Governadores sob pressão: policiais planejam paralisação nacional na quarta-feira 53

Segurança

Mobilização ocorre na esteira do fiasco da gestão pernambucana da crise na segurança pública. Categorias militares, civis e federais se unem para cobrar aumento salarial e melhores condições de trabalho

João Marcello Erthal e Daniel Haidar
Greve da Polícia Militar na Grande Recife. Em razão dos saques em lojas de Abreu e Lima, a prefeitura da cidade, temendo novos roubos no município, decretou ponto facultativo para todos os trabalhadores

Greve da Polícia Militar na Grande Recife. Em razão dos saques em lojas de Abreu e Lima, a prefeitura da cidade, temendo novos roubos no município, decretou ponto facultativo para todos os trabalhadores (Veetmano/ Agência Jcm/ Fotoarena)

Para mergulhar um Estado na mais completa desordem, tudo o que a polícia tem a fazer é nada fazer – e os ladrões, traficantes, agitadores e saqueadores “profissionais” e de ocasião cuidarão do restante. As cenas de saques e vandalismo em Pernambuco, mergulhado numa crise de segurança pública após três dias de greve da PM e dos bombeiros, saltaram para o topo da pauta dos governadores, principalmente onde há cidades-sede da Copa do Mundo. Quem não acordou para o problema será despertado de forma estridente na próxima quarta-feira, quando está prevista uma paralisação nacional dos policiais, com convites às forças militares, civis e federais. O protesto, programado propositalmente para as vésperas da Copa, traz o risco de novas situações de tensão, com possíveis consequências nas urnas, a cinco meses das eleições de 5 de outubro.

É certo que o salário do policial no Brasil é baixíssimo. E também não há dúvida de que em qualquer movimento como o de agora há quem queira navegar nos ventos da convulsão social. O terceiro componente do problema é a forma desastrada como as negociações desse tipo têm sido conduzidas. Ex-secretário adjunto de Defesa Social de Minas Gerais e professor da PUC-MG, o sociólogo Luis Flavio Sapori avalia que governadores têm tratado reivindicações trabalhistas de policiais como afronta à autoridade. Em 2012, bombeiros, PMs e policiais civis rebelaram-se em vários Estados. A baderna maior se deu na Bahia, agravada pela postura vacilante do governo do petista de Jacques Wagner. Com militares de braços cruzados, Wagner deixou a situação correr, não estabeleceu um canal eficiente de negociação com os grevistas e custou a admitir que tinha perdido o controle da situação. Quando finalmente pediu ajuda da Força Nacional de Segurança (FNS), o prédio da Assembleia Legislativa da Bahia estava ocupado por grevistas, que entraram em choque com tropas do Exército, FNS e da PF.

Leia também: Termina greve da PM em Pernambuco

A reputação do governador baiano ficou em frangalhos, mas a lição não surtiu efeito produtivo país afora. O governador pernambucano João Lyra Neto (PSB) recebeu do antecessor, Eduardo Campos, uma Polícia Militar em ponto de ebulição. Manteve a política de não negociar com grevistas, com a greve julgada ilegal. Os policiais ignoraram a decisão judicial, a cidade mergulhou no caos e quem pagou o pato foi a população. De quebra, enquanto as lojas de Recife eram saqueadas, a equipe da campanha publicou na internet uma foto de Campos com a mulher e o filho caçula viajando em um jatinho – a imagem foi retirada, mas o grito de guerra contra ele foi inevitável entre os grevistas.

Os policiais voltaram ao serviço nesta sexta-feira. A paz, não. Até que o policiamento se reorganize, a população está vulnerável, como esteve na madrugada e na manhã seguintes ao fim da greve, período em que houve assassinatos, assaltos e saques na Região Metropolitana de Recife. Os policiais, desgastados, acabaram ficando com o que já estava previamente negociado com o governo do Estado desde 2011: reajuste de 14,55% programado para junho, incorporação da gratificação por “risco operacional” também pelos militares da reserva e promessas de melhorias nas condições de promoção e de saúde no hospital da PM. “A sociedade pernambucana não pode pagar o prejuízo”, admitiu, na quinta-feira, um dos líderes da greve, o soldado Joel do Carmo.

“Há sempre interesses de partidos, de pessoas que aproveitam a liderança para ganhar projeção. Mas os governadores têm tratado essas greves com uma lógica de confronto. É o que Pernambuco fez agora. Mesmo em uma paralisação considerada ilegal, não se pode abrir mão de negociar. É fundamental criar canais de negociação. O corporativismo tomou conta desses movimentos. E os governadores pioraram a situação porque não tiveram capacidade de negociar”, afirma Sapori.

