A Lei de anistia sancionada pelo Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, legitimou os movimentos reivindicatórios promovidos por policiais…Meu rei, não vai respeitar o companheiro Lula? 3

Sancionada a Anistia aos Militares (PL 3.777/2008)

14 jan 2010

 Autor: Danillo Ferreira ( Abordagem Policial )

O Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou ontem, 13 de janeiro, o Projeto de Lei nº 3.777/2008, que prevê a anistia dos policiais militares que foram punidos por participar de movimentos reivindicatórios em suas corporações – tanto penalmente quanto administrativamente. Abaixo, a Lei 12.191, que foi originada do Projeto:

LEI Nº 12.191, DE 13 DE JANEIRO DE 2010

Concede anistia a policiais e bombeiros militares do Rio Grande do Norte, Bahia, Roraima, Tocantins, Pernambuco, Mato Grosso, Ceará, Santa Catarina e Distrito Federal punidos por participar de movimentos reivindicatórios.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1º É concedida anistia a policiais e bombeiros militares do Rio Grande do Norte, Bahia, Roraima, Tocantins, Pernambuco, Mato Grosso, Ceará, Santa Catarina e Distrito Federal punidos por participar de movimentos reivindicatórios.

Art. 2º É concedida anistia aos policiais e bombeiros militares do Rio Grande do Norte, Bahia, Roraima, Tocantins, Pernambuco, Mato Grosso, Ceará, Santa Catarina e Distrito Federal punidos por participar de movimentos reivindicatórios por melhorias de vencimentos e de condições de trabalho ocorridos entre o primeiro semestre de 1997 e a publicação desta Lei.

Art. 3º A anistia de que trata esta Lei abrange os crimes definidos no Decreto-Lei nº 1.001, de 21 de outubro de 1969 (Código Penal Militar), e as infrações disciplinares conexas, não incluindo os crimes definidos no Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal), e nas leis penais especiais.

Art. 4º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 13 de janeiro de 2010; 189º da Independência e 122º da República.

LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA

Luiz Paulo Teles Ferreira Barreto

Fernando Luiz Albuquerque Faria

Para os policiais que participaram de movimentos reivindicatórios no período que a Lei se refere – de 1997 até a presente data – trata-se de um marco importante em suas vidas, principalmente para aqueles que foram excluídos. A medida lança um sério debate sobre a vigência de determinadas normas do Código Penal Militar, ou sua aplicabilidade para as polícias brasileiras, e dos estatutos disciplinares das PM’s.

Onde se lê “movimentos reivindicatórios” pode se ler “greve”, o que significa que foi criado um precedente para a legitimação de movimentos grevistas nas polícias militares. Frise-se, porém, que a anistia é uma sinalização para uma possível discussão no sentido de legitimar as greves nas PM’s, algo um tanto distante da legalização propriamente dita. Mas que passará a ser algo conflituoso punir alguém por qualquer tipo de reivindicação, passará.

Autor: Danillo Ferreira ( Abordagem Policial )

Marcelo Freixo: Precisamos de uma reforma completa e de democracia interna dentro da polícia. Se dentro da corporação não há democracia, como podemos exigir que essa polícia seja a garantia de um regime democrático? 8

07.02.2012 – 21h09

Deputado cobra “humildade” de Cabral e diz que governo do Rio “empurra” policiais para a greve

Hanrrikson de Andrade Do UOL, no Rio

  • Alerj/DivulgaçãoO deputado estadual fluminense, Marcelo FreixoO deputado estadual fluminense, Marcelo Freixo

O deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL) fez duras críticas ao governador Sérgio Cabral durante a Ordem do Dia desta terça-feira (7) na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) –na qual estava em votação a proposta encaminhada pelo governo do Estado para antecipar o reajuste salarial das entidades de classe da segurança pública.
O parlamentar afirmou que o medo de lidar com uma greve geral de policiais militares e civis, bombeiros e agentes penitenciários, levou o governador do Rio a “encaminhar um projeto às pressas” para a Alerj. Além disso, o deputado cobrou humildade do chefe do poder Executivo fluminense e considerou que uma simples proposta de antecipação de reajustes (aprovados em 2010) “empurra” os servidores para a paralisação.
“Essa mensagem que o governo manda é muito ruim e está muito distante dos desejos da população do Rio. Acho que o governador precisa de mais humildade. Se bem que é mais fácil ele dar o aumento do que se tornar uma pessoa humilde”, disse Freixo antes que o pleito fosse adiado para quinta-feira (9) por excesso de emendas.
“A mensagem que o governo manda foi feita às pressas, a partir da movimentação desses servidores e que foi empurrada para a Alerj. O projeto apenas antecipa reajustes já aprovados. Não há ganho real para essas categorias”, completou o parlamentar, que destacou a abrangência nacional das reivindicações dos profissionais da segurança pública.

Foto 7 de 67 – 03.fev.2012 – Cerca de 2 mil policiais militares ligados à Aspra-BA (Associação de Policiais e Bombeiros e de seus Familiares do Estado da Bahia) seguem em greve na Bahia, nesta sexta-feira (3). Na noite de ontem, um grupo de 150 homens da Força Nacional de Segurança chegou a Salvador para patrulhar a cidade e ajudar a conter a onda de violência registrada após o início da paralisação Raul Spinassé/Agência a Tarde/AE

“A insatisfação desses servidores é nacional e está se espalhando pelo país. A mesma coisa que acontece na Bahia e já ocorreu no Ceará pode se repetir em outros Estados. O fato é que o governo federal e o Congresso estão perdendo uma grande oportunidade de promover um debate mais profundo sobre uma reforma completa das nossas polícias”, afirmou.
Freixo argumentou que a discussão sobre a segurança pública no Rio deve levar em consideração a questão da formação dos policiais e do convívio dos mesmos nos quartéis, delegacias etc. Segundo ele, a polícia precisa de mais “democracia interna”.
“Precisamos de uma reforma completa e de democracia interna dentro da polícia. Se dentro da corporação não há democracia, como podemos exigir que essa polícia seja a garantia de um regime democrático? Precisamos mudar os códigos de obediência dentro da polícia, pois estes são da época da ditadura. A polícia não teve a sua fase de transição democrática no contexto da segurança pública, o que é visível neste momento”, finalizou.

Votação adiada

Os deputados da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) transferiram para a próxima quinta-feira (9), às 11h, a votação sobre a proposta de antecipação de reajuste salarial encaminhada pelo governo do Estado em resposta à ameaça de greve das entidades de classe da segurança pública. Policiais militares e civis, bombeiros e agentes penitenciários podem iniciar uma paralisação daqui a três dias.
O adiamento foi deferido em função do alto número de emendas sugeridas em complemento ao projeto de lei 1.184/12 — elas ainda serão apreciadas pelos líderes dos partidos antes da votação final. Pelo menos 78 propostas foram encaminhadas pelos parlamentares, das quais oito só do deputado Marcelo Freixo (PSOL).
Caso as emendas acolhidas resultem em uma alteração de mais de 50% do projeto de lei, um texto substitutivo deverá ser aprovado.
Uma das principais reivindicações da oposição diz respeito à concessão de auxílio-moradia — pelo projeto original, apenas PMs e bombeiros teriam direito. Vários parlamentares também defendem a inclusão do Degase (Departamento Geral de Ações Socioeducativas) na discussão sobre o PL 1.184/12.
“O governo simplesmente excluiu o Degase de sua proposta, sendo este um segmento de extrema importância. Esse projeto precisa ser urgentemente ampliado”, afirmou o deputado Luiz Paulo Corrêa da Rocha (PSDB). “Os servidores do Degase merecem o nosso respeito e também precisam ser valorizados”, completou o deputado Paulo Ramos (PDT).
Apesar da grande mobilização das categorias — que agendaram também para esta quinta-feira uma assembleia na qual a greve será ou não confirmada –, nenhum manifestante compareceu à Alerj no pleito de hoje. A segurança no entorno da Casa foi reforçada pelo Batalhão de Choque, e uma área de isolamento improvisada no acesso às escadas do portão principal.
As quatro categorias da segurança pública do Rio unificaram suas reivindicações e exigem do governo do Estado um piso salarial de R$ 3.500.

