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De:delpol—pc@googlegroups.com
Para:”delpol—pc” delpol—pc@googlegroups.com
Cópia:
Data:Wed, 1 Oct 2008 17:58:28 -0300
Assunto:[DELEGADOS] Guerra Demitido!
> TEM QUE HAVER A CONFIRMAÇÃO ATRAVÉS DA PUBLICAÇÃO DO D.O. POR ACASO ALGUEM TEM PARA TRAZER A ESTE FORUM.
> Colegas: > Acabei de saber de fonte fidedignas que Roberto Conde Guerra mão faz mais parte dos quadros da Polícia Civil. Foi demitido a bem do serviço público no primeiro processo administrativo que respondeu. > Agora a sua exclusão é questão de ordem. > Abraços. > Sydney Sully Urbach Esta mensagem foi verificada pelo E-mail Protegido Terra. Atualizado em 31/12/1969
> Sydney
cas202165
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Mais opções 1 out, 18:28
De: “cas202165″ …@terra.com.br>
Data: Wed, 1 Oct 2008 18:28:28 -0300
Local: Qua 1 out 2008 18:28
Assunto: Re:[DELEGADOS] Re: Guerra Demitido!
Colegas: Ao ver a mensagem abaixo, liguei para o colega em SP, o qual me esclareceu que o P.A. está com pedido de demissão a bem do serviço público, mas que será encaminhado para a SSPSP e Palácio dos Bandeirantes para homologação, por isto a decisão somente deverá ser publicado em mais algum tempo.
Acabei de saber de fonte fidedignas que Roberto Conde Guerra mão faz mais parte dos quadros da Polícia Civil. Foi demitido a bem do serviço público no primeiro processo administrativo que respondeu. > > Agora a sua exclusão é questão de ordem. > > Abraços. > > Sydney Sully Urbach
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SAUDAÇÕES A TODOS OS COMPANHEIROS DA POLÍCIA CIVIL.
NO DIA DE HOJE, 22/08/2008, O SECRETARIO DE GESTÃO, SIDNEY
BERALDO, ESTEVE EM ARARAS PARA UMA INAUGURAÇÃO.
APROVEITANDO O FATO DE TERMOS UMA ANTIGA AMIZADE, TIVE TODA A
LIBERDADE PARA PERGUNTAR SOBRE A NOSSA QUESTÃO SALARIAL.
ELE DISSE TAXATIVAMENTE QUE ACHAVA UM ABSURDO A SITUAÇÃO QUE NOS
ENCONTRAMOS, MAS QUE ISTO ERA DEVIDO À VINCULAÇÃO COM A PM. EXEMPLIFICOU QUE
A CADA UM REAL DE AUMENTO PARA A POLÍCIA CIVIL REFLETIA CINCO REAIS NA PM.
DISSE-LHE QUE O CASO ERA DE DESVINCULAÇÃO. ELE OLHOU NOS MEUS
OLHOS E DISSE QUE NÃO VIA OUTRA ALTERNATIVA E QUE ELE PRÓPRIO IRIA A PÚBLICO
DEFENDER A NECESSIDADE DISTO.
DISSE QUE ESTÁ SENDO ESTUDADA UMA REESTRUTURAÇÃO COM A CRIAÇÃO
DE DIVERSOS CARGOS NA POLÍCIA CIVIL E EXTINÇÃO DAS 5AS. CLASSES.
POR FIM, PERGUNTEI-LHE SE TERIAMOS UM INDICE A SER OFERECIDO
PELO GOVERNO. RESPONDEU QUE DOS LIMÕES TERIAM QUE FAZER UMA LIMONADA,
QUERENDO DIZER QUE ALGO SERÁ OFERTADO.
DISSE QUE A SITUAÇÃO DE GREVE JÁ ERA ESPERADA A QUALQUER MOMENTO
PELO GOVERNO, POIS SABIAM DO DESCONTENTAMENTO GERAL.
ABRAÇOS A TODOS.
