———- Mensagem encaminhada ———-
De: DÉCIO
Data: 3 de março de 2011 11:12
Assunto: comandante-geral da Polícia Militar Trabalhou na Coordenadoria de Análise e Planejamento
Para: GUERRA
Grande Guerra, favor publicar em seu poderoso jornal.
/Cidades
Com especulações, secretário antecipa troca de comando da PM
Novo secretário de Segurança escolhe Álvaro Batista Camilo para o comando-geral após analisar seis dossiês
25 de março de 2009 | 12h 15
Marcelo Godoy – O Estado de S. Paulo
O novo comandante-geral da Polícia Militar é o coronel Álvaro Batista Camilo. A escolha de seu nome foi feita na segunda-feira, em uma reunião da qual participaram o governador José Serra, o secretário-chefe da Casa Civil, Aloysio Nunes Ferreira Filho, e o secretário da Segurança Pública, Antônio Ferreira Pinto. A escolha de Camilo foi feita após a análise de seis nomes. Um dossiê com informações da da Polícia Militar decidiu a escolha, fazendo com que o nome do coronel Wagner Cesar Gomes de Oliveira Tavares Pinto, atual comandante de Policiamento de Guarulhos fosse descartado.
O anúncio devia ser deixado para o término do comando do coronel Roberto Antônio Diniz, mas se decidiu antecipar o nome para acabar com especulações. Diniz foi informado na quarta-feira à tarde e apoiou a escolha e a antecipação da revelação do nome. Ele mesmo acompanhou o secretário Ferreira Pinto ao Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, no fim da tarde. O escolhido é da mesma turma que o secretário-chefe da Casa Militar, coronel Luiz Massao Kita – os dois saíram aspirantes em 1981.
Do ponto de vista operacional, Camilo é homem que passou pela 2ª Seção do Estado-Maior (o setor de informações) da PM. Trabalhou na Coordenadoria de Análise e Planejamento da secretaria, onde se aproximou da comunidade acadêmica, e assumiu o Comando de Policiamento de Área Metropolitano-1 (CPA-M1), responsável pelo patrulhamento do centro de São Paulo. Adepto do policiamento comunitário, Camilo criou um programa de aproximação com a comunidade GLS da região, que era alvo de delitos ligados à intolerância.
Internamente, Camilo era tido como um dos candidatos mais fortes ao comando. Isso não quer dizer que seu nome não enfrentasse resistências. Ele é o 37º coronel mais antigo da lista de coronéis – antiguidade no posto é um dos critérios hierárquicos da PM. Isso significa que o novo comandante-geral ultrapassou 36 coronéis, todos preteridos na escolha. São pessoas formadas nas turmas de 1977, 78,79 e 80 pela Academia do Barro Branco.
Embora não seja obrigatório, muitos deverão, por isso, passar para a reserva. Mas alguns podem fazer oposição ao comando de Camilo. “Ele não terá um comando fácil, mas o Camargo (Carlos Alberto Camargo, comandante de 1997-1999) era o 50º da lista (há 54 coronéis na PM) quando foi nomeado”, lembrou um oficial.
Dossiê
Para chegar ao comando, o nome de Camilo enfrentou outros candidatos fortes, entre eles os coronéis Jorge Luis e César. Este último contava com a simpatia de Aloysio e também era bem visto por Ferreira Pinto. O secretário da Segurança tinha na lembrança a atuação de César, então como capitão, no controle de uma rebelião em um presídio em Hortolândia, ocorrida em 1995.
Mas, no começo da carreira, César havia trabalhado nas Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) e, mesmo tendo sido inocentado em todos os processos que respondeu na Justiça Militar por causa de ações no cumprimento do dever naquela unidade, o governo considerou que seria um desgaste muito grande nomeá-lo para o comando-geral.
Um daqueles processos contra César teria sido extraviado na 1ª Auditoria da Justiça Militar em meio a outros mil que ficaram paralisados indevidamente por até 12 anos. Um dossiê com as informações sobre César foi enviado no fim de semana ao vice-governador, Alberto Goldman, e ao secretário Aloysio. Restava Jorge Luis, mas o governo entendeu que Camilo tinha o melhor perfil para o ocupar o cargo.
