Filmagens obtidas pelo Fantástico mostram que PMs agiram de forma suspeita. 29

 Atualizado em                 03/06/2012 23h03

Câmeras registram ação da Rota que terminou com seis mortos em SP

Nesta semana, policiais da tropa foram presos por execução de homem.

Do G1 SP, com informações do Fantástico

Na madrugada de 5 de agosto do ano passado, uma sexta-feira, criminosos assaltaram um supermercado na Zona Norte de São Paulo. Policiais da Rota, uma tropa de elite da PM paulista, enfrentaram os assaltantes e mataram seis deles. O Fantástico teve acesso exclusivo às imagens das 13 câmeras de segurança do estabelecimento que mostram que os policiais agiram de forma suspeita.

Nesta semana, a atuação da Rota voltou a ser notícia. Uma testemunha afirma ter visto policiais do grupo torturando e matando uma pessoa.

No caso do ano passado, a equipe de reportagem teve acesso a mais de 17 horas de gravação que mostram, de vários ângulos, a ação da polícia e dos assaltantes. Uma das câmeras tem uma imagem que levanta suspeitas (confira vídeo ao lado com a reportagem completa do Fantástico deste domingo).

Dez homens encapuzados invadem o local. Estão armados com pistolas, espingardas calibre 12, fuzil e metralhadora. Três funcionários são feitos reféns. Um dos criminosos usa um maçarico para arrombar o caixa eletrônico do supermercado. De repente, começa um corre-corre.

As câmeras mostram quando um funcionário foge e dois se escondem debaixo de uma mesa. Do lado de fora, PMs trocam tiros com parte da quadrilha, que dava cobertura ao assalto. Um dos suspeitos é morto. Na época, a polícia disse que recebeu uma denúncia anônima, avisando sobre o assalto.

Dentro do supermercado, os assaltantes procuram um esconderijo e vão para o depósito. Um deles, de blusa escura, anda de um lado para o outro enquanto fala ao celular. Os outros não estão mais encapuzados e ninguém carrega armas potentes, como o fuzil e a metralhadora. Assim que o celular é desligado, cinco assaltantes saem correndo, sobem em caixas e vão para uma parte superior do supermercado.

Segundos depois, chegam os policiais da Rota. Os funcionários do supermercado são arrastados e mantidos sob vigilância, até os PMs terem certeza de que são reféns mesmo. Agora, parte da tropa vai para o depósito, onde os ladrões se esconderam.

Três policiais olham em direção à câmera e, quase imediatamente, ela é virada. A imagem fica assim até o fim da gravação. Na época, ela não foi divulgada pela polícia, que apresentou apenas uma versão editada. Os policiais da Rota disseram que cinco dos seis assaltantes foram mortos em confronto, justamente no depósito do supermercado.

Fotos da própria polícia mostram que alguns levaram tiros na cabeça e também nas mãos e nos braços, o que sugere uma tentativa de defesa.

Zona Leste Na segunda-feira (28), mais um caso suspeito envolvendo policiais da Rota foi registrado. De acordo com a polícia, a Rota recebeu uma denúncia anônima de que integrantes de uma quadrilha se encontrariam em um bar na Zona Leste da capital paulista para combinar um crime: o resgate de um traficante preso. Ainda segundo a versão oficial, os policiais foram até o local, mas os suspeitos reagiram e acabaram baleados. Cinco morreram a caminho do hospital. Três foram presos e cinco fugiram. Segundo a polícia, com os suspeitos havia drogas e armas.

Outro ferido foi levado, em um carro da Rota, por um sargento e dois soldados. A seis quilômetros do bar, na Rodovia Ayrton Senna, o veículo parou no acostamento. Perto, há uma favela. Uma mulher que mora em um barraco com a família é a principal testemunha contra os policiais da Rota, que são acusados de tortura e assassinato.

Ela disse à polícia que viu quando os três PMs chutavam o suspeito e que um deles chegou a atirar à queima-roupa no homem. Ela afirma ainda que, dez minutos depois, ouviu outros disparos e que, na sequência, os PMs colocaram o corpo no carro policial e foram embora.

A mulher, que chegou a ligar para a polícia para contar o que estaria vendo, se mudou com a família do bairro e está sob proteção do Estado. Os três policiais estão presos e negam as acusações. Dizem que pararam o carro no acostamento porque um deles sentiu cãibras e que não praticaram nenhum tipo de violência contra o suspeito, que morreu.

