PALAVRAS DO DG ¨PRA MIM DEVERIA EXISTIR DELEGADO, MEDICO LEGISTA, PERITO E RESTO POLICIAL” ( quem, quando e onde caiu tal perdigoto mental ) 267

Enviado em 08/04/2011 às 16:52- BARRIGA D’AGUA

PALAVRAS DO DG ¨PRA MIM DEVERIA EXISTIR DELEGADO, MEDICO LEGISTA, PERITO E RESTO POLICIAL”

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Palavras do Flit: prá mim só deveria existir  o resto!

Nem Polícia Nem Bandido Golpe de Estado
NEM POLÍCIA NEM BANDIDO

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(Catalau/Helcio Aguirra)

Tem gente que usa / na mesma blusa
Dois distintivos
Tem gente que ajuda (abusa)
Nem é policia, nem é bandido
Sai da boca do luxo / sai da boca do lixo
Sai de todas as boca do mendingo e do rico
Cigano sem destino / clandestino, sem visto
Tá baleado mas não está ferido
Tá sossegado no meio do perigo
Não foi pra guerra
Mas é guerrilheiro
Quando nasceu já era estrangeiro
No meio dessa zona / agente tem que se virar
Levanta vem pra tona / pra poder respirar
Quem tà com tudo / não tem nada a conquistar
Quando tudo já se encontra fora de lugar
Tem algo errado, mas tá tudo certo
O que era água vai virar deserto
Tem algo errado, mas tá tudo certo
O que tava longe tá chegando perto
Sai da boca do luxo
Sai da boca do lixo
Sai de todas as bocas
Do mendingo e do rico
Tá com o mesmo uniforme
Mas não joga no time
Não fez nada de bom
Nem cometeu nenhum crime
Foi pro tribunal, mas não foi julgado
Não é inocente, nem é culpado
Não foi pra guerra, mas é guerrilheiro
Quando nasceu já era estrangeiro

Ex-frequentador do baixo meretrício mostra seu caráter e, mesmo assim, morre como um herói. Alencar está a caminho da canonização. 21

———- Mensagem encaminhada ———-
De: mondadori
Data: 8 de abril de 2011 13:25
Assunto: José Alencar – quem foi:
Para: dipol@flitparalisante.com


grato
Sérgio Ricardo Mondadori

Ex-frequentador do baixo meretrício mostra seu caráter e, mesmo assim, morre como um herói. Alencar está a caminho da canonização. 

Texto de Ucho Haddad

No Brasil, a exemplo do que ocorre em boa parte do planeta, exigir coerência no mundo político é a mais hercúlea das tarefas. Quiçá não seja uma empreitada completamente impossível. Quando um político passa para o outro lado da vida, se é que isso de fato existe, suas mazelas chegam à sepultura muito antes do cadáver. O mau vira bom, o desonesto vira honesto, o implacável vira um coitado. Sem querer duvidar da sua honestidade, esse cenário já recobre a morte de José Alencar Gomes da Silva, vice-presidente da República nos dois mandatos de Lula da Silva (2003-2010), que morreu em São Paulo após mais de uma década de luta contra um câncer abdominal.

 

 

Tão logo subiu a rampa do Palácio do Planalto pela primeira vez, José Alencar não demorou a tecer suas críticas contra as altas taxas de juros. Mal sabia Alencar que os banqueiros derramaram verdadeiras fortunas na campanha de Lula e ao incauto povo brasileiro cabia pagar a conta. Como cabe até hoje. E o esperneio discursivo do empresário José Alencar pouco adiantou. Fosse um homem coerente, Alencar teria alcançado o boné e renunciado. Só não o fez por conta de interesses maiores.

 

Ano e meio depois de tomar posse ao lado de Lula, o simpático José Alencar adotou obsequioso silêncio diante do escândalo que ficou nacionalmente conhecido como “Mensalão do PT”, esquema criminoso de cooptação de parlamentares que trocaram a consciência por um punhado de dinheiro imundo. É verdade que todos são inocentes até prova em contrário, mas no PT de outrora rezava a regra de que para condenar alguém bastavam apenas evidências. A profecia é de autoria de José Dirceu de Oliveira e Silva, o Pedro Caroço, figura com a qual José Alencar conviveu sem qualquer reserva.

 

O agora santificado José Alencar apostou nas palavras do companheiro Lula, que certa vez disse com todas as letras que a China é uma economia de mercado. Certo de que o parceiro palaciano sabia das coisas, Alencar deflagrou um processo para abrir uma unidade de seu conglomerado têxtil no país da lendária muralha. Mesmo com o Brasil sofrendo há anos a concorrência desleal dos fabricantes chineses de tecidos e afins, Alencar exigiu que o projeto fosse cumprido à risca. E o mercado brasileiro de tecidos, que deveria ser defendido pelas autoridades verde-louras e também pelo então vice-presidente, foi mandado às favas inclusive por José Alencar.

