, foi vendido pela família Talans, segundo a matrícula 19971, a Viana e sua mulher – Maria Luiza Pereira Viana Santos, advogada, casados sob regime de separação obrigatória de bens em 3 de outubro de 2009 -, ‘na proporção de 50% para cada um, pelo preço de R$ 1,4 milhão’. O valor venal do apartamento, no exercício fiscal de 2010, era de R$ 660.522.

A compra do imóvel é citada em carta à Polícia Federal, com cópia para a Receita, TJ e Ministério Público. Há menção à aquisição de um Porsche Cayenne preto, 2011, avaliado em R$ 340 mil. No dia 7 de janeiro, Viana transferiu o veículo para o nome de sua mulher.

O Ministério Público trabalha com cautela, mas considera que a denúncia contém dados ‘bastante consistentes’. Promotores anotam que a compra de um apartamento nos Jardins não significa prova de irregularidade ou envolvimento do magistrado em atos ilegais. As condições do negócio estão sendo verificadas porque a denúncia fala em acréscimo patrimonial superior aos rendimentos de Viana na corte.

Pessoas próximas ao desembargador, que tinha 42 anos de carreira, indicam que para fechar a transação ele teria vendido um imóvel de sua propriedade, na Rua Bela Cintra, e usado o valor apurado como parte para a compra do apartamento da José Maria Lisboa. Um outro imóvel, na Alameda Itu, onde o casal residia, não foi incluído na operação.

Juízes experientes, amigos de Viana, relatam que ele vivia modestamente e enfrentava dificuldades financeiras. Ultimamente andava ‘muito triste, amargurado’. ‘O Viana era um homem sério, não pode haver nenhuma suspeita sobre sua integridade’, atesta o desembargador Eduardo Pereira Santos.

A advogada Maria Luiza, viúva do ex-presidente do TJ, não respondeu aos contatos do Estado

 

Entidades da toga defendem magistrado – politica – Estadao.com.br

 
http://www.estadao.com.br/…/nacional,entidades-da-toga-defendem-magi…13 fev. 2011

Fausto Macedo

“O destino de denúncia anônima é o lixo, já decidiu o Supremo Tribunal Federal”, declarou o desembargador Henrique Calandra, presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB). “Dar curso a uma denúncia anônima é agredir a memória de um magistrado altruísta e exemplar.”

Calandra considera crucial um detalhe. “(Viana) registrou formalmente o que adquiriu. Se tivesse feito alguma falcatrua, iria declarar em registro público a aquisição de bem ilícito? Se colocou em seu próprio nome, é porque agiu, como sempre fez em toda a sua vida e carreira, de forma transparente e honesta.”

“Viana honrou a toga”, atesta o desembargador Paulo Dimas De Bellis Mascaretti, presidente da Associação Paulista de Magistrados (Apamagis). “No tribunal, ele presidiu a Sessão de Direito Público e o próprio TJ. Jamais se ouviu qualquer insinuação sobre desvios ou decisão sua que tenha sido apontada como suspeita por favorecimento.”

“Viana era um homem muito puro, sua vida era a magistratura”, assevera o advogado Antonio Carlos Meccia, amigo desde os tempos de faculdade. “A rivalidade entre nós só existia na prática esportiva, ele fazia a São Francisco, eu a Católica.”

Meccia desconhece a denúncia. Ele afirma: “Viana era um homem muito idôneo, nada há que possa desabonar sua conduta. Ele sempre foi muito preocupado com o tribunal. Não chegou por acaso à presidência.”

Sobre o Porsche, o advogado disse. “Que eu saiba foi comprado com honorários da mulher dele, não tenho dúvida.” A advogada Maria Luiza Pereira Viana Santos, viúva de Viana, não retornou ligações do Estado.

Delegado responderá a processo e passará por tratamento psicológico…( O Delegado apresenta pródromos de alcoolismo; em São Paulo – Estado mais desenvolvido e civilizado da nação – ele teria sido preso em flagrante por tentativa de homicídio, desacato, resistência e embriaguez…Só responderia a processos; aqui tratamento psicológico é frescura de beberrões e vagabundos 1

Delegado responderá a processo e passará por tratamento psicológico

Direção geral da Polícia Civil retirou a carteira funcional e a arma do delegado de Guajará Mirim.

