Itagiba Antonio Vieira Franco: “não tenho subordinados, tenho AMIGOS” 64

Enviado em 03/02/2013 as 12:24 – por  Itagiba Antonio Vieira Franco

Aos meus queridos amigos da Policia Civil.

Sinto-me profundamente envaidecido e agradecido pelas palavras e elogios que ora recebo e que, sincera e humildemente, não mereço: sempre pautei minha vida pelo trabalho e dedicação à Policia Civil, que procurei, ao longo de todo esse tempo, defender e enaltecer.

Razão de todos os meus empenhos, a minha missão como policial sempre teve como principal bandeira a verdade, o respeito a todos que me procuram e defesa daqueles que necessitam.

Jamais procurei qualquer benefício que me favorecesse, me policiando rigidamente nesse sentido, no resguardo de minha família e daqueles que me acompanharam e acompanham profissionalmente, pois não suportaria sentir em seus olhos a sensação de decepção e desilusão. A todos devo satisfação de meus atos, da lisura do meu comportamento e do comprometimento com a causa policial.

Se hoje encontro-me à frente de uma unidade de um Departamento de destaque da Policia Civil, no caso o DHPP, devo, em primeiro lugar, a sua atual Diretora, Dra. Elisabete Sato que, provavelmente, com a concordância do Sr. Delegado Geral de Policia, Dr. Blazeck, em mim depositou confiança na condução de unidade tão complexa e trabalhosa como a Divisão de Homicídios que, todos aqueles que me cercam, sabem que era onde sempre desejei trabalhar, muito embora por ali já tenha passado, há alguns anos, em uma de suas equipes básicas: muito embora não tivesse qualquer tipo de compromisso com a minha pessoa, a Dra. Elisabete me convidou e eu aceitei de pronto, para meu orgulho e felicidade.

Hoje, portanto, recebendo, humilde como sempre, esses elogios, não posso deixar de agradecê-los: um de vocês comentou que não se faz nada sozinho; concordo; em todo o trabalho há a participação conjunta de Delegados, Escrivães, Investigadores, Agentes, Papiloscopistas, etc, que são a espinha dorsal de qualquer unidade policial: nunca tive, não tenho e nunca terei a presunção de que posso fazer tudo sozinho: aliás, longe disso, pois, talvez, alguns não saibam, fui também Escrivão (com muita honra), durante nove (9) anos, portanto, “ralei” muito nessa honrada carreira e que foi a base que me auxiliou para ascender ao cargo de Delegado de Policia. Portanto, sei do que estou falando.

Quanto a ser “o melhor Delegado de Policia de São Paulo”, há um evidente exagero e não mereço, sinceramente, assim ser chamado: aliás, esse título poderia ser dado, por exemplo, e com merecimento, a outro Delegado de Policia que sempre admirei e que considero o melhor de todos, um Delegado completo, no caso o Dr. Rui Ferraz Fontes; meu desejo, sim, e decepção, e que sempre expressei, é de nunca ter podido trabalhar diretamente com ele, para aprender, em sua plenitude, como é “fazer policia”: como ele, outros tantos Delegados vocacionados que trazem dentro de si o orgulho de bem desempenhar suas funções e que vim a conhecer ao longo de minha carreira.

Esses, sim, merecem esse título.

Aliás, deixo expresso que as melhores pessoas que encontrei em minha vida, independente de carreira, foram em nossa Instituição e cujas amizades faço questão de manter. Sempre digo, também, que na Policia Civil não tenho subordinados; tenho AMIGOS, pessoas que convivi e convivo diariamente e que me trazem apoio e alegria. Nunca deixo de atender a quem quer que seja: quem chega, sabe disso, que minha porta está sempre aberta para receber a todos.

E aproveito a oportunidade para convidar aqueles que se referiram a minha pessoa e que, talvez ainda não me conheçam pessoalmente, que o façam. Um abraço bem grande os esperam.

Hoje, que o final de carreira se avizinha, espero, ainda, fazer novas e grandes amizades.

Um grande abraço a todos.

