Decisão da 9ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça paulista manteve, em sessão realizada no último dia 9, sentença que julgou improcedente ação proposta por policial militar impedido de entrar em agência bancária portando arma de fogo. O policial estava de folga no dia dos fatos.
De acordo com o pedido, L.F.E.B. propôs ação de indenização por danos morais contra o banco Bradesco alegando que foi impedido de entrar na agência portando arma de fogo, mesmo após ter se identificado como policial militar. O agente, que ia pagar uma conta, alegou que teve que acionar a polícia, perdendo quase cinco horas para lavrar boletim de ocorrência, fato que lhe teria causado danos morais. Com a ação, ele pretendia a condenação da instituição em valor equivalente a 500 salários mínimos.
O pedido, no entanto, foi julgado improcedente pelo juiz Daniel Carnio Costa, da 5ª Vara Judicial de Guarujá. Na sentença, o magistrado sustentou que não houve conduta ilícita, uma vez que o controle de acesso às instituições financeiras tem respaldo legal. “O fato de ser impedido de ingressar na agência bancária porque estava portando arma de fogo não é motivo suficiente para se reconhecer a existência do dano moral. Trata-se de um aborrecimento cotidiano e comum ao dia-a-dia moderno.” Inconformado com a decisão, ele apelou, mas o pedido não foi atendido.
Segundo o relator do recurso, desembargador Viviani Nicolau, não houve abuso ou excesso na negativa de acesso do autor ao interior da agência bancária. “A proibição de entrada em agência bancária portando armas é pública e notória e atinge, indistintamente, a todos os cidadãos, sendo exercício regular de direito. O dever de guarda da arma por parte do autor não implica concluir que ele deve levá-la aonde vá, mas sim que a deixe em local seguro. Não há direito do apelante de adentrar no banco portando arma de fogo, mormente à paisana, fora do horário de serviço”, concluiu.
Com base nesses fundamentos, negou provimento ao apelo, mantendo a sentença de improcedência da ação. A decisão, unânime, contou com a participação dos desembargadores Antonio Vilenilson e José Luiz Gavião de Almeida.
Autor: Flit Paralisante
ABUNDA CANALHA: PRELEÇÃO DE TENENTE-CORONEL É GRAVADA POR OFICIAIS SUBORDINADOS E DIVULGADA…SEGUNDO O COMANDANTE O PROMOTOR DA COMARCA DARIA A BUNDA PARA OS DELEGADOS QUE SÓ QUEREM CUIDAR DE OCORRÊNCIAS DE VULTO; AS DEMAIS QUERENDO INFORMAÇÕES MASTIGADAS DA PM…( independentemente dos modos do Coronel, quem gravou e divulgou deveria ser fuzilado ) 47
Segurança | 16/08/2011 | 10h22min
ÁUDIO: “Falei o que tinha para falar”, diz comandante da PM que ofendeu delegados
Gravação teria ocorrido em reunião da PM em Jaraguá do Sul
O tenente-coronel Rogério Khumlen, comandante do 14º Batalhão da Polícia Militar em Jaraguá do Sul e com 30 anos de corporação, comentou na manhã desta terça-feira a gravação onde supostamente aparece a sua voz ofendendo delegados e promotores da cidade. Rogério afirmou que ainda desconhecida a gravação, mas confirmou as declarações ao ser informado do conteúdo pela reportagem.
>>>Clique aqui para ouvir o áudio com as supostas declarações do policial militar
— Até hoje, desconhecia essa gravação. Mas se realmente for eu, falei o que tinha para falar — afirmou nesta manhã.
O caso foi divulgado pelo jornalista Rafael Martini, da coluna Visor do Diário Catarinense. O áudio teria sido gravado por meio de celular durante uma reunião na sede do Batalhão. Em tom nervoso, o comandante critica ações de delegados de Polícia Civil, juízes e promotores da cidade. E se recusa a seguir algumas determinações.
— E aquele documetozinho que o delegado mandou para mim, dizendo que eu tenho cinco dias para responder… Primeiro, não tenho nem obrigação de responder… Quer mais informações? Vai investigar. Quer uma cópia da ocorrência? Está aí. Sabe o que eles fazem? Pegam as informações da PM mastigadinhas para iniciar a investigação. Depois, vão na imprensa dizer que o trabalho é deles — disse numa parte da gravação.
Segundo Rogério, pela conteúdo, e se realmente for a sua voz, a indignação registrada no áudio teria ocorrido no início do ano, dias após uma reunião com delegados, juízes e promotores. No encontro, eles teriam determinado modificações nos trabalhos da PM em Jaraguá do Sul. Pediram modificações na forma de atender ocorrências e registrar as informações.
— Eu não admito que me deem ordens. Não sou subordinado à Polícia Civil. Não faço o que o delegado quer. Querem que eu faça o serviço deles. Pegaram o costume de mandar na Polícia Militar. Por isso, nem respondi os documentos enviados pedindo mudanças nos procedimentos. Tenho muitos amigos na Polícia Civil, mas isso é coisa de uma turma nova. Não admito isso (as determinações). Mas deixo bem claro que essa é minha postura, e não a postura de toda a corporação da Polícia Militar — desabafou na entrevista desta manhã.
Na gravação, o tenente-coronel afirma que recebeu o apoio do comando-geral da Polícia Militar sobre a postura adotada. Também citou uma conversa com o Senador Paulo Bauer.
— O comandante-geral me apoiou na minha postura. E o Bauer é meu amigo há anos. Trabalhamos juntos. Ele ficou sabendo do problema e me ligou. Mas em nenhum momento interferiu no assunto ou coisa do tipo — explicou.
Sobre a gravação e a divulgação do conteúdo do áudio, o comandante do 14º Batalhão afirmou que, se realmente aconteceu, ocorreu de forma ilegal e, provavelmente, por alguém descontente dentro do batalhão.
— Eu troco essas informações (como as registradas no áudio) com a tropa para mostrar justamente que delegados não iriam protegê-los. E, como a gente dorme com o inimigo, alguém deve ter gravado. Em vez de lavar a roupa suja em casa, preferiu divulgar. Se ele quis se abraçar com os delegados, fazer o quê? — finalizou.
Para se referir aos delegados e promotores no áudio, Rogério teria usado expressões de baixo calão.
— Se eu disse, deve ter sido um erro do momento. Mas responderei pelos meus atos sem problemas.
URGENTE OITIVA DO DELEGADO QUE TIROU A CALÇA DA ESCRIVÃ 58
Data: 16 de agosto de 2011 11:55
Assunto: URGENTE OITIVA DO DELEGADO QUE TIROU A CALÇA DA ESCRIVÃ
Para: dipol@flitparalisante.com
| 12h30 |
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Prezado Dr. Guerra,
Amanhã na Assembleia Legislativa, será ouvido, o Dr. Eduardo, aquele que tirou a força a calça da escrivã de Polícia. Por favor publique a agenda, acima, para que todos os policiais civis possam comparecer. Atenciosamente. Andre.