Proposta do governo

O governo oferece aos policiais civis, bombeiros e agentes penitenciáros uma antecipação dos reajustes salariais definidos pelas leis 5767 e 5768, aprovadas em 2010, que estabeleceram um aumento gradativo de 0,915% por mês no período entre janeiro de 2011 e dezembro de 2014 — seriam 48 parcelas, das quais 13 já foram pagas.
Se aprovada a antecipação, as 11 parcelas de 2012 serão aplicadas já neste mês, o que elevaria o piso salarial de um bombeiro, por exemplo, para R$ 2.100 (incluindo o auxílio-moradia de R$ 551,36), segundo o líder do governo na Alerj, o deputado André Corrêa (PSD).
“Nós definimos uma política de reajuste a partir de um esforço enorme e justo para valorizar as categorias. Quando o governador Sérgio Cabral assumiu, bombeiros e PMs recebiam apenas 900 reais. Com a antecipação, já em fevereiro, o menor salário passará para R$ 2.100. Em outubro do ano que vem, sobe para R$ 2.500”, disse.
O mesmo aconteceria em relação ao período posterior: as 11 parcelas de 2013 seriam antecipadas para fevereiro do mesmo ano, e as restantes de 2014 antecipadas para outubro de 2013. No fim do processo de reajuste, o percentual de aumento seria de pouco mais de 38% — número que gera revolta entre os profissionais da categoria.
Ainda de acordo com a proposta encaminhada pelo governo do Estado, os militares sem filhos que eram beneficiados com auxílio-moradia de 45% sobre o soldo passarão a receber os mesmos 107% pagos aos militares que têm dependentes.
“Não está no escopo do governo um aumento maior do que esse. Está totalmente fora de cogitação”, afirmou André Corrêa. Segundo o parlamentar, o projeto encaminhado pelo governador Sérgio Cabral causará um impacto de R$ 1 bilhão no orçamento do Estado.
Na segunda-feira (6), Cabral afirmou que a população do Rio “pode ficar tranquila quanto à manutenção da segurança pública para o Carnaval deste ano”. Segundo o governador, os rumores de orquestração de um movimento para a realização de greves das polícias em todo o país não prosperariam no Estado.
“Sabemos da tentativa de uma orquestração política para desestabilizar o Estado, mas isso vem de um grupo reduzido, um grupo que faz oposição irresponsável ao nosso governo, mas a corporação não vai se contaminar”, disse Cabral, em entrevista à rádio CBN.

Policiais não descartam greve

Para Wanderlei Ribeiro, presidente da Associação de Praças e Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (Aspra-RJ), a greve não está descartada. Ele diz que o governo tem se recusado a discutir com o movimento, e o reajuste oferecido não atende às reivindicações.
“Queremos sentar para conversar, mas o governador se recusa. Não é possível dizer se vai haver greve ou não, a assembleia vai decidir isso, mas não se pode dizer que o governador não teve a chance de atuar para contornar a situação caso a greve de fato aconteça”, disse Ribeiro.
Já Francisco Chao, inspetor de polícia e diretor jurídico do Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Rio de Janeiro (Sindipol-RJ), diz que um dos maiores problemas é que o salário está composto por gratificações que perdem o efeito numa série de situações – como afastamento por licença média – além da grande disparidade nos salários entre os membros da corporação que tem formação equivalente.
“Na Polícia Civil a questão da greve não é novidade. Fizemos duas greves em 2007. Polícia boa e barata não existe, é necessário dignidade salarial. Além disso, a disparidade é muito grande entre agentes e delegados de polícia em inicio de carreira e a polícia não se limita a delegados”, disse Chao.
O Sindipol-RJ pretende realizar assembleia na noite desta quarta-feira (8) para decidir sobre um indicativo de greve. Já na quinta-feira (9), policiais militares, civis e bombeiros pretendem se reunir em assembleia conjunta na Cinelândia para deliberar sobre possível greve geral da segurança no Estado.