Do sempre amigo Itagiba Franco. Delegado de Policia (e acima de tudo Policial). Com muita honra.

https://flitparalisante.wordpress.com/2013/02/01/simplesmente-o-melhor-delegado-da-policia-civil-de-sao-paulo/#comment-206541

Baladas agora têm bombeiro na porta para atrair cliente 1

O ESTADÃO

03 Fev 2013

Tragédia em Santa Maria esvazia noite no Baixo Augusta e dá “cara” mais segura a casas de Pinheiros, Itaim e outros bairros

Quem saiu à noite em São Paulo durante a semana notou uma mudança de cenário. Depois da morte de 236 jovens na boate Kiss, em Santa Maria (RS), no domingo passado, várias casas fecharam as portas na capital paulista. As ruas ficaram mais vazias, principalmente, na região do Baixo Augusta, no centro.

Em outros bairros, como Vila Olímpia, Pinheiros e Itaim-Bibi ganharam outra cara. No lugar de belas hostesses, entrou a figura do bombeiro na porta da balada. Uma delas tinha até ambulância estacionada na noite de quinta-feira.

Transmitir segurança passou a ser o mais importante. Alvará e Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros viraram parte da decoração. Na She Rocks, no Itaim-Bibi, a papelada estava iluminada como um quadro. A documentação entrou no vocabulário dos jovens e virou assunto na fila. “Aqui tem alvará, né?! Isso quer dizer que não vai pegar fogo”.

Na porta da D-Edge, na Barra Funda, a estudante Emilly Serpa, de 18 anos, já anunciava que a primeira coisa que faria ao entrar seria verificar onde fica a saída de emergência. “Minha mãe não queria que eu viesse. Mas jurei para ela que a balada era segura. Tem até bombeiro na porta”, disse Vitória Puccia, de 21 anos, que estava com amigas comemorando o aniversário de Emilly.

Já no Baixo Augusta, região com o maior número de casas fechadas – entre elas Sarajevo Club, Studio SP e Labo movimento foi abaixo do normal a semana toda. O vai e vem dos jovens na calçada foi substituído por um vazio, e o medo da fiscalização contagiou os empresários da noite. “Eu também teria medo se minha casa não fosse nova e não estivesse com tudo em dia”, disse Ronaldo Rinaldi, dono da Blitz Haus, inaugurada há um mês na Rua Augusta.

Blitz. Depois de anunciar a interdição de 26 estabelecimentos irregulares na cidade, o prefeito Fernando Haddad (PT) disse ontem que isso só vai valer para casos “mais graves”. “Se for algum problema rapidamente sanável, os bombeiros vão orientar”.

Na tarde de ontem, a Subprefeitura da Sé fez uma blitz em parceria com os bombeiros em oito casas do Baixo Augusta e interditou a Inferno Club por irregularidades nos extintores e no revestimento. Segundo a casa, o local foi fechado “por precaução” e será reaberto na terça. Também foram encontradas irregularidades no Comedians Club, que não foi fechado e terá 15 dias para se adequar. O mesmo ocorreu anteontem na quadra da escola de samba Rosas de Ouro e D-Edge, que foram intimadas pela Prefeitura e estão irregulares, mas não fecharam.

ARTUR RODRIGUES, NATALY COSTA, VALÉRIA FRANÇA e WILLIAM CASTANHO

Como obter alvará de funcionamento em São Paulo: SOLTA O MAÇO NA MÃO DO FISCAL QUE CORONEL ( subprefeito ) BATE O CARIMBAÇO!… ( Na gestão de Gilberto Kassab (PSD), 30 das 31 administrações regionais chegaram a ser comandadas por oficiais aposentados da Polícia Militar ) 13

O GLOBO

SP tem mais de 700 denúncias de corrupção

03 Fev 2013

Cidade concentra 5,7 mil bares e 283 danceterias; empresários temem denunciar pedidos de propina

Thiago Herdy

SÃO PAULO

Para se conseguir um alvará de funcionamento na cidade com o maior número de bares e casas noturnas do país, dificilmente se escapa do jogo de fiscais corruptos, segundo relatos de empresários da noite e também de quem cuidou do controle interno da atividade do servidor público em São Paulo. Enquanto parlamentares e dirigentes do Executivo ensaiam medidas para tornar mais rigorosas as regras que regem o funcionamento dos estabelecimentos como forma de evitar a repetição de tragédias como a de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, quem conhece o setor sugere o combate à corrupção e mudanças na organização da fiscalização.

Se há quem aceite pagar calado pela propina, também existem aqueles que não concordam e buscam os órgãos de controle da atividade pública para denunciar os abusos. Nos últimos sete anos a ouvidoria da prefeitura de São Paulo recebeu 754 denúncias de irregularidades graves envolvendo funcionários da administração municipal, em geral. Responsável por dar continuidade aos processos, o Departamento de Procedimentos Disciplinares (Proced) contabiliza 30 processos em andamento para apurar casos de corrupção envolvendo servidores na cidade.

