12/09/2013 – COMUNICADO PARA A SOCIEDADE CIVIL 45

12/09/2013 – COMUNICADO PARA A SOCIEDADE CIVIL

A Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo reafirmando o seu comprometimento com a sociedade civil, da qual também faz parte, vem tornar público sua profunda indignação pela falta de segurança que vem vitimizando as famílias paulistas por conta da Política equivocada de Segurança Pública que há duas décadas privilegia a Polícia Preventiva que é a Polícia Militar em detrimento da Polícia Investigativa, da Inteligência, que é a Polícia Civil.

As Operações Blecaute, protagonizadas pela Polícia Civil com interrupções temporárias dos atendimentos das Delegacias, não visam prejudicar a população já penalizada pela falta de segurança, mas demonstrar publicamente o descaso com que a Instituição vem sendo tratada pelo governo tucano.
Não é de hoje que a dualidade de tratamento entre as Polícias pode ser constatada. Segundo dados oficiais do sistema orçamentário de 2011, por exemplo, o investimento destinado à corporação da Polícia Militar superou 35% do previsto nos seis anos anteriores, na prática R$ 296 milhões a mais. Enquanto a Polícia Civil teve de se conformar em receber 13% a menos do que o previsto (equivalente a R$ 65 milhões em investimentos).
A desigualdade entre as Polícias também pode ser notada pela gestão de suas corregedorias: na PM é interna, responde à própria instituição; na Polícia Civil está subordinada à Secretaria de Segurança Pública. A lista de tratamento diferenciado entre as duas Polícias não para por aí, são inúmeros os benefícios e privilégios adquiridos, conforme  quadro sobre Tratamento Isonômico Interinstitucional, clique aqui para conferir.
É sabido que as instituições se complementam, mas em todos os outros estados da Nação não há isonomia salarial entre as polícias. Sem contar que São Paulo, o Estado que mais arrecada, é o que pior remunera seus Policiais Civis. Os Delegados de Polícia ocupam hoje a última posição no ranking salarial. Lembrando que estamos em SÃO PAULO, a “locomotiva da nação”.
Esta política discriminatória implementada durante décadas de “tratamento isonômico interinstitucional” é a principal causa do avanço da criminalidade que hoje transita impune por falta de investimento na Polícia que investiga e prende. O cenário atual é de falência da Segurança Pública, que caminha a passos largos rumo ao colapso, caso não haja investimento que possibilitem a permanência dos Delegados de Polícia no nosso Estado e na nossa carreira, considerando-se que a cada dez dias um de nós a abandona por outra carreira jurídica ou por outro estado onde existe o merecido reconhecimento.
A Polícia Civil de São Paulo não busca simplesmente o aumento salarial, mas principalmente, o atendimento de excelência que a sociedade precisa e merece. Ao cidadão, que contribui com altos impostos, não se pode admitir deixá-lo sem a devida resposta quando se vê atingido pela violência, levando-o a ser duplamente vitimizado, primeiro pelo crime e depois pelo Estado que tem o poder – dever de garantir a sua segurança.
Nosso compromisso é com o cidadão, na condição de primeiro garantidor de seus direitos, esposados pelas leis brasileiras e pelo Estado Democrático de Direito, das quais somos legítimos operadores e no qual não mais existe espaço para a truculência, a violência armada sem controle e a ameaça, ainda que velada, de derrotar-se a democracia, conquistada com sangue da sociedade que é civil.
Marilda Pansonato Pinheiro
Presidente da Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo – Adpesp

Dr. JORGE ÁLVARO GONÇALVES CRUZ – Questão salarial põe em jogo o próprio Estado Democrático de Direito 47

Enviado em 13/09/2013 as 12:01 – JORGE ÁLVARO GONÇALVES CRUZ

A discussão ora travada extrapola apenas a questão salarial ela põe em jogo o próprio Estado Democrático de Direito.

É fácil percebermos a extrema preocupação dos oficiais da polícia militar.

Em 2006 a proposta original do Deputado Campos Machado pleiteava que o cargo de Delegado de Polícia se transformasse em carreira jurídica. Naquela feita, levante similar foi praticado pelos coronéis que conseguiram mudar o projeto.

