O Governo de São Paulo é como a Coroa Portuguesa.
Dele só podemos esperar humilhação, escravidão e morte…
(encaminhado por colaborador)
Autor: Flit Paralisante
SABEM A RAZÃO DE EU NÃO ACEITAR REMOÇÃO PARA A CAPITAL… 16
É preferível ir de São Vicente a São Paulo, depois do Jabaquara ao Tietê, em seguida para Campinas; caminhar cinco “longos quarteirões” (quarteirão daqui é metade… rs), finalmente pegar lotação para Hortolândia.
A Capital é um país; eu um grande bunda-mole.
E sei que seria torturado: “não teria parada em lugar próximo de estação”.
Jamais chegaria pontualmente aos plantões, especialmente pela manhã.
Também, como a filha da putada nos chamam…
Sou “segundinha”; trocados por bosta ainda somos caros.
Na Polícia Militar um Major é o Senhor Major…
Aqui “ é segundinha”, então tem que se foder mesmo!
É fácil atacar o DECAP, é fácil bater em Delegados que em uma mesma cidade podem ser obrigados a distâncias e escalas desumanas 5
Anônimo disse…
Não adianta essa radicalização toda, esses chavões não cabem mais em nenhum movimento que se preze.c, ao passo que em um município menor só o Guerra consegue ser sacaneado como foi (esse é um ferrado mesmo!).
A hora é de agregar, de cooptar, agregar esses delegados humilhados e com medo.
Porra, fui titular por quase uma década e hoje, no plantão, me amedronto um pouco.
Vou participar da greve, com certeza, mas esse papo da carteira ser vermelha em qualquer lugar é mentira.
Dependendo do lugar ela esmaece, fica quase branca, já que o policial honesto vai gastar os tubos para trabalhar longe, vai gastar o que não tem. Mais uma vez cito o Guerra, olha só a grana que ele não tem e é obrigado a usar só pra trabalhar.
Vamos agregar os bons.
Esqueçamos os bem nascidos da fazendária, DEIC, Denarc, etc.
A hora destes vai chegar já que o povo está ficando cansado de tanta corrupção!
6 de Setembro de 2008 19:51
ADPESP "versus" SINDICATO
Vaias com direito ao numeral: 171… 171… 171.
“Um sete um” cumprindo obrigação politicamente assumida, entendemos!
Mas querer formar opinião no sentido de que a sociedade nos veja como intransigentes, como se representássemos um fardo para o Povo, beira a imoralidade.
OLHA O PASSARINHO…A ADPESP POSSUI UM EXCELENTE FOTÓGRAFO
nao esperem pela capital que aqui o pessoal fica correndo atras de chines na 25 de março pra tomar dinheiro 8
6 de Setembro de 2008 11:47
Anônimo disse…
PARABENS AOS POLICIAIS EROIS DO INTERIOR, VOCES SÃO A NOSSA ESPERANÇA! AQUI NA CAPITAL MUITOS COLEGAS TEM MEDO DE SE EXPOR E LEVAR BONDE, OUTROS (DETRAN, DEIC, DENARC,…) TEM SEUS INTERESSES PRÓPRIOS (PROPINA) E NEM ESTÃO NEM AI COM A NOSSA LUTA, MAS NÃO PODEMOS DESISTIR, SENÃO SEREMOS DESMORALIZADOS DE VEZ!!! GREVE GREVE GREVE!!!!!
6 de Setembro de 2008 11:48
Anônimo disse…
parabens ao povo do interior!sou de sao paulo e me envergonho da nossa classe da capital!o governo nao entende outra linguagem a nao ser a força bruta, ficar fazendo passeata, missas,reunioes a espera de um governador revanchista, nao adianta nada, nao esperem pela capital que aqui o pessoal fica correndo atras de chines na 25 de março pra tomar dinheiro de contrabando e a corregedoria fazendo inquerito para aliviar no final em troca de pecunia chinesa, é um circulo vicioso.se querem alguma coisa o jeito é operaçao padrao, flagrante em tudo e nao fazer BO, carro de cadaver demorar mais ainda, esqueçam a capital aqui todos se ajeitaram com os criminosos de uma forma ou de outra, senao estariam engajados na luta pela sobrevivencia.é duro, mas é a verdade!espero estar enganado e que me provem o contrario.
