FERREIRA PINTO DEVERIA SER CORREGEDOR GERAL DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA…PARA METER NA CADEIA TODOS OS VEREADORES, PREFEITOS E DEPUTADOS CORRUPTOS DESTE ESTADO…OBVIAMENTE – TAL COMO A POLÍCIA MILITAR QUE FORJOU O CARÁTER DO NOSSO SECRETÁRIO DE SEGURANÇA – NÃO HÁ LADRÃO NO PSDB…( o Di Franco deveria ir mentir assim lá na casa do cacetete, digo, casa do pinto ) 10

Polícia – boas e más notícias
18 de abril de 2011 | 0h 00
Carlos Alberto Di Franco – O Estado de S.Paulo
O problema da segurança pública no Brasil é gravíssimo. E não será resolvido com ações isoladas, mesmo quando expressivas e importantes. É preciso lancetar o tumor, raspá-lo, limpá-lo. É necessário chegar às raízes da doença. Só assim os homens de bem que compõem as fileiras das polícias não serão confundidos com marginais e psicopatas. Só assim o poder do narcotráfico não será substituído pela prepotência criminosa das milícias. O assustador crescimento da criminalidade é a ponta do iceberg de uma distorção mais profunda: a corrupção generalizada, a frequente falta de critérios de seleção para o ingresso nos quadros, os baixos salários e a desmotivação dos bons policiais.

Os policiais do Estado de São Paulo, por exemplo, têm ocupado as nossas manchetes. Com boas e más notícias. A melhor delas, de longe, é o duro combate à corrupção travado pelo secretário de Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto, com respaldo do governador Geraldo Alckmin. Responsável por afastar 200 policiais do Departamento de Investigações sobre Narcóticos (Denarc) e pela investigação sobre fraudes no Departamento Estadual de Trânsito (Detran), que envolveram 162 delegados, Ferreira Pinto sofreu uma incrível retaliação da banda podre da polícia.

Imagens de um encontro do secretário com um repórter do jornal Folha de S.Paulo num shopping paulista foram parar em blogs de policiais. Segundo Marcelo Godoy, repórter do Estado, num desses sites, ligado a um delegado de polícia, o ex-delegado Paulo Sérgio Oppido Fleury – demitido por Ferreira Pinto em 2010 sob a acusação de desviar mercadorias – ameaçava divulgar o vídeo antes de ele se tornar público. O objetivo da espionagem era jogar o governador Geraldo Alckmin contra o secretário, acusando Ferreira Pinto de ser o responsável pela divulgação de informações contra o sociólogo Túlio Kahn, ex-coordenador de estatísticas da Secretaria da Segurança. Sites ligados a policiais civis afirmavam que Ferreira Pinto queria atingir seu colega de secretariado Saulo de Castro Abreu Filho, titular de Transportes, a quem Kahn seria ligado. Castro foi titular da Segurança entre 2002 e 2006. Em sua gestão, três dos suspeitos de envolvimento na espionagem contra o atual secretário faziam parte da cúpula da Polícia Civil.

O secretário Ferreira Pinto não nega que se tenha encontrado com o jornalista da Folha. Mas disse ao repórter Marcelo Godoy que o objeto da conversa fora o recente caso de uma escrivã despida numa revista por policiais. O abuso provocou a queda da cúpula da Corregedoria da Polícia Civil.

O escândalo de espionagem contra o secretário de Segurança Pública derrubou um dos mais importantes delegados da cúpula da Polícia Civil: Marco Antonio Desgualdo. Ex-delegado-geral, ele comandava desde 2009 o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa. Foi flagrado entre os homens que foram ao shopping obter, por meio de suposta fraude, a fita do encontro que Ferreira Pinto teve com o jornalista. Além de Desgualdo, outros dois delegados de classe especial são suspeitos no episódio do shopping: o ex-diretor do Detran Ivaney Cayres de Souza e o ex-diretor do Denarc Everardo Tanganelli. Impressionante!

A criminosa rede de intrigas, no entanto, foi desfeita, graças ao firme apoio que o secretário recebeu do governador. Alckmin é o grande avalista da operação de limpeza da Polícia Civil de São Paulo. E o Estado, felizmente, conta com um secretário de Segurança íntegro e obstinado no combate à corrupção. É, sem dúvida, uma boa notícia.

Mas se o combate à corrupção é essencial, a motivação dos bons policiais não pode ser descurada. A polícia de São Paulo não está bem remunerada. É um fato. O rigor com gastos públicos, saudável e necessário, não pode deixar de lado algo fundamental: é preciso dar salário digno aos profissionais que desempenham tarefas delicadas e estratégicas. Uma simples batida de olhos na tabela de vencimentos da Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (Adpesp) causa incontornável constrangimento. No ranking dos salários das polícias brasileiras, São Paulo está atrás de Sergipe, Alagoas, Tocantins, Piauí, Maranhão…

O salário de um delegado da polícia paulista com mais de dez anos de trabalho, duas promoções e dois quinquênios é de R$ 6,5 mil (valor bruto). Com os descontos cai para menos de R$ 5 mil. O salário de um investigador de polícia gira em torno de R$ 2,5 mil. Com os descontos registrados no holerite termina recebendo R$ 2 mil. Assim não dá.