Exército nas ruas de Peixinhos, no Recife (PE), nesta quinta-feira (15). A Polícia Militar está em greve no estado desde a noite de terça-feira (13)

Exército nas ruas de Peixinhos, no Recife (PE), nesta quinta-feira (15). A Polícia Militar está em greve no estado desde a noite de terça-feira (13) – Michele Souza/JC Imagem/Folhapress

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Pernambuco tem um histórico de greves de policiais desastrosamente conduzidas. Em julho de 1997, uma greve que durou doze dias deixou as ruas do Recife à mercê da criminalidade. O então governador, Miguel Arraes, solicitou apoio das Forças Armadas e foram enviados para o Estado 1.030 homens do Exército, com veículos blindados. No período da paralisação da polícia, houve setenta assassinatos, catorze postos policiais foram depredados, seis incendiados. Um soldado morreu com um tiro na cabeça, quando atuava em um assalto. Quatro anos depois, o Exército precisou voltar às ruas para socorrer os pernambucanos, no governo Jarbas Vasconcelos (PSDB). Os oficiais que haviam conduzido a primeira greve negociavam um adiamento da mobilização. Os praças, no entanto, cobravam aumento imediato do piso de 500 para 900 reais. Diante do impasse, os PMs marcharam, armados, até a Praça da República, onde fica a sede do governo. No dia mais tenso da mobilização, dois grupos de policiais militares se enfrentaram com tiros.

O pesquisador José Vicente Tavares, professor da UFRGS, dedicou-se a monitorar greves policiais desde a redemocratização. De tão recorrentes as demandas, acredita ele, greves desse tipo devem ser encaradas como uma crise estrutural da segurança pública. “O salário é a ponta do iceberg. Essas greves usam conjunturas favoráveis, como eleições ou Copa do Mundo, mas há uma crise institucional nas polícias”, afirma.

A repetição de movimentos grevistas nas forças de segurança favoreceu o surgimento de uma bancada de policiais nos Legislativos federal, estadual e municipal. Ao fim, esses movimentos serviram para impulsionar pretensões eleitorais. Mas, no poder, os sindicalistas-grevistas não contribuíram para amenizar os problemas que as paralisações de policiais causam nas ruas. “Greves policiais não são um problema deste ou daquele governo. Temos que encarar como uma questão social e política. Houve um incremento na presença de agentes das mais variadas corporações no Legislativo, mas as paralisações ainda ganham contornos dramáticos”, afirma Tavares.

Paralisação nacional – Segundo o presidente da Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis (Cobrapol), Jânio Gandra, que lidera o movimento, o protesto de quarta-feira será feito para cobrar “melhorias na segurança pública”. “A população deve ser compreensiva com o movimento”, diz Gandra. Não será fácil obter aprovação popular se as cenas de Pernambuco se repetirem. E é evidente que a mobilização nacional, e o momento escolhido para a manifestação, tem mais relação com salários do que com combate ao crime.

No Rio de Janeiro, os policiais civis penduraram em frente à Chefia de Polícia um grande cartaz lembrando ao governador Luiz Fernando Pezão que “a decisão é dele”. Os agentes, que reivindicam a incorporação ao salário de uma gratificação de 850 reais, decidirão em assembleia na próxima quarta-feira, no Clube Municipal, na Tijuca, se haverá paralisação em todas as delegacias do Estado. De acordo com o presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Rio de Janeiro (Sindpol), Francisco Chao, a incorporação da gratificação vem sendo discutida com o governo do estado desde o ano passado. Em abril, a categoria estabeleceu um prazo, que se esgotou na última quinta-feira, para que o governador Luiz Fernando Pezão apresentasse o projeto de incorporação na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). O projeto, no entanto, não foi levado aos deputados. Segundo o Sindpol, o salário inicial bruto de um agente é de cerca de 4.500 reais, incluindo a gratificação Delegacia Legal. Com os descontos, o valor líquido cai para 3.500 reais. O ganho de um delegado no início da carreira, segundo planilha do Sindpol, é de 15.000 reais.

No Rio a arapuca está armada para Pezão, pré-candidato do PMDB ao governo: a Polícia Militar está pronta para, em caso de vitória dos colegas civis, deflagrar imediatamente um movimento reivindicatório. Ou seja: se Pezão não atender, complica-se com a Civil; se ceder, fica na mão dos militares.

PEC 300 – Na greve de 2012, como na de agora, a meta nunca alcançada pelos grevistas é a PEC 300 – que, em resumo, equipara os salários dos policiais de todo o país ao da PM do Distrito Federal, atualmente na casa dos 4.200 reais. Cada estado, é verdade, tem uma realidade econômica e um orçamento público próprios, com limitações e tamanhos diferentes. Acontece que, para surpresa – apenas – de quem não acompanha a novela desde o início, todos os Estados tiveram, há quatro anos, uma promessa de socorro para implantar a realidade salarial da capital. Fazer da PEC 300 uma realidade foi compromisso de campanha de Dilma Rousseff, pois, justamente pelas diferenças entre os estados, é necessário que a União complemente os salários nas unidades da federação mais estranguladas.