O comandante da Rota, o tenente-coronel Salvador Modesto Madia, afirma: “Houve um desvio, e o desvio não é aceito. Estão sendo autuados e vamos verificar a conduta.” Para a promotora de Justiça Luciana Frugiuele, quando policiais agem assim eles extrapolam a função de polícia. “Ela está exercendo a Justiça com as próprias mãos, vamos dizer assim”, ressaltou.

Escutas telefônicas Policiais, procuradores de Justiça e promotores ouvidos pelo Fantástico são categóricos. Afirmam que, nos dois casos mostrados na reportagem, que terminaram com 12 mortos, as denúncias não foram anônimas, como anunciou a PM. Dizem que a Rota soube com antecedência que as quadrilhas planejavam os crimes.

Segundo as autoridades, as informações privilegiadas vêm de escutas telefônicas que monitoram os integrantes da quadrilha que age dentro e fora das cadeias do estado. O comandante da Rota nega: “Não existe esse tipo de coisa, se não for dentro da legalidade. Não existe. Se não for por ordem judicial, nós não fazemos isso.”

A equipe do Fantástico procurou o comando da Polícia Militar. Uma entrevista chegou a ser marcada com o corregedor-geral da PM, mas foi cancelada por ordem da Secretaria da Segurança Pública (SSP).

O Instituto Sou da Paz, que há 10 anos trabalha pela prevenção da violência no Brasil, faz um alerta.

“Por mais que as pessoas tenham medo e elas queiram uma polícia violenta, isso não vai trazer mais segurança. Não é o modelo de sociedade e nem de segurança que a gente precisa”, diz a diretora do instituto, Melina Risso.

http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2012/06/policial-suspeito-de-pedofilia-e-preso-no-abc-diz-secretaria-da-seguranca.html

A SSP-SP considera absurda a sugestão de extinguir as polícias militares dos Estados brasileiros 52

PM mata seis vezes mais que Polícia Civil em São Paulo

Luis Kawaguti

Da BBC Brasil em São Paulo

Polícia Militar de São Paulo vigia manifestantes. Foto: France PressePoliciais militares de São Paulo vigia manifestantes; PM mata seis vezes mais que Polícia Civil

A PM (Polícia Militar) matou seis vezes mais pessoas durante ações de combate ao crime do que seus pares da Polícia Civil em São Paulo no ano de 2011, segundo levantamento feito pela BBC Brasil.

O grau de letalidade da polícia no Estado mais populoso do país se insere no debate sobre a recomendação da abolição do sistema separado de Polícia Militar – feita ao Brasil no Alto Comissariado de Direitos Humanos da ONU no último dia 25.

A questão também deve entrar em debate em junho na Câmara, a pedido do deputado federal Chico Lopes (PC do B-CE).

Clique Leia mais: Militarismo da polícia vem do século 19

O levantamento da BBC Brasil foi feito com base em estatísticas fornecidas pela SSP-SP (Secretaria de Segurança Pública de São Paulo).

Ele levou em conta os efetivos da PM (100 mil) e da Polícia Civil (30 mil) e os homicídios cometidos em serviço por membros de cada entidade em 2011 – 437 pela PM e 23 pela Polícia Civil.

Proporcionalmente, para cada grupo de 10 mil policiais, a PM se envolveu em 43 mortes e a Polícia Civil em sete.

Militarismo

Esses homicídios são classificados pelo governo como “resistência seguida de morte”. Isso significa que ocorreram durante o combate ao crime, em tese, quando os policiais se defendiam de supostas agressões dos suspeitos.

“A PM mata porque tem o mesmo treinamento do militar (das Forças Armadas), que combate inimigos externos. Isso é uma coisa que se deve discutir com a sociedade”, disse o deputado Lopes, que defende a unificação das polícias no Brasil em uma entidade civil.

“Minha preocupação não é com o nome, mas com o conceito da polícia. Precisamos tirar o militarismo e depois discutir currículo de formação para que todos (os policiais) comecem (a carreira) em pé de igualdade”, disse.

Funções distintas

Segundo a SSP-SP, a diferença nos níveis de letalidade das polícias se explica nas funções que cada uma exerce. À PM cabe o policiamento preventivo e ostensivo e à Polícia Civil a investigação.

“É natural, portanto, que a PM enfrente situações de confronto muito superiores aos da Polícia Civil. Em consequência, registram-se mais mortes na ação do policiamento ostensivo”, afirmou a pasta em nota.

Segundo a SSP-SP, se as polícias militares fossem substituídas ou se seus nomes fossem mudados, a probabilidade de confrontos não seria reduzida.