SYDNEY SULLY URBACH
Enviado em 20/01/2011 às 0:07 – SNIPPER
Olá a todos, respeito a Polícia Civil paulista, ” a verdadeira” de gente que realmente trabalha, isto em razão de já ter presenciado de perto as deficiencias enfrentadas por ela. No entanto diante da situação exposta, não dá para “pagar de joão sem braço” e fingir de “ègua” até vcs pc’s sabem que infelizmente na maioria dos dp’s etc, o atendimento é uma VERGONHA, e nao é só em razão da falta de estrutura, vtr’s, computadores, profissionais etc. NÃO essa é sempre a mesma “musica” cantada pra justificar, mais BOA EDUCAÇÃO E TRATAMENTO PARA COM A POPULAÇÃO INDEPENDE DISSO! tambem sou servidor público, meu salario não é dos melhores, as condições de trabalho tambem NÃO, só que isso não me dá o direito de REVERTER MINHA INDIGNAÇÃO PARA AS PESSOAS QUE DEPENDEM DO MEU TRABALHO, como é feito na maioria dos atendimentos realizados pela PC paulista.
Nesse caso mostrado, reclamar do “jeitinho” dado pra que fosse lavrado o APF? pelo amor de DEUS , os integrandes da tão honrada hoje denegrida POLÍCIA CIVIL PAULISTA deveriam era sentir VERGONHA de ter de ser necessario utilizar meios improprios para poder FORÇAR O PLANTAO POLICIAL a cumprir com sua OBRIGAÇÃO! de fato a demora pode ser por problemas estruturais ? tambem, mais falo com conhecimento de causa, é comum cidadão chegar desesperado no DP, solicitando orientação apenas isso, e ser MAL TRATADO, ETC, para se fazer um simples b.o ou declaração de perda de documentos, é sempre a mesma historia de carochinha , “o tira vira e diz, quando não o proprio Delpol, olha temos 1, 2, 3, trocentos flagrantes na frente e vai demorar” vclte após as 20h00 (jogando trampo pra outra equipe) e a outra joga, pra outra até que o cidadão desiste, e a velha maxima : “estamos sem sistema” nao dá pra fazer nada agora, e o escrivão, delegado está almoçando! É VERGONHOSO, E NÃO DIGAM QUE FALO BOBAGENS E QUE ESTOU LOUCO POIS EU NÃO ESTOU! e ainda querem declarar guerra a PM ou a ROTA por conta do episodio? para com isso, a guarnição queria pressa , assim como toda vtr’s necessita , pois PM é cobrado o tempo todo, até o tempo para a vtr se deslocar para o local é controlado, e FALHOU toma RIPA! PM está NA RUA, A VTR ROTA LIBERADA RETORNARIA A RUA COM MAIS AGILIDADE PARA CONTINUAR FAZENDO O QUE TEM DE SER FEITO! , ai agora a guarnição é errada etc? na maioria dos casos é o plantão que quer atrasar a guarnição, etc, e a PM é errada por isso? PELO AMOR DE DEUS ACORDEM! VCS RECLAMAM TANTO , AS VEZES COM RAZÃO E NÃO PERCEBEM QUE JÁ NÃO TEM A POPULAÇÃO DO LADO DE VCS A TEMPOS, NÃO A O MINIMO DE SATISFAÇÃO POR PARTE DE NINGUEM EM RELAÇÃO AOS TRABALHOS DA PC ETC, E FICAM PERDENDO TEMPO COM COISAS “OBSOLETAS” ACORDEM SE LEVANTEM DESSE SONO LEVIANO, ASSUMAM SEUS LOCAIS, MOSTREM O PROFISSIONALISMO QUE SE ESPERA DE VCS, MOSTREM QUE MESMO COM TANTA APATIA DO ESTADO ETC, VCS SÃO PROFISSIONAIS, AI A POPULAÇÃO SABERÁ O PREÇO REAL DE VCS E SUBIRÁ SEUS VALORES PERANTE A SOCIEDADE!
“SÓ É LEMBRADO, QUEM MUITO É VISTO”
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Se porvertura o Escrivão saiu para almoçar a vítima escuta o seguinte: VOLTA MAIS TARDE QUE O DELEGADO COM O ESCRIVÃO FORAM ALMOÇAR E VÃO DEMORAR!