A PEC deixou de ser prioridade tão logo a presidente subiu a rampa do Planalto. Agora, quando está mais perto de descê-la do que em qualquer momento dos últimos quatro anos – como indicam as últimas pesquisas de intenção de voto – Dilma tem algumas contas a fazer. Uma, aritmética, diz respeito ao quanto custaria levar à frente a equiparação, comprometendo mais uma fatia do orçamento da União. A outra, estratégica e política, leva em consideração os efeitos dos levantes nos estados

Dilma sanciona aposentadoria especial para policial mulher…( Flagrantemente inconstitucional quando estabelece aposentadoria compulsória aos 65 anos ) 394

Tempo de serviço para obter benefício passa de 30 para 25 anos

BRASÍLIA – A presidente Dilma Rousseff sancionou o projeto de lei complementar que reduz para 25 anos o tempo mínimo de contribuição para que mulheres policiais se aposentem. 

A medida foi publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira.

A mulher policial poderá agora se aposentar após 25 anos de contribuição, desde que conte pelo menos com 15 anos de exercício em cargo de natureza estritamente policial. Atualmente, o tempo de serviço exigido é o mesmo para homens e mulheres da categoria – 30 anos, com ao menos 20 anos no serviço estritamente policial.

Além disso, são aposentados compulsoriamente com proventos proporcionais ao tempo de serviço aos 65 anos de idade. O projeto foi aprovado na Câmara no dia 22 de abril.

Fonte: O GLOBO

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O referido dispositivo constitucional assim preceitua:

“Art. 40. Aos servidores titulares de cargos efetivos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, incluídas suas autarquias e fundações, é assegurado regime de previdência de caráter contributivo e solidário, mediante contribuição do respectivo ente público, dos servidores ativos e inativos e dos pensionistas, observados critérios que preservem o equilíbrio financeiro e atuarial e o disposto neste artigo.

§ 1º. Os servidores abrangidos pelo regime de previdência de que trata este artigo serão aposentados, calculados os seus proventos a partir dos valores fixados na forma dos §§ 3º e 17:(…);

II – compulsoriamente, aos setenta anos de idade, com proventos proporcionais ao tempo de contribuição;” (grifos nossos)

E ainda há quem diga que: Escrivão de Polícia não deve portar arma 73

Escrivã da polícia é morta durante depoimento de acusado de estupro no MA

Aliny Gama
Do UOL, em Maceió

  • A escrivã da Polícia Civil Loane Maranhão Silva Thé, 32, morta a facadas

    A escrivã da Polícia Civil Loane Maranhão Silva Thé, 32, morta a facadas

A escrivã da Polícia Civil Loane Maranhão Silva Thé, 32, foi morta a facadas enquanto colhia depoimento de um homem acusado de abusar e estuprar as filhas dele, de 17 e 20 anos, na cidade de Caxias (a 361 km de São Luís), nesta quinta-feira (15).

Loane estava sozinha em uma das salas da Delegacia da Mulher para tomar o depoimento do gari Francisco Alves Costa, 43, quando ele puxou a faca que estava escondida na roupa, e atacou a escrivã.

Aos ouvir os gritos de Loane, a investigadora Marlene Almeida tentou socorrer a colega e foi também atingida pelos golpes de faca, mas não morreu. Ela está internada no Hospital Regional de Caxias e não corre risco de morte.

A escrivã ainda chegou a ser socorrida, mas morreu antes de dar entrada no Hospital Regional de Caxias.

Loane trabalhava na Delegacia da Mulher de Caxias havia quatro anos e era natural de Teresina. O corpo dela está sendo velado na central de velórios Pax União, localizada em Teresina. O enterro será às 8h desta sexta-feira (16).

Após matar a escrivã e golpear a outra policial, Costa conseguiu fugir, mas foi preso próximo à rodoviária de Caxias, localizada no bairro Vila Lobão.

Ele foi autuado em flagrante e está preso na delegacia regional de Caxias.

O superintendente de Polícia Civil do Interior, Jair Paiva, afirmou que só estavam na delegacia a escrivã e a investigadora. Não se sabe porque elas não observaram que o homem estava portando uma faca.

Segundo o superintendente, o acusado disse que não teve a intenção de matar a escrivã, mas atacou-a porque notou que ia ficar preso.

“Ele não sabia que tinha sido denunciado pelas duas filhas e quando foi informado da ocorrência contra ele puxou a faca da calça e esfaqueou a escrivã.”

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Para variar um delegado idiota sempre aparece para falar besteira e eximir a cúpula de responsabilidades:

O superintendente de Polícia Civil do Interior, Jair Paiva, afirmou que só estavam na delegacia a escrivã e a investigadora.

Não se sabe porque elas não observaram que o homem estava portando uma faca.

Com efeito , aqui com lá , a DDM não possui autoridade titular; muito menos porta com detector de metais.