 

Por ocasião da CPI dos Correios, que acabou investigando a fonte de financiamento do Mensalão petista, o nome da Coteminas veio à baila, pois a empresa de José Alencar recebeu em uma de suas contas bancárias um depósito de R$ 1 milhão feito pelo PT. Alencar, que logo tratou de isentar de qualquer culpa o seu conglomerado empresarial, alegou que as explicações deveriam ser cobradas do próprio PT. A operação, segundo José Alencar, decorreu do fornecimento de 2,75 milhões de camisetas aos candidatos petistas nas eleições municipais de 2004. O então presidente nacional do PT, Ricardo Berzoini, informou a José Alencar, horas depois da eclosão do escândalo, que o repasse à Coteminas não foi contabilizado pelo partido. A dívida, de R$ 12 milhões, correspondia à época a 50 carretas abarrotadas de camisetas. Para contemplar as necessidades de Lula e Alencar, o caso foi devidamente abafado.

 

Guindado ao Ministério da Defesa por decisão de Lula, o empresário José Alencar viu a sua Coteminas vender cada vez mais uniformes para o Exército brasileiro. Coincidência? Talvez, mas na política essa palavra não existe no dicionário.

 

Em 2006, ao aceitar o convite para novamente fazer dupla com Lula da Silva, José Alencar acabou por endossar o “Mensalão” e outros tantos escândalos de corrupção patrocinados pelo Partido dos Trabalhadores e por muitos palacianos. Na ocasião eclodiu o escândalo do Dossiê Cuiabá, conjunto de documentos apócrifos para prejudicar os então candidatos tucanos Geraldo Alckmin e José Serra. Mais uma vez, diante de um novo escárnio com a digital da esquerda brasileira, Alencar preferiu submergir.

 

No quase infindável imbróglio da Varig, coube a José Alencar aproximar o empresário Constantino Oliveira, o nada diplomático Nenê, do presidente Lula, que implorou para que o dono da Gol comprasse a outrora mais importante companhia de aviação do País. Muito estranhamente, Nenê Constantino, tão mineiro quanto José Alencar, atendeu aos apelos de Lula e arrematou a Varig por US$ 300 milhões, uma empresa que estava resumida à própria marca. Até hoje ninguém conseguiu entender a transação que nem mesmo o mais incauto investidor seria capaz de apostar suas economias, mas o universo do poder tem essas situações inexplicáveis.

 

Em agosto de 2010, ao ser entrevistado pelo apresentador Jô Soares, o nada elegante José Alencar aceitou falar sobre o processo de investigação de paternidade que lhe movia Rosemary de Morais, sua suposta filha, e a recusa em se submeter a um teste de DNA. Ao apresentador global o agora bonzinho José Alencar repetiu o que disse à Justiça. Que a mãe de sua suposta filha era prostituta e que ele [José Alencar] foi um frequentador contumaz das zonas de meretrício das cidades onde morou desde jovem. Ao expor a mãe da sua suposta filha de forma tão covarde e aviltante, José Alencar não apenas escancarou o seu caráter, mas mostrou ao mundo ser ele alguém bem diferente daquele que hoje, após a morte, a consternada população brasileira tenta canonizar.

 

Ter pena de José Alencar por conta da sua luta contra o câncer não causa espanto. Mas há milhares de brasileiros na mesma situação de Alencar e que lamentavelmente dependem do sistema público da saúde para lutar contra a morte. Esses sim são bravos lutadores, dignos de pena e do respeito incondicional de todos.

 

Em momento algum quero festejar a morte de alguém, até porque esse é o tipo de atitude que não se toma nem mesmo com os mais figadais inimigos, mas não se pode alçar aos céus com tanta rapidez quem ainda tem contas a acertar com o Criador.

 

De igual maneira, a minha manifestação não se trata de moralismo oportunista, mas serve como apelo aos brasileiros para que releiam a recente história política nacional e que mantenham a coerência no momento em que mais um político se despede da vida terrena.

 

Errar é humano, é verdade, mas o erro pontual pode ser transformado em plataforma de acertos futuros se o errante tiver um mínimo de massa cinzenta. Como sempre escrevo, digo e não canso de repetir, sou o melhor produto dos meus próprios erros. Ainda bem! E é por isso que espero que no momento da minha morte os meus inimigos preservem a coerência e mantenham as críticas que me fizeram ao longo da vida. Só assim descansarem em paz, ciente de que mesmo longe dessa barafunda continuarei coerente e incomodando.