Mas, frequentemente procurado por donos de casas noturnas e restaurantes que desejam saber como lidar com o problema, o diretor-jurídico da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), Percival Maricato, diz que ainda prevalece a regra geral de não denunciar. Ele orienta os empresários paulistanos a buscar o Ministério Público, mas reconhece que eles preferem pagar propina a denunciar o achaque oficial, por medo de sofrer represálias.

– Muitas vezes o fiscal indica determinada empresa, determinado parceiro que pode conduzir o pedido de abertura (do bar). Aí essa empresa cobra (a propina) pelos dois. É muito mais seguro para o fiscal fazer desse jeito – acusa Maricato.

São Paulo concentra 283 danceterias e 5.697 bares, de acordo com o registro de empreendimentos ativos da Receita Federal. A Prefeitura não autoriza acesso à integra dos processos contra servidores, sob a alegação de que correm sob sigilo. Ainda assim, o procurador de Justiça de São Paulo e ex-corregedor-geral da prefeitura Edilson Mougenot Bonfim cita a “ação de fiscais achacadores” como um dos problemas que enfrentou no período em que esteve à frente do órgão, entre 2010 e 2012.

– São pessoas que atuam nas atividades fiscalizatórias da prefeitura e muitas vezes usam o nome de terceiros, um chefe ou um secretário, pessoas que nem sempre pactuam com isso – diz o ex-corregedor.

Ele propõe fazer convênio com instituições de engenheiros e arquitetos para eles mandarem profissionais capacitados para visitar os estabelecimentos.

Para Bonfim, mudar leis não é uma forma de lidar com o tema.

– Enquanto houver a corrupção, o achaque, não se resolve o problema. As leis nós já temos suficiente, é só aplicar – afirma.

achaque levou à demissão de secretário

O ex-corregedor diz ter conseguido afastar funcionários em função de irregularidades constadas no exercício da atividade pública. Apenas em 2011 e 2012 foram 160 exonerações, de acordo com a corregedoria. No entanto, por causa da estrutura enxuta do setor, ainda há muito há se feito. Ele acredita que o órgão não suportaria a procura se fosse conhecido pela população.

– Se o povo soubesse que a Corregedoria existe, não haveria a menor condição de responder à demanda – avalia.

Apenas na última semana, a Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social instaurou nove inquéritos civis para investigar boates que funcionam na cidade sem alvará. Cada dono de estabelecimento será chamado para dizer porque a casa funciona sem o documento.

O mesmo ocorrerá com representantes do município. Foi uma acusação de pedido propina de R$ 100 mil para permitir o funcionamento da boate “Romanza”, em São Paulo, que custou o emprego do ex-secretário de Controle Urbano da cidade, Orlando Almeida, afastado no fim do governo de Gilberto Kassab (PSD), em dezembro de 2012.

Proprietário de uma loja de equipamentos de som, o empresário José Atônio Ramos Cadima instalou câmeras de vídeo em sua loja quando começou a ser procurado por um funcionário da prefeitura que usava o acesso ao sistema interno da administração municipal para tentar arrancar R$ 5 mil do comerciante em troca da regularização. Um interlocutor foi preso em flagrante no momento em que recebia o dinheiro. A Justiça de São Paulo condenou a dupla a dois anos de prisão por concussão (recebimento de vantagem indevida por funcionário público).

– Ser um cara honesto é algo que tinha que fazer parte do ser, mas as pessoas te engrandecem e ficam te dando parabéns – afirma Cadima sobre a coragem de filmar o achaque

SANTO DE CASA NÃO FAZ MILAGRE : O coronel Marcelo Prado – que é da Baixada Santista – foi ripado do comando do CPI-6; será substituído por um “Paulistano” 19

Licença

Troca de comando do CPI-6 ocorre na terça-feira

Da Redação

O coronel Marcelo Prado não será mais o comandante do Comando de Policiamento do Interior (CPI-6), responsável pela Baixada Santista e Vale do Ribeira. O oficial irá tirar um mês de licença e irá para reserva.
Policial militar há 30 anos, Prado irá atuar na Escola Superior de Sargentos, em São Paulo. Ele passou sete meses no cargo de comandante do CPI-6 e, durante o período, chegou a receber convites para trabalhar em algumas prefeituras da região.
O novo comandante será Carlos Celso Castelo Branco Savióli, que atuava no comando do policiamento da Zona Oeste da Capital. A troca de comando acontecerá na terça-feira (5).

