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Visitem antes que acabe.
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Polícia
Novo comandante da PM em SP promete não tolerar ‘bicos’
Tahiane Stochero, Diário de S.Paulo
SÃO PAULO – O novo comandante da Polícia Militar no estado de São Paulo, coronel Álvaro Batista Camila, tomou posse nesta quarta-feira prometendo ‘não tolerar bicos’, comuns entre PMs fora do expediente, e ‘não compactuar’ com desvios de conduta na corporação, repetindo uma frase dita pelo ex-secretário da Segurança Pública Ronaldo Marzagão quando seguidos escândalos de corrupção atingiram a Polícia Civil: ‘Vamos cortar na própria carne se preciso for.’
Em 2008, a Corregedoria da PM expulsou 308 policiais ligados com crimes. Nos últimos dois anos, foram mais de 600.
– A gente não vai tolerar o ‘bico’ concorrente. Este é um problema punido rigorosamente pelo regulamento disciplinar. Vamos estudar mecanismos para que o policial que queira trabalhar (na folga) faça em uma atividade permitida, que é dar aula – disse o coronel Camilo.
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Aos amigos da Polícia Militar: aulas de direção, defesa e tiro para rapazes e moças de suspeitas intenções.
“Personal Trainer” de bandido.
Fala sério Coronel!
A CULPA DA FALTA DE INTERCAMBIO DA SENASP e SSP/SP era do MARZAGÃO, afirmou o MINISTRO DA JUSTIÇA…. vejam
http://www.cruzeirodosul.inf.br/materia.phl?editoria=20&id=177338
Genro desmente corte de 41% dos recursos na Justiça
Cruzeiro On Line
O ministro da Justiça, Tarso Genro, afirmou na 4ª feira (15 /04) que não haverá o corte de 41% nos recursos da sua pasta e que o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci) não será afetado. Carro-chefe do ministério, a execução do programa ficou ameaçado quando o Ministério do Planejamento, em 30 de março, anunciou corte de R$ 1,2 bilhão no orçamento de R$ 2,9 bilhões do Ministério da Justiça.
“Nós combinamos com o ministro (do Planejamento), Paulo Bernardo, que ele faria uma liberação imediata de R$ 275 milhões para nos permitir dar vazão aos projetos de maneira tranquila até setembro, quando apresentaremos o desempenho dos investimentos feitos. Depois, diremos quanto vamos precisar para que o Pronasci não sofra interrupção até o final do ano, quando teremos nova liberação”, afirmou o ministro, após participar do o Seminário Internacional Democracia, Segurança e Cidadania na América Latina da OAB-RJ.
Os recursos serão liberados para as 94 ações já contempladas pelo Pronasci este ano. Tarso afirmou que está otimista, pois, segundo ele, no ano passado o Ministério da Justiça executou 98% dos recursos que foram disponibilizados pelo orçamento da União. Estados e municípios têm até 30 de abril para a apresentação de novos projetos. Já aderiram 19 estados, o Distrito Federal e 86 municípios. O Pronasci patrocina programas que combinam segurança pública com ações sociais.
SERRA
O ministro comemorou nesta quarta-feira a participação de São Paulo na 1ª Conferência Nacional de Segurança Pública (Conseg), que pretende consolidar uma política nacional para o setor. “Com a mudança da Segurança Pública, o governador Serra foi alertado que estava em curso uma Conferência Nacional e São Paulo, um dos estados mais importantes do País, não poderia ficar de fora.
Ontem (hoje), liguei para o governador para cumprimentá-lo pela atitude, porque isso fecha o ciclo de colaboração entre os estados dessa nova política de segurança”, afirmou o ministro. Tarso afirmou que o ex-secretário de Segurança Pública de São Paulo, Ronaldo Marzagão, era uma pessoa educada, séria e com boa relação com o ministério, mas “não priorizava o Pronasci”.