 
 
 

Da redação do TUDORONDONIA

Porto Velho, Rondônia – A direção geral da Polícia Civil afastou de suas funções o delegado Marcos Barp de Almeida, do município de Guajará Mirim, acusado de perseguir o diretor de uma emissora de rádio, dirigir embriagado e tentativa de agressão contra policiais militares.
O fato aconteceu na madrugada de sexta-feira, em Guajará Mirim, município localizado a 369 Km de Porto Velho.
Os policiais militares foram acionados pelo diretor da Rádio Educadora, Ivan Mendes, que disse estar sendo perseguido por um homem que dirigia o veículo de cor preta, placa NOV 4188, de Manaus – AM. A PM constatou depois tratar-se do delegadoMarcos Barp.
Marcos Barp havia chegado recentemente a Guajará para assumir a titularidade da 1ª Delegacia de Polícia Civil.
Ele agora responderá a processo administrativo disciplinar. A direção geral da Polícia Civil informou que, como medida cautelar, foram retiradas sua carteira funcional e arma. O delegado está à disposição da Corregedoria Geral. Ele será encaminhado para acompanhamento psicológico, fornecido pela Secretaria de Segurança, Defesa e Cidadania.

Veja trecho da ocorrência policial sobre o caso:

Ocorrência policial nº 4053/2011. A Central de Operações da Polícia Militar do 6º Batalhão foi acionada pelo diretor da rádio Educadora, Ivan Mendes, que disse estar sendo perseguido por volta de 01h35min de sexta-feira. Até então não sabendo informar quem seria o motorista do veículo de cor preta, placa NOV 4188, de Manaus – AM, nem o modelo e que com uma arma na mão lhe deixou assustado. O diretor da rádio disse que retornava do trabalho e nem conhecia a pessoa por isso sabia que algo de errado estava ocorrendo. Uma guarnição da PM foi até as proximidades da Câmara Municipal, na Avenida XV de Novembro, conforme solicitação e não localizou o citado veículo, mas uma hora depois uma outra ligação anônima deu o paradeiro do veículo de cor preta que estava estacionado em frente a uma casa na Avenida 1º de Maio, no bairro São José. No local citado os policiais encontraram o veículo com as mesmas características parado, porém com o motor ligado e o motorista aparentava está dormindo ao volante, os policiais pelo vidro da porta tentaram contato com o ocupante que ao despertar tentou sair, mas estancou o carro. Os policiais solicitaram que o ocupante se identificasse, como não foi feito os policiais avistaram que o homem pegou uma arma tipo pistola de cor prateada, os policiais então disse que permaneceram no local com a arma em punho sob alerta. Os PM’s pediram para que o ocupante largasse a arma, mas o homem foi incisivo em dizer que se eles queriam matá-lo que o fizessem, pois não tinha medo de morrer e que era homem, quando jogou a arma no banco do passageiro o mesmo afirmou ser delegado, solicitado então que o mesmo apresentasse sua identidade funcional o homem mais uma vez se exaltou com os PM’s, como não encontrava algo que comprovasse ser delegado, apresentou sua Carteira Nacional de Habilitação e cada vez mais exaltado, o homem foi identificado como Marcos Barp de Almeida. Os policiais disseram ainda que ao tentarem entrar em contato com a Polícia Civil para constatar a versão de Marcos, o mesmo foi convidado a sair do carro, via telefone o comissário de plantão confirmou se tratar do recém chegado delegado titular da 1ª Delegacia de Polícia Civil, os policiais também solicitaram ao comissário que um policial civil pudesse conduzir o veículo do delegado já que o mesmo não apresentava condições de dirigir apresentando embriaguez alcoólica, neste espaço de tempo enquanto a equipe do SEVIC de plantão não chegava, o delegado passou a se alterar mais uma vez com os policiais, chegando até a se ajoelhar, colocando a mão na nuca e pedindo para que os mesmos atirassem na sua cabeça, afirmando não ter medo de morrer e que sabia que um dos policiais já matou muitos, além de várias ofensas. Ao chegar à equipe até o endereço, o delegado partia contra os PM’s que foi contido pelos policiais civis que não permitiram que o mesmo conduzisse o veículo para a Delegacia, então a guarnição deixou o local e foram até ao 6º BPM para dar ciência do fato ao supervisor do dia. Quando estavam no Batalhão, a guarnição observou o veículo do delegado estacionou em frente ao portão do prédio, sendo conduzido pelo próprio Marcos, quando um supervisor da área foi até o veículo o motorista saiu deslizando os pneus com arrancada brusca e adentrando direto no pátio da Delegacia Regional de Polícia Civil. Quando registravam a ocorrência policial, Michel Monteiro Mercado passou em frente à Delegacia de Polícia e afirmou aos policiais ter visto o delegado Marcos com a arma na mão na entrada do prédio, assim como viu todo o ocorrido na Avenida 1º de Maio, passando pela Delegacia apenas para verificar o final da ocorrência. Com informações de omamore.com