“Não é porque eu sou do PT que eu tenho que concordar com essas coisas. Não é possível que o governo não tenha condições de administrar essa situação… A greve não está só em Prisco e na Assembleia…A greve está na cabeça dos policiais” 2

Apesar de petista, críticas ao governo Jaques Wagner não faltaram. “Não é porque eu sou do PT que eu tenho que concordar com essas coisas. Não é possível que o governo não tenha condições de administrar essa situação. Tem que sentar, negociar e resolver logo. Não adianta pensar em invadir e acabar a greve na marra porque os policiais vão trabalhar insatisfeitos no Carnaval? Vão fingir que estão trabalhando? Acho que assim vai ser pior”, opinou Alcindo.

Para o vereador, a maior dificuldade para resolver o impasse está na revogação dos mandados de prisão. “Sei o que é sindicalismo. O corporativismo existe em todas as instituições. Eles não vão aceitar essas 12 prisões. A greve não está só em Prisco e na Assembleia. A greve está na cabeça dos policiais. Eles compraram a briga e estão unidos. Agora Wagner tem que negociar”, concluiu. (Bocão News)

 

Nem que tenhamos que parar essa nação, queremos ser reconhecidos pelo tanto que fazemos. Resposta

Lula, durante o seu pronunciamento na sanção da lei de cargos e salários da PM e BM do DF disse que os governos não podem pagar os mesmos salários aos demais bombeiros e policiais de todo o Brasil.
Então, nós bombeiros e policiais de todo o Brasil dizemos a uma só voz: Mas a União pode complementar muito bem os salários dos bombeiros e policiais de todo o Brasil. Compreendemos muito bem o Presidente Lula mas não podemos nos matar de trabalhar nas ruas e só ter uma entidade federativa com policiais e bombeiros valorizados como autênticos trabalhadores de segurança e ganhando satisfatoriamente bem.
Uma polícia e bombeiro ricos e uma polícia e bombeiro pobre não comporta mais.
Nem que tenhamos que parar essa nação, queremos ser reconhecidos pelo tanto que fazemos. É chegada a nossa hora. PEC 300 já.

Convocação: AMANHÃ AS 10:00 HORAS ESTARMOS NA ESQUINA DA RUA JOÃO THEODORO COM A AVENIDA TIRADENTES ( AO LADO DO QUARTEL DA ROTA) EM APOIO AOS POLICIAIS MILITARES E BOMBEIROS MILITARES DA BAHIA. 9

Enviado em 07/02/2012 as 22:05 – WAGNER NUNES LEITE CONÇALVES

BOA NOITE, POLICIAIS PAULISTAS ESTOU REPASSANDO A PEDIDO DAS ENTIDADES DE CLASSES DAS POLÍCIAS CIVIL E MILITAR:

CONVOCAMOS A TODOS PARA AMANHÃ AS 10:00 HORAS DA MANHÃ ESTARMOS NA ESQUINA DA RUA JOÃO THEODORO COM A AVENIDA TIRADENTES ( AO LADO DO QUARTEL DA ROTA) EM APOIO AOS POLICIAIS MILITARES E BOMBEIROS MILITARES DA BAHIA.

DIVULGUE PARA SEUS AMIGOS E COLEGAS, PARTICIPE.

