Publicado em 09/08/2013
No dia 08 de agosto, Delegados e Policiais Civis de todo o Estado de São Paulo interromperam as atividades por quatro horas, das 10h00 às 14h00. O movimento, organizado pela ADPESP, contou com a adesão de 98 por cento das mais de 2 mil delegacias do Estado. A Operação Blecaute de 8 de agosto foi o segundo ato de protesto realizado pela Polícia Civil em menos de dez dias. O movimento teve por objetivo conscientizar a população contra as péssimas condições de trabalho, a desvalorização e o sucateamento da Polícia Civil, fatores que impossibilitam a prestação de um serviço de qualidade, gerando investigações improdutivas que deixam de prender os autores de pequenos delitos, estimulando-os a praticar os grandes crimes resultando na impunidade e na progressão criminosa.
Autor: Flit Paralisante
TUCANOS E COLABORADORES – Ex-meganha beneficiário de cabide de emprego compara alunos do curso de direito da USP ao PCC 22
Coronel da segurança da USP compara alunos de direito ao PCC
Do UOL, em São Paulo
09/08/201319h35 > Atualizada 09/08/201320h37
O coronel Jefferson Almeida, ex-PM e atual diretor de Planejamento e Ações Comunitárias na Superintendência de Segurança da USP (Universidade de São Paulo) comparou nesta sexta-feira (9) os alunos de direito ao PCC (Primeiro Comando da Capital), facção criminosa que atua dentro e fora das cadeias paulistas.
Os estudantes decidiram entrar em greve nesta sexta (9) para pedir a mudança da grade do curso de direito da USP e eleições diretas para diretor e reitor na universidade.
O DCE Livre da USP postou uma foto de uma assembleia dos alunos e disse na legenda os motivos da greve e que tinha início o “primeiro Comando Aberto de Mobilizações e Greve”. Cerca de uma hora após a postagem, o coronel comentou a foto: “Primeiro Comando… só falta inserir Capital”.
No Facebook, algumas pessoas caracterizaram o comentário como “infeliz”. “Trata-se de um escândalo e absurdo sem precedentes. O suposto responsável pela segurança do conjunto da comunidade universitária uspiana simplesmente comparou estudantes da USP a criminosos!”, disse o DCE um nota publicada em seu site.
Resposta
Em nota enviada por meio da assessoria da USP, o coronel disse que não quis ofender o movimento. “Minha postagem no Facebook não compara os alunos de direito ao PCC. Foi apenas uma simples frase inserida dentro do estado democrático de direito, feito como um cidadão. Ressalto que em nenhum momento quis ofender o movimento estudantil, movimento este que entendo legítimo e necessário para as mudanças políticas em nosso país.”
OUTRA BARBARIDADE : Família de GCM chacinada 44
Subcomandante da Guarda Civil de Mairinque e esposa são executados
Laercio de Souza Lanes, subcomandante da Guarda Civil de Mairinque e sua esposa, Lindalva Prado Lanes, foram executados a tiros na noite desta sexta-feira (9). Um dos filhos do casal, de 10 anos, também foi baleado e socorrido em estado grave. Os três foram surpreendidos na casa da família, na rua Maria dos Santos Bernardo, Jardim Vitória. De acordo com as primeiras informações, Laercio foi atingido por um tiro na nuca, Lindalva nas costas e o garoto na cabeça. O menino foi internado no Hospital Regional de Sorocaba.
Os dois carros da família que estavam na casa foram levados. Um Ford Fiesta que seria de Lindalva, utilizado pelos criminosos para a fuga, capotou nas proximidades da residência. O de Laercio, um Pálio, foi incendiado em um bairro próximo. Não há informações sobre presos.
ADPESP – Operação Blecaute: Até Quando? Reage Interior! Dia 13 de agosto em Ribeirão Preto 157
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Caros Colegas
Propinoduto Tucano 29
Polícia Civil faz ‘operação blecaute’ e protesta na porta do DHPP 63
Policiais foram às ruas por melhores salários e condições de trabalho e pediram a saída do governador Geraldo Alckmin

Vagner Magalhães Direto de São Paulo
Cerca de 200 policiais civis fizeram um protesto na tarde desta quinta-feira, pelas ruas da região central de São Paulo. O ato, que começou na avenida Ipiranga, passou pela frente do Palácio da Polícia, onde fica a sede da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), e seguiu para a sede da Secretaria de Segurança Pública. Na pauta, pedidos de melhoria de salários e condições de trabalho nas delegacias do Estado, e críticas contra o governador do Estado, Geraldo Alckmin (PSDB). Os policiais, inclusive, pediram a saída do tucano do governo.
Dois gritos de “guerra”, gravados e difundidos por um carro de som, deram o tom da manifestação. “Polícia acordou, o povo decidiu, PSDB, pior salário do Brasil” e “Segurança para o povo é paga com tributo, não pode ser usada pra pagar propinoduto.”
