Fleury: O SECRETARIO FOI PASSEAR NO SHOPPING 65

———- Mensagem encaminhada ———-
De: paulo sergio oppido fleury
Data: 3 de março de 2011 20:18
Assunto: Fleury
Para: dipol@flitparalisante.com

O SECRETARIO FOI PASSEAR NO SHOPPING

Consta que o SR Secretario esteve no Shoppng Vila Lobos no ultimo dia
25 por volta  das 18;00 hs,sozinho,chegou com um envelope pardo na
mão. Logo após teria chego um homem de paleto branco muito parecido
com um reporter do jornal Folha de SP.Em seguida se dirigiram a um
cafe onde ficaram conversando por 40 minutos,local onde o SR
Secretario  passou o envelope pardo para o reporter..Quatro dias
depois este mesmo reporter divulgou em letras garrafais uma materia
com o titulo “ESTATISTICO DO ËSTADO VENDE DADO SIGILOSO.
Se estes fatos ocorreram o  Sr Secretario cometeu varios crimes contra
a admistração alem da traição com o SR Governador
Sua conduta dissimulada fora do expediente,de forma clandestina,
passando informações sigilosas ( graficos do CAP)  entregando um
companheiro de Secretaria como intuito de atingir outras Autoridades
do atual Governo.Este Senhor que costumeiramente usa a Imprensa para
atingir seus objetivos tem que ser afastado imediatamente,pois é um
criminoso transvestido de justiceiro.Gostario muito de ter estas
provas na mão para poder falar bem alto para este senhor “não passa
vontade,não passa vontade”.
Senhor Conde Guerra quero que meu nome conste como PAULO SERGIO FLEURY

comandante-geral da Polícia Militar Trabalhou na Coordenadoria de Análise e Planejamento 7

———- Mensagem encaminhada ———-
De: DÉCIO
Data: 3 de março de 2011 11:12
Assunto: comandante-geral da Polícia Militar Trabalhou na Coordenadoria de Análise e Planejamento
Para:  GUERRA

Grande Guerra, favor publicar em seu poderoso jornal.  

/Cidades

Com especulações, secretário antecipa troca de comando da PM

Novo secretário de Segurança escolhe Álvaro Batista Camilo para o comando-geral após analisar seis dossiês

25 de março de 2009 | 12h 15

Marcelo Godoy – O Estado de S. Paulo

O novo comandante-geral da Polícia Militar é o coronel Álvaro Batista Camilo. A escolha de seu nome foi feita na segunda-feira, em uma reunião da qual participaram o governador José Serra, o secretário-chefe da Casa Civil, Aloysio Nunes Ferreira Filho, e o secretário da Segurança Pública, Antônio Ferreira Pinto. A escolha de Camilo foi feita após a análise de seis nomes. Um dossiê com informações da da Polícia Militar decidiu a escolha, fazendo com que o nome do coronel Wagner Cesar Gomes de Oliveira Tavares Pinto, atual comandante de Policiamento de Guarulhos fosse descartado.

O anúncio devia ser deixado para o término do comando do coronel Roberto Antônio Diniz, mas se decidiu antecipar o nome para acabar com especulações. Diniz foi informado na quarta-feira à tarde e apoiou a escolha e a antecipação da revelação do nome. Ele mesmo acompanhou o secretário Ferreira Pinto ao Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, no fim da tarde. O escolhido é da mesma turma que o secretário-chefe da Casa Militar, coronel Luiz Massao Kita – os dois saíram aspirantes em 1981.

Do ponto de vista operacional, Camilo é homem que passou pela 2ª Seção do Estado-Maior (o setor de informações) da PM. Trabalhou na Coordenadoria de Análise e Planejamento da secretaria, onde se aproximou da comunidade acadêmica, e assumiu o Comando de Policiamento de Área Metropolitano-1 (CPA-M1), responsável pelo patrulhamento do centro de São Paulo. Adepto do policiamento comunitário, Camilo criou um programa de aproximação com a comunidade GLS da região, que era alvo de delitos ligados à intolerância.