http://www.tudorondonia.com/noticias/delegado-respondera-a-processo-e-passara-por-tratamento-psicologico,23285.shtml

Policiais gays e lésbicas formam rede para lutar contra homofobia 31

Enviado em 21/08/2011 as 16:58 – HOMEM QUE SABIA DEMAIS

Tirar calcinha de escrivã é coisa de enrustido deviam de assumir como os colegas abaixo:
21/08/2011 12h03 – Atualizado em 21/08/2011 12h03

Policiais gays e lésbicas formam rede para lutar contra homofobia
Grupo de profissionais da segurança pública LGBT tem 50 integrantes.
Corporações informam que não há preconceito ou discriminação.

Tahiane Stochero
Do G1, em São Paulo

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Breno é gay e atua como agente penitenciário em
Campinas (Foto: Flavio Moraes/G1)Policiais, agentes penitenciários, vigilantes ou outros profissionais que atuam na área de segurança pública e que assumiram publicamente a homossexualidade resolveram se unir para lutar contra a homofobia. Para isso, criaram a Rede Nacional de Operadores de Segurança Pública LGBT (Renosp-LGBT), que hoje conta com 50 integrantes.

São delegados, policiais civis e militares, bombeiros, guardas e agentes prisionais que passaram a não mais esconder a opção dos colegas de trabalho e a lutar contra o preconceito a gays, lésbicas, travestis e bissexuais no meio em que atuam.

Um dos integrantes, o agente penitenciário Breno Agnes Queiroz, de 26 anos, conta que o grupo foi formado durante um evento no Rio de Janeiro, em novembro de 2010, que reuniu operadores de segurança pública do país para discutir formas de lidar com a população LGBT.

“O seminário era para fazer algo para a segurança pública da população, mas aproveitamos que alguns de nós éramos homossexuais para nos reunirmos e defendermos nossos interesses”, afirma Breno, que tem o apoio dos colegas do presídio em que trabalha em Campinas, no interior de São Paulo.

“Sempre tem gente achando que vamos nos aproveitar da situação, por ser homossexual, na hora da revista de algum detento. Eles acham que tem que ser macho para colocar autoridade. Mas nossa presidente é uma mulher e sabe liderar. Há muita homofobia no meio policial”, diz.

O agente declara que “há uma homofobia institucional velada ou latente, que pode se manifestar de várias formas”. Para ele, o preconceito, porém, não é da corporação: mas sim, “das pessoas” que convivem com os policiais assumidamente gays ou lésbicas.

“Eu tive que trabalhar muito a conscientização dos meus colegas. Tive que mostrar que não sou nada diferente, que não há motivos de me impedir de fazer um tipo ou outro de serviço. Sabemos separar a opção sexual do trabalho”, afirma.

