A polícia e seus antagonismos brutais 73

A polícia e seus antagonismos brutais

Publicado por Evandro Martins

O surgimento da polícia como hoje conhecemos – toda uniformizada e postada de forma ostensiva aos olhos da população para vigiar e prender – é coisa extremamente recente em termos de civilização. No Brasil, remonta a pouco mais de dois séculos.

Ela surgiu junto à Revolução Industrial, ao crescimento das cidades e à unificação dos Estados. Com o industrialismo, camponeses foram expulsos de suas terras e obrigados a viver na cidade, provocando seu inchaço, o que, aliado à explosão populacional devida aos avanços tecnológicos, ocasionou um aumento da criminalidade, porque a oferta de trabalho sempre foi e será menor que o número de pessoas aptas ao trabalho. O capitalismo tem uma tendência natural ao chamado “exército de reserva”.

Quem de relance veja, achará que a polícia é o lado “bom”, voltado a combater o “mau”. Mas esta é uma ideia elitista, superficial e se desfaz muito rápido. Basta dizer que quem dita a regra de quem e qual será o “mau” é quem está no poder. E a regra ditada visa manter sempre a mesma e velha ordem, ou seja, visa beneficiar um grupo de pessoas e não todas as pessoas. Então, se o agente (policial) receber uma ordem para combater determinado “mau”, ele não poderá perguntar se o que vai fazer é bom ou mau, afinal foi doutrinado a repudiar seu senso crítico e a obedecer toda ordem hierárquica. A polícia é, em suma, a instituição cega, surda e muda criada para servir ao poder, sendo a fiel cumpridora de ordens, sejam quais forem.

 

 

Por isso é uma inocência das pessoas achar que a polícia existe para protegê-las. Polícia é a força bruta criada para proteger o poder (econômico, social, político, etc). Basicamente a polícia existe para conter as massas sobrantes do capitalismo para que não se apoderem dos bens dos ricos. Serve, pois, para manter a sociedade dividida em classes. Por isso é um meio de controle social: o mais violento.

Não é por acaso que Brasília registra o maior salário pago aos policiais: porque ali se concentra todo o poder político do país. Veja-se, por exemplo, nas recentes manifestações onde os alvos foram o patrimônio público, agências bancárias e estabelecimentos comerciais de renome. A polícia aí tende a agir com rigor a fim de reprimir tais ações porque houve afronta ao poder político (prefeituras, câmaras municipais, congresso nacional) e econômico (bancos, lojas). E quando o crime é contra pessoa de certo status social, a ação é rápida e quase sempre eficaz (exemplos: Carolina Dieckmann; filha do Silvio Santos). Em contrapartida, existem estabelecimentos comerciais, residências e pessoas sendo alvo de crimes cotidianamente e a polícia aí simplesmente não age.

Em linhas gerais a polícia não consegue e não está voltada para prevenir e nem reprimir o delito, o que comprova o fato de que dos 50 mil homicídios ocorridos no país por ano (números de uma guerra civil), apenas quatro mil (8%) têm o autor descoberto e preso[1]. É dizer o seguinte: cinquenta mil pessoas foram assassinadas porque não se conseguiu evitar que o fossem, quando a lógica do sistema seria que os homicídios – um dos crimes mais graves – sequer viessem a ocorrer. Muitas dessas pessoas a polícia é quem mata. E mata tão ou mais criminosamente quanto àquelas ações que deveria coibir. Ora, se a polícia vem cometendo os ditos excessos durante as manifestações, em que a ação toda está sendo monitorada pela mídia, imagine-se o que ocorre sem esta vigília? Lá com o pobre favelado. É claro que a maioria dessas mortes é de pessoas pobres. Por isto tal fato passa aparentemente despercebido por quem não vive na periferia.

 

 

A imprensa já faz o maior estardalhaço com alguns poucos crimes que acontecem nos bairros nobres, agora imagine se ocorrem cinquenta mil mortes nesses locais? Por tal razão, pode-se dizer que os Direitos Humanos só tiveram a devida atenção quando a burguesia foi vitimada na época da Ditadura Militar. Atualmente parecem servir apenas como estatística. Daí se vê que no atual modelo a vida possui valor diferente, variando de acordo com a posição ocupada pela vítima e não pelo valor intrínseco que a vida encerra em si.

 

 

A perpetuação da polícia se alimenta do “clima de insegurança social” que cotidianamente a imprensa marrom (sensacionalista) e a chapa branca (conservadora) noticiam. Ou seja, ela se mantém por conta do medo do tão aviltado inimigo: o “delinquente”; e porque se pública, incansavelmente, o quão numerosos e perigosos eles são. O medo está sendo fomentado e industrializado para alcançar fins comerciais, até porque, no atual modelo tudo tem que vender, inclusive o medo. E essa criminalidade de rua, (ou do pobre – assalto, homicídio, latrocínio), que é mais escancarada, obviamente que deixa a população comum, – aquela que não detém poder social, político ou econômico – em sobressalto. Isto porque, como já dito, a polícia não está direcionada para servir a população em geral, mas sim ao poder.

 

 

 

 

 

Mas, fazendo-se uma análise para além do bem e do mal, a polícia, mais precisamente os seus agentes, os policiais, são as maiores vítimas dentro do sistema penal. Esta íntima relação dos policiais com o crime arrastarão eles para diversos caminhos. São suicídios, depressão, síndrome do pânico e outras tantas patologias que essa atividade de guerra provoca. O número de suicídios chega a ser maior que o número de policiais mortos em combate[2]. Ora, se são conhecidos os terríveis efeitos entre os ex-combatentes de guerra que testemunharam o conflito de forma temporária, evidente que quem vivencia a guerra diária e sem trégua sofre de forma mais intensa os efeitos desta atividade insana. Mas dois caminhos são quase inevitáveis: a corrupção e o embrutecimento, ou seja, a animalização de seus membros.

Em 1971 foi realizado um experimento onde pessoas comuns foram selecionadas aleatoriamente para desempenhar os papéis de prisioneiros e guardas em uma prisão simulada (prisão de Stanford). Prevista para durar quinze dias, a experiência teve que ser interrompida no sexto dia. Os voluntários incorporaram de tal forma os papéis designados que os guardas foram se tornando cada vez mais sádicos e malvados com os prisioneiros, dispensando-lhes tratamento humilhante, castigos físicos, negando-lhes comida, acesso ao banheiro, etc. Em contrapartida, os prisioneiros começaram a apresentar distúrbios emocionais, perda do senso de realidade, desamparo. Estes quadros psicológicos e ações perversas dos “guardas” foram possíveis em uma mera simulação, agora quando os papéis tornam-se reais as consequências são muito mais graves.

Por isto há as chamadas milícias entre a polícia: verdadeiros grupos de extermínio que se arvoram no direito de fazer justiça com as próprias mãos sem que as vítimas tenham, muitas vezes, qualquer desavença com seus executores ou mesmo histórico criminoso. Por isto a tortura é um meio absolutamente normal dentre as práticas policiais. Por isto a polícia é truculenta, arrogante, estúpida, bestificada. As chacinas (Eldorado do Carajás, Acari, Candelária, Vigário Geral, Carandiru) acusam a violência da polícia contra os mais humildes. Isto se dá porque, ao se conferir certo grau de poder às pessoas, elas tenderão a abusar dele, se sentindo acima das demais. Isto ocorre em qualquer nível de poder, mas com a polícia é pior. Pior porque os policiais acham que se trata de uma luta do bem contra o mal, por isso suas ações descambarão para violência, tortura, mortes, chacinas, etc. Muitas dessas coisas terríveis e desumanas são amenizadas porque o sujeito que ordena não vê o fato, logo não tem a imaginação impressionada; enquanto o sujeito que obedece, está executando ordens e por isso não se sente responsável. Quem ler, não encontrará nisto senão palavras. Mas tem uma explicação: nada percebemos de injusto quando a distância entre nós e outro ser é muito grande, e matamos um inseto, por exemplo, sem qualquer remorso. Daí se vê que os conceitos de “bom” e “mau” caem por terra. As pessoas apenas desempenham os papéis que o sistema lhes confere.

