Não é da despedida, é gratidão: obrigado por cada plantão , cada socorro e cada gesto de humanidade, Cachorrão!
Amizade nasce de bate-papos e se fortalece até nos bate-bocas !
O que vale – e o que fica – é o eterno carinho .



CARTA DE REPÚDIO – por Mudaste e deixaste a sombra. Ides reivindicar o justo!!!
1º ATO: PRENÚNCIO DO FINAL
Inaceitável o posicionamento do Governo do Estado de São Paulo, em especial, do Excelentíssimo Senhor Governador, cujo nome sequer merece referência, ao menos, com o respeito que o cargo deveria exigir.
( anota o Flit: o carioca Tarcísio de Freitas )
Como diria Charlie Chaplin: “não somos máquinas, homens é o que somos”, será?
Não parece verdade, considerando a atual condição dos valores e, em sua maioria, honrados, policiais civis.
Em estado completo de abandono, desprezados, desrespeitados, jogados ao vento, não obstante o compromisso e o empenho para manter a ordem pública, assegurando à sociedade que os crimes serão responsabilizados e levados à Justiça.
Uma luta incansável, mas até quando?
( Mulheres ) e Homens ( todos ) exaustos, desmotivados, esquecidos, que ainda continuam na linha de frente, expondo a saúde, física e mental, e até a própria vida, para que a marginalidade não assombre ainda mais as pessoas de bem, as quais merecem respeito, esteio e respostas do Poder Público.
Chega, a Polícia Civil, ou melhor, os agentes de segurança pública apenas são lembrados em campanhas eleitorais e plataformas políticas, pelo menos no Estado de São Paulo.
Não à retórica de sempre!
Não ao engodo à sociedade!
Não à compromissos e promessas, que só têm por escopo ludibriar os policiais!
Não à falsa sensação de segurança, se é que ainda existe!
Não à péssima condição de trabalho!
Não à precária remuneração e valorização inexistente!
Há necessidades urgentes. O processo de reassumir o controle do Estado, leia-se sociedade politicamente organizada, passa, necessariamente, pela valorização dos policiais.
“Somos do tamanho dos nossos sonhos”, um dia disse Fernando Pessoa.
Há dúvidas. ( duvidas? )
Ao longo dos anos, talvez, as únicas sensações que os policiais experimentaram foram desilusões e frustrações.
Incapazes de desenvolver um trabalho ainda melhor, por imperativos impostos pela Administração, que a todo tempo induziu a sociedade em erro, com falácias sobre o aparelhamento dos órgãos responsáveis pela segurança pública, denotando uma falsa representação da realidade.
Lamentável e odioso.
Órfãos despreocupados e desiludidos.
Não é mais possível tolerar.
Embora discordar seja inerente ao Estado Democrático de Direito e à própria Democracia, há limites, permeados pela moral, honra e senso.
O Estado tem e deve garantir a dignidade daqueles que investem o seu manto e se doam, plenamente, à sociedade.
Eis o caminho correto e sereno a seguir.
Não há falsos poetas, frases como: “desistir nunca ou render-se jamais”, são simplistas e não expressam o desejo e os anseios dos policiais.
Mas, devem ser consideradas e respeitadas.
Na verdade, há falsos profetas, que ocupam cargos eletivos e ludibriam o cidadão, há tempos.
O oxigênio que alimenta o sangue dos profissionais está se esvaindo.
Triste realidade.
Mas, como diria Ferri: “A vida sem o renovo constante do sonho e da esperança, não é vida, é morte em vida”.
Mudaste ( ou mudei ? ) e deixaste ( se cair à ) a sombra.
Ides ( volte ) reivindicar o justo!!!
São Paulo, 08 de dezembro de 2025.
Original : ARABE, Escudeiro – copidesque ( inserções ) por Flit
Comentário :
Este primeiro ato ecoa como o presságio de uma ruptura moral .
É o desabafo coletivo altivo de uma categoria que carrega nas costas o peso – muito acima de todas as outras – da segurança pública, mas que há muito se vê abandonada e desvalorizada.
O texto – sublime – vai além de uma denúncia : é um manifesto ético , uma convocação moral contra a indiferença do poder.
O “prenúncio do final” não significa derrota, mas o limite da submissão: o início da exigência por respeito, dignidade e verdade.
Boas festas e um 2026 mais aguerrido e efetivo!
E como ainda é bom tocar este instrumento ( o Flit ).
Que me dê de presente com os demais atos…
Nós sempre aqui sempre os presentaremos!