Maicon é policial rodoviário federal em Pelotas, no
Rio Grande do Sul (Foto: Arquivo Pessoal)’Preconceito institucional’
Casado há 13 anos com um guarda de trânsito de Porto Alegre, o policial rodoviário federal Maicon Nachtigall, de 33 anos, reclama que tem que lutar diariamente contra o que chama de “preconceito institucional”. Ele acredita que é discriminado por ser homossexual.

“Sou um dos policiais que mais se destaca no relacionamento com a comunidade e em trabalhos sociais na minha região e nunca consegui uma promoção por merecimento. O fato de ser gay me impede de competir e vencer com os outros da mesma forma”, afirma.

Breno e Maicon concordam sobre a falta de uma política pública nacional sobre o tema, afirmando que tiveram que brigar individualmente para garantir o respeito nas corporações principalmente para integrantes da Polícia Militar, onde o militarismo impede que assumam suas opções sexuais sem ter medo de repreensão de superiores ou de homofobia.

“Ainda não há uma política interestadual. O que fazemos são trabalhos isolados, em cada estado, em cada polícia. Conheço muitos gays na Polícia Federal, na Polícia Civil e na Polícia Militar aqui no estado que não assumem, por medo. Ser gay ainda é um desafio nessas corporações”, afirma Maicon, que atua em Pelotas, no Rio Grande do Sul.

O G1 conversou também com duas lésbicas que integram a rede, uma PM de São Paulo e uma policial civil do Mato Grosso do Sul, que pediram para não ter o nome divulgado porque, apesar de não sofrerem discriminação dos colegas, temem que a corporação não entenda a forma como estejam expondo sua opção sexual.

“A gente não precisa escancarar”, diz a policial militar de São Paulo, que pediu para não ser identificada e não gosta de falar do assunto. “Nunca sofri preconceito por parte dos meus colegas do policiamento e nem vi discriminação deles com gays ou lésbicas na rua”, afirma ela.

‘Não precisa usar placa’
Policial civil há 11 anos no Mato Grosso do Sul, Joana (nome fictício) escondeu dos colegas policiais durante 5 anos o relacionamento que tinha com outra mulher, com quem morava. Tudo mudou quando uma escrivã lhe perguntou por que fazia isso.

Policiais e agentes de segurança LGBT formaram a
rede em 2010 (Foto: Arquivo Pessoal)“Sofri muito com a minha história, tinha muito medo, não me expunha. Quando ia para festas da polícia, ela me largava na esquina, não entrava comigo. Descobri que não precisa fazer isso. Se estou com ela, por que esconder?”, questiona Joana.

“Não precisa dizer abertamente, usar placa, mas também não precisa esconder”, diz ela, que atua em uma delegacia da mulher.

Joana já viveu situações de homofobia no trabalho, mas lidou com elas. “Tem mulheres que vão me procurar porque foram agredidas pelo marido, dizendo que ouviram deles frases tipo: ‘Pode ir procurar aquela delegada sapatão’. Os agressores às vezes usam isso para me atingir, mas sei lidar com as situações”, afirma.

“Eu não posso levantar bandeiras, porque lido com a população e preciso me preservar e porque ainda há um certo receio e preconceito. Mas tomei a decisão de não esconder mais dentro da polícia para encorajar outras pessoas”, acrescenta ela.

Opção sexual na polícia
A Secretaria de Administração Penitenciária de São Paulo informou que “não há nenhum preconceito com relação a funcionários LGBT e nem presos” e que a pasta integra um comitê interestadual de defesa da diversidade sexual da qual fazem parte servidores da secretaria e que tem por objetivo definir diretrizes de combate à homofobia.

A assessoria de imprensa da PRF informou o fator sexual da pessoa não tem nenhuma influência e que não há diferenciação nem preconceito dentro da PRF por questões de opção sexual. Segundo a PRF, todo servidor público tem um código de ética a cumprir, independentemente de outros fatores.

Em nota, a Polícia Militar de São Paulo diz que “é uma Instituição legalista e comprometida com a dignidade da pessoa humana” e que “não há discriminação quanto à origem de seus integrantes quanto à raça, cor, religião, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero”. A corporação diz que a postura do policial, quando em serviço, é a mesma exigida para qualquer pessoa que integre a PM.

