Autor: Flit Paralisante
O Sindicato dos Policiais Civis de Santos começou a distribuir cartilhas em delegacias da região, incentivando o início de uma operação padrão. 31
11/02/2012 13:01
Policiais civis votam a favor de greve nacional
Representantes sindicais paulistas estiveram em reunião com policiais de todo o país em Brasília
Plinio Delphino pliniod@diariosp.com.br
Entidades de classe da Polícia Civil de todos os estados do Brasil reuniram-se nesta sexta-feira em Brasília e, por unanimidade, votaram por um indicativo de greve nacional. Representantes de 40 entidades definiram o dia 16 de março como data para as assembleias nos estados.
“Se nessa data forem ratificadas as intenções de iniciar a greve em todo o país, então, em 16 de abril, haverá a paralisação geral”, afirmou o presidente da Cobrapo (Confederação Brasileira de Trabalhadores da Polícia Civil), Jânio Bispo Grandra
Em São Paulo, o Sindicato dos Investigadores de Polícia do estado convocará as entidades de classe paulistas para discutir os rumos das reivindicações no próximo dia 28.
Segundo o presidente do sindicato, João Rebouças, o salário dos investigadores e escrivães do estado é um dos piores do Brasil. “Eles nos exigem curso de nível superior e nos pagam igual ou menos do que os cargos cuja exigência é apenas de nível médio”, ressaltou.
Jânio Gandra confirmou que São Paulo tem um dos piores salários- base do Brasil.
Na pauta da discussão das entidades em Brasília foram aprovados os seguintes temas: carreira única, direito de greve, aprovação da PL 554 sobre aposentadoria, piso nacional regido pela PEC (Proposta de Emenda Constitucional) 300/446 entre outros.
Santos/
O Sindicato dos Policiais Civis de Santos começou a distribuir cartilhas em delegacias da região, incentivando o início de uma operação padrão.
“Nós pedimos que os policiais façam apenas os trabalhos relativos às suas funções e não fiquem quebrando galho. Assim, a população vai perceber as nossas dificuldades”, disse o vice-presidente do sindicato, Márcio de Almeida Pino.
Salário paulista está longe dos piores, diz SSP
A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo refutou a informação dos sindicalistas de que os policiais do estado ganham os piores salários do país.
De acordo com tabela de cargos e salários da Secretaria de Gestão Pública, um investigador de 3 classe (em início de carreira) ganha salário base de R$ 891,15, mais R$ 891,15 pelo Regime Especial de Trabalho Policial.
Se ele trabalhar em cidades com mais de 500 mil habitantes, receberá o ALE 2 (Auxílio Localidade), no valor de R$ 975, mais R$ 497,60 de adicional de insalubridade. Somando tudo, o policial terá no final do mês R$ 3.254,90.
A reclamação do Sindicato dos Investigadores é a de que o ALE e o adicional de insalubridade são gratificações, que não entram no cálculo da aposentadoria.
Segundo a Secretaria da Segurança Pública, o orçamento da pasta para 2012 é de R$ 14 bilhões. Em 2011, o orçamento era de R$ 12,1 bilhões, dos quais 10,2 bilhões foram destinados com folha de pagamento pessoal.
O restante foi distribuído em custeio de despesas de manutenção e investimento em equipamentos e tecnologia.
A diretoria da Polícia Civil na região de Santos disse que novos coletes à prova de balas estão sendo providenciados, e que o governo autorizou concursos para a seleção de mil investigadores e 900 escrivães para a região.
http://www.diariosp.com.br/noticia/detalhe/12922/Policiais+civis+votam+a+favor+de+greve+nacional
Em síntese: o povo é vagabundo; o governo formado por ladrões mentirosos que “priorizam” COPA, CORINTHIANS, FONTE NOVA, MARACANÃ e acertos com construtoras 3
Sábado, 11 de fevereiro de 2012, 13h33
A terceira guerra
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Fernando Borges/Terra
Exército ocupa as ruas de Salvador para garantir segurança durante a greve dos policiais militares
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João Carlos Teixeira Gomes Do Rio de Janeiro
A imprensa carioca está qualificando a disputa entre policiais e governo na Bahia de “guerra”. Temos, então, a terceira guerra baiana: a primeira contra os holandeses; a segunda, contra os portugueses, cuja expulsão consolidou a independência do Brasil. De quebra, tivemos o bombardeio de Salvador no início do século XX. Não é, pois, uma terra pacífica.