(AE)
O Globo
RIO – Na sexta-feira, 13 de abril de 2007, a maior operação de combate à corrupção no Judiciário foi deflagrada pela Polícia Federal. Chamada Hurricane (furacão, em inglês), a operação prendeu 25 pessoas, entre elas o ex-vice-presidente do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-RJ), o desembargador José Eduardo Carreira Alvim; o desembargador Ricardo Regueira, também do TRF do Rio; o juiz Ernesto da Luz Pinto Dória, do Tribunal Regional do Trabalho de Campinas (SP); e o procurador Regional da República João Sérgio Leal Pereira.
Também foram presos o advogado Virgílio de Oliveira Medina, irmão do ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Paulo Medina, e três contraventores da cúpula do jogo do bicho do Rio: Ailton Guimarães Jorge, o Capitão Guimarães, presidente da Liga das Escolas de Samba; Aniz Abrahão David, o Anísio, presidente de honra da Beija-Flor; e Antônio Petrus Kalil, o Turcão. Três delegados federais e outras 14 pessoas, algumas ligadas a casas de bingo e bancas do bicho no Rio, também foram presas. A PF apreendeu R$ 10 milhões, uma frota de carros de luxo e relógios que foram avaliados em R$ 2,7 milhões.
Só na casa de um dos bicheiros, Júlio Cesar Guimarães Sobreira, sobrinho de Capitão Guimarães, batizada pelos policiais de “bunker da propina”, foram recolhidos R$ 9 milhões, numa parede de fundo falso. A organização é acusada de vender decisões judiciais e informações privilegiadas favoráveis aos bicheiros e donos de casas de bingo e de máquinas caça-níqueis. O grupo também é acusado de lavagem de dinheiro e corrupção, entre outros crimes.
Na seqüência da operação, foi revelado o envolvimento de vários políticos com os bicheiros. Eles eram citados como tendo recebido propina para as campanhas eleitorais ao longo do ano de 2006. Os nomes de vários delegados da polícia também foram mencionados. Dos 25 acusados, os três magistrados e o procurador regional foram soltos. O restante continuou preso durante certo tempo.
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Dentro da ADPESP, ou melhor, no FÓRUM virtual da associação dos delegados de polícia, a operação Hurricane originou um FURACÃO de intensidade ainda maior QUE O REPENTINO FECHAMENTO DE BINGOS E APREENSÃO DE CAÇA-NÍQUEIS EM SÃO PAULO.
Fez com que dezenas de Delegados juntassem forças ao pequeno e combativo grupo – cerca de 30 – de assíduos participantes dos debates. Em poucos dias o site da Adpesp se mostrava congestionado em razão da quantidade de postagens efetuadas; praticamente transformando o FÓRUM, criado para publicação de artigos, numa grande sala de bate-papo.
As denúncias de abusos, corrupção e, também, do peleguismo das entidades representativas – ADPESP e O SINDPESP – estouravam como granadas.
Diante do que o doutor SÉRGIO ROQUE denominaria “terrorismo virtual” – conforme a definição que consta em sua obra sobre crimes virtuais – a diretoria da ADPESP adotou a solução preferida pelos “fornados” no regime militar (formados nos fornos, não os mortos nos fornos). Pura e simplesmente – empregando uma desculpa como se fossemos todos idiotas – suprimiu o FÓRUM. Também providenciando para que nem sequer fosse possível a postagem de novos comentários acerca das matérias publicadas pela entidade.
O seu presidente SÉRGIO MARCOS ROQUE jamais se dignou participar dos debates; por mais que o grupo solicitasse suas manifestações naquele espaço sobre assuntos de interesse da classe.
O anúncio acerca da temporária desativação do FÓRUM, logo se mostrou permanente.
Assim, por iniciativa de dois colegas, foram criados, no final de abril daquele ano, os grupos de discussão http://br.groups.yahoo.com/group/delegadosdepolicia/ e DELPOL-PC. Este, atualmente, congrega cerca de mil delegados.