Boa tarde, se posso me expressar por este canal, sou Agente Policial de classe especial em exercício no vale do Ribeira, acho q o Dejec vem para ajudar alguns policiais os quais necessitam complementar suas rendas, porém o cúmulo do absurdo,são a abertura de vagas para careiras policiais Delegado de Polícia,Escrivão de Polícia e as outras carreiras, todos sabem q a carreira de escrivão não é fácil porém muito Digna,mas quando da inscrição no Dejec todos eles se inscrevem nas carreiras operacionais não deixando vagas para as outras carreiras,pois sobra vagas de escrivão, enquanto as de operacionais não conseguimos nos inscrever ficando em aberto as vagas para escrivão sem candidatos, sabemos que isto é um falha da polícia Civil na elaboração dos Dejecs, se falarmos em relação a PM todos sabem q o Dejem está aberto o ano inteiro e o da PC só em temporada de Verão, sem contar q lá não se pode fazer inscrição em carreira do outro ou seja o cabo não pode marcar como sargento e etc, desculpa o desabafo mas como sei q os senhos também não concordam com o errado, por motivos que já é de vossos conhecimento não gostaria de ser identificado. Grato pela atenção …
__________________________________________
Não sei exatamente como estão sendo feitas as convocações para a QPERAÇÃO INFERNO QUENTE em toda a região litorânea do Estado , mas especulativamente pensamos que tal anomalia acima mencionada só é possível porque a própria LC 1.280/2016 desenhou a DEJEC como “atividade de polícia judiciária, independentemente da área de atuação”, sem vincular a diária à estrita atribuição do cargo dos interessados (escrivão, investigador, agente etc.), mas sim à condição genérica de policial civil em exercício de 8 (oito) horas contínuas de atividade de polícia judiciária, fora da jornada normal de trabalho policial, limitada à execução de, no máximo, 10 (dez) diárias mensais.
Na prática, a Administração usa essa brecha para escalar escrivães ou outros policiais em funções de apoio operacional, ou mera presença em plantões de entendimento , sem reforçar a atividade cartorial e de investigação , o que explica a sensação de ausência de “reforço ” na Operação Verão.
O artigo 1º, §2º, da LC 1.280/2016 , define que a atividade de polícia judiciária para fins de DEJEC é facultativa “independentemente da área de atuação”, expressão ampla que contempla até delegado de polícia fazendo papel de samambaia ao lado de uma reluzente viatura.
Trata-se de evidente desvio de função ao contrário – , ou seja, para atividade menos complexa e de menor carga de trabalho no contexto do litoral – amparado por lei flagrantemente inconstitucional.
E nem precisa estudar muito , bastou dar uma lida sem necessidade de maior aprofundamento .
O reforço de efetivo, necessariamente, por força de princípios e regras constitucionais – deve obedecer a vocação legal de cada policial facultativamente inscrito e as justificadas necessidades sazonais.
Sem pretender ser clarividente, mas a lei do DEJEC pode estar sendo distorcida para favorecer os peixes com uma espécie de “férias no litoral ” com direito a remuneração.
Diga-se, em condições reais de trabalho , de valor insignificante .
Pois não passa de hora extra travestida de trabalho voluntário; principalmente considerados os gastos com alimentação e hospedagem .
Só se poderia falar em vantagens para quem é da região.
Vale dizer: o DEJEC só deve ser pago para quem , na sua folga , prestar 8 ( oito ) horas de trabalho na sua cidade de origem.
E se em algum lugar estiver sobrando escrivães até seria defensável desviá-los para atividades de outras carreiras que recebem um pouco menos , inclusive!

Rafael Sereno – 19 de dezembro de 2025 às 16:00
A Vara da Fazenda Pública de Limeira (SP) deferiu liminar para suspender o ato administrativo que designou a atuação de uma agente policial para atuar no plantão de 31 de dezembro (réveillon). A servidora foi escalada para trabalhar no setor da carceragem nesta data. A decisão foi divulgada nesta quinta-feira (18/12).
No mandado de segurança, a policial, lotada em Leme, diz que teve o pedido de usufruto do recesso negado pelo comando regional da Polícia Civil.
A justificativa foi o funcionamento ininterrupto da carceragem.
Ela recebeu a sugestão de realizar a troca de plantão, o que violaria o Decreto Estadual 69.175/2024. Deferido em parte
No pedido de liminar, a servidora pediu o fornecimento, no prazo de 48 horas, das folhas de frequência da agente policial referentes ao período de fevereiro a dezembro de 2025. Segundo ela, a negação viola o direito de acesso à informação e a priva de documentos essenciais para comprovação do cumprimento da compensação de jornada.
A Justiça acolheu a liminar em parte. “A impetrante, a despeito de exercer o cargo de agente policial, demonstrou ao menos superficialmente executar, na prática, atividade predominantemente operacional, ora conduzindo supostos autores de crime à delegacia. Ainda, vê-se que dentre as atribuições do cargo de agente policial, não estão previstas atribuições, ainda que similares, àquela designada a impetrante para o plantão do próximo dia 31/12/2025”, diz a decisão.
