O DELEGADO MAURÍCIO LEMOS FREIRE É ACUSADO DE SUPRESSÃO DE DOCUMENTOS E CONCORRER PARA FRAUDE EM CONCURSO DE PERITOS…O EX-DELEGADO GERAL QUE É DEFENDIDO PELO EX-SECRETÁRIO RONALDO BRETAS MARZAGÃO, NEGA TUDO…TAMBÉM NEGO TUDO! ESTE FLIT NÃO MEU, NUNCA LI, NUNCA VI; NUNCA ESCREVI!… 21

Ex-delegado-geral é suspeito de encobrir fraude em SP

07 de junho de 2010 | 9h 46

AE – Agência Estado

Maurício Lemes Freire, ex-delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo (2007-2009), está sendo investigado sob acusação de sumir com papéis sobre irregularidades no concurso para perito criminal ocorrido em 2005. Ele teria recebido documentos das mãos de cinco integrantes da banca examinadora, que acusavam o presidente da banca, o perito criminal Osvaldo Negrini, de ter alterado as notas de candidatos reprovados para aprová-los.

Freire, que é defendido pelo ex-secretário da Segurança, Ronaldo Bretas Marzagão, nega tudo. Na época, o delegado era o diretor da Academia da Polícia Civil – ele só assumiria a delegacia-geral um ano e meio depois.

Ao todo, os peritos da banca suspeitavam que 36 candidatos teriam sido indevidamente incluídos entre os aprovados, enquanto um aprovado foi desclassificado. O grupo pedia o afastamento de Negrini e a exclusão dos beneficiados ilegalmente. Freire presidia a Congregação da Academia, que tinha poder para cancelar concurso ou afastar Negrini, o que não ocorreu.

Segundo os peritos da banca, Freire folheou os documentos. A reunião ocorreu em seu gabinete, em 7 de novembro de 2005. Mas os papéis jamais chegaram à Corregedoria da Polícia Civil e nem foi aberta sindicância na Academia para verificar supostas irregularidades. Dos aprovados irregularmente na primeira fase, dois conseguiram passar na segunda, tornando-se peritos.

Freire negou, em depoimento prestado à Corregedoria da Polícia Civil, que tenha encoberto a fraude no concurso. O ex-delegado-geral disse que a denúncia não foi protocolada e apenas mencionava supostas irregularidades. Em um primeiro depoimento, admitiu conhecê-la e afirmou ter contado com a anuência dos integrantes da banca e do então delegado-geral, Marco Antônio Desgualdo, para resolver o caso sem cancelar o concurso. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

_____________________________

Maurício Lemos Freire e Bretas Marzagão

___

Bacana, está tudo entre família!

 Família, não confundam com…deixa prá lá.

 ( trincas pitagóricas )

DATAFOLHA MOSTRA QUE 45% DOS BRASILEIROS PERDOARAM OS TORTURADORES ASSASSINOS QUE SERVIRAM A DITADURA…CERTAMENTE É UMA PESQUISA DE ENCOMENDA PARA LIVRAR A CARA DOS BANDIDOS 2

Punição a tortura na ditadura divide opiniões no país

Datafolha mostra leve maioria para grupo que é contra julgar crimes, tese que prevaleceu em decisão do STF

45% são contra punir torturadores, e 40% se dizem favoráveis; em abril, tribunal rejeitou revisão da Lei da Anistia

BERNARDO MELLO FRANCO

DE SÃO PAULO

 

Vinte e cinco anos após o fim da ditadura militar (1964-1985), os brasileiros se dividem sobre o perdão aos agentes do regime que torturaram presos políticos.

Pesquisa feita pelo Datafolha revela que 40% defendem a punição, enquanto 45% se declaram contrários. Outros 4% são indiferentes, e 11% não sabem opinar.

“Há uma diferença pequena, mas o resultado aponta mais para equilíbrio do que para apoio a um dos lados”, afirma Mauro Paulino, diretor-geral do instituto.

Em 29 de abril, o STF (Supremo Tribunal Federal) rejeitou, por 7 votos a 2, ação da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) que pedia a revisão da Lei da Anistia, de 1979, para permitir a punição de crimes de agentes públicos.

O Datafolha também ouviu os brasileiros sobre o tratamento a pessoas que praticaram atos terroristas contra o governo no período.

Neste caso, o apoio ao perdão é maior: 49% se dizem contra qualquer tipo de punição, e 37%, a favor. Outros 3% são indiferentes, e 11% não sabem opinar.

O levantamento revela equilíbrio também entre os que pretendem votar em Dilma Rousseff (PT) e os partidários de José Serra (PSDB).

Dos eleitores da petista, 48% se declaram contra a punição aos torturadores, e 41%, a favor. No eleitorado tucano, o resultado é quase idêntico: 47% a 40%.

Para Mauro Paulino, isso indica que a opinião sobre o assunto não deve influenciar a corrida presidencial. “Não me parece que isso será um tema da campanha”, avalia.

Dilma foi presa e torturada na ditadura. Serra, que presidia a UNE, também foi perseguido e se exilou no exterior depois do golpe de 1964.

O levantamento foi feito em 20 e 21 de maio, com 2.660 eleitores e margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

FOLHA DE SÃO PAULO AFIRMA QUE A POLÍCIA FEDERAL INFLA OPERAÇÕES ESPECIAIS CONTABILIZANDO ATÉ RINHA DE CANÁRIOS…A POLÍCIA DE SÃO PAULO NUNCA PRATICOU TAL FRAUDE PRA MOSTRAR SERVIÇO…NUNCA, EU JURO! 4

PF infla número de operações especiais

Atividades rotineiras passaram a ser contabilizadas em balanço do órgão

Em abril, Dilma usou números para comparar gestões de Lula e FHC; polícia diz que não tem intenção de manipular

RUBENS VALENTE

DE SÃO PAULO

 

Ao citar, em entrevistas concedidas em abril, os feitos da Polícia Federal na gestão Lula, no contexto de uma crítica ao governo FHC, a pré-candidata Dilma Rousseff (PT) informou o número de 1.012 “operações especiais” realizadas até aquele momento no período 2003-2010.