Ou será que o digno superintendente acha que toda pessoa chamada para oitiva deva ser submetida a busca pessoal antes de ingressar na repartição?  

Policiais Militares – Ação do Quinquênio e Sexta-Parte no STF 90

CARO GUERRA, SE POSSÍVEL DE ÊNFASE NESTE POST

A Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar do Estado de São Paulo, através do presidente, Cabo Wilson Morais, consegue mais uma vitória na Ação do Quinquênio e Sexta-Parte, que se encontra no Supremo Tribunal Federal (STF).

No dia 18 de março, o STF decidiu que não irá receber mais recursos de Ação do Quinquênio e Sexta- Parte, por se tratar de matéria infraconstitucional, com Legislação Estadual.

Com isso, o Dr. Negri (advogado) já está peticionando para o STF, com base nesta decisão, que seja devolvido o processo que se encontra naquele Tribunal. Além disso, está peticionando também para o TJSP, informando da decisão do Supremo.

Nos próximos meses, irá ocorrer o Trânsito em Julgado. Em seguida, voltará os cálculos nos holerites da forma que era feita antes da Liminar do Governo do Estado. Ao final, pediremos o pagamento dos 28 meses de atrasados, conforme Ofício que já havia sido expedido pela 8ª Vara da Fazenda Pública e iniciaremos de imediato a execução dos últimos 5 anos. Ou seja, de 2003 a 2008.

Senhores associados, agradecemos a compreensão, paciência e a confiança que todos vocês tiveram com esta Diretoria, presidida pelo Cabo Wilson Morais.

Presidente

Wlson de Oliveira Morais

Escrivã abusada por policiais é inocentada; torturadores foram protegidos por Ferreira Pinto e Geraldo Alckmin 63

Dr. Guerra, publica aí, interessante o desfecho da história, olha a entrevista da colega:

As principais notícias do Brasil e do Mundo você acompanha de segunda a sábado, às 19h20, no Jornal da Band. Este vídeo também pode ser visto no portal band.uol.com.br .

Reportagem de Sandro Barboza
Imagens de Fernando Dorneles , Josenildo Tavares, Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo e arquivo Band
Edição de Camila Moraes

Policiais militares e bombeiros decretam greve em Pernambuco 14

CRISTINA CAMARGO
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
DANIEL CARVALHO
ENVIADO ESPECIAL A CABROBÓ (PE)

13/05/2014 19h34

A 30 dias da Copa, policiais e bombeiros militares de Pernambuco decidiram entrar em greve na noite desta terça-feira (13), após um protesto que reuniu milhares de pessoas diante do Palácio do Campo das Princesas, sede do governo.

Dois líderes do movimento, o soldado Albérisson Carlos da Silva e o subtenente Ricardo Lima, disseram à Folha que os veículos já estão sendo recolhidos aos batalhões no Recife e na região metropolitana. No interior, a paralisação está sendo discutida.

A manifestação começou no início da tarde no bairro do Derby e reuniu policiais e bombeiros de várias regiões do Estado. Eles seguiram em passeata até a sede do governo, onde foram recebidos por representantes da Casa Civil e da Casa Militar.

Não houve acordo na reunião.

O protestou reuniu por volta de 1.500 pessoas, segundo a Companhia de Trânsito e Transporte Urbano. Para o coronel João Moura, um dos líderes dos policiais, a manifestação começou com 1.500 pessoas, mas chegou a 5.000 no final. “As pessoas aderiram durante o trajeto”, disse.

A pauta de reivindicações é ampla e inclui itens como implantação de plano de cargos e carreiras, revisão do sistema de saúde da Polícia Militar e reajuste do vale-alimentação de R$ 154 para R$ 500.

Uma nova manifestação foi marcada para quarta-feira (14), às 10h, em frente ao Palácio Campo das Princesas. Caso não ocorra avanço nas negociações, os policiais e bombeiros devem decidir manter a paralisação por tempo indeterminado.

“Foi uma manifestação consistente, vieram ônibus de várias cidades”, disse Moura.

No interior do Estado, policiais receberam por mensagens de celular a notícia sobre a greve. O major Leonardo Tavares, comandante da Companhia Independente de Cabrobó, cidade no sertão de Pernambuco que integra o chamado “polígono da maconha”, disse que reuniria seus 138 homens para discutir a paralisação.

“Não posso deixar desprotegidas a cadeia pública [onde há cerca de dez detentos] e a guarda de quartel, onde fica o armamento. Tem arma para fazer uma guerra”, disse o comandante.

O major se disse preocupado com a situação por causa do plantio e tráfico de maconha na região. “A gente está numa área de conflito, tráfico de droga. Quase toda a droga que sai para o Sul do país e para a capital sai daqui”, afirmou Tavares.

Em nota oficial, o governo de Pernambuco divulgou que ofereceu aumento de 14,55% a partir de junho. Para outras reivindicações, foi criada uma comissão multissetorial que envolve as secretarias estaduais de Administração, Defesa Social, Planejamento e Gestão, Fazenda e os comandos da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros.