Para tanto utilizaram-se – como agora – de todos os meios possíveis para pressionar o Secretário de Segurança, os líderes dos partidos bem como a população em geral, através de “advertências” publicadas em jornais de grande circulação alertando a população do prejuízo que causaria a toda sociedade, sic: “a inovação legislativa pretendida, diante do recrudescimento do crime organizado, só virá em prejuízo de toda a sociedade paulista”.

Ocorre que atualmente a situação lhes é ainda mais desfavorável.

Hoje já se encontra normatizada a carreira jurídica aos Delegados de Polícia e o nível universitário aos Escrivães e Investigadores de Polícia, fato irreversível e de necessária adequação salarial, o que distanciou por completo os Delegados dos Oficiais.

É fato que todas as carreiras policiais devem ser devidamente reconhecidas pelo árduo trabalho que desempenham, mas aceitar tamanha insensatez nas atitudes praticadas pelos Oficiais os quais novamente optam em vilipendiar direitos legítimos de outras carreiras, sem, contudo, buscarem caminhos próprios para obterem o que acham correto, é permitir que a democracia sucumba à força de alguns, principalmente por aqueles que têm o dever legal de impedir atos contrários à norma e não incitá-los.

Fábio Morrone – Presidente do SIPOL : DOIS HOMENS E UM DESTINO 83

-Boa noite Dr. Guerra.

DOIS HOMENS E UM DESTINO.

Tenho acompanhado passo a passo os acontecimentos próximo-passados e presentes, muitas vezes sob a pecha de ingênuo, desinformado, criador de “bizu” e sabe-se mais lá o que.

O que não tenho mais conseguido acompanhar é um traço identificável que delimita o protesto da insubordinação e da ameaça de golpe.

Nunca um Governador e um Secretário tiveram a chance de se tornarem tão grandes quanto o Estado de São Paulo, como têm agora.

Nunca tiveram a chance de mostrar aos cidadãos do Estado de São Paulo, e como corolário dar exemplo à Nação, de quem é que manda no Poder Executivo Paulista permeado que é pelo Estado Democrático de Direito.

Foram muitos os momentos desses Senhores inclinados a resgatar parte da dignidade da Polícia Civil nas últimas semanas.  Até o próprio enfrentamento que se avizinha cada vez mais rápido denota isso.

Repito a pergunta que não quer calar: “se esse dragão de gandola, coturno, calça e cassetete cospe todo esse fogo agora, o que não fará ano que vem se continuar a receber poder e mais poder”? O dragão é funcionário ou mercenário? Porque se o dragão mede hierarquia e comando pelo salário que recebe, então a opção correta é a segunda.

Dois homens, um destino. Escrever na lousa do Palácio dos Bandeirantes: “isso aqui tem dono, o Povo Paulista. E quem o representa é aquele que foi para tal mister eleito”.

Desembainhem as espadinhas para os bandidos, senhores, e não para o seu chefe. Acreditem vocês tem um, e não usa farda nem uniforme.

Agora, se um Secretário realmente tiver que entregar cargo (coisa que acho impossível, mesmo vindo do PSBD) por conta de forças militares, QUE NÃO QUEREM QUE A LEI SEJA CUMPRIDA, eu me filio amanhã ao PT e passo a dar outra conotação ao vocábulo “militar”, dentro de minhas possibilidades.

Aos Policiais Militares: nunca, em nenhum momento de minha vida dediquei um único segundo a me preocupar em ver frear qualquer benefício a qualquer outro policial. Tanto que nos calamos durante anos sobre a não cobrança de previdência sobre o ALE dos PMs, a aposentadoria aos 30 anos com paridade e integralidade dos PMs, a ter passado a existir o cargo de General de Divisão na PM (30 anos de PM, mais 2 de coroné = 20% de aumento, ou seja, não de direito, mas de fato um General, oras). Só levantei algumas poucas coisas e construí aquela tabela de diferenças de benefícios, depois daquelas Associações atacarem o Nível Universitário e a Carreira Jurídica com clara ameaça à sociedade. Mas tem mais. Não tivessem nossos superiores nos aconselhado já teria publicado o resto. Mas não falha.