Comentário, então, corrente nas mesas da associação: tratava-se de um inexpressivo grupo de agitadores e caluniadores; formado por interioranos e aposentados. Bando de 13 (dementes), sem credibilidade.
A diretoria, patrocinada por Maurício Lemos Freire, foi reeleita em dezembro de 2007.
Segundo falou-se: RECORDE DE ABSTENÇÕES. Revelando-se apatia ou descrença da classe.
Dois anos se passaram; nunca mais tocaram no assunto “temporária inatividade do Fórum”.
A censura promovida pela atual diretoria da ADPESP resta historicamente patenteada.
Assim, tolo aquele que der ouvidos aos ideais humanísticos dos seus componentes.
Durante o movimento grevista de 2008, acabamos experimentando na carne os métodos empregados na ADPESP.
MORDAÇA E PORRADA NA OPOSIÇÃO!
A GRANDE MENTIRA DA DIRETORIA DA ADPESP
Seja bem vindo ‘robertocguerra’
Em 09/05/2007 – Manutenção
Nosso FÓRUM está temporariamente paralisado.
“Ele foi dimensionado para exposição de assuntos técnicos, que implicaria em um menor número de interferências. A elevada atividade acarretou problemas no provedor, interferindo até mesmo em outros sites hospedados naquele local. Como nos últimos dias a participação nessa área diminuiu muito (“SIC”) resolvemos fazer as necessárias mudanças. Encomendamos uma nova ferramenta que divida as atividades do Fórum com um Chat. Assim será possível manter a parte técnica e a discussão propriamente dita”.
| Processo | 993.08.016251-4 (01193095.3/0-0000-000) Julgado Segredo de Justiça | |||||||||||||
| Classe | Habeas Corpus | |||||||||||||
| Origem | Comarca de São Paulo / Fórum Central Criminal Barra Funda | |||||||||||||
| Distribuição | 15ª Câmara de Direito Criminal | |||||||||||||
| Relator | ROBERTO MORTARI | |||||||||||||
| Volume / Apenso | 3 / 0 | |||||||||||||
| Assunto | Habeas Corpus | |||||||||||||
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| 07/04/2009 | Julgado | POR MAIORIA DETERMINARAM O ARQUIVAMENTO DO PROCEDIMENTO. ACORDÃO COM O 3º JUIZ, VENCIDO O RELATOR SORTEADO QUE TRANCAVA A AÇÃO E DECLARARÁ VOTO. |
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Ora, se o patrimônio é lícito, “questão de honra” é abrir mão – de pronto – do sigilo fiscal e bancário; assim pondo-se fim a quaisquer dúvidas.
Um Delegado de Polícia que por toda a carreira, SISTEMATICAMENTE, empregou como instrumento de trabalho a DENÚNCIA ANÔNIMA, não pode se valer do argumento de invalidez da forma de delação – notícia-crime – que deu origem ao procedimento investigativo em seu desfavor. Especialmente quando – verdadeiramente – demonstra riqueza incompatível com os parcos vencimentos policiais.
Agiu bem a 15a. Câmara Criminal do Tribunal de Justiça.
Matéria encaminhada pelo companheiro DURA LEX
Sexta-Feira, 17 de Abril de 2009
ESTADÃO DE HOJE
Delegado-geral reformula Denarc
Domingos planeja mudar grupos operacionais e redistribuir efetivos da Polícia Civil em São Paulo
Marcelo Godoy
Há menos de um mês no cargo, o novo delegado-geral da Polícia Civil, Domingos de Paulo Neto, já decidiu: vai reformular os grupos operacionais da Polícia Civil e redistribuir os efetivos de acordo com a necessidade de combate à criminalidade. Ele definiu quatro departamentos como prioridade de sua gestão: o de Narcóticos, o de Crime Organizado, o de Inteligência e a Corregedoria. “A Corregedoria vai agir e todo aquele que não entender isso deve saber que estará por sua conta e risco”, afirmou.