EXECUÇÃO DA JUÍZA – o ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, afirmou que o assassinato mostra a ousadia do crime organizado no país: “Devemos ficar realmente muito preocupados.” …PARA O BEM DO BRASIL ESPEREMOS QUE MORRA UM MAGISTRADO POR DIA!…Pois as centenas de policiais mortos pelo crime organizado não causava “MUITA” preocupação 35
Dois dias antes de execução de juíza Patrícia Acioli,
policial civil denunciou existência de plano à PF
O Globo/AS
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ALTA MAGISTRATURA “versus” BAIXA MAGISTRATURA…”madeira de dar em doido vai descer até quebrar” 17
Alta Magistratura, aqueles que não olham para sua cara; nem escutam a sua voz.
Baixa Magistratura, aquele que te acolhe ensanguentado, beija sua boca, escuta seus berros de dor e suporta tuas cusparadas.
Alta Magistratura leva dez anos para decidir aquilo que a Baixa Magistratura leva dez minutos.
Os da alta magistratura são confiáveis e respeitáveis; residem em finos locais cercados por gente de bem.
Os da baixa magistratura são grosseiros e venais; são os teus vizinhos.
Alta Magistratura recebe R$ 25.000,00 por mês (você acha compatível).
Baixa Magistratura recebe R$ 2.000,00 por mês (você acha uma fortuna, né?).
Aconselhamos ao caro cidadão que, eventualmente, ler esta estapafúrdia comparação – estapafúrdia para alguns – quando sofrer qualquer lesão ou ameaça de lesão procure – sem intermediários – os membros da ALTA MAGISTRATURA.
A ALTA MAGISTRATURA é quem tem a função de solucionar conflitos de direitos…
Quando matam um policial (baixo magistrado), todos querem saber em que ele estava envolvido para acabar emboscado e executado na porta de casa.
Ninguém, ou quase ninguém, fica indignado pela crueldade do crime… O importante é saber: o que ele fez para ser morto?
Matam um Juiz, uma Juíza (alto magistrado), seus pares se mobilizam para elevar o ato à categoria de santificação das nobres – e muito perigosas – funções do Poder Judiciário.
Mentira!
Não há nobreza acima de qualquer outro trabalho humano; nem há perigos como aqueles enfrentados pela BAIXA MAGISTRATURA.
Lamentem a morte do ser humano; lamentem pela morte da mãe de três filhos.
Mas não lamentem a morte da Juíza, ou seja, morte do membro da ALTA MAGISTRATURA bem remunerada deste país; que nunca nada fizeram pelos direitos dos membros da BAIXA MAGISTRATURA, salvo prejudicar e humilhar (perdão às raríssimas exceções).
A ALTA MAGISTRATURA – de regra – sempre tratou aos policiais em geral como párias do sistema legal; como pestilentos serviçais.
A Baixa Magistratura, apesar de tudo, ainda, presta reverencias a Alta – cultura de escravo acreditar na superioridade do senhorio – ; salvo aqueles que os olham e enxergam como são e o que fazem…
Então se canta: é a volta do cipó de aroeira no lombo de quem mandou dar …( Aroeira – Geraldo Vandré )
O Brasil é um poucos países em que se verifica brutal diferenciação entre salários no funcionalismo público; especialmente entre engrenagens da mesma máquina.
Além da brutal opressão infligida aos policiais em geral e de baixo escalão em especial.
A Polícia é Magistratura sempre de pé na lama, o Ministério Público é Magistratura com os “Italian shoes” em piso de mármore de carrara ( Parquet ); Juízes a Magistratura das nádegas em confortáveis e luxuosas poltronas.
É muita safadeza e desonestidade um funcionário público ganhar dez vezes mais do que outro tão ou mais importante.
Assim, já que não há isonomia salarial ( equilíbrio ) , que as balas – dos fuzis da bandidagem – sejam igualitariamente divididas.
Claudio Julio Tognolli: Os policiais federais de todo o Brasil ainda não sabem qual o rosto que a presidente Dilma quer dar a sua PF…( corrupta, violenta, empresarial , republicana ou customizada a critério do cliente ) 16
Depois da Operação Voucher, aliados e oposicionistas se perguntam como será a polícia do governo. E o medo impera
Um enigma: a PF de Dilma
PF sem rosto
Por Claudio Julio Tognolli
Os policiais federais de
todo o Brasil ainda não sabem qual o rosto que a presidente Dilma quer dar à
sua PF. Oito policiais federais ouvidos pela reportagem do Brasil 247, de
delegados a agentes, passando por escrivães, relatam que a maior discussão na
corporação é se a PF de Dilma vai ser uma PF supostamente “republicana”, como a
de Lula (mas que fazia mega-operações para atender a advogados de grupos
privados) –ou uma PF independente. A avaliação, por ora, é que Dilma está
sendo enganada: a Operação Voucher, por exemplo, referem, foi encomenda
política. Mesmo Dilma tendo mandado um recado claro ao Ministério da Justiça,
em fevereiro passado, referindo que queria controle total das mega-operações, o
quadro degenerou para outros caminhos.
Em 2 de maio passado, este
Brasil 247 adiantou o seguinte: “Mas a gestão de Dilma baixou normas rigorosas
para operações da PF: operações com mais de dez agentes devem passar pelo crivo
pessoal do Ministro da Justiça, José Eduardo Martins Cardozo. O modelo Dilma
nada quer com o modelo Lula de PF. Lembremos: as operações da PF aumentaram
quinze vezes durante o governo Lula. Pularam, por exemplo, de 16 em 2003 para
143 até agosto de 2009. De 2003 para 2010 o número de funcionários da PF pulou
de 9.231 para 14.575, um crescimento de 58%. Lula botou nas ruas, na maioria
das vezes sob MTB, 1.244 operações, o que representa 25 vezes mais do que as 48
tocadas pela PF no governo Fernando Henrique Cardoso”. Veja aqui o link:
http://www.brasil247.com.br/pt/247/poder/2016/Dilma-enquadra-Pol%C3%ADcia-Federal.htm
Policiais Federais referem
que a PF está dividida em algumas alas, no quesito operações. Primeira ala:
alguns delegados querem a volta do “modelo Lula 1”: por ele, a cada semestre,
delegados sugeriam à direção da PF mega-operações, relatavam no papel um
pressuposto (petição de princípios), e já davam um nome de batismo à blitze.