“Matar não é direito nem de uma nem da outra, mas a questão principal é que as polícias não se entendem bem”, disse Chico Lopes.

Segundo especialistas ouvidos pela BBC Brasil, em muitos Estados (inclusive São Paulo) existe uma disputa entre as polícias militares e civis.

Isso faz com que ambas possuam tanto órgãos destinados à inteligência e à investigação como equipes táticas usadas em patrulhamento ostensivo e confrontos de natureza tática com criminosos.

“O antagonismo (entre as polícias) surgiu das culturas diferentes. Há uma divisão por preconceito de longa data. Principalmente a PM tem procurado ocupar espaços de sua co-irmã. Isso é uma realidade em todo o país”, afirmou o sociólogo Luís Flávio Sapori, ex-secretário da Defesa Social de Minas Gerais e hoje professor da PUC-MG.

Segundo ele, a desarticulação e a desintegração entre as duas polícias é hoje um problema mais grave do que a militarização da PM.

Rio de Janeiro

A BBC Brasil solicitou estatísticas sobre a letalidade das polícias militar e civil no Rio de Janeiro ao ISP (Instituto de Segurança Pública), autarquia que divulga as estatísticas policiais no Estado.

O ISP não forneceu os dados. Afirmou que essas estatísticas são divulgadas de forma genérica (sem distinção entre mortes envolvendo policiais civis e militares). Ao todo, foram 523 mortes em 2011 – 63 a mais que as ocorridas em São Paulo no mesmo período.

“O detalhamento desse tipo de solicitação demandaria tempo e dispêndio de recursos humanos”, afirmou a autarquia. O ISP informou que “a transparência da informação é meta prioritária” em suas publicações.

Santa Catarina

Entre os demais Estados, o único que possuía a estatística de letalidade especificada em seu site na semana passada era Santa Catarina.

Lá, foram registradas 58 mortes em 2011, sendo que a Polícia Militar matou quatro vezes mais que a Polícia Civil.

O Secretário de Segurança Pública de Santa Catarina, César Augusto Grubba, também afirmou que as diferenças de atribuições das polícias explicam a diferença nos índices de letalidade.

As atividades da Polícia Civil, segundo ele, expõem seus integrantes a ambientes mais controlados, “pois as ações geralmente são planejadas e previamente estudadas, resultando em menores possibilidades de confronto e resistência armada”.

Nações Unidas

O debate sobre a extinção da PM foi levantado durante a Revisão Periódica Universal, uma sabatina à qual os países são submetidos periodicamente no Conselho de Direitos Humanos da ONU.

Nela, um conjunto de enviados de 78 países fez perguntas e elaborou 170 recomendações ao Brasil na área de direitos humanos.

A recomendação para que o Brasil acabe com o sistema separado de Polícia Militar partiu da delegação da Dinamarca.

O país recomendou a desmilitarização da polícia com investimentos de Estado e observância de “medidas para reduzir a incidência de execuções extrajudiciais pela polícia”.

Os homicídios cometidos por policiais classificados como “resistência seguida de morte” ou “autos de resistência” já haviam sido estudados pela ONU no Brasil.

Foram analisados 11 mil casos com essa classificação, ocorridos entre 2003 e 2009 em São Paulo e no Rio.

Em 2010, o enviado da ONU Philip Alston afirmou ter evidências de que parte dessas mortes eram na realidade execuções ilegais.

Na Revisão Periódica Universal de maio, a Alemanha e a Namíbia também recomendaram ao Brasil lutar contra homicídios arbitrários cometidos pelas polícias.

Reação

A SSP-SP afirmou que “considera absurda a sugestão de extinguir as polícias militares dos Estados brasileiros, presente no relatório”.

“É uma proposta que carece de fundamentação e de conhecimento das realidades jurídica e cultural da sociedade brasileira”, diz a nota da pasta.

“Soa até como piada pronta o fato de a ideia ter surgido da Dinamarca, um país que é quase seis vezes menor que o Estado de São Paulo e dono de situação socioeconômica bem diferente (e mais simples) da encontrada no Brasil”.

A pasta também argumenta que a existência das duas polícias está prevista na Constituição Federal.

Esta é a segunda de uma série de reportagens da BBC Brasil sobre as deficiências do país na área de direitos humanos que serão publicadas ao longo deste mês.

