Execuções do PCC no ‘tribunal’ são diárias
- 15 de setembro de 2012 |
- 23h30
RICARDO BRANDT, DE CAMPINAS
Em 2001, após o Primeiro Comando da Capital (PCC) organizar sua primeira rebelião em série nos presídios paulistas, o promotor de Execuções Penais e corregedor do Complexo Penitenciário Campinas-Hortolândia, Herbert Teixeira Mendes, alertava as autoridades sobre a força crescente da facção. Hoje, mais de dez anos depois, ele afirma, em entrevista ao JT, que todo o sistema carcerário está dominado pelo PCC e que sentenças de morte são dadas diariamente pelos criminosos.
“Tribunais do crime”, como o ocorrido em Várzea Paulista, que resultou na operação da Rota com nove mortos e cinco presos, são uma exceção? O julgamento choca mais porque mostra uma audácia. Ele fere porque humilha, mas há julgamentos a todo momento. São eles ajustando contas entre si, ou punindo outros criminosos, ou criminosos que delatam. Essa caricatura chama mais a atenção, ela mostra certa ousadia. Não vou entrar no mérito desse caso, mas execuções acontecem diariamente. Recebo mensalmente atestados de óbito com instrumento perfuro contundente no crânio.
Facções criminosas existem em sistemas prisionais pelo mundo. O PCC difere da realidade de outras prisões? Sim. Eles não atuam só no interior dos presídios. O sistema deles de arrecadação, de cometimento de crimes, de obtenção de dinheiro, tanto é no interior dos presídios como fora. É uma espécie de franchising.
Desde 2006, quando houve outra megarrebelião e os ataques em série no Estado, o que aconteceu com o PCC? Passou a existir um acompanhamento contínuo pelas instituições estatais, mas isso não diminuiu a atividade criminosa. Não existe nenhum dado de redução do tráfico de drogas. Ocorre a tentativa de barrar operações ousadas contra o Estado.
E as condições internas dos presídios melhoraram desde a consolidação do PCC como grupo dominante dos presídios? Pioraram. Até 2006, São Paulo investiu na criação de vagas. Não foram criadas vagas de 2006 até agora no mesmo ritmo de a partir de 1995. Por baixo, hoje os presídios estão 30% mais superlotados do que em 2006.
Então, por que o PCC não faz mais rebeliões? Porque estão interessados em ganhar dinheiro. Se especializaram, como as grandes facções criminosas, em ter maior poder econômico.
Por que não há um enfrentamento do Estado para desarticular a facção? O Estado tem dificuldade. Percebo que há empenho de controlar o grupo ao máximo possível. Uma ação para desestabilizar ou realmente acabar é difícil. É uma ação de longo prazo, que tem de ser permanente e é muito desgastante.
DEPOIS QUE O BRASIL PASSOU A COMERCIALIZAR APARELHOS CELULARES, A FACÇÃO pcc QUE ANDAVA MEIA ADORMECIDA POR FALTA DE COMUNICAÇÃO, PASSOU A TER MUITA FORÇA, POIS OS PRESOS POSSUEM CELULARES E A COMUNICAÇÃO É A MAIOR ARMA DELES !
ACABEM COM OS CELULARES DENTRO DOS PRESÍDIOS E CADEIAS PARA VER SE O PODER DELES SÃO TÃO FORTES !
OBIVIO QUE EXISTE AS COMUNICAÇÕES POR ESCRITAS E ATRAVÉS DE VISITAS TANTO DE PARENTES COMO DE ADVOGADOS, MAS O PODER DELES É REDUZIDO DRASTICAMENTE SEM O CELULAR !
BOTA A PM NAS MURALHAS E PARA FAZER REVISTAS NAS VISITAS PARA VER SE NÃO DIMINUI O PODER DESSE FAMIGERADO pcc.
O pcc SÓ EXISTE POR RAZÕES DE DECISÕES INCOMPETENTES DOS GOVERNADORES !
COLOQUEM A PM PARA FAZER A SEGURANÇA EXTERNA DAS CADEIAS E PRESÍDIOS E TAMBÉM PARA REALIZAR AS REVISTAS EM QUALQUER PESSOA QUE ACESSE O INTERIOR DO SISTEMA PARA VER SE NÃO ACABA COM ESSA PALHAÇADA !
DESDE QUE O GOVERNADOR TIROU A PM DA GUARDA EXTERNA DAS CADEIAS E PRESÍDIOS COINCIDIU COM A CHEGADA E FACILIDADES PARA ADQUIRIR UM TELEFONE CELULAR AQUI NO BRASIL, DESDE DE ENTÃO O SISTEMA CARCERÁRIO VIROU UMA BOSTA !
É FÁCIL FÁCIL DE RESOLVER ESSA MERDA QUE FIZERAM, É SÓ CONSERTAR O QUE NUNCA DEVIA TER FEITO !
SIMPLES SIMPLES, SÓ FALTA VONTADE POLÍTICA PARA CONTROLAR ESSA SITUAÇÃO, POIS PRESOS SEM COMUNICAÇÃO NÃO É NADA !
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SERÁ QUE É VERDADE.
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É isso aí onde o PSDB e o PT governam o ‘poder paralelo’ cresce!
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do que esse promotor está falando? pcc não existe!
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Militares iniciam campanha nacional anti-PT
06 de agosto de 2012
Macro Sul Notícias
Militares entrevistados em Copacabana na passeata pelo reajuste manifestaram enorme decepção com administração do Partido dos Trabalhadores, marcado por escândalos como Mensalão e Cachoeira.
“Pensávamos que seria um governo de um homem do povo para o povo, mas tudo indica que se transformou no governo dos escândalos e favorecimentos ilícitos”- disse um dos militares.”
Os militares das Forças Armadas somam mais de 600.000 entre os que estão em atividade e os da reserva. Somados com seus dependentes e círculos de influência esse quantitativo pode passar de 5 milhões de pessoas. Um número que definitivamente pode mudar os rumos de qualquer eleição.
Militares estaduais também estão insatisfeitos com o governo federal, que não facilitou para que as negociações sobre a PEC 300 prosseguissem. Na passeata em Copacabana verificou-se a presença de lideranças dos policiais e bombeiros do Rio de Janeiro, e isso acena para uma possível união de militares federais e estaduais.