Aprovada a operação, o seu virtual custo já era dotado no orçamento da PF, o
que irrigava os cofres e investimentos em material e logística (o fiasco da
Satiagraha, operação cuja legalidade está sendo julgada no STF custou aos
cofres públicos RS$ 466 mil, por exemplo). Um dos tantos exemplos dessas
operações é o caso do empresário Wolf Gruenberg, preso pela PF, que invadiu
ilegalmente o Uruguai, para tentar prendê-lo –somente porque Wolf cobrava da
União, em juízo, uma dívida milionária (veja a história de Wolf aqui http://bit.ly/nrW51l ).
O líder do PT na Câmara
criticou a divulgação das fotos dos 36 presos nus, funcionários do Ministério
dos Transportes, presos pela Operação Voucher. O ex-presidente Lula pediu que a
PF pedisse desculpas aos presos. Mas Lula e seu ex-ministros da Justiça sabem
que a PF faz isso com todo mundo. Na Operação Satiagraha, dez detidos foram
obrigados a ficar nus, agacharem-se nus, e ainda foram submetidos a vôos
rasantes, na baía de Guanabara, num avião militar –e terem de escutar gritos,
de um oficial vestido em roupas militares, ordenando que, se não se
conformassem com a submissão, algo de ruim lhes “aconteceria no mar”. Também no
governo Lula a imprensa gaúcha, que já comia e ainda come, genuflexa, nas mãos
de Tarso Genro, não perdoou o judeu europeu Wolf Gruenberg: a Zero Hora, por
exemplo, atribuiu-lhe, e à sua esposa, status de chefes de quadrilha (veja aqui
http://glo.bo/oRsSl0) Sua mulher, Betty Guendler, ficou presa por 47 dias e
Wolf por 150. Betty foi algemada aos pés de uma cama de hospital. Acometida de
septicemia, quase perdeu um dos seios em decorrência da estada na cela do
Presídio Madre Peletier. Wolf, recém-operado do coração e portador de câncer
sublingual, foi impedido pela Operação Mãos Dadas de ir a São Paulo para seguir
o tratamento deste câncer, brotado enquanto a PF, o MPF e o judiciário o
investigava e, depois, concluir tal tratamento . O que a PF de Dilma fez com os
amigos de Marta Suplicy, a PF de Lula fez com todo mundo: e pior. Só que,
naquela época, as gritas contra a PF vinham de advogados –que passaram a ser
algemados por ordens do próprio ministério da Justiça de Lula. O pau que ora
bate nos Franciscos, já bateu também nos Chicos.
Segunda ala: delegados,
sobretudo, apontam que o “modelo Lula 1” foi enterrado por Dilma, mas que está
voltando pelo que chamam de “gauchismo”. A saber: a ala gaúcha da PF era a do
ex-ministro Tarso Genro e do ex-diretor da PF, Luis Fernando Correa. Defendia
uma ética a que chamavam “da dos povos de fronteira”: guerra total, operações
na rua a qualquer custo. Alguns citam que a clássica frase do economista Keynes
“a guerra é a política continuada por outros meios” é invertida pela ala gaúcha
da PF: a política é a guerra continuada por outros meios, e a PF nas ruas deve
ser instrumento da “guerra total contra o mal”. Nesse sentido, dizem esses
delegados, o modelo de guerra total foi levado por Tarso Genro, ora governador,
ao Rio Grande do Sul, que bate seus recordes de operações realizadas pelas polícias
civil e militar. Uma parte aplaudível de Tarso é o apoio irrestrito ao
Responsável pelo indiciamento de 35 neonazistas no Estado nos
últimos dez anos, o delegado Paulo César Jardim, da 1ª DP. “Tarso deveria ter
botado a PF em cima dos neonazistas, já infiltrados até mesmo dentre
autoridades gaúchas, em 4 cidades do RS”. Tais cidades são apontadas pelo site
Tempos Nazistas http://www.temposnazistas.org/
A terceira ala é aquela a
explicar que a queda do número de operações da PF, no fim do governo Lula e sob
Dilma, teria feito com que policiais federais recebessem menos reforços no
salário, por hora trabalhada em cima do esquema de escutas “Guardião”. Trata-se
afinal de um sistema de software e hardware fabricado pela Dígitro, de Santa
Catarina. Ele é capaz de gravar simultaneamente centenas de ligações. Segundo a
empresa, “o sistema é desenvolvido de acordo com as necessidades do
cliente e o preço varia”. Diz-se que seu custo gira em torno de R$ 500
mil, além dos gastos com a manutenção – o Ministério Público de Mato Grosso
comprou um por R$ 413 mil em dezembro de 2006. A Secretaria de Segurança
da Bahia comprou um em 24 de março de
2009. Mato Grosso compra ano passado mais um Guardião (veja link http://bit.ly/nNEHoH)
Pouco antes de sua
internação, fui ouvir o senador Romeu Tuma (DEM-SP) sobre o que ele achava do
Guardião. Ele me disse que o uso do Guardião estava avacalhado. “Quando
digo que está tudo avacalhado, me refiro ao Guardião nas mãos dos MPs e até nas
mãos da iniciativa privada. Aí, a situação fica difícil. É por isso que o
Guardião precisa de um controle efetivo.
Sobre os lucros que envolvem
o sistema de escutas, diz um policial: “O custo é R$ 10 mil mensais por
grupo de dez canais, para dez telefones, fora o custo de implantação de R$ 500
mil a R$ 1 milhão. Uma fortuna incalculável! A equipe do Departamento de
Inteligência Policial (DIP) de Brasília ganha estadia, carro e uma verba
secreta (VS) de quase R$ 15 mil mensais para atuar no grampo. Apenas em São
Paulo tem capacidade para grampear 9 mil telefones simultaneamente.”
|
http://www.brasil247.com.br/pt/247/poder/11693/Um-enigma-a-PF-de-Dilma.htm
fim
_______________________________
Polícia “republicana” é piada!
Querer orgão policial republicano governado por políticos nada republicanos é impossível.
NADA MAIS MALEÁVEL DO QUE SE TER UM PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA COM “PEQUENOS PROBLEMAS NA JUSTIÇA” 20
15 agosto 2011
Dano ao erário
Barros Munhoz é acusado de improbidade administrativa
Por Fernando Porfírio
O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Barros Munhoz (PSDB), se tornou réu em Ação Civil Pública por ato de improbidade administrativa. A decisão, tomada nesta segunda-feira (15/8) pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, referendou despacho da juíza Carla Kaari, da 1ª Vara Cível do Fórum de Itapira (SP).
O líder tucano é suspeito da prática de mau uso do dinheiro público por contratar de formar irregular um escritório de advocacia. A contratação aconteceu quando Barros Munhoz era prefeito de Itapira. O tucano entrou com recurso contra decisão da juíza Carla Kaari. Seu pedido foi negado pela corte paulista.
