Comentário sobre variação da criminalidade no tempo e no espaço
Esclarecimento de crime.
Embora figure como indicador de atividade policial a ser consolidado no Boletim Estatístico Eletrônico, não existe em nenhum ato normativo da polícia civil o que deve ser entendido como crime esclarecido, ou seja, não existe um critério uniforme a ser obedecido por todas as unidades policiais na tabulação deste indicador de atividade policial. Cada unidade faz a totalização de casos do jeito que quiser. Sendo assim, não existe como calcular o percentual de esclarecimento nos milhares de crimes de roubo que assolam São Paulo.
Roubo de veículo
Nos casos de roubos de veículos, tivemos importantes iniciativas do SSP para minimizar o problema, as quais ao longo do tempo demonstrarão que as iniciativas foram corretas, mas necessitam de permanente aplicação, tais como:
1)Licitações (com os processos licitatórios e os contratos deles decorrentes sempre submetidos à consultoria jurídica da pasta para evitar os desvios de verbas como nos recorrentes escândalos de corrupção na área de tecnologia da informação, diga-se de passagem, até hoje sem punição de seus responsáveis que continuam trabalhando em setores importantes da polícia) para sucateamento de veículos abandonados nos pátios de recolhimento e
2) Fiscalizações por força tarefa nos desmanches não apenas de veículos, mas também de motos e caminhões. Para combater a estabelecida corrupção instalada no setor, a fiscalização tem que ser feita por força tarefa e não apenas centralizada numa única delegacia. A força tarefa necessariamente integrada por representante do Ministério Público, da Secretaria da Fazenda e da Prefeitura Municipal. Existem desmanches que só aparentam estarem fechados. Continuam desmontando veículos com as portas abaixadas. Só abrem as portas quando os pequenos caminhões que lá adentraram saem carregados de “pacotes”. A fiscalização tem que estar atenta a esse detalhe e emparedar a estrada desses estabelecimentos.
Para uma análise mais detalhada do roubo de veículos seria conveniente desmembrar os veículos das motos e fazer uma análise para cada um. Ambas as frotas aumentaram, em razão da oferta, aumentaram também os roubos, mas a frota de motociclo, percentualmente, cresceu mais do que a de veículos e a facilidade de roubar moto é bem maior do que a de veículos. Por conta disso aumentaram também os latrocínios quando o bem visado foi motocicleta.
O mês de novembro, sazonalmente, é de aumento de roubo, portanto demanda especial atenção no planejamento de ações preventivas e repressivas para essa modalidade criminosa em contínua tendência de aumento.

Capitão CAVERRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRNNNNNNNNNNNNNNAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!!!!!
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Ora, se você pegar um homem e colocar sua cabeça na forno, aquecer 320 graus e colocar seus pés na geladeira com 40 graus negativos, na média ele está confortável, uma vez que mais de 70% do seu corpo estão fora dos extremos. A questão é mantê-lo vivo. Qualquer comparação com a Segurança Pública do Brasil é mera coincidência.
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PARABÉN AO POLICIAL NORTE-AMERICANO QUE ATENDEU E ENTENDEU O CHAMADO DA VÍTIMA
Mulher agredida finge pedir pizza para acionar polícia
Policial que atendeu à ocorrência conseguiu entender a mensagem da vítima e socorrê-la
30/10/2014 – 14:00
Diga não à violência contra a mulherUma mulher norte-americana vítima de violência doméstica,virou notícia internacional por sua agilidade em pedir atendimento à polícia fingindo ao companheiro que comprava uma pizza por telefone.
Ela ligou para a emergência enquanto o agressor estava ao seu lado. Inicialmente, o policial estranhou, mas depois de ela confirmar várias vezes que precisava de ajuda, ele encaminhou uma viatura até a residência.
Ele também se convenceu depois de verificar o registro de outros casos de agressão no mesmo endereço.
O agressor foi encontrado no local e preso.
Veja abaixo como foi a conversa entre a mulher e o policial.
“- 911, qual é a emergência?
– Rua Maine, 123
– Ok, o que está acontecendo aí?
– Eu gostaria de pedir uma pizza
– A senhora ligou para o serviço de emergência
– Sim, eu sei. Quero uma pizza grande, meia pepperoni, meia cogumelo com pimentão
– Mmmm, desculpe, você sabe que ligou para o 911, certo?
– Sim, você sabe quanto tempo vai demorar?
– Ok, está tudo bem aí? A senhora está em uma emergência?
– Sim, estou
– E não pode falar porque tem alguém ao seu lado?
– Correto. Você sabe quanto tempo vai demorar?
– Tenho um policial há cerca de dois quilômetros da sua casa. Há alguma arma na casa?
– Não, até logo, obrigada”
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