E cabe um parêntese sobre a denominada violência deslocada. Suponha-se que um policial é humilhado por um superior hierárquico; neste momento ele nada poderá fazer. Sua reação contida (já que não pode agir) será deslocada, por exemplo, quando da prisão de um assaltante espancando-o, já que aqui ocupa uma posição superior a dele. Este assaltante, por sua vez, deslocará sua reação àquele espancamento numa futura vítima, p. ex; e esta vítima descontará esta agressão na sua mulher ou num subalterno no trabalho, etc. Cria-se assim, um ciclo interminável de agressões que é inerente ao próprio sistema. Estamos num ciclo vicioso que só gera violência.

E o pior de tudo é que há uma crença de que os problemas serão solucionados chamando a polícia: exatamente a instituição mais mal preparada para resolução dos conflitos. Praticamente todo problema e toda desordem é tratado como “caso de polícia”. Movimentos dos sem-terra, dos sem-teto, briga de vizinho, pensão alimentícia, tráfico de drogas, crimes patrimoniais, estupradores e assassinos, tudo é colocado na mesma vala, ignorando-se a raiz desses problemas, que nada mais são que sintomas de uma sociedade em crise estrutural.

Afora a animalização, há a corrupção dos policiais. Isto se dá por conta das seguintes proposições: atualmente é impossível acabar com o crime; e pior ainda: não existe nenhum interesse em acabar com ele. No modelo vigente o crime sempre vai existir e sua tendência é só aumentar  porque o sistema, em si, é criminoso. O crime não está lá ou cá ; e tampouco são estes ou aqueles os criminosos. Ele está em toda parte e dentro de cada um. Crime é um conceito político. Isto quer dizer que seus fundamentos não se encontram em bases jusfilosóficas, naturais ou extraterrenas. Crime é uma criação de quem está no poder. A razão de existir do “crime” é a mesma que a Igreja Católica encontra para o “pecado”, ou seja, é querer separar as pessoas em boas e más, onde umas seriam mais morais que as outras. No passado sacerdotes e guerreiros saqueavam o excedente da produção das famílias camponesas era a coisa mais normal, hoje seria roubo.

Há tantas leis definindo o que é crime que é quase impossível um cidadão não ter cometido ao menos um delito. Por exemplo: comprar CD ou DVD falsificado é crime (receptação); tentar subornar um guarda de trânsito é crime (corrupção ativa); comprar sem nota para reduzir o preço de um produto ou serviço é crime (art. , inc. II, da Lei 8.137/90); dirigir sob efeito de álcool é crime (art. 306 do Código de Trânsito Brasileiro); levar lança perfume para o carnaval e dividir com a galera é crime (tráfico de drogas). Porém, há uma espécie de seleção de quem são os criminosos (os pobres) e onde eles se concentram (na pobreza). Isto explica porque você, caro leitor, não foi apanhado pela teia do sistema penal e costuma enxergar o criminoso sempre como sendo “o outro”.

Em segundo lugar, há muita gente “vivendo” do crime. São repórteres, apresentadores e donos de TV, jornal e rádio, juízes, promotores, delegados, vigilantes e seguranças particulares, empresas de segurança, etc. O crime já se mercantilizou: blindagem de veículos, cercas elétricas, alarmes, seguros, cães adestrados. Quantos jornais e programas policialescos se alimentam do crime. Toda máquina estatal voltada para prender, julgar e punir (polícia, delegados, promotores, juízes) vive do crime. E quantos empregos e serviços deixariam de existir sem o crime. Isto apenas para dizer da criminalidade de rua: aquela que assusta a população. Há, portanto, muitos interesses por trás do crime. O policial se deparará com esta triste realidade, se corromperá e, não raro, se lançará a empreitadas criminosas iguais a que visa coibir (assaltos, homicídios, etc), pois seu trabalho é o mais inglório: colocar a vida em jogo por um mísero salário para travar uma luta já de antemão perdida contra a criminalidade do pobre. Aquele que eu e você se retorce para não ver, como a querer negar sua existência, sua realidade.

Pode-se dizer que quanto mais policiado um Estado é, tanto mais desigual é seu povo. Atualmente, bem se percebe que o Estado está precisando mais do que nunca da força policial, inclusive para governar. Outrora a “opinião pública” era facilmente manipulável pela grande mídia. Agora, com a internet – única imprensa livre – tomando a frente dos antigos meios de comunicação, a população está arisca, desperta e volta-se, inclusive, contra os antigos meios formadores de sua opinião. Quando um Estado precisa a todo instante da polícia para exercer-se é porque a situação vai de mal a pior. E esta insatisfação generalizada conduzirá, mais cedo ou mais tarde, à ingovernabilidade. Isto porque, ninguém governa contra a opinião pública. Governar é mandar, mas obedecer não é aguentar. Estado é um estado de opinião: uma situação de equilíbrio, de estática. Veja o caso de Napoleão ao invadir a Espanha: ele sustentou esta agressão durante algum tempo, mas não mandou um só dia. Isto porque tinha a força e precisamente porque só tinha a força.

Aqui no Brasil há uma insatisfação generalizada da população e uma casta social que visa tão somente se perpetuar no poder. O primeiro passo rumo à mudança é evitar que algum amigo ou conhecido tente ingressar para a polícia, ou se já faz parte desta corporação/instituição tentar dissuadi-lo desta ideia. A natural tendência é que haja uma greve ou mesmo uma conscientização também por parte da polícia deste papel que lhe é designado, ou seja, que ocupa uma posição indigna e está sendo lançada contra a própria população a mando do poder e, por conta disso, acabe deixando de sustentar uma situação que já está insustentável. Quando isto acontecer haverá, inegavelmente, um pequeno espaço para o caos. Mas já se vive uma permanente catástrofe e sua autonegação. E é preciso virar cinzas para que fênix renasça.

Somente com a ruptura do sistema vigente será possível viver num mundo sem polícia. Tanto a militar quanto a civil. A primeira porque mata, tortura, prende, é corrupta e brutal. A segunda porque faz tudo isso e não investiga o crime[3]. Este será o caminho natural para se ter uma sociedade mais fraterna, mais igual, mais humana, onde os problemas serão tratados como devem ser tratados, e não como “casos de polícia”.

 

 

 


 

[1] A estimativa é de Julio Jacobo Waiselfisz, coordenador da pesquisa Mapas da Violência 2011, divulgada pelo Ministério da Justiça.

 

 

[2] Segundo pesquisa realizada pela Unb e divulgada pela Istoé, edição nº  2285, 30.Ago.13.

 

 

[3]  Numa sociedade pautada em outros nortes que não o capital, sequer precisaria investigar o crime para querer encontrar o culpado. Porque a punição de quem quer que seja nunca passou de um erro. Pena nenhuma previne ou reprime o delito, tampouco regenera o condenado. O índice de reincidência é de 70%. Não existem culpados. As pessoas se sentem culpadas, mas não são. A culpa se encontra dispersa: nos pais, nos educadores, nos amigos, no ambiente favorável, nos acasos da hereditariedade, em nós, nas mensagens subliminares, nas técnicas de persuasão, enfim, os embates psíquicos e as crises que jogam o ser humano de um lado para o outro até que ele decida agir, jamais formarão o seu “livre arbítrio”, serão apenas a escolha das circunstancias determinantes. Por isto, é inútil querer encontrar “culpados”.