Cabe agora ao Estado resolver essa situação, ajustando os freios e contrapesos, para o bem de sua própria existência civil.

Fábio Morrone – Presidente do SIPOL

SIPOL LOGO E MAIL

sipol-prudente.blogspot.com.br

ALERTA POLICIAIS CIVIS – Delegado Geral e Conselho exortam a Polícia Civil a hipotecar irrestrito apoio ao Dr. Fernando Grella vítima de tentativa de golpe por parte da Polícia Militar, com o apoio do alto comando , alguns políticos fardados e do ex-secretário Antônio F.P. ( Secretário balança por aprovar as reivindicações dos policiais civis ) 329

blazeckPrezados Policiais Civis,
Na condição de Dirigente de nossa Instituição, respeitosamente, volto a me dirigir a todos os Senhores e Senhoras.

É forçoso reconhecermos que vivemos um momento singular.

Reitero os exatos termos de minha mensagem anterior (04/09/13), ressaltando, porém, que o Estado Democrático de Direito, alicerce de uma sociedade sadia, tem, ao longo dos últimos dias, sido colocado em risco.

Confiante na postura profissional serena e respeitosa, de cada um dos senhores e senhoras, continuamos empenhados na manutenção do império da legalidade, respeito aos nossos Direitos, proteção das Autoridades constituídas e, sobretudo, da Sociedade Paulista.

Segue, para conhecimento, síntese da manifestação do Egrégio Conselho da Polícia Civil, já encaminhada à Administração Superior.

Respeitosamente,

Luiz Mauricio Souza Blazeck
Delegado Geral de Polícia

MOÇÃO DO CONSELHO DA POLÍCIA CIVIL

12 de setembro de 2013

O Conselho da Polícia Civil do Estado de São Paulo manifesta irrestrito apoio às proposituras encaminhadas à Administração Superior no sentido de dar validade às disposições legais que reconhecem a carreira jurídica aos Delegados de Polícia e o nível universitário aos ocupantes dos cargos de Escrivão de Polícia e Investigador de Polícia.

A Polícia Civil defende o Estado Democrático de Direito e o cumprimento do princípio da legalidade. Assim, garantias já asseguradas, como o nível superior para duas carreiras policiais civis merecem ser implementadas. O mesmo deve ocorrer com relação ao reconhecimento da carreira jurídica para os Delegados de Polícia. Por possuir formação jurídica é que a Constituição Federal incumbiu ao Delegado de Polícia a direção de uma instituição tão importante, razão pela qual, por ocasião da aprovação da EC 35/2012 houve manifestação favorável de representantes do Judiciário, Executivo, Legislativo e Ministério Público.

Por tais argumentos é que o Colegiado da Polícia Civil hipoteca absoluto, integral e irrevogável apoio e solidariedade a todas as autoridades legalmente constituídas, demonstrando confiança na sensibilidade da Administração Superior e Legislativo no sentido de que se empenharão para que o Estado de Direito se cumpra, não obstante a renitência de alguns que – impregnados do vezo autoritário – querem fazer a força valer sobre o Direito.

Cumpre ressaltarmos que, nós policiais civis, primeiros garantidores do Estado democrático de direito não permitiremos sobre qualquer pretexto que forças negativas avancem contra as autoridades constituídas do Estado e que também lançaremos mão de todos os meios legais nessa luta.

A LÓGICA DO FLIT É NÃO TER LÓGICA PARTIDÁRIA – PDT ( Partido Perda de Tempo ) , rouba do PT para emprestar ( a juro ) ao PSDB…Ah, com o coronel PM no meio para intermediar os serviços no puteiro ( caso prefeitura de Praia Grande e Paulinho da Força ) 16

Enviado em 12/09/2013 as 19:28 – ESCAFADRISTA

Então pela lógica do blog, o unico que não rouba é o PDT e o Major Olimpico???

Enviado em 12/09/2013 as 19:36 | Em resposta a Escafandrista.

De forma alguma!
Para mim , todos os partidos políticos brasileiros , atualmente, funcionam como organizações criminosas.