 

O meu finado pai, que tantos bons exemplos me deixou, por certo não encontrou minha mãe na zona mais próxima, mas os que me odeiam podem continuar me chamando de filho da puta – o genial Jânio Quadros dizia que o melhor é se referir ao desafeto como “filho de puta” – com a anuência da minha respeitadíssima genitora. Fora isso, é preciso considerar que, assim como acontece com os árbitros de futebol, jornalistas políticos polêmicos sempre têm uma mãe sobressalente para os costumeiros e inevitáveis xingamentos.

E que o Criador escute as minhas preces e dispense ao ser humano José Alencar o tratamento devido, pois a sua luta pela vida foi inglória. Amém!

 

Fonte:

http://ucho.info/de-frequentador-da-zona-a-critico-dos-juros-altos-jose-alencar-esta-a-caminho-da-canonizacao

E a familia cremou o corpo para anular o DNA!!

“A Corregedoria prometeu me preservar, mas a prova de que isso não aconteceu é que eu estou falando com você nesse momento” 37

‘Fui traída pela polícia’, diz testemunha que denunciou PMs em Ferraz de Vasconcelos (SP)

Do UOL Notícias*
Em São Paulo

Mulher denuncia execução praticada
por policiais militares em São Paulo

Traída pela polícia. É assim que se sente a mulher que, no último dia 12 de março, ligou para o 190 e contou como dois soldados da Polícia Militar de São Paulo estavam matando, naquele momento, Dileone Aquino no Cemitério das Palmeiras, em Ferraz de Vasconcelos (SP), com um tiro no peito.

Traída porque o seu ato de coragem foi divulgado pela polícia, o áudio do telefonema não distorceu sua voz e agora,  depois de um mês, muita gente já pode saber quem ela é. “A Corregedoria prometeu me preservar, mas a prova de que isso não aconteceu é que eu estou falando com você nesse momento”, disse a testemunha ao repórter Josmar Jozino, do jornal Agora SP, por telefone.

A partir do telefonema da mulher ao 190 os soldados foram identificados e presos. A promotora Priscilla Bergamaschi Moretti, do 4º Tribunal do Júri, informou que irá pedir a degravação do áudio para identificar e ouvir a testemunha. “Eu não tenho mais nada a acrescentar”, disse a mulher ao jornal Agora. “A fita já é suficiente.”

Hoje, os PMs estão presos e ela está sob proteção da Corregedoria da Polícia Militar, mas a Secretaria de Justiça de São Paulo quer colocá-la no Programa de Proteção a Testemunha (Provita).

*Com informações do jornal Agora SP

O Dr. ARCHIMEDES ADERIU AO BOATO DE SER O TERRORISTA CRISTÃO PROSÉLITO DO ISLAMISMO…MAS FREUD EXPLICA MELHOR QUE DELEGADO: O FIEL NÃO FOI REJEITADO PELAS MENINAS DA ESCOLA, FOI REJEITADO PELA FALECIDA MÃE NATURAL…QUEM DETESTA A MÃE, MATA MULHERES…DIZIA – ou quis dizer – O FAMOSO DOCTOR ANTHONY PERKINS 81

Do massacre em Realengo nasce um herói policial

(*Archimedes Marques)

 

O brutal e inexplicável assassinato em massa praticado pelo frio e calculista marginal, Wellington Menezes de Oliveira, contra inocentes estudantes na flor da idade ocorrido na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, Zona Oeste do Rio de Janeiro, deixou até o presente momento 11 famílias em eterno sofrer com a perda prematura dos seus entes queridos em tragédia jamais esperada e esquecida.

O massacre que fez chorar todos os brasileiros e, porque não dizer, todas as pessoas de sentimento, deixa o país de luto e mostra também a vulnerabilidade em que todos vivemos.

Facilmente o assassino adentrou na escola dizendo ter sido convidado para dar uma palestra aos alunos, subiu dois andares do prédio e entrou numa sala onde aproximadamente 40 alunos da nona série assistiam a uma aula, abrindo fogo contra os estudantes que um dia esperavam vencer na vida. Da rápida ação criminosa 11 adolescentes tiveram as suas vidas interrompidas por conta de uma pessoa totalmente insana e desprovida de qualquer sentimento de amor ou compaixão.

Alguns alunos que foram baleados estão em estado grave de saúde devido os tiros terem acertado pontos vitais dos seus organismos e correm sérios risco de morte ou de sofrerem seqüelas irreparáveis para o resto das suas vidas.

Após o ataque naquela sala de aula, o assassino não satisfeito da sua sede por sangue, ainda muito bem municiado e armado com dois revolveres calibre .38, pelo corredor tentava chegar a escada e subir para uma conseqüente  investida noutra sala, fato não concretizado em virtude de ter encontrado no seu caminho um bravo, corajoso e valoroso policial que o fez parar com um tiro na perna e, este por sua vez, na sua desvairada loucura, cometeu o suicídio  antes do previsto, atirando contra a sua própria cabeça.

