Nunca tivemos duas polícias nos estados, mas duas ‘metades de polícia’ – ‘Ciclo Completo de Policiamento’ 7

Segunda, 5 de março de 2012, 08h13 Atualizada às 09h28

A reforma da polícia segundo Marcos Rolim

Edmilson Lopes Júnior De Natal (RN)

O jornalista Marcos Rolim foi um dos mais brilhantes parlamentares que o Partido dos Trabalhadores já teve. Nas diversas casas parlamentares onde atuou (Câmara Municipal de Santa Maria, Assembleia Legislativa gaúcha e Câmara dos Deputados), Rolim deixou marcas positivas.  Oriundo de uma militância anterior na esquerda tradicional, ele conseguiu incluir na pauta de discussões desses espaços legislativos questões tão fundamentais como os direitos humanos, o respeito à diferença e o tratamento democrático da segurança pública no Brasil.

Crítico e polêmico, Rolim não deixou de ser também um parlamentar criativo e propositivo.  O “Relatório Azul”, um minucioso relatório sobre a situação dos direitos humanos no Brasil na segunda metade dos anos 1990, foi uma de suas idealizações. Na Câmara dos Deputados, foi um dos organizadores das comoventes “Caravanas Nacionais de Direitos Humanos”. De certa forma, Rolim utilizava os mandatos para colocar o dedo na ferida do que o sociólogo Jessé Sousa, com propriedade, denominou de “sub-cidadania brasileira”.

Em 2002, Rolim, atropelado internamente no PT, não conseguiu renovar o seu mandato. Ainda apostou, por um tempo, na possibilidade de disputar posições dentro do partido. Descobriu que esse tipo de disputa já não mais existia no partido que ajudara a consolidar no Rio Grande do Sul. Nesse momento, passa a dirigir as suas energias para a pesquisa e a consultoria na área de segurança pública. Além da produção de artigos e livros, tornou-se responsável pela elaboração de projetos de defesa social para prefeituras de diversas partes do país, além de ser professor de uma disciplina sobre direitos humanos em cursos do IPA, em Porto Alegre.

Nos últimos tempos, Rolim tem se imposto o desafio de pensar propostas para a reformulação dos organismos policiais brasileiros. Suas propostas, disponíveis no seu site (www.rolim.com.br) , são criativas e merecem a atenção de todos quantos nos preocupamos com a segurança pública no Brasil. Igualmente relevantes são os seus diagnósticos sobre os dramáticos acontecimentos que agitaram algumas de nossas PMs nas últimas semanas (greves e ameaças de motim).

Sobre o cotidiano de trabalho dos policiais militares, a apreensão de Rolim não poderia ser mais objetiva: “Desrespeitados como cidadãos, obrigados a um cotidiano embrutecedor e sem qualquer apoio psicossocial, desvalorizados profissionalmente, desestimulados ao estudo e à reflexão e, não raro, “adestrados” pelo autoritarismo, estes policiais irão para as ruas nas piores condições, tendendo a reproduzir a mesma desconsideração em suas relações com o público, destacadamente quando tratarem com pobres e marginalizados. O círculo de estupidez e ineficiência, então, se completa com os resultados conhecidos.”

E a saída? Nadando contra a maré dominante, Rolim se manifesta contrário à unificação das polícias. E esse posicionamento é alicerçado em uma análise convincente, conforme se pode constatar abaixo:

“O que há de mais notável no modelo de polícia construído no Brasil, entretanto, deriva da opção pela repartição do ciclo de policiamento. A instituição policial moderna em todo o mundo desempenha suas funções a partir do que se denomina ‘Ciclo Completo de Policiamento’; em outras palavras: as polícias modernas são instituições profissionais cujo mandato envolve as tarefas de 1) manutenção da paz pública, 2) garantia dos direitos elementares da cidadania, 3) prevenção do crime e 4) apuração das responsabilidades penais. Mas, no Brasil, se entendeu que uma das polícias – a Militar – seria encarregada da ‘prevenção’, pela presença ostensiva do patrulhamento fardado e outra – a Civil – seria encarregada da investigação criminal. Assim, a especialização entre patrulheiros e investigadores, em todo o mundo feita dentro das polícias, foi aqui dividida entre duas instituições com culturas e estruturas completamente distintas. O resultado é que nunca tivemos duas polícias nos estados, mas duas ‘metades de polícia’, cada uma responsável por metade do ciclo de policiamento.