Quanto a mim, vejo na reivindicação dos policiais um movimento de desespero contra salários aviltantes. De sã consciência, porém, ninguém pode apoiar vandalismo ou o uso das armas que deveriam defender a sociedade sendo utilizadas contra ela. Nem a omissão policial diante da criminalidade desafiadora. Além disso, há a questão da ilegalidade de greves por corporações militares. Dá para imaginar que, no caso de uma invasão estrangeira, os militares cruzassem os braços, exigindo aumento salarial? Sei que usei um argumento excessivo, mas, de qualquer sorte, ilustrativo. O comando grevista também não pode ignorar o que aconteceu no Brasil de Jango pouco antes do golpe de 64, quando a insubordinação militar ajudou a levar o país às trevas da ditadura. São exemplos duros, o clima hoje é outro, mas as exceções se constroem por acúmulos. De erros, evidentemente.
Se a Lei restringe as greves e, sentindo-se indefesa, a sociedade não apóia o movimento, tais fatos, no entanto, não devem levar o governo a fugir às negociações. O jornal “O Globo” vem condenando duramente o movimento e publicando matérias desfavoráveis à Bahia, amparado na sua linha ideológica, que é a de ver corporativismo em qualquer reivindicação de classe. Essa pressão não deve desviar o governo do bom senso, na condução de entendimentos.
Não é preciso lembrar que a sociedade, se é certo que deseja os policiais engajados na sua segurança, também não aceita passivamente o argumento de que no Brasil os governos não têm dinheiro para pagar, com decência, não só a policiais, mas também a médicos e professores, pois sabe que se desperdiça em investimentos supérfluos o que se suprime em custeio de pessoal. Embora tenhamos, de modo geral, um povo acomodado, também é certo que ninguém se ilude com o argumento da falta de dinheiro, num país que assume o desafio soberbo de sediar e financiar duas iniciativas custosas: a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016. Nem os paises mais ricos do mundo cometeriam, em série, tal imprudência.
Não é possível admitir que o governo desconheça a indagação que milhões de brasileiros fazem, pelo país afora: se não há dinheiro para o essencial, como pode sobrar para a construção de tantos estádios de futebol, muitos dos quais tendo passado por reformas recentes, como o Maracanã? No Rio, além do Maracanã pronto em 2007 para os jogos Pan Americanos, o governo levantou ainda o caríssimo estádio do Engenhão, tão ocioso que foi entregue a um clube para administrar.
Outras perguntas pertinentes: como o poder público se dispõe em SP a ajudar a construção do estádio do Corinthians para a Copa, numa cidade dotada do excelente Morumbi? Por que implodir o velho estádio da Fonte Nova, cuja arquibancada antiga nem terremoto derrubaria, toda ela, desde a fundação, assentada num morro? A mesma pergunta percorre o Brasil inteiro, em cujas cidades principais faraônicos estádios estão sendo erguidos, para uns poucos jogos de uns poucos dias. Exigências da Fifa? Mas que obrigação tinha o Brasil de assumir esses gigantescos eventos esportivos e, pior ainda, em sucessão?
Falta dinheiro ao poder público? E que dizer do que está acontecendo no Rio e em São Paulo (não são exemplos isolados), onde juizes “receberam verbas entre 400 mil e 1,5 milhão (sic!) relativas a reajustes e auxílio-moradia”, além de numerosos magistrados terem obtido “pagamentos antecipados, sem que constassem em seus contracheques”, segundo noticiou “O Globo”?
Enfim, ninguém desconhece neste país o que os governos despendem com assembléias legislativas, câmaras de vereadores, órgãos do Judiciário, verbas orçamentárias, mordomias, cartões de crédito, em suma, uma cornucópia sem fundo do dinheiro do contribuinte, que sustenta com folga a orgia do desperdício.
Criminalizar a luta dos policiais e bombeiros é apostar na crise e no caos!” 24
Força Sindical emite nota oficial sobre as greves policiais
Força Sindical emitiu nota, no fim da tarde desta sexta-feira (10), criticando a postura dos governo nacional e dos estados da Bahia e do Rio de Janeiro.