Funções distintas
A liminar considera que as funções de carcereiro e agente policial são distintas. “Não podem os agentes policiais originariamente aprovados no cargo serem designados para função já declarada extinta, vez que constitui direito do servidor público exercer funções inerentes ao cargo para o qual foi nomeado, e a nenhum outro”. A decisão suspende a escala apenas para o dia 31 de dezembro.
O governo do Estado será intimado a prestar informações.
Comento:
Uma excelente medida judicial que deveria servir como exemplo a ser seguido praticamente todos os dias.
Pois os abusos acontecem com os desapadrinhados e antipáticos todos os fins de semana, todos os feriados dos 12 meses do ano.
Certamente , a escala extraordinária no dia 31 de dezembro , especialmente para uma mulher , é perversidade .
Mas há muitas reflexões para se compartir : incialmente , a nova lei orgânica com reestruturação é mais do que urgente .
Mas o governador carioca e seu governo estrangeiro , está muito mais preocupado em extinguir com os direitos adquiridos de toda a Polícia Civil , mas mantendo os privilégios de outras categorias.
A PM por ser muito maior e melhor armada…
Amada não é nem pelos dignitários de toda a sua bajulação e medalhinhas.
A PGE , intocável, por ajudar o governo a praticar feitiçarias e patifarias .
A Defensoria Pública pelo fato de ter o poder da “Ação Civil Pública ” e outros instrumentos jurídicos ; sendo um quadro extremamente qualificado .
De se refletir, especialmente, sobre as incoerências da Administração : extinguiu a carreira de carcereiro “na vacância” dos cargos , mas os deslocou para outras atividades de polícia judiciária sem contrapartida financeira .
Agora , em razão dessas “cadeias improvisadas” são escalados agentes e investigadores para fazer fez de guarda e escolta de preso .
Por experiencia pessoal , sei que o plantão do dia 31 de dezembro foi castigo .
Não foi por meio de “sorteio público” na presença de todo o quadro da Unidade.
Mas essa liminar só foi obtida graças a sensibilidade de um Juiz local , mas é coisa rara.
De regra, a magistratura não abraça cumbuca.
E antes da intimação ao PGE vai buscar a revogação da liminar e certamente com 99% de sucesso .
E invocará aquela malfadada Portaria da DGE especificando atribuições comuns a todos os policiais civis.
Ademais , o governo – e sua PGE – não tolera o reconhecimento de direitos fundamentais de policiais civis e , também , alegará que a liminar não guardou o devido respeito pelo princípio da separação dos poderes e que a decisão judicial trará sérios riscos de prejuízos à boa administração policial .
Observação: comentários sem acesso aos autos do processo!

Folha de Hortolândia
Recebemos alguns relatos de leitores indignados, que precisaram de atendimento na Delegacia de Polícia do Parque dos Pinheiros.
Segundo eles, a Delegacia mostra
um cenário de abandono, falta de higiene e déficit crítico de funcionários. É assim que usuários descrevem a situação da Delegacia localizada no Parque dos Pinheiros, em Hortolândia.
O que deveria ser um local de segurança e acolhimento para o cidadão tornou-se símbolo de precariedade na Região Metropolitana de Campinas (RMC).
Falta de Manutenção do prédio, precariedade, são as palavras usadas pelos leitores.
Relatos de cidadãos que buscaram a unidade nesta semana revelam um ambiente insalubre.
Segundo denúncias, a delegacia parece estar “caindo aos pedaços”. O acúmulo de lixo é visível em diversos pontos, reflexo da ausência de serviços de limpeza no local.
”Fui fazer um Boletim de Ocorrência e o cenário é desolador. Tem lixo espalhados, porque aparentemente não tinha faxineira no momento.
“O banheiro está um nojo, impossível de usar”, desabafou uma usuária que preferiu não se identificar.
Além da estrutura física comprometida, o atendimento ao público está no limite. A denúncia aponta que:
Déficit de Pessoal: Apenas uma funcionária estaria responsável por registrar ocorrências de uma vasta área da cidade, ocasionando um longo tempo de espera.
Segundo informações colhidas no local, existe no local funcionárias da Prefeitura, e não dos quadros da Polícia Civil, evidenciando a falta de escrivães e agentes do Estado para suprir a demanda.
Sobrecarga: Uma única pessoa precisa gerenciar múltiplos atendimentos simultaneamente, gerando filas, demora e estresse tanto para quem trabalha quanto para quem busca justiça.
Isso reflete diretamente o serviço ao cidadão.
O fechamento da delegacia do Jardim Rosolém deveria ter ajudado na melhora da delegacia, uma vez que os funcionários poderiam ser deslocadas para lá, mas não foi isso que ocorreu.