Se isso se concretizar e chegar às urnas certamente será um problema a mais para os políticos vermelhos. Os militares das Forças Armadas, comumente, são homens de conduta ilibada e bem relacionados, é frequente assumirem cargos de síndico em seus edifícios, diáconos em igrejas católicas e evangélicas, pastores e líderes comunitários.
Homens acostumados a liderar e aptos para discursar diante de pequenos e médios grupos, eles representam realmente um perigo em potencial para o partido da situação, se resolverem usar sua influência para um objetivo comum.
Pesquisas demonstram que as Forças Armadas são as instituições com maior credibilidade no Brasil, o que confirma que os militares brasileiros gozam de boa reputação junto à sociedade.
Nos últimos meses há frequente divergência entre militares das Forças Armadas e o governo. Manifesto Interclubes, abaixo-assinado dos oficias e marcha virtual, são exemplos de grandes questões surgidas ainda esse ano. Essa aparente queda de braço com os militares pode causar bastante prejuízo político, já a curtíssimo prazo.
Vamos repassar esta mensagem a todos os amigos militares e amigos anti “PT” para que tenhamos uma verdadeira virada no governo municipal para depois mudarmos também os governos estaduais e federal.
Talvez assim consigamos melhorar este país…
(*) Fonte: http://sulnoticias.blogspot.com.br/2012/07/militares-iniciam-campanha-nacional.html– “Uma pessoa realmente feliz é aquela que segue devagar pela estrada da vida, desfrutando o cenário, parando nos pontos mais interessantes e descobrindo atalhos para lugares maravilhosos que poucos conhecem.”
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Boa Noite!
Senhoras e Senhores.
Muito se fala em como combater estes manifestos e integrantes do crime. Mas nunca realmente se estudou um jeito de se combater friamente e de se eliminar este problema pela raiz.
Desde a época da finada “Casa de Detenção” que se sabia e, poder-se-ia dizer que somente caberia cerca de 1.000 presos e que, talvez, por falta de iniciativa política ou administrativa na aprovação e construção de novos presídios, costumeiramente se amontoava cerca de 7.000 presos em seus deficitários recintos.
Infelizmente eu sou uma das tantas vítimas que chegou a enfrentar este problema na veia e que me arrepiava só de entrar na famosa “Divinéia” e de efetuar visitas aos locais de crimes perpetrados pelos marginais ali alojados e que somente se dava por disputa de espaço e de dinheiro entre eles e, sem falsa modéstia, chegávamos a fazer cerca de duas ou três vezes por dia, visitas aos locais de encontros de mortos lá dentro do sistema e, podíamos ver os olhares frios dos participantes daquelas cenas horripilantes e que esboçavam em seus rostos o real sentido daquele inferno.
A Casa de Detenção era na verdade uma cidade composta somente de criminosos, onde o que realmente imperava era a lei do silencio entre eles e, os Agentes Penitenciários em nada podiam fazer, visto que aquilo ali fervilhava diariamente e eles (Agentes), eram sempre os mais prejudicados e, inclusive muitos deles sofriam com aquela pressão e nada podiam fazer e, muitas vezes não tinham a quem recorrer.
Muito se comenta e inclusive fizeram vários filmes e cenas a respeito, mas o que não se comenta na realidade é como era de fato a vida lá dentro. Imaginem os Senhores um marginal à solta aqui fora o estrago que ele faz.
Agora! Imaginem um amontoado de cabeças pensantes e criminosas e que somente sabem fazer o mau e que também muitas vezes, chegam a se esquecer de suas promessas e de seus débitos com os seus santos protetores e que se amontoam e se mordem literalmente para brigar por um espaço e liderança lá naquele inferno? Isto é o Caos.
Agora! Imaginem pessoas despreparadas e sem um mínimo de experiência a respeito, gerenciando ou administrando um buraco destes?
E ainda sou obrigado a ouvir em noticiários algumas personalidades dizerem que isto não acontece aqui no Brasil.
Somente espero uma coisa: Que se ache um remédio rápido e à altura e que de fato tenha um efeito fulminante e que se decepe de vez a cabeça deste animal agorento, destrutivo e nocivo a nossa sociedade.
Caronte.
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Marcos Valério envolve Lula no mensalão
Diante da perspectiva de terminar seus dias na cadeia, o publicitário começa a revelar os segredos que guardava – entre eles, o fato de que o ex-presidente sabia do esquema de corrupção armado no coração do seu governo
Rodrigo Rangel
NO INFERNO – O empresário Marcos Valério, na porta da escola do filho, em Belo Horizonte, na última quarta-feira: revelações sobre o escândalo (Cristiano Mariz)
Dos 37 réus do mensalão, o empresário Marcos Valério é o único que não tem um átimo de dúvida sobre o seu futuro. Na semana passada, o publicitário foi condenado por lavagem de dinheiro, crime que acarreta pena mínima de três anos de prisão. Computadas punições pelos crimes de corrupção ativa e peculato, já decididas, mais evasão de divisas e formação de quadrilha, ainda por julgar a sentença de Marcos Valério pode passar de 100 anos de reclusão. Com todas as atenuantes da lei penal brasileira, não é totalmente improvável que ele termine seus dias na cadeia.
Confira outros destaques de VEJA desta semana
Apontado como responsável pela engenharia financeira que possibilitou ao PT montar o maior esquema de corrupção da história, Valério enfrenta um dilema. Nos últimos dias, ele confidenciou a pessoas próximas detalhes do pacto que havia firmado com o partido. Para proteger os figurões, conta que assumiu a responsabilidade por crimes que não praticou sozinho e manteve em segredo histórias comprometedoras que testemunhou quando era o “predileto” do poder. Em troca do silêncio, recebeu garantias. Primeiro, de impunidade. Depois, quando o esquema teve suas entranhas expostas pela Procuradoria-Geral da República, de penas mais brandas. Valério guarda segredos tão estarrecedores sobre o mensalão que ele não consegue mais guardar só para si – mesmo que agora, desiludido com a falsa promessa de ajuda dos poderosos a quem ajudou, tenha um crescente temor de que eles possam se vingar dele de forma ainda mais cruel.