O mesmo número consta do site da PF. Contudo, levantamento feito pela Folha indica que o termo “operações” hoje serve para descrever atividades rotineiras do órgão, como fiscalização em áreas indígenas, blitz em empresas de segurança e até reforço no policiamento para o dia de eleições.

No governo Lula, a PF cresceu em pessoal (de 9.231 servidores, em 2002, para 14.295 em 2010) e investimentos (de R$ 141 milhões, em 2002, para R$ 227 milhões em 2009), alcançando repercussão inédita na história do órgão, com prisões em massa e acusações contra congressistas, juízes e ministros.

Mas, nos últimos anos, os balanços oficiais sobre as operações vêm sendo turbinados, de modo que as investigações aparecem em crescimento contínuo.

Atividades que todos os governos anteriores realizaram com certa frequência são agora contabilizadas como operações, com direito a nome próprio.

Entre 2008 e 2010, período em que a PF informa ter realizado 580 operações, a reportagem contou 94 casos (ou 16% do total) que entrariam facilmente na lista de atividades corriqueiras do órgão.

 

RINHA DE CANÁRIOS

Grande parte das operações hoje está relacionada à prisão de narcotraficantes -atividade historicamente desempenhada pela PF, mas de difícil comparação com os governos anteriores, que não divulgavam balanços sobre operações especiais.

Cada ação para destruir pés de maconha nas regiões Norte e Nordeste, atividade realizada desde, pelo menos, os anos 80, agora é contabilizada como uma operação. Em 2008, a PF contabilizou cinco casos do gênero.

Outras cinco foram o fechamento de rádios piratas. No balanço entraram lacres de garimpos ilegais e uma ação para “coibir construção de casas irregulares” em área de preservação.

Em 2009, o balanço da PF incluiu a prisão de um grupo que realizava rinhas de canários, a prisão de um agente penitenciário que inseria drogas num presídio e a interdição de um posto de combustíveis que vendia gasolina adulterada no Rio.

Neste ano, a PF conta fiscalizações sobre pescadores usando uma malha fora do tamanho permitido e sobre um depósito de curtume que guardava alimentação com prazo de validade vencido.

Outra prática comum nos balanços é contabilizar o desdobramento de uma operação já desencadeada como uma nova. Algumas receberam até cinco edições.

Operações desse gênero são, em geral, tentativas de prender novamente algum investigado que foi solto pela Justiça, ou de investir contra membros de uma mesma quadrilha já mapeada na operação anterior.

As diferentes visões de combate ao crime…Criação de Conselho de Polícia divide opiniões 4

As diferentes visões de combate ao crime

Vasconcelo Quadros, Jornal do Brasil

BRASÍLIA – Uma das principais preocupações do brasileiro, ao lado do emprego, educação e saúde, a segurança pública já ocupa a agenda dos pré-candidatos e promete se transformar num dos principais temas da campanha pela sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A ex-ministra Dilma Rousseff, do PT, terá como carro-chefe a ampliação do Programa Nacional de Segurança com Cidadania (Pronasci), vitrine do governo Lula, onde o Estado vai retomando os espaços ocupados pela criminalidade com ações repressivas e cidadania.

O ex-governador de São Paulo José Serra, do PSDB, promete criar um ministério para cuidar da segurança pública, como fazem os estados, mas não detalhou que papel o governo federal exerceria.

A senadora Marina Silva, do PV, quer uma reformulação completa do atual modelo, criando um programa nacional de segurança e uma política de estado para o setor.

Embora tenha governado um dos estados que está no epicentro da violência urbana e do avanço do crime organizado, Serra ainda não antecipou as diretrizes de seu programa de governo para o setor. Assessores do pré-candidato dizem que, por enquanto, as preocupações estão centradas num controle mais efetivo das fronteiras para coibir a passagem de drogas e armas e na reorganização do aparato policial sem, no entanto, informar o que mudaria no atual modelo.

Dilma será a continuidade do governo Lula: fortalecimento da Polícia Federal para combater a corrupção, controle mais amplo das fronteiras e desarticulação dos segmentos do crime organizado instalado nos presídios estaduais. A pré-candidata do PT diz que um dos modelos serão as Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), que vêm dando certo no Rio.

– Ocupar território é transformar território de guerra em território de paz – diz Dilma.

Seu programa vai contemplar ações que envolvam União, estados e municípios, associadas aos grandes programas governamentais para geração de emprego, distribuição de renda e infraestrutura urbana. A ex-ministra quer dar ao Pronasci status de política de estado. Um dos pontos em que vai insistir será a construção de penitenciárias federais que, segundo Dilma, tem evitado rebeliões e desarticulado as grandes quadrilhas, afastando os chefões de quadrilhas da massa carcerária.

Um dos assessores escalados para ajudar no futuro programa de Marina Silva, o ex-secretário Nacional de Segurança Luiz Eduardo Soares diz que a espinha dorsal da política de segurança deve ter compromissos com a defesa da vida, da dignidade humana e dos direitos constitucionais.

Segurança, segundo Soares, é questão de estado e deve estar integrada às políticas intersetoriais, com a participação dos demais entes federativos. O ex-secretário diz que as corporações devem ser reformuladas e os policias valorizados:

– Esse modelo tem de ser transformado para que a União participe mais, assuma mais responsabilidades, os municípios e as guardas municipais sejam valorizados, e possa haver efetiva integração no trabalho policial também nos estados. O que se discute é a mudança de todo o modelo policial.