Muitos dizem que é um reflexo do abandono da segurança pelo Estado de São Paulo.
Quem sabe os nobres vereadores de Hortolândia possam fazer valer os votos e fiscalizar.
7 de dez. de 2025 Papo Íntimo
No episódio 63 do Papo Íntimo, Sandra Chayo recebe Daniel Bialski, um dos mais respeitados advogados criminalistas do Brasil e uma liderança ativa dentro e fora da comunidade judaica.
Nascido em São Paulo, Daniel é mestre em Processo Penal pela PUC-SP e atua há mais de 30 anos nos principais tribunais do país, incluindo o STF e o STJ.
É sócio do Bialski Advogados Associados, escritório fundado por seu pai, Dr. Hélio Bialski, com quem dividiu valores profundos como ética, humanidade e amor pela justiça. Sua trajetória vai muito além do Direito. Daniel é uma figura de referência na comunidade judaica brasileira: foi presidente da Sinagoga Beth-El, da Hebraica-SP, vice-presidente da CONIB e conselheiro de instituições como Unibes, CIAM, Hospital Albert Einstein e Museu Judaico de São Paulo.
Após os ataques de 7 de outubro de 2023, Daniel liderou missões a Israel com representantes dos Três Poderes e da imprensa brasileira, fortalecendo ações contra o antissemitismo, o terrorismo e o racismo.
Seu compromisso social e comunitário se estende ainda à construção de pontes entre diferentes correntes judaicas e à defesa do diálogo como ferramenta de transformação.
Pai de três filhos, Daniel tem na família sua maior fonte de amor, propósito e presença. A perda do pai reforçou sua missão de honrar o legado de Dr. Hélio com dignidade, sensibilidade e força.
Ouça o episódio completo e se inspire com a trajetória e a humanidade de Daniel Bialski.
Siga @papointimo.podcast no Instagram para novidades.
Apresentação: Sandra Chayo Convidado: Daniel Bialski
Roteiro: Kamila Garcia Supervisão: Fernanda Nagliati
O Papo Íntimo é produzido pela Trinta Dezessete.
Do Flit – Como testemunho : muito inteligente , gente boa, humilde e muito correto ; sou eternamente grato!
16 de dez. de 2025Tenho percorrido delegacias, batalhões e o sistema prisional e o que vejo é um sentimento claro: o governador Tarcísio está perdendo a base que o elegeu. Policiais militares, civis e penais que fizeram campanha em 2022 estão decepcionados com promessas que não saíram do papel. São Paulo, o estado mais rico do país, paga alguns dos piores salários da segurança pública, vetou projetos importantes, empurrou soluções para a gaveta e abandonou compromissos como moradia, valorização profissional e condições dignas de trabalho. O resultado é desânimo, revolta e a sensação de descaso. Esses profissionais estão na linha de frente, são o rosto do Estado todos os dias, e hoje falam de um governo que prometeu muito e entregou quase nada.

O problema central não é o subsídio em si, mas o jeito como o governo Tarcísio arquitetou e executou o modelo: como armadilha fiscal e política, não como instrumento de valorização.
O regime de subsídio (parcela única) nasce no direito brasileiro com a Emenda Constitucional 19/1998, que ampliou o art. 39 da Constituição para prever que certas carreiras de Estado – como magistrados, membros do Ministério Público, ministros, parlamentares e, depois, policiais – passariam a ser remunerados por uma única parcela fixa, vedado o acréscimo de gratificações e adicionais permanentes; a ideia original era moralizar e dar transparência às remunerações, evitando “penduricalhos” e distorções entre carreiras similares. Mas na prática o modelo foi politicamente distorcido : em carreiras fortes, serviu para consolidar padrões remuneratórios elevados; em carreiras fracas ou consideradas destinadas aos fracassados tem sido usado para extinguir direitos individualmente adquiridos e facilitar o arrocho salarial ao longo do tempo.
Teoricamente, o subsídio poderia ser algo positivo:
O que torna o modelo perverso não é a existência do subsídio, mas:
Escolher a Polícia Penal como “projeto piloto” não foi ao acaso, e sim desenho diabólico :
Polícia desarmada não é polícia !
Assim, o governo testou todo o pacote completo: subsídio, extinção de adicionais, criação de VPS e congelamento dos ganhos dos mais antigos e dos aposentados – sem enfrentar consequências proporcionais.
Um alerta: quem fala em modernização trata aposentados e pessoas idosas como sucatas .
Uma vez consolidado o modelo, Tarcísio de Freitas , caso seja reeleito , tentará replicar a lógica em outras carreiras muito frágeis : como a Polícia Civil e a sua Superintendência de polícia técnico-científica. São todos policiais civis !