Feita com base em revelações de parentes, amigos e associados, a reportagem de capa de VEJA desta semana reabre de forma incontornável a questão da participação do ex-presidente Lula no mensalão. “Lula era o chefe”, vem repetindo Valério com mais frequência e amargura agora que já foi condenado pelo STF. A reportagem tem cinco capítulos – e o primeiro deles pode ser lido abaixo:
“O caixa do PT foi de 350 milhões de reais”
O CHEFE: Segredo guardados por Valério põem o ex-presidente Lula no centro do esquema do mensalão
A acusação do Ministério Público Federal sustenta que o mensalão foi abastecido com 55 milhões de reais tomados por empréstimo por Marcos Valério junto aos bancos Rural e BMG, que se somaram a 74 milhões desviados da Visanet, fundo abastecido com dinheiro público e controlado pelo Banco do Brasil. Segundo Marcos Valério, esse valor é subestimado. Ele conta que o caixa real do mensalão era o triplo do descoberto pela polícia e denunciado pelo MP. Valério diz que pelas arcas do esquema passaram pelo menos 350 milhões de reais. “Da SMP&B vão achar só os 55 milhões, mas o caixa era muito maior. O caixa do PT foi de 350 milhões de reais, com dinheiro de outras empresas que nada tinham a ver com a SMP&B nem com a DNA”, afirma o empresário. Esse caixa paralelo, conta ele, era abastecido com dinheiro oriundo de operações tão heterodoxas quanto os empréstimos fictícios tomados por suas empresas para pagar políticos aliados do PT. Havia doações diretas diante da perspectiva de obter facilidades no governo. “Muitas empresas davam via empréstimos, outras não.” O fiador dessas operações, garante Valério, era o próprio presidente da República.
Lula teria se empenhado pessoalmente na coleta de dinheiro para a engrenagem clandestina, cujos contribuintes tinham algum interesse no governo federal. Tudo corria por fora, sem registros formais, sem deixar nenhum rastro. Muitos empresários, relata Marcos Valério, se reuniam com o presidente, combinavam a contribuição e em seguida despejavam dinheiro no cofre secreto petista. O controle dessa contabilidade cabia ao então tesoureiro do partido, Delúbio Soares, que é réu no processo do mensalão e começa a ser julgado nos próximos dias pelos crimes de formação de quadrilha e corrupção ativa. O papel de Delúbio era, além de ajudar na administração da captação, definir o nome dos políticos que deveriam receber os pagamentos determinados pela cúpula do PT, com o aval do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, acusado no processo como o chefe da quadrilha do mensalão: “Dirceu era o braço direito do Lula, um braço que comandava”. Valério diz que, graças a sua proximidade com a cúpula petista no auge do esquema, em 2003 e 2004, teve acesso à contabilidade real. Ele conta que a entrada e a saída de recursos foram registradas minuciosamente em um livro guardado a sete chaves por Delúbio. Pelo seu relato, o restante do dinheiro desse fundão teve destino semelhante ao dos 55 milhões de reais obtidos por meio dos empréstimos fraudulentos tomados pela DNA e pela SMP&B. Foram usados para remunerar correligionários e aliados. Os valores calculados por Valério delineiam um caixa clandestino sem paralelo na política. Ele fala em valores dez vezes maiores que a arrecadação declarada da campanha de Lula nas eleições presidenciais de 2002.
capa da revista veja (amanhã)
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PCC EXISTE?
PCC EXISTE?
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como se outros partidos fossem bons para o povo , ora o povo…que se dane o povo brasileiro…é um mero detalhe….os politicos só querem o dele$$$$
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LHA IRMÃOS, FIQUEI SABENDO, NÃO SEI ATÉ ONDE ISSO POSSA REPRESENTAR A VERDADE, mas como o crime esta organizado, tenho que acreditar, o problema é que esse maldito pcc, em represalla as baixas sofridas ultimamente, estão esperando a poeira abaixar um pouco , quando as coisas parecerem estar sob controle, vão desencadear uma onda violenta de atentados, com abrangência em todo estado de sp, visando inclusive presidios, afim de libertarem seus parceiros. Por isso companheiros, não se iludam com a aparente calma, fiquem em QAP e peçam a DEUS sua proteção, pois na atual conjuntura, só ele para nos proteger.
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http://noticias.r7.com/videos/conheca-detalhes-da-operacao-policial-que-deixou-nove-mortos-no-interior-de-sp/idmedia/505676d3fc9b355b57eaef98.html
http://noticias.r7.com/sao-paulo/noticias/rota-deu-61-tiros-em-acao-contra-pcc-20120914.html
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SOU POLICIAL HÁ 15 ANOS E JÁ TRABALHEI EM INÚMEROS SETORES DE “INTELIGÊNCIA” E CONCORDO PLENAMENTE COM COM O GRILO FALANTE. O QUE O GOVERNO FEZ NA PESSOA DOS HOMENS DA ROTA EM VÁRZEA PAULISTA FOI APENAS UMA MARTELADA NO DEDÃO DO PÉ DO MONSTRO, E OLHA QUE O MONSTRO TEM UNS 50 METROS DE ALTURA, ENTENDEM? ESSE MONSTRO QUE O PRÓPRIO GOVERNO PSDB CRIOU SÓ FICOU IRRITADO COM A MARTELADA, PORÉM EM NADA, ABSOLUTAMENTE EM NADA ALTEROU SUA ESTRUTURA E PODER E COM CERTEZA ACREDITO QUE QUANDO A ONDA COMEÇAR, SALVE-SE QUEM PUDER E QUE DEUS NOS PROTEJA, POIS COM CERTEZA A FACILIDADE QUE O GOVERNADOR TEM EM IR EMBORA DAQUI PARA O EXTERIOR QUANDO O BICHO COMEÇAR A PEGAR NÃO É A MESMA QUE A NOSSA QUE VIVEMOS NO MUNDO DOS “MORTAIS”. SORTE A TODOS, IRMÃOS.
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Alckmin usa a mesma retórica dos matadores da ditadura
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MARIA RITA KEHL
ESPECIAL PARA A FOLHA
“Quem não reagiu está vivo”, disse o governador de São Paulo ao defender a ação da Rota na chacina que matou nove supostos bandidos numa chácara em Várzea Paulista, na última quarta-feira, dia 12. Em seguida, tentando aparentar firmeza de estadista, garantiu que a ocorrência será rigorosamente apurada.