O destemido herói, 3º Sargento Marcos Alves, do Batalhão da Polícia Rodoviária, estava trabalhando próximo a escola e tomou conhecimento do fato através de dois alunos feridos acompanhados de uma professora que, em pânico, corriam pela rua pedindo socorro. Em detrimento da sua real e nobre missão, o Sargento logo chegou ao trágico local e impediu um massacre maior.

A carta de teor fundamentalista encontrada no bolso do assassino, cujo texto dizem conter frases desconexas e incompreensíveis, com menções ao Islamismo e até mesmo práticas terroristas, parece ser tão confusa quanto o seu autor.

O fato dele ter matado 10 meninas e 1 só menino, assim como, pelo fato da maioria dos feridos também ser do sexo feminino, comprova que o seu objetivo era matar somente elas. Os estudantes foram atingidos por balas perdidas dos seus alvos.

Teria no Islamismo menção somente a exterminar mulheres?… Por qual razão ele entendia que só as meninas eram pessoas impuras?… Respondo a tais interrogações com uma motivação simples e lógica: O assassino foi rejeitado pelas suas colegas de sala quando estudou naquela escola e por isso criou na sua mente doentia e criminosa essa maldita vingança.

Assim, é fácil de concluir que se não fosse o grande herói, Sargento Alves, certamente a matança seria bem maior, e além das 11 vítimas fatais e 13 adolescentes feridas, outras tantas famílias, principalmente oriundas das meninas estudantes, estariam chorando em desespero, pois enquanto tivesse munição o assassino não pararia de matar para no final praticar o tramado suicídio.

Os atos do Sargento Alves, além de o tornarem um digno herói, massageiam o ego dos verdadeiros policiais e nos trás orgulho de ser Polícia na mais pura expressão da palavra.

 

(Delegado de Policia no Estado de Sergipe. Pós-Graduado em Gestão Estratégica de Segurança Publica pela Universidade Federal de Sergipe) archimedes-marques@bol.com.br

 

 

SECRETÁRIO FUNDADO EM PARECER JURÍDICO – DE EXCEÇÃO – INSTALA COMISSÃO INVESTIGATIVA 17

Enviado em 07/04/2011 às 19:57 -HOMEM QUEN SABIA DEMAIS

FERREIRA PINTO QUER SABER QUE NEGÓCIO É ESSE:
ATENÇÃO: CG – 1/2011 – EMPRÉSTIMO FINANCEIRO ENTRE SERVIDORES DA PASTA – APURAÇÃO PRELIMINAR.

D.O.E 07/04/2011, PODER EXECUTIVO SEÇÃO I – PAG 10.

ACESSE: http://www.imprensaoficial.com.br

Portaria CG – 1, de 6-4-2011
Instaura Procedimento de Averiguação Preliminar
A Chefe de Gabinete da Secretaria da Segurança Pública
do Estado de São Paulo, em conformidade com o Parecer nº
930/11 da Consultoria Jurídica e com fundamento nos termos
dos artigos 264 a 267 da Lei nº 10.261, de 28 de outubro de
1968, alterada pela Lei Complementar nº 942, de 06 de junho
de 2003, resolve:
Artigo 1º – Instaurar Apuração Preliminar para averiguar
eventuais irregularidades na conduta de (ex)servidores da Pasta
que realizaram empréstimo financeiro entre si.
Artigo 2º – Para proceder à referida apuração, fica constituída
a Comissão de Apuração Preliminar, formada pelas senhoras
Joyce Luziara Correa, RG 34888529 SSP/SP, Elizabete Ribeiro
Albernaz, RG 11383960 SSP/RJ e Maria Julia Pivato de Oliveira,
RG 16407992 SSP/SP, sob presidência da primeira nomeada.
§ Único – Os membros ora designados atuarão sem prejuízo
das atribuições normais de seus cargos, devendo iniciar de imediato
o trabalho de apuração e concluí-lo no prazo de 30 dias.
Artigo 3º – A Comissão de Apuração Preliminar deverá
oferecer relatório fundamentado a respeito dos fatos apurados
e encaminhá-lo para a Chefia de Gabinete.
Artigo 4º – Esta portaria entrará em vigor na data de sua
publicação.

MÁRIO AIDAR: ESSA “CLASSE” NÃO MERECE ATENÇÃO E CONSIDERAÇÃO…FALE PELO SEU CARGO ( INSTITUIÇÃO NACIONAL ) , PELAS NECESSIDADES DOS PARES E DEFENDA O INTERESSE DE TODOS OS MEMBROS DA POLÍCIA CIVIL…NUNCA RENUNCIE! 74

Enviado em 07/04/2011 às 19:11–  INDIGNADO

Por favor Mario Aidar,
PARE DE EXPOR A CLASSE!!!!