Clique Leia aqui a primeira reportagem da série

Polícia Civil vai recontar todas suas armas após desparecimento de submetralhadoras do Deic 13

Delegado-geral anunciou compra de cofres específicos para guardar armamentos

O comando da Polícia Civil de São Paulo determinou a contagem de todas as armas em todas as unidades da corporação em São Paulo.

A ordem, que tem como objetivo reforçar a segurança na polícia, acontece cerca de uma semana depois de ser constatado o desaparecimento de seis armas da sede do Deic (Departamento de Investigação sobre Crime Organizado), na zona norte de São Paulo.
Além da contagem, o delegado-geral da Polícia Civil, Marcos Carneiro Lima, afirmou que já está autorizada a compra de cofres específicos para guardar armamento.

Até então, as armas ficavam em armários de madeira com fechaduras simples na sede do departamento.

R7

Semana de arrastões a restaurantes e hotel em São Paulo 14

Dois restaurantes atacados em cinco dias ficam a trezentos metros da batalhão da Polícia Militar. As principais notícias do Brasil e do Mundo você acompanha de segunda a sábado no Jornal da Band, às 19h20. Este vídeo também pode ser visto no portal band.com.br ou no canal da Band aqui no Youtube.

Reportagem de Sandro Barboza
Edição de Camila Moraes
Imagens de Antônio Barbosa e arquivo Band

Nível Universitário 89

———- Mensagem encaminhada ———-

De: WAGNER NUNES LEITE GONCALVES

 Data: 3 de junho de 2012 10:02

Assunto: Nível Universitário Para: dipol@flitparalisante.com

Saiu no Jornal AGORA, o Estado de São Paulo Exige nível superior para os candidatos as vagas de INVESTIGADOR E ESCRIVÃO de POLICIA, e oferece salarios menores as das outras carreiras de nível médio e que nem mesmo são expostas diariamente a risco de vida pelo imperativo de suas funções.

Agora está mais que público (aproveitando o momento e a oportunidade) para alertar os deputados e técnicos envolvidos nessa tarefa, quanto a importância de corrigirem essta “perola” do RH do governo de São Paulo, que há mais de 16 anos, com uma infeliz canetada, colocou os vencimentos dos Investigadores e dos Escrivães abaixo das demais carreiras, desconsiderando que as atribuições principais da Policia Civil são exercidas pelos Investigadores e Escrivães, chefiados pelo Delegado. Sem essas três carreiras não há que se falar na instiuição Policial Civil, pois são elas que exercem de fato as funções de POLICIA JUDICIARIA INVESTIGATIVA, função/atribuição que é pura e exclusiva do Estado, não podendo jamais serem terceirizadas. Vejam senhores, no caso do Fotografo, desenhista e até mesmo o perito ou médico, como no Judiciário, pode-se nomear profissional habilitado para elaboração de laudos técnicos, mas para ir a rua investigar e deter suspeitos e criminosos é necessário uma investidura oficial. TAÍ A DIFERENÇA.

ROTA também está apreensiva com ameaças do PCC 44

 


Date: Sat, 2 Jun 2012 20:59:58 -0300 Subject: To:

Apesar das negativas do governo paulista, os temores de um ataque do PCC para vingar a execução de seis integrantes da facção criminosa são compartilhados pela própria ROTA, o “grupo de elite” da PM paulista que matou os bandidos. Um dos mortos foi executado friamente por soldados do batalhão num local ermo na Rodovia dos Imigrantes, na divisa entre São Paulo e Guarulhos.

O documento que reproduzo é um ofício enviado pela delegada-titular do 103º Distrito Policial ao seccional da área. Foi repassado a todas as unidades da Polícia Civil da Zona Leste da cidade.

O que se lê aqui é o alerta de um soldado da ROTA sobre a presença de bandidos do PCC portando ostensivamente armas no bairro de Guaianazes, informação obtida de outros policiais da corporação.

É muito diferente do que o governo estadual vem dizendo — que a tensão na região é produto de meros boatos.

A polícia já se acautelou. Faltava apenas avisar a população para que esta se acautele também.

http://www.pannunzio.com.br/archives/12007

 

Antonio F.P. decapitou a D.A.S. ( Divisão anti-seqüestro ), sequestradores decapitaram, esquartejaram e pulverizaram as postas do cadáver de um rico empresário Paulistano…Determinação do Secretário: sigilo absoluto até contornar-se a revolta da família e a indignação da imprensa não afinada com a Pasta…( Pior; suspeita-se do envolvimento dos seguranças do empresário: PMs ) 41

A ordem interna:

Quem não calar a boca perderá o cala-boca!