Corregedoria Geral da Polícia Civil instaurou uma correição extraordinária na Sepama por influência política 5

Segue o editorial do jornal Correio Popular de hoje, explicando as ações da corregedoria, chama à responsabilidade o secretario de segurança e  define a atuação dos dois mandados do Mjr Olimpio como “pífia” uma vez que aprovou apenas 18 leis, sendo 12 delas sobre denominação de ruas, 03 delas reconhecendo entidades como se utilidade publica, duas instituindo dias comemorativos e uma sobre prevenção de roubo e furto de cabos eletricos

 

CORREIO POPULAR

http://correio.rac.com.br/_conteudo/2013/11/colunistas/manuel_carlos/119887-ja-vai-tarde-upa.html

 

Opinião

Já vai tarde,  UPA

 

11/11/2013

 

Manuel Carlos

 

Poucos dias após a denúncia de maus-tratos de animais pela ONG do deputado Feliciano Filho, os cães foram transferidos para outra entidade e a UPA foi a óbito.
O Setor de Proteção aos Animais e Meio Ambiente da Polícia Civil (Sepama), cumprindo um mandado judicial, encontrou na UPA dez cães em estado grave de saúde, cinco filhotes congelados em uma geladeira ao lado de uma sacola com carne moída estragada, além de muita sujeira e ração exposta aos ratos.
A história teve lances curiosos e o deputado usou toda sua influência junto à Corregedoria da Polícia Civil para pressionar os policiais da Sepama que trabalharam na fiscalização.
O caseiro da UPA denunciou os policiais por abuso de autoridade, mas quando quis contar na Corregedoria que havia feito a denúncia a pedido do deputado, o delegado recusou-se a ouvi-lo.
Segundo é contado nos bastidores da polícia, um dos policiais acusados resolveu levá-lo à presença de um promotor de Justiça e foi logo acusado pelo corregedor de ter sequestrado o caseiro. O cativeiro era a sala do promotor de Justiça e não podia, portanto, ser estourado.
O inquérito instaurado pela Sepama foi deslocado para a Seccional, porque existe em Campinas uma esdrúxula orientação para que acusações sobre políticos não sejam apuradas nos distritos. Isto é o fim da picada!
Agora, o deputado estadual Olímpio Gomes, líder do PDT na Assembleia e que atua nas áreas de educação física, comunicação, segurança pública e assuntos jurídicos, resolveu atuar na proteção dos animais e protocolou junto à Secretaria de Segurança Pública um pedido de informações contendo 11 tópicos extremamente técnicos, mas Feliciano Filho nega qualquer atuação no episódio.
Quando falo nas áreas de atuação do Major Olímpio refiro-me ao que consta no site da Assembleia porque sua atuação parlamentar é tão pífia quanto à de Feliciano Filho.
Major Olímpio já aprovou ao longo de seus dois mandatos 18 leis, sendo 12 denominando logradouros; três reconhecendo entidades como de utilidade pública; dois instituindo dia disto ou daquilo e uma sobre política de prevenção do roubo de cabos e fios metálicos.
Diante do requerimento do Major Olímpio, a atitude razoável da Secretaria de Segurança Pública seria encaminhar as perguntas à Sepama para serem respondidas, mas ao contrário disso a Corregedoria Geral da Polícia Civil instaurou uma correição extraordinária na Sepama, confiscando inquéritos e boletins de ocorrência.
Isto tem nome e sobrenome. Trata-se claramente de perseguição política contra a Sepama e a Polícia Ambiental em razão das denúncias contra a UPA do deputado Feliciano Filho.
Não acredito que meu amigo Fernando Grella Vieira tenha conhecimento desses fatos, pois um homem com a sua integridade não permitiria jamais que isto pudesse acontecer.

Remanescentes do concurso de agente policial 2012 rogam ao Governador Geraldo Alckmin sejam aproveitados 46

EXCELENTÍSSIMO SENHOR GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO,
REF – concurso de agente policial – 2012 – remanescentes
Autorização de vagas
DO PEDIDO
Pelo exposto, com toda estima e consideração à gestão Governamental, em nome de todos os remanescentes e da sociedade que clama por Segurança, REQUER aproveitamento de remanescentes e ou acréscimo das 217 vagas ao certame de agepol 2012.
GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO
MUITO OBRIGADO SENHOR GOVERNADOR

Oficiais da PM continuam mentindo e chorando de barriga muito cheia: AGORA FRAUDARAM ATÉ AS TABELAS DE VENCIMENTOS 70

Assunto: Choradeira militar.
Para:


Delegado de Polícia recém-formado passará a ganhar mais que coronel com 30 anos de serviço

  • Postado por Moderador em 11 novembro 2013 às 9:00
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Delegado de Polícia recém-formado passará a ganhar mais que coronel com 30 anos de serviço

Veja tabelas comparativas:

Após começarmos a abrir os olhos após o nocaute dado pelo Governador Alckmin contra os Policiais Militares, começamos a voltar a enxergar e começamos a ver o tamanho do prejuízo que tomamos.

A gestão de Alckimin está sendo pior de todos os tempos para a Policia Militar, nem mesmo Mario Covas impôs tantas derrotas para nós, enquanto a Policia Civil avançou ganhando belos aumentos diferenciados, Gratificações por Acumulo de Titularidade- GAT (ganha um padrão a mais), Gratificação por Desempenhar Atividade Jurídica, redução de 5 anos no tempo de aposentadoria, etc…(justo a Polícia Civil merece e é importante para o povo), a Policia Militar perdeu a Dispensa Recompensa, Gratificações já incorporadas, proibiram o direito que temos de elaborar BOPM/TC , impuseram as escoltas que eram da PC, etc…

O salário que até então tinha uma isonomia entre a Polícia Militar e Civil, agora foi de vez para o “espaço”. Para ter idéia, um delegado em inicio de carreira, logo no seu primeiro ano de serviço, lotado numa delegacia de uma cidade do interior, fazendo escala de 24 x 72, irá elaborar no Maximo 3 BO/TC, coisa que um Soldado poderia fazer pela Lei 9096, no entanto, esse delegado já começará com um salário maior que um Coronel com 30 anos de carreira, comandando efetivos de 5 mil homens e dezenas de municípios, gerindo um orçamento de 50 milhões de reais por ano. Essa desigualdade absurda faz com que esvazie qualquer discurso dos Alckimistas que teimam e tentar argumentar que ele gosta da Policia Militar e considera o trabalho por nós realizado, sem criticas a Polícia Civil apenas um comparativo, tanto a Polícia Civil quanto a Polícia Militar tem a mesma importância e o mesmo peso no combate ao crime, afinal uma se completa na outra.

Mas vamos ver a parcela de cada um dos atores nessa derrota acachapante da PM:

GOVERNADOR ALCKIMIN: apelidado de Chuchu (por não ter sabor, cheiro, cor e sal), é cria do Mario Covas, aquele que odiava a Policia Militar e apresentou um projeto esdrúxulo para extinção nossa, e obviamente reza a mesma cartilha de forma dissimulada. Em suas 3 gestões no Governo de SP nunca teve e nunca vai ter qualquer olhar de reconhecimento conosco, ao contrário, se puder vai acabar conosco sem dó nem piedade, já começou esse processo. Ele sabe que os Policiais Militares são legalistas, leais, disciplinados, hierarquizados, e por tudo isso jamais vão se rebelar,somos aquele bom carneiro que morre sem berrar.  Não precisa sequer de nossos votos ou de nosso apoio para se eleger, se não gostaram ou não estão gostando desse tratamento dado para nós, azar nosso.

 DEPUTADOS ESTADUAIS: o Governador tem a maioria dos Deputados na Assembléia Legislativa, e mantém seu reduto no cabresto curto, usando para isso as benesses concedidas com cargos, verbas, emendas, etc….colocando na balança a Policia Militar e o Governo, não tenham duvidas que ficarão, como ficaram, com a segunda opção. Nem mesmo aqueles Deputados que freqüentam nossas casas, são recebidos com tapetes vermelho, são homenageados aqui a ainda levam nossos votos, não pensaram duas vezes em cuspir em nossas caras, sequer tiveram a hombridade em subir na tribuna de defender um salário mais digno para nós, coisa que foi feita para a Policia Civil.