João Alkimin: CAÇA-NIQUEIS NOVAMENTE?…( Os mAlckmnistas estão voltando ) 24

CAÇA-NIQUIES NOVAMENTE? O QUE ESTA ACONTECENDO EM SANTOS?

Pensei que tal pratica já tivesse sido extinta, entretanto ao que parece a prática delituosa voltou a ocorrer. Na área do DEINTER 6 é assustador o número de máquinas caça-níqueis adesivadas com selos que, possivelmente contabilizam os pagamentos. Quem mora na baixada santista sabe do que estou falando. Vale salientar que, ao que se sabe, segundo informações que me foram confiadas, o pedágio não é pago para Polícia Civil do Estado.

Mas a pergunta quem não quer calar é: porque esta prática criminosa não é combatida de forma real e efetiva, e porque sempre torna a ocorrer? Noutro artigo já disse e volto a afirmar que a exploração de máquinas caça-níquel é crime, bem como fechar os olhos para este fato. Pergunta-se ainda que providências estão sendo tomadas ou que serão tomadas pelo Diretor do DEINTER 6?

Por óbvio que não é somente o DEINTER 6 que está assombrado por esta maldição. O DECAP, o DEMACRO, e os DEINTER´S também convivem de forma pacífica com tal situação. Não me refiro à cidade de Santos de forma seletiva, mas pela prática corriqueira deste tipo de delito naquela cidade. O mesmo ocorre em Mogi das Cruzes/SP. Na Capital é ainda mais evidente esta pratica criminosa, ao exemplo das cidades de Guarulhos e Osasco que, também pertencem ao DEMACRO.

O Secretário de Segurança Pública e o Governador estão viajando pelo interior, mas será que estão a par desta situação vexatória em que máquinas caça-níqueis são exploradas nas barbas da polícia civil? Ora, tais autoridades deveriam ir pessoalmente ou por seus assessores averiguarem bares, padarias e botecos durante as viagens que tem feito ao interior; locais onde faltamente encontrarão inúmeras máquinas caça-níqueis sendo exploradas.

Ora, é atribuição e dever da Polícia Civil do Estado combater de forma efetiva e diuturna esta prática criminosa. Disto fazem brotar outras indagações que não querem calar: o Delegado Geral desconhece este fato? E o Comandante Geral da Polícia Militar? Ou quiçá o Secretário de Segurança Pública, sabe o que está acontecendo?

Como radialista tenho dever de levar estas informações à público, bem como cidadão que sou.

Já passou a hora do Secretário de Segurança e do Governador do Estado notarem que urgem providências enérgicas em prol da sociedade que esta assolada por este mal; ao que parece uma excelente oportunidade para corrigirem no âmbito administrativo, o descalabro perpetrado com a injusta demissão do Delegado Conde Guerra, isso, se antecipando à uma decisão judicial que certamente lhe será favorável, pois, as vezes a grandeza de uma autoridade esta na humildade de reconhecer o seu próprio erro ou de seu antecessor.

Parece-me que além da clara ingerência política que é evidente e descarada, a impressão é que legalizaram os jogos de azar. Voltaremos nós a viver com máquinas caça-níqueis, desmanches e tudo continuará como sempre foi?

Estes fatos, permitem que o Ministério Público interfira de forma incisiva nos rumos investigativos da polícia civil. Particularmente sou contra a interferência do Ministério Público no âmbito da investigação policial, mas infelizmente a inércia, incompetência e conivência da instituição polícia civil é que permitem esta ingerência.

Espero sinceramente que a administração superior da polícia, a qual tem por dever de ofício sair de sua letargia, tome imediatamente medidas para coibir tais fatos.

Termino com a citação de Maquiavel, pois para um bom entendedor, meia palavra basta.

“Quando um cidadão privado torna-se príncipe de sua pátria, pode-se chamar seu governo de principado civil. O comandante deste deve ter, antes de tudo, uma grande e afortunada astúcia, e este deve fazer, em benefício do povo, e não dos poderosos; pois a ele sempre caberá governar o mesmo povo, mas vive bem sem os poderosos. Se o povo deste Estado for hostil, ele abandonará o príncipe. Os povos fiéis ao governante devem ser amados, e os que não são fiéis e não confiam no príncipe, devem ou serão empregados como conselheiros, ou considerados inimigos e temidos”( O Príncipe,de Nicolau Maquiavel).