A bipartição do ciclo impede que os policiais encarregados da investigação tenham acesso às informações coletadas pelos patrulheiros.  Sem profissionais no policiamento ostensivo, as Polícias Civis não podem contar com um competente sistema de coleta de informações.  Não por outra razão, recorrem com tanta frequência aos ‘informantes’ – quase sempre pessoas que mantém ligações com o mundo do crime, condição que empresta à investigação limitações estruturais e, com frequência, dilemas éticos de difícil solução. As Polícias Militares, por seu turno, impedidas de apurar responsabilidades criminais, não conseguem atuar efetivamente na prevenção vez que a ostensividade – ao contrário do que imagina o senso comum – não previne a ocorrência do crime, mas o desloca (potenciais infratores não costumam praticar delitos na presença de policiais; mas não mudam de ideia, mudam de local).”

Ao se reinventar como analista da segurança pública, Rolim continua contribuindo para alargar o nosso espaço público. Suas elaborações, mesmo que discordemos de algumas delas, são aportes incontornáveis para um debate menos passional sobre a necessária e urgente reforma dos organismos policiais brasileiros.

Edmilson Lopes Júnior é professor de sociologia na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Fale com Edmilson Lopes Júnior: edmilsonlopesjr@terra.com.br

Policial Civil é vítima de acidente de trabalho por conta da inovadora reengenharia do DECAP…( A culpa é do Estado e do bêbado ) 52

Enviado em 04/03/2012 as 18:44 – TIRA SEMI-ANARFA

Policial morre em capotamento no centro de SP; presa foge

Atualizado às 17h21.

O policial civil João Garcia de Souza, 50, morreu em um acidente de trânsito por volta da 0h30 deste domingo. A batida aconteceu em frente ao Mercado Municipal, no cruzamento do viaduto Mercúrio com a avenida do Estado, no centro de São Paulo. Ele e outro policial faziam o transporte de três presos.

Segundo a PM, o veículo da polícia foi atingido por outro carro e acabou capotando.

Dois policiais ficaram presos às ferragens e foram atendidos pelo Corpo de Bombeiros. Um dos agentes foi encaminhado ao pronto-socorro do Hospital Santa Isabel. Souza morreu no local.

Uma presa fugiu após o acidente. Os outros dois foram medicados, encaminhados ao pronto-socorro Vergueiro e levados de volta à 1ª Central de Flagrantes.

De acordo com o boletim de ocorrência, um teste de bafômetro comprovou que o motorista do veículo envolvido no acidente estava embriagado. Ele foi indiciado sob suspeita de lesão corporal e homicídio doloso (quando há intenção de matar).

O caso foi registrado no 8º DP (Brás).

Reajuste salarial de 84,32% pago a servidores da PF na década de 1990 terá que ser restituído aos cofres públicos 7

 Policiais devolverão R$ 564,8 mi

03 Mar 2012

GUSTAVO HENRIQUE BRAGA

A Advocacia-Geral da União (AGU) conseguiu, na Justiça, a devolução de R$ 564,8 milhões aos cofres públicos, que serão cobrados de 10.848 servidores da Polícia Federal. A quantia se refere a um reajuste salarial de 84,32% concedido por força de uma liminar obtida pelo Sindicato dos Policiais Federais no Estado de Goiás e Tocantins e da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef) na década de 1990, sob alegação de supostas perdas provocadas pelo Plano Collor. O valor a ser restituído por policial, em alguns casos, ultrapassa R$ 380 mil. Entretanto, a cobrança é questionada pela categoria, que conseguiu suspender o desconto nos contracheques até que se homologue a quantia exata a ser restituída.

A decisão favorável à União, em 1ª instância, foi confirmada pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região. O procurador-chefe da Procuradoria da União em Goiás (PU-GO), Celmo Ricardo Teixeira da Silva, informou que os salários com a incorporação do reajuste indevido foram pagos pelo período de um a oito meses, mas a Fenapef questiona essa afirmação. A entidade diz que, na verdade, foram pagos por três a cinco meses. Teixeira da Silva disse ainda que, agora, a discussão é sobre como o ressarcimento será realizado, já que cerca de 100 servidores discordaram do desconto em folha.

“O juiz decidirá como será feita essa cobrança”, afirmou o procurador-chefe da PU-GO. Ele lembrou que, além da decisão de Goiás, há jurisprudência formada no Supremo Tribunal Federal (STF), confirmando que o reajuste de 84,32% não é devido. A PU-GO também conseguiu assegurar a devolução dos valores pagos em decorrência do mesmo reajuste em uma ação isolada, proposta por uma policial que se beneficiou do aumento por quatro meses, em 1992.