A renovação em alguns departamentos depois que Domingos, como seus colegas delegados o chamam, tomou posse no cargo é grande. Só no Departamento Estadual de Investigações sobre Narcóticos (Denarc) foram trocados cerca de 60 investigadores e 20 delegados. Sacudido por denúncias de corrupção, o departamento correu o risco de ser fechado. A renovação de quadros foi decidida por seu diretor, delegado Eduardo Hallage, nomeado por Domingos para o cargo.
Domingos e Hallage apostam no fortalecimento da Divisão de Inteligência do Denarc para quebrar o círculo vicioso das prisões feitas com base na ajuda dada por informantes interessados em obter vantagens. Para o cargo escolheram o delegado Mauro Marcelo de Lima e Silva, ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). A divisão deve alimentar com informações as outras unidades do departamento, que efetuarão as prisões e darão continuidade às apurações.
“O Denarc é um departamento-chave, assim como o Deic (Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado)”, afirmou Domingos. Seu raciocínio é que, hoje, o combate ao crime organizado no Estado passa pela repressão ao tráfico de drogas, principal atividade desenvolvida pelo Primeiro Comando da Capital (PCC).
A mesma renovação ocorreu na Corregedoria da Polícia Civil. “Dei carta branca para a Maria Inês levar quem ela quisesse”, afirmou o delegado-geral. Escolhida para chefiar a Corregedoria da Polícia Civil, a delegada Maria Inês Trefiglio Valente escolheu 25 delegados de uma vez só, a maior mudança no órgão desde a criação. “A Polícia Civil estava sangrando. Era preciso tomar atitudes radicais em relação a alguns problemas”, afirmou Domingos.
Ele era diretor do Departamento de Inteligência da Polícia Civil (Dipol) quando, durante a greve de 53 dias da instituição em 2008, resolveu entregar o cargo. Agora delegado-geral, acabou de nomear para a Delegacia Seccional de Barretos o delegado João Ossinski, que também havia sido afastado do cargo durante a greve, sob a acusação de ser simpático aos policiais que haviam aderido ao movimento. “Eu me orgulho de uma polícia que busca melhorar seus salários”, disse o delegado-geral.
Domingos pretende reformular as equipes operacionais da polícia, como os Grupos Armados de Repressão a Roubos e Assaltos (Garra) e de Operações Especiais (GOE) para que eles atuem como o chamado Setor de Operações Especiais (SOE), do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Atualmente, policiais do Garra e do GOE usam uniformes pretos e fazem policiamento ostensivo.
O delegado-geral quer diminuir o efetivo dos grupos. “A Polícia Civil tem de fazer investigação.” Parte dos 160 homens do GOE, que pertence ao Departamento de Polícia Judiciária da Capital (Decap), deve ser enviada aos distritos policiais para reforçar equipes de investigação. Além de diminuir de tamanho, os homens que ficarem no GOE, por exemplo, também terão de trabalhar como os policiais de distritos.
PLANTÕES
“Quando for necessário cumprir um mandado de busca ou de prisão, o delegado responsável requisitará a ajuda do GOE. Então esses investigadores vestirão o uniforme e equipamentos balísticos para dar apoio aos colegas. Terminada a ação, eles vão tirar o uniforme e voltar ao serviço normal, como faz o SOE”, explicou. Domingos está concluindo o plano de redistribuição de efetivos, que deve redefinir o número de delegacias em cidades e a quantidade de plantões policiais funcionando à noite na região metropolitana. A ideia nascida na gestão anterior é distribuir os policiais segundo critérios populacionais e de criminalidade.