João Alkimin

Simplesmente o melhor delegado da Polícia Civil de São Paulo 52

Enviado em 01/02/2013 as 11:14 – Polícia é sempre polícia

Pela primeira vez vejo que alguém na polícia escolheu a pessoa certa para o cargo certo, Dr. Itagiba Antonio Vieira Franco, no Delegado Divisionário de Homicídios, o maior conhecedor de homicídios, mais dedicado delegado nessa área agora no lugar certo e detalhe, não trabalho com ele e não tenho contato com ele, mas o cara é foda, agora as canas saem mesmo.

Assessoria de imprensa da Secretaria de Segurança de SP e DECADE fazem patifaria com a Band 30

Olá, Dr Guerra. Veja o comentário de hoje do Ricardo Boechat hoje na rádio Bandnews FM. A Bandrecebeu uma denúncia de uma loja que vendia fogos de artifício de maneira ilegal. Constatou com câmera escondida
e depois acionou a delegacia de produtos controlados da polícia civil( subordinada à diretoria dirigida pelo ex- delegado geral,
Marco Antonio Desgualdo). Delegadotitular e investigadores foram até o local junto com a equipe da Band e houve o flagrante. Só que minutos
depois todas as emissoras apareceram. A polícia avisou a secretaria de segurança pública, como se o trabalho fosse só mérito dela, e a
assessoria de imprensa do órgão ligou pra todo mundo. Uma falta de ética, já que a concorrência só poderia ser avisada depois da exibição da
reportagem. É a chamada patifaria. Na próxima, a imprensa solta a denúncia e só avisa a polícia depois. Aí quem sabe o bandido foge. Abs.

Testemunha volta atrás e afirma que mentiu ao acusar 4 PMs por morte em SP 18

31/01/2013-04h00

DE SÃO PAULO

Dois dias após dizer que quatro PMs arrastaram um jovem de 16 anos para um matagal na zona leste de São Paulo e o mataram a tiros, a principal testemunha do caso voltou atrás.

Em novo depoimento ao DHPP (departamento de homicídios), a testemunha, protegida, disse que fez a falsa denúncia porque foi xingada pelos PMs que mataram o jovem Wallace Victor Souza.

Ela afirmou que na madrugada do dia 13 ouviu tiros na rua Rock Estrela. Quando foi ver o que ocorria, os policiais disseram: “Entra agora em casa, sua filha da puta! Vai já pra dentro (sic)”.

Ela negou que tenha sido coagida a mudar sua versão.

Na ocasião da morte, o sargento Carlos Ferreira e os soldados Alex Alves, Washington Custódio e Amauri Goulart perseguiam dois homens que tinham roubado a casa e o carro de um taxista.

Souza foi morto com dois tiros e, na versão inicial da testemunha, gritou por socorro antes de ser baleado. Três pessoas ligaram para a polícia, mas só uma delas registrou o depoimento no DHPP.

Segundo versão dos PMs, um dos suspeitos fugiu a pé. O outro, Souza, desceu do carro roubado e disparou contra eles, que revidaram.

Os quatro estão presos. A defesa solicitou a soltura deles, mas o pedido foi negado. A solicitação será refeita. A Promotoria diz que analisa o caso. (AFONSO BENITES)

Preso estuprador que acusou policiais civis do 1º DP Santos de tortura 22

FOI PRESO NA TARDE DO DIA 26 DE JANEIRO DE 2013, WAGNER ROBERTO VENTURA, RECEM EGRESSO DO SISTEMA PRISIONAL, PORÉM, ALGUM TEMPO DEPOIS NÃO EXITOU EM PRATICAR UM RAPTO NA ZONA SUL DE SÃO PAULO, NO JARDIM ANGELA, PROXIMO DA RESIDENCIA DO AUTOR. PERMANEU ESTUPRANDO  UMA ADOLESCENTE DE 11 ANOS POR MAIS DE 24 HORAS, DEIXANDO A VÍTIMA EM CÁRCERE PRIVADO TODO ESSE TEMPO, DEPOIS DE DENUNCIAS A POLICIA MILITAR DESLOCOU-SE AO LOCAL E O MANÍACO ESCONDEU A VÍTIMA EM UMA MALA, PORÉM, FOI DESCOBERTO PELOS POLICIAIS MILITARES LOGO EM SEGUIDA, SENDO VERIFICADO QUE SE TRATAVA DE UM AUTOR DE CRIMES SEXUAIS REINCIDENTE, SENDO CAPTURADO NO MESMO INSTANTE.