O Ministério Público acusa Barros Munhoz de improbidade administrativa e pede a condenação do parlamentar à perda da função pública, suspensão dos direitos políticos por oito anos e ressarcimento integral do dano sofrido pela prefeitura, aplicando no cálculo do valor juros e correção. Além de Barros Munhoz, são réus no processo mais oito pessoas, o escritório de advocacia e a Prefeitura de Itapira.
A 5ª Câmara de Direito Público, por votação unânime, negou recurso (Agravo de Instrumento) apresentado pela defesa de Barros Munhoz que pretendia trancar a ação civil. O deputado sustentou que o instrumento eleito pelo Ministério Público não era o adequado, que a Justiça de primeiro grau se mostrava incompetente para julgar o processo e que a inicial não deveria ser aceita, pelo simples fato de não existir ato de improbidade administrativa.
De acordo com Barros Munhoz, houve lisura na contratação do escritório de advocacia e o erário público não sofreu qualquer dano. A defesa pediu a destipificação da acusação, a apreciação do contrato pelo Tribunal de Contas do Estado e a rejeição do recebimento da Ação Civil Pública. Além disso, sustentou a inexistência de indícios para configuração do ilícito administrativo
A turma julgadora entendeu que não houve qualquer nulidade na sentença da juíza de Itapira ao receber a Ação Civil Pública. De acordo com o relator, Carlos Abrão, há elementos que determinam a apuração de responsabilidade na contratação do escritório de advocacia. Para a turma julgadora, há indícios de desrespeito às regras da administração pública, quando do exercício do cargo de prefeito na cidade de Itapira, o que prioriza o andamento do processo civil.
“Não há qualquer supressão de conduta, pela configuração de crime de responsabilidade, tendo a douta magistrada fundamentado o recebimento, patente o interesse de agir, inviável, no exame superficial emitir juízo valorativo sobre absoluta inexistência de ato de improbidade”, disse o desembargador Carlos Abrão.
Em primeira instância, a Justiça deferiu liminar do MP e determinou a indisponibilidade e bloqueio dos bens dos suspeitos, limitados ao valor de R$ 223,5 mil. A juíza de Itapira também suspendeu o contrato firmado pela Prefeitura e o escritório Cláudio Golgo Advogados Associados S/C.
No primeiro semestre, Barros Munhoz se tornou réu em outra Ação Civil Pública por improbidade administrativa. Ele foi acusado de favorecer a empresa Brinquedos Estrela, também quando exercia o cargo de prefeito de Itapira (1997-2004).
O Ministério Público pede a condenação do parlamentar à perda da função pública, suspensão dos direitos políticos por oito anos e ressarcimento integral do dano sofrido pela prefeitura.
Segundo o MP, em 2002, Munhoz desapropriou terreno de 335,8 mil metros às margens da rodovia SP 352, que liga o município ao sul de Minas, doou a área à Starcom Ltda. e autorizou repasse de R$ 11,8 milhões a título de “subvenção econômica” para construção de galpão destinado a abrigar as instalações da Estrela.
A Starcom, aponta o Ministério Público, foi constituída com capital social de R$ 5 mil exclusivamente para viabilizar a transação, uma vez que, à época, a Estrela atravessava graves dificuldades financeiras e não poderia receber incentivos.
A Promotoria aponta na ação que o balanço da companhia, em 2001, demonstrava prejuízo acumulado de R$ 23,2 milhões. Por isso, o contrato foi firmado com a Starcom. “Isso somente vem a confirmar uma realidade que já deveria ter sido prevista e evitada”, acentua o Ministério Público.
O montante de quase R$ 12 milhões foi desembolsado pelo Tesouro municipal seguindo cronograma com início em novembro de 2002 e término previsto para maio de 2005. Até 16 de julho de 2004, a prefeitura já havia pago à Starcom R$ 9,3 milhões em auxílios decorrentes do contrato.
Fernando Porfírio é repórter da revista Consultor Jurídico
CORAGEM É PERMANECER SOFRENDO E LUTANDO…CORAGEM SERIA DENUNCIAR TODAS AS MAZELAS DA INSTITUIÇÃO MANTENDO-SE EM SERVIÇO…EM PEDIDO DE EXONERAÇÃO É FARSA 14
Um um ato de coragem e protesto que custou seu emprego, o policial civil lotado na delegacia de Jaraguá-GO, André Luiz Ramos dos Santos Gontijo, enviou ao Governador e ao Secretário de Segurança Pública seu pedido de exoneração. O motivo, as pessimas condições de trabalho oferecido pelo Estado. No oficio enviado as autoridades o policial faz uma série de criticas como “falta de gestão, falta de incentivo e falta de respeito com os servidores” diz ele em um dos trechos do documento.
Ao
Exmo. Sr. Governador do Estado
Exmo. Sr. Secretário de Segurança Pública do Estado
PEDIDO DE EXONERAÇÃO
Nunca houve descontentes entre o povo a não ser por boas e suficientes razões. Clarence Darrow! Após derrotar milhares de candidatos para conseguir uma colocação nesta instituição, resolvi exonerar-me para não perder minha dignidade!
André Luiz Ramos dos Santos Gontijo Peixoto, brasileiro, casado, servidor público estadual, lotado na Delegacia de Polícia de Jaraguá, onde exerce as funções de Escrivão de Polícia, matricula 9869, vem respeitosamente requerer a Vossa Excelência, se digne a conceder-lhe exoneração do cargo a partir do dia 15 de abril de 2011, o que o faz pelas razões abaixo delineadas:
A burocracia na instituição e a falta de gestão de pessoas são fatores patentes, gritantes e vergonhosos!
A exemplo do que ocorreu no Senado Federal, acredito que a Segurança Pública do nosso Estado precisa, urgentemente, contratar uma instituição séria, como a Fundação Getulio Vargas para realizar uma consultoria em todas as áreas da secretaria.
De nada adianta empregar recursos públicos sem diagnosticar os problemas da instituição, assim como, de nada adiantará a nomeação de novos servidores se não for implantada uma gestão racional, motivadora e equilibrada, na exata conformidade de nossa ATUAL demanda.
Para que Vossas Excelências entendam que o problema da Polícia Civil é falta de gestão, cumpre mencionar, que em dezembro de 2009, a Delegacia de Jaraguá recebeu 3 novos escrivães, formando uma equipe de 6 escrivães.
Por falta de gestão, por falta de incentivo e falta de respeito com os servidores, por parte da omissa direção, restaram apenas 02 (dois) escrivães na Cidade, para lidar com mais de 500 inquéritos, centenas de Boletins de Ocorrências, Termos Circunstanciados de Ocorrência, atendimento de ofícios, requisições e ainda, orientação do público em geral.
Por este motivo é que acredito que em primeiro lugar deve haver um diagnóstico QUANTO AOS PROBLEMAS E DEMANDA DA INSTITUIÇÃO, diagóstico este, realizado por instituição séria, isenta e não ligada à segurança pública, para de fato, HAVER MUDANÇA!