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090417/not_imp356297,0.php
“EM TEMPO: VAMOS AGUARDAR E VER NO QUE ISSO VAI DAR… TORÇO PARA QUE DÊ MUITO CERTO…MAS … QUERO VER PARA CRER….”( DURA LEX )
Há poucos dias eu fiz um comentário aqui no Flit sobre o fato da imprensa ter noticiado bem “rapidinho” o fato do Ministério Público estar investigando as contas do famigerado RODOANEL que na verdade está “arrombando o anel” dos cofres públicos, e não ter mais tocado no assunto!
Claro!
Como a imprensa pode fazer propaganda contra seu maior cliente?
São milhões e milhões gastos também em propaganda do mesmo Rodoanel!
Bastou surgirem os primeiros “indícios” de corrupção e superfaturamento que passamos a assistir exaustivamente propagandas ressaltando a “qualidade” dessa “maravilhosa” obra e sempre com aquela frase no final: “Governo de São Paulo, Trabalhando por você”!
E se a imprensa não divulga as maracutaias na mesma intensidade, o povo acaba se iludindo e achando que está tudo uma maravilha!
Eu estou dando minha contribuição!
Ontem, resolvemos um caso e restituímos à vítima seu prejuízo e prendemos o criminoso que lhe causou diversos danos!
A vítima veio e me perguntou:- O que posso fazer para recompensá-los por trabalho tão brilhante?
Expliquei-lhe que um governo que manda a PM bater na Polícia Civil, que além de pagar muito mal seus funcionários ainda o faz por meio de gratificações, que nos massacra a anos e anos seguidos e que tem a pretensão de ainda continuar no poder, não merece nunca mais o nosso voto!
Respondí prontamente: – Se quiser me recompensar de coração, Não vote no PSDB e o homem se prontificou em nunca mais votar e ainda em convencer seus familiares! Estou fazendo minha parte como policial e como cidadão!
O Bom Policial
Atento ao rádio, na escuta,
olhos vivos na avenida,
nas ruas escuras, ermas,
o homem valente expõe a vida.
Fim de semana ou feriado,
Ano Novo, Páscoa ou Natal,
são dias comuns e corriqueiros
na carreira do bom policial.
No lar não vê os filhos crescer,
descura dos assuntos conjugais,
tempo não há para o lazer,
festas ou eventos policiais.
Nos plantões tem que solucionar,
de acordo com a ocorrência,
casos diversos e complexos
que exigem tato e paciência.
Na investigação de campo
não sabe o que vai acontecer,
bandidos não respeitam a lei,
na refrega poderá morrer.
Todos dizem é um sacerdócio,
mas não enxergam o sacrifício
ser um gari da sociedade,
com reles ganho no ofício.
Para contentar o próprio ego,
Recompensa única e leal,
Contenta-se o investigador
Com a notícia no jornal.
João Kiss Paterno
16/04/2009
Adriana Ferraz
do Agora
Denúncias de superfaturamento na construção do trecho sul do Rodoanel apontam prejuízo de R$ 184,4 milhões aos cofres públicos. Segundo relatório de técnicos do TCU (Tribunal de Contas da União), a obra teve a compra de itens com valor, em média, 30% acima dos preços usados como referência no orçamento.
A auditoria, realizada entre maio e julho de 2008, também aponta alterações no projeto básico. Para reduzir os custos, ainda segundo o TCU, as empresas contratadas alteraram métodos construtivos com redução no número de vigas usadas em pontes, substituição de estacas metálicas por pré-moldadas e troca de areia por brita em muros de contenção, por exemplo.
Assim, usaram menos material na construção, mas receberam o mesmo dinheiro, segundo o documento.
Para o TCU, as irregularidades são “graves” e resultam numa “combinação altamente danosa às finanças” da União –a obra é resultado de uma parceria entre os governos federal e estadual. “O desdobramento do processo pode gerar repactuação contratual, anulação de contrato e ressarcimento de valores.” As medidas só poderão ser adotadas após o parecer dos ministros, ainda sem data.