A comissão recebida pelo governo foi formada por oito representantes de associações da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros.

21 de maio – Policiais civis, federais, rodoviários federais e militares marcam paralisação nacional 431

paralisaçãoOs policiais civis, federais, rodoviários federais e militares paralisarão suas atividades em todo o País no dia 21 de maio (quarta-feira). O objetivo é cobrar do Executivo Federal uma política nacional de segurança pública voltada para defender os cidadãos e também melhorar as condições de trabalho da força policial.

A atividade é organizada nacionalmente pela Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis (COBRAPOL), em conjunto com a Federação Nacional dos Policiais Federais (FENAPEF), a Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais (FENAPRF), o Sindicato dos Policiais Federais no Distrito Federal (SINDIPOL-DF), o Sindicato dos Policiais Civis do Distrito Federal (SINPOL-DF), a Federação Nacional de Entidades de Oficiais Militares Estaduais (FENEME) e a Associação Nacional dos Praças (ANASPRA).

Para organizar a paralisação nos estados, as entidades nacionais convocaram seus sindicatos filiados a realizarem assembleias locais. No caso da polícia civil, os estados da Bahia, Pará e Santa Catarina foram os primeiros a aprovarem participação na atividade. O presidente da COBRAPOL, Jânio Bosco Gandra, informa que os demais estados realizam assembleias ao longo desta semana.

Na data, em Brasília, será promovida uma passeata até o Ministério da Justiça e/ou a Praça dos Três Poderes. A paralisação é uma alerta aos governantes que a categoria dos trabalhadores policiais irão a partir desse movimento denunciar à sociedade brasileira, bem como a todos os países, as mazelas em que passam as forças policiais brasileiras, sem que haja por parte dos governos, implementações de políticas de segurança pública e reações contra a violência, corrupção, impunidade, sucateamento das forças policiais e principalmente a desvalorização sistêmica dos policiais o que leva um número alarmante de suicídios, doenças crônicas e um total desestímulo à continuidade da atividade policial causando, dentre outros males, um êxodo de bons policiais para outras carreiras do serviço público e para a iniciativa privada, práticas antissindicais (cerceamento dos movimentos grevistas), iniciativas legislativas para acabar com o direito da Aposentadoria Especial dentre outras iniciativas semelhantes.

Por Giselle do Valle
Fonte: Imprensa COBRAPOL

São Paulo ganha mais de 900 policiais 116



———- Mensagem encaminhada ———-
De: Governo SP – Sala de Imprensa <imprensa@comunicacao.sp.gov.br>
Data: 12 de maio de 2014 18:06
Assunto: São Paulo ganha mais de 900 policiais
Para: dipol@flitparalisante.com

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Segunda-feira, 12 de Maio de 2014

São Paulo ganha mais de 900 policiais

Os primeiros policiais do São Paulo Contra o Crime começam a atuar

O governador Geraldo Alckmin participou nesta segunda-feira, 12, da formatura de 559 novos policiais, com 302 agentes policiais, 117 agentes de telecomunicações, 22 auxiliares de necropsia, 42 médicos legistas e 76 peritos criminais. Outros 360 investigadores também foram empossados e iniciarão o curso de formação. Com isso, o efetivo das Polícias Civil e Técnico-Científica do Estado de São Paulo recebe o reforço de 919 novos policiais, que serão destinados a unidades de todas as regiões do Estado – capital, Grande São Paulo e interior.

“Hoje é um dia histórico na vida de cada um dos formandos e empossados. Quero dar os parabéns e cumprimentá-los por estarem ingressando na melhor polícia do Brasil que é a Polícia de São Paulo. É um dia histórico para o nosso Estado, para os 42 milhões de brasileiros paulistas que também dependem do trabalho de cada um de vocês que vão fazer a diferença para salvar vidas, para preservar a vida das pessoas, a liberdade de ir e vir e principalmente servir ao nosso Estado. Vocês são homens e mulheres de coragem, que colocaram a profissão para servir aos 42 milhões de paulistas. Polícia não é lugar para amadores, é profissionalismo, cada vez mais inteligência, equipamento, um time para poder fazer a diferença. Nós estamos muito felizes”, ressaltou Alckmin.

O Governo, por meio do programa São Paulo Contra o Crime, lançado em maio do ano passado, está fazendo contratações recordes para as Polícias Civil e Técnico-Científica, com 3.981 novas vagas. O investimento anual com todas as contratações do programa será de R$ 305 milhões.

Do total dos formados, 140 policiais são de vagas do programa, que começam a trabalhar após realização de concurso, treinamento policial e estágio obrigatório. As turmas de auxiliares de necropsia, médicos legistas e peritos criminais contam com os primeiros formandos do programa.