Boa-fé

Celso Lemos, advogado da Fenapef, alega que a decisão de que o reajuste é indevido data de meados de 1995, mas a União só concluiu as planilhas com a quantia a ser devolvida por cada servidor 15 anos depois. Assim, os policiais só foram notificados sobre a dívida no ano passado. O problema é que a demora na notificação criou um bolo de centenas de milhares de reais acrescidos à dívida, a título de juros de mora. “Queremos pagar, mas não se pode aceitar o acréscimo de15 anos de juros acumulados. Os servidores receberam o dinheiro de boa-fé e não têm culpa da demora na notificação”, argumentou o advogado.

Jones Borges Leal, presidente do Sindicato dos Policiais Federais no Distrito Federal (Sindipol-DF), considerou a decisão “um absurdo” e ressaltou que a categoria está sem reajuste há seis anos. “Esses valores são impagáveis. Como fazer um desconto de mais de R$ 300 mil de um colega? Se isso ocorrer, vai acabar com a vida da pessoa”, desabafou. Leal disse que ele próprio pode ter descontos da ordem de R$ 60 mil caso a decisão seja cumprida. “Como eu faço para pagar? Vou deixar de comprar material escolar para o meu filho?”, questionou.

Na avaliação do presidente do Sindipol-DF, é preciso haver um entendimento da Justiça de que os valores foram recebidos de boa-fé, e devem ser encarados como erro processual. “Senão, muitos policiais vão morrer pagando”, acrescentou.

Estado sanciona lei que garante aumento de até 15% no salário mínimo 12

———- Mensagem encaminhada ———-
De: Portal do Governo do Estado de São Paulosaopaulosite@comunicacao.sp.gov.br
Data: 4 de março de 2012 13:08
Assunto: Estado sanciona lei que garante aumento de até 15% no salário mínimo
Para: dipol@flitparalisante.com
Caso não consiga visualizar, clique aqui
Domingo, 04 de Março de 2012

Estado sanciona lei que garante aumento de até 15% no salário mínimo

Lei – retroativa a 1º de março, altera as três faixas salariais de R$ 600, R$ 610 e R$ 620 para R$ 690, R$ 700 e R$ 710

O governador Geraldo Alckmin sancionou na sexta-feira, 02 de março, a lei que garante novos valores do Piso Salarial Regional em São Paulo. A lei -retroativa a 1º de março, altera as três faixas salariais de R$ 600, R$ 610 e R$ 620 para R$ 690, R$ 700 e R$ 710, respectivamente. Desta forma, a primeira faixa salarial fica reajustada em 15%, a segunda faixa em 14,75% e a terceira em 14,52%. A estimativa é que o piso beneficie mais de 7,8 milhões de trabalhadores do estado.

Os valores foram definidos após representantes das centrais sindicais participarem da discussão junto com a Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho.

O Piso Salarial Regional

O Piso Salarial Regional do Estado de São Paulo foi fixado pela Lei nº12.640/07 – alterada pela Lei nº 12.967/08 e pela Lei nº 13.485/09 que reajustaram os valores em 2008 e 2009, respectivamente. A medida contribui para que os trabalhadores paulistas recebam salários superiores ao salário mínimo nacional, já que as condições da demanda de mão de obra e de custo de vida no Estado levam, de um modo geral, a salários superiores à média nacional. Os pisos incorporaram especificidades do mercado de trabalho paulista.

A medida beneficia os trabalhadores da iniciativa privada que não possuem piso salarial definido por lei federal, convenção ou acordo coletivo de trabalho. As três faixas salariais são estabelecidas de acordo com grupos de ocupação de trabalhadores. A Lei Complementar Federal nº 103/2000 autoriza a instituição de pisos regionais pelos Estados.

Faixas salariais e grupos de ocupações

1ª faixa – Passa de R$ 600 para R$ 690

Trabalhadores domésticos, serventes, trabalhadores agropecuários e florestais, pescadores, contínuos, mensageiros e trabalhadores de serviços de limpeza e conservação, trabalhadores de serviços de manutenção de áreas verdes e de logradouros públicos, auxiliares de serviços gerais de escritório, empregados não-especializados do comércio, da indústria e de serviços administrativos, cumins, “barboys”, lavadeiros, ascensoristas, “motoboys”, trabalhadores de movimentação e manipulação de mercadorias e materiais e trabalhadores não-especializados de minas e pedreiras;

