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A PM está em todo lugar, mas sempre depois da tragédia!
Amanha Sábado a partir das 8 Hs da Manha na wwwshowtimeradio.com.br Carlos Brickmann estará discutindo os problemas salariais da Policia Civil ,e as 10 Hs Percival de Souza ,as 11 hs James Akel ,e as 11,30 Palmério Dória
oão Alkimin é radialista – http://www.showtimeradio.com.br/
SÃO PAULO – O presidente estadual do PSDB, deputado federal Duarte Nogueira, afirmou ao Estado que as declarações do vereador e coronel Paulo Adriano Telhada (PSDB) são “um desabafo”. “Ele é da corporação, foi eleito com votos da categoria, defendendo ideias e a própria PM, o que é justo e correto”, afirmou nesta quinta-feira, 26. Telhado disse no Facebook que o governo de Geraldo Alckmin não havia sido leal com a PM e tratava os policiais militares como “filhos bastardos”.

As declarações do vereador tucano foram uma reação ao anúncio de aumento de salário para policiais civis feito na quarta-feira, 25, pelo governador Alckmin. Nogueira tentou diminuir a temperatura da crise aberta entre o partido e seu principal representante na área da segurança pública. O presidente estadual do PSDB explicou a política salarial do governo para a segurança pública. Disse que a adminsitração concedeu 7% de reajuste para todas as carreiras, para os ativos e para os inativos. “Nos últimos três anos, os reajustes acumulados somaram 36,9%. A inflação medida pelo IPC da Fipe ficou em 19,09%. Assim, houve um aumento real de 17,9%”, disse.
Nogueira afirmou ainda que o governo concedeu ontem uma gratificação para os delegados da ativa em função do reconhecimento de que a carreira deles é jurídica, conforme lei votada em 2012 pela Assembleia Legislativa. “Nas próximas duas semanas, o governo vai apresentar o plano para as carreiras policiais militares, valorizando-as, o que é o objetivo da administração. Nós respeitamos a opinião do Telhada e faremos todo o esforço para evitar o desalinhamento das carreiras civis e militares para que todos trabalhem juntos pela segurança pública”, afirmou Nogueira
Sobre a decisão do deputado major Olímpio Gomes (PDT) de defender greve dos PMs e convocar uma marcha ao Palácio, Nogueira disse que “isso é jogar no quanto pior, melhor”. “Temos de construir e não destruir, pois é isso que a população deseja”.
Operação “feijão com arroz”“Desacompanhada do costumeiro presunto quentinho, recheado de azeitonas de chumbo, feito na periferia”
Acima de todos os poderes está o Poder Político que emana do povo. Em
nome deste, seus representantes elaboram as leis e fazem a condução
política dos negócios públicos.
O reconhecimento de que o delegado de polícia exerce carreira jurídica,
deu-se pelo devido processo legal e não no “pau”, bem ao estilo PM
.
Reconhecimento prestigiado por diversas autoridades e renomadas personalidades da sociedade civil organizada, através de inúmeros ofícios subscritos e endereçados ao exmo governador.
O mesmo se diga, em relação à exigência do nível universitário para
escrivães e investigadores.
É necessário que exista uma postura mais enérgica do governo em
relação àqueles que se acham integrantes de outro “estado” dentro do
Estado. Urge que a sociedade civil organizada se mobilize para que se
abra essa caixa de pandora que é a administração da PM, principalmente
na área financeira.
A população deste Estado deve ser informada sobre quanto custa aos
cofres públicos a folha de pagamento da PM, e nesta, o que corresponde
aos oficiais, principalmente coronéis no serviço ativo e na reserva.
A população precisa ser informada que a carreira na polícia militar é
de apenas 30 anos, exigível apenas 20 de corporação para se aposentar
com vencimentos integrais e no posto imediato. Informada de que
durante os quatro anos de Academia do Barro Branco, os alunos não
fazem nada, a não ser estudar e ganham como praças, no último ano
como sargento e ainda contam o tempo para fins de aposentadoria. Com
direito a alimentação, alojamento e uniforme pagos pelo dinheiro do
contribuinte deste Estado.
Pensões de Oficiais, entre os quais coronéis, percebidas por filhas
solteiras, apenas no papel.
Corporação com atuação operacional que vê a população como “inimiga” de guerra. Covardemente os “Resistência seguida de Morte”, quase sempre
ocorrem durante as madrugadas, em locais ermos da periferia de São Paulo. As
vítimas, geralmente pessoas humildes.Quando são surpreendidos por
monitoramento de câmeras, como por exemplo no caso do assassinato do
publicitário em Pinheiros, onde “entrujaram” maconha no carro dele, se
revela o “modus operandi” padrão da corporação. Além de assassinar, rotulam as vítimas de marginais. Basta relembrar que, em razão do despreparo em lidar com legítimas mobilizações populares, um tiro com bala de borracha disparado em cheio no rosto de uma
jornalista da Folha, desencadeou uma verdadeira revolta popular,
reproduzida em inúmeras outras manifestações de rua.