Em fevereiro, outros 84 peritos já haviam se formado. Estão em andamento, também, outros nove concursos que vão contratar mais 3.297 policiais para as duas instituições, além de 600 oficiais administrativos e 84 técnicos de laboratório para a Polícia Técnico-Científica.

Serão selecionados nesses concursos 1.384 investigadores, 788 escrivães, 129 delegados, 89 atendentes de necrotério, 447 peritos, 140 médicos legistas, 120 fotógrafos técnico-periciais, 55 desenhistas técnico-periciais e 145 auxiliares de necropsia.

Concurso e curso

Somados, os seis processos seletivos que escolheram os 919 policiais tiveram mais de 220 mil inscritos. Do total de formandos e empossados, 770 são homens e 149 mulheres.

Os 559 recém-formados já concluíram o estágio de um mês e começam a atuar nas unidades policiais. Os 360 investigadores ingressarão agora no curso de formação da Academia de Polícia Civil “Dr. Coriolano Nogueira Cobra”, que tem duração de três meses e meio, além de 60 horas de palestras.

Entre as disciplinas e palestras integrantes dos cursos estão criminalística, direitos humanos, inteligência policial, polícia comunitária, estatuto da criança e do adolescente, técnicas de abordagem, gerenciamento de crises, socorros de urgência, nova Lei Seca, entre outras.

Valorização

Os policiais civis, técnico-científicos e militares receberam reajuste de 36,59% desde 2011, quase o dobro da inflação do período, que foi de 19,38%, de acordo com o IPCA.

No final do ano passado, o governador sancionou duas leis complementares para valorização das carreiras da Polícia Civil. A primeira delas – Lei Complementar 1.222 – criou o Adicional por Direção da Atividade de Polícia Judiciária (ADPJ) para a categoria de delegado, reconhecida como jurídica. A medida eleva o salário inicial em torno de 25%.

A segunda – Lei Complementar 1.223 – se refere ao reajuste salarial concedido a escrivães e investigadores como reconhecimento ao nível universitário exigido para as duas carreiras. A lei prevê aumentos em duas etapas que podem chegar a 17,5%.

Distribuição

Os 559 policiais recém-formados serão destinados à capital (157), Grande São Paulo (79) e interior (323).

– Veja a distribuição detalhada por região: http://saopaulo.sp.gov.br/usr/share/documents/514.pdf

Secretaria da Segurança Pública

(11) 3291-6685

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Governo do Estado de São Paulo

 

‘Torturaram muito ele’, diz mulher de PM morto que espera indenização 39

FOLHA DE SÃO PAULO

12/05/2014 03h20

A costureira Alessandra Cardoso Atencio, 43, recebeu em 28 de abril de 2012 a notícia mais triste de sua vida: “pegaram o Elias”.

Elias Barbosa dos Santos, então com 38 anos, era o homem por quem havia se apaixonado em 1995, ainda como vendedor de asfalto, pouco antes de ele realizar o sonho de se tornar policial militar.

Alessandra torcia para que a frase “pegaram o Elias” nunca chegasse, embora fosse avisada pelo marido. “Ele dizia: ‘Vão me matar, mas antes de pegarem minha arma, levo um bocado de gente'”.

Elias não conseguiu seguir o plano. O policial, de folga, entrou num bar onde ocorria reunião do PCC. Um dos integrantes do grupo percebeu a arma de Elias e preparou um grupo para o bote. O soldado foi rendido quando tentava voltar para o carro.

Há indícios de que chegou a ser arrastado por um carro pela rua, em Itaquaquecetuba (Grande São Paulo). “Depois, foram pegando outros PMs”, disse Alessandra.

“Torturaram muito ele antes de matar. Deixaram só a cabeça para fora do buraco onde enterraram.”

O principal suspeito do crime, Anderson Minhano, 31, foi morto por policiais da Rota. A investigação da Polícia Civil apontou que foi ele quem determinou a morte.

A costureira tenta receber a indenização para se mudar para outra cidade. “A gente tem medo, porque continuamos sendo vistos como família de polícia. Quando meu filho sai, eu não durmo”.

O governo afirmou que analisa o pedido.

Raquel Cunha/Folhapress
Alessandra Cardoso Atencio ficou viúva em 2012 quando o seu marido foi assassinado
Alessandra Cardoso Atencio ficou viúva em 2012 quando o seu marido foi assassinado

Geraldo Alckmin dá calote nas famílias de policiais assassinados pelo “Partido do Crime” 33

Governo de SP não paga indenização a famílias de PMs assassinados

ROGÉRIO PAGNAN
MARINA GAMA CUBAS
DE SÃO PAULO

12/05/2014 03h20

Marta Umbelina da Silva de Moraes, 44, tornou-se símbolo do drama vivido por PMs de São Paulo na guerra não declarada entre a polícia e os criminosos da facção PCC ocorrida em 2012.

A soldado foi assassinada na frente da filha de 11 anos, com mais de dez tiros, quando tentava abrir o portão de casa, em um dia de folga.