Criação de Conselho de Polícia divide opiniões

Luiz Orlando Carneiro, Jornal do Brasil

BRASÍLIA – A criação de um Conselho Nacional de Polícia (CNP), inspirado nos conselhos nacionais de Justiça (CNJ) e do Ministério Público (CNMP), com a função de controlar a atuação administrativa, funcional e financeira das polícias federal, dos estados e do Distrito Federal está provocando um novo confronto entre as entidades representativas dos procuradores e dos policiais, com a interveniência da Ordem dos Advogados do Brasil. A proposta de emenda constitucional (PEC 381/09) que institui o CNP, de autoria do deputado Regis de Oliveira (PSC-SP), foi admitida pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, no último dia 26, por 29 votos, com base no relatório do deputado Marcelo Ortiz (PV-SP), segundo o qual o MP não vem conseguindo “exercer, de maneira satisfatória, o controle externo da atividade policial”, por falta de recursos humanos e materiais para desempenhar esse trabalho, e por que seus membros não têm “a imparcialidade necessária para o exercício dessa atividade, na medida em que disputam com os policiais o poder de realizar investigação criminal”.

Separação dos poderes

No entanto, o deputado Paes Landim (PTB-PI) proferiu voto em separado, sob o argumento de que a proposta não deveria nem ser admitida, “por atentar contra a separação dos poderes”, defendendo a manutenção do inciso 7 do artigo 129 da Constituição, que atribui ao MP a “função institucional” de “exercer o controle externo da atividade policial”. Landim – que é professor de direito constitucional – foi acompanhado, apenas, por outros quatro integrantes da CCJ da Câmara: o ex-magistrado Flávio Dino (PCdoB-MA), José Carlos Aleluia (DEM-BA), José Genoino (PT-SP) e Luiz Couto (PT-PA). A PEC será, agora, analisada por uma comissão especial, antes de ser apreciada pelo plenário da Câmara.

As associações dos membros do MP estão mobilizadas para impedir que a proposta seja aprovada, no primeiro turno da votação em plenário. O presidente da Associação Nacional dos Procuradores da República (Anpr), Antonio Carlos Bigonha, enviou “nota técnica” aos deputados, contestando a instituição de um conselho que “teria uma atribuição que nem o CNJ nem o CNMP possuem: o controle da atividade fim”.

– É evidente que, nesse caso, não haveria controle efetivo, pois este seria exercido por órgão composto, em sua maioria, por delegados (10 dos 17 componentes) – afirma Bigonha.

– É certo que uma composição na qual preponderam quadros da própria instituição imporia ao CNP um tom estritamente corporativo. Assim, a atividade investigatória dos delegados e agentes não sofreria qualquer controle do órgão ao qual se destina a investigação, o Ministério Público, restando enclausurada nos limites da corporação.

Na nota técnica, Bigonha lembra que “o constituinte de 1988, para coibir os abusos praticados pela polícia durante a ditadura, atribuiu o controle externo da atividade policial ao MP, como advogado da sociedade”. E acrescenta: “A atividade fim da polícia, que é a investigação de crimes, deve atender às expectativas do MP, pois este é o titular exclusivo da ação penal. A persecução penal é que restará prejudicada pela investigação mal conduzida”.

Ex-delegado da PF e OAB comemoram avanço

Nos debates na CCJ, o deputado Marcelo Itagiba (PMDB-RJ) – que é delegado da Polícia Federal – destacou-se na defesa da PEC 381/09. Para ele, a criação do CNP “representa maior efetividade, transparência e controle da segurança pública no país”.

O CNP teria 17 membros, dos quais 10 delegados, dois advogados, dois magistrados, um integrante do MP e dois cidadãos de “notável saber jurídico e reputação ilibada” escolhidos pelo Congresso. A Associação dos Delegados de Polícia do Brasil (Adepol) rebate o argumento da Anpr e da Associação Nacional dos Membros do MP (Conamp) de que o CNP não seria imparcial – por ser a maioria absoluta de seus integrantes formada por policiais – citando o exemplo do CNJ. O órgão de controle externo do Judiciário tem 15 conselheiros, dos quais 10 (60%) são magistrados.

O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Ophir Cavalcante, comemora a aprovação da admissibilidade da PEC.

– A polícia tem de ter um controle externo, sim, como já ocorre com a magistratura e com o Ministério Público – acrescenta. – Mas esse controle deve ser exercido pela sociedade, e não por um órgão que é o próprio autor da ação. (L.O.C)

FLIT SOLUTION SEGURANÇA PATRIMONIAL E VIGILÂNCIA…A MAIS NOVA MILÍCIA VIP…REGULARMENTE INSCRITA NOS ÓRGÃOS COMPETENTES…UMA EMPRESA CRIADA E 100% DIRIGIDA POR DONDOCAS 8

FLIT SOLUTION SEGURANÇA A INIGUALÁVEL MILÍCIA VIP

PROPOSTA DE SERVIÇOS ESPECIAIS

 

 

Objetivando atender, de forma personalizada, as necessidades de sua empresa, a FLIT SOLUTION disponibiliza os serviços seguintes:

I – PALESTRAS

O Brasil assiste, chocado, à instalação de incontrolável avalanche de criminalidade que desassossega mercados e atormenta famílias inteiras que tenham o infortúnio de se verem alcançadas pela ação daqueles que ousam obrar ao arrepio da lei. A sequestrabilidade alçou vôo para patamares nunca antes imaginados e a violência contra inocentes ronda impiedosamente lares e escolas. Impossível proteger-se de tão dinâmica prática delituosa sem que se conheça, com exatidão, a forma de atuação dos malfeitores, suas tendências e preferências e, principalmente, como esquivar-se às situações de emboscada criadas pelos bandidos.

Essa é a tarefa que a FLIT SOLUTION, através de palestras, MINISTRADAS POR AUTORIDADES,  dotadas com recursos áudio-visuais, oferece àqueles que se preocupam com a sua segurança, com a de sua família e de seu patrimônio.

Estudos de casos, estatísticas oficiais e análise individualizada das necessidades da platéia complementam a demonstração do cenário atual da criminalidade e apontam as estratégias de proteção individual a serem seguidas.