A manifestação foi promovida pela Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (Adpesp), que afirma representar mais de 4 mil delegados de polícia. Desde segunda-feira há uma grande movimentação em frente ao DHPP por conta das investigações sobre a morte de dois policiais militares e mais três integrantes da família, na Vila Brasilândia, zona norte da capital paulista.
A paralisação ocorreu por quatro horas, das 10h às 14h. Nesta quinta-feira, parte das delegacias permaneceram de portas abertas, mas com as atividades paralisadas. Segundo a entidade, a cada 10 dias um delegado deixa a carreira por conta da má remuneração.
Segundo a Adpesp, 44 DPs em São Paulo aderiram à paralisação nesta quinta-feira. Ao todo, a capital paulista tem 103 distritos policiais.
Além de São Paulo, paralisaram os serviços DPs das cidades de Jundiaí, São José dos Campos, São João da Boa Vista, Presidente Prudente, Campinas, São Joaquim da Barra, Piracicaba, Aguaí, Limeira, Sertãozinho, Águas da Prata, Ribeirão Preto, Casa Branca, Santa Cruz do Rio Pardo, Ourinhos, Monte Alto, Parque São Rafael, Rio Claro, Americana, Monte Aprazível, Bebedouro, Serra Negra, Lindoia, Jaboticabal, Santa Maria da Serra, Avaré, Jaú, Paulínia, Lins, Socorro, Araraquara, Mongaguá, Sumaré, Aguas de Lindóia, Amparo, Presidente Prudente, Ubarana, Zacarias, São Caetano, Registro, Santa Cruz das Palmeiras, Tambaú, Caconde, Tapiratiba, Mococa, Itabi, Barretos, Divinolândia, Ibitinga, Agudos, Torrinha, São Sebastião da Grama, Suzanópolis, Adamantina, Itu, Matão, São Carlos, Santana Passa Quatro, Santana de Parnaíba, Votuporanga, Pitangueiras, Jaboticabal, Guariba, Dumond, Taquaral, Bauru, Barrinha, Pradópolis, Bragança Paulista, Nazaré Paulista, Atibaia, Bom Jesus dos Perdões, Joanópolis, Pedra Bela, Pinhalzinho, Piracaia, Tuiuti, Vargem, Peruíbe, Ibirá, Palestina, Orindiúva, Olímpia, Altair, Iracemápolis, Cordeirópolis, São José do Rio Preto e Adamantina.
RESPOSTA DA SSP AO JORNAL O IMPARCIAL SOBRE AS DECLARAÇÕES DO SIPOL DE PRESIDENTE PRUDENTE E REGIÃO. 29
sipol-prudente.blogspot.com.br
“1 – A SSP informa, por meio de sua Assessoria de Imprensa, que respeita todo tipo de manifestação e acredita que as autoridades responsáveis pelos departamentos e pelas unidades policiais vão assegurar que não haja prejuízos à população.
E para os céticos: “Quem não apóia seu Sindicato não trabalha contro o Sindicato. Trabalha contra SI próprio, contra os COLEGAS e contra a própria família, pois toda luta sindical, essa sim é pra VOCÊ”. Obs. Não é crítica, é um pedido de conscientização e apoio.
Policiais civis fazem protesto na região central de São Paulo 51
Manifestantes caminhavam em direção à Secretaria da Segurança Pública.
Policiais pedem melhores salários e condições de trabalho.
Do G1 São Paulo

Cerca de 300 delegados e policiais civis faziam uma manifestação às 15h20 desta quinta-feira (8) nas ruas da região central de São Paulo, segundo a Polícia Militar. Delegacias de todo o estado tiveram suas atividades paralisadas em protesto entre as 10h e as 14h desta quinta.
Os manifestantes bloquearam vias do Centro durante a caminhada em direção à secretaria. A categoria protestava por melhores condições de trabalho e por maiores salários.
Em nota, a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo disse que respeita qualquer tipo de manifestação. A pasta afirmou, porém, que os policiais civis de todo o estado tiveram recomposição salarial, na qual receberam 27,7% de aumento nos últimos dois anos.
Protesto anterior
Delegados e policiais civis de São Paulo também fizeram uma paralisação semelhante no dia 29 de julho. A paralisação, que começou oficialmente às 10h, se estendeu por um período de duas horas, segundo a ADPESP.
De acordo com a associação, cerca de 80% dos mais de mil distritos policias paulistas participaram do ato e paralisaram temporariamente as atividades. Durante o protesto, a delegacias permaneceram com as portas abertas, mas os policiais não atendiam a população.
CREDIBILIDADE NO LIXO: PSDB quer instituir uma investigação privada para esconder a corrupção no metrô 14
Governo de SP vai lançar comissão independente para investigar contratos
BRUNO BOGHOSSIAN
DO PAINEL
O governo de São Paulo vai lançar na manhã desta sexta-feira uma comissão externa, formada por representantes de entidades e organizações da sociedade civil, para investigar as denúncias de formação de cartel em licitações dos sistemas de trem e metrô do Estado.