2ª faixa – Passa de R$ 610 para R$ 700

Operadores de máquinas e implementos agrícolas e florestais, de máquinas da construção civil, de mineração e de cortar e lavrar madeira, classificadores de correspondência e carteiros, tintureiros, barbeiros, cabeleireiros, manicures e pedicures, dedetizadores, vendedores, trabalhadores de costura e estofadores, pedreiros, trabalhadores de preparação de alimentos e bebidas, de fabricação e confecção de papel e papelão, trabalhadores em serviços de proteção e segurança pessoal e patrimonial, trabalhadores de serviços de turismo e hospedagem, garçons, cobradores de transportes coletivos, “barmen”, pintores, encanadores, soldadores, chapeadores, montadores de estruturas metálicas, vidreiros e ceramistas, fiandeiros, tecelões, tingidores, trabalhadores de curtimento, joalheiros, ourives, operadores de máquinas de escritório, datilógrafos, digitadores, telefonistas, operadores de telefone e de “telemarketing”, atendentes e comissários de serviços de transporte de passageiros, trabalhadores de redes de energia e de telecomunicações, mestres e contramestres, marceneiros, trabalhadores em usinagem de metais, ajustadores mecânicos, montadores de máquinas, operadores de instalações de processamento químico e supervisores de produção e manutenção industrial;

3ª faixa – Passa de R$ 620 para R$ 710

Administradores agropecuários e florestais, trabalhadores de serviços de higiene e saúde, chefes de serviços de transportes e de comunicações, supervisores de compras e de vendas, agentes técnicos em vendas e representantes comerciais, operadores de estação de rádio e de estação de televisão, de equipamentos de sonorização e de projeção cinematográfica e técnicos em eletrônica.

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Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho

(11) 3241-7060 / 7043

http://www.saopaulo.sp.gov.br

Governo do Estado de São Paulo

No estado de São Paulo os 3 poderes formaram uma quadrilha 12

Enviado em 04/03/2012 as 1:40 – TIRANGUEIRO

Só não percebe quem tem ôlho de vidro.

 No estado de São Paulo os 3 poderes formaram uma quadrilha, onde cada um protege o outro e todos se locupletam com o dinheiro público. No mais, é tudo jogo de cena para enganar a mídia, o povão otário e reacionário paulista. Os magistrados aliviam para os políticos corruptos do executivo, fingem que não sabem das falcatruas do legislativo e em troca, vão levando vantagens e benefícios que se acumulam, além de manterem seus privilégios inaceitáveis – férias forenses ( dois meses ao ano ), andamento processual moroso e interminável ( quando intere$$a ), folgas totais em finais de semanas prolongados, sem trabalho noturno e em finais de semana e meio expediente diariamente. Já o executivo faz acertos com o legislativo e comanda a assembléia, nomeando deputados e seus apaniguados para cargos rentabilíssimos, como compensação. É o chamado “toma lá dá cá”, ou melhor definindo, a política de uma mão suja lava a autra, enlameada. Tá tudo dominado e manipulam grande parte da mídia com patrocínios mirabolantes nas TVs e Jornais, de obras públicas, fazendo propaganda mentirosa daquilo que seria mera obrigação de fazer. Enquanto isso, grande parte do povinho reacionário entra na onda estimulada pelo próprio governo, de taxar os professores da rede pública de subversivos e incompetentes; os médicos e paramédicos são acusados de faltosos e mal educados com a população, quando na verdade a absoluta maioria trabalha desumanamente em plantões dobrados em vários setores da saúde para complementar os baixos salários e os policiais então, desses eu nem preciso falar o que é dito sobre a vagabundagem e incapacidade. A realidade é que fazemos parte de um povo que adora criticar os poderosos na encolha, generalizando, escondidos na internet ou entre os ladrilhos das paredes dos botécos, mas que se acovarda e curva-se vergonhosamente quando, esporadicamente, se vê frente a frente com qualquer cidadão que esteja ostentando um título de juiz de direito, secretario disso ou daquilo, deputado ou vereador; mas que vem sendo estimulado cada vez mais a desacatar policiais, agredir professores e reclamar abruptamente de médicos e paramédicos, mesmo sendo semi-analfabetos, apedeutas em medicina e desconhecedores das leis vigentes.

Em 1969 o meu governador José Serra estava exilado quando mudaram o nome do nosso país de Estados Unidos do Brasil para Republiqueta Federativa do Brasil…Esse Boris Casoy é mal educado ! 35

Serra comete gafe em TV e erra o nome do Brasil

O pré-candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo José Serra cometeu uma gafe durante entrevista ao “Jornal da Noite”, da TV Bandeirantes. Em entrevista na noite de quinta-feira (1º), ele afirmou que o nome do Brasil é “Estados Unidos do Brasil”.