ESSE MESMO MANÍACO ACUSOU A EQUIPE DE POLICIAIS CIVIS DO 1 º DISTRITO POLICIAL DE SANTOS EM 2008, POR CRIME DE TORTURA.
ESSE CRÁPULA NÃO TEM CREDIBILIDADE ALGUMA…UMA PESSOA DESSA NATUREZA SELVAGEM NÃO TEM REGENERAÇÃO ALGUMA, MERECE FICAR PRESO A VIDA TODA.

O VIDEO EXIBIDO NO BRASIL URGENTE NO DIA 29/01/2013 POR JOSÉ LUIZ DATENA MOSTRA O MOMENTO DA CAPTURA DO MARGINAL.

video importante.mp4

Secretaria da Segurança Pública fecha IML 13

01/02/2013-05h30

IML de SP que marcava corpos a caneta suspende necropsias

LEANDRO MACHADO AFONSO BENITES DE SÃO PAULO

A Secretaria da Segurança Pública fechou na última terça-feira o necrotério da sede do IML (Instituto Médico Legal) de Artur Alvim, na zona leste de São Paulo.

O local era o responsável por receber e fazer a necropsia de todos os corpos de pessoas que tiveram mortes violentas na região leste da cidade.

O fechamento ocorreu dez dias após a Folha publicar uma reportagem mostrando que a sala de necropsia chegava a acumular poças de sangue e dejetos de corpos porque o encanamento do local estava quebrado.

Além disso, as geladeiras estavam lotadas e a forma de identificação dos corpos não era a ideal: eles eram marcados com os números do prontuário escritos a caneta direto na pele.

Sem equipamentos específicos, os técnicos usavam facas de churrasqueiro para cortar os corpos. Em alguns plantões, até 20 corpos passavam por autopsia.

Segundo funcionários, o fechamento ocorreu para que a sala passasse por reformas. Os exames de corpo de delito continuam sendo feitos normalmente no IML.

Folhapress
Corpos aguardam necropsia no IML de Artur Alvim, na zona leste de São Paulo
Corpos aguardam necropsia no IML de Artur Alvim, na zona leste de São Paulo

IML CENTRAL

Desde anteontem, os corpos que antes eram levados para a zona leste, estão sendo encaminhados para o IML central, em Pinheiros, ao lado do Hospital das Clínicas.

Os médicos e técnicos de Artur Alvim também estão dando plantões na unidade do centro –que com o aumento da demanda não tinha espaço ontem para armazenar os corpos nas geladeiras.

A expectativa dos servidores é que o situação volte ao normal na próxima semana.

SEGURANÇA PÚBLICA

Procurada, a Secretaria da Segurança Pública não se manifestou ate a conclusão desta edição. O superintendente da Polícia Técnico-Científica, Celso Periolli, a quem o IML é subordinado, não foi localizado.

Na semana passada, a pasta abriu, a pedido da Associação dos Delegados de Polícia de São Paulo, inquérito sobre as irregularidades no IML de Artur Alvim. As investigações ainda não foram concluídas

Na Polícia Militar – em todo o Brasil – a culpa é sempre do Sargento..( Investigados devem ser todos os oficiais de todos os corpos de bombeiros… A cambada historicamente comercializa laudos , projetos , equipamentos e serviços: FAJUTOS ) 26

Bombeiro será investigado

31 Jan 2013

Delegado pede a prorrogação das prisões de envolvidos no caso e vai apurar a denúncia de que empresa contratada para elaborar o plano de combate a incêndio da boate Kiss pertence a um servidor da corporação

Renata Mariz

Amanda Almeida

João Valadares Enviado especial

Brasília e Santa Maria (RS) — Deve ser prorrogada a prisão dos quatro detidos por suspeita de envolvimento no incêndio da boate Kiss, que deixou 235 mortos e mais de 100 feridos em Santa Maria. O delegado Marcelo Arigony, que cuida das investigações, pedirá à Justiça a manutenção da detenção dos dois sócios da casa noturna e dos dois músicos da banda Gurizada Fandangueira. Ele informou também que investigará se um bombeiro do município gaúcho é dono da empresa Hidramix Prestação de Serviço, contratada pela Kiss no ano passado para atualizar o plano de combate a incêndio.