( O delegado estava , mas como a parte não é “harmoniosa” ele não quer ter o trabalho de elaborar o BO )
Enviado em 19/01/2011 às 19:06- PSDB NUNCA MAIS
Operação em presídio mostra precariedade do local
A cadeia fica na Zona Norte de São Paulo, não apresenta superlotação, mas está totalmente destruída
Operação no Presídio Especial da Polícia Civil de São Paulo mostra situação precária e a necessidade da construção de nova unidade. A cadeia fica na Zona Norte de São Paulo, não apresenta superlotação, mas está totalmente destruída.
A Corregedoria da Polícia Civil pediu auxílio da Delegacia Geral e da Secretaria de Segurança Pública e o apoio foi maior que o esperado. Estiveram na ação conjunta nesta terça-feira o secretário Antonio Ferreira Pinto e o delegado-geral Marcos
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Carneiro de Lima.
Após a realização de um pente fino no presídio, foram achados três celulares, além de garfos e facas de metal. Os telefones celulares estavam todos na mesma cela, mas o dono não foi identificado.
Antonio Ferreira Pinto, secretário de Segurança Pública, elogiou a diretora da cadeia e ressaltou a importância da disciplina no local. Ele lamentou a situação precária da cadeia e disse que não quer privilégios para os ex-policiais civis, mas sim dignidade para o cumprimento das penas. “Eu pretendia conhecer o presídio, há muito não se fazia uma revista lá. Eu acho que a atuação da Corregedoria tem que ser integral. A situação do presídio é precária”.
Pensando nisso, o delegado-geral, Marcos Carneiro de Lima, prometeu a construção de um novo presídio em Mogi das Cruzes. “Nós fomos ao presídio, primeiramente, para apoiar o pedido da Corregedora que pediu apoio da Delegacia Geral, para que se fizesse uma revista no local. Outra postura da polícia é que o presídio passe para capturas, afim de ter um controle mais efetivo (…) Nós vamos retomar o projeto da construção do presídio de Mogi das Cruzes. É uma questão de honra”.
Desta vez não houve críticas à disciplina, apesar da localização dos celulares, garfos e facas de metal; porém, novas revistas devem ocorrer. O presídio abriga 87 ex-policiais civis e, se apresentar falhas, pode mudar de administração, assim como ocorreu com o Detran e a Corregedoria.
Enviado em 19/01/2011 às 18:45– PSDB NUNCA MAIS
http://blogdocelsojardim.blogspot.com/2011/01/governo-alckmin-arrocho-salarial-vai.html
Governo Alckmin: Arrocho salarial vai continuar
Alckmin seguirá política salarial de Serra
Funcionalismo não terá reajuste linear, diz secretário de SP
Chefe da Casa Civil de Alckmin descarta dissídio coletivo e diz que aumento será dado de acordo com categorias
O governo Alckmin repetirá a política salarial do antecessor, José Serra, e não concederá reajuste generalizado ao servidor do Estado.
O chefe da Casa Civil, Sidney Beraldo, descartou ontem um aumento linear para o funcionalismo. Segundo ele, reajustes serão concedidos segundo as categorias.
Os servidores do Estado têm a data-base em 1º de março. O projeto, fixando data para revisão da remuneração do funcionalismo, foi apresentado em 2005 pelo próprio Geraldo Alckmin.
Mas só foi sancionado por Claudio Lembo -vice de Alckmin que assumiu o governo quando o tucano se afastou para concorrer à Presidência- em 2006. Desde então, os servidores nunca tiveram reajuste linear.
“Não temos dissídio coletivo. Nossa estratégia é ir atendendo de acordo com cada categoria”, afirmou Beraldo.
A hipótese de não conceder aumento está no primeiro parágrafo da lei, segundo a qual a criação de uma data “não implica, necessariamente, reajuste”.
Esse deverá ser mais um nó da turbulenta relação do governo do PSDB com o servidor. Segundo Beraldo, Alckmin pediu uma melhor comunicação com o servidor.