6 de Setembro de 2008 11:49
REBOUÇAS, macho prá caramba, "ENCAROU" os Roçapols, trouxe notícias, explicou, ouviu as vaias, calou, tomou fôlego e continuou a explicar… 1
Caros colegas
Após noites insones, muito cansaço perguntas que não querem calar pairando no ar sem respostas (ao menos que satisfaçam meu inquieto ser, bem como daqueles que não se contentam apenas com o que os olhos vêem), tenho algumas observações a fazer. Primeiro, penso que presenciei alguns absurdos “in loco” que conseguiram me deixar “atordoada”… mas isso se deu e contiunará ocorrendo por nossa exclusiva culpa. Estive na quinta-feira na ALESP( acompanhada de uma irmã, com quem inclusive esqueci os nomes dos parlamentares) e conseguimos visitar 13 deputados… 5 deles já haviam assinado o documento do MAJOR, outros oito (cinco do interior e três da capital) se comprometeram comigo, (claro que acreditei e até contestei para o papai noel que me acompanhava naquela oportunidade que afirmou não estar acreditando…), mas o que mais me surpeendeu e “arrasou” foi a forma como somos vistos (ou não vistos) pelos nobres representantes do povo… Imaginem os colegas que eles não tem a menor idéia do que fazemos, o que somos, quem somos… conhecem a pm… e o MAJOR… ou seja, a POLÍCIA é a pm… dentro e fora da ALESP… sabem porque? Porque, embora critiquem uns aos outros, “batam os cascos” uns para os outros, etc, etc, etc, são CORPORATIVISTAS na pior acepção do termo… defendem-se mutuamente, certos ou errados… crucificam o pobre do soldado, cabo, sargento mas preservam a corporação… Fiquei de voltar outras vezes, quando tivessem um pouco mais de tempo e de boa vontade para ouvir o que fazemos, quem somos, etc… até porque estavam “de saída” para apoiar seus candidatos nas suas respectivas regiões ( por volta de 16h30 de quinta-feira). Dia seguinte, TRT e os ROÇAPOLs fazendo NOVAMENTE a diferença… e NOVAMENTE a vaidade desmedida de alguns que se entitulam “nossos” representantes, associados ao despreparo de outros… NOVAMENTE colegas tentando impor suas vontades e vaidades pessoais goela abaixo dos outros… TRISTE… Um Major da PM passando notícias, representantes da ADPESP “dando entrevistas”, presidente do SINDESP fazendo discurso despropositado… enfim, UMA LÁSTIMA… REBOUÇAS, macho prá caramba, “ENCAROU” os Roçapols, trouxe notícias, explicou, ouviu as vaias, calou, tomou fôlego e continuou a explicar (ao lado do MAJOR)… enquanto isso, André dava entrevistas para uma rede de TV, Leal discutia alguma coisa com as advogadas, Sérgio Roque acompanhava atento as declarações de seu pupilo e nós nos debatíamos entre GREVE JÁ e GREVE AGORA… Sabem de quem é a culpa de tudo isso??? São dois os culpados : Primeiro, aqueles que passaram pela Polícia Civil antes de nós e simplesmente NADA fizeram, segundo daqueles que estão AGORA na Polícia Civil e ainda não compreenderam NADA… parece que estão BRINCANDO DE FAZER GREVE…. coisa MUITO SÉRIA para continuar nas mãos de AMADORES, DESLUMBRADOS, DESPREPARADOS, DESTEMPERADOS, DESACREDITADOS, VAIDOSOS, PRESUNÇOSOS, ARROGANTES e DESGRAÇADAMENTE “nossos” representantes e seus “fiéis e manipuláveis” escudeiros… BASTA… NÓS, os ROAÇAPOLs estamos EM GREVE( dentro de TODA A LEGALIDADE porque não somos, embora talvez pareçamos, idiotas) … e quem não quiser que vá procurar a sua turma.. porque a NOSSA nós já achamos faz tempo
EXORTAÇÃO AOS GUERREIROS DO DECAP…SEM VOCÊS NADA CONQUISTAREMOS 10
(MINHAS DESCULPAS PELO INFELIZ TÍTULO ANTERIOR)
O GOE E GARRA SÃO EXEMPLOS DE LEALDADE E DISCIPLINA 6
Se não houver flagrante ou prova forte, é muito difícil. 3
De fato: prova fraca não serve.
Perguntem aos dois ex-Delegados Gerais.
Coitados, assinavam em branco.
É o tal princípio da “confiança”…
O DOUTOR MARZAGÃO É UM HOMEM FRANCO…SABE QUE A CÚPULA TOLERA A CORRUPÇÃO… 1
MARZAGÃO – Corrupção grassa nos escalões inferiores quando é tolerada nos superiores. Política de segurança não tolera nenhum tipo de corrupção. Temos procurado fortalecer as corregedorias, lembrando sempre que cortar a própria carne não é trair companheiros, mas sim dar credibilidade e respeitabilidade à instituição.