ROUBOANEL: Era 60% para o Serra, 20% para o Kassab e 20% para o Alckmin” 19

À revista, ex-diretor do Dnit acusa PSDB de fazer caixa 2 no Rodoanel; Pagot também diz que arrecadou para PT

Do UOL, em São Paulo

  • Lula Marques/Folhapress

    Luiz Antonio Pagot, ex-diretor-geral do DnitLuiz Antonio Pagot, ex-diretor-geral do Dnit

O ex-diretor do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) Luiz Antonio Pagot, que comandou o órgão entre 2007 e 2011, afirmou à revista “IstoÉ”, que chegou às bancas nesta sexta-feira (1º), que o PSDB desviou recursos das obras do trecho sul do Rodoanel, em São Paulo, para financiar a campanha presidencial de José Serra em 2010. Segundo a publicação, Pagot disse também que o PT lhe pressionou a arrecadar recursos de empreiteiras para as campanhas da sigla também em 2010.

Segundo o ex-diretor, Paulo Preto, ex-presidente da Dersa –empresa responsável pelo Rodoanel–, lhe pediu, em 2009, que aprovasse um aditivo de R$ 264 milhões para a obra viária. Ele teria negado, alegando que o governo federal já havia pago sua parte no Rodoanel. Em seguida, os tucanos conseguiram a aprovação dos recursos sem a necessidade da aprovação do Dnit, de acordo com Pagot.

O ex-diretor do Dnit, que deixou o cargo no ano passado após denúncias de irregularidades no Ministério dos Transportes, disse que um procurador de uma empreiteira lhe confidenciou que 8% dos recursos do trecho sul do Rodoanel eram desviados.

“Veio procurador de empreiteira me avisar: ‘Você tem que se prevenir, tem 8% entrando lá.’ Era 60% para o Serra, 20% para o Kassab e 20% para o Alckmin”, afirmou Pagot à IstoÉ.

A reportagem da revista afirma que o comitê de Serra recebeu R$ 40 milhões em doações oficiais de empreiteiras que construíram o Rodoanel.

Petistas

Pagot afirma que em 2010, José De Filipi, tesoureiro das campanhas do PT no mesmo ano, se encontrou com ele e o pressionou a pedir doações de 40 empreiteiras envolvidas em obras do governo federal. O ex-diretor do Dnit identificou ao menos 15 destas 40 empresas que doaram cerca de R$ 10 milhões ao PT, segundo a prestação de contas enviada pelo partido ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Filippi disse à revista que foi apresentado a Pagot no comitê da campanha durante o primeiro turno da eleição, “mas a conversa tratou da proposta de Pagot de a campanha receber três aviões do Blairo Maggi”, disse Filippi, O tesoureiro petista afirmou que “num segundo encontro, depois da eleição de Dilma, ficou acertado que Pagot buscaria recursos para saldar dívidas da campanha eleitoral”, diz trecho da reportagem da “IstoÉ”.

O ex-diretor do Dnit afirmou ainda que a atual ministra do Planejamento, Ideli Salvatti, usou do mesmo expediente quando disputou o governo de Santa Catarina, em 2010, mas ele não a atendeu.

Pagot dispara ainda contra o senador Demóstenes Torres (sem partido-GO, ex-DEM), que teria lhe pedido ajuda para pagar as dívidas contraídas por ele com a Delta Engenharia com obras destinadas à empreiteira.

Greve de Investigadores e Escrivães – Uma Breve Discussão 252

———- Mensagem encaminhada ———-
De: Equipe Anonymous
Data: 2 de junho de 2012 07:18
Assunto: Greve de Investigadores e Escrivães – Uma Breve Discussão
Para: dipol

Caro Dr. Guerra,

Mais uma vez, nossa equipe solicita a V.Sa. que se digne em nos ajudar a propagar o conteúdo abaixo. Trata-se de uma enquete direcionada aos investigadores e escrivães a respeito de uma eventual greve que se deflagraria no próximo mês. Como sempre, fica a critério de V.Sa. extirpar o conteúdo não conveniente a este ‘blog’.

Novamente, somos muito agradecidos. Mais que isso, somos seus fãs

Sinceramente,

EQUIPE ANONYMOUS

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Olá, senhores,
Nossa equipe está de volta. Desculpe-nos ficar fora do ar todo esse tempo, mas nos recuperávamos da paulada que tomamos do Governo no último dia 30. Pois é, estávamos lá. Vi a cara de funeral em cada um quando foi confirmado pelo nosso amigo Deputado Major Olímpio (herói) o que o grupo do Executivo havia falado na reunião. Trocando em miúdos, disseram que nós somos servidores de 5ª categoria e o que nós ganhmaos é “a nossa cara”. Mas como eu havia escrito antes, ninguém disse que seria fácil…

Vemos nuvens negras à frente. O conflito, embora não desejado, parece inevitável.