Eu me pergunto se é possível confiar na lisura do inquérito, quando o próprio governador já se apressou em legitimar o morticínio praticado pela PM que responde ao comando dele.
“Resistência seguida de morte”: assim agentes das Polícias Militares, integrantes do Exército e diversos matadores free-lancer justificavam as execuções de supostos inimigos públicos que militavam pela volta da democracia durante a ditadura civil militar, a qual oprimiu a sociedade e tornou o país mais violento, menos civilizado e muito mais injusto entre 1964 e 1985.
Suprimida a liberdade de imprensa, criminalizadas quaisquer manifestações públicas de protesto, o Estado militarizado teve carta branca para prender sem justificativa, torturar e matar cerca de 400 estudantes, trabalhadores e militantes políticos (dos quais 141 permanecem até hoje desaparecidos e outros 44 nunca tiveram seus corpos devolvidos às famílias –tema atual de investigação pela Comissão Nacional da Verdade).
Esse número, por si só alarmante, não inclui os massacres de milhares de camponeses e índios, em regiões isoladas e cuja conta ainda não conseguimos fechar. Mais cínicas do que as cenas armadas para aparentar trocas de tiros entre policiais e militantes cujos corpos eram entregues às famílias totalmente desfigurados, foram os laudos que atestavam os inúmeros falsos “suicídios”.
HERZOG
A impunidade dos matadores era tão garantida que eles não se preocupavam em justificar as marcas de tiros pelas costas, as pancadas na cabeça e os hematomas em várias partes do corpo de prisioneiros “suicidados” sob sua guarda. Assim como não hesitaram em atestar o suicídio por enforcamento com “suspensão incompleta”, na expressão do legista Harry Shibata, em depoimento à Comissão da Verdade, do jornalista Vladimir Herzog numa cela do DOI-Codi, em São Paulo.
Quando o Estado, que deveria proteger a sociedade a partir de suas atribuições constitucionais, investe-se do direito de mentir para encobrir seus próprios crimes, ninguém mais está seguro. Engana-se a parcela das pessoas de bem que imaginam que a suposta “mão de ferro” do governador de São Paulo seja o melhor recurso para proteger a população trabalhadora.
Quando o Estado mente, a população já não sabe mais a quem recorrer. A falta de transparência das instituições democráticas –qualificação que deveria valer para todas as polícias, mesmo que no Brasil ainda permaneçam como polícias militares– compromete a segurança de todos os cidadãos.
Vejamos o caso da última chacina cometida pela PM paulista, cujos responsáveis o governador de São Paulo se apressou em defender. Não é preciso comentar a bestialidade da prática, já corriqueira no Brasil, de invariavelmente só atirar para matar –frequentemente com mais de um tiro.
Além disso, a justificativa apresentada pelo governador tem pelo menos uma óbvia exceção. Um dos mortos foi o suposto estuprador de uma menor de idade, que acabava de ser julgado pelo “tribunal do crime” do PCC na chácara de Várzea Paulista. Ora, não faz sentido imaginar que os bandidos tivessem se esquecido de desarmar o réu Maciel Santana da Silva, que foi assassinado junto com os outros supostos resistentes.
Aliás, o “tribunal do crime” acabara de inocentar o acusado: o senso de justiça da bandidagem nesse caso está acima do da PM e do próprio governo do Estado. Maciel Santana morreu desarmado. E apesar da ausência total de marcas de tiros nos carros da PM, assim como de mortos e feridos do outro lado, o governador não se vexa de utilizar a mesma retórica covarde dos matadores da ditadura –“resistência seguida de morte”, em versão atualizada: “Quem não reagiu está vivo”.
CAMORRA
Ora, do ponto de vista do cidadão desprotegido, qual a diferença entre a lógica do tráfico, do PCC e da política de Segurança Pública do governo do Estado de São Paulo? Sabemos que, depois da onda de assassinatos de policiais a mando do PCC, em maio de 2006, 1.684 jovens foram executados na rua pela polícia, entre chacinas não justificadas e casos de “resistência seguida de morte”, numa ação de vendeta que não faria vergonha à Camorra. Muitos corpos não foram até hoje entregues às famílias e jazem insepultos por aí, tal como aconteceu com jovens militantes de direitos humanos assassinados e desaparecidos no período militar.
Resistência seguida de morte, não: tortura seguida de ocultação do cadáver. O grupo das Mães de Maio, que há seis anos luta para saber o paradeiro de seus filhos, não tem com quem contar para se proteger das ameaças da própria polícia que deveria ajudá-las a investigar supostos abusos cometidos por uma suposta minoria de maus policiais. No total, a polícia matou 495 pessoas em 2006.
Desde janeiro deste ano, escreveu Rogério Gentile na Folha de 13/9, a PM da capital matou 170 pessoas, número 33% maior do que os assassinatos da mesma ordem em 2011. O crime organizado, por sua vez, executou 68 policiais. Quem está seguro nessa guerra onde as duas partes agem fora da lei?
ASSASSINATOS
A pesquisadora norte-americana Kathry Sikkink revelou que o Brasil foi o único país da América Latina em que o número de assassinatos cometidos pelas polícias militares aumentou, em vez de diminuir, depois do fim da ditadura civil-militar.
Mudou o perfil socioeconômico dos mortos, torturados e desaparecidos; diminuiu o poder das famílias em mobilizar autoridades para conseguir justiça. Mas a mortandade continua, e a sociedade brasileira descrê da democracia.
Hoje os supostos maus policiais talvez sejam minoria, e não seria difícil apurar suas responsabilidades se houvesse vontade política do governo. No caso do terrorismo de Estado praticado no período investigado pela Comissão da Verdade, mais importante do que revelar os já conhecidos nomes de agentes policiais que se entregaram à barbárie de torturar e assassinar prisioneiros indefesos, é fundamental que se consiga nomear toda a cadeia de mando acima deles.
Se a tortura aos oponentes da ditadura foi acobertada, quando não consentida ou ordenada por autoridades do governo, o que pensar das chacinas cometidas em plena democracia, quando governadores empenham sua autoridade para justificar assassinatos cometidos pela polícia sob seu comando?