È Recorrente depositarmos nossas esperanças em gestores escolhidos nos quadros da instituição, entretanto, a experiência já demostrou que precisamos de gestão nova, caso contrário, prosseguiremos com este cenário de fracasso que todos já conhecem.
Três 03 pessoas animadas, felizes e valorizadas trabalham muito mais do que 10 pessoas insatisfeitas e deprimidas.
Devemos erradicar as burocracias otimizando procedimentos. Para se ouvir um cidadão em outra cidade é necessário que se expeça carta precatória para o Delegado Regional, o qual, remete tal carta precatória para várias outras autoridades, até que tal documento chegue ao delegado que irá tomar o depoimento. Eu confesso que fiquei enojado ao deparar com este procedimento medieval, o qual dispende muito tempo e recursos do Estado. (as cartas precatórias no atual modelo, ou são enviadas em viaturas gerando desperdício de gasolina, tempo dos agentes e dinheiro dos administrados ou são enviadas pelo correio, gerando custos com tarifas)!
Estas cartas precatórias ridículas, oriundas do PERÍODO COLONIAL, contribuem para que inquéritos durem dezenas de anos, causando na população um sentimento extremo de impunidade!
Milhares de mães e familiares, sofrem suplicando a justa punição dos assassinos de seus entes, entretanto, muitas vezes morrem antes das cartas precatórias chegarem ao seus respectivos destinos, pela teia burocrática ridicularmente impregnada neste procedimento.
Devemos começar a mudança por nossos sistemas de informática, temos verdadeiros gênios neste setor, tais como Ricardo e Rodrigo, todavia, acredito que estão sufocados de trabalho e, lutando contra burocracias ridículas, assim como, todos os servidores da Polícia Civil Goiana.
Sugiro que se ofereça um super prêmio, em dinheiro, para que a equipe de informática desenvolva módulos que economizem tempo e recursos! Tal prêmio deverá ser proporcional à economia de tempo e recursos gerados com as soluções implantadas. R$ 2.711,00 não remunera e jamais incentiva gênios.
Precisamos implantar novos módulos neste sistema, para evitar trabalhos em duplicidade, tais como ocorrem com as ESTATÍSTICAS, ATUALMENTE, ELABORADAS DE FORMA MEDIOCRE, uma vez que poderiam ser geradas automaticamente, evitando perda de tempo por parte de centenas de servidores.
Outra questão repugnante são os boletins de ocorrência que são lavrados pela POLÍCIA MILITAR e, novamente, lavrados nas Delegacias de Polícia Civil. Isto é totalmente desnecessário! Precisamos interligar o sistema da Polícia Militar com o da Polícia Civil, para que, uma vez lavrado um Boletim de Ocorrências por parte de qualquer uma das instituições, suas informações sejam automaticamente compartilhadas.
NÃO É JUSTO GASTAR GASOLINA PARA BUSCAR GASOLINA. Por falta de gestão e competência, é preciso que nossos agentes viajem 120 quilômetros para trazer centenas de litros de gasolina dentro da viatura.
Cadê a administração desta instituição? Isto é um crime contra o dinheiro dos consumidores! Não é justo gastar gasolina para buscar gasolina, sem contar nos riscos que correm os policiais que são obrigados a viajar ao lado de centenas de litros de combustível! Se ocorrer um acidente, os corpos dos policiais serão entregues carbonizados às respectivas familias. É claro que estamos falando de corpos de agentes e escrivães, uma vez que Delegados não fazem transporte de gasolina!
Falta fechadura nas portas dos cartórios. Uma sala é utilizada por vários escrivães, não existe segurança mínima para os inquéritos e muito menos para os objetos apreendidos, não existe recursos para aquisição de um simples cadeado, água ou mesmo papel higiênico.
No início do ano de 2010, a torneira do lavatório do banheiro da nossa delegacia permaneceu quebrada por 60 dias, de forma, que as pessoas saíam do banheiro e lavavam as mãos na pia da cozinha, onde também eram lavados os talheres e os panos que limpavam o chão da delegacia. Como não existe manutenção nas delegacias, me vi obrigado a tirar parte do meu salário de fome, para comprar e instalar uma torneira no banheiro da delegacia! Cadê uma política eficiente de manutenção e aproveitamento de ativos? Poderia haver no sistema, um módulo onde cada delegado informaria quais os materiais e móveis encontram-se disponíveis em sua delegacia, para que outras delegacias pudessem requisitá-los. É tudo muito simples, todavia, para sugerir temos que sair da instituição, pois, caso contrário somos transferidos ou punidos!
Como o Delegado Geral já sinalizou que deseja melhorar a instituição, sugiro que começe pela simplificação dos procedimentos. Sugiro que peça a contribuições a todos os servidores por meio de idéias e sugestões para desburocratizar os procedimentos.
A função da polícia judiciária é simplesmente apurar materialidade e autoria, assim sendo, podemos otimizar muitos procedimentos sem deparar com a ilegalidade.
DO USO DE TRANSFERÊNCIAS COMO INSTRUMENTO DE INTIMIDAÇÃO DE CRÍTICAS:
Deve ser criada regra objetiva para que transferências de servidores de localidades, não sejam adotadas como retaliações, para que Agentes e Escrivães possam sugerir, criticar e tentar melhorar esta instituição! Atualmente, basta uma crítica para que um fax seja acionado, transmitindo uma portaria com vistas a transferir um servidor para outra cidade. Que mundo é este, que instituição é esta?
Sugiro ao Senhor Secretário e ao Sr. Governador que acabem com estas transferências punitivas. Péssimos servidores devem ser exonerados, não transferidos, pois, cidade alguma merece receber péssimos servidores, assim sendo, as transferências deverão ser mínimas e objeto de regra muito objetiva, para que AGENTES, ESCRIVÃES E DELEGADOS INCOMPETENTES, não possam se valer de “politicagens nojentas” impregnadas em nosso país, visando punir críticas e sugestões, as quais podem resultar em melhorias para cada uma de nossas Delegacias.
AGENTES E ESCRIVÃES SÃO ESCANDALOSAMENTE MENOSPREZADOS PELA INSTITUIÇÃO:
Nosso Delegado é operacional, extremamente honesto, pula muros e não mede esforços para prender criminosos. Em uma de nossas reuniões pedimos ao nosso Delegado que conseguisse alguns coletes balísticos para a equipe, haja vista a quantidade de armas que estávamos apreendendo em Jaraguá. Quando nosso Delegado chegou de goiânia, todos ficamos eufóricos para receber os coletes, todavia, sofremos uma brutal decepção, pois, a direção da polícia civil enviou apenas um colete, na medida exata e, para uso exclusivo do DELEGADO DE POLÍCIA, o que implica reconhecer, que para a administração da instituição, quem não é delegado não passa do MAIS DESPREZÍVEL LIXO!