Portanto, colegas, nossa equipe, formada desde policiais nerds semi-virgens até trogloditas psicopatas, estava pensando:

SE A GREVE EVENTUALMENTE ESTOURASSE, O QUE PASSARIA PELA SUA CABEÇA?

1. Você vai aderir? (se a resposta for não, esqueça as outras perguntas, e sinta vergonha de si mesmo);

2. O que você faria se seu superior hierárquico o ameaçasse de dar um ‘bonde’?

3. O que você faria se seu superior hierárquico o ameaçasse de ‘pôr no papel’?

4. Como você reagiria em relação aos colegas, que por medo, não aderissem à greve?

5. Qual seria a sua reação se seu superior hierárquico punisse um colega grevista para servir de exemplo aos demais?

6. Como você se articularia com os colegas do seu distrito/divisão/departamento que também aderissem à greve?

7. O que você espera das entidades de classe durante esse período?

8. Você incentivaria os colegas indecisos a participar da greve? Se sim, como?

9. Se a greve, após alguns dias, fosse declarada ilegal pelo Judiciário, qual seria sua reação?

10. No pior dos casos, caso a greve não surtisse efeito, qual seria sua postura em relação ao serviço?

Comentem esse ‘post’ com as respostas e sugestões. Podem usar os números para organizar!

Sejam melhores e ignorem os comentários de ódio, os comentários dos P2’s, os comentários de notícias inúteis e os comentários gigantes com assuntos dispersos. Vamos FAZER UMA DISCUSSÃO ALTO NÍVEL ENTRE OS INTERESSADOS.

Lembrem-se: “Em guerra avisada, não morre ninguém”. Preparem o espírito.

Comentem também a arte conceitual do nosso estandarte para a guerra: http://postimage.org/image/5t1gre02h/ (cores), http://postimage.org/image/edwb3elg7/ (‘gray scale’).

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Equipe Anonymous

PS.: Você não está sozinho…

É ISSO QUE DÁ DEPOSITAR ESPERANÇAS NUM CAFAGESTE*! 32

Enviado em 31/05/2012 as 17:58 – JFranck

*cafajeste: indivíduo de baixa condição; sem maneiras, vulgar. Indivíduo infame, desprezível, biltre, canalha. Que procede como cafajeste, que tem ou denota cafajestice.