Internamente, Camilo era tido como um dos candidatos mais fortes ao comando. Isso não quer dizer que seu nome não enfrentasse resistências. Ele é o 37º coronel mais antigo da lista de coronéis – antiguidade no posto é um dos critérios hierárquicos da PM. Isso significa que o novo comandante-geral ultrapassou 36 coronéis, todos preteridos na escolha. São pessoas formadas nas turmas de 1977, 78,79 e 80 pela Academia do Barro Branco.

Embora não seja obrigatório, muitos deverão, por isso, passar para a reserva. Mas alguns podem fazer oposição ao comando de Camilo. “Ele não terá um comando fácil, mas o Camargo (Carlos Alberto Camargo, comandante de 1997-1999) era o 50º da lista (há 54 coronéis na PM) quando foi nomeado”, lembrou um oficial.

Dossiê

Para chegar ao comando, o nome de Camilo enfrentou outros candidatos fortes, entre eles os coronéis Jorge Luis e César. Este último contava com a simpatia de Aloysio e também era bem visto por Ferreira Pinto. O secretário da Segurança tinha na lembrança a atuação de César, então como capitão, no controle de uma rebelião em um presídio em Hortolândia, ocorrida em 1995.

Mas, no começo da carreira, César havia trabalhado nas Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) e, mesmo tendo sido inocentado em todos os processos que respondeu na Justiça Militar por causa de ações no cumprimento do dever naquela unidade, o governo considerou que seria um desgaste muito grande nomeá-lo para o comando-geral.

Um daqueles processos contra César teria sido extraviado na 1ª Auditoria da Justiça Militar em meio a outros mil que ficaram paralisados indevidamente por até 12 anos. Um dossiê com as informações sobre César foi enviado no fim de semana ao vice-governador, Alberto Goldman, e ao secretário Aloysio. Restava Jorge Luis, mas o governo entendeu que Camilo tinha o melhor perfil para o ocupar o cargo.

Nota da SSP

Em nota, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo negou o uso de dossiês para a escolha do novo comandante-geral da Polícia Militar. Confira a íntegra da nota:

Com relação à matéria “Com especulações, secretário antecipa troca de comando da PM”, publicada hoje (quarta-feira), às 12:15h, na edição digital do Estadão, a secretaria da Segurança Pública nega taxativamente que a escolha do nome do novo comandante geral da PM tenha sido feita com base em dossiê. Não houve dossiê algum. O nome do comandante do CPA-M7, Cel. Cesar, sequer foi cogitado no processo de escolha. A indicação do novo comandante geral usou como critério a excelente carreira desempenhada pelo Cel. Camilo na Polícia Militar.

Texto ampliado às 10h13 da quinta-feira, 26, para inclusão da nota da SSP.

ESTRUTURA DA SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA A SERVIÇO DO PÚBLICO ( pagante ) 20

03/03/2011

Consultoria usava funcionários do Estado

Folha de S.Paulo

A Angra Consultoria, empresa que utilizava dados sigilosos da Secretaria de Estado da Segurança Pública em serviços que vendia para clientes privados, trabalhava com funcionários da pasta, de acordo com documentos obtidos pela reportagem.

  • Um orçamento de R$ 85,9 mil (datado de 2009) da Angra Consultoria citava cinco profissionais. Quatro deles foram funcionários da CAP (Coordenadoria de Análise e Planejamento), segundo a assessoria de imprensa da secretaria. Um dos nomes citados ainda trabalha lá.

A CAP é o órgão da secretaria que concentra as estatísticas criminais da polícia paulista.

Anteontem, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) demitiu o sociólogo Túlio Kahn, chefe dessa seção, depois de a reportagem ter revelado que ele era sócio da própria Angra.

Para Alckmin, a atividade pública de Kahn é incompatível com os negócios dele.

Funcionários

São os seguintes os profissionais que aparecem no orçamento da Angra e foram ou são funcionários da Secretaria da Segurança: Túlio Kahn, André Zanetic, Cristiane Ballanotti, Tatiana Moura e Monise Picanço.

Monise Picanço, pesquisadora do Cebrap (Centro Brasileiro de Análise e Planejamento), afirma, em seu currículo Lattes, que já fez trabalhos para a Angra.

Protocolo

André Zanetic, que foi da secretaria, continua no órgão, mas agora tem o seu salário pago pela Federação das Empresas de Transporte de Carga, segundo um protocolo de intenções assinado em 2006.