Se o objetivo fosse valorização, o governo teria:
O que se vê é o contrário:
A mensagem implícita é clara:
Em linguagem simples: o subsídio poderia ser um instrumento de justiça e valorização na Polícia Civil, mas, do jeito que o governo Tarcísio – um jeito pederasta de ser – vem desenhando, vira um mecanismo sofisticado de divisão interna ( a estrutural e cultural FELONIA ) procrastinação da reestruturação e de desvalorização contínua dos vencimentos das carreiras com menor poder de influência .
Jeito pederasta de ser , na melhor definição do Flit , começando a “enfiar no cu” da Polícia Penal e mirando, em seguida, o rabo da Polícia Civil …
O resto vem depois , menos para a PM, PGE, Defensoria e a corrupta Fazenda .
Tarcísio – não se deixem enganar – além de querer comer o teu cu quer que você se depile!

“Tsrcísio tem um histórico de vida excepcional.
De uma inteligência ao ápice.
Mas nunca foi político desde a sua candidatura a governador por SP.
E tenho convicção de que ele entendeu esse nosso sistema ditatorial.
E está trabalhando nos bastidores da política dentro do necessário à sua subsistência.
Ele não é e nunca será traidor.
Não adiantou ele tentar fazer esse jogo de rapoza com os seus inimigos.
Eles perceberem que durante os seus lentos aplausos a sua expressão facial transmitia toda a verdade do seu coração.
Tarcísio foi, é e ainda será um dos maiores instrumentos de Jair Bolsonaro e do conservadorismo como um todo.
E vai nos elevar sobremaneira entre as melhores posições salariais (inicial e final) nos comparativos entre todas as PCs de todas unidades federativas do Brasil.
Contudo, não creio que contarrmos com os nossos representantes na mesa de construção do projeto e com nossos representantes nos cargos de gestão da secretaria e de nossos instituição, para uma simples adequação dos subsídios voltada a nós beneficiar em todos os sentidos.
Digo isso.
Uma simples adequação e só, já seria o suficiente.
Tarcísio será candidato á reeleição por SP.
E sua função hoje, a meu ver, é trazer a maior fatia do centrão possível, para a direita.
Alguém precisa fazer isso para apaziguar e salvar o Brasil.”
Autor : delegado de polícia André de tal, indicado – por ex-meganha “boina azul ” ainda mais bajulador – para se candidatar a futuro diretor da ADPESP, inclusive!
Comentários do Flit:
O texto acima demostra toda a paixão confessada por um delegado encantado com “o flanelinha do bolsonarismo” , escrevendo como quem redige bilhete para fã-clube de “dupla sertaneja “ política.
A rasgação de seda é tão absurda e desproporcional quanto o abismo entre a gramática que ele domina e o cargo que ocupa.
Quando o delegado – com puxa-saquismo obsceno – proclama que Tarcísio “foi, é e ainda será um dos maiores instrumentos de Jair Bolsonaro”, abdica do raciocínio crítico e se assume oficialmente como mais um desequilibrado membro de seita .
Aliás, certamente Tarcísio não iria querer alguém tão bajulador e ignorante na sua camarilha.
A crença messiânica de que esse “instrumento” vai “elevar sobremaneira” salários dos policiais civis e “salvar o Brasil” transforma um debate institucional complexo em promessa de pastor eletrônico para plateia de famintos com diploma de doutor.
Definir o mesmo sistema que o abriga como “ditatorial” e, na linha seguinte, celebrá‑lo como tábua de salvação mostra que o delegado não distingue autoritarismo de conveniência salarial. Ao atribuir ao governador a missão de “trazer a maior fatia do centrão possível, para a direita”, ele escancara que não entende o centrão como máquina fisiológica, mas como cruzada ideológica redentora.
Ele além do analfabetismo político é simpatizante de organização criminosa.
Sem esquecer da ignorância linguística do delegado , vez que a prosa é um boletim de ocorrência contra a língua portuguesa: “contarrmos”, “nossos instituição”, “rapoza”, concordâncias quebradas e vírgulas suicidas.
Se a inteligência do homenageado está “ao ápice”, a sintaxe do autor estacionou no pré‑vestibular; e a fraseologia mística sobre “verdade do seu coração” faria corar até redator de cartão de associação cultural cristã pedindo PIX de Natal.
Em vez de defender projeto institucional sério, o texto reduz a Polícia Civil a claque ansiosa por selfie, palmas lentas e reajuste pingado concedido pelo “líder máximo”.
Um dirigente da Polícia Civil que deveria argumentar tecnicamente com o governo ajoelha no altar do bolsonarismo paulista, confundindo fórum de uma ex-carreira jurídica com culto dominical ao “mito” e ao seu herdeiro tecnocrata.