———————————————————-

ladrao+lá

DINHEIRO DO BNDES

MPF denuncia mulher de Paulinho da Força

O Ministério Público Federal em São Paulo engordou a denúncia oferecida em maio de 2008, sobre desvios na aplicação de recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A tática aparente foi a de não denunciar, na primeira leva, pessoas que poderiam fazer deslocar o caso para outro foro que não a vara de crimes financeiros em que está. Esperou-se o prefeito de Praia Grande (SP), Alberto Mourão, encerrar seu mandato e distanciou-se da data dos fatos as acusações diretas contra a mulher do deputado federal Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força (PDT), Elza Pereira. Eles foram denunciados agora.

A investigação foi batizada de Operação Santa Tereza, iniciada em 2007. Segundo o MPF, no curso das interceptações telefônicas surgiram entre os investigados conversas sobre financiamentos públicos, reuniões com políticos e pagamentos de comissões.

O Ministério Público afirma que conseguiu comprovar desvio de dinheiro proveniente de três financiamentos feitos pelo BNDES, um no valor de R$ 130 milhões para obras da prefeitura de Praia Grande (litoral sul de São Paulo) e dois para a expansão e melhorias na rede de lojas Marisa, totalizando R$ 220 milhões. Nesses três contratos, de acordo com a apuração do MP, o desvio foi de mais de R$ 3 milhões.

Além de denunciar mais quatro pessoas de envolvimento no caso, o MPF fez novas acusações contra quatro réus no processo, que tramita na 2ª Vara Federal Criminal Especializada em Crimes Financeiros e Lavagem de Dinheiro de São Paulo, entre elas o advogado Ricardo Tosto, agora acusado também pelo crime de lavagem de dinheiro.

A procuradora da República Adriana Scordamaglia, responsável pelo caso, optou por aditar a denúncia. “O aditamento é propício e foi oferecido em tempo oportuno e aconselhável para o desfecho da Ação Penal, pois reforça as acusações, que se entrelaçam”, afirmou.

Conta laranja
Segundo o MPF e a Polícia Federal, a mulher do deputado Paulinho da Força, Elza Pereira, permitiu o uso da conta do Centro de Atendimento Biopsicossocial Meu Guri, ONG presididas por ela, para ocultar uma parcela dos valores desviados de contratos do BNDES firmados com a prefeitura de Praia Grande e Lojas Marisa.

De acordo com a denúncia, João Pedro de Moura, assessor de Paulinho, depositou na conta de Elza, com sua permissão, R$ 37,5 mil para ocultar a real origem do dinheiro desviado. Elza e Moura foram denunciados por lavagem de dinheiro. Esta é a segunda acusação de lavagem contra Moura no processo, que já responde por ter comprado uma farmácia em São Sebastião da Grama, no interior de São Paulo, com sua parte do desvio.

Permissão para desviar
Segundo o MPF, grampos telefônicos, autorizados pelo juiz do caso, apresentaram indícios de que o ex-prefeito de Praia Grande, Alberto Mourão, participou de reuniões com João Pedro de Moura nas quais autorizou o desvio de 2% da verba de um financiamento de R$ 130 milhões do BNDES destinado à prefeitura.

Segundo o Ministério Público, Mourão teve quatro passagens aéreas para o Rio de Janeiro, duas de ida e duas de volta, pagas por Manuel Fernandes de Bastos Filho, o Maneco, dono da casa de prostituição investigada. Ele é também o principal acusado de articular os desvios. Apesar das passagens terem sido pagas com dinheiro de Bastos, a viagem era oficial, pois numa delas Mourão assinou o contrato de financiamento com o BNDES, o que configura o crime de corrupção passiva.

Jamil Issa Filho, ex-assessor do ex-prefeito, providenciou as passagens aéreas necessárias para a viagem dele e Mourão, diz o MPf. Ambos dispensaram a empresa responsável pelo fornecimento de passagens à prefeitura. Se aceito o aditamento da denúncia pela Justiça, Mourão responderá criminalmente por corrupção passiva e peculato (subtração de verba pública em proveito próprio) e Jamil por corrupção ativa, uma vez que intermediou, segundo o MPF, a compra das passagens. Ambos admitiram o uso das passagens em depoimento à polícia.