O objetivo da gestão Geraldo Alckmin (PSDB) é passar a imagem de que está colaborando com a apuração do caso e que o Estado é vítima de um acordo entre as empresas que venceram as concorrências.
O grupo será formado por ao menos 15 integrantes, indicados por instituições e entidades de classe como OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), ABI (Associação Brasileira de Imprensa), Transparência Brasil, MCCE (Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral) e Instituto Ethos.
A comissão, segundo integrantes do Palácio dos Bandeirantes, terá independência para investigar as denúncias e terá acesso a documentos do governo e da Corregedoria-Geral da Administração.
CADE
O caso já é investigado pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) a partir de denúncia da multinacional alemã Siemens. A Folha revelou que a empresa apresentou às autoridades brasileiras documentos nos quais afirma que o governo paulista soube e deu aval à formação de um cartel.
A negociação com representantes do Estado, segundo a Siemens, está registrada em “diários” apresentados pela empresa ao Conselho.
Em troca das informações, a empresa assinou com o Cade um acordo de leniência, que pode lhe garantir imunidade caso o cartel seja confirmado e punido.
De acordo com os documentos apresentados pela empresa, o suposto conluio ocorreu no período dos governos de Mário Covas, Geraldo Alckmin e José Serra, todos do PSDB.
Alckmin negou que o governo tenha dado aval à formação de um cartel para a licitação da linha 5 e disse que, caso algo seja provado e exista um agente público envolvido, ele será rigorosamente punido.
O governo de Alckmin chegou a ir à Justiça para obter documentos sobre investigação de cartel mas teve o pedido negado.
Major Olímpio – Manifestação de Policiais 18
DENARC : Número de delegacias passa de 10 para 6 e o total de funcionários cairá de 400 para 220 39
Após escândalo, Denarc é reduzido e tem nome alterado
Nº de delegacias passa de 10 para 6 e o total de funcionários deve ir de 400 para 220; sigla inclui agora ‘Prevenção’
O suposto esquema de extorsão, tortura e sequestro de traficantes, envolvendo policiais do Departamento de Narcóticos de São Paulo, que levou à prisão temporária de 13 agentes, provocou uma profunda reformulação na pasta, anunciada ontem por decreto no Diário Oficial do Estado.
As mudanças atingiram desde o nome do departamento, passando pelo tamanho, estrutura e atividades. “O principal objetivo é fortalecer as ações do departamento e o controle sobre suas atividades”, disse o secretário de Segurança Pública, Fernando Grella Vieira.
A sigla do departamento permanece a mesma. Mas o Denarc passa a se chamar Departamento Estadual de Prevenção e Repressão ao Narcotráfico (foi acrescentado o termo Prevenção ao antigo nome). O limite de atuação também fica restrito à capital, em vez de compreender todo o Estado.
“As investigações no interior só devem ocorrer em casos excepcionais, com autorização do diretor do departamento”, afirma Grella.
Ainda será criada uma Unidade de Contrainteligência Policial (Ucip) para identificar vazamentos de informações que possam prejudicar o trabalho investigativo. Em relação à estrutura, serão também criadas a Divisão de Investigações Sobre Entorpecentes (Dise), que substituirá as extintas Divisão de Investigações Gerais (DIG) e a Divisão Especial de Apoio (Deap). A nova organização reduz em quatro o total de delegacias subordinadas às antigas divisões, passando de 10 para 6.
O trabalho da Dise será concentrado em investigar o tráfico na capital, combatendo organizações criminosas. Segundo o secretário de Segurança, o total de funcionários do departamento deve cair de 400 para cerca de 220.
Vereador Reis recebe o delegado George Melão no programa “Sala de Visitas” da TV Câmara 6
Publicado em 02/08/2013
Reis recebe George Melão, Presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia Civil de São Paulo, no programa “Sala de Visitas” da TV Câmara. Neste programa, discutem a situação de abandono da carreira dos delegados de polícia no estado de SP e a falta de condições de trabalho devido ao sucateamento imposto ao departamento durante estes 20 anos de governo do PSDB.
Cartel pode ter provocado rombo de mais R$ 577 milhões em SP 14
Publicado em 07/08/2013
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Reportagem de Sandro Barboza
Edição de De guide
Imagens de Josenildo Tavares e arquivo Band
Fábio Morrone : CAROS FILIADOS E COLEGAS POLICIAIS CIVIS 57
CAROS FILIADOS E COLEGAS POLICIAIS CIVIS.
Cristiano Pavini : A Polícia Civil caminha para a extinção no Estado de São Paulo 58
Investigação em queda livre
Em contrapartida, neste mesmo período a população do Estado cresceu em 10%, segundo dados da Fundação Seade.