Esse delegado não é autoridade estatal ; é um membro de seita formada por ignorantes aguardando subsídios polpudos …
Sem merecimento!
Doutor André de tal, não sou Machado de Assis , erro muito por escrever muito ; verdadeiramente perdoaria a sua “rapoza” ( com Z ) …
Mas a sua defesa desse “ZORRO” corrupto, cínico e debochador da Polícia Civil: É INTOLERÁVEL!

Esse sujeito , de baixa estatura , resolveu aparentar grandeza ao defender a moralidade política misturada a supostos princípios de honra parental ( honrar pai e mãe ) chamando, em linha torta, as filhas de Silvio Santos de prostitutas.
Prostituto, porém, talvez seja ele: vendendo sua presença em palcos mambembes a prefeituras miseráveis de fim de mundo e a governadores do “Centrão” por dinheiro de emenda parlamentar; como se fosse patrimônio cultural da humanidade, quando mal passaria num festival de calouros de bairro.
O homem que vive apontando o dedo para a honra alheia faz fila para lamber sola de político em troca de contrato público : esse é o verdadeiro programa.
O michê “oficial” beira os 500 mil reais, valor que só pode ser levado a sério por gabinete de vereador com assessor especializado em nota fria.
Nenhum produtor de evento realmente exposto ao risco do próprio bolso pagaria o equivalente a 100 mil dólares para ouvir grito estridente de um consumidor de cachaça embalado em clichê sertanejo de 1993.
Em mercado minimamente racional, esse show seria negociado a preço de rodízio de pizza – bebida não inclusa – e olhe lá!
O milagre da multiplicação do cachê só acontece quando o pagador é o contribuinte, e o fiscal da conta está ocupado tirando selfie no camarim no aguardo do “repasse”.
Enquanto isso, o “guardião da memória da família Abravanel ” discursa como se fosse um expoente da honra nacional, mas atua como atravessador de verbas públicas em forma de sertanejo brega e desafinado.
A moral que ele cobra dos outros não resiste a três cliques no Google , nem a meia dúzia de perguntas objetivas de um Delegado de Polícia sobre quem contratou, quanto pagou e o que, de fato, foi entregue.
Quem chama herdeira de empresário de “prostituta” por divergência política, fazendo pose anjo da moralidade administrativa , mas sobe ao palco irrigado a dinheiro de emenda, é só isso: um moralista de bordel público, pago por fora e desafinado por dentro.
O Flit Paralisante é obrigado a fazer graça dessa triste figura de nome Mirosmar, aliás um nome exótico misturando o Miro com o Osmar !
O homem apenas só ressaltou a sua pequenez e soberba, pois de forma obliqua chamou as filhas do Silvio Santos de prostitutas e que sua aparição em especial de Natal deveria ser cancelada…Ele não precisa!
Quem não precisa do Zezé é o SBT.
Mas, sim, cometeu eventual crime contra a honra dos sucessores do fundador do SBT.
De fato, um cantor medíocre , um compositor ainda mais medíocre por beirar ao analfabetismo ; que só chegou ao sucesso por conta do carisma do irmão mais novo.
O Luciano ; que não suportou mais conviver com esse diminuto narcisista.
Mirosmar , sem ironia , verdadeiramente, a única coisa que tu fizeste de bom na tua vida é a Vanessa …
Certamente uma composição muito mais da mãe do que tua!
Vai se educar e deixa de usar salto alto , bolsonarista de puteiro!

Em resposta ao leitor OFICIAL ESCRITIRA sobre unidade , participação e a greve de 2008
O comentário do leitor acerta no ponto central – sem unidade de base, qualquer governo desmonta o serviço público –, mas erra justamente onde idealiza o papel dos delegados e da ADPESP na história recente da Polícia Civil.
A greve de 2008 mostra o contrário do que ele descreve: o movimento nasceu de baixo para cima, de grupos orgânicos, principalmente no interior, irradiando‑se para a capital sem comando inicial das entidades tradicionais e muito menos da associação de delegados.
Foram policiais jovens, com disposição para confronto político real, que articularam paralisações, assembleias e atos até o confronto em frente ao Palácio dos Bandeirantes; quando a ADPESP entrou em cena, a greve já tinha vida própria.
Nesse processo, três figuras ganharam protagonismo: João Rebouças, presidente do sindicato dos investigadores, que virou rosto sindical do movimento, explicando a greve à imprensa e responsabilizando o governo pela escalada; Marilda, liderança emergente, de origem humilde nas áreas de saúde e educação, que costurou grupos, aproximou interior e capital e deu capilaridade à mobilização entre os operacionais; e o deputado Major Olímpio, que assumiu o papel de porta‑voz político da revolta na Alesp, blindando e amplificando uma luta que o governo tentava reduzir a “motim corporativo”.