Dinheiro de honorários
O MPF repetiu acusações que fez no ano passado contra o advogado Ricardo Tosto de Oliveira Carvalho, ex-conselheiro do BNDES, nomeado pela Força Sindical. Tosto foi denunciado pelo crime de lavagem de dinheiro vindo de crimes financeiros. De acordo com a investigação, o escritório em que o advogado é um dos sócios recebeu quatro cheques da empresa Progus. Dois deles, nos valores de R$ 82,1 mil e R$ 18,3 mil, foram depositados na conta do escritório para pagamentos de honorários advocatícios. O MPF afirma que os outros dois cheques, nos valores de R$ 42 mil e R$ 40 mil, foram usados para o pagamento do aluguel do imóvel da sociedade de advogados. Para o MPF, essa foi a forma encontrada para impedir que o dinheiro integrasse o patrimônio do advogado e ocultar a sua origem. A Progus, de fato é cliente do escritório há mais de dez anos.

O presidente da ONG Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Pesquisa Política, Social e Cultural do Trabalhador, Wilson Carvalho de Oliveira, também foi denunciado no aditamento ao processo, pelo crime de lavagem de dinheiro. Segundo as investigações, Oliveira recebeu três cheques nos valores de R$ 82,1 mil, R$ 82 mil e R$ 18,3 mil, de Marcos Mantovani, correntista da Progus, empresa responsável por emitir notas fiscais frias. Os valores depositados na conta de Oliveira também foram desviados dos recursos financiados pelo BNDES à prefeitura de Praia Grande e às lojas Marisa, como defende o MPF na denúncia.

O quarto acusado é Felício Makhoul, dono do prédio onde funcionava o Flat Imperial. O prédio, contíguo à casa noturna investigada, era o local onde moravam garotas de programa. Segundo o MPF, ele recebia R$ 30 mil mensais pelo aluguel do prédio e admitiu em depoimento à polícia que sabia que o local era um prostíbulo. Por isso, o MPF o acusou dos crimes de casa de prostituição e rufianismo (tirar proveito da prostituição alheia). Com informações da Assessoria de Imprensa do MPF.

Revista Consultor Jurídico, 2 de junho de 2009

PISTOLA DO CHIFRUDO – Taurus 24/7 e 640, armas assassinas…QUEM RECEBE PROPINA DA TAURUS ? …PMs , militares do Exército ou quadros do governo ? 35

http://tvuol.uol.com.br/assistir.htm?video=pm-de-sao-paulo-tem-armas-com-defeitos-04024D1A3360DCB14326&tagIds=1793&orderBy=mais-recentes&edFilter=editorial&time=all&

Dr. Guerra, por gentileza, assista este vídeo e divulgue para os policiais, pois muitos não sabem destes fatos, estas armas também foram adquiridas pela PC. Já pensou vc sendo abordado ou abordando com uma merda desta. TaurusLogoCircle2CUIDADO SUA VIDA CORRE MAIS PERIGO DO QUE VC PENSA!!!!!!!!!!!!!!! não é só o PSDB que mata o policial de raiva, a Taurus mata também.

SINDASP desiste do dissídio coletivo por desconfiar que o Tribunal de Justiça decidirá contra o direito de greve… Tá certo , desde quando grevista tem que pedir autorização ? …Trabalhador que acredita nos seus direitos, pára e pronto! 35

Enviado em 11/09/2013 as 18:01 – MOSTRO

Pela segunda vez, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) não compareceu na audiência de negociação salarial marcada pelo Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP) para esta terça-feira (10).

A audiência não ocorreu e seria realizada com o Sipesp (Sindicato dos Investigadores de Polícia do Estado de São Paulo) e teria o Sindasp-SP apenas como convidado, visto que a ação foi protocolada pelo sindicato dos policiais.

O Sindasp-SP também ingressou com uma ação específica pedindo o dissídio da categoria e a audiência no TJ estava marcada para o próximo dia 17, no entanto, o sindicato desistiu da ação.

A desistência do Sindasp-SP se deu pelo fato de que Alckmin informou ao Tribunal que não concorda com a mediação via Justiça, o que levou ao cancelamento da audiência que seria realizada com o Sipesp. Além disso, o governador também entrou com pedido de contraposto na Justiça solicitando a multa de R$100 mil ao dia junto ao Sipesp, caso os policiais declarem greve.