Com custo total de R$ 3,6 bilhões, a obra é dividida em cinco lotes entre a Dersa e consórcios de empreiteiras. Em todos há diferenças entre o preço calculado e o previsto em orçamento. Os itens com os maiores sobrepreços absolutos são compactação de aterro, compra de concreto altamente resistente, transporte de material escavado e limpeza. Na análise unitária, há diferenças de até 111,5%.
O lote 5, assumido pelo consórcio OAS/Mendes Jr., é o que soma a maior quantia sob suspeita: R$ 42,2 milhões. O menor valor (R$ 21,3 milhões) está no lote 3, do consórcio Queiroz Galvão/CR Almeida. Ambos participam também do projeto de ampliação do metrô em São Paulo.
A ponte construída sobre a represa Guarapiranga é citada pelo TCU para exemplificar a redução de custos relativos à quantidade de concreto, por exemplo. A obra, no entanto, não está errada, apenas foi feita sob outro conceito.
Na Billings, as pontes também revelam alterações. Por causa do licenciamento ambiental, o material deveria ser levado ao centro da represa por barcos. A Dersa aterrou parte do manancial para fazer uma “estrada” usada por caminhões. A empresa promete retirar o bloqueio ao acabar os trabalhos.
Em seu discurso, Serra homenageou todos os PMs que caíram no cumprimento do dever e citou o coronel José Hermínio Rodrigues, comandante da zona norte da capital, assassinado em janeiro de 2008 por um de seus subordinados porque enfrentava a ação de grupo de extermínio.
“Essa é uma das solenidades mais importantes do meu governo”, disse Serra.
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No Estado de São Paulo o Governador, obrigatoriamente, participa das solenidades de formatura dos Oficiais da Polícia Militar. Além de dar, solenemente, posse ao Comandante Geral.
Novos Delegados de Polícia são empossados por um adjunto qualquer.
Por sua vez, o Delegado Geral é nomeado através de publicação de ato do Governador no Diário Oficial.
Mais nada.
Não merecendo maior prestígio por parte do chefe do Poder Executivo.
Toma posse em SP novo comandante-geral da PM
Qui, 16 Abr, 09h45
Controlar gastos, ouvir mais a sociedade para conhecer o crime que não está nas estatísticas e verificar o que estão fazendo os ex-presidiários são algumas das prioridades do novo comandante-geral da Polícia Militar de São Paulo, coronel Álvaro Batista Camilo.
Ele tomou posse ontem, em substituição ao coronel Roberto Antônio Diniz, que passou para a reserva.
A posse de Camilo contou com a presença do governador José Serra (PSDB) e de oito secretários.
Em seu discurso, Serra homenageou todos os PMs que caíram no cumprimento do dever e citou o coronel José Hermínio Rodrigues, comandante da zona norte da capital, assassinado em janeiro de 2008 por um de seus subordinados porque enfrentava a ação de grupo de extermínio. “Essa é uma das solenidades mais importantes do meu governo”, disse Serra. Camilo terá de administrar os mais de 90 mil homens da PM no momento em que, segundo o governador, o Estado arrecadou no primeiro trimestre R$ 733 milhões a menos do que o previsto.
“A PM já usa de forma criteriosa os seus recursos. Nosso custeio é um dos mais bem executados do Estado”, disse o comandante.
Camilo afirmou que terá de fazer render ao máximo os recursos que têm à disposição, sem aumentar efetivo ou gastos.
O governador garantiu que os investimentos em segurança não serão cortados.
Para lidar com essa situação, foi elaborado um plano para se aproximar de entidades da sociedade civil em busca de informações. Hoje, cerca de 60% dos roubos ocorridos no Estado não são comunicados.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo
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O novo comandante da Polícia Militar , obviamente, irá verificar o que estão fazendo os ex-presidiários DO ROMÃO GOMES.