Acrescente-se a defasagem existente entre o salário dos policiais e o de outras carreiras. Um agente da Polícia Federal, em meados da carreira, cargo que equivale ao de um investigador de polícia, ganha bem mais que um delegado de polícia de São Paulo.

O combate à banda podre da polícia merece o apoio de todos. Mas a valorização dos bons policiais, com salários justos, reconhecimento e adequada jornada de trabalho, é um imperativo. Impõe-se, por exemplo, uma correta distribuição de policiais na burocracia do dia a dia. Não está certo que alguns delegados façam até 18 plantões num só mês, enquanto outros fazem muito pouco. Não parece razoável que uma delegada cuidasse da biblioteca da Delegacia-Geral, enquanto em alguns distritos, e não são poucos, seus colegas estão submetidos a escalas desumanas de trabalho. Tais distorções, contudo, estão sendo superadas. É importante, pois conspiram contra a qualidade do trabalho policial.

Reconheço o esforço do governo para combater o crime e controlar a violência. Mas é preciso mostrar também os desvios. Afinal, um governo que quer acertar só se pode beneficiar das críticas fundamentadas.

DOUTOR EM COMUNICAÇÃO, É

PROFESSOR DE ÉTICA E DIRETOR

DO MASTER EM JORNALISMO

E-MAIL: DIFRANCO@IICS.ORG.BR

FERREIRA PINTO JUBILOU 219 POLICIAIS CIVIS; ALÉM DE APLICAR CENTENAS DE PENALIDADES (Diga-se, grande parcela : ARBITRARIAMENTE) 58

Fato não é motivo para júbilo, diz secretário

Para Ferreira Pinto, Corregedoria da Polícia Civil está mais rigorosa

“O ideal seria que ambas [polícias Civil e Militar] tivessem um número reduzido de exonerações”, afirma

DE SÃO PAULO

O secretário da Segurança Pública de SP, Antônio Ferreira Pinto, disse ver o crescimento nas demissões na Polícia Civil como resultado do maior rigor adotado pela Corregedoria na investigação de seus profissionais.
Ele disse, porém, não ficar feliz com esse aumento. “Não é motivo para júbilo. O ideal seria que ambas tivessem um número reduzido de exonerações”, afirmou ele.
Ex-oficial da PM, foi Ferreira Pinto quem levou, em 2009, o controle da Corregedoria da Polícia Civil para o gabinete do secretário -era de responsabilidade da Delegacia-Geral. A Polícia Militar, também subordinada à secretaria, continuou controlando a sua Corregedoria.
“Agora a Polícia Civil corrige. Antes, ela só ficava na [rua da] Consolação esperando denúncias. Agora, ela vai até as delegacias e investiga se as coisas estão funcionando. É o mesmo modelo da Corregedoria do Ministério Público e do Judiciário.”
Segundo o secretário, parte dessas demissões é fruto de trabalhos de investigação que duraram até três anos.
Sobre a queda na quantidade de policiais militares demitidos, o secretário disse que isso acontece porque a PM sempre foi rigorosa nas suas punições e, por isso, há esse reflexo atualmente.
Ele citou que, em casos graves, o comando da corporação pode determinar a prisão administrativa enquanto investiga o profissional.
Questionado se também levaria a Corregedoria da PM para seu controle, o secretário disse que não é necessário nem seria possível porque a legislação militar não deixa.
“Não dá para tratar com igualdade os desiguais. O nome Corregedoria da PM é só um nome fantasia. Eles investigam as irregularidades, punem, mas não fazem a correição. Se um coronel vai investigar um batalhão e lá tem um coronel mais antigo, ele só bate o calcanhar”, disse.
(AFONSO BENITES e ROGÉRIO PAGNAN)

José Vicente da Silva: “Aumentaram muito as demissões porque tiraram as teias de aranha dos processos parados indevidamente na Corregedoria” 49

Número de policiais civis expulsos aumenta em SP

No ano passado, foram 219 demitidos, mais que o triplo dos casos de 2009

Demissões ocorreram em razão de vários tipos de irregularidade, como corrupção; na PM, total de expulsões recuou

ROGÉRIO PAGNAN

AFONSO BENITES

DE SÃO PAULO

Explodiu o número de policiais civis expulsos da instituição em São Paulo. Números da Secretaria da Segurança Pública obtidos pela Folha mostram que foram 219 demissões na Polícia Civil no ano passado -mais que o triplo dos casos registrados em 2009 (64).
Na lista estão delegados, investigadores e escrivães demitidos por variados tipos de irregularidade, como crimes de corrupção. Já as demissões na Polícia Militar seguiram no sentido contrário nesse mesmo período: de 259 para 229.
É a primeira vez na última década que as demissões nas duas polícias ficam praticamente empatadas.
Historicamente, o número de demissões na PM sempre foi maior, até porque a diferença entre os efetivos das duas polícias é muito grande. A PM tem mais de 95 mil homens, enquanto a Civil tem cerca de 35 mil (incluindo a Polícia Científica).
Em 2004, por exemplo, a cada policial civil demitido em São Paulo, quatro PMs também foram exonerados.
Esse aumento de demissões na Polícia Civil coincide com a mudança na Corregedoria -órgão responsável por investigar a atuação dos policiais. Em 2009, ela deixou de ser subordinada ao delegado-geral e passou a responder diretamente ao secretário da Segurança.
A presidente da associação dos delegados, Marilda Pinheiro, disse concordar com o fortalecimento da Corregedoria e que a polícia deve mesmo “cortar a própria carne”, mas afirma que pode estar havendo “excessos”.
“Parte das demissões está sendo revertida na Justiça”, diz a delegada, que afirma não ter números sobre isso.
O subcorregedor da PM, tenente-coronel Edson Silvestre, disse que a instituição é muito rigorosa. “Desafio qualquer um a mostrar uma instituição que demitiu mais do que a PM de São Paulo”.
Para José Vicente da Silva, especialista em segurança, o crescimento de expulsões na Polícia Civil é reflexo da mudança da política adotada pela cúpula da instituição.
Antes, segundo ele, a política era demitir um policial civil só após uma decisão da Justiça. “É um absurdo, porque uma coisa não tem nada a ver com a outra”, disse.
Com isso, continua, os casos passaram a ser concluídos. “Aumentaram muito as demissões porque tiraram as teias de aranha dos processos parados indevidamente na Corregedoria. Havia uma tolerância muito grande com infratores da lei e da ética.”