Como confiar na seriedade da atual investigação, conduzida depois do veredicto do governador Alckmin, desde logo favorável à ação da polícia? Qual é a lisura que se pode esperar das investigações de graves violações de Direitos Humanos cometidas hoje por agentes do Estado, quando a eliminação sumária de supostos criminosos pelas PMs segue os mesmos procedimentos e goza da mesma impunidade das chacinas cometidas por quadrilhas de traficantes?
Não há grande diferença entre a crueldade praticada pelo tráfico contra seis meninos inocentes, no último domingo, no Rio, e a execução de nove homens na quarta, em São Paulo. O inquietante paralelismo entre as ações da polícia e dos bandidos põe a nu o desamparo de toda a população civil diante da violência que tanto pode vir dos bandidos quanto da polícia.
“Chame o ladrão”, cantava o samba que Chico Buarque compôs sob o pseudônimo de Julinho da Adelaide. Hoje “os homens” não invadem mais as casas de cantores, professores e advogados, mas continuam a arrastar moradores “suspeitos” das favelas e das periferias para fora dos barracos ou a executar garotos reunidos para fumar um baseado nas esquinas das periferias das grandes cidades.
PELA CULATRA
Do ponto de vista da segurança pública, este tiro sai pela culatra. “Combater a violência com mais violência é como tentar emagrecer comendo açúcar”, teria dito o grande psicanalista Hélio Pellegrino, morto em 1987.
E o que é mais grave: hoje, como antes, o Estado deixa de apurar tais crimes e, para evitar aborrecimentos, mente para a população. O que parece ser decidido em nome da segurança de todos produz o efeito contrário. O Estado, ao mentir, coloca-se acima do direito republicano à informação –portanto, contra os interesses da sociedade que pretende governar.
O Estado, ao mentir, perde legitimidade –quem acredita nas “rigorosas apurações” do governador de São Paulo? Quem já viu algum resultado confiável de uma delas? Pensem no abuso da violência policial durante a ação de despejo dos moradores do Pinheirinho… O Estado mente –e desampara os cidadãos, tornando a vida social mais insegura ao desmoralizar a lei. A quem recorrer, então?
A lei é simbólica e deve valer para todos, mas o papel das autoridades deveria ser o de sustentar, com sua transparência, a validade da lei. O Estado que pratica vendetas como uma Camorra destrói as condições de sua própria autoridade, que em consequência disso passará a depender de mais e mais violência para se sustentar.
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E TEM MAIS…. ESSES PROMOTORES QUE SE ACHAM A VOZ DA SABEDORIA, AJUDARAM A CHEGAR A ESTE PONTO CRÍTICO. SURRARAM, ESTRANGULARAM NOSSAS POLÍCIAS, LEVANDO AO SUCATEAMENTO E UTILIZARAM NOSSAS FORÇAS POLICIAIS DE PALANQUE, ENQUANTO ESTÃO USUFRUINDO DOS SEUS VINTE E TANTOS MIL REAIS POR MÊS. SÓ QUE SE ESQUECEM QUE QUANDO COMEÇAR A ONDA DE TERROR SOMOS NÓS QUE VAMOS PRA CIMA, NÃO ESSE BANDO DE MAURICINHO. AGORA ACHO QUE NESSAS OPERAÇÕES DEVERIA SER OBRIGATÓRIO A PRESENÇA DE PELO MENOS UNS TRÊS PROMOTORES NA “LINHA DE FRENTE” PRA AJUDAR A JULGAR O QUE TEM QUE SER FEITO, PORÉM EM SEGUNDOS OU MENOS. AÍ QUERO VER CAGAR NA CALÇA. SÃO BONS EM CHUTAR CACHORRO MORTO, ISSO SIM. SÓ QUE AGORA O NEGÓCIO VAI PEGAR.
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DIFÍCIL É ENTENDER PORQUE TEM UM MONTE DE POLICIAIS DO ESTADO DE SP QUE AINDA USAM REVOLVER CAL. 38 ENFERRUJADOS !
COMBATER pcc QUE JEITO ? ESTÃO NO CORREDOR DA MORTE SEM DIREITO AO REVIDE COM O MESMO POTENCIAL DE FOGO ! É UMA VERGONHA ESSE GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO ! SÓ SABE FAZER PEDÁGIOS E MAIS NADA !
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A verdade tem que se dita, a PC vem sendo desmontada pelo governo do estado em uma política deliberada e arquitetada pelo núcleo político do PSDB ligado sobretudo com os oficiais da PM e membros do MP , estes senhores chegaram a conclusão que a PC é uma instituição que atrapalhava seus planos , desta feita, os GAERCOS, a partir de 2002, com o apoio da PM e colaboração dos núcleos das corregedorias auxiliares se voltaram em investigações tendo como alvo policiais civis, este policiais operacionais trabalhavam na forma tradicional , o qual a verdade deve ser dita, a forma que sempre se trabalhou na polícia, ou seja, um no “cravo” outro na “ferradura” ,mas tinham lá sua eficiência . Estes policiais eram os nomes que a população, repórteres, tinham na ponta da lingua para resolver um crime, tais policiais foram sistematicamentes em todos os cantos do estado perseguidos, processados, presos. A polícia foi perdendo experiência, pessoal (pois o governo não realiza novos concursos) e sobretudo motivação de quem não foi atingido, não podemos ser hipócritas sempre se investigou na PC desta maneira,pois ,informantes eram pagos como? existe verba para isto? Equipamentos (computadores para grampo) eram comprados pelo estado? Esta máquina mesmo com suas mazelas tinha uma certa eficiência , bandido não se criava em São Paulo. Ai veio 1994 , PSDB, e o desmonte começou! O PCC foi se articulando, o estado fechou os olhos e ai quando a fumaça começou a parecer em 2002 ja era tarde demais. Isto é uma breve análise de um ex-tira operacional que hoje, infelizmente para a auto-proteçao, é somente mais um maçaneta! Depois continuamos com a parte que nos cabe , sobretudo em relação aos Delegados e as chefias pela falência e desmonte da PC.
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16/09/2012 22h43 – Atualizado em 16/09/2012 23h13
Tribunais do crime decidem destino de traidores de quadrilhas em SP
Chefes de facção acompanham pelo celular os julgamentos clandestinos.