A história de Martinha, como era conhecida, sensibilizou muita gente. Mas o governo de São Paulo ainda não pagou indenização à família.

Em 2012, a gestão Geraldo Alckmin (PSDB) havia se comprometido a indenizar famílias de policiais e de agentes penitenciários assassinados em razão da profissão, mesmo de folga.

Assim como Marta, outros policiais foram caçados fora do horário de trabalho.

Como o seguro atendia apenas PMs em serviço ou no trajeto de casa ao trabalho, o governo editou nova lei, em abril de 2013, para cobrir os demais casos. O prêmio prometido pode chegar a R$ 200 mil.

Levantamento feito pela Folha revela que, de 80 nomes de policiais assassinados em 2012, em apenas oito casos houve publicação no “Diário Oficial” autorizando o pagamento às famílias.

O governo de São Paulo se recusou a fornecer a quantidade de indenizações autorizadas desde janeiro de 2012.

Editoria de Arte/Folhapress

Confirmou, porém, que de uma lista de seis casos emblemáticos de 2012 enviados pela Folha nenhum teve autorização de pagamento.

Em três desses casos não há ao menos um procedimento aberto para analisar eventual pagamento porque, segundo o governo, não há “registro de pedidos de indenização”. A família de Marta está nessa lista.

O decreto que regulamentou a lei do ano passado não cita a necessidade de o governo ser acionado para fazer os pagamentos. Diz que a apuração para a indenização deve ser “de ofício instaurada” (ou seja, automaticamente).

Ao fim dela, se não houver empecilho, o governo “adotará providências necessárias à identificação dos herdeiros ou sucessores do militar”.

De todas as famílias pesquisadas pela reportagem, nenhuma foi procurada pela PM ou pelo governo.

Questionada sobre os artigos da lei, a gestão Alckmin disse que as apurações são feitas, mas que é obrigatório que a família protocole um pedido -só não apontou onde há essa exigência na lei.

O governo alega que as famílias deveriam ser informadas pela PM da necessidade de fazer o pedido. “A determinação da SSP [Secretaria da Segurança Pública] é que as famílias sejam avisadas. Se houve erro ou falha de comunicação em algum dos casos, eles serão verificados, para serem corrigidos”, diz.

Para o deputado major Olímpio (PDT), essa interpretação, da necessidade de a família apresentar pedido, contraria o objetivo da lei, proposta pelo próprio governo.

Ao determinar uma “instauração por ofício”, diz ele, a intenção era justamente proteger os herdeiros dos PMs, principalmente os sem condições ou instrução suficientes para reclamar seus direitos.

O advogado Adriano dos Santos, 40, que defende as famílias de cerca de 70 policiais, afirma que nenhum de seus clientes foi informado pelo governo da necessidade de pedir a indenização.

Ainda segundo o major Olímpio, oficiais da PM informaram a ele que há 304 casos em análise pelo governo para eventual pagamento -envolvendo não só homicídios.

Anteontem, ocorreu mais um assassinato que terá de ser investigado: o capitão da PM Marcos Ferreira Mata, 45, foi morto a tiros em frente a um bar em Guarulhos.

Feliz dia das mães – mensagem de esperança para todos nós 9

Mas o que é a esperança ?

Ora, meus caros – penso que  –  esperança é a possibilidade de modificar o resultado das nossas escolhas!

A esperança é mãe moral que vem em socorro de ( por ) nossas inconsequências…

O resto – tal como nossas mães biológicas e as de criação ( adotivas )  – é milagre do Criador!

floresdemae

 

Por isso , nos momentos extremos, a gente pensa ou grita: Mãe…Mãe…Mãe!

Cartilha para estrangeiros na Copa – Contra latrocínio, guia da polícia diz para estrangeiro ‘não reagir’ na Copa 28

Turistas receberão panfleto nos aeroportos de seus países de origem com dicas de como se comportar em caso de violência

10 de maio de 2014

Luciano Bottini Filho – O Estado de S. Paulo

Se for assaltado na Copa do Mundo, controle-se. O apelo da Polícia Civil paulista será enviado aos estrangeiros antes do embarque nos aeroportos de origem. Com a escalada do número de furtos e roubos no Estado de São Paulo, terroristas e black blocs são preocupação menor. O alerta principal é para o latrocínio – roubo seguido de morte – contra quem não tem ideia de como se comportar em uma cidade tão violenta quanto São Paulo. As orientações são claras: “não reaja, não grite nem discuta”.

Embaixadas e consulados serão orientados a distribuir a seus cidadãos antes de eles pisarem em solo brasileiro um guia especial com dicas de segurança criado para os grandes eventos. A ideia foi do presidente do Comitê de Gestão da Copa do Mundo da Polícia Civil de São Paulo, Mário Leite.