Além de um flagrante conflito de interesses — já que o estabelecimento depende do Corpo de Bombeiros para obter alvará —, policiais militares da ativa são proibidos, por lei estadual, a terem outra atividade, mesmo que em outro ramo. No Rio Grande do Sul, todos os bombeiros são PMs. Eles se reportam à Brigada Militar. O bombeiro suspeito de ser dono da Hidramix é o sargento Roberto Flávio da Silveira e Souza. O Correio confirmou que ele dá expediente no Corpo de Bombeiros de Santa Maria. A empresa tem ainda como sócios Jairo Bittecourt da Silva, outro PM, e a esposa de Souza, segundo informações levantadas pelo jornal Zero Hora.

Corregedor da Brigada Militar do Rio Grande do Sul, o tenente coronel Gilberto Fritz afirmou ao Correio que a situação é completamente irregular e que vai ser apurada em um inquérito policial militar (IPM) aberto na segunda-feira. “Eu desconheço tal informação, mas, se ela existe, será alvo do IPM. Posso garantir que nosso estado proíbe que um policial militar estadual da ativa tenha comércio, sociedade ou empresa. Ainda que não fosse na mesma atividade que a realizada na função pública, não pode”, destaca. A proibição, de acordo com Fritz, está na Lei 10.990/97, que dispõe sobre o Estatuto dos Servidores Militares da Brigada Militar do Rio Grande do Sul.

O IPM instaurado na segunda-feira tem como objetivo apurar tudo que se relaciona às atitudes do Corpo de Bombeiros no incêndio — se houve omissão ou negligência na liberação da casa noturna, por exemplo. É um inquérito tocado por um oficial da Brigada Militar, que tem 40 dias para finalizá-lo. Ele pode pedir prorrogação de mais 20 dias, caso seja necessário realizar novos depoimentos ou novas colhida de provas. “A formação da prova é muito importante para nós. Vamos fazer tudo de forma isenta e transparente para verificar se há irregularidades no episódio do plano de prevenção e combate a incêndios”, afirmou o tenente Fritz.

Ao ser informado pela imprensa da suspeita de que um bombeiro de Santa Maria teria trabalhado, de forma particular, para a Kiss na revisão do plano de incêndio, o delegado Arigony se mostrou surpreso. E confirmou que vai investigar. Na tarde de ontem, uma reconstituição com cinco testemunhas foi realizada pela equipe policial no que restou da boate. Todos foram unânimes em afirmar que a origem do fogo foi no teto do palco. Suspeita-se que um sinalizador utilizado pela banda Gurizada Fandangueira provocou o incêndio ao entrar em contato com a espuma que revestia o teto. O material é vetado por lei municipal para ser usado em casas noturnas.

Extintores

Outros depoimentos obtidos pela Polícia Civil revelam que um dos donos, Elissandro Spohr, também conhecido como Kiko, teria rebaixado o teto depois de um abaixo-assinado de vizinhos contra o barulho. Ontem, uma ex-funcionária da casa, Vanessa Vasconcelos, 31 anos, afirmou que Kiko pedia aos funcionários que retirassem das paredes os extintores por questão de decoração, mas a informação não foi comentada por autoridades que investigam o caso. Estão presos, além de Kiko, o outro sócio da boate, Mauro Hoffman; o vocalista da banda que se apresentava, Marcelo de Jesus dos Santos; e Luciano Bonila, montador do palco.

CORREIO BRAZILIENSE

AUDIÊNCIA DA “FEIPOL” COM O SECRETÁRIO DA SEGURANÇA PÚBLICA 21

Enviado em 31/01/2013 as 16:56 – JULIÃO

       Nesta segunda-feira, 27 de janeiro, a Federação Interestadual dos Trabalhadores Policiais Civis da Região Sudeste – FEIPOL-SE, juntamente com os sete Sindicatos Regionais que a integram (Campinas, Marília, Mogi das Cruzes, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Santos e Sorocaba) foram recebidos em audiência pelo Sr. Secretário da Segurança Pública, Dr. Fernando Grella Vieira, que no ato se fez acompanhar do seu Adjunto, Dr. Luiz Carlos Pontes, para tratar de questões de interesse de todas as carreiras policiais.