OUTRO CRIME QUE ESTÁ SENDO COMETIDO É RELACIONADO AO FALSO CONVÊNIO MÉDICO QUE POSSUÍMOS:
Minha esposa precisou de ajuda médica e após encontrar o profissional da área específica, descobrimos que somente haveria vaga para consulta no próximo ano, uma vez, que pretendíamos contratar a consulta via IPASGO, O QUE É UM ABSURDO, UMA INJUSTIÇA E UMA SAFADEZA!
Diante de tamanhas atrocidades, não tem como permanecer nessa instituição.
O antigo governador furtou a dignidade dos professores, dos médicos e dos policiais deste Estado, mantendo os salários congelados por vários anos, levou diversas pessoas a óbito em filas de hospitais, reduziu a qualidade do ensino e eliminou a sensação de segurança da população, em decorrência do desprezo do infeliz governante para com os servidores desta área.
O Governador anterior jamais se elegerá, sequer para PRESIDENTE DE ASSOCIAÇÃO DE MORADORES DE BAIRRO, entretanto, meus colegas policiais que continuam nesta instituição, precisam urgentemente, que Vossa Excelência, Sr. Marconi Perillo, Governador do nosso Estado, comece a cumprir as promessas que movimentou milhares de policiais em torno de sua eleição. Eu ainda acredito em Vossa Excelência e espero que o Senhor não desaponte meus colegas policiais, que continuam defendendo a instituição, mesmo diante do desprezo e da falta de respeito para com os mesmos.
SUGESTÕES URGENTES:
Como detesto discursos, deixo uma sugestão simples para otimização de procedimentos: Todas as cartas precatórias serão feitas por e-mail. Todos os Delegados, inclusive os mais idosos, serão obrigados a aprender a utilizar computadores e cadastrar um e-mail, onde, receberão e enviarão as cartas precatórias.
No e-mail enviado pelo delegado deprecante, este mencionará quem será ouvido, seu endereço e breve relatório, com as perguntas que entender pertinentes. O delegado deprecado terá apenas que mandar intimar e ouvir. A resposta deverá ser enviada por e-mail, se urgente e, postada pelo correio diretamente ao delegado deprecante.
Adotando esta simples sugestão, deixaríamos de gastar muito papel e tempo de vários servidores, sem contar que ao invés de levar um ano para que a pessoa seja ouvida, em menos de 1 minuto e totalmente grátis, A CARTA PRECATÓRIA CHEGA AO SEU DESTINO.
Se a instituição valorizasse idéias de escrivães e de agentes, com certeza muitos procedimentos já estariam excelentes.
Sugiro que seja feita uma simples dinâmica com os servidores, onde todos deverão apontar 10 procedimentos que poderão ser eliminados ou otimizados, consignando, que, caso qualquer uma das sugestões sejam implementadas, seu idealizador irá ganhar 30 dias de folga e, se a sugestão implicar em redução de custos, o servidor poderá, inclusive, receber um prêmio em dinheiro!
Após comunicar esta idéia, basta esperar e descobrir o quanto os agentes e escrivães são capazes de sugerir e o quanto amam esta instituição e podem ajudar a melhorar a gestão e a forma de gastar o dinheiro do nosso povo.
DOS PILARES DA INSTITUIÇÃO:
É necessário atualizar os pilares da instituição, cujas bases são hierarquia e subordinação. Este pensamento arcaico deve ser erradicado e substituído por “respeito e responsabilidade”. Nas melhores instituições, hierarquia e subordinação são coisas do passado. Em instituições modernas, todos sugerem, questionam, criticam e são diariamente criticados, inclusive os líderes, que quando genuínos, encontram nas críticas soluções para diversas questões administrativas e, até mesmo, visualizam novas oportunidades de negócios e melhorias.
DIGNIDADE JÁ:
Infelizmente, não poderei participar desta mudança, pois, sinto que a cada dia, estas condições de trabalho sub-humanas furtam minha dignidade! Não quero mais trabalhar em uma delegacia onde os próprios presos, dizem “QUE DELEGACIA HORRÍVEL! COMO QUE VOCÊS AGUENTAM”.
Não acho justo pagar um convênio médico e todas as vezes que preciso fazer uma consulta, me ver obrigado a pagar médicos particulares!
Acredito que é injusto trabalhar em uma instituição, onde uma crítica vale uma transferência. Além da falta de tudo, os subsídios que não sofrem reajustes há 8 anos, começaram a ser liquidados em EM DUAS PARCELAS!
Cumpre antes de ser exonerado, agradecer aos colegas de trabalho que estiveram comigo durante este período de evolução e aprendizagem, que me deram o privilégio de poder aprender e trabalhar com os mesmos, sendo eles: Adolfo, Ana Carolina, Ângelo, Armando, Sr. Antônio, Bomfim, Hellyton, Humberto, João Fábio, Joyce, Lara, Laudo, Leandro, Mônica, Murilo, Neide, Paulo Sérgio, Rogério, Sebastião, Washington, Wilmar e os queridos irmãos da Polícia Militar e da Polícia Rodoviária Federal, todos, guerreiros e vencedores. Não podendo deixar de consignar o nome do Ilustre Senhor Diretor do Presídio de Jaraguá, Sr. Anderson e equipe, que sem suporte algum do Estado, ainda assim, conseguem com muita criatividade oferecer dignidade aos presos e suas Famílias.
É impossível deixar de informar ao nobre secretário e ao nobre Governador que existem pessoas excelentes na Instituição e que acredito que tais pessoas vão ajudar a mudar este cenário de morte, tais como a Dra. Liliam, professor Alexandre, a equipe de instrutores do GT3, a equipe de policiais de Goianésia, assim como, seu brilhante líder, o Delegado de Polícia Dr. Marco Antônio, o qual de tão competente e empenhado já deveria estar ocupando um cargo na DIREÇÃO DA INSTITUIÇÃO!
E por derradeiro, no ímpeto de retomar minha dignidade, encerro repisando que é insuportável assistir a forma com que a instituição TEM CORROÍDO A DIGNIDADE DOS SERVIDORES, assim sendo, com muito ORGULHO E CERTA PICADA DE VAIDADE, suplico as Vossas Excelências, Sr. Governador do Estado e Senhor Secretário de Segurança Pública, que aceitem a permuta de minha carteira, arma e o tão sonhado cargo de Escrivão de Polícia, por minha dignidade, da qual não abro mão!
Nestes termos,
Pede deferimento.
Goiânia, 15 de abril de 2011.
André Luiz Ramos dos Santos Gontijo Peixoto
Quem trabalha na rua, de Soldado a Primeiro Tenente, só representa o Estado até puxar o gatilho…Depois que mata o ladrão o Estado desaparece 34
Infelizmente quem trabalha na rua, de Soldado a Primeiro Tenente, só representa o Estado até puxar o gatilho.