Inglaterra inicia processo de entrega do policiamento para grandes empresas de segurança 16

Reino Unido planeja privatização da polícia, diz jornal

03 de março de 2012 10h20 atualizado às 10h55 

Diversos serviços prestados pela polícia poderão passar às mãos do setor privado em duas unidades estaduais do Reino Unido.

Os governos dos condados de Surrey e West Midlands, respectivamente no Sudeste e no Centro-Oeste da Inglaterra, estudam contratar companhias privadas de segurança, que ficariam encarregadas de atividades como investigação de crimes, patrulha de bairros e detenção de suspeitos. A informação é do jornal britânico The Guardian, que qualifica o projeto como um “plano radical de privatização”.

Entre as empresas interessadas no negócio está a G4S, uma das líderes mundiais do setor da segurança privada. O contrato teria uma duração prévia de sete anos e custaria 1,5 bilhões de libras (algo como R$ 4,1 bi), mas poderia ter os custos triplicados, dependendo do contingente privado disponibilizado. Os valores em muito ultrapassam um contrato de cooperação entre a mesma G4S e a polícia de Linconshire, no valor de 200 milhões de libras (R$ 548 mi).

Com isso, Surrey e West Midlands estariam concretizando as últimas diretrizes apontadas pela Secretária do Interior, Theresa May, que defende a transformação da segurança pública por meio de uma maior parceira público-privada. O projeto dos condados, segundo o Guardian “redesenharia completamente as fronteiras aceitáveis entre o público e o privado” e poderia se tornar o “principal veículo” para o remanejo da polícia na Inglaterra e no País de Gales.

“A combinação com o setor de negócios tem por objetivo transformar por completo o modo pelo qual a força (da polícia) atualmente faz negócios: melhorar o serviço provido ao público”, defendeu um porta-voz da polícia de West Midlands. “Trazer o setor privado ao policiamento é um experimento perigoso com a segurança e o dinheiro dos pagadores de impostos”, disse, em contrapartida, um porta-voz da Unison, a União dos Serviços Públicos do Reino Unido.

DHPP não possui conhecimento técnico para investigação de latrocínios “?” 36

02/03/2012

 

Metade dos casos de mortes em assalto está sem solução

Folha de S.Paulo

 

Pesquisa mostra que a maior parte dos casos das mortes em assalto (latrocínio) ocorridas no Estado no ano passado não foi esclarecida até agora: 52% dos crimes estão sem solução; contra 48% elucidados. Dos 52% em aberto, 10% ainda permanecem em investigação.

De acordo com a Secretaria da Segurança Pública, 2011 teve 309 casos de latrocínio no Estado, com 320 mortos (em alguns casos há mais de uma vítima). A pesquisa inédita, realizada pelo DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa), analisou dessas 315 mortes em latrocínios.

O estudo mostra ainda que, do total de mortes, 76 (25%) foram em situações com as vítimas em casa, ou chegando ou saindo dela.

“Ao analisar esse perfil sobre quem mata e quem morre nos latrocínios, constatamos que a maior parte das vítimas é morta em casa porque é ali que há um instinto maior de reação para defender a família”, disse o delegado Jorge Carlos Carrasco, chefe do DHPP.

Ao analisar o perfil das vítimas, constatou-se que a maioria é homem (79%) e na faixa etária entre os 36 e 45 anos (20%). Os dados mostram ainda que a maior parte dos casos ocorre à noite (43%). Em geral, os ladrões roubam dinheiro (39%) e usam arma de fogo (77%).

“O latrocínio é um crime muito difícil de ser esclarecido porque o criminoso e a vítima, na maior parte dos casos, não têm nenhum tipo de ligação“, afirma o delegado Mauricio Guimarães Soares, diretor da Divisão de Homicídios do DHPP.

Aumento

Em janeiro deste ano, segundo as estatísticas mensais da Secretaria da Segurança Pública, os casos de latrocínio na capital dobraram em relação ao mesmo período do ano passado –foram 4 casos contra 8. Em todo o Estado, porém, o crime se manteve no mesmo patamar, 21 casos contra 22.

