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DESABAFO DE UMA ESPOSA DE UM POLICIAL 6
Com o passar do tempo, convivendo com meu companheiro, notei que aquele brilho em seus olhos foi desaparecendo, ele foi deixando de falar de sua profissão e em algumas vezes notei que sentia “vergonha” de informar que era um policial civil.
Ele sempre foi uma pessoa muito honesta, como todos os colegas de seu trabalho que conheço, e percebi que todos estão sofrendo da mesma forma, todos se tornaram o mesmo tipo de pessoa. Estão sendo exigidos pelos governantes como se fossem super-homens…e acho que são!!!!
SIM, MEU MARIDO E TODOS OS POLICIAIS CIVIS SÃO SUPER-HEROIS!!!!
MEU MARIDO ESTÁ MORRENDO!!!!
COMO ESPOSA DE UM POLICIAL CIVIL PEÇO QUE VOCÊ APOIE AS REINVINDICAÇÕES DOS POLICIAIS CIVIS DE SÃO PAULO, POIS MAIS UMA VEZ O GOVERNADOR DE SÃO PAULO, SR. JOSÉ SERRA, VIROU AS COSTAS Á POLICIA PAULISTA, COMO FEZ OS SEUS ANTECESSORES.
PERGUNTO: Á QUEM INTERESSA QUE NOSSA POLICIA CIVIL SEJA SUCATEADA, QUE O POLICIAL CIVIL SE FRAGILIZE, QUE SE HUMILHE?
SERÁ QUE UM POLICIAL NESTE ESTADO NÃO SE ENCONTRA NUM ESTADO DE DESESPERO AO PONTO DE TER DE SE CORROMPER PARA SOBREVIVER!!!
A QUEM INTERESSARIA TERMOS UMA POLÍCIA CORRUPTA?
A CARREIRA DE POLICIAL CIVIL NÃO É UMA CARREIRA COMUM, O POLICIAL CIVIL NÃO PODE SER TRATADO COMO UM SERVIDOR COMUM!!!
POR FAVOR, AJUDEM-ME A TER DE VOLTA AO MEU LADO O HOMEM QUE CONHECI, AJUDEM A SOCIEDADE A TER DE VOLTA A POLÍCIA CIVIL QUE MERECE.
OBRIGADA.
ASS: ESPOSA DE UM POLICIAL CIVIL
ROBERTO DELMANTO E A SUA "OPINIÃO PUBLICADA"…talvez fabricada a pedidos 12
Além de poder participar da escolha do delegado-geral, cargo que responde diretamente ao gabinete do secretário de Estado da Segurança Pública, sindicatos de policiais pedem reajustes salariais de 58% a 200%. Delmanto avalia que a função de delegado-geral deve ser mantida com pessoas alinhadas ao governo do Estado, e não indicada por possíveis grupos formados no corpo funcional da Secretaria da Segurança Pública.
“Parece-me inadequado imaginar o delegado-geral como pessoa que não se afine com a política do Estado”, disse Delmanto, em entrevista à Folha.
FOLHA – Como o sr. avalia a pretensão dos policiais e delegados de ter algum tipo de influência na escolha do chefe da Polícia Civil, como reivindicam entidades da categoria?
ROBERTO DELMANTO – Um cargo dessa importância deve ser mantido em livre escolha do governador. Como poderíamos ter um delegado-geral com uma postura diferente daquela exigida pelo secretário? Não dá para conceber como exatamente funcionaria isso.
FOLHA – O que poderia ocorrer?
Seria algum tipo de descompasso entre a política do Estado e a postura do delegado-geral?
DELMANTO – Parece-me inadequado imaginar o delegado-geral como pessoa que não se afina com a política do Estado. É temerário, ainda mais em uma área de tamanha importância, tão problemática, com índices de violência sempre altos.
O pedido é inadequado. E mais inadequado ainda é tratar desse assunto com ameaça de greve.
FOLHA – Como deve ser então a postura do governo em relação a essa reivindicação dos policiais?