CONTAMOS COM SUA PRESENÇA NESSE ATO EM DEFESA DA DIGNIDADE DA FAMILIA POLICIAL

Bahia de ‘Nois’ Bananas [enrolados nas palhas da traição!) Resposta

 

A memória carlista mais as experiências acumuladas nas portas das greves(!) produziram no PT baiano uma descomunal ojeriza ao diálogo patrão/empregado, uma espécie de fobia irracional às [lídimas] demandas reivindicatórias dos trabalhadores, especialmente em relação aos servidores públicos estaduais…

O desprezo, a chacota, a enrolação despudorada e cínica, o viés autoritário, a falta de memória atinentes aos processos de luta empreendidos em recente passado oposicionista…

O caldo de cultura a explicar – ainda que parcialmente – os melancólicos e estapafúrdios fatos surreais que estão acontecendo na Bahia…

 Com a palavra o célebre e saudoso educador Paulo Freire: “O grande perigo de uma revolução é que ela ocorra sem uma prévia conscientização – os oprimidos de ontem  reproduzirão as [nefastas] condutas dos seus antigos opressores.” (Muitos destes opressores passarão a ser aliados, e o povo [os trabalhadores] continuará sendo os oprimidos de sempre)

NOTA ACAUTELATÓRIA: ainda que a derrocada do carlismo não significou uma revolução!

Longe disto…

Mais do que nunca, triste Bahia!

Onde veleja a embarcação da malvadeza…

Bahia de ‘Nois’ Bananas [enrolados nas palhas da traição!)

Messias Franca de Macedo

O Partido dos Trabalhadores não anistiará policial:É QUE O ANISTIADO DE HOJE PODERÁ SER O POLÍTICO LADRÃO DE AMANHÃ 9

Não querem concorrentes.

Em meio a “cenário de guerra”, grevistas na Bahia exigem anistia e volta de líder aos quadros da PM

UOL

Uma das novas condições dos grevistas para dar fim à paralisação é que Prisco, ex-soldado da PM, também seja reintegrado à corporação. Ele foi expulso após envolvimento em uma greve ilegal em 2001, mas uma decisão de 2010 anistiou os manifestantes, e, em 26 de janeiro de 2011, o Tribunal de Justiça da Bahia determinou sua reintegração –o que o governo estadual ainda não cumpriu.

PF prende perigoso marginal da linha Dilma, José Dirceu e Genoíno: O TERRORISTA SARGENTO PM ELIAS ALVES DE SANTANA ( criminoso que não mete a mão no erário ) 5

.02.2012 – 18h27 > Atualizada 07.02.2012 – 19h33

Polícia prende mais um policial apontado como líder grevista na Bahia

Comentários 7

Janaina Garcia Do UOL, em Salvador

O governo da Bahia divulgou nota afirmando que a Polícia Federal prendeu, na tarde desta terça-feira (7), mais um líder da greve dos policiais militares que estava com pedido de prisão decretado. O sargento Elias Alves de Santana, dirigente da Aspol (Associação dos Profissionais de Polícia e Bombeiros Militares do Estado da Bahia), é apontado como um dos líderes do movimento de amotinados e foi preso em Salvador.

Finalmente, Maria do Rosário resolveu aparecer…( vomitando retórica de merda contra os policiais em greve ) 26

Ministra critica uso de crianças como escudo humano por PMs

A  ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Maria do Rosário, fez nesta terça-feira duras críticas à estratégia adotada pelos policiais militares em greve na Bahia. Segundo ela, o “uso de crianças como escudo humano” é reprovável. A ministra manifestou apoio ao governador do estado, Jaques Wagner, na condução das negociações.

“O ministro José Eduardo Cardozo está fazendo encaminhamentos pelo governo federal. Não consideramos que se trate de um movimento social. É uma atitude violenta contra a população, por parte de alguns que se apresentam como grevistas”, disse a ministra, após participar da cerimônia em comemoração à sanção da Lei do Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (Sinase).

Maria do Rosário disse esperar que o Ministério Público ajude a encontrar uma solução para o caso. “Reprovamos o uso de crianças como escudo humano”, enfatizou.

A greve

A greve dos policiais militares da Bahia teve início na noite de 31 de janeiro. Cerca de 10 mil PMs, de um contingente de 32 mil homens, aderiram ao movimento. A paralisação provocou uma onda de violência em Salvador e região metropolitana. O número de homicídios dobrou em comparação ao mesmo período do ano passado. A ausência de policiamento nas ruas também motivou saques e arrombamentos. Centenas de carros foram roubados e dezenas de lojas destruídas.