Colaborou EDUARDO GERAQUE

Re-Reintegração!!! 287

———- Mensagem encaminhada ———-
De:
Data: 12 de abril de 2011 10:03
Assunto: Re-Reintegração!!!
Para: dipol@flitparalisante.com

Dr. Guerra, Bom Dia!

A Justiça está atenta aos desmandos do Sr. Segurança.
Suspendeu em caráter liminar o ato da segunda demissão, vez que calcado nos mesmos vícios da primeira, além de cometer a aberração de convalidar ato declaradamente nulo.
Obrigado pela atenção.
 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO

COMARCA DE SÃO PAULO

FORO CENTRAL – FAZENDA PÚBLICA/ACIDENTES

1ª VARA DE FAZENDA PÚBLICA

Viaduto Dona Paulina, 80 – 5º andar, 5º andar, Centro – CEP 01501-908,

Fone: 3242 2333 – R 2, São Paulo-SP – E-mail: sp1faz@tjsp.jus.br

Processo nº 0010912-14.2011.8.26.0053 – p. 1

 

CONCLUSÃO

Em 07 de abril de 2011, faço estes autos conclusos a MM. Juíza de Direito, Dra. Márcia

Helena Bosch.

Eu, Ana Maria Onusa Vieira, Escrevente Técnico Judiciário, lavrei este termo.

 

DECISÃO

Processo nº: 0010912-14.2011.8.26.0053 – Procedimento Ordinário

Requerente: Elison Rizziolli

Requerido: Fazenda Publica do Estado de São Paulo

Juíza de Direito: Dra. Márcia Helena Bosch

Vistos.

Providencie o autor uma contra-fé para a citação.

Defiro ao autor os benefícios da Justiça Gratuita.

Apensem-se estes autos aos de nº 053.09.033425-9 e caso haja remessa deles para a Instância Superior, desapensem-se, providenciando traslado da inicial, contestação e sentença para estes.

 

Compulsando estes autos, com aqueles de nº 053.09.033425-9, apura-se que de todos os vícios apontados pelo autor na inicial, um deles foi apreciado por este juízo ao julgar procedente aquela ação, sendo que sanado este vício, a Administração achou por bem demitir novamente o autor.

 

Assim, buscando evitar dano irreparável a ele, autor, considerando que a ação trata do seu trabalho, que serve ao seu sustento e havendo verossimilhança nos apontados vícios do procedimento administrativo, reputo como presentes os requisitos legais e defiro parcialmente a liminar e o faço para suspender, por ora, o ato que demitiu o autor, devendo ele ser reintegrado no trabalho até decisão em contrário.

 

Oficie-se com cópia desta decisão. Intimem-se e cite-se com as

advertências legais.

 

Marcia Helena Bosch

Juíza de Direito

(assinado digitalmente)

DATA

Em ____ de ______________ de 20____

recebi estes autos em Cartório.

Eu, ____________ Escrevente, subscrevi.

São Paulo, 08 de abril de 2011.

Se impresso, para conferência acesse o site https://esaj.tjsp.jus.br/esaj, informe o processo 0010912-14.2011.8.26.0053 e o código 1H0000001KJLA.

Este documento foi assinado digitalmente por MARCIA HELENA BOSCH.

POLICIAIS CIVIS DO PELICANO 4 ENCONTRARAM OS DESTROÇOS DO HELICÓPTERO DO EMPRESÁRIO ADRIANO SILVA 75

Sábado, 9 de abril de 2011 – 22h42       Última atualização, 09/04/2011 – 22h42

Polícia Civil encontra destroços de helicóptero desaparecido em SP

 

Da Redação

cidades@eband.com.br

O Pelicano 4, helicóptero da Polícia Civil, encontrou os destroços do helicóptero que estava desaparecido no alto da serra de Paranapiacaba, na Grande São Paulo, no começo da tarde deste sábado. Os dois tripulantes da aeronave não resistiram à queda.

 

O helicóptero BH-06, de uso particular, partiu do Guarujá às 17h de sexta-feira (8) e deveria chegar ao Campo de Marte, na capital paulista, durante a noite. Por volta das 23h30 de ontem, o Centro de Coordenação de Busca e Salvamento de Curitiba recebeu um alerta do Campo de Marte sobre o desaparecimento da aeronave.