“Talvez tenhamos, e isso que o Geraldo pediu que fizéssemos, de aperfeiçoar a relação. Como podemos ter uma comunicação melhor com nosso servidor?”
Para Beraldo, parte dessa dificuldade vem da proliferação e politização das entidades que representam o servidor. “Você tem alguns sindicatos politizados. Tem toda uma lógica política”, disse.
Secretário de Gestão do governo Serra, que não deu aumento ao funcionalismo público durante os quatro anos que esteve a frente da secretaria, Beraldo diz que houve avanços para os servidores na administração passada. Segundo ele, a folha de pagamento teve crescimento de 10% acima da inflação.
Beraldo reconhece, porém, que Serra resistia à pressão de corporações, por ter “forte um entendimento de que nem sempre atendendo uma corporação você contribui para o desenvolvimento econômico-social”.
Beraldo disse que a intenção do governo é criar canais de comunicação com servidor para além de sindicatos.
Celso Jardim com Folha de S.Paulo
Somos todos colegas, todos recebemos mal, todos estamos sendo humihados
Suely diz:
Janeiro 18, 2011 às 1:45 pm (Editar)
Wagner e Hilton,e demais colegas, (estou muito p da vida,por isso me desculpem)
Somos todos colegas, todos recebemos mal, todos estamos sendo humihados,todos
estamos de s.. cheio de delegados com nariz empinado,fartos não com os tais corruptos,
mas por não termos como sustentar nossas casas, e garantir um futuro digno,para nós e nossos familiares.Estamos cansados de sermos tachados de incompetentes, bêbados,
corruptos de bosta ( que pegam ninharias para sobreviver),fartos de perdermos o respeito e a crença de nossos filhos em nossas possibilidades,fartos da discriminação
com que somos tratados…
Enviado em 19/01/2011 às 16:14– JOW
Quarta-feira, 19 de janeiro de 2011 – 07h30
Novo presídio abrigará integrantes da corporação que cumprirão pena em melhores condições
A decisão foi tomada após uma vistoria no local que recebe delegados, investigadores e carcereiros que cometeram infrações, realizada na manhã de ontem.
O próprio secretário da Segurança Pública esteve na edificação, na zona norte da cidade, para verificar a situação.
Durante uma revista surpresa, foram apreendidos três aparelhos celulares e outros objetos metálicos como garfos e facas nas celas dos 87 detentos.
Antonio Ferreira Pinto nega que o foco da visita tenha sido a localização de materiais proibidos com os policiais condenados.
O Delegado-Geral da polícia paulista afirma que vai tirar da gaveta o antigo projeto de construção de um presídio em Mogi da Cruzes, na Grande São Paulo.
Sem falar em prazo, Marcos Carneiro revela que o objetivo é dar condições mais dignas para aumentar a chance de recuperação dos presos.
As autoridades de segurança pública também participaram, ontem à tarde, da posse do diretor do Departamento de Polícia Judiciária da Capital.
O Decap é um dos principais órgãos policiais do país, sendo responsável pela elaboração de mais de 600 mil boletins de ocorrência ao ano.
Carlos Paschoal Toledo assumiu o compromisso de acabar com a escala de dois turnos para o mesmo agente.
Ou seja, quem trabalha durante o dia não vai mais fazer plantão à noite e vice-versa.
O delegado, ex-chefe do Departamento Estadual de Trânsito, disse que deixou os auxiliares diretos na equipe de transição do órgão.
Por determinação do governador do Estado, o comando do Detran deverá ser transferido para a secretaria de Gestão até agosto.
Ouça agora
http://radiobandeirantes.com.br/notas.asp?ID=416050
Divulgação/SSP
Marcos Carneiro diz que atendimento à população está entre suas prioridades
Nomeado delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo na semana passada, Marcos Carneiro promete combater de maneira “enérgica” a corrupção dentro da corporação e pede apoio da população para que delitos cometidos por policiais sejam denunciados.
Em entrevista ao R7, Carneiro, que já atuou da Divisão Operacional da Corregedoria, disse que acompanhará de perto investigações referentes a má conduta policial. Para ele, a corrupção é uma “deformação de caráter”. O novo chefe da Polícia Civil no Estado afirmou ainda que a melhoria do atendimento à população está entre as prioridades da corporação.