O que vc faz é em desfavor de toda uma classe, classe esta que está contra vc!!!

Não fale por nós delegados de polícia.

Enviado em 07/04/2011 às 19:13INDIGNADO

Outra coisa: SEJA HOMEM E RENUNCIE AO SEU CARGO DE DIRETOR DE BOSTA DA ADPESP.
A ADPESP não precisa de vc!!!!

Espero apenas que vc CUMPRA o que postou há alguns dias e não se candidate a nada no final do ano, pois se mudar de idéia voce será desmoralizado em plena campanha!

NOVA CAMPANHA DE DESARMAMENTO DO GOVERNO: ENTREGUE SEU LIVRO SAGRADO , digo, SUA ARMA 15

Enviado em 07/04/2011 às 18:48 – HOMEM QUE SABIA DEMAIS

OLHA A POLITICAGEM AÍ, o cidadão de bem vai se ferrar mais uma vez e o policial será o culpado.

Governo | 12:10
Atentado apressará campanhas do governo pelo desarmamento

O atentado contra a escola de Realengo, no Rio de Janeiro, que resultou até agora em nove mortes, fará o governo apressar a retomada das campanhas de desarmamento.

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, já vinha defendendo a retomada dessas campanhas, desde a divulgação dos números do Mapa da Violência 2011 – Os Jovens do Brasil, que reúne dados coletados entre 1998 e 2008.

O ministro apontou que em 2003 foi instituído o Estatuto do Desarmamento, seguido pela promoção de campanha para a entrega voluntária de armas. Resultado: entre 2003 e 2005 a taxa de homicídios nacional caiu de 28,9 em cem mil habitantes para 25,8.

Entre 2007 e 2008, no entanto, com o relaxamento das campanhas, a taxa voltou a subir, passando de 25,2 para 26,4 homicídios em 100 mil habitantes.

Adpesp retransmite o pedido de renúncia do vice-presidente Dr. Sergio Roque…( ALIÁS, EXTEMPORÂNEO…NEM SEQUER DEVERIA TER ASSUMIDO ) 20

06/04/2011 – Adpesp retransmite o pedido de renúncia do vice-presidente Dr. Sergio Roque

 A Adpesp informa que o Dr. Sergio Roque apresentou no último dia 3, domingo, sua renúncia como vice-presidente da atual gestão da Associação. O doutor explicou que sua decisão se deu em virtude de razões pessoais, e deixou, como último desejo no cargo, “sinceros votos de êxito na luta pela classe respeitosamente”.

 https://flitparalisante.wordpress.com/2009/12/19/nota-da-adpesp-nesta-eleicao-alguns-dos-candidatos-eleitos-sao-oriundos-de-outras-chapas-com-grandeza-de-alma-os-alguns-poderiam-renunciar/

TEMPERATURA MÁXIMA – REUNIÃO DE HOJE NA ADPESP 31

———- Mensagem encaminhada ———-
De: mario
Data: 7 de abril de 2011 01:14
Assunto: TEMPERATURA MÁXIMA – REUNIÃO DE HOJE NA ADPESP
Para: DELPOL PC RESISTÊNCIA <delpolpc-resistencia@googlegroups.com>, dipol@flitparalisante.com
Colega Guerra e demais colegas honrados do DELPOL -PC RESISTÊNCIA
 
 
Como diretor da ADPESP, estou bastante preocupado sobre os rumos da reunião de logo mais.
 
Escrevo isso, pois fui informado sobre a “operação de guerra” armada com a finalidade de se levar apoiadores da senhora presidente à reunião. A mobilização foi grande!!! Pela primeira vez na história da atual diretoria da ADPESP percebemos um interesse em se mobilizar a classe. Pena que para isso tenham se valido da Administração Superior. Tal empenho não foi visto nem na Operação Padrão. Aliás, salvo algumas exceções, as equipes que efetuaram as visitas nas delegacias eram integradas pelos colegas “banidos” do DELPOL-PC, hoje no DELPOL-RESISTÊNCIA.   
 
Postagens em grupos de e-mails, redigidas por apoiadores da atual estratégia política da ADPESP, chegaram a clamar que nossa presidente apenas não renunciaria, caso seus apoiadores estivessem em massa, logo mais na reunião.
 
Com isso, o clima esquentou bastante, razão pela qual peço a todos aqueles que hoje comparecerão à reunião – MUITA CALMA.
 
Ao contrário do propalado, nunca pretendemos derrubar a presidente, pessoa que merece o nosso mais profundo respeito, mas sim questioná-la acerca de algumas estratégias adotadas.
 
Somente através do flit, apesar das ofensas recebidas, foi que conseguimos dar ao caso a atenção merecida, pois boa parte dos delegados estavam dormindo em berço esplêndido, aguardando o cumprimento das promessas de julho do PSDB.
 