“Por conta do desfecho resolvemos retirar a ação do dissídio coletivo, para que ao menos tenhamos chances de fazer greve caso o governo não nos conceda nada, pois, se mantivéssemos a ação certamente também teríamos uma liminar com o mesmo fim”, disse o presidente do Sindasp-SP, Daniel Grandolfo. Foi por isso que não demos certeza de nada em relação anúncio. O governador não cumpriu com o compromisso que havia nos dito, só acreditamos quando virmos o projeto”, finalizou Grandolfo.

Obtivemos informações de fonte segura do Palácio dos Bandeirantes (que nos pediu sigilo jornalístico) que estaria ocorrendo divergências entre as Polícias Civil e Militar, no que diz respeito a reajuste, e esse fato teria influenciado no cancelamento do anúncio do governo. De acordo com a fonte, não há data para um novo pronunciamento, mas quando o mesmo ocorrer deverá ser incluso os agentes penitenciários

SINDAS

RONALDO TOVANI : ” os policiais civis ameaçaram com greve, ameaçaram, ameaçaram, ameaçaram, tanto ameaçaram, e não fizeram, que perderam a credibilidade ” 44

Enviado em 11/09/2013 as 21:57 – RONALDO TOVANI 

Vamos no popular: os policiais civis ameaçaram com greve, ameaçaram, ameaçaram, ameaçaram, tanto ameaçaram, e não fizeram, que perderam a credibilidade.
O dissídio coletivo, por sua vez, revelou-se um verdadeiro “tiro no pé”.
Então, aceitem e acreditem, pacificamente, tal como nos esclareceu o novo delegado seccional de Mogi das Cruzes, que os policiais civis “ganham bem” e precisam, isto sim, é de “injeção de ânimo”, voltem para suas casas e simplesmente arrependam-se…do que não fizeram, no momento em que deveriam ter feito.