ASSOCIAÇÕES MILITARES:  até que desta vez entraram na briga, deixaram de lado sua “vocação” para colônia de férias e jantares, começaram bem, reivindicaram, fizeram reuniões com Cmt Geral, Secretário de Segurança e outros, Deputados e Governador, mas tudo em vão, seu poder de pressão contra o Governador é pouco, e se começar a incomodar muito, como fariam agora levando as manifestações para a Avenida Paulista, o Governo ameaça com a retirada do código de desconto na Folha de Pagamento dos Policiais Militares, o que basicamente significaria a falência da Associação, com isso o Governo dá um “cala boca” na única esperança nossa, jê que não podemos fazer greves e não temos sindicatos.

CORONÉIS: até nossos Soldados recrutas já são disciplinados e cumpridores de ordens, quiça os Oficiais, que passam 3 anos em regime integral na Academia de Oficiais obedecendo rigorosamente as ordens até dos Alunos mais antigos, esse mesmo aluno ainda vai passar mais 30 anos sabendo que o bom Oficial é aquele que respeita a hierarquia, é disciplinado, cumpridor de ordens, não questionador. Para chegar ao ultimo posto, de Coronel, tem que ter tudo isso em dobro. Não há como exigir uma mudança de postura nessa hora, é contra a essência dele. Além disso, antigamente não existia perspectiva de continuar no serviço publico após a aposentadoria, hoje o Governo acena com belos cargos de confiança para aqueles que demonstrarem lealdade nos momentos difíceis.

OFICIAIS INTERMEDIÁRIOS: nunca estiveram tão revoltados com a discrepância salarial com a Policia Civil, mas matem um discurso incoerente, pois continuam trabalhando até mais do que antes, “tirando o couro” dos Policiais Militares, para mostrar para seus Comandantes sua “produção” pensando em elogios e promoções. Continuam “batendo caneco” para suprir deficiências de responsabilidade do Estado.

PRAÇAS: reclamam, reclamam, e só! Já se deram por satisfeito com a promoção para Cabo, que significará uns R$ 100,00 liquido no salário. Boa parte até manifestou ironia pela derrota dos Oficiais para os delegados, não conseguiram enxergar que se o teto salarial aumentar, inevitavelmente o piso salarial também subirá. Sem contar que a grande maioria chegará a Sub Tenente e irá se aposentar com o salário de 2º Tenente, assim seria bom para todos manter essa paridade.

POLICIAIS MILITARES EM GERAL:  nem 1% do efetivo PM fez alguma coisa para evitar que tivéssemos essa derrota acachapante, e essa minoria ainda é considerada como “os trouxas” pelos demais. Os 99% dos policiais militares sequer destinaram 5 minuto de seu tempo para mandar um email para algum Deputado Estadual, ou sequer “curtir” ou “compartilhar” informações nas redes sociais que ajudariam dar força para o movimento que havia se iniciado.

O QUE FAZER AGORA? Como diriam a D.Pedro I, “agora Inês é morta, essa batalha já foi, perdemos, este mês nada mais será proposto, em dezembro começa o recesso parlamentar, em janeiro já é ano eleitoral, proibido dar qualquer beneficio salarial aos funcionários públicos. Temos um caminho, ano que vem o Governador Alckimin precisará, mais do que nunca, dos Policiais Militares, seu tendão de Aquiles é a segurança publica, esse tema que será o mais explorado pelos seus adversários, será a vez dele pedir e implorar para que trabalhemos muito para manter as estatísticas criminais sob controle e que nossa produtividade aumente.

MAJOR OLIMPIO TEM CHANCES PARA SER GOVERNADOR?  Como todos devem saber, o Major Olimpio é sim pré-candidato a Governador, não há duvidas de que disputará com Alkimin. Teremos ano que vem 5 principais candidatos ao Governo de São Paulo, sendo Major Olimpio (PDT), Alckimin (PSDB), Skaf (PMDB), Alexandre Padilha (PT) e Kassab (PSD). Com esses candidatos podemos assegurar que haverá segundo turno em São Paulo, por questões obvias o próprio Alckimin já estará nele, e seu concorrente no segundo turno precisará atingir de 4 a 5 milhões de votos. O Major Olimpio hoje representa varias categorias, mas sem duvidas será o candidato dos servidores públicos. Hoje a Policia Militar sozinha já possui 200 mil integrantes, entre os PM das Ativa, Inativos, Temporários e Pensionistas, fazendo uma conta rápida, de cada um de nós arrumar somente 20 votos (seu, esposa, marido, pais, sogros, irmãos, filhos, primos, amigos, vizinhos, etc..) já dariam 4.000.000 de votos, o que colocaria o Major Olimpio no segundo turno das eleições de São Paulo com o Governador Alckimin. No segundo turno aumentaria as possibilidades, já que o PT, PMDB e PSD, alem de outros contra o PSDB, se juntaria ao Major Olimpio para tirar a hegemonia do PSDB Paulista. Portanto, respondendo a pergunta, o Major Olimpio tem sim  chances de se eleger Governador de São Paulo, desde cada um de nós faça a sua parte, os meus 20 votos já estão reservados. Basta de PSDB!!!.

Fonte: http://policialbr.ning.com/#ixzz2kL4HpsbOF

Agentes e carcereiros cobram a promessa feita pelo Dr. Geraldo Alckmin: Agentes e carcereiros se tornarão investigadores até o fim de 2012 198

Geraldo Alckmin afirmou: Agentes e carcereiros se tornarão investigadores até o fim de 2012 511

por Flit Paralisante • Sem-categoria

Polícia Civil não terá mais carcereiros até o fim de 2012

Agentes se tornarão investigadores. Decisão anunciada pelo governador Geraldo Alckmin integra plano de fechar as prisões dos distritos policiais

Bruno Huberman

                          Alckmin: “Não ter presos em distritos traz uma vantagem na eficiência, na investigação, ou seja, em todo o trabalho do policial civil”                                      (Eugênio Novaes/Governo de SP)

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, anunciou nesta sexta-feira ( 16 /12) que será extinta, até o final de 2012, a figura do carcereiro na Polícia Civil.

Segundo o governo, será o primeiro estado do país a acabar com a função. A medida faz parte da estratégia de Alckmin de zerar o número de presos nos distritos policiais. Atualmente, há por cerca de 6.500 presos em delegacias, segundo o governador. No início do próximo ano, informou, 2.000 mulheres detidas em carceragens civis serão transferidas para presídios. “Não ter presos em distritos traz uma vantagem na eficiência, na investigação, ou seja, em todo o trabalho do policial civil”, diz o governador.

Até o final de 2012, 6.164 vagas estão previstas para serem abertas em dez novos presídios, segundo levantamento feito pelo site de VEJA a partir de dados oficiais da Secretaria de Administração Penintenciária (SAP). O custo estimado é de aproximadamente 370 milhões de reais. Hoje, estão em contrução 14 carcerargens no interior de São Paulo. As obras fazem parte do plano de expansão do sistema penitenciário paulista. Até 2014, 49 novas unidades devem ser erguidas a um investimento de 1,5 bilhão de reais. Ao todo, serão geradas 39.000 vagas. Neste ano foram inaugurados cinco novos presídios. De acordo com a assessoria da SAP, 173.457 pessoas estão em detenção provisória ou cumprindo pena em penitenciárias estaduais.

Os carcereiros deverão passar por um curso de reciclagem para se tornarem investigadores.

O secretário de Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto, afirma que, por terem experiência policial, na prática, já estão aptos para desempenhar a nova função. Hoje, em torno de mil carcereiros trabalham em distritos de todo o estado.