João Alkimin: TEMOS A MELHOR POLÍCIA DO BRASIL. 28

Em meu último artigo falei sobre a postura da Promotora Nagibi Eluf dizendo que Lindemberg deveria ter sido abatido, imediatamente pela Polícia Militar.
Com certeza alguns leitores não entenderam ou deturparam o que eu disse. O que disse e continuo afirmando é que se isso fosse dito por qualquer Policial Civil, independente da sua carreira já estaria respondendo a processo administrativo e quiçá a processo crime.
É perfeitamente correto que ao se colocar em risco a vida do refém, a Policia tem não só o direito,como a obrigação de abater o marginal. Mas estou cansado de ver trapalhadas da Policia Militar. E cito apenas algumas: a professora Adriana Caringi, abatida com um tiro, quando se queria matar o sequestrador; ônibus 147 do Rio de Janeiro, quando o BOPE abateu a vítima e posteriormente matou o sequestrador por esganadura dentro da viatura; cado Eloá, com toda a incompetência na condução do caso.
Ora, Promotor vem a público e defende que de imediato antes mesmo de negociação se abata o marginal e, alguns aplaudem. O Delegado Conde Guerra repercutiu uma notícia e foi demitido, o que teria lhe acontecido se defendesse a morte pura e simples de um marginal? Com certeza seria queimado em praça pública.
Aqueles que queiram defender a atual Segurança Pública, aqueles que queiram entregar o comando das Policias Civis do Brasil ao Ministério Publico, aqueles que defendem o controle externo das Policias Civis pelo Ministério Publico, fiquem absolutamente a vontade. Eu sou contra. E não quero unanimidade com o que acho, pois já se disse há muito tempo atrás “toda unanimidade é burra!”, mas continuo entendendo que constitucionalmente cada um tem seu papel, a Policia investiga, o Ministério Publico denuncia e acusa, o Advogado defende e o Juiz julga, é assim em países democráticos. E já perguntei em artigos anteriores “quem fiscaliza o fiscal?” , pois depois que se der todo poder ao Ministério Publico, não se conseguirá mais reverter a situação.
Hoje é muito fácil ser Promotor de Justiça e vociferar contra tudo e contra todos,mas sou velho o suficiente ara lembrar que na época da ditadura militar, Promotores de Justiça participavam das famigeradas CGI- Comissões Gerais de Inquérito, onde pontificou o Promotor Ítalo Bustamante, também Promotores que atuavam em auditorias militares por todo Brasil, sabiam perfeitamente que os “subversivos” tinham suas confissões arrancadas nos DOI-CODI da vida mediante extremada tortura e faziam de conta que nada sabiam. Sabiam que a Policia Civil chegava a manter mil presos no Presidio Tiradentes e nas celas do DEIC para “averiguações” e faziam de conta que não sabiam. Nunca soube de um Promotor ou Juiz de Direito que houvesse feito uma correição no DOPS, portanto, hoje com a plenitude democrática é muito simples e fácil atacar a Polícia Civil e seus integrantes.
É bom que fique claro que o Supremo Tribunal Federal ainda não decidiu se o Ministério Público pode conduzir investigações,portanto, isso ainda se encontra na zona de limbo do direito. Porque por exemplo a 15 Câmara Criminal do TJ-São Paulo já pacificou seu entendimento que não pode. E em caso recente o Ministério Público interpôs recurso extraordinário e especial que teve seu segmento negado pelo Presidente da Sessão Criminal.
Sei também que a defesa que fiz, faço e farei do Delegado Conde Guerra contra a ignominia praticada contra ele irrita algumas pessoas, mas a mim não faz diferença, irritem-se pois continuarei fazendo. Afinal é uma causa justa e estou acostumado a combater o bom combate. E quando o defendo, defendo também a liberdade de imprensa, para que todos possam postar livremente e sem medo no Flit Paralisante algum dia, para que não seja preciso se esconderem tendo em vista a certeza de uma punição por dizerem o que pensam, pois a mim parece que Policiais Civis para a atual Administração não tem o direito de se manifestarem, parece que para o senhor Secretário de Segurança Publica são cidadãos que tem dois direitos, o direito de não ter direito e o direito de não abusar do primeiro direito. Mas isso um dia passará e espero estar vivo para ver o dia em que todos possam expressar suas alegrias ou dores e sofrimentos livremente.
Alguns acham meu texto confuso,é provável que as vezes tomado pela ira por ver tanta perseguição ou pela emoção de ver amigos Policiais Civis se suicidando por não aguentarem a pressão, o texto seja confuso e peço desculpas aos leitores, mas embora não pareça, também sou ser humano.
Quanto a ser parente ou não do Dr. Geraldo Alckimin e grafar meu sobrenome de maneira diferente, isso é prerrogativa minha e não preciso dar satisfações a quem quer que seja. E também não vejo motivo para me jactar de tal parentesco pois entendo que sua Excelência para o funcionalismo público e geral,é o pior Governador que São Paulo já teve, não sabendo sequer escolher um Secretário de Segurança Publica que ao menos tente diminuir o índice de violência em São Paulo e quem não acreditar que leia a Revista Veja São paulo desta semana. Em minha opinião estamos vivendo em mais risco que na Colômbia por absoluta incompetência da Administração.
Para encerrar e não correr o risco de me tornar confuso digo que apesar dos salários de fome, dos plantões extenuantes, da falta de apoio moral e material e do medo que hoje assola a Policia Civil, ainda temos graças ao material humano a melhor Policia do Brasil. Também não sou ingênuo nem poliana, sei que existem distorções e corrupção, mas isso é de uma minoria que não é e não representa a Policia Civil do Estado de São Paulo.
 João Alkimin