      O presidente da Federação, Aparecido Lima de Carvalho, que também preside o Sindicato dos Policiais Civis de Campinas e Região, depois de rápida exposição introdutória, apresentou ao Sr. Secretário itens de reivindicação constantes de um circunstanciado ofício que foi lido na ocasião e entregue em mãos do destinatário (cópia anexa, recibada).

       Resumidamente, foram estes os tópicos pleiteados: 1 – Reposição geral anual de que trata o artigo 37, inciso X, da Constituição, que em São Paulo já está definida em lei e não é paga; 2 – Nível Universitário para Escrivães e Investigadores, ainda dependente de decisão governamental; 3 – Aposentadoria com base na Lei Federal 51/85, que a despeito de decisão do STF, São Paulo ainda não cumpre; 4 – Regulamentação do Art. 9º da LC 1.151/2011, sobre a exigência de cinco anos para aposentadoria no cargo;  5 – Vencimentos condizentes com a condição de carreira jurídica para os Delegados de Polícia e 6 – Reestruturação das carreiras policiais civis, com atualização dos níveis de escolaridade para ingresso e urgente criação de cargos em todas as carreiras, de modo a permitir a reposição do enorme déficit que hoje se verifica. Outras questões foram abordadas superficialmente por um a um dos presidentes presentes.

     Depois de ouvir a exposição sobre todos os itens pleiteados, o Dr. Fernando Grella, que durante toda a audiência se mostrou bastante solícito e receptivo, disse como pretende encaminhar caso a caso e se dispôs a receber novamente a FEIPOL e Sindicatos integrantes, quando necessário e oportuno.

     Ao retornarem da audiência, os presidentes se reuniram novamente para uma avaliação e também para definirem como e quando voltarão a tratar dessas e de outras reivindicações.

     É a FEIPOL-SE cumprindo com as finalidades para as quais foi criada.

                                         São Paulo, 29 de janeiro de 2013

                                                    Jarim Lopes Roseira

                                     Diretor de Coordenação da FEIPOL – SE

O POVO DE HORTOLÂNDIA QUER SABER: Antonio Eribelto Piva Júnior e José Eduardo Cury foram demitidos a bem do serviço público por cobrarem propina de uma empresa de guincho entre 1992 e 1995 48

DESPACHOS DO GOVERNADOR

DESPACHO DO GOVERNADOR,

DE 29-1-2013

No processo administrativo DGP-7296-2000-SSP, vols. I

ao XVII (CC-124690-2012), em que são interessados Antonio

Eribelto Piva Júnior e Outro: “À vista dos elementos de instrução

constantes dos autos, destacando-se a manifestação do Secretário

da Segurança Pública e o parecer 47-2013, da AJG, julgo

parcialmente procedente a acusação irrogada a Antonio Eribelto

Piva Júnior, RG 7.379.140, e José Eduardo Cury, RG 17.208.825,

Delegados de Polícia, do Quadro da Pasta mencionada, aplicando-

lhes, em decorrência, a pena de demissão a bem do serviço

público, com fundamento nos arts. 74, II, e 75, incs. II e VI, da

LC 207-79.” Advogado: Alfredo Zarins Filho – OAB/SP – 127.565.

Segundo o Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público de Campinas, Piva Júnior e Cury eram acusados de cobrar uma porcentagem da empresa que fazia o serviço de guincho em Hortolândia. Na época, eles atuavam como delegados da Circunscrição Regional de Trânsito (Ciretran) na cidade. O repasse era pago semanalmente e dividido entre os dois policiais.

 José Eduardo Cury e Antonio Eribelto Piva Júnior vão cumprir a pena em regime fechado. Eles  foram investigados pelo Gaeco (Grupo de Operação Especial Contra o Crime Organizado) porque, entre os anos de 1992 e 1995, exigiam 35% sobre os valores arrecadados com o serviço de guincho em Hortolândia. Júnior era o delegado titular, na época, enquanto Cury tinha o cargo de investigador.

De acordo com os promotores do Gaeco, os 35% eram pagos toda semana pelo do dono do pátio. Ainda no primeiro ano, os condenados pediram pagamento de R$ 30 mil de uma vez, e em 1993, outro pagamento ainda maior, de R$ 100 mil. Os delegados diziam que esse pagamento era parte do esquema.Com a condenação, Piva Júnior deve ficar na cadeia por sete anos e seis meses