Alckmin e Pinto participaram, nesta sexta-feira, de uma cerimônia que oficializou a integração de 967 novos policias civis à corporação. O governador autorizou a abertura de um novo concurso público para a contratação de outros 500 agentes.

A alteração faz parte de um processo de reformulação da corporação promovida pelo estado. Segundo ele, há cidades no interior que contam com apenas um investigador e um escrivão. E muitos desses profissionais estão para se aposentar. Além da integração de novos agentes e da extinção dos carcereiros, foi implantado um novo plano de carreira para os policiais civis e encurtado o período de treinamento dos novos agentes contratados. Agora, eles passarão por um treinamento de três meses e por um estágio de cinco semanas no distrito. Essa mudança, diz o secretário, não diminui a eficiência e a qualidade do policial e o torna apto mais rapidamente.

 

Diferença de salários nas carreiras policiais no Brasil chega a 268%, revela estudo 74

Enviado em 11/11/2013 as 11:14 – The Alkimin Dead

do UOL 11/11/201306h00

Janaina Garcia
Do UOL, em São Paulo

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Reinaldo Canato/UOL
Variação de salário de soldados da PM chega a 200%

policiais-militares-circulam-pela-regiao-do-parque-novo-mundo-na-zona-norte-de-sao-paulo-nesta-terca-feira-29-depois-de-protesto-contra-a-morte-de-um-adolescente-durante-uma-abordagem-1383069195334_300x420A despeito das similaridades de funções, ser investigador da Polícia Civil hoje no Brasil é ver as remunerações da carreira variarem até 268% de um Estado para outro. A situação não é muito diferente na Polícia Militar: a variação de salário de um soldado pode chegar aos 200%, dependendo da unidade federativa a que ele esteja subordinado.
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Os números constam do 7º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, estudo realizado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública e divulgado na semana passada em São Paulo.

O documento listou os dados de salários das carreiras policiais e outras informações que compõem um cenário da segurança pública no país. A pesquisa se valeu de dados de secretarias estaduais de segurança pública e de órgãos do governo federal, como o Ministério da Justiça e a Secretaria Nacional de Segurança Pública, a ele vinculada.

Na pesquisa de salários divulgada pelo Anuário, tanto as posições de comando nas polícias como a de oficiais a eles subordinados têm variações que facilmente superam os 100%. Ao todo, no Brasil, são cerca de 520 mil policiais.

No caso de coronel, por exemplo, patente mais alta da PM listada pelo Anuário, a variação chega a 144% dados os R$ 21.531,36 recebidos no Paraná aos R$ 8.800 pagos a um coronel no Estado do Pará –uma diferença superior a R$ 12 mil mensais.

Ainda na PM, a variação é ainda maior na remuneração de soldados: enquanto no Rio Grande do Sul são pagos à patente R$ 1.375,71 mensais, no Distrito Federal o valor chega a R$ 4.122,05, ou 199,7% a mais.

Entre as carreiras da Polícia Civil, a variação entre as remunerações de delegados ultrapassam os 180%, equivalentes à diferença entre os R$ 18.837 pagos a um delegado do Estado do Mato Grosso e os R$ 6.709,32 pagos no Estado mais rico da federação, São Paulo.

Também na Polícia Civil, mas na função de investigador, a variação atinge os 268% tendo em vista a diferença do que é pago na polícia gaúcha, R$ 1.863,51, e na mato-grossense, R$ 6.854.

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Discrepância de salários afetam qualidade, diz pesquisador

Para o pesquisador Luis Flavio Sapori, membro do Fórum Brasileiro de Segurança e um dos autores do Anuário, a discrepância entre o que é pago não apenas a carreiras idênticas, em Estados distintos, como às polícias, reflete diretamente na qualidade do serviço prestado e na relação entre as próprias instituições policiais.

“Esse é um grave problema e provoca animosidade na relação das diversas carreiras: você tem uma desigualdade muito acentuada nos benefícios e nos bônus dos quais eventualmente esses policiais podem usufruir, internamente, e se cria um sentimento de injustiça nas carreiras da base”, afirmou o sociólogo, que também coordena o Centro de Pesquisas em Segurança Pública da PUC-MG (Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais).

“Essas diferenças grandes de remuneração abalam o grau de motivação e, obviamente, na qualidade do trabalho. À medida em que esse corporativismo fica mais acentuado, a organização policial perde a noção de coletividade que ela carrega”, complementou.

O Anuário completo está disponível para download no site do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

UPA…UPA…Cachorrinho Pula-Pula – Corregedoria aceita ingerência política e investe contra a delegada Rosana Mortari 14

 Mensagem encaminhada ———-
De: 
Data: 10 de novembro de 2013 22:41
Assunto: DEPUTADO FELICIANO CONTRADIZ O QUE A PROMOTORA DE JUSTIÇA DE CAMPINAS AFIRMOU. JUNTE-SE AO PARCEIRO OLÍMPIO E FAÇA UMA CORREIÇÃO LA TAMBÉM.
Para: FLITPARALISANTE <dipol@flitparalisante.com>

DEPUTADO CONCEDE ENTREVISTA AO JORNAL DE CAMPINAS. CONTRADIZ O QUE A PROMOTORA DE CAMPINAS DISSE E COLOCA CULPA NO ACASO DA INVESTIDA DA CORREGEDORIA SER POR ORDEM DO MJ. OLIMPIO, AFIRMANDO QUE FOI FRUTO DE “UMA DENUNCIA” A INVESTIDA DA CORREGEDORIA…
QUE DENUNCIA HEIN??
CADE O DENUNCIANTE??
CADE A JUSTIÇA PARA ESSE HOMEM???

UPA FECHADA

Para Feliciano, denúncia foi feita por interesse político

ONG fundada pelo deputado é investigada pelo Ministério Público por maus-tratos a animais
10/11/2013 – 09h21 | Fábio Gallacci
gallacci@rac.com.br
Foto: Edu Fortes/AAN

O importante é deixar registrado que nós confiamos na Justiça, confiamos no MP, e a verdade vai aparecer, disse Feliciano<br />

O importante é deixar registrado que nós confiamos na Justiça, confiamos no MP, e a verdade vai aparecer, disse Feliciano

Campinas vive uma guerra de palavras entre autoridades ligadas à defesa dos animais e dois fatos ocorridos na semana passada esquentaram ainda mais a polêmica. Na última quarta-feira, a Corregedoria da Polícia Civil iniciou uma correição, espécie de auditoria, nos inquéritos, laudos, documentos e viaturas do Setor de Proteção aos Animais e Meio Ambiente da Polícia Civil (Sepama), que funciona no bairro Nova Campinas. O procedimento foi solicitado pelo deputado estadual Sérgio Olímpio Gomes (PDT).

Um dia depois da ação no Sepama, o Correio informou que o deputado de Campinas Feliciano Nahimy Filho (PEN), que tem na causa animal uma de suas plataformas de atuação, é alvo de um inquérito civil aberto na Promotoria de Meio Ambiente do Ministério Público (MP) por supostos maus-tratos a animais e crime ambiental ocorridos no antigo abrigo da União Protetora dos Animais (UPA), fundada pelo deputado em 2001, localizado no Jardim Califórnia. Hoje, o deputado não tem nenhuma ligação diretiva com a entidade.

Ele também é investigado na esfera criminal — a respeito de denúncias de suposto trabalho escravo relacionadas ao caseiro do abrigo e desvio de assessores para atuarem na entidade privada — pela Procuradoria-Geral de Justiça. No centro da polêmica, o deputado considera que o foco sobre si é indevido. Ele vê exagero na condução do caso e um interesse específico de lhe atingir.

rosanamortariA correição extraordinária e os procedimentos que hoje tramitam no Tribunal de Justiça (TJ) fizeram com que os nomes de Feliciano e o da ex-delegada do Sepama, Rosana Mortari, passassem a se cruzar. Até recentemente, o Sepama estava sob o comando da delegada, que foi candidata a vereadora. Após as eleições, durante um período, não foi permitido que ela voltasse ao seu cargo e Rosana passou a acusar Feliciano de ser o responsável por isso. A delegada também afirma que a auditoria no Sepama foi, na verdade, incentivada por Feliciano para prejudicá-la.