A ADPESP, sob Sérgio Roque, incialmente , fez o oposto do mito: resistiu à greve, tentou contê‑la e só se reposicionou quando percebeu que seria atropelada pela realidade, comportando‑se como quem “inaugura obra alheia” ao sentar-se à mesa de negociação e falar em nome de um movimento que não organizou.
Todos os Sindicatos de Policiais foram fundamentais nas tratativas com os Tribunais e buscando o apoio de entidades como CUT , CGT , entre outros.
Não esquecendo das associações das Praças da Polícia Militar.
O FLIT E A CENSURA JUDICIAL
No auge da greve um Juiz do DIPO , mal-intencionado , acatando representação de um corrupto delegado do DEIC , ordenou ao Google que o FLIT PARALISANTE fosse extinto ( deletado , excluído ) , dado que era “anônimo” , incitava a greve a atos de insubordinação e de violência contra autoridades do Estado.
Para quem não acompanhou , o FLIT – como não havia redes sociais ou serviços de mensagens em massa – se tornou a fonte de informação em tempo real, especialmente dos operacionais – empregando-se os comentários que foram franqueados sem nenhum mecanismo de filtragem ou de bloqueio .
A RETALIAÇÃO DA ADPESP E O GRUPO DELPOL-PC
Destacando a importância de um grupo denominado DELPOL -PC ( Dr. Décio ) , formado pelos excluídos da ADPESP , em abril de 2007 , pelo seu presidente e seus luminares diretores, incomodados que estavam com os assuntos do “FORUM da ADPESP” , uma forma de chat em que os delegados , especialmente do interior , passaram a se conhecer e trocar ideais .
Desde o FÓRUM , criado pelo próprio Roque – éramos o mais subversivo e extinguiram o espaço , principalmente , pelo que estávamos escrevendo preparando um movimento grevista.
Certamente , não foi iniciativa do Roque , estava sendo muito pressionado por um delegado corrupto que foi Diretor da Corregepol – lembra corrida de Fórmula 1 – que até confirmou em depoimento em PAD que ele e outros queriam a nossa expulsão da entidade .
O presidente negou: ” pegaria mal” !
A gota d’agua foi uma postagem chamada ESTAMOS TODOS CORRUPTOS!
Retomando ao Flit como papel de mensageiro durante a greve , alguns comentários posteriormente foram retirados por natureza meramente ofensiva.
Mas respondemos a muitas sindicâncias e processos : civis, criminais e administrativos.
É nesse cenário que o “sacrifício” de Domingos Paulo Neto deve ser lido.
Quando Roque – o presidente da ADPESP inicialmente contrário à greve – foi afastado do DIPOL em pleno movimento , Domingos entregou o cargo “em solidariedade”, gesto que foi vendido como ato de coragem classista e que, politicamente, o impulsionou até o cargo de Delegado Geral anos depois.
O leitor vê aí um exemplo de consciência de poder; a cronologia e as investigações sobre contratos e licitações do DIPOL sugerem algo mais prosaico: uma conversão oportunista ao estilo estrada de Damasco, em que o protagonista sai do centro do problema no momento certo, preserva a própria biografia e deixa subordinados e pares arderem na fogueira disciplinar enquanto volta, por cima, como chefe máximo da instituição.
O resultado concreto da greve, para a massa da categoria, não foi liderança iluminada, mas um aprofundamento da distância entre delegados e demais carreiras.
Se durante a greve a ação foi de contenção, após a greve a estratégia foi de esvaziamento
A própria trajetória posterior da ADPESP mostra como a unidade foi sendo sabotada por dentro.
Depois da greve, a mesma Marilda que surgira da base foi eleita presidenta da entidade em 2010, com votos decisivos do interior, derrotando André Dahmer e outros nomes ligados aos “donos da Polícia Civil”.
O voto presencial, nas sedes das Delegacias Seccionais, era o grande momento de rever os colegas, de demonstrar unidade de classe e consciência do próprio poder. Era dia de festa, de congregação, de ver ativos e aposentados lado a lado. Nenhum faltava: além do dever de participação, era a confraternização de dezembro com os pares antigos.
Foi exatamente isso que determinados delegados, no comando da ADPESP, trataram de matar: a união e a participação de verdade, substituídos por um modelo que afastou a base da urna e se aproximou da cúpula do controle silencioso da entidade.
No diagnóstico sobre o governo atual, o leitor volta a acertar: há uma clara sequência de ataques – Sabesp, professores, policiais penais, pesquisadores científicos, e agora Polícia Civil –, todos embalados em discursos de “modernização”, “subsídio” e “reestruturação”.