Depois que mata o ladrão o Estado desaparece e o Mike tem que se virar pra se defender…
Imagino que para a PC deva ser a mesma tragédia.
MORREU UMA JUÍZA, GRANDE PERDA PARA A FAMÍLIA!…PARA A SOCIEDADE A MORTE DE JUIZ SIGNIFICA MENOS DO QUE A MORTE DE UM POLICIAL…ERRADO PENSAR QUE QUEM MATA JUIZ MATA QUALQUER UM…QUEM MATA JUIZES (E QUALQUER UM) HÁ MUITO MATA POLICIAIS SOB AS BARBAS DO JUDICIÁRIO…O PROBLEMA NO BRASIL: MORREM POUCOS “AGENTES POLÍTICOS” E MUITOS POLICIAIS ( pelos policiais ninguém faz nada ) 10
Morte de juíza foi comemorada com churrasco por PMs, diz primo
15 de agosto de 2011 • 13h25 • atualizado às 15h29
Movimento Rio de Paz protesta contra a morte da juíza Patrícia Acioli, emfrente ao fórum de São Gonçalo
Foto: Tasso Marcelo/Agência
Estado
O assassinato da juíza Patrícia Lourival Acioli, 47 anos, morta na última
quinta-feira em Piratininga, região oceânica de Niterói (RJ), teria sido
comemorado por policiais com um churrasco em São Gonçalo. A afirmação foi feita
por Humberto Nascimento, primo da magistrada, durante protesto realizado no
início da tarde desta segunda-feira por amigos e parentes da vítima em frente à
4ª Vara Criminal de São Gonçalo.
Humberto ainda criticou a postura do governo do Rio, que descartou a
colaboração do Polícia Federal (PF) no caso. “Isso é uma decisão do governador,
não podemos fazer nada a respeito. Queríamos a presença da PF pelo menos como
observadora. Qualquer ajuda é bem-vinda. Se o governador decidiu assim, ele terá
que dar uma resposta rápida”, afirmou. Cerca de 50 pessoas se amordaçaram em
frente à 4ª Vara Criminal com panos pretos e jogaram rosas com uma faixa com os
dizeres: “Quem silenciou a voz da Justiça?”
Uma cruz que foi retirada neste domingo da Praia de Icaraí, zona sul de
Niterói, vai ser recolocada no mesmo lugar, a pedido da população do município,
que cobra uma solução para o caso. O Disque-Denúncia recebeu 72 ligações sobre o
asassinato da juíza até a manhã de hoje. Segundo nota divulgada pelo serviço,
todas as informações estão sendo encaminhadas diretamente para a Delegacia de
Homicídios da capital, que investiga o crime. Quem tiver alguma informação a
respeito dos autores do assassinato, pode ligar para o telefone (21) 2253-1177.
O anonimato é garantido.
Juíza linha dura
Segundo o primo da juíza, ela tinha o perfil
“linha dura”. “Ela era considerada ‘martelo pesado’, sempre com condenações em
pena máxima. Ela condenou gente ligada à máfia do óleo, máfia das vans, milícia
de São Gonçalo e policiais envolvidos com desvio, corrupção e tráfico de drogas.
Há cerca de quatro anos, ela teve a segurança retirada por ordem do presidente
do Tribunal de Justiça do Rio da época”, afirmou Nascimento.
Juíza estava em “lista negra” de criminosos
A juíza Patrícia
Lourival Acioli, da 4ª Vara Criminal de São Gonçalo, foi assassinada a tiros
dentro de seu carro, por volta das 23h30 do dia 11 de agosto, na porta de sua
residência em Piratininga, Niterói, na região metropolitana do Rio de Janeiro.
Segundo testemunhas, ela foi atacada por homens em duas motos e dois carros.
Foram disparados mais de 20 tiros de pistolas calibres 40 e 45, sendo oito
diretamente no vidro do motorista.
Patrícia, 47 anos, foi a responsável pela prisão de quatro cabos da PM e uma
mulher, em setembro de 2010, acusados de integrar um grupo de extermínio de São
Gonçalo. Ela estava em uma “lista negra” com 12 nomes possivelmente marcados
para a morte, encontrada com Wanderson Silva Tavares, o Gordinho, preso em
janeiro de 2011 em Guarapari (ES) e considerado o chefe da quadrilha. Familiares
relataram que Patrícia já havia sofrido ameaças e teve seu carro metralhado
quando era defensora pública.
R$ 2,00 a R$ 10,00 para efetiva prestação de serviços de segurança nas feiras é tão honesto quanto construir e comercializar casinhas infantis 20
DELEGADO CORRUPTO NUNCA ESTEVE MUITO PRÓXIMO DA ILICITUDE ( ninguém fica rico na linha de frente )…DINHEIRO FÁCIL SÓ PARA QUEM POSSUI “BOAS AMIZADES” 20
A presidente da associação afirma ainda que a remuneração deficiente não justifica, mas explica casos de corrupção.
“Nós repudiamos a corrupção, mas com um salário baixo como esse, e pelo fato do policial, de uma forma geral, estar muito próximo da ilicitude, do dinheiro fácil (…) é uma linha muito tênue que separa uma coisa da outra, por isso acaba explicando. Justificando, jamais”.
Butantã, pé na ACADEPOL, ricamente decorada , ar condicionado em vários ambientes, 4 suítes sendo a master com closet e wc individuais sr. e sra., cubas em Corian, box com chuveiro no teto e jacuzzi, terraço com 60m2. Área íntima com tacões madeira natural, banheiros piso em mármore, Living 4 ambs, sala de visita(2), sala de estar(2) e sala de jantar em vários níveis, jardim interno, Home Theater com lareira a gás, com som e comandos eletrônicos, Bar, adega climatizada, escritório, Aquecimento Solar para casa e piscina, sistema de ozônio para purificação de toda água da casa, sistema de cameras de vigilandia, wirelles, etc. Avaliada em R$ 8.500.000,00.
Sabe quando fazendo acertinho em inquérito, aliviada em flagrante e pegando uma ajuda de custo quinzenal – “estipulada pelos superiores hierarquicos” – você construirá uma igual?
Nunca!
Nunca diga nunca!
Não há sonho impossível…
Levará só 200 anos!