Em todo o Estado, eventos e shows foram cancelados. A volta às aulas de estudantes de escolas públicas e particulares, que estava marcada para 6 de fevereiro, foi prejudicada. Apenas os alunos da rede pública estadual iniciaram o ano letivo.

Para reforçar a segurança, a Bahia solicitou o apoio do governo federal. Cerca de três mil homens das Forças Armadas e da Força Nacional de Segurança foram enviados a Salvador. As tropas ocupam bairros da capital e monitoram portos e aeroportos.

Dois dias após a paralisação, a Justiça baiana concedeu uma liminar decretando a ilegalidade da greve e determinando que a Associação de Policiais e Bombeiros e de seus Familiares do Estado da Bahia (Aspra) suspenda o movimento. Doze mandados de prisão contra líderes grevistas foram expedidos.

A categoria reivindica a criação de um plano de carreira, pagamento da Unidade Real de Valor (URV), adicionais de periculosidade e insalubridade, gratificação de atividade policial incorporada ao soldo, anistia, revisão do valor do auxílio-alimentação e melhores condições de trabalho, entre outros pontos.

Fonte: Terra

NÃO EXISTE EX-SOLDADO – O jornalismo de esgoto reproduzido no Conversa Afiada Não Faz Fiado: “Santayana e a insurreição baiana”…( Policiais – em vez de greve – contratem empresa publicitária ) 6

GEORGIA PINHEIRO – DIRETORA DO CONVERSA AFIADA – REVELA QUE ADPESP AJUDOU CUSTEAR ADVOGADOS DO PAULO HENRIQUE AMORIM…TÁ CERTO, TUDO PELA LIBERDADE DE MANIFESTAÇÃO!…MARILDA, TEM AJUDA PARA DELEGADO PROCESSADO EM RAZÃO DO EXERCÍCIO DA LIBERDADE DE EXPRESSÃO EM PROL DA DIGNIDADE FUNCIONAL E SALARIAL NA POLÍCIA?

( Perguntem quanto PHA cobrou da ADPESP por campanha publicitária de interesse dos Delegados ? )

Não cabe discutir se o governador Jacques Wagner agiu de uma forma, quando estava na oposição, ao apoiar movimento semelhante, e age de outra, agora. Um erro anterior, motivado pela conveniência partidária eventual, não pode impedi-lo de exigir agora o cumprimento da lei, em favor da ordem. A greve dos policiais trouxe o aumento da violência contra os cidadãos, conforme o registro dos atos delituosos dos últimos dias.

Os policiais militares baianos não se encontram em greve, mas em rebelião contra o Estado e, por extensão, contra a República, cuja Constituição os obriga a manter a lei e a ordem. Registre-se que o líder do movimento é um ex-militar e que, portanto, não tem legitimidade para chefia-lo. Como se encontram em rebelião, cabe ao Estado, no uso moderado de sua força e seu poder, exigir-lhes rendição imediata e usar dos dispositivos legais para punir os responsáveis pelo movimento.Como se encontram em rebelião, cabe ao Estado, no uso moderado de sua força e seu poder, exigir-lhes rendição imediata e usar dos dispositivos legais para punir os responsáveis pelo movimento.

Essa providência é absolutamente necessária, quando se sabe que movimentos semelhantes estão sendo articulados em outros Estados, a fim de obrigar à equiparação dos vencimentos dos policiais militares de todo o país aos dos seus colegas do Distrito Federal. Ora, cada estado fixa o vencimento de seus servidores conforme a sua receita tributária. Há informações de que se planeja uma greve de policiais militares e civis – incluindo o Corpo de Bombeiros – em São Paulo, para o dia 18 deste mês. Qualquer leniência na Bahia poderá significar  incentivo a uma gravíssima perturbação da tranqüilidade pública no resto do país.