Peculato no Tribunal de Justiça 12

02/03/2012

Tribunal reconhece ter pago juros em dobro para juízes

Folha de S.Paulo

A Comissão de Orçamento do Tribunal de Justiça de São Paulo constatou que os desembargadores da corte receberam, nos últimos dez anos, verbas salariais atrasadas calculadas de acordo com índice de juros de 1%, o dobro do que a legislação determina.

A taxa deveria ser de 0,5% ao mês, de acordo com a comissão, que propôs a alteração do índice ao Órgão Especial do TJ, composto por 25 desembargadores.

Segundo o recém empossado presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, Ivan Sartori, estão em estudo situações de desembargadores que poderão ser obrigados a devolver valor dinheiro ao tribunal por conta da eventual mudança na corte.

Sartori diz que a medida poderá atingir alguns dos 29 desembargadores que receberam pagamentos de até R$ 1,5 milhão ‘furando a fila’ da quitação de atrasados do TJ.

O presidente da corte diz que “a alteração do índice como proposto pela comissão poderá reduzir em cerca de um terço os valores a serem recebidos pelos desembargadores do tribunal”.

De acordo com Sartori, a adoção do índice inadequado não foi motivada por má-fé de integrantes de gestões anteriores.

Segundo o magistrado a taxa foi aplicada de acordo com uma “interpretação legal” de regras do Código Civil e do CTN (Código Tributário Nacional).

Sartori disse que houve a edição de lei em 2001 que estabelece juros de 0,5% para pagamentos de atrasados mas ela não foi aplicada à época pelo tribunal.

Segundo o presidente do TJ a proposta de alteração do índice não foi resultado de pressão do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), que em dezembro realizou uma inspeção na folha de pagamentos da corte paulista.

Bolsa “Maria Batalhão” para mulheres e ex-mulheres de militares porque o sonho de cinderela acaba no baile de formatura…( Vai trabalhar, criatura! ) 31

01/03/201216h27

Mulher de militar tenta subir rampa do Palácio do Planalto para pedir audiência com Dilma

Luana Lourenço Da Agência Brasil, em Brasília

Uma mulher tentou subir nesta quinta-feira (1°) a rampa do Palácio do Planalto para entregar um documento à presidente Dilma Rousseff, mas foi detida pelos seguranças. A presidenta da União Nacional das Esposas de Militares das Forças Armadas Brasileiras (Unemfa), Ivone Luzardo, queria protocolar um pedido de audiência com Dilma.
“Tentei subir para gerar um fato político, chamar a atenção do governo para o caos que está a família militar brasileira. Queremos uma política voltada para as mulheres de militares”, justificou.
Segundo Ivone, as mulheres de militares acabam sendo prejudicadas pela rotina de mudanças para acompanhar os maridos e têm que deixar de lado oportunidades educacionais e de trabalho. “Somos mulheres abnegadas, que dedicam suas vidas acompanhando seus maridos nos rincões do país”.
Entre as reivindicações da entidade, estão, por exemplo, a concessão de bolsas de estudo para mulheres de militares que queiram voltar a estudar e a garantia de manutenção do plano de saúde militar para as divorciadas.
As mulheres de militares também reivindicam o pagamento do reajuste de 28,86% a todos os integrantes das Forças Armadas que ficaram de fora do complemento pago pelo governo aos servidores civis e militares em 1993. Ivone foi levada para o setor de protocolo do Palácio do Planalto para entregar o pedido de audiência.