Nota da SSP
Em nota, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo negou o uso de dossiês para a escolha do novo comandante-geral da Polícia Militar. Confira a íntegra da nota:
Com relação à matéria “Com especulações, secretário antecipa troca de comando da PM”, publicada hoje (quarta-feira), às 12:15h, na edição digital do Estadão, a secretaria da Segurança Pública nega taxativamente que a escolha do nome do novo comandante geral da PM tenha sido feita com base em dossiê. Não houve dossiê algum. O nome do comandante do CPA-M7, Cel. Cesar, sequer foi cogitado no processo de escolha. A indicação do novo comandante geral usou como critério a excelente carreira desempenhada pelo Cel. Camilo na Polícia Militar.
Texto ampliado às 10h13 da quinta-feira, 26, para inclusão da nota da SSP.
03/03/2011 – 16h39
Após morte de colega, policiais civis entram em greve na Bahia
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NATÁLIA CANCIAN
ESTELITA HASS CARAZZAI
DE SÃO PAULO
Atualizado às 16h58.
Os policiais civis da Bahia decidiram, em assembleia na manhã desta quinta-feira, entrar em greve por tempo indeterminado.
Confronto entre policiais acaba com um morto na BA
A categoria protesta contra a morte do policial civil Valmir Gomes, que era investigado por uma denúncia de extorsão e, durante a operação, foi alvejado por outros policiais civis. O incidente ocorreu ontem (2) à noite, em Salvador.
A Secretaria de Segurança da Bahia afirma que Gomes reagiu à abordagem policial e trocou tiros com os colegas. Já o Sindpoc (Sindicato dos Policiais Civis da Bahia) diz que ele foi morto “covardemente, com quatro tiros nas costas”, nas palavras do vice-presidente Marcos de Oliveira Maurício, e que sua arma estava enferrujada e sequer era usada.
Segundo a secretaria, a greve foi declarada ilegal pela Justiça na tarde de hoje. O órgão havia recorrido à Justiça por “se tratar de uma ameaça de paralisação de serviço essencial à sociedade” e que “não atende aos requisitos legais”.
O sindicato, porém, afirmou que continuará com a paralisação. “Ilegal é essa raça ruim que está aí”, disse o presidente Carlos Lima, se referindo ao comando-geral da Polícia Civil no Estado. “Eles é que são incompetentes, não sabem gerir.”
Segundo os diretores do sindicato, a morte de Gomes foi o “estopim” para a greve, já que a categoria está insatisfeita há tempos e já discutia a possibilidade de paralisação. “Nós estamos saturados de tantos problemas”, diz Maurício. Entre as reclamações dos policiais, estão o excesso de carga horária de trabalho, a falta de reajuste nas promoções e horas-extras e casos de prisões “ilegais” de policiais.
Segundo o sindicato, a greve dura até que os policiais que atiraram em Gomes se entreguem à polícia e respondam por homicídio.
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POLICIAIS DA BAHIA ESTÃO EM GREVE GERAL, ATÉ DESCUMPRIDO UMA ORDEM JUDICIAL, LÁ SIM PARECE QUE TEM UNIÃO DE VERDADE..AQUI A MAIORIA RECLAMA,CHORA,XINGA ETCC.ETC…. MAS NÃO FAZ NADA…LAMENTÁVEL
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É… TODOS SÃO PRIMOS, SERÁ QUE GANHAVA ALGUM EXTRA TAMBÉM?
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AQUI EM SÃO PAULO A MAIORIA DOS POLICIAIS OU SÃO FROUXOS OU SÃO CORRUPTOS E NÃO INTERESSA EM UM POUCO A GREVE, RESTOU APENAS OS POUCOS HONESTOS,MAS ESSES JÁ ESTÃO DESISTINDO DE FICAR NESSA POLÍCIA
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QUANDO AO CAMELO,OPS CAMILO TEM QUE ARRANCA-LO PELA ORELHA
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Colega que se intitula “chacal” admito que estou no lado dos frouxos, nunca corrupta.Estou frouxa de tanto ser espanadacomo um parafuso. Uma instituição que deveria primar pela justiça e imparcialidade, dá bonde em gente trabalhadora e cumpridora das suas obrigações, apenas para apadrinhar gente que não merece.Assim qq um fica frouxo. Cansei de ver tantas injustiças.Lamento tb que o meu governador tenha sido tão enganado.
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Comeu-se a Operação Santa Tereza, da PF, com prostíbulo, construtora, deputado Paulinho da Força, ex-prefeito de Praia Grande e atual deputado federal Mourão e dinheiro do BNDES na escolha do comando geral da PM. Anterior e atual deveriam ser investigados. Em um país sério, poderiam estar na cadeia. Viva o Brasil
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