 

 

Hoje pela manhã, a FAB mandou duas aeronaves para São Paulo para ajudar nas buscas. Um avião Bandeirantes Patrulha, do Grupo de Aviação do Rio de Janeiro, e um helicóptero Super Puma, do Grupo de Aviação, também do Rio trabalharam na procura da aeronave.

 

 

Vinte militares da FAB participaram das buscas, além do Águia da Polícia Militar de São Paulo.

Baixada Santista tem 13 baleados em madrugada violenta; uma pessoa morre 183

Enviado em 10/04/2011 às 12:26 – LOUCOPOL

Domingo, 10 de abril de 2011 – 11h26

Baixada Santista tem 13 baleados em madrugada violenta; uma pessoa morre

De A Tribuna On-line

Com informações da TV Tribuna.com

Atualizado às 12h05
Treze pessoas foram baleadas na madrugada deste domingo na Baixada Santista. Uma delas morreu. Segundo dados da Polícia Militar, foram nove registros em São Vicente e quatro em Santos. Todos os casos ainda estão sendo apurados.

Em Santos, os ataques foram em três bairros. No Boqueirão, segundo uma testemunha relatou à polícia, um carro preto abordou dois rapazes na Rua Pindorama e o condutor do carro passou a atirar na direção deles.

Paulo Roberto Barnabé, de 34 anos, natural de São Paulo, levou um tiro no tórax. O outro homem, não identificado, levou seis disparos, sendo dois no tórax, dois no abdôme e dois no braço direito.

Ambos foram levados para o Pronto Socorro Central, sendo que Paulo Roberto não resistiu aos ferimentos. Com a vítima ainda identificada foi encontrado um cachimbo para uso de drogas.

Ainda em Santos, uma pessoa foi alvo de tiros na Aparecida, e outra no Macuco.

São Vicente

Já em São Vicente, na Vila Valença, dois homens foram alvejados, sendo um no peito e o outro no ombro. Na Vila Margarida, tiros vindos de um carro preto atingiram três homens. Mais uma pessoa foi atingida, mas o local ainda não foi confirmado.

Na mesma cidade, outros dois homens que saíam de uma balada foram perseguidos por uma moto e atingidos por tiros. De acordo com a polícia, a dupla saiu de carro de uma casa noturna na Rua XV de Novembro, no Centro de Santos, e foi perseguida por uma moto até São Vicente. Lá, o piloto atirou na direção deles, que foram feridos no braço.

No Sambaiatuba, durante patrulhamento da Força Tática, uma pessoa foi baleada e outra presa. Armas e drogas foram apreendidas. No último dia 1º, um policial foi torturado e encontrado morto no Lixão Sambaiatuba.

Ônibus incendiado
Em Praia Grande, um ônibus foi queimado na Vila Mirim, na noite deste sábado. Moradores se depararam com o coletivo em chamas na Rua Doutor Júlio Prestes de Albuquerque. Segundo uma moradora, homens entraram no ônibus, mandaram os passageiros descer e atearam fogo. A polícia investiga o caso.

I Encontro de Blogueiros Progressistas de SP 18

———- Mensagem encaminhada ———-
De: Root User <contato@viomundo.com.br>
Data: 10 de abril de 2011 11:44
Assunto: Matéria recomendado por Isabella: I Encontro de Blogueiros Progressistas de SP
Para: “Dr. Guerra” <dipol@flitparalisante.com>

Olá Dr. Guerra,
Seu amigo, Isabella, recomendou esta matéria com título ‘I Encontro de Blogueiros Progressistas de SP‘ para você.

I Encontro de Blogueiros Progressistas de SP
Publicada por Conceição Lemes em 6 de abril de 2011 (12:00) na Você escreve

Matéria tirada do Viomundo – O que você não vê na mídia – http://www.viomundo.com.br
Link da matéria: http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/i-encontro-de-blogueiros-progressistas-de-sp.html

Armas não letais: Governo de SP tem até 17 para fornecer dados 37

———- Mensagem encaminhada ———-
De: Root User <contato@viomundo.com.br>
Data: 10 de abril de 2011 11:55
Assunto: Matéria recomendado por Policial Triste: Armas não letais: Governo de SP tem até 17 para fornecer dados
Para: “Dr. Guerra” <dipol@flitparalisante.com>

Olá Dr. Guerra,
Seu amigo, Policial Triste, recomendou esta matéria com título ‘Armas não letais: Governo de SP tem até 17 para fornecer dados ‘ para você.

Armas não letais: Governo de SP tem até 17 para fornecer dados
Publicada por Conceição Lemes em 8 de abril de 2011 (14:30) na Você escreve

por Marcelo Zelic*

Entendemos ser esta uma questão que envolve toda a sociedade, pois a mudança de conduta das forças de segurança em nosso país, tanto para com os movimentos sociais, como para com os cidadãos de baixa renda, é fundamental para que haja a consolidação da democracia no Brasil.

O emprego das armas não letais da forma que tem sido usada país afora, sem regramento legal, sem controle social, inclusive empregadas em tortura é somente o começo de uma discussão que tem sido evitada no Brasil em todas as esferas de decisão, ou seja, a reformulação das forças de segurança municipais, estaduais e federais, adequando-as aos tempos de democracia e á nossa Constituição.