POLÍCIA CIVIL DO ESTADO
DELEGACIA GERAL DE POLÍCIA
Portarias do Delegado Geral
De 9-4-2009
Designando, n/t do artigo 36, IV, da LC. nº 207/79, a
Delegacia Seccional de Polícia de Guarulhos, para sede de exercício
do Dr. CLEBER HENRIQUE MARTINS DE OLIVEIRA – RG
19.220.062, Delegado de Polícia de 3ª classe, padrão II, lotado
na Delegacia Geral de Polícia, classificado no Demacro, anteriormente
com sede de exercício na Delegacia de Polícia do
Município de Arujá. (DGP-2033-P)
15/04/2009 – 16h40
CAROLINA FARIAS
da Folha Online
O novo dirigente da Polícia Militar de São Paulo, coronel Álvaro Camilo, estabeleceu como prioridade de seu comando o combate à corrupção na corporação. Anunciado no dia 25 de março pelo secretário de Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto, ele tomou posse oficialmente na tarde desta quarta-feira, em solenidade realizada na Academia de Polícia Militar do Barro Branco, no bairro da Água Fria (zona norte de São Paulo).
“Seremos firmes com desvios de conduta cortando na carne se preciso for, como temos feito”, disse.
| Andre Vicente/Folha Imagem |
| Ao lado do governador, coronel Álvaro Camilo participa de cerimônia de posse em SP |
Em seu discurso, ele afirmou que irá tentar propor melhorias para o trabalho da PM e buscará estabelecer parcerias com secretarias estaduais.
Citando estatísticas anuais, como as 25 milhões de intervenções, 74 mil prisões, 13 mil armas e 40 toneladas de drogas apreendidas, ele citou que os 93 mil homens e mulheres que compõem as tropas no Estado perfazem a maior força policial da América Latina.
A solenidade é acompanhada por representantes de diversos órgãos públicos tais como o prefeito Gilberto Kassab (DEM) e o governador José Serra (PSDB).
Camilo comandava o policiamento ostensivo no centro de São Paulo. Ele entra em substituição ao coronel Roberto Antonio Diniz.
Mudanças
A substituição ocorreu após a mudança na secretaria de Segurança Pública. No dia 17 de março, Ronaldo Marzagão alegou motivos pessoais e deixou o cargo.
Apesar da alegação de motivos pessoais, o desgaste provocado pelas acusações de corrupção contra seu ex-secretário-adjunto Lauro Malheiros Neto contribuiu para a saída do secretário.
Antes de Camilo, no dia 23 de março deste ano, Ferreira Pinto anunciou como delegado-geral da Polícia Civil Domingos Paulo Neto, ex-diretor do DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa).
Em discurso durante a troca de comando da Polícia Militar em São Paulo –realizado na tarde desta quarta-feira na Academia de Polícia Militar do Barro Branco, em São Paulo– o governador José Serra (PSDB) disse que viveu um dilema ao receber a lista com indicações para assumir o cargo das mãos do Secretário de Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto.
Assumidamente palmeirense, Serra afirmou que sua maior dificuldade foi trocar um palmeirense –o coronel Roberto Antonio Diniz– pelo corintiano coronel Álvaro Camilo, que assume o comando da instituição.
“Isso demonstra o espírito de pluralidade dos palmeirenses”, brincou o governador.
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PARECE QUE A ÚNICA DEMONSTRAÇÃO AQUI É O TOTAL DESPRESTÍGIO DA POLÍCIA CIVIL.
A QUAL DO GOVERNADOR JOSÉ SERRA NEM SEQUER MERECEU POSSE SOLENE AO DELEGADO GERAL.
Vereador que é bancado por imobiliária atua pelo setor
Associação driblou Lei Eleitoral para doar dinheiro a candidatos à Câmara paulistana
Dos 41 projetos para mudar zoneamento, 28 são de políticos que receberam doação em 2008; entidade afirma que ação foi legal
FERNANDO BARROS DE MELLO
MARIANA BARROS
DA REPORTAGEM LOCAL
Vereadores paulistanos que receberam doações da AIB (Associação Imobiliária Brasileira) atuam em áreas na Câmara Municipal de interesse do mercado imobiliário.