Já a assessoria de imprensa da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul afirmou em nota “não possuir qualquer dispositivo para impedir ou dificultar o acesso de pessoas LGBT à seus quadros”. Segundo a Polícia Civil do MS, “a filosofia institucional é de que a opção sexual é de caráter personalíssimo e só se torna impedimento se motivar crime ou irregularidade administrativa prevista em lei”.

O Ministério da Justiça não respondeu aos questionamentos do G1 sobre se há políticas voltadas para profissionais de segurança pública LGBT e nem informou se a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) reconhece a Renosp-LGBT como entidade representativa da categoria.

Ex-escrivã foi torturada pela Corregedoria da PC de São Paulo, diz procuradoria federal 23

20/08/2011

Ex-escrivã foi torturada pela Corregedoria da PC de São Paulo, diz procuradoria federal

reporteralagoas.com.br/Com agências

O caso de uma vítima de tortura por parte de delegados da Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo foi reconhecido pela Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão- que manifestou seu entendimento ao procurador-Geral da República.

A ex-escrivã Vanessa Frederico Soller Lopes foi vítima de abusos por parte de delegados da Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo, em interrogatório realizado em 15 de junho de 2009, no 25º DP, no bairro de Parelheiros, zona sul da capital.

Desta forma, se encontram preenchidos os requisitos para o deslocamento de competência do Estado para a federação da ação penal, inquérito e eventuais procedimentos.

A informação foi comunicada por Marcus Elicius Lima, da Secretaria de Gabinete da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão, por meio de ofício, ao deputado Adriano Diogo, presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana, da Cidadania, da Participação e das Questões Sociais da Assembleia Legislativa de São Paulo.

O pedido para a federalização do caso foi feito, em 17 de junho, pela Procuradora Gilda Carvalho, da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão atendendo solicitação do presidente da Comissão da Assembleia que relatou que o governo do Estado não tomou as devidas providências em relação ao ocorrido.

Para a procuradora, o deslocamento de competência do Estado para a federação está respaldado na hipótese de grave violação de direitos humanos; em assegurar o cumprimento de obrigações decorrentes de tratados internacionais de direitos humanos; e no fato da Justiça de São Paulo não ter tomado as devidas providências e diligências para punir a conduta infratora.

Em fevereiro, a imprensa divulgou o vídeo gravado pelos próprios policiais da Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo durante a ação, mostrando o momento em que os delegados Eduardo Henrique de Carvalho Filho e Gustavo Henrique Gonçalves tiraram a calça e a calcinha da escrivã.

Ao longo dos 12 minutos do vídeo, a ex-escrivã Vanessa Lopes diz que os delegados poderiam revistá-la, mas que só retiraria a roupa para policiais femininas. Mas nenhuma investigadora da corregedoria foi até o local para acompanhar a operação.

http://reporteralagoas.com.br/noticia_brasil.php?cd_secao=1255

GERALDO ALCKMIN MANIFESTOU – POR MEIO DA IMPRENSA OFICIAL – PESAR PELA MORTE DE CARLOS ERMÍNIO DE MORAES…DIGA-SE, O BRASIL APENAS PERDEU UM SINHÔ-MOÇO ; NÓS PAGAREMOS A NOTA DE CONDOLÊNCIAS, AS FLORES, AS HONRAS FUNERÁRIAS E O VESTIDO ESPECIAL DA PRIMEIRA-DAMA! 12

Geraldo Alckmin manifestou – por meio da imprensa oficial – pesar pela morte de Carlos Erminio de Moraes (provável financiador de campanhas eleitorais)…

Também lamentamos!…Pela existência finda e dores de quem o perdeu para a eternidade!…

Mas uma coisa é homem; outra é trabalho que fez…

O contingente não é mérito pessoal, ou seja,  se nasce bonito ou filho de rico por mero acidente; não porque se foi escolhido.

Contudo, nascer em berço de ouro é ter aumentadas as possibilidades de desenvolver um corpo mais belo, uma inteligência mais refinada e tudo mais que houver de melhor como conseqüência.