Esperamos o envolvimento da sociedade para que o quarto eixo da justiça de transição faça parte das discussões da Comissão da Verdade no Brasil, pois este é um tema que precisa sair da sombra e ser debatido de forma construtiva em nossa sociedade.

* Marcelo Zelic é Vice-presidente do Grupo Tortura Nunca Mais-SP e membro da Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo e coordenador do Projeto Armazém Memória

Governo de SP terá de responder sobre uso de armas não letais

Esgota-se em 17 de abril prazo para que Secretaria de Segurança Pública forneça informações sobre normas para aplicação de instrumentos como balas de borracha, gás pimenta e bombas

por João Peres, Rede Brasil Atual

São Paulo – O governo de São Paulo terá de fornecer dentro de dez dias informações sobre o uso de armas não letais no estado. Esgota-se em 17 de abril o prazo para que a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo responda ao requerimento apresentado pela Assembleia Legislativa pedindo que se indiquem os equipamentos utilizados pelas forças de segurança e as regras que disciplinam seu uso.

“O que estamos vendo é que há muita displicência (para recorrer às armas não letais), sem preocupação se vai atingir as pessoas”, lamenta o deputado estadual Simão Pedro (PT), autor do requerimento de informação.

De acordo com o regimento interno do Legislativo paulista, todo requerimento de informação precisa ser respondido em um prazo de 30 dias – o de número 47, sobre armas não letais, foi publicado em 17 de março.

O parlamentar resolveu apresentar o pedido de esclarecimento após sucessivas repressões policiais a manifestações. “A impressão que se tem é de que os policiais estão usando de forma indiscriminada, o uso dessas armas foi banalizado”, reclama.

Em seu requerimento, Simão Pedro apresenta basicamente as mesmas questões levantadas por quem vem sofrendo com a repressão policial: quer saber se há normas internas para reger a aplicação de instrumentos como spray de pimenta, bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha, como distância, quantidade e direção do uso.

A Rede Brasil Atual tentou acesso, nas últimas semanas, às regras adotadas pela Polícia Militar de São Paulo, mas não obteve resposta. Movimentos que atuam na defesa dos direitos humanos acreditam que a falta de normas claras torna difícil cobrar a punição dos agentes que cometam exageros. Há casos de mutilação e de ferimentos sérios provocados pelos instrumentos ditos de menor potencial ofensivo.

“Temos que nos empenhar para criar uma legislação para normatizar e deixar claro que os armamentos se usam para isso e aquilo outro. Não é possível que um segurança de supermercado receba um cassetete elétrico e vá torturar dentro de uma sala”, afirma Marcelo Zelic, vice-presidente do Grupo Tortura Nunca Mais de São Paulo.

No Rio de Janeiro, um jovem sofreu queimaduras em 2008 após o uso combinado de cassetetes elétricos e gás pimenta. O rapaz de 16 anos teve lesão nos olhos provocada pelo spray e foi queimado nos braços, pernas e rosto por conta da combustão criada pela união das duas armas de uso não letal.

Há ainda casos de perda parcial ou total de visão e mutilação de dedos entre os casos mais graves. O Grupo Tortura Nunca Mais pede a realização de uma audiência pública na Assembleia Legislativa para discutir o assunto e formular uma lei que imponha limites a esses instrumentos.

A ideia é reunir fabricantes, autoridades estaduais, acadêmicos e vítimas para debater a questão. “Os agentes sabem que utilizando armas dessa forma não vai haver nenhuma punição ao comando, não será punido quem atirou e a punição ao Estado vai ser meramente econômica, paga daqui a 15 anos”, Zelic.

O Tortura Nunca Mais encaminhou no começo de março uma solicitação à Ouvidoria da Polícia Militar. Queria saber quais são as regras para o uso de armas não letais. A Ouvidoria, por sua vez, encaminhou o pedido ao comando da PM, que até agora não respondeu. Será preciso fazer novos ofícios, mês após mês, até que se obtenha uma posição dos comandantes policiais.

Marcelo Nery, pesquisador do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (NEV-USP), avalia que treinamento e melhoria da estrutura de atuação profissional dos agentes deveriam caminhar em paralelo. “Se a gente tem, por um lado, um contexto de corporativismo, corrupção e falta de estrutura, que facilita a ação inadequada da policia, por outro lado a gente tem uma sociedade que é negligente na tentativa de solucionar esse problema.”

Para o deputado Simão Pedro, a sociedade precisa avançar na construção de forças policiais condizentes com os tempos democráticos. “A visão deturpada de que um movimento social é caso de polícia ainda está presente na cabeça desses policiais e de muitos agentes do Estado. Os resquícios da ditadura estão presentes neste comportamento.”

Zelic, do Tortura Nunca Mais, concorda que é preciso que as forças policiais concluam a transição, deixando para trás o “ranço” dos tempos da ditadura. “É fundamental que a gente perceba que a regulamentação do emprego de armas não letais está ligada a um problema maior, que é a mudança do paradigma de como a polícia enxerga seu papel na sociedade e de como a sociedade enxerga o papel da polícia.”