Visando a facilitar as atividades rotineiras de sua empresa, a FLIT SOLUTION disponibilizará as apresentações nos locais e horários que a própria empresa estabelecer.

II – INTELIGÊNCIA

Cabe à área de INTELIGÊNCIA administrar sistemas de informações, oferecendo subsídios à sua empresa, para decidir e planejar as mudanças necessárias. Através de canais de comunicação próprios, ela deve interagir com todos os organismos envolvidos, sejam de segurança pública ou privada, instituindo e exercendo mecanismos de controle do processo como um todo, de forma a proteger as informações importantes. Esses mecanismos devem envolver as atividades de investigação social dos quadros funcionais necessários e análise crítica dos serviços operacionalizados.

III – PRONTA-RESPOSTA

A área de emergência consiste em equipes de pronta-resposta que têm por objetivo fornecer reação imediata diante de situações emergenciais ou no atendimento a ocorrências em andamento, tais como:

•Seqüestro de funcionários e familiares;
•Ameaças de bombas;
•Incêndios;
•Alarme de Roubo

TRATAMENTO DE OCORRÊNCIAS 

Esta área tem como objetivo o atendimento técnico das ocorrências de segurança, assessorando diante de fatos atípicos, delituosos ou não, contra o seu patrimônio  ou de seu quadro funcional. Cessada a emergência, um profissional acompanhará toda a fase de investigação oficial, desde a elaboração dos registros policiais até o seu encerramento, dedicando ênfase para a recuperação de bens subtraídos.

IV – ESCOLTA VIP

A profissionalização moderna do crime não admite mais nenhum espaço para soluções improvisadas ou amadoristicamente arquitetadas por órgãos oficiais.

 A FLIT SOLUTION mantém profissionais com treinamentos internacionais na área de segurança de executivos e dignitários, adestrados de acordo com as mais modernas tendências das agências oficiais.

A estruturação de um gabinete de segurança pessoal envolve um estudo prévio do cotidiano no executivo a ser protegido, englobando-se nas pesquisas o nível de ameaça, situações geográficas de residência e de deslocamentos, sequestrabilidade, participação no panorama político-religioso etc., a partir do qual se estabelecerão normas e procedimentos para a escolta durante toda e qualquer movimentação do executivo e, principalmente, do quantificação humana e equipamental a ser engajada na missão.

Todos os nossos  agentes de segurança, que nas horas vagas são  policiais altamente recomendados nas respectivas Instituições,  estarão armados e portando rádio-comunicadores interligados entre si, com a base de operações da FLIT SOLUTION e seus inspetores, todos qualificados e renomados membros, também nas horas de folga,  da Polícia Civil.

Endereço: Avenida República de Araque nº 171 – Jardim Paulista – S.P. – PABX 171-171-171-171 – CEP 288288. 

H:Durante o final de semana, mais 18 policiais foram presos administrativamente pela Corregedoria da Polícia Militar 1

Domingo, 6 de junho de 2010 – 23h55

Ninjas

Mais 18 policiais são presos acusados de participação em grupo de extermínio

Renato Santana

Durante o final de semana, mais 18 policiais foram presos administrativamente pela Corregedoria da Polícia Militar. Com isso, o número de PMs presos sob suspeita de integrar um grupo de extermínio conhecido como Ninjas da PM
chega a 23 homens.

Caso haja evidências da participação desses policiais nas 23 mortes que ocorreram entre 18 e 26 de abril, a Corregedoria pode pedir a prisão preventiva dos acusados.

As detenções disciplinares começaram na última quarta-feira e devem continuar ao longo da semana, conforme as investigações descobrirem novos suspeitos. Todos foram levados para a Corregedoria, na Capital, e ficarão presos durante cinco dias.

EX-CORREGEDOR DE PIRACICABA RELATIVIZA O DEVER DE RESIDIR NA SEDE DE EXERCÍCIO:”Acho bacana que haja esse bairrismo, mas o mais importante é que o delegado tenha uma equipe motivada e ele esteja preocupado e envolvido em resolver os problemas da cidade” 7

Café JC: delegado Roberto José Daher

06/06/2010 – 06h34 , Atualizado06/06/2010 – 06h34
O NOVO DELEGADO SECCIONAL ROBERTO JOSÉ DAHER FALA AO JC SOBRE AS ACUSAÇÕES DA DEFESA DO EX-VEREADOR FERNANDO GODOY, DE QUE A POLÍCIA TERIA TORTURADO OS ACUSADOS. COMENTA AINDA SOBRE OS DESAFIOS À FRENTE DA DELEGACIA EM RC E AFIRMA QUE O COMBATE AO TRÁFICO DE DROGAS É A PRIORIDADE NÚMERO UM
 
Carla Hummel, Janyne Godoy, Sidney Navas e Marcelo Lapola, o novo delegado seccional de Rio Claro disse ainda que a prioridade número um de seu trabalho será o combate ao tráfico de drogas. “É a partir do tráfico de drogas que a violência aumenta em um cidade. Na Dise [Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes] será colocado em operação um equipamento de primeira linha para escutas telefônicas e monitoramento. Este equipamento foi doado pelo Conselho Maçônico local. Vamos atuar muito no setor de inteligência para prender e coibir o traficante em Rio Claro e demais cidades de abrangência da Seccional”, ressaltou o delegado.
Para Roberto, o principal desafio da Polícia Civil em todo o Estado é lidar com a falta de recursos humanos. “É um problema geral da Polícia, mas que vem sendo sanado aos poucos”, completou.