Isso não impede que os policiais militares, usando dos meios legais, ( CONTRATEM O CONVERSA AFIADA ) ,  façam  reivindicações aos seus superiores, a fim de que estes, como delegados dos governos, as levem às autoridades. Reivindicar remuneração maior e melhores condições de trabalho, por meios legítimos, é um direito inalienável de todos, mas o direito de greve é constitucionalmente restrito.  Fora disso, qualquer movimento de greve, por servidores armados, como ocorre agora na Bahia, não passa de insurreição, que deve ser contida, sem hesitações.

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Pois é:

Petista e defensor de petista são possuidores de moralidade por demais elástica.

Por tal razão,  ainda está por nascer  político com honra suficiente para chamar policial grevista: BANDIDO!

Quem errou, motivado pela conveniência partidária , agora não pode exigir nada, porque , errar por conveniência eleitoral, NUNCA FOI FAZER POLÍTICA…

Há outro nome: FORMAR QUADRILHA!

http://www.conversaafiada.com.br/politica/2012/02/07/santayana-e-a-insurreicao-baiana/

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Leiam outras pérolas do Sr. Santayana ( Rio GRande do Sul, 1932):

Agosto lembrou também o gesto de excepcional grandeza de Getúlio Vargas. Acossado pelos meios de comunicação, traído por parte das Forças Armadas e vítima do ódio de seus adversários, que, aliados dos Estados Unidos, não aceitavam o desenvolvimento soberano do Brasil, Vargas fez da morte a grande vitória, ainda que temporária, contra seus inimigos. Foi graças a seu gesto que Juscelino pôde eleger-se, assumir a Presidência e nos proporcionar o grande salto de desenvolvimento dos anos 50.
Vargas, não obstante ter governado ditatorialmente, foi o estadista que modernizou o Estado nacional, abriu caminho à ocupação do território, estabeleceu a infra-estrutura para o desenvolvimento industrial, com a Vale do Rio Doce, a Siderúrgica Nacional, a Petrobras e a Eletrobrás. E, ao criar as leis trabalhistas, começou a redimir o povo brasileiro da servidão às oligarquias, a que vinha sendo submetido desde os governadores gerais. O nacionalismo desenvolvimentista sofreu uma sucessão de golpes, sendo o ápice de sua decadência a chegada do sr. Fernando Henrique Cardoso, que proclamou, arrogante, ter-lhe dado fim no final do século 20.

Mensagem aos policiais brasileiros: Quem sempre defendeu a luta armada, fez e patrocinou greves, alimentou sem-terras e tanta outras coisas, agora avança como cães sobre policiais militares que estão lutando pela sobrevivência 27

Mensagem aos policiais brasileiros

Governo tenta ligar crimes a PMs

Companheiros policias militares da Bahia e de todo o Brasil: Tomo a liberdade de me dirigir a todos vocês nesse momento de apreensão devido ao clima de perseguição do governo Jaques Wagner.

Quem sempre defendeu a luta armada, fez e patrocinou greves, alimentou sem-terras e tanta outras coisas, agora avança como cães sobre policiais militares que estão lutando pela sobrevivência e jogando toda a força do estado contra esses pais e mães de família.  A tática do governo é jogar a  população contra os PMs alegando que estes são responsáveis pelos atos de vandalismo que tem tomado conta de todo o Estado da Bahia.  Nem o caos fez esse governo desavergonhado do PT enxergar da urgente necessidade de mudança nas forças policiais. Da necessidade de melhor remunerar de quem cuida da segurança de milhares de brasileiros. Esse é o preço por eles terem impedido a aprovação da PEC 300.   Vejam a falta que a PM faz.

Alvo de críticas de todos, só damos conta de sua importância quando ela nos falta.

No menor ao maior dos problemas, a população quando está em perigo não chama  a presidente, o governador ou nenhum outro político, tampouco chama nenhum outro órgão do governo.

Ela chama a PM.  Que está pronta para atender.

Os policiais baianos não podem aceitar assumir a responsabilidade por algo que é fruto da falta de responsabilidade do governo estadual e do governo federal.

OS PMs QUE NÃO ADERIRAM A GREVE, POR OBRIGAÇÃO MORAL, PRECISA PARALISAR AGORA.