Formado em direito pela USP (Universidade de São Paulo), em 1986, Carneiro respondeu pela direção da Demacro (Departamento de Polícia Judiciária da Macro São Paulo) por um ano. Ele entrou para a Polícia Civil em 1989, como delegado de polícia, e completará 22 anos na carreira neste mês.
Delegado de classe especial, também foi chefe da Divisão de Homicídios do DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa). Desde 2001, Carneiro é professor de Gerenciamento de Crises na Acadepol (Academia de Polícia Civil).
Leia a seguir a entrevista:
R7 – Qual será o maior desafio do senhor à frente da Polícia Civil? O que precisa melhorar com urgência na estrutura da polícia?
Marcos Carneiro – Nós temos duas linhas de frente: a primeira é aprimorar a qualidade das investigações para que os inquéritos policiais sejam de boa qualidade, possibilitando que, na Justiça, tenha o julgamento das pessoas envolvidas em crimes. Isso é o primeiro ponto fundamental. A segunda coisa é o melhor atendimento ao público que procura a polícia para registro de ocorrências. Essas são as duas frentes que nós vamos centralizar para melhorar.
R7 – Como melhorar o atendimento à população nos distritos policiais?
Marcos Carneiro – Nós vamos tentar otimizar os recursos humanos e materiais. Nós queremos implantar nas delegacias que ficam abertas 24 horas, no mínimo, cinco equipes para atender ao público. Se não houver essa estrutura mínima, o policial fica sobrecarregado e não consegue prestar um atendimento de boa qualidade, e nós vamos sempre ficar num ciclo vicioso. O que nós queremos é ter unidades com estrutura capaz de suportar a demanda da sociedade (…) Hoje, algumas unidades ainda não têm completas as cinco equipes e acabam improvisando o modo de agir. O que nós vamos tentar fazer agora é racionalizar isso aí para que a população tenha um serviço de qualidade. Além disso, vamos efetivar o uso da delegacia eletrônica e fazer um estudo da possibilidade de a Polícia Civil compartilhar a informação colhida pela Polícia Militar no boletim de ocorrência.
R7 – A principal reclamação da população é a demora no atendimento nas delegacias. Como torná-lo mais rápido e eficaz?
Marcos Carneiro – Tendo essas equipes, tendo essa estrutura, nós acreditamos que isso vai ter uma melhora. Dentro do estudo que vai ser feito desse compartilhamento do registro pela própria Policia Militar também quem vai ganhar é a população. Porque muitas vezes o que o cidadão quer é só registrar o fato naquele momento.
R7 – O senhor pretende apertar o cerco contra policiais corruptos?
Marcos Carneiro – Isso para nós é ponto de honra. Eu sou oriundo da Corregedoria, e trabalhei na parte mais difícil, que é a operacional. Ou seja, a parte que tem que prender o policial em flagrante na rua, quando ele está cometendo o crime. Nós vamos fortalecer o trabalho da Corregedoria. Para a sociedade, não existe nada pior do que o policial bandido. Isso é inadmissível. Nós não arredamos um milímetro das nossas convicções. A sociedade não merece que a instituição que existe para proteger a lei, para salvá-la, tenha em seus quadros policiais bandidos, policiais de mau-caráter.
O que nós destacamos é que não existe na Polícia Civil de São Paulo uma banda podre. O que existe são policiais podres. Poucos, uma minoria, que cabe à própria polícia expurgar de seus quadros, mas a grande maioria dos policiais são pessoas corretas, honestas, trabalhadoras. O policial que age voltado para o crime, para o interesse da própria torpeza, esse não vai ficar no quadro da polícia. A polícia vai ser muito enérgica com relação ao crime de corrupção. E com o apoio da delegacia-geral, que vai estar presente toda vez que a Corregedoria exigir. O próprio delegado-geral vai se fazer presente, se for necessário.
R7 – O que o senhor acha que leva um agente à corrupção? Seria o salário, a cultura, a falta de treinamento?