Na Polícia Penal, o subsídio com VPS congelou a vida de quem tinha mais tempo de carreira; nos pesquisadores, o mesmo modelo surge para cortar quinquênios e variáveis; na Polícia Civil, tenta‑se emplacar pacote análogo, começando de novo pelos segmentos mais frágeis política e sindicalmente.
É a mesma lógica que você, leitor, identificou na enfermagem: categoria exaurida, com jornadas múltiplas, baixa discussão política e pouca participação em entidades, vira laboratório preferencial para reformas que, depois, se expandem para o resto do serviço público.
Onde a análise do comentário precisa ser corrigida é na idealização de que “os delegados são mais conscientes do poder que têm e são mais unidos e participativos”.
O que existe, em geral, é mais capital social, mais acesso à mídia e ao Legislativo , mais tempo e recursos para atuar em associações, além de menor risco disciplinar para quem está em cargos comissionados.
Isso produz a aparência de liderança esclarecida, quando muitas vezes se trata apenas de uma minoria bem-posicionada, oportunista , governista , cuidando dos próprios interesses e aceitando, como moeda de troca, pacotes que sacrificam base operacional , os intermediários das carreiras e futuros ingressantes.
A prova está na história: quando a base se mexeu de verdade, em 2008, não foi porque delegados eram mais conscientes; foi porque investigadores, escrivães e demais policiais decidiram, apesar das cúpulas, enfrentar governo e DGP.
Por isso, a resposta honesta ao comentário é esta: sim, sem unidade não há salvação para servidor público, seja sob governo de esquerda ou de direita; sim, a desunião dos policiais civis ajuda o governo a aplicar o mesmo roteiro de desmonte que já devastou outras carreiras.
Mas não há saída enquanto se continuar esperando que a ADPESP ou qualquer cúpula “tome a dianteira”.
As poucas vezes em que algo avançou foi quando a base – inclusive delegados de origem mais humilde, como Marilda – tomou a dianteira contra a inércia das próprias entidades e recusou o papel de plateia.
Quem ainda acredita em “delegado mais consciente” como solução está, no fundo, repetindo a ilusão que sustentou a carreira até aqui: a esperança de que meia dúzia pense por todos, enquanto a maioria trabalha, sofre e, no fim, paga a conta.
Aliás, a Marilda ganhou duas vezes as eleições da ADPESP e , apesar de todas as dificuldades , obteve conquistas para os Delegados e , indiretamente , para as demais carreiras .
Ela era do Interior!
Sendo redundante : necessário ressaltar que , em razão de ser uma líder nata , de origem de carreiras humildades na suade e educação , Marilda – uma 3ª classe – do Interior – foi eleita a primeira presidenta da ADPESP , em 2010 , justamente competindo com SÉRGIO ROQUE , apoiado por DOMINGOS PAULO NETO.
Com a força dos votos do interior quando eram presenciais .
E foi reeleita em 2012 , salvo engano , competindo diretamente com o próprio assistente do Dr. Domingos Paulo Neto: André Dahmer , que já estava a caminho da demissão a bem do serviço público.
E foram os votos do interior que a reelegeram , pois na Capital o concorrente – e sua chapa – era imbatível .
O sucessor da Marilda – como principal ato de gestão – sob a alegação de simplificação , facilidade para os delegados e economia de recursos – acabou com a eleição presencial nas Seccionais do Interior ; desativou a eletrônica ( que aparentemente não chegou a ser empregada ) ; restando apenas a opção que raros utilizavam : o voto pelo correio.
Mantendo apenas a presencial na sede da ADPESP.
Os Delegados dos Departamentos da Capital votam sob duas fiscalizações: os fiscais das chapas e os fiscais dos seus superiores.
Assim , a entidade hoje não passa de um “bom-prato” no almoço e boteco de fim de tarde feliz para delegados da Capital .
Virou motivo der escárnio !
Deveria alterar o nome para: Associação dos Delegados de Polícia Paulistanos.
O comentário do leitor acerta no ponto central, mas erra em relação à consciência de classe e união dos delegados da ADPESP.
Não esperem muito dessa entidade…Ou melhor: não esperem nada!
Nem eles mesmos podem esperar algo de bom.
Reiterando para fixação : a greve de 2008 (a mesma citada pelo leitor como de 2009 ) mostra exatamente o contrário do que ele descreve: o movimento nasceu de baixo para cima, de grupos organizados por delegados expulsos da ADPESP em maio de 2007 , criando-se o Grupo DEOLPOL-PC ( o original ).
Ainda durante a greve , desliguei-me do Grupo , pois foi tomado por “espiões” e por gente que só domina a lei de Murici: eu cuido de mim cada um cuida de si!
Sabotadores e desagregadores!
A questão que fica é: como reconstruir a unidade de base hoje, sem repetir os erros do passado?