Show na USP tem ‘vale cerveja’ em protesto contra a PM 38

01/03/2012-16h14

GUILHERME GENESTRETI LUCCA ROSSI REGIANE TEIXEIRA DE SÃO PAULO

Alunos da USP estamparam a frase “Fora PM” em tíquetes de cerveja durante uma festa realizada na noite de quarta-feira (29/2) no campus da universidade no Butantã, na zona oeste de São Paulo.

O ato ocorre um dia após a proibição da entrada de um caminhão de cerveja na unidade na terça-feira (28/2).

Deborah Lindau/Arquivo Pessoal
Tíquetes de vale cerveja com os dizeres
Tíquetes de vale cerveja com os dizeres “Fora PM”, usados em show de protesto organizado por alunos da USP

A ocasião também serviu para os alunos recepcionarem os calouros com shows de artistas como Arrigo Barnabé, BNegão e Tulipa Ruiz.

O evento, organizado pelo comando de greve dos estudantes, foi ainda um protesto contra a presença da Polícia Militar no campus e um pedido de saída do reitor, João Grandino Rodas.

“A ideia [das fichinhas] surgiu durante as férias e faz parte da promoção de uma calourada mais politizada, que acontece na USP há alguns anos”, explica Jéssica Trinca, 26. “Os artistas que convidamos também fazem uma crítica social e apoiam nossas causas.”

Jéssica integra o comando de greve e foi expulsa com outros cinco estudantes da universidade em dezembro do ano passado, sob acusação de ter ocupado salas do Coseas (Coordenadoria de Assistência Social) em março de 2010.

Em entrevista à Folha em dezembro de 2011, Rodas disse que a expulsão se justifica porque não houve “simples ocupação”, mas “ações graves” –como sumiço de documentos.

“Fui expulsa por não apresentar provas de que era inocente, o que vai contra a presunção de inocência”, diz Jéssica, que era aluna do curso de letras.

A aluna de jornalismo Tatiane Ribeiro, 23, que dirige um dos centros acadêmicos que compõem a comissão gestora do Diretório Central dos Estudantes da USP, afirma que o tema da semana de calouros deste ano é a “violência e da repressão tanto dentro quanto fora do campus”.

“O evento é para que os calouros entendam melhor o que está acontecendo na universidade e que é necessário mudar”, disse a estudante.

Segundo Bruna Nóbrega, 24, aluna do curso de letras, os estudantes esperavam alguma repressão da diretoria, mas o evento ocorreu de maneira tranquila. “Não teve nenhum problema, nada disso”, diz.

“DEMOCRATIZAÇÃO DA USP”

Hoje (1/3), às 19h, será lançado um manifesto pela “democratização da USP”, que pede, entre outras coisas, a saída da PM do campus e a mudança na forma de escolha dos dirigentes da universidade, tida como “pouco democrática” e mais afeita “ao arcabouço jurídico da ditadura militar do que à Constituição Federal de 1988”, segundo o documento.

O manifesto foi assinado por 231 professores da instituição de ensino, entre eles a filósofa Marilena Chaui, o jurista Fábio Konder Comparato e Vladimir Safatle, colunista da Folha. O ato de lançamento será na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo.

Procurada, a reitoria da USP informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que a realização da festa não foi comunicada formalmente à prefeitura do campus, que é quem regulamenta esses eventos na Cidade Universitária, e que a proibição da entrada de caminhão com bebida é norma interna da instituição.

Em relação aos questionamentos quanto à forma de escolha dos dirigentes, a assessoria disse que estão ocorrendo uma série de sessões temáticas organizadas pelo conselho universitário, órgão máximo da USP, para discutir eventuais reformas no processo de eleição de quem dirige o centro de ensino.

Segundo a Polícia Militar, a inscrição da frase nos tíquetes faz parte do direito de opinião dos estudantes.

“Não arranha o nosso objetivo que é o de preservar a segurança das pessoas, inclusive a deles [dos estudantes] na universidade”, afirmou o capitão Carlos Sanches, assessor de imprensa da PM.

Vergonhosa atuação de Delegado, Perito e Promotor no caso do Hopi Hari…É mais do que evidente o “pano” que as autoridades estão passando sobre o caso com a finalidade de manter a lucratividade do parque e região….Perícia na cadeira errada, desculpa para tentativa de venda de laudo! ( prá variar ) 55

http://noticias.uol.com.br/videos/assistir.htm?video=policia-realiza-pericia-em-cadeira-errada-do-hopi-hari-04020C1C346AD4A92326

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É o fim da picada a realização de exame apenas na cadeira indicada pela parte ( interessada ).

Enfim, somos de fato um país de idiotas.