Matéria tirada do Viomundo – O que você não vê na mídia – http://www.viomundo.com.br
Link da matéria: http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/armas-nao-letais-governo-de-sp-tem-ate-17-para-fornecer-dados-sobre-o-uso.html

A morte do Policial Militar Amieiro de São Vicente não ficou sem resposta…Parabéns ao Delegado Wagner Milhardo e ao Investigador Fabiano Mira Marques 40

Enviado em 09/04/2011 às 17:59MILITAR 

A morte do Policial Militar Amieiro de São Vicente não ficou sem resposta, em menos de uma semana os policiais do 2º Distrito de São Vicente conseguiram identifiacr todos os autores do crime. Parabéns ao Delegado Wagner Milhardo e ao Investigador Fabiano Mira Marques com mais um caso resolvido.

Dr. Kleber Antonio Torquato Altale , atual Seccional Centro, implanta nova estratégia contra o tráfico: “Essa é apenas uma parcela que a Polícia Civil está fazendo de sua parte para tentar, juntamente com os poderes públicos municipais, estaduais e a própria sociedade civil organizada, melhorar a vida dos habitantes dessa região” 104

Edição do dia 09/04/2011:  

09/04/2011 15h15 – Atualizado em 09/04/2011 15h15

Polícia de São Paulo muda estratégia para reprimir o tráfico de drogas

assista aqui

Os produtores da TV Globo William Santos e Robinson Cerântula passaram 20 dias na região e gravaram imagens que mostram como agem os dependentes e os traficantes.

Glória Vanique São Paulo, SP

A feira de drogas começa às sete da noite e invade a madrugada. O comércio acontece livremente no centro da maior cidade do Brasil. Os traficantes disputam cada carro.

A luz que ilumina a calçada vem dos isqueiros, que passam de mão em mão, e acendem os cachimbos de crack.

No meio da rua suja, tomada por lixo que os carroceiros pegam dos escritórios, homens, mulheres e adolescentes se misturam no consumo de drogas.

A polícia grava tudo. Essa é a nova estratégia para identificar os traficantes. Só nessa rua são sete.

Até agora a polícia prendia assim que conseguia o flagrante, mas os traficantes jogavam a droga fora e logo eram soltos. Com tudo documentado, os policiais vão usar as imagens como prova nos processos para tentar limpar de vez as ruas.

Nessa semana 50 policiais cercaram a rua onde estavam 300 pessoas. Dos sete traficantes identificados, seis foram presos. Foram quatro mulheres, um homem e um adolescente. Nós temos interesse em mais dois, que são habituais, e vamos pegá-los”, garante Kleber Altale, delegado da seccional – Centro.

09/04/2011 13h32 – Atualizado em 09/04/2011 14h34
Polícia vai usar imagens para tentar identificar traficantes na Cracolândia

Ação gravada teve cinco pessoas presas na Rua dos Gusmões.
Polícia vai agora focar as ruas Guaianases e Helvétia.

Do G1 SP

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Quem trabalha na Rua dos Gusmões, na região da Cracolândia, Centro de São Paulo, encontrou o local um pouco diferente neste sábado (9). O movimento era só dos clientes das lojas. Traficantes e usuários não desapareceram da noite para o dia, mas mudaram de endereço. A 300 metros do local, na Rua Helvétia, a concentração de pessoas chamava a atenção.

Cracolândia é como ficou conhecida uma região da Luz há pelo menos duas décadas. São cerca de 25 quarteirões que vão da Avenida Rio Branco até a Rua Mauá e Avenida Cásper Líbero e da Avenida Duque de Caxias e até a Avenida Ipiranga. Toda essa área se transformou em um reduto do tráfico e consumo de drogas a céu aberto.

saiba mais

Durante 30 dias, policiais fizeram uma investigação para identificar e prender os traficantes da região. Na Rua dos Gusmões, um dos principais pontos da Cracolândia, o movimento começava sempre depois das 19h.

Foram feitos vários flagrantes. Os traficantes agiam livremente, no meio dos usuários. Na noite da última quinta-feira, os policiais decidiram agir. A operação terminou com um adolescente apreendido e cinco pessoas presas por tráfico de drogas. A polícia diz que as investigações prosseguem na Cracolândia e agora tem mais dois alvos: a Rua Guaianases e a Rua Helvétia, mas também pede ajuda para os usuários.

Essa é apenas uma parcela que a Polícia Civil está fazendo de sua sua parte para tentar, juntamente com os poderes públicos municipais, estaduais e a própria sociedade civil organizada,  melhorar a vida dos habitantes dessa região”, afirma o delegado Kleber Altale.

Setenta pedras de crack e R$ 2 mil foram recolhidos. Nas operações anteriores, os policiais prendiam os traficantes, mas eles jogavam a droga fora, se livravam do flagrante e logo conseguiam sair da prisão. Agora, a polícia diz que as gravações feitas vão ajudar a comprovar o flagrante. As imagens vão ser enviadas para a Justiça.

A Prefeitura de São Paulo diz que reforçou o atendimento de saúde na região da Luz. Construiu três UBSs, duas AMAs e dois Centros de Atenção Psicossocial.

Desde 2009, os agentes de saúde abordaram mais de 136 mil pessoas na Cracolândia e 8.600 pessoas foram encaminhadas para tratamento. Sobre o processo de revitailização, a Prefeitura diz que o projeto urbanístico deve ficar pronto ainda neste semestre. A previsão é que, em cinco anos, a área esteja totalmente recuperada.