Em assembleia, PMs da Bahia decidem manter greve: “a PM parou, o Carnaval acabou”. 11
Em uma segunda assembleia realizada nesta sexta-feira (10), policiais grevistas da Bahia decidiram pela manutenção da greve iniciada no último dia 31 de janeiro. Segundo os organizadores, cerca de 2.000 PMs participaram da reunião realizada a portas fechadas no ginásio de esportes do Sindicato de Bancários, no centro de Salvador.
Eles fecharam o local aos gritos de “a PM parou, o Carnaval acabou”.
Faça o que eu mando, não faça o que eu faço… Da revolta de Canudos á Revolta dos Coturnos…Contornos Políticos 10
Faça o que eu mando, não faça o que eu faço.
Da revolta de Canudos á Revolta dos Coturnos
Contornos Políticos
Inicialmente, parabenizamos todas as categorias profissionais, independentemente de exercerem serviços essenciais ou não, que se socorrem da greve como o último recurso para reconhecimento da necessária valorização salarial, entre as quais, os integrantes das corporações policiais.
A Presidenta é contra, mas chegou a pegar em armas contra o Exército Brasileiro e agora vai pedir penico, criando a esdrúxula situação de colocar o Exército Brasileiro contra sua força auxiliar e reserva, constituída pelas Polícias Militares dos Estados Membros da Federação. Não falaram para ela que os integrantes da Força de Segurança Nacional são policiais e bombeiros militares dos Estados Membros e que os grevistas são seus amigos de farda que estão reivindicando melhores salários. Exército é treinado para a guerra e não para a manutenção da ordem pública.
O “Antonio Conselheiro” da “Revolta dos Coturnos” e líder do movimento grevista na Bahia é filiado ao PSDB, partido do José Serra que colocou a PM de São Paulo em confronto com a Polícia Civil em greve por melhores salários no ano de 2008.
O Governador da Bahia se referiu aos policiais em greve chamando os de bandidos e o do Rio de Janeiro, chamando os bombeiros de “vândalos”. Bombeiro foi, é, e sempre será, o herói de todas as pessoas e não apenas das crianças.
Autoridades governamentais comemorando os relevantes serviços prestados pela Rede Globo na editoração da conversação telefônica entre lideranças do movimento grevista, passando à opinião pública a idéia de que o movimento grevista se destinava a praticar atos de vandalismo para pressionar os governos estaduais a conceder o aumento nas vésperas do carnaval. Sabe como é né, o carro chefe da publicidade nacional e internacional e da arrecadação dos dois estados é o Carnaval, com exclusividade de transmissão das festividades carnavalescas pela REDE GLOBO, É dando que se recebe. Entende?
Em breve teremos a adesão das corporações policiais de outros Estados e do Distrito Federal, entre os quais Minas Gerais. Carnaval nas cidades históricas mineiras sem policiamento. Para o Pelourinho vamos falar para o Jaques Wagner passar na reserva de armas, se armar e fazer o patrulhamento a pé para milhões de fuliões e na Sapucaí vamos contar com a segurança individual do Sérgio Cabral auxiliado pelo monitoramento por câmeras da Rede Globo.
Parabéns aos grevistas por mais essa virada de página da história deste país que se diz REDEMOCRATIZADO pelos principais protagonistas da repressão imposta neste momento aos policiais brasileiros.
Para prender quem só defende seus direitos tem cadeia…Para bandido comum tem fiança; para bandido de mandato tem outro cargo 10
PARA PRENDER QUEM SÓ DEFENDE SEUS DIREITOS TEM CADEIA, JÁ PARA BANDIDO COMUM TEM FIANÇA E PARA BANDIDO DE MANDATO TEM OUTRO CARGO.
VOCÊS NÃO PERDEM POR ESPERAR SEUS VERMES JÁ QUE A HORA DA VERDADE ESTÁ CHEGANDO!!!!!!! BALA NELES!!!!!!!!!!
A DITADURA ERA MESMO BRANDA: Governador do Rio institui rito sumário para julgar policiais e bombeiros…Sérgio Cabral publica decreto que encurta prazos para julgamento de militares pelo conselho disciplinar. Texto endurece regras criadas em 1978 13
O governo do estado do Rio divulgou nota informando que foi alterada a legislação que estabelece prazos para julgamento de policiais militares e bombeiros. Com isso, encurta-se o prazo para julgar e punir todos os que cometem infrações. O alvo, obviamente, são os grevistas que desde a 0h desta sexta-feira fazem paralisações em batalhões e quartéis de bombeiros em todo o estado.