FECHA-BARES

De acordo com o delegado, em suas análises na estatística de crimes ocorridos em Rio Claro nos últimos tempos, há uma tendência de queda. “O número de homicídios, por exemplo, ainda é muito alto, se compararmos aos de cidades maiores que Rio Claro. Mas, com o trabalho conjunto das polícias e Guarda Municipal, bem como medidas de legislação local, como a lei “fecha-bares”, podem fazer essa estatística diminuir consideravelmente”, disse Roberto.
Segundo Roberto, a lei que limita o horário de funcionamento de bares, bem como carrinhos de lanche, ajuda a diminuir a criminalidade. Como argumento, ele cita o exemplo da cidade de Sumaré, onde trabalhou como delegado titular. “Na época em que assumi, Sumaré era considerada a cidade mais violenta do Estado. Muitas medidas foram adotadas, como a lei fecha-bares, criação de um batalhão da polícia militar e muita participação da sociedade. O resultado foi que houve uma diminuição de 50% no número de homicídios”, contou o delegado.
Paulistano de nascimento, Roberto já contabiliza mais de 20 anos na Polícia Civil e já atuou inclusive na Corregedoria da Polícia Civil, na área de abrangência do Deinter-9, com sede em Piracicaba.

PAPEL DA POLÍCIA CIVIL

Roberto acredita que uma maior proximidade da Polícia Civil junto à comunidade é de grande importância no combate à criminalidade. Ele elogia os Consegs (Conselhos de Segurança) em Rio Claro. “Logo que cheguei aqui, percebi os Consegs muito atuantes. Acredito muito nessa participação direta da sociedade próxima à Polícia Civil. Nós, que temos a atribuição de atuar na apuração dos crimes, dependemos muito de informações. E a maioria das denúncias chega através da comunidade”, afirmou.
Essa proximidade da sociedade, segundo ele, também é importante como forma das pessoas entenderem melhor o papel da Polícia Civil. “Nossa atividade é essencialmente a apuração dos crimes. Atuamos justamente quando os órgãos de repressão e prevenção ao crime falham. Também fazemos o policiamento preventivo em conjunto com a Polícia Militar. Acredito que muitas pessoas ainda não compreendam essa nossa atividade”, disse Roberto.
Ele disse que as expectativas são boas em relação ao trabalho a ser desenvolvido em Rio Claro. Segundo o delegado, uma das grandes preocupações é dar continuidade ao trabalho que já é realizado pelas delegacias especializadas, a fim de dar mais tranquilidade à sociedade rio-clarense.
Questionado sobre possíveis mudanças nas delegacias, Daher respondeu que, a princípio, não haverá. “Num primeiro momento, vou conversar com os delegados e saber das dificuldades enfrentadas para buscarmos soluções”, disse. Daher elogiou a atuação de seu antecessor, o delegado Antonio Luiz Tuckumantel, que ocupou o cargo de 18 de fevereiro a 24 de maio deste ano.

MORAR EM RC

Sobre o fato de em dez anos Rio Claro ter tido sete delegados seccionais, Roberto afirmou ser normal essa rotatividade. “Acontece em muitas regiões e depende muito de circunstâncias. O caso da saída do doutor Tuckumantel mesmo foi tão-somente por conta de um curso que ele irá fazer”, analisou.
Com relação ao fato de o delegado seccional ter de residir na cidade em que atua, Roberto, que atualmente mora em Paulínia, disse não haver ligação disso com a redução da criminalidade. “Acho bacana que haja esse bairrismo, mas o mais importante é que o delegado tenha uma equipe motivada e ele esteja preocupado e envolvido em resolver os problemas da cidade. Mas de qualquer forma pretendo vir morar aqui em Rio Claro. Gostei muito da cidade e fui surpreendido com o convite”, disse.
Roberto cita ainda os títulos de cidadão em Cosmópolis e Sumaré, por conta do trabalho efetivo de combate às drogas que desempenhou nos dois municípios.
Entre as coisas que mais o irritam, segundo Roberto, é saber que uma pessoa foi mal-atendida por um policial. “É preciso que o policial tenha consciência da importância do papel dele, que é servir à comunidade. E tudo começa pelo atendimento. Porque, quando alguém procura uma delegacia ou um policial, no geral está à procura da resolução de um problema. Mesmo que não possa resolvê-lo, o policial tem o dever de atender bem e encaminhar essa pessoa para a resolução desse problema”, ressaltou.

http://jornalcidade.uol.com.br/rioclaro/ultima-pagina/ultima-pagina/61096-Cafe-JC:-delegado-Roberto-Jose-Daher

FILHO DE AGENTE DA DENAR DE CAMPO GRANDE-MS VAI PARA A BALADA COM VIATURA DESCARACTERIZADA UTILIZADA PELO PAI…DURANTE A FESTA – ALÉM DE “BRINCAR” EFETUANDO DISPAROS COM PISTOLA, ACABOU DISPARANDO UMA CALIBRE 12 MATANDO UM COLEGA…ACHO QUE O RAPAZ TAMBÉM USAVA A COCAÍNA GUARDADA NA VIATURA 9

05/06/2010 13:22
Após filho de agente da Denar matar amigo com arma do pai, familiares da vítima revoltam-se
 
Éser Cáceres e Alessandra de Souza


 
 

O jovem Guilherme Henrique Santana de Andrea, de 22 anos, ainda não se apresentou à polícia depois que matou com tiro acidental o colega Ítalo Marcelo de Brito, de 27 anos, em uma festa na Vila Piratininga. A tragédia aconteceu ontem (4) e deve implicar civil, administrativa e criminalmente o pai de Guilherme, policial civil Pedro Wladimir de Andrea, da Denar (Delegacia de Narcóticos).

O disparo foi feito com uma arma da Polícia que o filho do agente achou no porta-malas da viatura, usada pelo pai para animar com som do veículo do poder público uma festa particular.

“Pode até ter sido um acidente lá na hora, mas o comportamento desse policial só podia acabar em tragédia mesmo”, disse uma testemunha que presenciou o homicídio e já prestou depoimento. Segundo ela, Pedro de Andrea sempre usou o fato de ser da Polícia Civil para “se mostrar” aos colegas durante festas e reuniões familiares.

Segundo a Polícia Civil, até o momento oito testemunhas já foram ouvidas no inquérito que apura a morte de Ítalo. Guilherme deve ser indiciado por homicídio culposo, ou seja, quando não houve a intenção de matar.