A federação paga R$ 7.000 a dois funcionários da CAP para atuarem dentro da secretaria em levantamentos sobre roubo de carga.

A Angra tinha entre seus clientes a GR – Garantia Real, empresa que atua na área de segurança privada.

Também estava entre os clientes da Angra a Emplasa (Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano), ligada à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Metropolitano.

Para a GR, a Angra fez um levantamento sobre roubos e assaltos a condomínios em São Paulo.

Há suspeitas de que a Angra funcionaria dentro da própria secretaria. O endereço que aparece no contrato social da empresa, na Vila Madalena (zona oeste de São Paulo), é um apartamento. Porém, não há nenhuma empresa no prédio, de acordo com o porteiro do local.

Leia mais

 

03/03/2011

Profissional nega ter trabalhado

Folha de S.Paulo

Uma das funcionárias da Secretaria de Estado da Segurança Pública, Cristiane Ballanotti, cujo nome é citado em serviços feitos pela Angra Consultoria, afirmou ontem que nunca trabalhou para a empresa.

A reportagem enviou a ela uma cópia do documento da Angra com o nome dela.

“Acho um absurdo o meu nome estar circulando em tal documento”, respondeu Cristiane Ballanotti.

Localizada ontem, a ex-funcionária da pasta Tatiana Moura afirmou à reportagem que não iria comentar a questão.

A reportagem não conseguiu localizar, ontem, os outros três funcionários citados (Túlio Kahn, André Zanetic e Monise Picanço).

Na última segunda-feira, Túlio Kahn afirmou que não usou servidores da pasta na Angra Consultoria. Ele negou que tenha violado dados sigilosos e afirmou, ainda, que não tem clientes, mas patrocinadores de pesquisas sobre a violência.

VALE A PENA SER DESLEAL 67

Enviado em 03/03/2011 às 1:01

Delegados da Operação Pelada vão para o DENARC. Colegas dizem que não é punição, é prêmio

Dois dias atrás o Delegado-Geral de Polícia de São Paulo, Marco Carneiro Lima, apresentou pessoalmente aos colegas da Delegacia Especializada de Narcóticos dois novos colegas que foram incoporados ao time de elite. Além da apresentação formal, os novatos receberam elogios do chefe, que os recomendou e pediu colaboração.

Eduardo Henrique de Carvalho Filho e Gustavo Henrique Gonçalves, os agraciados com a recomendação, foram os protagonistas da chamada Operação Pelada. Foram eles que despiram à força a escrivã V., acusada de concussão, no cartório da Delegacia de Parelheiros, na Zona Sul de São Paulo. As imagens das sevícias foram reveladas duas semans atrás pelo Blog do Pannunzio (veja aqui) e pelo Jornal da Band.

A chegada de ambos causou mal-estar, especialmente entre as mulheres. Eles vão passar a dar plantões no DENARC somente depois do cumprimento de um período de férias. Para os colegas, a transferência é prêmio, não uma punição, já que o DENARC abriga a elite da elite da polícia civil paulistana.

As manifestações de indignação não se resumem aos futuros colegas dos dois delegados. Na manhã desta quarta-feira o SINDPESP — Sindicato dos Policiais Civis do Estado de São Paulo — enviuou uma carta ao governador Geraldo Alkmin reiterando as críticas ao comportamento dos protagonistas da Operação Pelada e peindo a demissão do Secretário de Segurança Antônio Ferreira Pinto.

Os policiais civis reclama de discriminação. Segundo eles, o secretário, que tem como origem a Polícia Militar, subordinou diretamente a ele a Corregedoria da Polícia Civil, mas manteve a dos pliciais militares sob o comando da PM.

http://www.pannunzio.com.br/?p=7441

FALAR O QUE??? DEPOIS DE TUDO QUE ESTES COVARDES PROMOVERAM, SÃO AGRACIADOS PELO DGP COM O PLT DO DENARC!!! PIADA!!! SÓ PODE!!!

Pô, SOLTARAM TRAFICANTE INTERNACIONAL PARA PRENDER POLICIAIS E VÃO PARA O DENARC???

DEPOIS DESSA… SILÊNCIO.

http://www.pannunzio.com.br/?p=7441