O delegado Sérgio Abibi de Castro, lotado na Divisão de Assessoramento Especial do Departamento de Polícia Metropolitana (DAE/DPM), foi inocentado na Justiça e no Conselho Superior de Polícia das acusações de porte ilegal de arma e uso de placas clonadas. Ele foi preso pelo corregedor da Polícia Civil, delegado Anibal Germany, em 14 de abril de 2009, dois dias depois do delegado João Paulo Martins assumir a Chefia de Polícia.
Para o delegado Abibi, a denúncia foi motivada porque ele teria contrariado alguns interesses dentro da própria Polícia Civil. Ele explica que a inteligênciada polícia (onde ele atuou por muitos anos) se ocupa inclusive de policiais em desvio de função. Segundo ele, é uma pré-corregedoria, onde são levantados fatos para que o policial seja responsabilizado criminalmente ou administrativamente: “A gente faz inimigos.”
Abibi foi preso dois dias após ser removido para a Divisão de Assessoramento Especial do Departamento de Polícia Metropolitana quando houve a troca do chefe de polícia. O delegado era integrante do serviço de inteligência e diretamente ligado ao chefe de polícia que deixava o cargo, delegado Pedro Carlos Rodrigues. No lugar dele assumiu o delegado João Paulo Martins. Para Abibi, não foi coincidência e o momento era oportuno para as pessoas que queriam atingi-lo.
Após a prisão, o delegado Abibi pediu licença e passou o restante do ano de 2009 afastado. Ele reassumiu o cargo em janeiro deste ano. O delegado estuda, inclusive, processar o Estado pelas acusações.
A denúncia
Abibi conta que foi acusado de portar uma arma com numeração raspada, mas ficou provado no processo que o revólver pertencia à Polícia Civil. Além disso, o delegado esclarece que nenhum policial civil precisa de porte para andar armado porque tem porte automático conforme determina a legislação estadual e federal. Abibi revela que a arma em questão foi recebida há 30 anos na Delegacia Regional de Osório, onde ele começou a carreira. O delegado acrescenta: “o próprio corregedor-geral que me indiciou disse, durante depoimento, que a arma era da polícia. Se ele sabia que a arma era da polícia, me prendeu por quê?”
Sobre as placas, Abibi afirma que eram discretas – comumente utilizadas por agentes no trabalho de inteligência – e que nunca pertenceram a nenhum particular. Além disso, o delegado garante que há um controle por parte da polícia das placas emitidas para esse fim
Pois é,porque?
O Sr. talvez,estivesse incomodando.
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As casinhas de cabloco existem, principalmente quando contraria interesses escusos Suely. Na Polícia temos chefes inescrupulosos e que nos querem nos usar para atividades ilícitas, colocando o nosso na reta. Mas numa situação dessa, não deixo de fazer as minhas anotações do dito cujo. Temos que ser que nem escorpião, andando com o o ferrão armado e só atacar quando formos atacados de forma veemente.
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Basta,
Confiar,desconfiando.
Quando um desses nos manda fazer algum levantamento
especial,e não manda os da panelinha dele,é hora de começar a rezar, rs
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UM DIA A CASA CAI. É A LEI DE CAUSA E EFEITO.
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quantas dessas ele já deve ter armado para outros policiais na mesma situação, placas frias.
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Após a implantação do Sinarm todas as policiais e , inclusive forças armadas, tiveram que recolher as armas com numeração raspada e devolvê-las ao Forum competente, desfigurando-se o auto de deposito que os policiais possuiam, bem como as armas doações do Exercíto para as policiais estaduais, mesmo que adquiridas de modo lícito , tiveram que serem destruiddas pelo Exército, eu mesmo tive que devolver um revolver calibre 38 que possuia há mais de 14 anos na Policia Civil de São Paulo, carga do Departamento de Produtos Controlados , doação do Exercíto, esse que foi destruido. Todas as armas devem possuir numero ostensivo e constar do cadastro nacional de armas, era obrigação dele , inclusive como Delegado de Polícia devolvê-la ao setor que lhe cargueou para sua destinação correta. Não o fez por ser Delegado e achar que nada poderia lhe acontecer. A decisão da Justiça, é claro foi favorável, será que se fosse algum policial de menor hierarquia funcional também seria absolvido pelo Conselho da Policia, ou somente pela Justiça, via as policiais dos Majuras, como sempre.
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