TESTEMUNHO DE UM OFICIAL DA POLÍCIA MILITAR 80

Enviado em 11/09/2013 as 20:58 – SONHADOR

Depois de tanto ler este site, resolvi contribuir pela 2ª vez. Não quero, de maneira alguma, ser o dono da verdade, até porque acredito que raras vezes existe verdade absoluta; como disse, minha intenção é apenas contribuir.
Ingressei na PM como soldado e, por meu mérito e esforço, sem ter que puxar o saco de ninguém, fui aprovado no vestibular da Academia do Branco. Após 14 anos de serviço, cheguei a algumas conclusões. Nelas, escreverei mais sobre a PM, por ser a Corporação que conheço (logicamente por pertencer a ela), mas também escreverei um pouco sobre a PC, no entanto, baseado nos meus contatos profissionais.
1. Bons e maus profissionais existiram, existem e sempre existirão em todos os lugares, incluindo a PM e PC. A questão é: atualmente, o que é um bom policial, seja ele militar ou civil? É o policial honesto? É o policial honesto e esforçado, que realmente trabalha (e não enrola) durante seu turno de serviço? É o policial que “não dá novidades”, mas que é um mão cansada? Eu classifico o bom policial como aquele que é honesto e que realmente trabalha, mas o motivo deste questionamento é o fato de quê atualmente, me parece que ainda há mais bons do que maus policiais, mas infelizmente o número de maus policiais vem aumentando muito. Do soldado ao coronel, há casos de corrupção, extorsão, roubos, envolvimento com jogos ilícitos, com drogas e muitos outros ilícitos. E isso tem desestimulado muito os bons policiais. A PM é uma Corporação extremamente séria e a maior prova disto é que ela é o órgão público do Brasil que mais demite/expulsa seus maus profissionais; mesmo assim, isto parece já não surtir o efeito desejado, qual seja, o de impedir ou evitar que policiais militares cometam ilícitos. Com relação ao tratamento entre Oficiais e Praças, não negarei que há muitos que se aproveitam do posto ou graduação para serem arrogantes e mal educados, mas tais pessoas não estão restritas apenas ao quadro de Oficiais: há sim muitos Praças que são extremamente grossos e arrogantes. Logo, isto independe de posto ou graduação: depende tão somente da educação recebida na família.
2. Nunca houve, não há e nem haverá nenhum lugar no mundo onde o funcionário ganhará um salário igual (ou muito próximo) ao do diretor/gerente do local. Logo, não adianta ficar falando que os Oficiais e os Delegados ganham mais, pois isto é o natural de qualquer local. E para mim, a diferença tem que ser grande, tanto para compensar a responsabilidade maior que possuem, quanto como forma de reconhecimento do cargo. Mas isso não significa que os praças e as demais carreiras da PC devam receber um mau salário, significa apenas que sempre haverá uma diferença (que na maioria das vezes será grande) entre os que administram/chefiam e aqueles que executam. E para ser Oficial ou Delegado, não há outro caminho a não ser o do estudo. E outra coisa: há inúmeros cargos públicos no Brasil que pagam salários maiores do quê o de Oficial e Delegado; quem quiser, é só parar de choramingar e se dedicar aos estudos.
3. Fim da PM: vocês realmente acreditam que esta é a solução para todos os males? Vocês realmente acreditam que o simples fato de tirar o nome “militar” vai mudar muita coisa? Sempre haverá uma polícia fardada, ostensiva e com a missão de impedir que os crimes aconteçam. Se extinguir a PM, quem vai desempenhar tal função? A PC? Alguém da PC está realmente disposto a vestir uma farda e ir para a rua patrulhar? Pode até ser que um ou outro policial civil queira, até porque em alguns lugares há grupamentos da PC, tais como o GOE, GARRA, etc, mais militares do que a própria PM, mas eles são uma minoria muito pequena. Desta maneira, mesmo que haja a “desmilitarização” da polícia, a atividade de polícia ostensiva sempre existirá e, no caso do Brasil, por um bom tempo será desempenhada pelas mesmas pessoas que hoje a desempenham e, por óbvio, da mesma maneira. Maneira esta aliás que é muito boa, feita seriamente por muitos profissionais, quando há tempo para isto, e este tempo de efetivo patrulhamento está cada vez mais escasso, pois a PM tem que ficar atendendo um monte de ocorrência que não está diretamente relacionada a sua atividade.
Outra coisa: não entendendo por que tanto rancor contra o militarismo. É uma das formas de organização mais antigas das sociedades, baseada na hierarquia e disciplina. Não é o militarismo e nem a PM os culpados pelos abusos e erros cometidos por policiais. Nenhum curso de formação da PM ensina coisa errada; aliás, mesmo que muitos critiquem, os cursos da PM são muito bons e voltados e adaptados para a realidade paulista. Na verdade, os erros e abusos (que não são só cometidos por policiais militares, mas também por policiais civis) ocorrem em decorrência de uma soma de fatores, dentre os quais posso mencionar a falta de um treinamento constante após a formação, falta de uma boa supervisão, vistas grossas e participação dos supervisores (incluindo sargentos e oficiais) e uma boa legislação.