O SERVIÇO DE INTELIGÊNCIA DO PODER JUDICIÁRIO EM AÇÃO: contra os servidores daquele poder que participaram da greve ocorrida no ano passado 5
Servidores do Judiciário
Carlos Giannazi (PSOL) disse estar indignado com a informação que recebeu da Associação dos Servidores do Poder Judiciário do Estado de São Paulo (Assojuris) a respeito de ações feitas pelo Tribunal de Justiça contra os servidores daquele poder que participaram da greve ocorrida no ano passado. Para Giannazi, “é uma afronta à democracia, à Constituição Federal e ao direito de greve”. O parlamentar apresentou dois requerimentos às Comissões de Direitos Humanos e de Relações do Trabalho convidando o presidente do TJ a esclarecer o assunto. Gianazzi pediu ainda que cópias do seu pronunciamento sejam encaminhadas ao presidente do TJ/SP e ao Ministério Público Estadual. (DA)
Delegado faz casinhas de crianças para complementar a renda da família 26
Delegado de Polícia de São Paulo faz artesanato para complementar seu salário
Delegado faz casinhas de crianças para complementar a renda da família
Daniel Favero
Para conseguir viver com o pior piso salarial da categoria no País, os delegados do Estado de São Paulo têm se dividido entre diferentes atividades fora dos distritos policiais. Alguns vivem em repúblicas (apartamentos divididos) com colegas, outros procuram outras atividades, os famosos “bicos”, para conseguir complementar a renda. É o caso do delegado Francisco Rodrigues Alves Filho, que faz artesato. Ela usa a renda extra obtida com a venda de casinhas em miniatura para bancar a faculdade de Direito do filho.
“Eu faço casinha de madeiras de crianças, com telhado, luzes. O meu bico é esse para tentar complementar a renda. Graças a Deus tem me ajudado a pagar algumas contas, já que está tudo atrasado”, diz o delegado que vem de uma família de policiais e afirma ter a polícia no “sangue”.
Alves diz que já alertou o filho sobre as dificuldades de ser um policial em São Paulo. “Eu já falei para ele, inclusive ele já sabe: ‘não, pai, quero seguir a carreira de juiz ou promotor, mas não delegado em São Paulo. Em qualquer lugar, menos em São Paulo'”.
O salário médio de um delegado paulista gira em torno de R$ 5,2 mil. A Remuneração é a pior do Brasil, segundo dados da Associação de Delegados de Polícia do Estado de São Paulo. A situação provoca a saída de um delegado da força policial paulista a cada 15 dias.
Para se ter uma idéia da defasagem, o salário médio de um delegado no Distrito Federal é de R$ 17,2 mil, no Paraná é R$ 12 mil e no Mato Grosso, R$ 11 mil. De acordo com o Sistema Nacional de Índices de Preço ao Consumidor do IBGE, nos últimos 12 meses, São Paulo ficou em terceiro lugar entre as capitais cujo custo de vida mais cresceu.
Delegado há 20 anos, Alves se divide entre três delegacias e viaja 80 km para chegar ao trabalho. Ele vive em Bragança Paulista e, apesar de ter prestado concurso para o interior, foi deslocado para trabalhar temporariamente na capital e até hoje ainda não conseguiu transferência. Ele afirma que os gastos com transporte são de quase R$ 1 mil mensais. “Não temos isenção como os policiais militares. Parece que a Polícia Civil não é polícia, não sei nem o que é”, desabafa.
As casinhas que o delegado constrói para complementar a renda chegam a render, em um bom mês, R$ 9 mil, o dobro do seu salário líquido, que é de aproximadamente R$ 4,5 mil. “A gente gosta do que faz, mas tem um momento que não dá mais, porque temos filhos e queremos dar uma vida melhor para eles, mas infelizmente com o nosso salário não tem como”.
Ele diz que tem parentes policiais em outros Estados que não acreditam no salário dele como delegado em São Paulo. “Tenho parente no Maranhão. Lá o delegado ganha R$ 9,5 mil inicial, ela achava que eu ganhava o dobro, quando eu falei eles não acreditaram”.
Para Alves o número de delgados que deixa a polícia tem aumentado consideravelmente. “Eu tinha um (revólver) 38 que estava enferrujando, fui trocar a arma e o funcionário me disse que naquele dia três delegados haviam entregado a arma para deixar a polícia. Isso o governo não divulga, mas o que eu vejo é que todos os dias saem dois ou três”.
Aumento
Segundo a presidente da Associação de Delegados de Polícia do Estado de São Paulo, Marilda Pansonato Pinheiro, o governo paulista prometeu enviar à Assembleia uma proposta de aumento de 15%, e outros 11% no próximo ano. No entanto, ela diz que o reajuste, apesar de bem vindo, “não repõem uma perda salarial tão grande”. O aumento anterior, de 13%, ocorreu em 2008, ano em que a polícia entrou em greve.
Marilda cita exemplos da distorção salarial ao falar sobre Estados com arreacadação menor que a de São Paulo, mas que pagam mais, e aponta a remuneração de um promotor de Justiça em São Paulo, cujo salário inicial é de R$ 19 mil.
A presidente da associação afirma ainda que a remuneração deficiente não justifica, mas explica casos de corrupção. “Nós repudiamos a corrupção, mas com um salário baixo como esse, e pelo fato do policial, de uma forma geral, estar muito próximo da ilicitude, do dinheiro fácil (…) é uma linha muito tênue que separa uma coisa da outra, por isso acaba explicando. Justificando, jamais”.
Com a debandada de policiais, a carga de trabalho tem aumentado consideravelmente o que prejudica a investigação policial. Segundo Marilda, isso se reflete em impunidade de aumento dos índices de criminalidade.
“Tem delegado que está acumulando função em várias delegacias, cidades que não possuem delegados, e isso prejudica a investigação que é a matéria-prima do nosso trabalho, da polícia judiciária, que é investigativa, porque você permanentemente mudando de lugar, atendendo em outro, no estamos sendo fazedores de Boletim de Ocorrência”, diz.
ERRADO: A MAGISTRATURA – QUE É PODER JUDICIÁRIO – SEMPRE FOI SUBORDINADA AO EXECUTIVO QUE POR SUA VEZ – SALVO NAS DITADURAS – É EXERCIDO POR MEMBROS DO LEGISLATIVO…O ESTADO É GOVERNADO PELOS TRÊS PODERES, MAS QUEM DITA AS ORDENS SÃO OS VEREADORES, DEPUTADOS ESTADUAIS, FEDERAIS E SENADORES…O CHEFE DO EXECUTIVO FAZ AQUILO QUE O GRUPO DE PODER ESTABELECE…O MP – NO BRASIL – DEPOIS DE “PANACEIA” – COMO OUTRORA FOI A COCAÍNA – ATUALMENTE ENCONTROU A VERDADEIRA IDENTIDADE: “FITOTERAPIA” 8
A verdade é uma só: Magistratura e MP estão subordinados ao poder executivo (PSDB). Estamos ferrados, isso sim. Resta-nos a desfiliação dos sindicatos que, deveriam, mas não nos representam. Então, já que não merecemos sua defesa, eles não merecem nosso dinheiro. Certo?