Um homem digno vai ser sempre um homem digno, qualquer que seja a posição que esteja ou o posto que ocupe.  Enquanto que um cafajeste, pode se ocultar por algum período na obscuridade, até surgir oportunidade, para realmente mostrar “a que veio!” Quando na obscuridade, é subserviente, hipócrita, traiçoeiro, ardil e covarde, sempre procurando alguém mais forte para ser seu aliado em busca de proteção. No entanto, quando essa espécie de figura sombria, assume o poder… são as piores escórias da humanidade. E o mundo está cheio dessa  gente, sempre por aqui passaram aos milhares, razão pela qual me abstenho de nesse momento citar nomes ou prolongar comentário! Quando alcançam metas previstas e destacam-se entre seus pares, julgam mesmo, saberem mais do que o próprio Deus, e acreditam inclusive, terem poder suficiente para pelo menos tornar o semelhante muitíssimo infeliz, quando diz aos quatro  ventos: eu mando! Não existe na face da Terra, melhor classe de pessoas que representam bem esse quadro do que os políticos: são apaixonados pelo poder e dominados pela cobiça! Ou alguém vai dizer aí que são políticos pela dedicação que tem para com o próximo ou pelo amor que depositam a humanidade?! Porém, também é verdade, que toda regra tem  exceção! Escânda-los, corrupção, desvio de verbas, mentiras,  tudo em prol do partido! Acontece que as pessoas de bem, infelizmente, sempre são vítimas de sua bondade! Acreditam em cafajestes, e acabam completamente decepcionados, e não deveriam… Não deveriam, pois se levassem em consideração de antemão, que essa espécie de homem é inescrupulosa por natureza, sofreriam menos. No fundo, tudo remonta a infância, onde tais pessoas, com certeza, foram abusadas, ou seviciados, pelos mais fortes, e em consequência, trazem no caráter, a marca do medo, da covardia, o desprezo, desrespeito aos semelhantes. Nesse ponto principalmente, faz  sentido a teoria do Freud, que explica tudo e a maioria de tudo que explica tem a ver com sexo! Outrossim, diante do que tenho a dizer em seguida, a seguir  não posso me furtar de citar Augusto Cury (em  a Fascinante Construção do EU), quando diz: ”Um Eu infantil, pouco dado a interiorização, postula-se como deus. Não é estupidez um ser humano que morre um pouco cada dia ter a necessidade neurótica de poder como se fosse eterno?’. E continua: ‘não é estupidez um homem que não sabe como gerenciar seu próprios  pensamentos ter a necessidade ansiosa de controlar aos outros?!” Um governador que com  medo de encarar , por que não? Parte de seus eleitores, foge para quase ‘um local incerto e não sabido’, para não responder questionamentos, de duas uma: ou se acha tão especial a ponto de não querer se misturar ou age como um “moleque” com medo de alguém lhe falar a verdade face a face e por não saber lidar, corre! Ou ainda pior: se julga tão poderoso, que acredita nunca na vida precisará do auxilio daqueles, que hoje, por estar no poder, “espezinha”, e já diz o dito popular: “dor de barriga…” Mas, no fundo no fundo, tudo tem relação com essa cultura de corrupção, impunidade, que reina  no Brasil,  onde um político, Juiz e jogador de futebol “deitam e rolam” e nada acontece-lhes de ruim! Mas, nesse caso, nada melhor do que o tempo e ninguém mais do que ele, para  colocar pingos nos is.                                  Principalmente, conduzindo para seus devidos lugares, ou seja, para a obscuridade, àqueles que detiveram o poder e o usaram  como se fosse  artigo de luxo.                               Quando na verdade, tinha que servir para a construção de um meio social melhor, atender prerrogativas, ouvir  o semelhante, fazer valer o alto salário e as tantas regalias desfrutam sem o merecer.       Homem desse estirpe não tem consciência.       Hoje, após uma série de “passa-moleques”, o governador se retirou tranquilamente, na verdade, sorrateiramente, como um roedor da reunião e foi saborear um lauto almoço em companhia de toda a corporação da Polícia Militar!      E já que citei a gloriosa, é bom eles tomarem jeito, que o Conselho de Direitos Humanos da ONU, está de olhos neles, devido essa matança desenfreada que tem feito por aí, mas, principalmente por causa do militarismo, ranço da ditadura que já não faz sentido num país democrático, como não faz sentido nos países de primeiro mundo: EUA, Alemanha, Inglaterra, Japão, etc, etc.     Deus lhe abençoe governador, faça uma prece antes do seu almoço, se é que acredita em alguma coisa, pois estou fazendo uma aqui para o meu Deus, e este só tem me dado a condição de comprar fiado no “boteco do João” (um abraço João).

JFranck

Deontologia do policial novato…( manual de sobrevivência durante o estágio probatório ) 28

Enviado em 03/01/2012 as 11:44 – anônimo

É realmente triste ver que esses novos policiais civis vão entrar numa enrascada tremenda. Sei que se conselho fosse bom não se dava, mas devido à experiência própria lá vão alguns:

1) procurem se destacar na academia para poderem escolher um lugar menos ruim no decap, pois é pra lá que a maioria, senão todos, irão (isso se ainda for possível escolher de acordo com a nota da acadepol…); pesquisem os distritos mais “calmos” e tente ir para eles;

2) lembre-se que qualquer lugar em que colocarem vocês pra trabalhar, sempre correrão o risco de responderem “picas”, sejam as oficiais, sejam as extraoficiais. Procurem sempre preferir as picas oficiais, porque, por mais ruim que seja responder na corró, lá ao menos existe algum contraditório, ao passo que as picas extraoficiais tendem a esconder fatos mais escabrosos que podem terminar por o envolver nas “trapalhadas” dos outros;

3) evitem trocas de plantões por dinheiro, e sempre que sejam necessárias trocas, exijam o papel de troca do chefe dos investigadores e do titular;

4) não sejam afoitos, querendo ir para grupos “de elite”, ou para departamentos, isso vem com o tempo, de acordo com o seu grau de relacionamento institucional e político. Se preoculpem em não responder por piças por causa dos outros policiais antigos;

5) não aceitem em nenhuma hipótese qualquer espécie de benefício das pessoas que procuram o serviço policial (dinheiro, presentes, qsa na faixa), pois no futuro isso poderá ser apontado contra você;

6) Evitem na folga sairem armados e com funcional. Qualquer “merda” que ocorrer na rua, somente pelo fato de você ser policial, poderá E SERÁ(!!!) USADO CONTRA VOCÊ. Essa estória de que você é policial 24 horas por dia é a maior balela já contada pela humanidade. Você somente é policial quando se sente policial, e não há espaço nesta policia para heróis (você perceberá isso quando for responder pica na corró e te empurrarem um advogado que só quer os honoráiros, sem que você tenha dinheiro pra contratar um bom). Lembre-se que você só irá ganhar dois contos por mês e só o estacionamento perto da corró é mais de 12 reais!