Como já falei, na qualidade de diretor de entidade de classe, somente acredito em promessas PSDBistas quando o dinheiro estiver na minha conta.
 
QUAL O MOTIVO DE TER ME SOCORRIDO AO FLIT ?
 
Assim procedi por conta das reiteradas censuras havidas no DELPOL-PC, haja vista que todos os que discordam da política da presidencia da ADPESP são “banidos” do grupo. E olha que a ofensa contra nós “come solto”, mas isso ninguém censura.
 
Criamos o DELPOL- PC Resistência como uma alternativa àqueles que estão cansados de comer a mesma comidinha, ouvir as mesmos textos motivacionais etc, destinados a colegas com senso crítico e que pretendem se manifestar sem que os seus textos sejam remetidos à corregedoria. Corre a “boca pequena” que até representação na corregedoria nossa presidente já fez, em desfavor de uma colega, hoje no DELPOL RESISTÊNCIA. O delegados “Resistentes” estão sendo perseguidos como na inquisição, só falta a fogueira.
 
Somente através do flit conseguimos a democratização das informações na ADPESP, fato que ocorrerá daqui algumas horas.
 
ESTRATÉGIAS
 
Assim que assumimos a diretoria, imediatamente nos afastamos da “Representação Coletiva”, visto que necessitávamos assumir posturas mais voltadas para a nossa classe. Defendi isso em nossa primeira reunião.
 
Passados alguns meses, entendo que muitos foram os avanços, mas não podemos deixar de nos aproximar e reivindicar os “pontos em comum” ao lado das outras carreiras, razão pela qual, na reunião conjunta das diretorias do SINDPESP e ADPESP, do dia 06 de janeiro, sustentei que deveríamos chamar os demais presidentes de entidades de classe, a fim de traçarmos estratégias sobre os pontos em que não existem divergências. Não encontrei respaldo por parte da ADPESP. Por outro lado, percebi que a ideia foi bem recebida pelo presidente do SINDPESP.
 
Acredito que falhamos em alguns aspectos e desde já peço desculpas ao único delegado que irei citar nominalmente neste e-mail, o colega Marcello Marinho, do SIMPOLSAN, que após discussões acaloradas, desligou-se do DELPOL-PC. Marcello, pediria desculpas reservadamente, mas como nossa discussão foi aberta a mais de 1000 colegas, não poderia fazer de outra forma. Você tinha razão – o governo apenas nos respeitará se todas as carreiras estiverem juntas, lógico que, respeitando-se os pontos que forem controvertidos.
 
Sabemos de uma coisa – Reposição salarial é unanimidade!!!
 
Por fim, peço respeito na reunião de logo mais.
 
É lamentável que a presidência da ADPESP, somente agora, depois de uma “pressão política”, tenha resolvido dar ciência à classe de assuntos de interesse de todos, democratizando a informação.
 
Até ontem, somente alguns eram detentores da informação. Hoje, serão vários!!! 
 
Aos colegas que continuarão me ofendendo, através de fakes, tenham a certeza que isso não me afeta, pois minhas pretensões políticas com relação à classe foram sepultadas com a esperança que depositava em nossa presidente. Não me sinto representante de certa parcela de minha classe.
 
Aos colegas e outros operacionais que me odeiam em razão de minhas funções, que exerci na corregedoria, nada tenho a fazer, pois apenas cumpri com minhas obrigações e não “coloquei a corda no pescoço de ninguém”. Cada um sabe o que faz na sua vida funcional.
 
Estou em paz com minha consciência.
 
Por fim, termino a postagem reiterando a necessidade de estarmos presentes na reunião de logo mais com responsabilidade, sem mágoas e com respeito mútuo, aceitando entendimentos diversos e prontos a ouvir as palavras de nossa presidenta, democraticamente eleita. Porém, a democracia não é uma via de mão única.
 
Mário Aidar
diretor executivo da ADPESP
biênio 2010/2011          

PM de SP apoia investigação de casos de resistência por Polícia Civil: “tanto faz”. 25

07/04/2011 14h50 – Atualizado em 07/04/2011 14h54

PM de SP apoia investigação de casos de resistência por Polícia Civil

Mudança na forma de investigação foi determinada por Alckmin.
Socorro só por Samu e bombeiros deve ser analisado, diz comandante.