Marcos Carneiro – O policial que comete crime – e aí tem uma gama enorme de crimes, mas principalmente o de corrupção – já entra na polícia com uma deformação de caráter. Esse policial, muitas vezes, tenta obter lucro com o crime fazendo extorsão contra criminosos. Na cabeça dele, o dinheiro do bandido veio de forma ilícita, de forma irregular. Portanto, se eu me apropriar desse dinheiro, eu estarei me apropriando de um dinheiro que já tem a origem ilícita. É um raciocínio completamente errado, mas é o que autoriza ele a querer agir dessa forma. Ele pensa: “Eu não tô tirando dinheiro do cidadão. Eu tô tirando dinheiro de um bandido”. Esse raciocínio dá margem para que, amanhã, ele tente extorquir o comerciante, o funcionário, a dona de casa (…) O mais importante é a população confiar na polícia e denunciar os casos de corrupção.
R7 – Como o senhor pretende atuar no combate ao crime organizado?
Marcos Carneiro – Já existe a estrutura do Deic (Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado), que é voltado especificamente para o combate ao crime organizado. O Deic vai estreitar o trabalho com o Dipol, que é o departamento de inteligência. Embora sejam duas coisas distintas – investigação e inteligência -, a inteligência complementa a investigação e essa cultura de informação será melhorada.
R7 – O ano passado foi marcado por arrastões a prédios e assaltos a joalherias em shoppings. Como a polícia vai agir para que essa onda de crimes não se repitam?
Marcos Carneiro – Novamente com o trabalho da inteligência. A inteligência começa a detectar que é uma onda de crimes em razão da oportunidade. O crime é muito dinâmico. Tem épocas em que o crime mais acentuado é roubo a banco. Depois, passa a ser sequestro. Depois, roubo de carga. Essa movimentação dos criminosos é observada. No caso de roubo a condomínio, se percebeu que não havia um cuidado com a segurança dos condomínios. Depois, verificou-se que, em shoppings, não havia segurança, porque a orientação era não reagir a ladrões armados. A partir daí, começa a reação para que o crime seja evitado. Nessa mesma linha, é o trabalho de investigação associado com inteligência.
R7 – Vai mudar a maneira de se fazer segurança nos shoppings?
Marcos Carneiro – A polícia vai estreitar [a comunicação] com todos os órgãos. A gente tem feito até um trabalho com o pessoal ligado à administração de condomínios, mas o trabalho da polícia é de caráter genérico. Não dá para imaginar a polícia atuando em um único shopping. Isso não pode ser feito, porque pode parecer que a polícia está atendendo a um interesse particular. O trabalho da polícia para toda a sociedade. Só que, por ser genérico, acaba de uma forma ou de outra atingindo também o interesse particular. Não que esse seja o objetivo. O objetivo é genérico.
R7 – A polícia vai aumentar investimento em tecnologia? Em que áreas vai avançar?
Marcos Carneiro – É uma tendência, principalmente na área de informática e na coleta das informações de boletins de ocorrências. O número de dados colhidos é maior, então, possibilita melhor investigação. Nós vamos focar na investigação de forma que o investigador vá a campo e que o relatório dele seja tão importante quanto o depoimento de uma testemunha que vai à delegacia (…) Nós temos vários projetos voltados para a parte operacional. Nós querermos desburocratizar a polícia, com menos chefias e mais polícia operacional em campo
| Noticias em Geral : Secretário anuncia 777 vagas para a Polícia Civil |
| 14/01/2011 18:53:38 |
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O secretário da Segurança Pública Antonio Ferreira Pinto anunciou a criação de novas 777 vagas para o cargo de escrivão de polícia. Segundo o secretário, serão extintos mil cargos de carcereiro, função essa que não é mais necessária desde que as delegacias deixaram de manter carceragem em seus prédios. Hoje, o carcereiro é remanejado para outras funções, ajudando no andamento trabalho policial, sendo os presos uma responsabilidade da Secretaria de Administração Penitenciária. Para Ferreira Pinto, a abertura dessas novas vagas para escrivão de polícia deverá preencher a grande necessidade desse cargo nos distritos policiais. Entre as muitas funções do escrivão de polícia estão a elaboração do boletim de ocorrência e dar prosseguimento nos inquéritos instaurados. Por Silvia Freitas |
Notícias recentes nos dão conta de que em 2010, segundo a Polícia Civil paulista, houve uma redução de 13% no total de sequestros no estado de São Paulo. O número de sequestros registrados em 2010 (73 casos) foi o segundo menor da década (em 2009 foram 84 casos).