7) Se for na balada, evite carteirada, isso poderá ser usado contra você! Meelhor é ir sem arma e funcional;

8) Seja cortez com os chefes, mas não baba-ovo; a hierarquia acaba quando é usada para o cometimento de ilicitudes: não bata em preso (nem cola-brinco!), não demonstre nervosismo, apenas diga não ao seu chefe ou ao titular, se te pedirem algo que é ilegal ou contra seu senso de moral. Depois, se te colocarem no papel, apenas explique o porquê de você não ter compactuado com o que foi pedido;

9) evite, no atendimento às pessoas que procuram a polícia, se envolver emocionalmente, apenas dê as informações necessárias. Caso contrário, não vão te dar sossego e até podem inverter uma situação contra você (por incrível que pareça, o excesso de zêlo poderá comprometê-lo no futuro, podendo você ser acusado até de ter tomado dinheiro, etc.);

10) já no primeiro dia, observe o caráter do delegado e dos outros colegas com quem você irá trabalhar; se o delegado for pessoa de caráter, se feche nele: lembre-se que sua equipe  é a coisa mais importante da polícia, se a equipe for redonda, você terá 50% de paz no seu trabalho; se a equipe for de canalhas (o que é bem comum), procure sair dela ou deixe bem claro sua forma trabalhar: se você perceber que estão fazendo trapalhada nas suas costas, denuncie na corró imediatamente, ou poderá ser você que vai acordar no PEPC;

11) NUNCA, EU DISSE, NUNCA confie na Polícia Militar. O que eles querem sempre é passar o problema, bem ou mal, para a delegacia; local de crime, acidente, etc. procure sempre ir para verificar a magnitude da ocorrência. Sempre os Policiais Militares ou GCM, por uma questão natural, irão minimizar os fatos, por exemplo, para não preservar o local, etc. Claro que existem Policiais Militares que são parceiros, mas são poucos e, até você conhece-los, leva tempo;

12) seja cordial com todos na medida em que sejam cordiais com você, use sempre a lei a seu favor, nunca ofenda qualquer pessoa, apenas responda na medida da legalidade. Quando o sangue esquentar, procure sair, beber um copo de águá, reflita e volte. Existem pessoas que podem realmente te ferrar, veja o caso do delegado frederico;

13) escrivão – nunca assuma nas costas todos os aspectos da ocorrência: delegado dita (salvo aqueles bos manjados), tira pesquisa, planilha e faz pre-atendimento. Se o delegado não fiscaliza isso, reclame com ele. Tenha consciência que você não é escravo. Passe sempre os objetos apreendidos imediatamente para o cartório central; não admita ficar com a guarda indefinida dos objetos, não os leve para casa (PECULATO), se for necessário compre um armário e ponha na delegacia para seu uso pessoal, se o chefe não quiser receber os objetos, represente com cópia para a corregedoria este fato, se te chamarem fora do horário de serviço, não vá, concentre-se exclusivamente nos seus deveres para com sua equipe, que já são muitos; não esqueça prazos, não relate para o delegado, etc.

14) lembre-se que ser policial é estar sempre com o pezinho na cadeia ou na rua, muitas vezes não por culpa sua, ou não totalmente sua; lembre-se que ser polícial é ter que ser 10 vezes mais diligente do que qualquer outra pessoa comum, pois a sociedade presume que você é o SUPER-MAN; em razão disso, evite ao máximo mostrar-se como policial, seja discreto, educado, e procure uma fonte de renda lícita para complementar o pífio salário da polícia; lembre-se que se você estiver certo em um determinado fato, ainda assim terá dores de cabeça para responder e ao final ser absolvido.

15) ser policial é basicamente sofrimento mental, psicológico; acostume-se com isso ou caia fora o mais rápido possível; você é apenas um numero: se você sair, tem 10.000 iguais a você para te substituir