São raros os pais que não querem os filhos melhor do que a si próprios…

Mesmo os mais rudes!

Assim,  aprender a cuidar dos negócios da família é obrigação. Não requer vocação, apenas  normal aptidão intelectual e física; mais a disciplina desenvolvida desde a infância.

Filho de rico de regra é bem sucedido: é tudo questão de adestramento.  O Pelé não teria como ensinar um filho  –   ainda que sua prole fosse tal como a do Rei Salomão – a jogar futebol como ele, pois se trata de conjunto de  habilidades  personalíssimas;  dependentes – além do corpo atleticamente desenvolvido – de estímulos singulares que não podem ser transmitidos na forma de conhecimento; de experiências. Assim é com todo o gênio artístico.

Mas a habilidade para administrar negócios familiares é transmitida de pai para filho há milhões de anos. Por tal o fazendeiro faz o filho, formado em medicina, fazendeiro, o comerciante faz do filho melhor comerciante do que ele, o industrial deixa a indústria para o filho; o filho de advogado habilidoso advogado continua sendo.

 Assim, as grandes fortunas são seculares; somente perdidas para catástrofes e revoluções.    

Dito isto,  aqui cabe lembrarmos:

O morto, substituindo vários ascendentes sanguíneos: pai, tio e avô, liderou, na última década, corporação construída sobre sólidos fundamentos: apropriação da terra, monocultura e escravocracia…

De “senhores do engenho da cana” a “senhores de indústria e comércio”…

Do monopólio ao oligopólio; da escravocracia à ditadura patronal ( historicamente beneficiária das estruturas governamentais)…

Enfim, o Brasil perdeu apenas um  ilustre Sinhozinho  ( são muitos e a maioria  longevos );  a gente paga a nota de condolências, as flores, o cotejo com honras; pior: o vestido especial da primeira -dama!

RAFA FALANDO PARA CORTEZ: VERME!…VOU ESTUDAR MUITO!…SEREI PROMOTOR PÚBLICO!…QUERO HONRAR A MINHA MÃE COLOCANDO GENTE COMO VOCÊ NA PRISÃO…RAFA PERSONIFICA – DE CERTA FORMA – A INGRATIDÃO DA SOCIEDADE PELA POLÍCIA ( Promotor não fez nada na novela; tal como na vida real )…PROMOTOR PÚBLICO É O LÉO ; DELEGADO É O PEDRO…A SOCIEDADE É A WANDA! ( Dá pro cunhado, dá para o marido da prima, mentirosa, não gosta de trabalhar e só ama aquilo que é espelho ) 11

INSENSATO CORAÇÃO, DE FATO! O MALANDRO TEM SEMPRE MAIS VALOR!

As associações  dos Delegados  não  ficarão incomodadas como as entidades representantes dos Policiais Militares.  

Perder tempo e sofrer vexame!

A Globo representa a voz do povo ( alienado e insensato ).

Estudar muito: PROMOTOR!

Quem não estuda  ou estuda pouco : DELEGADO !

SP tem 26,2 mil mandados de prisão contra pais…( APOSTO QUE 90% DESSES MANDADOS FORAM EXPEDIDOS ABUSIVAMENTE ) 3

Enviado em 20/08/2011 as 14:38 – CÓDIGO 13

20 agosto 2011

Dívida de pensão
SP tem 26,2 mil mandados de prisão contra pais

O total de pais foragidos no Estado de São Paulo por dever pensão alimentícia equivale a 20 vezes a população de um centro de detenção provisória (CDP). Hoje, a Polícia Civil acumula 26,2 mil mandados de prisão em aberto contra pais e mães que deixaram de contribuir para o sustento dos filhos – o CDP 1 de Pinheiros, na zona oeste da capital, abriga 1.354 detentos. Na capital estão 7,5 mil dos pais e mães procurados. A informação é do Jornal da Tarde.