Na minha humilde opinião, o melhor para a população paulista seria uma única polícia, que tivesse sob seu poder o ciclo completo, mas ela não seria estadual e sim municipal. Isto porque a realidade dos municípios é muito, mas muito diferente e tudo que é planejado em São Paulo, desconsidera a realidade interiorana. Assim, cada município organizaria sua força policial da maneira que melhor lhe fosse possível. Mas sinceramente, pouquíssimos municípios teriam condições financeiras de arcar com a formação e manutenção de uma força policial bem estruturada; além disso, outro fator, talvez até mais importante do que a questão financeira, é o fato de que quase nenhum político (para não dizer nenhum) teria isenção para administrar tal poder visando apenas o benefício da população. Se com polícias estaduais sabemos que tais problemas, imaginem polícias municipais….
A PM é maior e melhor estruturada do que a PC e prende muito mais gente, mas isso é decorrência lógica do fato de que a “polícia fardada” tem que ter efetivo maior do que a “polícia sem farda” e, se ela tem efetivo maior, consequentemente prenderá mais gente, pois está mais tempo na rua e com mais recursos.
E por mais que argumentem ou não aceitem, o policial militar é autoridade policial sim. Não é autoridade policial no sentido definido pelo CPP, mas é autoridade igual a qualquer policial civil, pois se não fosse, por exemplo, com que poder ele abordaria pessoas e veículos e os submeteria a busca? Encontrem uma resposta plausível para esta pergunta e ficarei contente em lê-la.
4. Relacionamento PC x PM: é outro ponto no qual as realidades da capital distanciam e muito das de muitas regiões do interior; no interior, é normal, comum haver amizade entre policiais civis e militares e tal amizade reflete diretamente no serviço, pois há colaboração e cooperação entre os órgãos e o maior beneficiado é a população; e na maioria das vezes, o policial (civil ou militar) faz parte de tal população, pois ele mora onde trabalha. Nunca fui maltratado ou coisa do gênero em delegacias; já fui até tratado com indiferença, mas jamais com falta de respeito; e vi, no mesmo momento, que tal indiferença poderia ser fruto de várias coisas: o cara não estava em um dia bom, tinha brigado com a mulher (ou a amante), tinha levado uma bronca do chefe, estava sem bico, o carro tinha quebrado, sei lá, por vários motivos, mas não foi pelo fato de eu estar fardado e ser policial militar. Mas acima de tudo, mais uma vez na vida, percebi que somos tratado como tratamos: se o policial militar for rude, sem educação, etc, ele receberá isto de volta, seja de um policial civil, ou de qualquer outra pessoa.
As maiores broncas de policiais militares contra os Delegados são quando eles levam um “flagrante pro doutor”, mas o Delegado não ratifica a voz de prisão. Aí muitos policiais militares realmente ficam machos. É até engraçado. Eu nunca sequer pensei em argumentar com um Delegado nas ocorrências em que a opinião dele foi diferente da minha e isto por um motivo lógico: a lei deu, dá e dará esta prerrogativa a ele, ponto. Eu sempre me preocupei em fazer o meu trabalho; o Delegado tem seu trabalho e suas responsabilidades definidas em lei. Outro fato: eu nunca vi um delegado falar para um oficial onde ele deveria colocar as viaturas ou como atender uma ocorrência; ele pode até sugerir em reuniões ou conversas informais. Assim, se ele não dá palpite no meu trabalho, por que eu daria no dele?
Com relação aos vencimentos, uma coisa é verdade: a maior parte dos Oficiais não quer receber um salário menor do que o de Delegado. Eu não tenho este problema, de verdade. Quando fiz concurso para a PM, já sabia quanto receberia de salário; e naquela época já sabia também o que já disse acima: há outros cargos públicos que pagam salários maiores; se eu quisesse, poderia ter me dedicado e tentado tais concursos. No entanto, sempre tive o sonho de usar farda e por isso optei pela carreira militar. É lógico que eu gostaria de receber um bom aumento e receber um ótimo salário, mas se isso não acontecer, bola pra frente.
O que me deixa realmente triste e até certo ponto irritado é ver que não há um critério justo para se estabelecer os salários públicos. Para mim, o maior exemplo disso é o Oficial de Justiça: um carteiro de luxo, que nada mais faz do que entregar cartas; quando está no “perrengue”, liga 190 e pede apoio. Eu sinceramente não sei quais seriam os critérios mais justos para se estabelecer os vencimentos dos funcionários públicos, mas me pergunto: qual o grau de complexidade da função dele? A qual risco ele está exposto? Infelizmente, não consigo achar respostas que justifiquem o alto salário que recebem.
Mas o fato é que sempre haverá aqueles que ganham mais e os que ganham menos; não sei como isto é definido, só sei que professores recebiam igual a juízes e vejam como eles estão hoje e também sei, por ouvir dizer, pois não vivi tal época, que o soldado da PM recebia dez salários mínimos quando o governador era Franco Montoro. E então: qual é o critério, se é que há algum?
Por enquanto, vou encerrando por aqui. Não sou e nem tenho a mínima pretensão de ser o dono da verdade; apenas quis contribuir para o site. Só peço que se alguém for contrargumentar, que seja dentro da boa educação e com argumentos sólidos.