Já o pai dele, policial que atua na Denar (Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico), vai responder a processo administrativo na Corregedoria da Polícia Civil e pode também ser indiciado em inquérito policial por omissão de cautela porque deixou uma a da Polícia Civil chegar às mãos do filho.

“Se ele não for envolvido diretamente no inquérito que investiga a morte do Marcelo vai ser uma injustiça”, lamentou uma amiga da família do rapaz assassinado.

Choque nos amigos e tiros para cima com arma da Polícia

“É lógico que a conduta do filho foi causada pelo péssimo exemplo do pai. Como policial, ele devia agir diferente, mas sempre era ele quem causava problemas nas festas. Depois de beber um pouco, ele algemava colegas, dava choques e muitos tiros para cima. Todo mundo ficava com medo e ele achava o máximo”, conta.

Segundo a testemunha, poucos minutos antes do tiro que atingiu Ítalo no abdome e causou a morte dele antes de chegar ao hospital, o policial tinha inclusive realizado disparos para o alto.
A dona da casa onde a festa era realizada teria brigado com ele e tomado a pistola. “Já tinham se acalmado, mas o Guilherme foi mexer no som do carro e achou a espingarda, daí o Ítalo foi ver e os dois ficaram brincando, quando aconteceu o disparo”, relata.

Viatura da Polícia para animar festa particular com som

O carro que era usado para animar a festa com som, no caso, é uma viatura GM Blazer da Denar sem caracterização. “Em algumas ocasiões, quando há uma diligência programada, os agentes ficam com a viatura, mas vamos apurar para saber por que ela estava em uma festa particular”, disse o delegado titular da Delegacia, Marcos Takeshita, que está viajando.

Segundo informações de pessoas ligadas à família, o autor do disparo só deve se apresentar à polícia na segunda-feira para escapar do flagrante.

Alessandra de Souza
 

A testemunha que falou à reportagem disse que logo quando o acidente ocorreu, o policial civil tentou induzir as pessoas presentes nas primeiras declarações que foram feitas aos outros policiais no local do homicídio.

“Ele ficou alterado, queria dizer que a gente não tinha visto nada direito, mas eu estava sóbria. Tinha chegado não fazia nem uma hora e logo que chegamos, meu namorado buzinou para ele, que estava dentro da Blazer. O Pedro tirou a espingarda calibre 12 pela janela e mirou nosso carro, numa brincadeira de péssimo gosto. Deu no que deu”, lamenta

A Corregedoria da Polícia Militar prendeu entre anteontem e ontem mais 17 policiais militares suspeitos de envolvimento na série de homicídios ocorridos na Baixada Santista no mês de abril. 14

2010/06/06 at 10:01 – REPÓRTER AÇO

Desse jeito não sobrarão policiais militares na Baixada.

Fonte: Agora São Paulo

06/06/2010
PMs são presos por mortes na Baixada
Folha de S.Paulo

A Corregedoria da Polícia Militar prendeu entre anteontem e ontem mais 17 policiais militares suspeitos de envolvimento na série de homicídios ocorridos na Baixada Santista no mês de abril.

Desde quarta-feira, 22 PMs já foram presos. Os suspeitos foram transferidos de quartéis do litoral para a Corregedoria, na capital paulista, onde cumprirão prisão disciplinar de até cinco dias. Caso a Corregedoria encontre evidências da participação dos policiais nos 23 assassinatos ocorridos de 17 a 26 de abril, será pedida à Justiça a prisão temporária deles. Os nomes dos suspeitos não foram divulgados.

No início tarde de ontem, era intensa a movimentação de mulheres, advogados, amigos e familiares dos policiais na sede da Corregedoria, na Luz (centro de SP). A detenção dos suspeitos foi confirmada pelo Ministério Público, que está acompanhando as investigações. O Comando Geral da PM informou que não iria se posicionar sobre o assunto para “evitar problemas nas investigações”, feitas em conjunto com a Polícia Civil.

As prisões disciplinares dos 22 PMs só aconteceram depois que a Polícia Civil deteve três pessoas por porte ilegal de armas na quarta. Uma delas forneceu nomes de policiais que poderiam ter relação com as 23 mortes na Baixada.

A reportagem apurou que a Polícia Civil tem pelo menos dois focos de investigação. Um vai na linha de vingança de policiais pela morte do soldado da PM Paulo Rafael Pires, 27 anos, morto a tiros, em abril, no Guarujá. As outras 22 mortes ocorreram na sequência, a tiros. A outra suspeita é uma disputa de traficantes por pontos de venda de drogas na Baixada. Alguns dos detidos poderiam ter relação com essa briga.

DECAP: Portaria DPJC-5, de 4-5-2010, normatiza o controle de produção, por equipe de investigação, nas unidades policiais que compõem as Delegacias Seccionais de Polícia do Decap 26

sábado, 5 de junho de 2010
Diário Oficial – Poder Executivo – Seção I – pág. 17

 

Portaria DPJC-5, de 4-5-2010

 

Normatiza o controle de produção, por equipe de investigação, nas unidades policiais que compõem as Delegacias Seccionais de Polícia do Decap

 

O Delegado de Polícia Diretor do Departamento de Polícia Judiciária da Capital – Decap, no uso de suas atribuições legais, especificamente a de organizar mecanismos de controle interno, no âmbito da estrutura hierárquica
que lhe compete e,

 

Considerando que incumbe à Polícia Civil, por dispositivo constitucional, o desempenho das atividades de polícia judiciária e a apuração das infrações penais;

 

Considerando que a Administração deve atuar em consonância com os princípios que lhes são afetos, dentre os quais destaca-se o da supremacia do interesse público e o da eficiência;

 