Fantástico teve acesso a gravações telefônicas dessas ‘sessões’.
Do G1 SP, com informações do Fantástico
4 comentários
Chefes de quadrilhas paulistas especializadas em tráfico de drogas e roubos comandam, de dentro de prisões, o crime organizado. Utilizando telefones celulares, esses criminosos também conduzem julgamentos de comparsas que estão em liberdade e que cometeram alguma infração não tolerada, como estupro. O Fantástico teve acesso a gravações telefônicas feitas nos últimos anos de alguns tribunais do crime.
Nesses julgamentos, há sempre um acusado, um acusador e três integrantes da quadrilha, que dão o veredicto. A acusação é feita por escrito e chamada de relatório. “São várias penalidades, sempre de acordo com a gravidade do ato praticado. A pena máxima é a pena de morte”, aponta o promotor Paulo José de Palma, que acompanha o cotidiano das cadeias de São Paulo. Atualmente, elas abrigam mais de 190 mil presos.
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Em um deles, ocorrido em São Bernardo do Campo, no ABC, os criminosos julgam uma acusação de estupro. Participam dois bandidos, conhecidos como Cauã e Carequinha. Também estão presentes a suposta vítima, de 14 anos, a mãe dela e o padrasto, acusado do crime. A menina é ouvida.
Cauã pergunta para a adolescente o que aconteceu. “Ele tentou me estuprar duas vezes. A primeira foi com um facão no meu pescoço. Agora foi a segunda, tentando tirar minha roupa em cima da minha cama”, afirma a suposta vítima. A mãe da jovem entra na conversa. “O que eu presenciei, ele estava só de cueca em cima da cama mesmo.”
O acusado, citado apenas como Alcides, é interrogado por Cauã, que pergunta: “Essa situação que ela está falando aí, que você está tentando molestar ela aí, cara. Está ocorrendo aí, meu?” Alcides responde: “Está ocorrendo nada, meu irmão! É muita fofoca.”
Apesar da negativa, o acusado não convence os comparsas e ouve a sentença de morte. Mais tarde, Cauã pergunta a um homem chamado Diego se Alcides foi executado. Até quem não joga xadrez entende a resposta: “Já era, xeque-mate”.
O tribunal do crime citado acima é semelhante ao que ocorreu na segunda-feira (10), em uma chácara em Várzea Paulista, interior de São Paulo. Maciel Santana da Silva, de 21 anos, estava lá para ser sentenciado à vida ou à morte. Ele era acusado de estuprar uma menina de 12 anos, irmã de um jovem ligado ao tráfico de drogas.
Rota
Quatorze homens, 12 com passagem pela polícia, participavam do julgamento. Uma denúncia anônima levou um batalhão das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) a cercar a chácara. Na versão oficial, os suspeitos não quiseram se entregar e houve uma intensa troca de tiros dentro e fora do imóvel. A ação terminou com nove mortos e cinco presos. Nenhum policial ficou ferido e mais de 60 tiros foram disparados.
Um homem que não quis se identificar viu a ação. “A polícia passou e pediu para que todo mundo se resguardasse deitado no chão, para que não houvesse um risco de bala perdida mesmo”, contou.
Questionado sobre a ação, o governador Geraldo Alckmin afirmou: “Duas coisas são importantes. Primeiro, quem não reagiu está vivo. Segundo, nós tínhamos um grande número de criminosos com armamento extremamente pesado, participantes de uma facção criminosa, e que a polícia surpreendeu a todos deles”.
Na chácara, a polícia encontrou armas, munição, latas de cerveja e carne para o churrasco. Pouco antes da ação, o tribunal clandestino absolveu o suspeito. Mas o jovem, que segundo os PMs também estava armado, morreu no tiroteio. A mãe, a menina que teria sido estuprada e o irmão dela estavam lá dentro, mas nada sofreram.
Escuta
Em outro julgamento grampeado pela polícia, um bandido liga para a prisão contando que dois comparsas foram detidos por policiais que se passaram por compradores de uma carga de maconha. Ele conta que, para resgatar um dos presos, fez um acordo com os policiais, que chama de botas. Na linguagem dele, maconha é chá.
“O prejuízo foi total de R$ 120 mil, incluindo 57,5 kg de chá, fora os R$ 100 mil do acordo com os bota.” A ordem que vem da cadeia é de punir os comparsas que foram enganados pelos policiais.
“O irmão chegou num ponto aonde é o seguinte: ele quer uma cobrança radical nos caras. Ele nem está querendo mais o dinheiro. Está querendo uma cobrança daquele jeito no cara.” Os bandidos acusados de dar prejuízo à quadrilha foram incluídos em uma lista de devedores. Se não pagassem, morreriam.
Baixas
A guerra urbana entre PMs e criminosos trouxe baixas dos dois lados. Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), só nos primeiros seis meses de 2012 a polícia diz que matou em confrontos 117 pessoas no estado, 76 delas só na capital.
Do início do ano até hoje, 70 PMs foram executados; 52 estavam de folga. Segundo a SSP, eles estariam fazendo bico ou foram identificados nas comunidades onde moram, e sofreram emboscadas.
Apesar do clima de confronto entre a polícia os criminosos, o promotor diz acreditar que essas quadrilhas perderam força. “Com a atuação das polícias, do Ministério Público e do poder Judiciário, esses tribunais perderam força na mesma proporção que as organizações criminosas. Claro que os tribunais existem, mas não com a relevância de antigamente”, conclui o promotor Paulo José de Palma.
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ACREDITO QUE ESTE PROMOTOR, TAMBEM PARTICIPE DAS NEGATIVAS DE GRAMPOS SOLICITADAS NO DIPO, AO FINAL, QUANTO MENOS INTERCEPTAÇÃO, MENOS PRISÕES, ASSIM, PODERÃO ESVAZIAR AS CADEIAS, NÃO E ISSO QUE FOI COMBINADO COM O GOVERNO.
DAR INTREVISTAS E FACIL, DIFICIL E QUERER TRABALHAR COM A POLICIA CIVIL NO COMBATE AO CRIME ORGANIZADO.