Letícia Macedo Do G1 SP

Comandante geral da PM durante entrevista coletiva (Foto: Letícia Macedo/ G1)Comandante geral da PM durante entrevista coletiva
(Foto: Letícia Macedo/ G1)

O comandante geral da Polícia Militar de São Paulo, Coronel Alvaro Batista Camilo, afirmou no início da tarde desta quinta-feira (7) que apoia a decisão do governo do estado de São Paulo de transferir a investigação dos casos de resistência seguida de morte na PM para o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Ele avaliou como positiva a mudança, porque deixa a investigação desses casos mais transparente. A mudança na forma de investigação em casos de confronto com a PM foi anunciada nesta quarta-feira (6) pelo governador de São Paulo Paulo, Geraldo Alckmin.

“Essa decisão do governo do estado, do governador Geraldo Alckmin, das ocorrências serem investigadas pelo DHPP, tem total apoio da Polícia Militar de São Paulo”, disse. Com relação aos casos serem investigados pelo DHPP ou pelo Distrito Policial da área onde aconteceu o conflito, o coronel afirmou que “tanto faz”. “Sempre foi investigado pela Polícia Civil. Antes as ocorrências eram conduzidas ao DP. Agora serão conduzidas ao DHPP. É indiferente o local. Se isso vai melhorar para o cidadão, nós apoiamos”, afirmou.

Segundo o coronel, o DHPP é melhor preparado para fazer as investigações, o que dará mais transparência às ações da Polícia Militar. “Quanto mais e melhor for investigado, é melhor para todos”, disse. Ele ressaltou ainda que os procedimentos internos da PM para investigar os desvios de conduta continuarão a ser feitos da mesma maneira.

O coronel também negou que haja conflito da PM com a Polícia Civil. “Não existe nada disso. A integração da PM com a Polícia Civil é muito boa: cedemos o Fotocrim, que a Polícia Civil está começando a utilizar, estamos fazendo boletim de ocorrência, que era uma atribuição exclusiva da Polícia Civil”, declarou.

Com relação à proposta de que nos casos de resistência, os feridos sejam socorridos pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e pelos bombeiros, o coronel afirmou que a proposta “precisa ser estudada” e utilizou como exemplo conflitos ocorridos em locais ermos, onde o socorro costuma demorar a chegar. “Imagina se tivermos uma resposta policial mais forte a alguma agressão e acabou tendo lá um caso de confronto. Vamos ficar esperando até que o Samu venha? A intenção do socorro rápido pela polícia é para preservar a vida”, declarou. Ele teme que nesses casos, caso os PMs aguardem a chegada do socorro, os policias possam ser acusados de omissão.

Para o coronel, a mudança anunciada pelo governo surge em um momento em que os casos resistência seguidos de morte estão em declínio no estado. O número de ocorrências somam 108 no primeiro trimestre de 2011, contra 146 registrados no mesmo período de 2010, segundo ele.

Em relação à execução feita por policiais militares em um cemitério em Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo, em março, o coronel avalia que houve um desvio de conduta dos PMs, porque eles não seguiram os preceitos de preservação da vida. Se o Conselho de Disciplina decidir pela expulsão da corporação, eles não poderão voltar a trabalhar como policiais. Os dois PMs, que foram presos em flagrante e aguardam uma decisão judicial que definirá se continuarão ou não detidos. 

Antonio Ferreira Pinto criou tantas situações que “conseguiu separar as polícias”, disse Campos Machado 34

Enviado em 07/04/2011 às 8:27 – HOMEM QUE SABIA DEMAIS

Polícia Civil investigará mortes causadas por PMs
7 de abril de 2011 | 0h02 | Tweet este PostCategoria: Polícia/JORNAL DA TARDE

Bruno Paes Manso

Marcelo Godoy

Wladimir Andrade

Plínio Delphino

Todos os boletins de ocorrência que registrarem, a partir de hoje, resistência seguida de morte em ações da Polícia Militar na Grande São Paulo serão investigados pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), equipe da Polícia Civil especializada em assassinatos. Atualmente, essas apurações são de responsabilidade dos distritos policiais da área em que o homicídio ocorreu.

A medida – anunciada dois dias depois de o estadão.com.br divulgar áudio em que uma mulher narra ao Centro de Operações da Polícia Militar (Copom) uma execução feita por policiais militares no Cemitério das Palmeiras, em Ferraz de Vasconcelos – causou polêmica e pode acirrar ainda mais o relacionamento entre as polícias Civil e Militar. Associações de classe e parlamentares enxergaram o ato como um desmerecimento ao trabalho da Corregedoria da PM e das apurações de distritos.

“Será publicada uma resolução da Secretaria de Segurança Pública (SSP) determinando que, em todos os casos em que haja resistência seguida de morte, o DHPP será comunicado imediatamente, para que haja uma apuração rigorosa de todos os casos”, disse o governador Geraldo Alckmin (PSDB), durante evento em Campo Limpo, na zona sul da capital.

A resolução será publicada nesta quinta-feira no Diário Oficial do Estado. “A fragilidade nas investigações é o motivo principal da violência cometida por alguns policiais. A atuação de um departamento especializado vai mudar esse quadro”, afirmou o secretário de Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto.