Considerando que, na Instituição Policial Civil, o imperativo constitucional de eficiência, inscrito no artigo 37 da Carta Magna, deve ser compreendido como o desempenho das atividades de natureza policial com presteza, perfeição e rendimento funcional, com vistas à obtenção de resultados positivos no esclarecimento de crimes, objetivo fim da atividade de polícia judiciária, voltado para a consecução do jus puniendi;

 

Considerando a singularidade que distingue a atividade de investigação policial e a imperiosa necessidade de zelar para que a morosidade não se instale, comprometendo o sucesso das investigações policiais;

 

Considerando que compete à hierarquia a verificação da eficiência dos trabalhos policiais, e que a produção reveste-se de parâmetro para a aferição da prontidão e da qualidade dos serviços policiais prestados;

 

Considerando a possibilidade de indicação e inscrição, “ex officio”, de policial civil para curso de reciclagem compulsória junto à Academia de Polícia, nos termos da Portaria DGP-24, de 1º de maio de 2010, sempre que seu desempenho apresentar inadequação técnica decorrente de defasagem na formação ou no aperfeiçoamento profissional;

 

Considerando que a avaliação da ineficiência pode, ainda, sustentar a “suficiente motivação” para a remoção do policial civil, de uma a outra unidade policial, a teor do que dispõe o artigo 1º da Portaria DGP-22, de 16 de abril de 2010;

 

Considerando, por fim, que a ineficiência intencional e reiterada no serviço é ilícito funcional previsto no artigo 74, inciso III, da Lei Complementar nº 207/79 que, após correspondente apuração, à luz da legislação disciplinar ora vigente, pode sujeitar o policial a penalidade demissória, resolve:

 

Artigo 1º – Os Delegados Seccionais de Polícia deverão encaminhar, à Diretoria departamental, mensalmente, Relatório de Atividades de Investigação, referente à atuação dos policiais operacionais, necessário à avaliação de seu desempenho.

 

Artigo 2º – O Relatório de Atividades de Investigação deverá ser encaminhado, por meio eletrônico (via notes), até o dia 10 do mês subsequente, contendo:

 

01.- Composição das equipes de investigações de cada unidade, excluindo-se os policiais que exercem suas funções nos plantões;

 

02.- Indicação das viaturas utilizadas, por equipe, com a respectiva anotação dos quilômetros rodados;

 

03.- Quantidade, por equipe, de:
a) boletins de ocorrência recebidos;
b) relatórios negativos de investigações;
c) relatórios positivos de investigações, com a indicação do procedimento de polícia judiciária correspondente;
d) prisões em flagrante efetuadas, com a indicação do boletim de ocorrência e do número do inquérito policial instaurado;
e) procurados pela Justiça, recapturados;
f) ordens de serviço recebidas;
g) ordens de serviço cumpridas.

 

Artigo 3º – Esta portaria entrará em vigor na data de sua publicação.

BLOG DO IMBROGLIONE:Empresa de delegado de SP tem contratos de R$ 4 mi com o governo 4

05/06/2010…11:37

Empresa de delegado de SP tem contratos de R$ 4 mi com o governo

 

High society: delegado-empresário entre amigos famosos (Felipe Massa, Ronaldo e Kaká)

Caros leitores, uma pesquisa na Junta Comercial mostra que também há uma outra empresa de transportes aéreos no nome da mulher. No mercado da segurança privada, comenta-se sobre a existência de um helicóptero. Será? Também falam de imóveis em Miami. Será? Deve ser maldade destes invejosos do sucesso alheio.

http://blogdoimbroglione.wordpress.com/2010/06/05/empresa-de-delegado-de-sp-tem-contratos-de-r-4-mm-com-o-governo/

CARO ANDRÉ CARAMANTE: OS CONTRATOS DESSAS “EMPRESAS DE SEGURANÇA” COM ENTIDADES PÚBLICAS NÃO PASSA DE “VENDA DE RECIBO” COM OBJETIVO DE PECULATO…NÃO HÁ EFETIVA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS NOS TERMOS CONTRATUAIS…OUTRO DETALHE: ALGUMAS SERVEM APENAS PARA LAVAGEM DE DINHEIRO GANHO CRIMINOSAMENTE…QUER PROVAR: ABRA UMA EMPRESA DE SEGURANÇA, CONTRATE PESSOAL ESPECIALIZADO; DEVIDAMENTE REGISTADOS…FALÊNCIA EM SEIS MESES! 5

Mulher de delegado vende serviços de segurança

Corregedoria apura se chefe da delegacia de Cumbica é dono da empresa

A Cerco Segurança age em casos de sequestro; suspeita é que empresa use servidores públicos para favorecer clientes

ANDRÉ CARAMANTE
DE SÃO PAULO

A Corregedoria Geral da Polícia Civil de São Paulo investiga o delegado Carlos Alberto Achôa Mezher, chefe da delegacia do aeroporto de Cumbica, sob a suspeita de que ele explore o ramo da segurança privada.
A Cerco Segurança Patrimonial e Vigilância Ltda. é registrada em nome de parentes do delegado: Mague Achôa Mezher e Patrícia Verginelli Mezher -mulher dele.
A suspeita é que ele seja o verdadeiro dono da empresa, que oferece justamente serviços que são atribuições do policial: “pronta resposta” para sequestro e ameaças de bomba, por exemplo.
A Corregedoria também investiga se a Cerco, por influência do delegado Mezher, usa servidores públicos para favorecer clientes -outro serviço oferecido é de “agilizar a retirada de documentos” como cédula de identidade e passaportes.
A empresa firmou nos últimos anos contratos de mais de R$ 4 milhões com o Estado e a Prefeitura de São Paulo, segundo documentos da investigação.
A Lei Orgânica da Polícia Civil não veda participação de policial como cotista de empresa privada, muito menos de seus parentes, mas o policial não deve participar do dia a dia da empresa, seja qual for seu ramo.
Mezher não aparece nos registros da Cerco Segurança, mas a Corregedoria investiga se ele atua por trás dos negócios.
A delegacia de Cumbica, onde trabalha Mezher, é vinculada à Divisão e Portos, Aeroportos, Proteção ao Turista e Dignitários da Polícia Civil.