A adesão à greve é parcial, e não foram chamados os reforços das Forças Armadas (14 mil homens do Exército) e da Força Nacional de Segurança (300 homens). Com a medida, o governo do estado emite um sinal de que os policiais e bombeiros que aderirem à greve poderão ser rapidamente condenados e até expulsos de suas corporações.
A nota divulgada pelo estado informa que, em “edição extraordinária do Diário Oficial”, o decreto 43.462 modifica o decreto 2.155, de 13 de outubro de 1978. O decreto regula o Conselho de Disciplina da PM e dos bombeiros do Rio – órgão que julga infrações administrativamente e tem poder de exonerar os servidores.
O decreto de 1978 instituía prazo de 30 dias para conclusão dos trabalhos do conselho. O texto publicado hoje reduz este prazo à metade: 15 dias. O prazo para originalmente estabelecido para a decisão era de 20 dias e caiu para 5. Foram encurtados os tempos de recurso e seus julgamentos, de 20 para 7 dias.
PT, até a estrela dessa sua bandeira foi roubada!…PT, até o vermelho dessa sua bandeira é roubado! 59
A organização completa 32 anos 7
Em tratamento contra o câncer, ex-presidente não irá à festa de seu partido
O PT comemora seus 32 anos nesta sexta-feira com uma festa em Brasília para cerca de 1.500 militantes. No entanto, o mais ilustre dos integrantes do partido que comanda o país há nove anos, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, não irá participar da celebração. Lula, que está na fase final do tratamento contra o câncer de laringe que descobriu em outubro, tem evitado sair de casa e não poderá viajar à capital federal. Em ano eleitoral, a festa do PT terá ares de conferência, na qual serão definidas as estratégias para a disputa municipal de outubro. Logo pela manhã, prefeitos, deputados estaduais e vereadores da sigla vão discutir o tema e concluir o conteúdo do curso de formação para pré-candidatos, que terá início em março. Os inscritos terão aulas online para aprender o “modo petista de governar e de atuação parlamentar” e como criar um programa de governo. À tarde, uma mesa de debates será encabeçada pela presidente Dilma Rousseff, os ministros petistas do governo e o presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (RS). O ex-ministro da Educação e pré-candidato à Prefeitura de São Paulo pelo partido, Fernando Haddad, estará presente, mas não terá lugar cativo na mesa principal.
Coronel Paulo Ricardo Paúl foi preso por determinação do governo Sérgio Cabral 13
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| A Polícia Militar informa que o Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro decretou a prisão preventiva de onze integrantes da corporação por conclamar e incitar a greve, dos quais dez mandados já foram cumpridos nesta sexta-feira. Coronel PM Paulo Ricardo Paul, da reserva
Coronel PM Adalberto de Souza Rabello, da Reserva Major Helio Silva de Oliveira, da reserva Sargento PM Carlos Antonio de Oliveira Aquino Cabo João Carlos Soares Gurgel Cabo Alonsimar de Oliveira Pessanha (ainda não cumprido) Cabo Wagner Jardim Hamude Cabo Nilton Alves Neto Cabo Vivian Sanchez Gonçalves Cabo Wagner Luiz da Fonseca e Silva Cabo Pablo Rafael Marques dos Santos • 14 policiais militares serão submetidos a processo administrativo disciplinar, dentre eles quatro policiais militares que tiveram suas prisões preventivas decretadas. • 7 policiais militares foram autuados em flagrante por crime de desobediência. • 129 policiais militares do 28º BPM (Volta Redonda) serão indiciados em Inquérito Policial Militar (IPM) por cometimento de crime militar. • Não são verídicas as informações de que cerca de 200 policiais militares foram presos administrativamente no 10º BPM (Barra do Piraí), ao se recusarem a sair em patrulhamento. • A Polícia Militar reitera o estado de normalidade em relação ao policiamento em todo Rio de Janeiro. Todos os serviços de rotina estão sendo prestados pela corporação. |
Imprensa internacional repercute greve nas polícias do Brasil Jornal do Brasil 10
A proximidade do Carnaval e a ameaça de alastramento da greve das polícias para outros estados fez com que a imprensa internacional voltasse suas atenções para o Brasíl. Nesta sexta-feira, jornais da Espanha, França e Estados Unidos publicaram matéria sobre a onda de violência durante a greve em Salvador, e os transtornos que a ameaça de paralisação pode causar ao Carnaval mais famoso do mundo.