Os dados da polícia são os únicos indicativos sobre a dimensão do problema. Nem o Tribunal de Justiça (TJ) nem a Defensoria Pública dispõem de números de ações a respeito. Tampouco é informado quantos pais estão presos hoje por dever pensão. Procurada, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) disse que não revela esse número.

“Não imaginava que fossem tantos”, disse o juiz Homero Maion, da 6ª Vara da Família Central da capital. A estranheza é causada porque a decisão de expedir ordem de prisão contra o pai ou mãe é, segundo ele, a última medida nas ações. “A regra é não mandar prender. Até porque ao prender a pensão não será paga e a intenção é que a criança receba o que precisa para sobreviver.”

A prisão foi o recurso aplicado, por exemplo, no caso do ex-jogador de futebol Zé Elias, de 34 anos, cuja dívida atingiu R$ 932 mil. Ele alegou não ter mais como arcar com a pensão, justificativa recorrente. “Esse tipo de argumentação os juízes não costumam acolher”, explicou a defensora pública Claudia Aoun Tannuri. “Porque simplesmente falar que não cumpriu a obrigação por estar passando por dificuldades financeiras não é motivo suficiente.”

Ações de mães e pais exigindo a pensão atrasada dos ex-parceiros são comuns nas 12 Varas da Família da capital. “O número de ações e de execuções seria cerca de 80% dos processos que lido aqui”, disse Claudia, que atua na Regional Central da Defensoria. A grande maioria das ações propostas é de mães contra pais. O inverso, entretanto, também ocorre. “Comparativamente, o número é pequeno. Mas existe.”

O pagamento da pensão pode ser exigido na Justiça a partir do primeiro dia de atraso. Daí em diante, os juízes buscam alternativas para cobrar o débito. Inicialmente, propõem-se parcelamentos, por exemplo. Depois, pode-se executar os bens da pessoa, como carros, terrenos, imóveis ou penhorar o dinheiro de contas bancárias. Se todas as alternativas falharem, resta a prisão.

“A grande maioria paga ou faz uma oferta de acordo”, ressaltou o juiz Maion. “Agora, se a pessoa justificar absurdos que não convençam e o juiz entender que há má-fé, que a pessoa pode pagar e não quer, aí sai o mandado.”

Na prática, a prisão é aplicada como forma de pressionar o devedor. Ao saberem da ordem de prisão, pais costumam procurar, e encontrar, alternativas, como tomar empréstimos.

“Não é uma prisão criminal, é uma prisão civil. Ela não tem o objetivo de penalizar o devedor e sim de forçá-lo a pagar. Por isso que a prisão é determinada por um período curto. Mesmo se não pagar, o pai é solto”, disse a defensora.

A prisão pode ser fixada por períodos de 30 a 90 dias. Em cada ação, é possível exigir o pagamento referente a três meses de pensão atrasada. Porém, após ser solto, o pai corre o risco de voltar à prisão se deixar novamente de fazer os depósitos estabelecidos pela Justiça.

Do ano passado para cá, além de penhorar bens e ordenar a prisão, a Justiça tem autorizado a inserção do nome do devedor no cadastro Serasa. Assim, ele é impedido de comprar a prazo e pode sofrer restrições ao procurar emprego.

Revista Consultor Jurídico, 20 de agosto de 2011

Um total de 26.097 candidatos espera o anúncio da Polícia Civil do Estado de São Paulo sobre a data e horário de realização das provas para 140 vagas de delegado ( A QUANTIDADE DE TROUXAS, FAMINTOS E MAL INTENCIONADOS CRESCE EXPONENCIALMENTE…O NÚMERO DE CARGOS PERMANECE ESTÁTICO E SALARIALMENTE DEFLACIONADO 32

Sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Preparação/SP

Área VIP lança pacote para delegado da Polícia Civil

 
Preparação/SP

 

 