DELMANTO – O governo não deve abrir mão de manter a gestão da segurança pública.
Seria como fazer o mesmo [permitir uma espécie de eleição] com o comando da Polícia Militar.
FOLHA – Essa discussão deve ser encaminhada de que forma?
DELMANTO – Se for um assunto para ser tratado, deve-se pensar em uma legislação específica, de mudar uma lei, se for o caso. Mas não vejo nenhum motivo para mudar o sistema, é um cargo de confiança, um dos principais. Deve ser mantida essa prerrogativa do Poder Executivo.
O CRIME DA RUA CUBA FOI COMETIDO PELO DELEGADO GERAL DE ALUGUEL…NÃO ELEITO PELOS PARES E TRAIDOR DA CLASSE 55
Quase vinte anos depois da morte dos pais, Jorge Delmanto Bouchabki não se livrou da suspeita de tê-los matado , enquanto dormiam, na residência de número 109 da Rua Cuba, endereço elegante de São Paulo.
Ali, o advogado Jorge Toufic Bouchabki e sua mulher, Maria Cecília, foram assassinados na véspera do Natal de 1988.
Ele tinha 19 anos quando o crime ocorreu.
De acordo com o Código Penal, quem é acusado de um crime com menos de 21 anos de idade tem reduzidos de metade os prazos de prescrição.
No caso de Jorginho, sua responsabilidade criminal foi extinta.
A empregada doméstica Olinda Oliveira da Silva, em depoimento colhido por Promotores e pelo Delegado Luiz Carlos Ferreira Sato, em 1998, contou que, na véspera do assassinato, Jorginho discutiu com a mãe.
Ela não aceitava o namoro do filho com a estudante Flávia Soares.
De acordo com a empregada, o bate-boca terminou quando Maria Cecília quebrou um taco de sinuca nas costas de Jorginho.
Aos gritos, ele teria dito que a mãe se arrependeria por ter-lhe batido. Essa versão contradiz o depoimento de Olinda dado na ocasião dos fatos, quando afirmou que o relacionamento familiar era harmonioso.
O delegado perguntou por que Olinda omitiu estes detalhes quando ouvida pelo delegado José Augusto Veloso Sampaio e pelo promotor Luiz Antônio Guimarães Marrey, responsáveis pela investigação. Ela informou que a família “pediu para não dizer nada…”
Ela jamais explicou por que mudou de opinião
O inquérito sobre o crime da Rua Cuba entrou para a crônica policial paulistana por causa da suspeição que recaiu sobre o filho das vítimas.
Foi arquivado em 1991, quando o juiz Linneu de Carvalho Sobrinho alegou falta de provas contra Jorginho.
O rapaz chegou a se mudar para Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, em busca do anonimato.
Cursou Direito numa universidade da cidade.
Foi expulso duas semanas antes da formatura, acusado de pagar a faculdade com cheques furtados de Enia Luciane da Silva, funcionária da instituição de ensino. Jorginho voltou à capital e conseguiu colar grau em outra universidade.
A polícia e o Ministério Público não produziram provas materiais consistentes: a arma do crime nunca foi encontrada.
POSTERIORMENTE
Juiz nega indenização por danos para irmãos Bouchabki
No dia 24 de dezembro deste ano, um dos assassinatos mais conhecidos de São Paulo completa 16 anos: o ‘crime da rua Cuba’.
Na ação, o advogado Jorge Delmanto Bouchabki e seus irmãos Marcelo e Graziela pedem indenização ao autor do livro.
Questionado por Jô Soares sobre o ‘crime da rua Cuba’, Costa Júnior fez um breve histórico sobre o assassinato do casal Jorge Toufic Bouchabki e Maria Cecília Delmanto Bouchabki.
O caso ganhou repercussão após o Ministério Público ter denunciado Jorge Delmanto (o filho mais velho) como autor de duplo homicídio qualificado contra o pai e a mãe.
Os advogados de Costa Júnior na área cível são Paulo Esteves e Sérgio Toledo.