O The New York Times noticiou o aumento no número de assassinatos, que duplicou durante a greve na Bahia. A reportagem ressaltou também que uma greve poderia ser muito problemática para o Rio durante o Carnaval, quando “crimes violentos são uma preocupação mesmo quando as forças policiais estão trabalhando normalmente”.
O jornal americano relata “a desordem e disparidade que caracteriza algumas das forças policiais brasileiras” e ressalta o fraco treinamento e o baixo salário que a policia militar recebe, além das diferenças entre os outros comandos, como a Policia Civil e Federal.
A matéria também destaca a disparidade entre os salários de servidores públicos brasileiros, comentando os generosos aumentos e benefícios que os juízes continuam a defender para sí, e também mencionam a existência de ‘supersalários’ para os juízes, em torno de R$23 mil a R$87 mil no Rio de Janeiro.
Na Espanha, o El País enfatizou o grande crescimento econômico que o Brasil vem apresentando nos últimos anos, observando que essa evolução não é acompanhada por setores essenciais como a segurança pública do país.
O jornal francês Le Monde também citou os eventos que acontecem no Rio, comentando a aversão dos bombeiros à prisão do cabo Daciolo, um dos lideres do movimento grevista, e citam o clima de insegurança na cidade.
TÁ FICANDO PEQUENO PRA DILMA !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
( Segundo a imprensa ) NÓS POLICIAIS SOMOS OS INIMIGOS DO POVO…”O importante é ser fevereiro e ter carnaval pra gente sambar” ( Wando ) 10
DR. GUERRA BOM DIA
Categorias da Polícia Civil paulista admitem possibilidade de entrar em greve 90
09/02/2012 22:23
Investigadores querem participar da Operação
Categorias da Polícia Civil paulista admitem possibilidade de entrar em greve caso negociação não avancePlínio Delphino pliniodl@diariosp.com.br
Entidades da Polícia Civil de São Paulo consideram que a categoria tenha o penúltimo pior salário do país e não descartam a possibilidade de engrossar os movimentos grevistas que começam a ser discutidos em vários estados do Brasil. O “bico” oficial garantido aos policiais militares em São Paulo através da Operação Delegada – quando o PM exerce funções de polícia fora do horário de expediente – também é reivindicado pelos investigadores paulistas.
“A lei nos dá esse direito, mas a nossa administração não permite ganhar dinheiro extra, como os policiais militares”, ressaltou o presidente do Sipesp (Sindicato dos Investigadores de Polícia do Estado de São Paulo), João Rebouças. O presidente da entidade diz que há defasagem de 48% no efetivo de investigadores. “Houve concurso para 700 vagas, mas mais de 120 já desistiram. E sabe por que? Porque nos exigem agora nível superior e o salário que pagam é inferior a de categorias de nível médio, como fotógrafos policiais, agentes de telecomunicaçõe e auxiliares de necropsia, por exemplo”, disse.
Rebouças disse que a situação em 2012 não difere em quase nada à de 2008, quando a Polícia Civil, em greve, chegou a entrar em sério confronto com a PM, na tentativa de alcançar o Palácio dos Bandeirantes, no Morumbi, para proceder negociações. “Enquanto há bom diálogo, não há paralisação, mas já há muitos colegas exigindo posicionamento nesse sentido (greve)”, alerta Rebouças. A categoria exige respeito à data-base, reposição de perdas, entre outras reivindicações.
O presidente do Sindicato dos Escrivães, João Xavier Fernandes, acha que as reivindicações na Bahia são justas. “O governo federal esbarra na autonomia dos estados. Em São Paulo, as coisas parecem caminhar para uma greve. Vamos organizar a categoria para decidir”, disse.
O presidente do Sindicato dos Delegados de São Paulo, George Melão, não acredita que haja greve. “O governo finge que dá concessões à polícia. Dá apenas o que nos é de direito e consegue dividir as classes assim.”
http://www.redebomdia.com.br/noticia/detalhe/12794/Investigadores+querem+participar+da+Operacao+