Temos casos de abusos, de denúncias, de PMs identificados, com atuação conjunta do departamento de homicídios e da Corregedoria da PM.
No que tange à Polícia Civil, tivemos recentemente o afastamento de mais de 20 delegados do Detran para investigações de supostas irregularidades [venda de CNHs].
Não é muito fácil apurar a corrupção, pois em geral aquele que oferece vantagem ao funcionário não se interessa em colaborar.
Se não houver flagrante ou prova forte, é muito difícil.
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E Bauru, como sempre, capitaneou o encontro. 3
cortar a própria carne não é trair companheiros, mas sim dar credibilidade e respeitabilidade à instituição 1
Entrevista Ronaldo Marzagão
“Condutas desviantes são a exceção, não a regra”
JOSÉ ERNESTO CREDENDIO DA REPORTAGEM LOCAL
O secretário da Segurança Pública de São Paulo, Ronaldo Marzagão, afirmou ontem que a suposta tortura cometida por policiais contra os três jovens mantidos presos por dois anos pela morte de uma mulher em Guarulhos é uma “exceção” e que a política do governo tem como princípio básico o respeito aos direitos humanos. Marzagão, que já trabalhou na PM, no Ministério Público e como advogado criminalista, diz que o caso ainda deve ser investigado. “Se amanhã ficar provado que houve tortura, penso que não se pode confundir a floresta com a árvore.” Sobre as reivindicações salariais da Polícia Civil, que ameaça entrar em greve, Marzagão afirma que o governo José Serra (PSDB) já vem concedendo reajustes à polícia, mas que há limites no Orçamento. “O governo tem uma política de valorização, que neste ano está passando por tratativas.” Leia trechos da entrevista concedida ontem pelo secretário em seu gabinete:
FOLHA – Passados tantos anos do fim do regime militar (1964-1985), a tortura ainda é comum na polícia?
RONALDO MARZAGÃO – A atuação da polícia deve ser firme, mas respeitando os direitos básicos da cidadania, entre os quais não ser torturado nem ser submetido a penas cruéis. Nossa política é de respeito aos direitos humanos. Em nossos cursos de formação, você vai encontrar uma carga horária grande de direitos humanos, tanto para o pessoal operacional como para a cúpula. Se é que houve tortura, as condutas desviantes têm que ser tomadas como exceção, não como regra. Se amanhã ficar provado que houve tortura, penso que não se pode confundir a floresta com a árvore.Determinei hoje [ontem] ao delegado-geral que o caso seja avocado pela Corregedoria Geral da Polícia, que tem mais meios e mais estrutura para apurar com rigor.
FOLHA – Nesse mesmo caso, os réus ficaram dois anos presos à espera de julgamento. A lentidão da Justiça não induz ao crime?
MARZAGÃO – O que vale na sanção não é nem tanto a intensidade, mas a rapidez como é aplicada. Um exemplo: um cidadão dirige perigosamente.Ao cometer um crime, haverá todo aquele período de apuração. Mas, se tomar a multa, sente imediatamente. Às vezes, o que inibe o crime não é a intensidade da sanção, mas a rapidez com que é imposta.[Por exemplo] há uma tendência de que o indivíduo que comete transgressões de trânsito impunemente possa cometer outros crimes, o que pode levar ao estado de anomia.
FOLHA – Em sua gestão surgiram casos rumorosos de corrupção, mas raramente se vê policiais presos. Há impunidade, lentidão?
MARZAGÃO – Corrupção grassa nos escalões inferiores quando é tolerada nos superiores. Política de segurança não tolera nenhum tipo de corrupção. Temos procurado fortalecer as corregedorias, lembrando sempre que cortar a própria carne não é trair companheiros, mas sim dar credibilidade e respeitabilidade à instituição. Temos casos de abusos, de denúncias, de PMs identificados, com atuação conjunta do departamento de homicídios e da Corregedoria da PM.No que tange à Polícia Civil, tivemos recentemente o afastamento de mais de 20 delegados do Detran para investigações de supostas irregularidades [venda de CNHs]. Não é muito fácil apurar a corrupção, pois em geral aquele que oferece vantagem ao funcionário não se interessa em colaborar. Se não houver flagrante ou prova forte, é muito difícil.
FOLHA – O corporativismo não barra a punição de policiais?
MARZAGÃO – Se houver, pode efetivamente atrapalhar, seria negar o óbvio. Mas nenhuma investigação da polícia que se transforme em inquérito deixa de ser apreciada pelo Ministério Público e pelo Judiciário. E há normas que o Estado mesmo impõe como limitação ao arbítrio, para que se tenha a percepção penal desenvolvida, como forma de garantir a cidadania, ainda que se tenha o tempo das apurações alargado.