Bouchabki entrou na Justiça com duas queixas-crime.
Na decisão de setembro, o juiz Lazzarini destacou que o ‘crime da rua Cuba’ foi amplamente debatido na época e que ainda merece considerações.
Nele, o juiz afirma que “imputar é atribuir, indicar ou apontar alguém como responsável por um fato.
Segundo ele, “a veracidade da imputação, assim, apenas favoreceria o paciente quanto ao querelante Jorge, que efetivamente foi acusado pelo duplo homicídio e que, por falta de provas, foi impronunciado.
Quanto à entrevista, Pinheiro Franco disse que “não se tem dúvida” que as declarações de Costa Júnior “não tiveram a menor conotação de ferir a honra do querelante e de seus familiares, ou ainda a memória de Jorge”.
O juiz Lazarini completa: “Verifica-se assim, que não houve qualquer ofensa ao co-autor Jorge ou aos seus familiares que justifiquem o pedido de indenização, razão pela qual a pretensão de deduzida é improcedente”.
Em 2002, outro filho do casal assassinado (Marcelo Delmanto) tentou impedir a circulação do livro “O crime da rua Cuba”, escrito pelo jornalista Percival de Souza.
Revista Consultor Jurídico, 22 de novembro de 2004
No livro “O Crime da Rua Cuba”, de Percival de Souza, 9ª edição, p. 64, lê-se a opinião do então delegado-geral de Polícia Amândio Malheiros Lopes;“… o advogado Jorge Bouchabki matou sua mulher, a professora Maria Cecília Delmanto Bouchabki, com dois tiros na cabeça e a seguir suicidou-se…”.
“… houve quem quisesse explicar tudo com a tese de que o rapaz teria surpreendido o pai, que havia acabado de atirar na mãe… Mas, não foram essas únicas hipóteses que circularam sobre o caso, pois centenas de pessoas, empenhadas em decifrar o enigma, buscavam sua explicação pessoal para o crime da Rua Cuba. De qualquer modo, as especulações nasciam e se multiplicavam exatamente porque ninguém consegue entender o que realmente aconteceu no quarto dos Bouchabkis. A mudança dos corpos na cama… a alteração do local do crime… a ausência de qualquer vestígio de violência nas fechaduras, portas e janelas…”.
Na página 65:
Não acatou; logo depois de concluir o inquérito foi removido do DHPP para um plantão do DECAP.
Foi duramente massacrado pelo advogado José Carlos Dias (ex-secretário de justiça e de segurança de SP ), em face de indiciar o rapaz por duplo homicídio qualificado.
As palavras mais doces: de conhecida incompetência desde que era escrivão.
Nem sequer dispensaram Veloso Sampaio do plantão noturno na véspera do seu depoimento em Juízo.
De tão abalado mal conseguiu sustentar as conclusões postas nos autos do inquérito.
Malheiros Lopes – caso fosse eleito pelos pares – advogaria a versão “menos ruim” para a família?
Diga-se de passagem, cujo único objetivo era poupar de maiores sofrimentos a mãe da falecida, supostamente morta pelo querido neto.
E o rapaz – caso inocente – por tantos atropelos patrocinados pelo Delegado Geral, será eternamente suspeito. Pois não se esclareceu nem uma, nem outra versão.
EM MUITAS DELEGACIAS QUEM PAGA O MATERIAL DE SERVIÇO É O "JAMIL"… 3
PERITOS DO DEINTER-6, 100% GREVE 5
Secretaria da Segurança Pública afirmou que a greve é "despropositada" e que os policiais optaram pelo "risco e pela intransigência"… 1
Policiais civis afirmam que greve tem adesão de 72% em SP e 94% no interior
Colaboração para a Folha
O comando da greve dos policiais civis estima que 67 delegacias da cidade de São Paulo aderiram à paralisação iniciada na terça-feira (16). O número representa aproximadamente 72% dos DPs. No interior do Estado, os grevistas afirmam que 49 das 52 seccionais (94%) participam do movimento.