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o colega, que se foda a população. so vou trabalhar se me derem condição. não vou ser locupletado pelo estado e nem ser explorado pelo governo. minha mão de obra é cara e especializada. para que eu trabalhe, exijo que minha remuneração seja compativel com a minha função, pois coloco minha vida em risco, e então lhe pergunto? quando um juiz ou promotor coloca sua vida em risco?outra coisa: o que o estado está fazendo é trabalho escravo, e deveria ser denunciado a oit.necessitamos urgentemente que o estado sofra uma intervenção federal para que os mandatarios do governo sejam responsabilidados por essas mortes absurdas. cade os direitos humanos?
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Percebe-se que você tem um certo amor pela PM… a PM é a solução para os problemas de tudo… leigo engano.
Você acha que esculachando parentes de presos ou mesmo os presos tudo se resolverá… que visão ignorante dos fatos.
Celulares funcionam nos presídios porque o próprio governo deixa para que consigam monitorar as conversas dos presos… e que se fodam os que sofrerem pelas ordens dadas pelos celulares… aquela conversa que os bloqueadores atrapalhavam as imediações das cadeias era papo furado… pra justificar que não fossem colocados para funcionar os bloqueadores… muito embora seja ridículo colocar bloqueador, quando não deveria nem entrar o celular….
A PM tem que fazer o seu serviço que é patrulha ostensivo… essa é a sua função que é muito mal feita diga-se de passagem, afinal, se patrulhassem direito não ocorreria tantos crimes, já que a sua função é se mostrar para que o criminoso desista de praticar um delito.
Agora.. por querer abraçar o mundo a PM não tem efetivo nas ruas para prestar um serviço mínimo… a conta do governo de que a polícia de são paulo esta praticamente de acordo com a recomendação da ONU é balela… em SP existem cerca de 140 mil policiais, dos quais nem a metade efetivamente fazem trabalho policial.
Na PM praticamente metade do efetivo está em serviço burocrático e de assessorias… na PC não está diferente….
E no fim das contas… sem fazer o seu papel legal… alguns PMs querem abraçar maiss coisas… e acabam não fazendo nada direito.
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primeiro o nome pcc está errado. o primeiro comando da capital não é o pcc, e sim o psdb.
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Cara,
NÃO TO ENTENDENDO, O XUXU E O PINTO, DISSERAM VÁRIAS VEZES QUE NÃO EXISTE PCC, QUE TÁ TUDO DOMINADO.
DISSERAM TAMBÉM QUE O SALÁRIO DOS POLICIAIS É BOM E QUE DÁ PARA LEVAR A VIDA NUMA BOA.
PC SÃO PAULO
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SENHOR PROMOTOR DE JUSTIÇA POR FAVOR DE UMA ENTREVISTA E FALE ALTO EM BOM TOM NA CARA DO SECRETÁRIO DE SEGURANÇA PUBLICA DE SP
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Estado de São Paulo no mesmo caminho do México…
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exmo promotor falar atrás de uma escrivaninha fechado em seu gabinete é fácil, difícil e sair nas ruas enfrentar o pcc, vá lá seu mauricinho engravatado, vai chegar o dia que a água vai bater na bunda da promotoria.
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A QUESTÃO DA EXISTÊNCIA DO pcc É ALGO FÁCIL DE SER RESOLVIDO, MAS A DECISÃO TERIA QUE PARTIR DO GOVERNADOR GERALDO ALCKIMIM, CREIO QUE ELE NÃO QUER ACABAR COM ESSA FACÇÃO, POIS NÃO TEM ADOTADO MOSTRADO MEDIDAS EFICAZES. AQUI VAI UM MODELO SIMPLES PARA ISSO COM APENAS 03 ITENS E, NÃO PRECISA SER INTELECTUAL, NÃO PRECISA SER CONSULTOR DE SEGURANÇA E MUITO MENOS DOUTOR , CORONEL OU SECRETÁRIO DA SAP OU DA SSP .
DETERMINA GOVERNADOR
01- AS MURALHAS DOS PRESÍDIOS E CADEIAS, SEGURANÇA EXTERNA É ATRIBUIÇÃO DA PM, ISSO OCORRERÁ EM TODOS LOCAIS ONDE EXISTA PRESOS RECOLHIDOS MESMO QUANDO EM ANDAMENTO DA ELABORAÇÃO DO FLAGRANTE NAS DELEGACIAS OU PLANTÕES.
02- A PM REALIZA TODOS OS TIPOS DE ESCOLTAS E PERMANECE COM O PRESO O TEMPO TODO ENQUANTO ESTIVER FORA DO SISTEMA CARCERÁRIO, É RESPONSABILIDADE DA PM.
03- TODAS REVISTAS, EM PARENTES DE PRESOS, VISITAS EM GERAL, ADVOGADOS, AGENTES PENITENCIÁRIOS, OFICIAIS DE JUSTIÇA OU QUALQUER UM QUE TENHA ACESSO ÁS DEPENDÊNCIAS DO SISTEMA CARCERÁRIO SERÁ REVISTADO PELA PM, REVISTA É ATRIBUIÇÃO DA PM.
Porque esses 03 itens resolvem os problemas? tanto inibe como diminui e muito o poder da facção pcc? disse diminui porque o pcc conta hoje com uma organização de dentro e fora do sistema penitenciário, existe pessoas influentes a serviço da facção, mas com um certo tempo seria expulsos dessa modalidade de ganhar dinheiro fácil.