Feliciano, por sua vez, diz que tudo não passa de perseguição política de alguém que deseja ganhar o espaço ocupado por ele. Os dois procedimentos de investigação contra o parlamentar surgiram após uma diligência feita em agosto no antigo abrigo da UPA. A ação foi feita pela Polícia Militar (PM) Ambiental e pelo Sepama, durante gestão de Rosana. Para dar a sua versão dos fatos, Feliciano concedeu entrevista na última sexta-feira.

Veja trechos:

Correio Popular – Uma diligência apontou irregularidades no abrigo da UPA. O senhor tinha conhecimento da situação?
Feliciano Filho – Pela quantidade de viaturas (que foram ao local), eu fiquei assustado porque achei que tivesse havido algum crime. Quando cheguei lá, me deparei com uma operação do Sepama. Vi a delegada (Rosana) e perguntei se aquilo não era algo um pouco desproporcional, uma vez que ali morava apenas uma família e havia cerca de 30 animais. Perguntei se a operação não estava um pouco exagerada… Ela olhou para mim e disse que eu havia “puxado o tapete dela”.

O que significa isso?
Quando o Sepama foi constituído eu até fui uma das pessoas que apoiou a entrada dela (Rosana). Com o decorrer do tempo, participei de algumas operações e comecei a notar que havia um certo exagero com relação à quantidade de imprensa que ela chamava. Achava aquilo fora de propósito e acabei me afastando. Ao longo do tempo, comecei a receber denúncias sobre algumas irregularidades no Sepama. Aí, de forma silenciosa, responsável e tranquila, dei início a um processo de investigação para saber se as denúncias procediam ou não.

Podemos dizer que existe hoje uma “guerra” entre os defensores dos animais em Campinas?
Não da minha parte, mas dela (a delegada) sim. O objetivo dela é ocupar o meu espaço. Isso ficou muito claro. Ela saiu candidata, tem pretensões políticas.

O senhor tem alguma relação com a auditoria realizada no Sepama?
Como meu trabalho é silencioso, as pessoas que fizeram a denúncia para mim (sobre o Sepama) talvez tenham entendido que eu não estava tomando providências. Então, isso acabou indo para outros deputados da Assembleia. E caiu com o major Olímpio. E ele, como policial que é, acabou tomando uma providência e pedindo a correição.

O senhor disse estar distante da UPA, mas todos os ouvidos pelo MP dizem que o deputado é “quem manda” no grupo.
A imagem da UPA, realmente, é muito colada à minha. Agora, a gestão, não. Eu não fico em Campinas. Fico em São Paulo e viajo o Estado inteiro. No que diz respeito às oitivas, temos provas de que todas as pessoas que prestaram depoimentos são do relacionamento dela (Rosana).


Isso já foi levado ao MP?

Ainda não, nós não fomos ouvidos em nada ainda. O importante é deixar registrado que nós confiamos na Justiça, confiamos no MP, e a verdade vai aparecer.

O caseiro da UPA disse ao MP que ligava para o senhor pedindo comida e remédios para os cães e que isso demorava. É verdade?
Ele ligou algumas vezes para pedir coisas diversas… Perguntava do Vicente (Carvalho, ex-presidente da UPA). Para mim, ele nunca pediu comida.

Já que não fica em Campinas, mesmo sendo sua base, o que tem feito pela cidade?
Tive quase 140 mil votos. Fui o deputado estadual mais votado da história de Campinas, mas tive por volta de 29 mil votos aqui e 45 mil na Capital. Meu voto é pulverizado. Sou um deputado temático e não regional.

Política

A delegada do Setor de Proteção aos Animais e Meio Ambiente (Sepama) de Campinas, Rosana Mortari, afirma que houve ingerência política do deputado Feliciano Nahimy Filho (PEN) dentro da Polícia Civil para que ela não voltasse mais ao seu cargo de origem após as últimas eleições, em que ela saiu como candidata a vereadora.

Fazendo questão de dizer que sempre foi uma defensora dos animais, Rosana garante que nunca teve qualquer pretensão política e que, ironicamente, sempre votou em Feliciano.

“Eu gostei da ideia quando me convidaram. Foi um convite do PMDB. A minha intenção era fazer política de bem-estar animal em Campinas, que não tem. Eu poderia, como vereadora, conciliar o cargo com o de delegada. Era isso que eu queria”, diz.

“Mas, depois das eleições, fui informada de que não voltaria mais para o Sepama. Ele (Feliciano) pediu para os meus superiores para eu não voltar. Talvez por medo dessa investigação que a gente faria (sobre o abrigo da UPA). Houve ingerência”, acusa Rosana, dizendo ter recebido denúncias sobre o trabalho da UPA durante a campanha.

Após a diligência no local, em agosto, ela diz ter sido ameaçada de forma velada pelo deputado. “Foi tipo: ‘Vamos esquecer o que aconteceu aqui porque, senão, pode acontecer alguma coisa para o Sepama’, entendeu?”, diz.

felizzz

(Des)confiança na polícia 20

Da Redação

  • Luiz Tito | Ag. A TARDESegundo a FGV, 54% dos baianos estão satisfeitos com a Polícia Militar

Pesquisa da Fundação Getúlio Vargas (FGV) revela a satisfação dos baianos com o desempenho das polícias Militar (aprovação de 54%) e Civil (50%).

A população de outros estados e do Distrito Federal pensa diferente: o índice de desconfiança pulou de 61% em 2011 para 70% agora, e se aproxima dos 95,01% consignados aos partidos políticos.

Outro estudo, do 7º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, conclui que as polícias da Bahia são as que mataram mais no país em 2012 nos confrontos com bandidos: quase uma morte por dia. Este paradoxo numérico tem uma explicação, segundo a Secretaria de Segurança Pública: a Bahia apresenta registros completos, confiáveis, enquanto alguns estados minimizam ou sonegam informações.

Foram contabilizadas no ano anterior 344 pessoas mortas em investidas policiais na Bahia. A PM registrou 284 autos de resistência seguidos de morte, contra 60 casos da Polícia Civil. Em São Paulo, de população bem maior, a polícia matou 563 pessoas, numa taxa diária de 1,3.

Os números, embora relativos, ensejam a conclusão de que a polícia em geral está matando mais no país: cerca de cinco pessoas por dia. E também morrem mais policiais em serviço e, sobretudo, fora dos quartéis, à paisana.

Houve este ano um crescimento de 8,6 pontos percentuais nas estatísticas.

As polícias, que não são as únicas responsáveis pela segurança pública, têm obviamente de agir com energia, na medida em que as ações criminosas se intensificam. Mas sua missão não é matar, é reduzir a violência.

Ultimamente, a polícia em geral tende a se omitir ou então a exagerar. Falta-lhe uma atitude definida de comportamento nas ruas, falta-lhe a noção exata de como lidar com os manifestantes, sejam estes pacíficos ou vândalos. É imprescindível que elas moldem uma conduta condizente. E que os governantes não se limitem a fazer investimentos (em torno de 40%) apenas na folha dos aposentados.

 

Se Fosse UM DELEGADO 10

Certamente se fosse um Delegado de Policia já estaria preso!

O chefe da quadrilha responsável pelas fraudes do ISS  recorreu ao Procurador de Justiça Mario Pedro Paes para saber se estava sendo investigado . Ora um Delegado de Policia foi preso acusado de vazar informações , depois o próprio Promotor reconheceu que sua afirmativa para embasar o pedido de prisão temporária era falsa e mentirosa e agora?