Além disso, dos 41 projetos em tramitação que propõem alterações de zoneamento apresentados de 2005 em diante, 28 (68,3%) são de autoria de parlamentares que receberam doações da entidade em 2008.
Ontem, a Folha revelou que o sindicato do setor imobiliário de São Paulo, Secovi-SP, usou uma associação para doar dinheiro a políticos, já que a lei proíbe sindicatos ou entidades de classe de fazê-lo. A AIB foi a segunda maior financiadora individual nas eleições municipais. As entidades defendem que a ação conjunta é legal.
Dos 7 membros da Comissão de Política Urbana, Metropolitana e Meio ambiente -formada após a eleição-, 4 receberam doação da entidade. O grupo é responsável por discutir regras de organização da cidade, assunto de interesse das imobiliárias. A comissão opina sobre todas as proposições e matérias relativas a: cadastro territorial, planos de urbanização ou reurbanização, zoneamento e uso e ocupação do solo; outorga de concessão administrativa ou direito de uso de bens imóveis de propriedade do município, além do Plano Diretor, o principal instrumento de regularização urbana.
O presidente da comissão, Carlos Apolinário (DEM), recebeu R$ 200 mil. O vice-presidente, Toninho Paiva (PR), recebeu R$ 50 mil. Paiva também é o representante da Câmara no Conpresp (órgão responsável pela preservação do patrimônio urbano municipal).
Paulo Frange (PTB) recebeu R$ 200 mil, enquanto José Police Neto, o Netinho (PSDB), ganhou R$ 270 mil. Além de líder do governo, Netinho é relator de projetos como o da Nova Luz e do Plano Diretor.
O presidente da Câmara, Antonio Carlos Rodrigues (PR), recebeu R$ 240 mil.
Já entre os 9 membros da Comissão de Constituição, Justiça e Legislação Participativa, que atualmente discute o projeto de revisão do Plano Diretor, 3 receberam doações.
O presidente da comissão, Italo Cardoso (PT), recebeu R$ 30 mil. O vereador Gilberto Natalini (PSDB), R$ 100 mil.
Segundo urbanistas, propostas de mudança de zoneamento -que podem abrir brecha para que se aumente o limite máximo a ser construído e o tipo de uso dos imóveis de determinadas regiões (como de residencial para comercial)- são exemplos de projetos de interesse do setor imobiliário.
De acordo com eles, as mudanças apresentadas na revisão do Plano Diretor em relação ao projeto original também podem ser benéficas ao setor. Entre os pontos citados, a retirada do conceito de macroáreas, espécie de declaração de intenções do que deve ser feito em cada região da cidade, e a elevação do potencial construtivo sem necessidade de estudos.
“[As propostas] deixam de ser reivindicações e passam a ser ordenações”, diz o urbanista da USP Luiz Carlos Costa
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POLÍTICOS – PELAS CONDUTAS REITERADAS – INVERTERAM A PRESUNÇÃO DE INOCÊNCIA.
ASSIM, DEVEM SER CONSIDERADOS DESONESTOS E CULPADOS ATÉ QUE PROVEM O CONTRÁRIO.
Quarta-Feira, 15 de Abril de 2009, 07:36
Ex-policiais denunciam regalias
Agência Estado
Tratamento diferenciado para um oficial, trânsito livre aos protegidos e até um caso de gravidez na prisão envolvendo um casal de policiais que, embora casados, estão presos em alas separadas.
Estes são alguns casos de regalias dispensadas a um grupo de detentos do Presídio Militar Romão Gomes, na Água Fria, Zona Norte da Capital Paulista.
As denúncias foram feitas por exPMs que estavam na unidade.
(Agência Estado)