Resp. As muralhas guardadas pela PM impões respeito e desarticula qualquer movimento de fugas, resgates e acessos de criminosos no recinto ou nas adjacências dos presídios, os presos acabam com o relacionamento que possuem com os funcionários e, corta-se o vínculo entre presos e segurança externa, isso é certo. A PM também exerce um poder de monitoramento entre presos e pessoas que exerça a função de pombo correiros, seja ele quem for. A PM exerce também o poder de Polícia realizando patrulhamentos nas imediações dos presídios e cadeias, isso é tudo que os criminosos não querem por perto deles . As revistas pessoais é algo que vai atingir o centro da facção, pois todas visitas de presos ou todos que tenham acessos aos presos serão revistados por Policiais e isso é tudo que os corruptos e colaboradores com os criminosos não querem por perto, é o fim do celular na mão de presos, sem comunicação eles não fazem absolutamente nada. Algo muito interessante é que a PM dispõe de contingente muito grande e bem armados, o comandante pode revesar os policiais nessas atribuições para que os PMs não criem vínculos com os presos ou parentes de presos, mantendo assim os PMs sempre como verdadeiros guardiões da segurança e fator surpresa , inclusive prendendo todos aqueles que praticarem atos ilícitos, abordando suspeitos, pesquisando, sejam eles familiares de presos ou servidores do sistema carcerário. Se o governador Geraldo Alckimim aplicasse esses 03 itens , automaticamente estaria chamando a responsabilidade para a Secretária de Segurança Pública, querendo ou não já é de responsabilidade da SSP, pois, todas as vezes que ocorre rebeliões, fugas, ordens de execução da facção, tudo sobra para a SSP, então não tem como fugir dessa situação passando a responsabilidade para outra secretaria. Porque não passar a responsabilidade da prevenção para a PM no sentido de poder realizar trabalhos que evitem tudo isso? Se alguém disser que essa sugestão de prevenção iria impactar na demanda de mais PMs, isso não é verdade, pois os crimes diminuiriam e isso diminui as necessidades de mais PMs nas ruas. Acabaria com a farra dos bandidos que vivem a repetir em alto tom que ” não dá nada tirar uma cadeinha”, os que não foram presos terão é horror de ficar presos.
SE O GOVERNADOR GERALDO ALCKIMIM TIVER CORAGEM DE DETERMINAR QUE SEJA APLICADO IMEDIATAMENTE ESSES 03 ITENS, GARANTO QUE O pcc VAI VIRAR UMA franguinha!
FICA AI MINHA SUGESTÃO, SE ALGUÉM DO GOVERNO TIVER INTERESSE É SÓ LEVAR PARA O GOVERNADOR PARA COLOCAR EM PRÁTICA.
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O PCC tomou uma proporção que é praticamente impossível dete-lo. A simples existencia desta organização é a demonstração incontestável do retumbante fracasso dos governantes paulistas em sua politica canhestra, cega e omissa de segurança publica.
A facção cuja existência, poder e ações são ridicula e sistematicamente negados pelo Secretario da Segurança Publica, germinou e nasceu no governo Fleury, em 1993, mas cresceu forte com o governo PSDB. Hoje domina todas as penitenciarias e prisões de Sao Paulo e esta em todas as cidades medias e grandes do Estado de São Paulo, já esticou seus tentaculos para e a indoléncia e inercia federal.
Desnecessário dizer que uma politica de segurança que ignora um problema de tal magnitude e substima o principal fator criminógeno do Estado e adota uma política de esvalizamento, desmobilização, desarticulação de uma instituição policial, não tem a menor chance de ter sucesso. O crime está vencendo em São Paulo graças aos erros e equivocos do PSDB.
Policiais paulistas podem ser comparados aos soldados sovieticos na Segunda Guerra Mundial. Famintos, maltrapilhos, empurrados para a morte em duplas, um com uma arma obsoleta e outro com um punhado de munição nas mãos numa guerra muda, suja e covarde. É este o destino de PCs e PMs, serem empurrados pelo descaso do governo para a morte.
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Estou a 30 anos na policia e concordo com o amigo ai acima, tem muito PM e PC (escrivães e investigadores) trabalhando em serviço burocrático, o governo do estado deveria pagar bem mais a quem exerce a atividade fim “fazer policia”, acredito que ai os caguetas iriam sair de suas salas com ar condicionado. Conheço vários investigadores que nunca deram uma cana, e por serem antigos hoje são chefes em seccionais e deinteres, portanto, estão valorizando quem não merece. Trabalhei 30 anos e continuo trabalhando, claro, que de forma mais tranquila só aguardando minha paridade.
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Incrível toda essa discussão… Nem li a torrente de posts.
A receita é tão simples, mas ninguém teve a coragem de aplicar. Aí vai:
1- Acrescentar um artigo na Declaração Universal dos Direitos Humanos para que todo e qualquer criminoso seja compulsoriamente excluído da condição que o denomine de “Ser Humano”.
& único = Esta exclusão deve ser irrevogável e irreversível por qualquer meio ou argumento conhecido, presente ou futuro; e com vigência imediata a partir da confirmação do crime e seu autor.
2 – Eliminar toda e qualquer forma ou instituição de encarceramento, prisão, detenção ou enclausuramento oficial, público ou privado que exista ou venha a existir.
&1° = O processo de eliminação deve incluir todo o conteúdo atual encerrado nestas instituições, e deve ser implementado por qualquer meio disponível e eficaz (demolição, incineração, bombardeamento, submersão, ou outro método definitivo e permanente).
&2° = Os locais-alvo do inciso &1 deverão ser, após sua desativação e remoção, imediatamente reaproveitados para outras atividades civis relevantes (terrenos, parques, condomínios ou outra forma de ocupação civil ou industrial relevante) e que, de forma alguma, evoque ou invoque qualquer espécie de referência a antiga função ou finalidade do referido local.
3 – Toda pena aplicada a um criminoso deverá ser proporcional e/ou igual ao crime.
&1° = No caso de crimes classificados como hediondos, contra a vida ou similares, a pena única, obrigatória e compulsória é a supressão imediata da vida do criminoso, através da aplicação da proporcionalidade/igualdade do crime cometido, ou por quaisquer métodos de supressão de vida disponíveis e válidos.
Que algum jurista faça o favor de analisar isso, e sancione logo – para o bem de nosso Brasil e do Mundo!
p.s. Naturalmente existem e existirão falhas no processo, e muitos – muitos, mesmo – inocentes morrerão no processo.
Mas não há outra escolha: Ou morremos nas mãos de uns, ou de outros. ESCOLHAM!
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Para quem quiser referências melhores, ou escrever alguma lei relevante e nos moldes das três primeiras, leia e assista:
– “Admirável Mundo Novo”, de Aldous Huxley
– “Judge Dredd”, de Pat Mills
p.s. “Direitos Humanos são para Humanos Direitos”. Simples assim.
E, para fechar:
” Me perguntaram uma vez o que poderia fazer para deixar um mundo melhor para nossos filhos.
E respondi, na lata:
O que podemos, em vez disso, fazer para deixarmos filhos melhores para nosso mundo???”
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