PROTEGER AUTORIDADES
Outro serviço vendido pela empresa é de proteção de dignitários (autoridades).
“A Cerco mantém profissionais com treinamentos internacionais na área de segurança de executivos e dignitários, adestrados de acordo com modernas tendências das agências oficiais”, propagandeia a empresa.
Alguns dos contratos da Cerco envolvem a Secretaria de Estado da Educação, a CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) e o autódromo de Interlagos.
Em algumas das ligações da reportagem para a empresa nos últimos dias, funcionários disseram que o delegado não tem mais ido até lá.
Mezher é bem relacionado. Em fevereiro, ele foi à festa do primeiro aniversário de Luca, filho de Kaká, camisa 10 da seleção brasileira.
Nas fotos da festa publicadas por uma revista de celebridades, o delegado é abraçado por Ronaldo Fenômeno e Kaká, junto com o piloto Felipe Massa, da F-1

OUTRO LADO

Delegado diz que nada sabe sobre firma de segurança

“Deve ter um equívoco; vou ver as informações e, com o maior prazer, te atendo”, disse ele na quarta e não mais falou

DE SÃO PAULO

O delegado Carlos Alberto Achôa Mezher, chefe da delegacia do aeroporto de Cumbica, afirmou não ter nenhum tipo de vínculo com a Cerco Segurança Patrimonial e Vigilância Ltda.
“Não estou sabendo [de investigação da Corregedoria da Polícia Civil], não estou sabendo de empresa de segurança, eu não estou sabendo de nada”, disse Mezher.
“Esse tipo de assunto [possível exploração de segurança privada] fale direto com o meu [delegado] divisionário, esse assunto não compete a mim, eu não sei de empresa de segurança nem nada”, continuou o policial civil.
Questionado sobre a propriedade da empresa, Mezher respondeu: “Deve ter algum equívoco. Vou levantar essas informações e, com o maior prazer, eu te atendo para verificar algum equívoco de informação de empresa”.
Na quarta, ao ser questionado sobre Patrícia Verginelli Mezher, sua mulher e uma das donas da Cerco Segurança, o delegado disse que iria se informar mais sobre ela e voltaria a falar com a Folha ainda naquele dia.
Documentos do Tribunal de Justiça de SP mostram Patrícia Mezher e o delegado de Cumbica em pelo menos 13 ações cíveis ao lado da Cerco Segurança e Cerco Service Monitoração Ltda., uma outra empresa investigada como da família do policial.
Ontem, a reportagem voltou a procurar Mezher na delegacia de Cumbica, mas ele não quis falar novamente.
Segundo um policial, Mezher “estava no saguão [do aeroporto], onde foi atender um pessoal amigo dele”.
Ainda na tarde de ontem, o mesmo funcionário confirmou à Folha que o próprio delegado Mezher disse saber da investigação em andamento na Corregedoria.
O delegado Roberto Krasovic, chefe de Mezher e, segundo ele, responsável por prestar esclarecimentos sobre o caso, não respondeu aos pedidos de entrevista.
Krasovic é o delegado chefe da Divisão de Portos, Aeroportos, Proteção ao Turista e Dignitários da Polícia Civil. Foram cinco tentativas para entrevistá-lo sobre Mezher.

EMPRESA NÃO FALA
Também desde quarta-feira, a reportagem tenta entrevistar os responsáveis pela Cerco Segurança, mas ninguém foi encontrado.
O delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, Domingos Paulo Neto, foi procurado ontem para se manifestar sobre o caso, mas também não atendeu ao pedido de entrevista.
A investigação sobre uma possível exploração de segurança privada por parte de Mezher está na Divisão de Apurações Preliminares da Corregedoria-Geral da Polícia Civil, sob o comando do delegado José Boucinhas Neto. (ANDRÉ CARAMANTE)

O chefe da delegacia do aeroporto de Guarulhos, delegado Carlos Alberto Achôa Mezher, é investigado pela Corregedoria Geral da Polícia Civil de São Paulo por suspeita de ligação com uma empresa do ramo da segurança privada…AÇO, QUEM É DONO DE EMPRESA DEVERIA FICAR NO PLANTÃO! ORA, QUEM PRECISA SER TITULAR DE BOCA RICA SOMOS NÓS! NÃO TÁ CERTO ELES LEVAREM DE TODOS OS LADOS, ENQUANTO A GENTE SÓ GANHA ATRÁS 19

2010/06/05 at 12:24 –  REPORTER AÇO

No fim da década de 1980 CERCO significava Corpo Especializado de Repressão ao Crime Organizado, criação do Quércia e Amândio.Muito foi gasto com viaturas e afins.

Agora Cerco tem outro significado.

E eu não fei de nada, companheiro.

Fonte: Notícias Terra

Delegado é investigado por venda de serviços de segurança
05 de junho de 2010 • 09h08 • atualizado às 09h13

O chefe da delegacia do aeroporto de Guarulhos, delegado Carlos Alberto Achôa Mezher, é investigado pela Corregedoria Geral da Polícia Civil de São Paulo por suspeita de ligação com uma empresa do ramo da segurança privada. De acordo com o jornal Folha de S.Paulo, a Cerco Segurança Patrimonial e Vigilância Ltda. está registrada em nome de parentes do delegado: Mague Achôa Mezher e sua mulher Patrícia Verginelli Mezher.

Contudo, existe a suspeita que o delegado seja o verdadeiro dono da empresa, devido aos supostos serviços oferecidos pela Cerco, tais como “pronta resposta” para sequestro e ameaças de bomba, além da “agilização a retirada de documentos” como cédula de identidade e passaportes. Mezher afirmou não ter nenhum tipo de vínculo com a Cerco Segurança Patrimonial e Vigilância Ltda. “Não estou sabendo de investigação, não estou sabendo de empresa de segurança, eu não estou sabendo de nada”, disse o delegado.