Na atual gestão da Secretaria da Segurança Pública, voltada à
irrestrita observância dos direitos e garantias individuais, não estão
se repetindo as matanças periféricas recorrentes do segundo semestre
do ano passado, ainda na gestão do desequilibrado grampeador de
telefones, travestido de operador do direito.
Quem merece atenção especial do governo, em termos de política
remuneratória na PM, são as praças do policiamento ostensivo. Aí sim,
tive a oportunidade de trabalhar em plantões, durante anos, com muitos
patrulheiros merecedores do meu respeito pela dedicação, coragem e
companheirismo que demonstravam. Oficial no patrulhamento, raramente
encontrava um ou outro tenente. Quer encontrá-los? Se for quarta ou
sexta a tarde estão jogando o “futebolzinho” no quartel ou estão nos
gabinetes fazendo planilhas de excel, ou cursos em outros estados da
federação ou no exterior, tudo pago com dinheiro do contribuinte.
Pergunta para um patrulheiro da PM que trabalha em Companhia de
Policiamento na periferia de São Paulo, em quem ele confia mais, no
Delegado de Plantão ou no Comandante de Pelotão? ou da Companhia? ou
do Batalhão?
Se for agora nas delegacias do Decap, com certeza vai encontrar um delegado de polícia de 1ª classe tirando plantão. Faça o mesmo em qualquer quartel da PM deste Estado para ver se você encontra algum Tenente Coronel. As 18h00 já foram para casa, levados pelo soldado PM, motorista particular.
Gostaria que me respondessem o que tem de jurídico nas atividades
desempenhadas pelos oficiais do Corpo de Bombeiros da PM?
Oficial na PM esta ganhando bem demais, o que o Srº Governador fez de
concreto até agora com esse pequeno aumento a mais ofertado aos
delegados, investigadores e escrivães da polícia civil foi compensar o
posto imediato que só tem para a PM. Falta compensar agora o tempo de
serviço para se aposentar com integralidade e paridade, vez que só na
PM é trinta anos.
Em tempo Srº Governador: Procura consultar no Portal da Transparência
São Paulo, qual é o salário desses coronéis da reserva, presidentes de
entidades de classe, autores dessas notas de repúdio.
Sabe o que vai encontrar? “RETP Turbinado”, “Gratificação de Instrução
Incorporada”, “Nível Universitário” e outras”coisitas” mais
Deputado Major Olímpio convoca todos os Policiais Civis, Militares, Pensionistas, agentes penitenciários, para mobilizações em prol da Família Policial do Estado de São Paulo
GUERRA, ESTOU LENDO CERTO, VAI INVADIR A SEDE DO GOVERNO???
O deputado estadual major Olímpio Gomes (PDT) afirmou nesta quinta-feira (26) que vai “pôr a tropa da ativa na rua” e “fechar a frente do Palácio dos Bandeirantes”.
Olímpio foi um dos líderes da manifestação dos policiais civis – da qual também participaram militares aposentados –em 2008. Ela terminou em confronto na frente da sede do governo paulista com os PMs que defendiam a sede do governo paulista. “Desta vez vai ser bem pior, pois não vai haver Tropa de Choque para defender o governo”, ameaçou o deputado.
Olímpio está cada vez mais próximo do vereador e também coronel da PM, Paulo Telhada (PSDB). Em seu Facebook, Telhada disse que o governador Geraldo Alckmin trata os PMs como “filhos bastardos”. A reação dos dois ocorre um dia depois de o governo do Estado anunciar a decisão de aumentar os salários dos policiais civis.
Conhecido pelo tom incendiário de seus discursos, Olímpio afirmou que a marcha ao Palácio vai ocorrer na próxima semana. Ele disse ainda que vai começar a prepará-la nesta quinta, às 16h, quando organizará protestos em frente à sede da Tropa de Choque, no centro, e do quartel do Comando Geral, na Praça Coronel Fernando Prestes, também no centro de São Paulo.
“Não somos contrários ao que foi concedido aos delegados e investigadores. Mas o governo decidiu promover essa guerra ao não conceder nada aos policiais militares, à Polícia Científica e às 12 carreiras da Polícia Civil”, afirmou o deputado.
Olímpio votou a favor da emenda que tornou os delegados uma carreira jurídica em 2012. Foi essa lei que, segundo o governo do Estado, criou agora a obrigação de se reajustar os salários dos delegados. “Mas também votei pelo reconhecimento do curso superior para os soldados”, disse.
A ideia é fazer “feijão com arroz” durante o cotidiano policial, disseram coronéis que participaram nessa quarta-feira, 25, da reunião no Comando-Geral. O descontentamento contra a decisão do governo de anunciar medidas que beneficiam a Polícia Civil causou enorme estrago nos ânimos da corporação. A presença do comandante-geral, Benedito Roberto Meira, no evento em que ocorreu o anúncio provocou críticas pesadas dos oficiais. Meira havia marcado a reunião para as 14h de ontem. Remarcou e apareceu às 16h.