O que fará o impoluto ,inatacável , órgão que esta acima do bem e do mal , o Ministério Publico do Estado de São Paulo , quando o Procurador Mario Pedro Paes faz parte do Colégio de Procuradores , órgão de cúpula do Ministério Publico?

Certamente instaurará rigorosa investigação ,que em absoluto quer dizer investigação rigorosa , e que ao fim se for provada a culpa do Procurador poderá o mesmo ser rigorosamente punido com aposentadoria compulsória ,mas com salario integral , diferente do Delegado que se prendeu para investigar mesmo sabendo-se que o mesmo era e continua sendo inocente .

http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,antes-de-prisao-suspeito-recorreu-a-procurador-,1095047,0.htm


João Alkimin

 

PATIFARIAS DA PM: “CAIU A CASA” DE MAIS UM PUXA-SACO! 17

PATIFARIAS DA PM: “CAIU A CASA” DE MAIS UM PUXA-SACO!

Quando inquirido, na sede do 6º BPM/M, dia 11/12/07, não entendi o desmedido interesse do Oficial SJD (o então “respeitável”, aí, da reportagem), interferindo sobremaneira no enunciado das perguntas formuladas pelo Presidente do IPM Nº CPAM6-021/13/07 para dificultar minhas respectivas respostas, tentando me induzir a contradições. A malograda “pegadinha” não prosperou, como já não bastasse a origem espúria daquele IPM, sede do CPA/M-6, “instruído” no Batalhão ocasionalmente comandado pelo “Senhor da viatura roubada” no 10º BPM/M, Tenente-coronel Edson de Jesus Sardano.

Os fatos “motivadores”, todos, coincidentes com outras “pegadinhas”, a exemplo da engendrada no dia 01/11/07 pelo então Comandante do 10º BPM/M, Tenente-coronel Francisco Rissi Filho, ao protagonizar tão premeditada e forjada peripécia que qualquer pessoa (policial ou não), dotada de senso e discernimento medianos, desconfiaria que ele “tava cheirado”. Já descrevi, neste Blog, à exaustão, o que ele aprontou naquele dia. Reitero que ele saiu de onde não deveria (sede do referido Batalhão), portanto, cometendo GRAVE transgressão disciplinar por imiscuir em assunto que não lhe era pertinente – fiscalização do meu uniforme -, dentro da sede do referido CPA, durante horário de expediente ordinário em que eu era Chefe da Seção de Logística. Usurpou a direta competência disciplinar do respectivo Chefe de Estado-maior, Tenente-coronel Jairo Bonifácio. Quaisquer irregularidades cometidas por Oficiais superiores, intermediários ou subalternos daquela sede de CPA – exceto o próprio Comandante -, deveria recair na responsabilidade fiscalizadora do identificado Chefe de Estado-maior, o mais antigo Tenente-coronel, à época, de toda a Polícia Militar paulista.

O uso do mencionado uniforme já estava prescrito desde minha forjada alta médica, em 03/04/06, liberado da Ortopedia do Hospital Militar, sem encaminhamento à Fisioterapia, conforme já descrevi na postagem que abordou o assassinato do Tenente-coronel Antônio Flávio de Faria, no dia 04/03/06. Depois de eternamente “silenciada” essa minha principal testemunha, “coincidiu” a farsa dessa liberação médica, naquela próxima consulta.

Se devidamente tramitasse a PARTE S/Nº, sob protocolo nº CPAM6-3846, de 31/10/07, teria causado considerável estrago na imagem de vários omissos, porém, o arbitrário Comandante daquele Policiamento de Área preferiu ser mais um, sinalizando essa intenção desde que havia me subjugado à forjada “consulta psiquiátrica”, no Hospital Militar, no dia 09/10/07, cujo parecer lhe frustrou as expectativas. Revelou sinais de que estaria premido a criar aquele complô, diante do perigo de sua truculência ao me proibir, por exclusividade, de usufruir o “meio expediente” das quartas-feiras, para “compensar” minhas idas ao HPM, decorrentes daquele tão boicotado “tratamento” ortopédico. Quando se deu conta de que desde a improvisada cirurgia para implante de improvisada Haste de Ender, por falta da Haste de Ilizarov, tive o cuidado de meticulosa e administrativamente registrar todos os fatos, desde os consignados no 20º DP da cidade de São Paulo (BO nº 2803/2005), partiu para as mais bestiais atitudes, atirando ao lixo os apelidados de consagrados valores, a hierarquia e disciplina, a se comprovar pelo Tenente ao qual cedeu a chefia da referida Seção de Logística, e, pior, pelo Major que substituiu o Tenente-coronel Jairo Bonifácio.

Pelos rompantes e brados, ameaçando-me de prisão “em flagrante”, não me intimidou o intrometido (pau mandado) “fiscalizador de uniforme”. Quando me agarrou pelo braço, aos gritos, quase foi projetado ao chão, pelo solavanco como me desvencilhei: continuou a gritar que me prenderia “em flagrante”. Só não dizia da motivação, sobre a qual reiteradamente perguntei, durante aquela baixaria. Puro blefe. Estava previamente orientado a apenas me insultar para medir minha reação. Supunha colher os frutos de eventual atitude atabalhoada que eu pudesse cometer. Mantive-me absolutamente tranqüilo. Isso afronta qualquer desafeto. No dia em que os Soldados internalizarem essa estratégia da mente analítica, os arbitrários sucumbirão, inapelavelmente.  Como diria o administrador deste Blog, “será a volta do chicote contra o lombo do próprio algoz”.

A tradicional e “arredondadora” Polícia Militar, mais uma vez, firmou-se e afirmou-se nas suas controversas, jogando a culpa nas vítimas: eu, por consignar aquelas atitudes descabidas na PARTE S/Nº, sob protocolo nº CPAM6-3905, em 01/11/07, submetido a Conselho de Justificação; o Tenente-coronel Jairo Bonifacio, por me prestar o legal apoio em despacho exarando no citado documento, orientando-me a entrar com representação contra o mencionado intruso, foi imediatamente jogado para  mais longe (morava na Baixada Santista, cujo itinerário para santo Andre lhe era mais favorável), ou seja, transferido, naquela semana seguinte, para o CAES, na cidade de São Paulo. Foi o “reconhecimento” de não arredar pé dos seus princípios éticos. Ele sabia das consequências de afrontar a estratosférica empáfia do seu Comandante, dificultando-lhe o complô estabelecido com o então Comandante do 10º BPM/M. A tal “pegadinha da fiscalização” foi tão frustrante como a já engendrada pelo Comandante daquele Policiamento de Área, naquele mês anterior, submetendo-me à “avaliação psiquiátrica” no Hospital Militar, cujo parecer médico jogou por terra as suas capciosas e covardes pretensões de me afastar do serviço. A referida “consulta médica”, dia 09/08/07, era farsa ensejada por outra: minha apresentação no referido CPA, naquele mês anterior, setembro, deu-se porque o Corpo de Bombeiros, pela segunda vez, eximia-se de avocar tantas patifarias registradas, pois sabia inevitavelmente suscitadas, caso me mantivesse no seu efetivo, para onde me empurrara a APMBB depois de bem cumprir a sua criminosa missão de acobertá-las. Eis a “motivação legal” da acintosa recepção, no CPA/M-6, feita pelo Comandante Interino, Tenente-coronel Rissi, no dia 19/09/07, quando, dedo em riste, disse-me: “não foi mil maravilha da outra vez que trabalhamos juntos”, instando-me a esclarecer o uso do uniforme de Educação Física. Não mais havia, portanto, nenhuma razão aparente que o movesse a novamente me questionar, depois de 41 (quarenta e um) dias, acerca do mesmo assunto, além de já legalmente impedido de fazê-lo. Desde o primeiro dia útil daquele mês anterior, outubro, ele já havia deixado aquele comando interino de Policiamento de Área, retornando a comandar o 10º BPM/M, haja vista a reassunção do titular, que voltava de férias. Nem baseado no conflito positivo de competência ele conseguira amparo legal para aquela intromissão. Certamente encontrou apego noutro “baseado”. Era o complô montado entre ele e o Comandante titular daquele Policiamento de Área para abafar o recrudescimento de toda a podridão do âmbito daquele CPA, exalada nos anos de 2002 e 2003, por isso já me admoestara, por precaução, desde o momento em que me apresentei naquele CPA, quando me recebeu da forma já descrita. Aquele dedo em riste me obrigou a “relembrar” ao dono dele o que, de fato, não havia sido “mil maravilhas da outra vez”, bem como, deixar bem claro para a única testemunha daquele acinte (o então Capitão Marcos Makoto Noda o qual estranhamente me levou à sala daquele Comandante Interino, que nada eu tinha a temer, o que consignei na PARTE S/Nº, sob protocolo nº CPAM6-3499, de 09/10/07. De início, aquela quebra de protocolo (recepção ríspida, provocativa e sem a presença de todos os Oficiais da Unidade) me fez intuir sobre o arranjado propósito do meu retorno àquele CPA, de cujo âmbito eu havia saído no dia 23/06/03, ocasião em que cientifiquei o Comando do Policiamento Metropolitano acerca das patifarias, obviamente desprovidas de maravilhas.