Outra mudança importante é que o local do homicídio passa agora a ser preservado para o trabalho da perícia, “mesmo nos casos em que houver remoção das pessoas lesionadas”.

Atualmente, os locais em que acontece a morte por resistência não são preservados, o que dificulta a coleta de provas. Cápsulas deflagradas na ocorrência, por exemplo, determinantes para apontar a autoria do homicídio, acabam não fazendo parte das investigações.

Cruzamentos telefônicos e escutas, entre outras técnicas usadas pelo departamento, também passam a constar nas apurações. Nas delegacias, os casos de resistência não eram investigados porque os crimes registrados no BO eram quase sempre o das vítimas que supostamente haviam trocado tiro com o policial. Assim, o autor do homicídio acabava se tornando vítima. “As corregedorias também vão continuar suas apurações. Isso vai valorizar o trabalho dos policiais que são corretos”, diz o delegado-geral, Marcos Carneiro Lima.

A restrição dos trabalhos à Grande São Paulo não deve atrapalhar a eficácia da medida. Nos últimos 15 anos, 72,8% dos casos de resistência ocorreram nesta região. Os casos serão distribuídos para as equipes do DHPP de acordo com a área de atuação. A assessoria da PM informou que não vai se manifestar sobre a medida.

Entre as entidades de classe, a que se manifestou indiferente à mudança foi a Associação dos Cabos e Soldados da PM. Segundo seu presidente, cabo Wilson Morais, a maioria dos policiais atua de acordo com o rigor das leis e não tem o que temer. “E se tiverem que se defender legitimamente nas ruas, não é o DHPP que vai impedir isso.”

Crise na segurança

A medida de encaminhamento de todos os casos de resistência seguida de morte ao DHPP é mais um capítulo da crise que se instalou na segurança pública e pode acirrar a animosidade entre as polícias Civil e Militar.

O deputado Major Olímpio (PDT) afirmou que, na campanha salarial de 2008, durante o confronto entre as polícias a poucos metros do Palácio do Governo, policiais civis ameaçavam: “Não vamos mais registrar resistência seguida de morte. Vamos apurar como homicídio doloso”, lembra.

Com a medida anunciada ontem por Alckmin, Olímpio acredita que haverá aumento na animosidade entre as polícias. “Vão se acirrar os sentimentos das forças, aumentar a desconfiança entre policiais”, disse. “Alckmin já esteve dez anos no governo. Quer dizer que a apuração dos DPs foi ruim em todo esse tempo?”, indagou.

Para o tenente Dirceu Cardoso Gonçalves, conselheiro da Associação de Assistência Social dos PMs do Estado de São Paulo (Aspomil), a medida coloca em descrédito a Corregedoria. “Parece que o governador não confia na PM. A cidadã que fez a denúncia confiou e está sendo protegida pela própria corporação”, disse.

O delegado George Melão, presidente do sindicato dos delegados, disse que o melhor seria aparelhar delegacias para as apurações e orientar. “Esses casos têm de ser registrados como resistência e homicídio. No histórico do BO é que se ressalta se houve ou não legítima defesa. Do jeito que se registra, é uma maneira de se mascarar estatística”, opinou.

Um dos defensores dos delegados na Assembleia Legislativa, deputado Campos Machado (PTB) acha acertada a decisão do governador. “É uma medida justa.” Machado diz que o secretário da Segurança, Antonio Ferreira Pinto, criou tantas situações que “conseguiu separar as polícias”.

Machado é autor de Projeto de Decreto Legislativo (PDL), de 2009, para sustar o decreto que subordinou a Corregedoria da Polícia Civil ao gabinete do secretário “Tratam os policiais civis como corruptos, inconfiáveis”, disse Machado. “Tratam PMs como matadores e corporativos”, disse Olímpio.

O que o SSP precisa fazer 59

 

———- Mensagem encaminhada ———-
De: Antonio claudio
Data: 6 de abril de 2011 08:03
Assunto: O que o SSP precisa fazer
Para: Flit Paralisante <dipol@flitparalisante.com>

Caro Guerra
 
Diante de tantas denúncias contra crimes praticados por policiais militares, não seria o caso agora do Secretário da Segurança transferir, como fez com a Polícia Civil, a Corregedoria da PM para subordinação direta ao seu gabinete?
Creio que isso é mais que necessário, o que justificou a ida da Corregedoria da Polícia Civil para subordinação ao gabinete do SSP é muito menor do que demonstram os fatos relativos aos abusos constantes da PM.
 
Antonio Claudio Soares Bonsegno
delegado de polícia aposentado
advogado e jornalista

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AC, o Celso Russomano disse tudo: BONACHÃO!

Mas só para a PM.