Considerando-se apenas a Capital e as demais cidades da Grande São Paulo pode-se igualmente comemorar o fato de que apenas pouco mais da metade deles terminou com pagamento de resgate, ainda assim com valores bem abaixo dos exigidos.
Seria prematuro concluir, no entanto, que o flagelo dos sequestros tenha sido resolvido, com base nesses dados tão recentes, considerando-se que as modalidades criminosas apresentam frequentemente um aspecto sazonal, impulsionadas por ondas que se alimentam de uma espécie de emulação, podendo-se mesmo falar que determinadas infrações “entram na moda”. Basta considerar o exemplo dado atualmente pelos “arrastões” que assolam condomínios de luxo da Capital. Todavia, para a cúpula da Polícia, essa redução nos sequestros corresponde a uma expectativa, já externada, de redução geral da criminalidade.
De fato, as estatísticas relativas ao primeiro trimestre de 2010 já mostravam substancial redução dos crimes contra o patrimônio em relação ao mesmo período do ano anterior, apontando uma tendência de reversão da alta identificada no início de 2009, mas que se abrandara no final desse ano, o que se atribui a diversos fatores que têm contribuído para o êxito das investigações policiais, hoje dotadas de técnicas e estratégias mais modernas.
Nessa perspectiva, pode-se destacar que tanto a Polícia Civil quanto a Militar têm demonstrado maior eficácia em suas ações, prendendo cada vez mais os infratores, o que ampliou significativamente o número de condenações e, por outro lado, vem contribuindo, como efeito perverso, para a superlotação e o quase colapso do sistema prisional que não se expande no mesmo ritmo.
Embora não se possa descartar a influência da melhoria do cenário econômico nessa visível redução da criminalidade, sendo bastante estreita a relação entre os fatores de penúria e miséria no incremento das infrações contra o patrimônio; mas também podem se apontados outros que são significativos nesse resultado, que abrangem, ao lado de um suporte material e tecnológico para a melhoria das investigações criminais e do preparo de seus agentes, outras ações complementares, que podem ser empreendidas pela própria comunidade em benefício próprio, de que são exemplo as normas de segurança adotadas pela rede bancária para os saques nos caixas eletrônicos, depois da proliferação dos chamados “sequestros relâmpagos”, e a instituição do sistema de “disque denúncia”, que tem tido importante papel na solução de inúmeros sequestros, com ou sem pagamento de resgate.
O desestímulo do insucesso da ação criminosa, bem como a resposta pronta da Justiça na condenação dos seus agentes poderão também dar continuidade a essa tendência que hoje se esboça, mas que esperamos realmente poder comemorar como definitiva.
Enviado em 19/01/2011 às 8:29– Fudido em forma !!
19/01/2011
Celulares achados em presídio da polícia
Josmar Jozino
do Agora
Três telefones celulares foram apreendidos em celas distintas no Presídio Especial da Polícia Civil, no Carandiru, (zona norte de SP), durante blitz realizada na manhã de ontem. A Corregedoria da instituição abriu sindicância para apurar de quem eram os aparelhos e como eles entraram na unidade prisional.
A revista surpresa foi coordenada pela corregedora-geral da Polícia Civil, Maria Inês Trefiglio Valente, e acompanhada pelo delegado-geral, Marcos Carneiro. Ambos disseram que não foram encontradas armas nem drogas com os 87 presos.
Segundo Carneiro, a palavra especial será retirada do nome do presídio: “A unidade nada tem de especial. Ao contrário, as instalações são precárias, o prédio é antigo, os presos não estão cumprindo a pena com dignidade e até o espaço para as visitas dos detentos é muito pequeno”, afirmou o delegado-geral.