Um total de 26.097 candidatos espera o anúncio da Polícia Civil do Estado de São Paulo sobre a data e horário de realização das provas para 140 vagas de delegado.
Mas enquanto a divulgação não sai, você que se prepara para enfrentar a concorrência de 186 por vaga pode aproveitar o pacote de estudos preparado especialmente para a carreira, disponível na Área VIP do Jornal dos Concursos & Empregos.
O reforço é composto por 109 vídeos, divididos entre:
43 videoaulas sobre preparação emocional, com a psicóloga Luiza Riccotta. São abordados temas como insatisfação com o estudo em casa, diferença entre essência e aparência e não aceitação do resultado obtido nas provas;
64 aulas de raciocínio lógico, com o professor José Luiz, a respeito de representação lógica nas proposições compostas, validação, silogismo, entre outros assuntos, com exercícios comentados;
entrevistas sobre o dia a dia e a carreira de delegado.
Saiba como assinar todas estas vantagens em http://www.jcconcursos.com.br/vip.
Equipe VIP JC

O Delegado de Polícia deve  ser   eupráxico, zetético e dianoético.

Sábio e virtuoso! 

Caso da ex-escrivã pode passar à competência da Justiça Federal; GOVERNO, POLÍCIA, MINISTÉRIO PÚBLICO E JUDICIÁRIO FORAM CONIVENTES COM O CRIME DE TORTURA 6

Enviado em 19/08/2011 as 22:56 – DEU PAU

19/08/2011 17h17
Caso da ex-escrivã pode passar à competência da Justiça Federal
Da Liderança do PT

A Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão manifestou ao procurador-geral da República seu entendimento de que há indícios de prática de crime de tortura no caso da ex-escrivã Vanessa Frederico Soller Lopes, que foi vítima de supostos abusos por parte de delegados da Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo, em interrogatório realizado em 15 de junho de 2009, no 25º DP, no bairro de Parelheiros, zona sul da capital. Desta forma, se encontram preenchidos os requisitos para o deslocamento de competência do Estado para a federação da ação penal, inquérito e eventuais procedimentos.
A informação foi comunicada por Marcus Elicius Lima, da Secretaria de Gabinete da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão, por meio de ofício, ao deputado Adriano Diogo, presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana, da Cidadania, da Participação e das Questões Sociais da Assembleia Legislativa de São Paulo. Segundo o deputado Adriano Diogo: “Estamos trabalhando de todas as maneiras para que este crime de tortura não fique impune”.
O pedido para a federalização do caso foi feito, em 17 de junho, pela Procuradora Gilda Carvalho, da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão atendendo solicitação do presidente da Comissão da Assembleia que relatou que o governo do Estado não tomou as devidas providências em relação ao ocorrido.
Para a procuradora, o deslocamento de competência do Estado para a federação está respaldado na hipótese de grave violação de direitos humanos; em assegurar o cumprimento de obrigações decorrentes de tratados internacionais de direitos humanos; e no fato da Justiça de São Paulo não ter tomado as devidas providências e diligências para punir a conduta infratora.

O caso

A Comissão da Assembleia paulista já promoveu três audiências públicas, neste mês de agosto, onde foram ouvidos a vítima dos supostos abusos Vanessa Lopes e seu advogado, Fábio Guedes Garcia; a diretora da Corregedoria da Polícia Civil na época, Maria Inês Trefiglio; o atual diretor responsável da Corregedoria, Délio Montresor; e o delegado da Polícia Civil de São Paulo, Eduardo Henrique de Carvalho Filho, responsável pela diligência em investigação de extorsão da escrivã.
Em fevereiro último, a imprensa divulgou o vídeo gravado pelos próprios policiais da Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo durante a ação, mostrando o momento em que os delegados Eduardo Henrique de Carvalho Filho e Gustavo Henrique Gonçalves tiraram a calça e a calcinha da escrivã. Ao longo dos 12 minutos do vídeo, a ex-escrivã Vanessa Lopes diz que os delegados poderiam revistá-la, mas que só retiraria a roupa para policiais femininas. Mas nenhuma investigadora da corregedoria foi até o local para acompanhar a operação.

Adriano Diogo, presidente da Comissão de Direitos Humanos

http://www.viomundo.com.br/denuncias/caso-da-escriva-que-sofreu-abuso-vai-para-a-esfera-federal.html