CÃO HERÓI EXPULSO DA PM 39

 

———- Mensagem encaminhada ———-
De: WAGNER NUNES LEITE GONCALVES
Data: 9 de abril de 2011 08:52
Assunto: CÃO HERÓI EXPULSO DA PM
Para: dipol@flitparalisante.com

DR. GUERRA, SEGUE A NOTA EXPLICATIVA DA PM SOBRE O  CÃO HERÓI EXPULSO DA CORPORAÇÃO. “UMA FAMÍLIA É O MELHOR QUE ELE  PODE TER NESSA ALTURA DA VIDA”
POIS, PRA FAMÍLIA POLICIAL ELE NÃO VALE MAIS NADA.
  
Sábado, 09 de Abril de 2011
 
  • JORNAL DA TARDE

A Polícia Militar divulgou nesta sexta-feira, 08, comunicado informando oficialmente o destino do cachorro Pirata. Na edição de quinta, o JT divulgou a história do animal, que tem cerca de 9 anos, é cego de um olho e foi expulso da 2ª Companhia do 2º Batalhão de Trânsito no Jardim Anália Franco, zona leste, onde vivia. Moradores e comerciantes próximos ao batalhão protestaram contra a saída do cão que havia sido determinada pela nova comandante.

A nota da corporação afirma que: “em uma época em que vemos nos meios de comunicação pessoas insanas matando crianças indefesas dentro da sala de aula, a Polícia Militar se alegra em poder esclarecer a toda população de bem, preocupada com o ‘paradeiro’ e o bem estar de um cãozinho – o Pirata – que muito fez pela própria PM, a verdadeira história de amizade entre os policiais e o cão.

‘Pirata’, nome carinhoso que recebeu dos policiais militares, chegou na Companhia da Polícia Militar do Tatuapé há nove anos, triste, magro e cego de um olho, além do nome, os policiais acolheram o animal, dando comida, atenção e muito carinho e essa ‘amizade’ sempre foi fiel dos dois lados, tanto que o cãozinho auxiliou os policiais em algumas ocorrências”.

O documento prossegue informando que a nova comandante da companhia, capitão Denise Pereira Pinto, “primeira mulher da Polícia Militar a ser voluntária e integrar a Força de Paz da ONU, em Kosovo, se preocupou em dar um lar de verdade ao cãozinho”. Diz o comunicado, que primeiro se verificou com os policiais do batalhão se alguém poderia adotá-lo. Como isso não foi possível, ele foi doado para uma família no Pari, zona norte.

A nota explica que Pirata foi bem acolhido e finaliza afirmando que “uma família é o melhor que ele pode ter nessa altura da vida”.

 

NÃO EXISTE NENHUMA DIFERENÇA NO TRATAMENTO DADO AO POLICIAL POR SEUS COMANDANTES 33

———- Mensagem encaminhada ———-
De: WAGNER NUNES LEITE GONCALVES
Data: 8 de abril de 2011 20:37
Assunto: NÃO EXISTE NENHUMA DIFERENÇA NO TRATAMENTO DADO AO POLICIAL POR SEUS COMANDANTES
Para: dipol@flitparalisante.com

DR. GUERRA, ISTO É  O QUE ACONTECE AOS HERÓIS, QUALQUER SEMELHANÇA NO TRATAMENTO DADO PELA ADMINISTRAÇÃO AOS POLICIAIS NÃO É MERA COINCIDÊNCIA.
 
 

 

‘Expulsão’ de cão da PM provoca protestos

Categoria: Comportamento

Marici Capitelli

Apesar de uma ficha de bons serviços prestados à Polícia Militar, o vira-lata Pirata foi “expulso” da corporação. O animal, que vivia desde filhote na 2ª Companhia do 2º Batalhão de Trânsito, no Jardim Anália Franco, zona leste, teria sido mandado embora a pedido da nova comandante. Moradores e comerciantes das imediações do posto da PM estão inconformados com a saída do cão.

Na internet, o assunto ganhou repercussão nas redes sociais e nos sites de proteção animal. No twitter foi lançada a campanha “PM cadê o Pirata?”.

Pirata, que é cego do olho esquerdo, virou herói em outubro de 2008. Ele alertou os policiais quando um bandido tentava levar motos que estavam estacionadas no pátio do batalhão. Houve troca de tiros e o ladrão acabou preso. Pirata chegou a acompanhar os policiais até o 30º DP (Tatuapé) onde foi feita a ocorrência. Na época, foi destaque nas TVs.

A comandante Denise Pereira Pinto assumiu o cargo na sexta-feira passada. No mesmo dia, o cão foi levado embora, segundo pessoas ligadas à corporação. A comunidade ficou sabendo da saída do cachorro por um ativista de proteção animal que foi ao local investigar o sumiço de Pirata.

“Gostaria de saber por que o cachorro não pode mais ficar aqui, afinal, essa é a casa dele”, questionou a atendente Rose Batista, de 34 anos, que mora perto do batalhão. A sua maior preocupação é saber o destino do animal.

Assim como outros vizinhos, ela disse que a principal característica do Pirata era a docilidade. “Um animal que nunca mexeu com ninguém e que não é agressor. Todo mundo já está acostumado a vê-lo passar”, ressaltou Simone Fonseca, de 39 anos, que está há 14 anos no bairro.

“É muita maldade fazer isso com o bichinho. Ele é muito tranquilo e só atravessava na faixa de segurança. Estou aborrecida de saber que ele foi embora”, afirmou a moradora Neide Aparecida Barbosa, de 52 anos.