Na tarde de quarta (17), a Adpesp (Associação dos Delegados de Polícia do Estado) estimava em 90% (83 DPs) a paralisação na cidade de São Paulo. Durante a noite, porém, o número divulgado foi menor, chegando a 67.
17.set.08/Folha Imagem
Mulher aguarda atendimento na sala de entrada do 11º DP de Santo Amaro, na zona sul de SP
A SSP (Secretaria de Segurança Pública) questionou, por meio de uma nota, a legalidade de alguns pontos da cartilha da greve: “É importante observar que muitos são ilegais, como aquele que restringe os serviços a serem prestados à população enquanto durar a greve”.
Segundo a pasta, são normas que contrariam a liminar obtida pelo Ministério Público do Trabalho e mantida na segunda-feira (15) pelo STF (Supremo Tribunal Federal). A decisão, de acordo com a SSP, além de estabelecer um efetivo mínimo, determina que nenhum serviço pode deixar de ser prestado, sob pena de multa diária de R$ 200 mil.
Na quarta, a maior parte das delegacias registrava somente ocorrências mais graves, como casos de roubos, assassinatos e seqüestros. Vítimas de ameaça e furto, mesmo de carros, eram orientadas a voltar para casa. Dos 67 DPs visitados pela reportagem da Folha, 43 tinham policiais em greve e 24 estavam funcionando normalmente .
Os policiais estão em estado de greve desde o dia 13 de agosto, quando fizeram paralisação de apenas sete horas. Eles reivindicam aumento salarial de 15% neste ano e reajustes de 12% nos dois anos seguintes. A pauta de reivindicações inclui outros itens como a eleição direta para delegado-geral. Por sua vez, o governo ofereceu um investimento de R$ 500 milhões na folha de pagamento em 2009.
Greve
O Ministério Público abriu inquérito para investigar se os policiais estão descumprindo decisão do TRT (Tribunal Regional do Trabalho), que obriga os grevistas a manter ao menos 80% do efetivo e também a continuidade da prestação dos serviços.
A Secretaria da Segurança Pública, por meio de anúncio a ser veiculado hoje, diz que “não vai permitir que movimentos sindicais da Polícia Civil venham a colocar em risco a segurança da população” e ressalta que os grevistas podem ser punidos –a pena para quem prejudicar o serviço público em benefício pessoal vai de três meses a um ano de prisão, além do pagamento de multa.
A gestão José Serra (PSDB) não quis fazer um balanço da greve. Por meio de nota oficial, a Secretaria da Segurança Pública afirmou que a greve é “despropositada” e que os policiais optaram pelo “risco e pela intransigência”.
Cartilha
Para orientar como o agente deve se portar durante a paralisação, foi formulada uma cartilha com recomendações ao policial civil a respeito da greve.
A primeira parte é composta de perguntas e respostas, tais como se o agente pode ou não ser punido durante o ato e se a chefia pode impedir a adesão dos subordinados.
A segunda parte é composta por procedimentos que podem ou não ser realizados durante o ato. O que pode, por exemplo, é o registro de prisões em flagrante, capturas de procurados, homicídios e remoção de cadáveres em residências ou nas vias públicas. Trabalhos de investigação para elucidação dos crimes, por exemplo, deve ser suspenso durante a paralisação.
GOVERNO NOS FAZ AMEAÇAS DE PUNIÇÕES DISCIPLINARES E CRIMINAIS 4
Maior parte das delegacias continua com atendimento restrito a casos gravesNo 11º DP (Santo Amaro), os policiais deixaram as portas encostadas para inibir a entrada da população;
A greve dos policiais civis de São Paulo chegou ontem ao segundo dia e continua hoje, segundo entidades da categoria, que estima a adesão em mais de 60% na capital e de 100%, no interior.