Os Companheiros que estão a frente dessa luta, buscando melhores salários para todos precisam receber o apoio de todos os policiais. Eles estão correndo risco não só de ser responsabilizados por tudo que acontece hoje no estado da Bahia, podem ser executados por este governo covarde e sem moral alguma. Esse governador a quem alguns ainda tem apreço, quer invadir a Assembléia Legislativa e se isso acontecer haverá derramamento de sangue. Isso não pode acontecer.  POR ISSO FAZEMOS UM APELO AOS MILITARES BAIANOS QUE RUMEM EM DIREÇÃO A ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA E ESTEJAM AO LADOS DOS COMPANHEIROS.  Muito me estranha as demais associações dos militares estaduais que deixaram a ASPRA sozinha neste grandioso evento. Cadê as demais associações? TODAS SÃO COVARDES. COVARDES POR ABANDONAREM OS COMPANHEIROS QUE ESTÃO LUTANDO POR TODOS MILITARES ESTADUAIS.  Merecem ser esvaziadas e seus sócios pedirem baixa, pois neste momento não estão do lado da categoria e sim do governo. Vivem de migalhas dadas por esse políticos da estirpe de Jaques Wagner.  Por qual outro motivo seria? Oficiais, fatidicamente serão promovidos a coronéis no fim da carreira,  porque então sempre abandonam os praças?  Mas não se frustem. O militarismo foi concebido desta maneira justamente para impedir que os que mais sofrem, lutarem por seus direitos, lutarem por dignidade.  NÃO É POSSÍVEL QUE A TROPA BAIANA VAI ABANDONAR GUERREIROS PARA SEREM MASSACRADOS PELAS MÃOS SUJAS DE SANGUE DESTA TURBA QUE ESTÁ NO PODER E QUE SÓ AGORA EVOCAM O ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO.

AGORA É 100% DE ADESÃO OU A PM BAIANA SERÁ DESMORALIZADA E NÃO TERÁ NENHUM GANHO. CONTINUARÁ SENDO MASSACRADA POR ESSE GOVERNO MENTIROSO E COVARDE.”

Oficiais repudiam tratamento dado aos grevistas e podem aderir ao movimento 7

Oficiais da Polícia Militar estão reunidos em assembleia, na noite desta segunda-feira (6), na sede da Associação dos Oficiais da Polícia Militar, na Pituba. Cerca de 250 associados estão mobilizados em um ato de repúdio contra o tratamento dispensado aos policiais militares em greve, que estão acampados na Assembleia Legislativa.
Por considerar violenta a atitude do Exército contra os grevistas acampados na Assembleia, os oficiais sentiram a necessidade de demonstrar o posicionamento de insatisfação com a situação e com as condições de trabalho da categoria.
Os oficiais voltaram a frisar a necessidade do cumprimento de três pontos daa pauta de reivindicações. A anistia administrativa para os líderes do movimento e revogação dos mandados de prisão; o pagamento da GAP 4, a partir de março; além de uma mesa de diálogo permanente para futuras negociações são exigidos pela categoria.
Existe a possibilidade dos oficiais aderirem a greve, mas, de acordo com o major Copérnico, “enquanto não forem esgotadas todas as possibilidades de negociação, continuaremos dialogando. Greve somente em último caso”, garantiu.

 http://www.bocaonews.com.br/noticias/policia/policia/29272,oficiais-repudiam-tratamento-dado-aos-grevistas-e-podem-aderir-ao-movimento.html

Na terra onde crioulo não tem muita vez, a Polícia é mulata…Então ferros nessa mestiça! 22

Quedê o defensor das minorias negras?

Policial negro baleado por forças racistas do FHC

 

“Polícia reacionária do PFL baiano, aliada a tropas federais de FHC, espancam trabalhadores e reprimem grevistas em pacíficas e justas manifestações por melhores salários. Abaixo a repressão! Abaixo FHC! Abaixo o tucanato! Abaixo os pefelistas! Abaixo as elites que escravizam o país há 500 anos. O povo unido, jamais será vencido!”

( http://www.luizberto.com/  )