Ki Rolla, Glock de deputado  dispara sozinha na pista de danças Resposta




O deputado Marcelo Aguiar (PL) disse que passou mal por causa de medicamentos, caiu e ouviu um estampido.

Segundo sua versão, o disparo foi acidental.

A PM socorreu o pobre surtado que sifu  na eleição como o Da Cunha ! 

Já o gentil delegado Caio Giusti Rolla não fez flagrante , não buscou vítimas e testemunhas; muito menos   requisitou exame para fazer prova provada  da  embriaguez…

Provada ficou a desfaçatez…

Ki Rolla!

A Glock foi à balada e resolveu participar da percussão.

O deputado entrou com a presença; a pistola, com o efeito sonoro.

Na parte do exame, porém, não rolou.

Com Rolla, o teste não rola.

Não houve recusa noticiada: o exame nem foi requisitado.

É importante distinguir “não quero fazer” de “ninguém pediu”. 

Na coreografia da ocorrência, essa etapa ficou sentada.

Ao delegado Rolla, uma pergunta sem duplo sentido: por que não desenrolar a dúvida com uma avaliação técnica?

Porque, nessa história, sobrou movimento para todo lado: o deputado caiu, a arma disparou e a dúvida continua embriagada.

O exame foi o único que não saiu do lugar.

Nada disso prova embriaguez ou favorecimento.

Mas a falta de esclarecimento deixa a ocorrência com  excesso de embalo e  escassez de explicação.

Doutor Rolla, a pista é de dança.

A apuração não precisa acompanhar o rebolado.

– Sacomé, foram tantos os pedidos que não deu pra dizer não dá…

Delegado de boca-rica que fala não,  rola pra outra freguesia !

Bem para  lá  da do “Ó” …

Vai prá Freguesia do CU!