O GOVERNO É QUEM USA A GREVE PARA DETONAR GERALDO ALCKMIN…CUJOS FIÉIS DELEGADOS FORAM RETIRADOS DO COMANDO, INCLUSIVE 1
Para Sidney Beraldo (Gestão Pública), eleição deixa o governo frágil para tomar medidas mais duras contra os policiais civis
O secretário de Gestão Pública, Sidney Beraldo, interlocutor do governo Serra (PSDB) com as entidades policiais, disse ontem acreditar que o movimento foi desencadeado nas últimas semanas a reboque da campanha eleitoral -momento em que, segundo ele, o Estado ficaria politicamente fragilizado para tomar medidas mais duras contra a categoria e estaria mais disposto a negociar.”Estamos em período eleitoral e isso pesa”, disse o secretário.
EM BOCA FECHADA NÃO ENTRA MOSQUITO…ISSO É ASSUNTO DO PTB, PMDB E DEM…O PSDB NÃO TOCA NAQUILO( nós )
O ESTADO PAGA "BANDA LARGA SERGINHO" PARA OS SERVIÇOS DE ATENDIMENTO AO PÚBLICO…QUANDO PAGA! 2
DA REPORTAGEM LOCAL
Sob a condição de anonimato, policiais do 11º DP, em Santo Amaro (zona sul de SP), fizeram questão de mostrar à Folha ontem a situação do local, que segundo eles, é “caótica”.
Sobre o comentarista que chamou os Delegados de “caras-de-pau”… 1
Sérgio Rodrigues,escritor e jornalista”
LEMBRANÇA: PODER JUDICIÁRIO 92 DIAS EM GREVE…O MINISTÉRIO PÚBLICO INSTAUROU INQUÉRITO? 5
A última durou 92 dias.
Ganhavam mais do que os Policiais Civis; passaram a receber muito mais.
E salvo engano o Ministério Público não instaurou nenhum inquérito civil “para acompanhar a greve dos serventuários e oficiais de justiça”.
Caso o MP não tenha instaurado inquérito civil – gostaria de obter informes dos leitores – devemos concluir:
Ou o Ministério Público – em relação aos Policiais Civis – emprega o procedimento por inimizade capital ou servilidade ao governo.
Ou, então, segundo a ótica do MP, os serviços do Poder Judiciário não são essenciais para o cidadão…
Hipótese absurda.
PERITOS DE BAURU: afirmaram ser, antes e acima de tudo, POLICIAIS CIVIS 3
Caros colegas,
Fiquei sabendo de fonte fidedigna que ontem, no final da tarde, um capitão e um major , estiveram no IC e no IML conversando com os diretores para que acolhessem as requisições que seriam solicitadas pela PM, enquanto a greve da Polícia Civil perdurasse e que tais requisições seriam assinadas por oficiais.
Foram rechaçados pelos dois colegas de Bauru que afirmaram ser, antes e acima de tudo, POLICIAIS CIVIS e que por essa simples razão, não compactuariam com essa usurpação de função, ao contrário, denunciariam.
Ao que soube, o mesmo está ocorrendo em todo estado por conta da determinação do (des)governador para que os PMs assumam e elaborem as ocorrências, a exemplo do que aconteceu em outros estados que estiveram em GREVE.
Gostaria que nossas entidades de classe estivessem atentas a essa heresia porque era só essa que nos faltava… agora já não falta mais.
AMIGOS…
Muita força, coragem e fé porque o adversário, além de muito mais poderoso é desleal, mentiroso e covarde porque precisa se juntar a outros iguais para enfraquecer nosso movimento, mais do que legítimo e legal, JUSTO.
Estamos TODOS JUNTOS e essa união está deixando o (des)governo atordoado… continuemos assim.
Que Deus nos proteja a TODOS. Amém.
BAURU – 09 dias em GREVE.
fonte: Delpol PC
NÃO HÁ TRÊS POLÍCIAS NO ESTADO…HÁ TRÊS TIPOS DE POLICIAIS 1
O policial bandalho;
O policial subserviente…
E o policial de valor.
O último é quem faz a greve ou, mesmo impedido ( PM ), lhe dá apoio.