O gerente de um posto de gasolina, Régis Mazon, de 42 anos, contou que todo mundo conhecia o cachorro. “Sempre muito tranquilo. Seria bem legal podermos saber o que foi feito dele.”

Um morador que preferiu não se identificar afirmou que o cachorro acompanhava os policiais quando eles andavam pelo bairro. “Se fossem tomar um café, ele ia junto; se faziam exercícios, ele os seguia. Era o companheiro.”

A reportagem apurou que o cachorro está morando no estacionamento de um supermercado no Pari, zona leste. O casal de proprietários do estabelecimento, que acolheu o animal, garantiu que está muito feliz em poder criá-lo. “Ele é um cão muito querido e muito dócil. Estamos cuidando muito bem dele”, disse a mulher.

O vira-lata foi levado ao estacionamento por um policial do batalhão. Simpático, Pirata abana o rabo para todo mundo que se aproxima e fica ainda mais eufórico quando passam viaturas com as sirenes ligadas. “Vários policiais já vieram visitá-lo”, acrescentou o comerciante.

A comandante foi procurada, mas não estava no batalhão. A assessoria de imprensa da PM afirmou que está apurando o caso e irá prestar informações sobre o cachorro.

RESPOSTA AO COMENTÁRIO DO JORNALISTA DO MILK NEWS 83

———- Mensagem encaminhada ———-
De: WAGNER NUNES LEITE GONCALVES
Data: 8 de abril de 2011 20:28
Assunto: RESPOSTA AO COMENTÁRIO DO JORNALISTA DO MILK NEWS
Para: dipol@flitparalisante.com

BOA NOITE DR. GUERRA, GOSTARÍAMOS DE MAIS UMA VEZ CONTAR COM VOSSA COLABORAÇÃO PARA DIVULGAÇÃO DE RESPOSTA AOS COMENTÁRIOS DESABANODARES FEITOS PELO JORNALISTA JOÃO LEITE NETO CONTRA A REPRESENTAÇÃO COLETIVA EM SEU PROGRAMA MILK NEWS.
RECONHECEDORES DO TRABALHO E DA IMPORTÂNCIA DO BLOG FLIT PARALISANTE COMO CANAL DE COMUNICAÇÃO NO MEIO POLICIAL CIVIL  PRESTAMOS NOSSAS HOMENAGENS E NOSSO APOIO.
 

REPRESENTAÇÃO COLETIVA DOS POLICIAIS CIVIS DE SÃO PAULO

Avenida Cásper Líbero, 390, 5º, andar, luz, São Paulo – SP, Tel 3313-5077

 

A Sua Senhoria

O Senhor Jornalista JOÃO LEITE NETO

Milk News TV – São Paulo – SP

 

           Senhor Jornalista:

 

                       Com os nossos respeitos cumprimentos, vimos até Vossa Senhoria, em nome dos demais integrantes da “Representação Coletiva dos Policiais Civis de São Paulo”, para nos posicionarmos  acerca do que foi tratado em seu programa levado ao ar nos últimos dias do mês de março, no qual Vossa Senhoria tece críticas acerbas à nossa forma de reivindicar em nome da categoria policial civil, junto ao governo do Estado.

                         Primeiramente, devemos dizer-lhe que temos por norma e dever funcional tratar a todas as pessoas educadamente, mesmo quando estamos reivindicando e, mais ainda, quando essa reivindicação é dirigida ao Sr. Governador, a mais alta autoridade do Estado e que, no caso, assumiu o cargo a pouco mais de três meses.

                         Entendemos e defendemos a postura educada de reivindicar como a forma mais civilizada e eficaz de nos impormos ao respeito dos nossos interlocutores, o que sempre nos tem dado bons resultados.

                         Portanto, não tratamos com timidez ao nos dirigirmos ao Sr. Governador;  apenas fomos respeitosos e polidos, como tínhamos que ser.

                          Por outro lado, saiba o nobre Jornalista  –a quem respeitamos e admiramos de longa data– que os colegas que assinaram o ofício ao Sr. Governador, são exatamente os mesmos que, em 2008, organizaram e tomaram parte no confronto com a Polícia Militar, nas cercanias do Palácio dos    Bandeirantes. Isso prova que não são pessoas tímidas e que não temem ir às últimas consequências, quando a razão está do seu lado.

                             É preciso desmistificar a ideia erronea que se faz do sindicalista e do dirigente de associação como se fossem pessoas arrogantes e truculentas,  que só sabem postular seus direitos aos gritos,  com palavras ásperas e fanfarronices que não conduzem a nada.

                              Lamentamos que o dileto Jornalista tenha sido tão cáustico a ponto de afirmar que somos omissos e de dizer que deveríamos nos envergonhar pelo fato dos salários de Brasília serem superiores aos de São Paulo. Isso é fato. Porém nosso empenho tem sido no sentido de amenizar essa disparidade. O que não podemos é encostar o Governador na parede, com uma metralhadora em seu peito.

                                Este, pois, o nosso respeitoso posicionamento em face do seu despropositado comentário.

                              Respeitosamente,   

                                                                  

                                                                Jarim Lopes Roseira

                                Pela “Representação Coletiva dos Policiais Civis de São Paulo”