“Estou preparando nossos policiais para evitar a prática do crime de latrocínio. Por quê? Os turistas que vêm principalmente da Europa e dos Estados Unidos não veem com muita frequência esse tipo crime lá. Como não estão acostumados, eles vão reagir ao assalto”, afirmou o delegado.

Os panfletos deverão ser publicados em inglês, espanhol e francês, além de português. “Eles vão saber que não devem andar ostentando objetos precisos, tomar cuidado à noite e só andar acompanhados. Não adianta depois chorar o leite derramado”, disse Leite. Algumas das orientações do guia soam até paranoicas, como “no trajeto entre os seus destinos, procure observar se alguém está te seguindo”.

E se tudo, ainda assim, der errado e um bandido agir, os policiais têm sido treinados pela Academia de Polícia para atender os estrangeiros vítimas de violência – são esperados ao menos 600 mil viajantes do exterior durante os jogos no Brasil, entre 12 de junho e 13 de julho.

Cursos de idiomas foram oferecidos aos agentes e um “banco de talentos” foi montado com os profissionais fluentes em línguas estrangeiras. Nas delegacias das áreas onde haverá jogos, um grupo de intérpretes treinados pela Polícia Civil reforçará o atendimento.

Telefone. Até a Polícia Militar já adaptou o serviço de 190 para receber chamados de estrangeiros. Na Europa, o número é 112, e nos Estados Unidos, 911 – quem discar aqui para esses números, será direcionado para o Centro de Operações da Polícia Militar (Copom). Equipes de plantão com atendentes serão capazes de se comunicar pelo menos em inglês e espanhol.

Segurança. A logística da segurança nos jogos da Copa vai além dos crimes comuns. Apesar do temor do turista alvo fácil de bandidos, ameaças menos iminentes, mas muito mais catastróficas, estão no planejamento. Ficou a cargo da PM a escolta de autoridades e times inteiros no trajeto dos hotéis até o estádio – só entre chefes de Estado, aos menos 20 já confirmaram presença.

A força-tarefa inclui também a contenção das mais variadas possibilidades de protestos, muito mais prováveis se o Brasil perder os jogos, até o transporte da taça da Fifa entre o Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, e o Shopping Itaquera nos dias em que estará exposta.

Ingresso proibido para “pessoas de cor” ( NEGROS ) – Defensoria Pública ganha mais 104 mauricinhos e patricinhas – TODOS MUITO BRANCOS – para a defesa das minorias e da função social da propriedade 101

———- Mensagem encaminhada ———-
De: Governo SP – Sala de Imprensa <imprensa@comunicacao.sp.gov.br>
Data: 9 de maio de 2014 20:28
Assunto: Governador Geraldo Alckmin participa da posse de 104 Defensores Públicos
Para: dipol@flitparalisante.com

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Sexta-feira, 09 de Maio de 2014
Governador Geraldo Alckmin participa da posse de 104 Defensores Públicos

Com os novos Defensores, a Defensoria Pública passará a contar 714 Defensores Públicos

O governador Geraldo Alckmin participou nesta sexta-feira, 9, da posse de 104 Defensores Públicos aprovados no V e VI concursos da categoria. O V Concurso foi finalizado em outubro de 2012 e teve a participação de 6.669 inscritos. Já o VI concurso foi finalizado em abril deste ano e contou com a participação de 8.261 candidatos.

“A defensoria pública é justiça em dose dupla porque faz justiça na defesa do direito e permite o acesso aos segmentos sociais mais fragilizados”, ressaltou Alckmin

A partir de segunda-feira, 12, os novos Defensores participarão de curso de formação promovido pela Escola da Defensoria Pública (Edepe). Além de apresentar os órgãos internos da instituição e seu funcionamento, o curso aborda temas relativos ao cotidiano profissional nas diversas áreas de atuação. O processo de distribuição dos novos cargos está sendo discutido no Conselho Superior da Defensoria Pública e por isso ainda há previsão de quais serão as novas unidades.

Para assumir um cargo de Defensor Público é preciso ser brasileiro, ou português com residência permanente no país; ser bacharel em direito; estar em dia com as obrigações militares e dos direitos políticos; contar com dois ano, no mínimo, de prática profissional na área jurídica; não possuir condenações criminais ou antecedentes criminais e não possuir condenações em órgão de classe em relação ao exercício profissional.

Assessoria de Imprensa
(11) 2193-8520
http://www.saopaulo.sp.gov.br
http://www.facebook.com/governodesaopaulo
http://www.twitter.com/governosp
Governo do Estado de São Paulo

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Requisitos para ingresso nas melhores  carreiras públicas  de São Paulo ( A TERRA DO NUNCA ) :

Ser branco ;

Jovem;

Rico;

Egresso das organizações Damásio ou LFG;

Bilíngue;

Ter visitado – no mínimo duas vezes –  a  Disneylândia; 

Amar os pretos e os pobres…

Mas bem de longe! 

( Tipo o amor de Igreja )