A presença dele ao lado de Geraldo Alckmin (PSDB) foi vista como apego ao cargo. O contraponto citado foi o do coronel Claudionor Lisboa, que foi comandante-geral no governo Mário Covas. No período em que a PM era criticada pelo então secretário José Afonso da Silva, Lisboa rebatia abertamente o secretário.
Entre as frases mencionadas pelos coronéis, eles disseram que dois PMs morreram em serviço nos últimos dez dias. A ironia, segundo eles, é que o prêmio acabou sendo o aumento da Polícia Civil. Alguns explicaram que o estrago já havia sido feito e que não era necessário decretar a “greve branca”. A corporação, quando desanimada, diminui naturalmente o ritmo.
A crise entre os oficiais da PM e a Secretaria da Segurança começou há três meses. Coronéis, tenentes-coronéis e até capitães já aderiram ao movimento. Eles estão conversando com a tropa, explicando o que chamam de “preconceito” do secretário de Segurança, Fernando Grella Vieira, contra a PM. Também falam das ideias do movimento. O Estado procurou Grella, que não quis se manifestar. À noite, ele foi ao Palácio dos Bandeirantes. Ao mesmo tempo, oficiais procuram interlocutores no governo para bombardear os planos do secretário.
A tensão entre PMs e policiais civis fez com que reuniões conjuntas de análises criminais fossem canceladas. Mas a tensão ainda não se reflete no policiamento cotidiano. Os oficiais ouvidos pelo Estado disseram que ainda acreditam na solução política do governador Geraldo Alckmin. Eles buscaram também o apoio de ex-secretários de Segurança Pública, como Antonio Ferreira Pinto – hoje assessor do presidente da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, pré-candidato do PMDB às eleições para o governo em 2014.
Os oficiais obtiveram o apoio de todos os ex-comandantes-gerais. Eles se reuniram na Câmara paulistana – incluindo o coronel Alvaro Camilo, vereador pelo PSD do ex-prefeito Gilberto Kassab, outro pré-candidato ao governo.
Para segurar o possível descontentamento da tropa, o governo aposta no pagamento de bônus de produtividade para a redução de criminalidade e em um projeto que prevê 50 mil promoções para a base da PM.
Em nota, o presidente da Associação dos Oficiais, coronel Salvador Pettinato Neto, criticou o projeto. “Ressuscitar propostas populistas que só serviram para alavancar projetos pessoais, de quem se serviu do cargo para almejar carreira solo política, como promoções em massa e a transformação de vagas entre diferentes postos e graduações, em nada adianta no momento senão para confundir a cabeça dos políticos e dar ao governo munição para conceder algumas delas em ‘compensação’ pela perda de isonomia.”
Para a presidente da Associação dos Delegados, Marilda Pansonato, nunca houve isonomia. “Os salários dos oficiais são imensamente maiores. Queremos salários dignos. Hoje São Paulo paga o pior salário do País aos delegados.”
SÃO PAULO – Vereador do PSDB e principal representante da bancada da segurança do partido, o coronel Paulo Adriano Telhada afirmou nesta quinta-feira, 26, que o governo de Geraldo Alckmin não foi leal com a Polícia Militar e tratou seus integrantes como “filhos bastardos”. “Fico pensando como seria um dia de greve da Polícia Militar no Estado todo. Será que só dessa maneira, golpeando o governo e fazendo a população sofrer, é que se consegue o reconhecimento devido?”, questionou o tucano.
As declarações de Telhada estão em seu perfil no Facebook. Elas dão a dimensão da crise entre o governo e a PM deflagrada pela decisão de Geraldo Alckmin de conceder aumento salarial diferenciado para delegados, investigadores e escrivães. Na quarta-feira, 25, o governador anunciou o fim da equiparação salarial entre as Polícias Civil e a Militar. Os delegados devem ter 10,5% de reajuste neste ano e mais 15% no próximo, fazendo com que o menor salário deles suba de R$ 7,5 mil para R$ 10 mil. Para as outras carreiras da Polícia Civil, os reajustes devem chegar a até 27%. Para a PM, nada foi anunciado. Só a promessa de estudar compensações. A decisão causou revolta entre oficiais da PM. Telhada disse se sentir como um “palhaço”.

Em silêncio até então, Telhada, que teve 89 mil votos e foi o segundo vereador mais votado do partido, resolveu desabafar. O tucano só não disse se vai deixar o partido – ele pretende se candidatar a deputado estadual em 2014 e havia estado no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, no fim de semana, quando havia sido convencido a ficar no partido. “Aqui fica minha indignação pela maneira equivocada e desvalorizada com que o governo de São Paulo tem tratado a Polícia Militar”, disse ele em seu perfil, seguido por 136 mil pessoas.