O malogrado IPM, resultando em ação judicial pela qual eu “falava palavrões e brincadeiras com as policiais femininas do CPA/M-6”, felizmente, calou fundo na consciência delas. Durante audiência, no Fórum de Santo André, arrependeram-se amargamente do que “espontaneamente” declararam, em oitivas, naquele forjado IPM. Numa inédita manobra de advogado “passa-fome” de porta de cadeia ou de “notório saber jurídico pela vivência nos quartéis da Polícia Militar”, meu “defensor” achou por bem sairmos da sala de audiência, isso depois de severamente admoestado pela Promotora de Justiça, ao ensiná-lo a, pelo menos, saber do que se tratava aquela demanda. Ao retornarmos à sala, as “vítimas” se arrependeram de terem se arrependido, fato possivelmente inédito naquela Comarca, aliás, já que os “palavrões” e “brincadeiras” ocorreram na sede do referido CPA, ainda não sei do motivo pelo qual o Processo não tramitou no TJM, embora eu não pudesse alimentar esperança de imparcialidade por se tratar de mais uma farsa do naipe do Processo nº 53.872/2009, o da minha prisão em flagrante, por “injúria”, em 2009, para compensar o que em 2007 o atrevido fiscalizador não pôde fazer: prender-me “em flagrante”. Atuou, em ambos os casos, o mesmo “defensor”. A testemunha da administração pública, Capitão Noda, absolutamente atônita diante do arrependimento das “vítimas”, transformou-se em testemunha de minha “defesa”, arrancando incontidas gargalhadas do Juiz, o qual me pediu desculpas. Só faltou essa testemunha revelar, em palavras, o que eu já depreendera do outro episódio, o vago pretexto da citada “fiscalização”, em 01/11/07. Não ao acaso, o mencionado Capitão e o identificado “fiscalizador”, em total afronta e falta de consideração àquele Chefe de Estado-maior de CPA, no exato momento em que fui abordado, dentro da sala do primeiro, para a “fiscalização”, confabulavam sobre a “desatualização” das prescrições médicas que me garantiriam trajar-me como tal, para que entrasse em cena o tão desengonçado ator, a desempenhar tão deprimente e ridículo papel, diante vulnerável platéia (Praças), amedrontando-a para lhe arrancar o falso testemunho. O Capitão Noda nunca foi obrigado a esclarecer os motivos de ter levado errôneos e tendenciosos informes ao então Comandante do 10º BPM/M, quando tinha o DEVER LEGAL de levá-los, apurados, como prontas e acabadas informações, ao seu Chefe de Estado-Maior, caso as tivesse. É muito triste, neste Blog, atribuir-se ao Dr. Guerra a pecha de “criador de discórdia”. Tanto não havia irregularidade na minha indumentária que, do contrário, eu estaria passível de punição, além de imediatamente obrigado a usar o mesmo fardamento dos demais Oficiais. Afinal de contas, se constatadas as pretensas irregularidades, estas teriam prevalecido desde 19/09/07, quando e como trajado me apresentei naquele CPA. Passou-se por Judas o referido Capitão, no duplo aspecto: nunca se confirmaram as tardiamente alegadas “irregularidades”, e, pior, se eventualmente existissem, ele, Capitão Noda, as teria constatado, juntamente com o mencionado “fiscalizador”, por ocasião de minha apresentação, como já observado. Curiosamente, as “vítimas” citadas no aludido IPM serviram de testemunhas da referida “fiscalização”. Nenhuma mencionou ou estranhou o absurdo pelo qual não competiria ao Tenente-coronel Francisco Rissi Filho procedê-la, aliás, ele DEVERIA, por força de regulamento, ter se apresentado ao Comandante daquele Policiamento, ao entrar naquele quartel, e declinar os motivos da sua presença, rito que é do conhecimento de todos da caserna, indistintamente.  Por “coincidência”, as testemunhas daquele sorrateiro “fscalizador” se tornaram minhas “vítimas”, no outro. Isso se explica: temiam que eu tivesse a gravação das bravatas e gritarias perpetradas pelo Tenente-coronel Rissi, durante a ilegal fiscalização que exerceu sobre mim. De fato, eu a tinha. Repassei-a, porém, ao meu “defensor”. É o mesmo que nunca se importou com outro mais estúpido absurdo: a prova (gravação) que me pode inocentar do crime de “injúria no Processo nº 53.872/2009, mas, continua emudecida na respectiva fl. 442, graças à “crocodilagem” que esse forasteiro estabeleceu com o Juiz da 4ª Auditoria do TJM.

se acaso as se me esboçassem “ajuda” (se apenas expressassem as mesmas verdades daquele aviltado Chefe de Estado-maior), sofreriam, não tenho dúvidas, eternas agruras, iniciadas com as “conveniências do serviço” que as levariam para distantes paragens. É essa a “imparcialidade” da Polícia Militar paulista levada a efeito pelos “mui dignos”, como esse aí da reportagem!

 Ex-capitão Valdir Souza

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Capitão e soldados da PM são presos

Rafael Ribeiro
Do Diário do Grande ABC

Um capitão e dois soldados do 40º Batalhão da Polícia Militar, que atende parte de São Bernardo, foram presos em flagrante pela Corregedoria da corporação acusados de cometer o crime de concussão contra vendedora de 36 anos casada com um homem preso por tráfico de drogas no CDP (Centro de Detenção Provisória) da cidade. O caso aconteceu na casa da mulher, no bairro Areião.

Concussão, segundo o Código Penal brasileiro, é o ato de exigir para si ou para outro dinheiro ou vantagem indevida em razão da função, direta ou indiretamente. A pena é de dois a oito anos de prisão e multa. Por serem funcionários públicos, os policiais podem ter a pena aumentada para até 12 anos.

Segundo o registro da ocorrência feito no 1º DP (Centro) da cidade e as informações passadas pela própria Corregedoria, o capitão Milton da Silva Alves, 42 anos, e os soldados Reginaldo Bizarria Santana, 40, e Alberto Fernandes de Campos, 28, foram flagrados dentro da casa da mulher com 51 porções de maconha, 23 pinos de cocaína e 223 de crack, além de revólver calibre 38 com a numeração raspada, 11 munições intactas e uma pistola calibre 6,35.

A Corregedoria, no entanto, tinha registrado denúncia da própria vendedora no dia 2 contra os policiais militares, alegando que eles vinham exigindo dinheiro para não prendê-la. Desde então, o órgão investigava a veracidade dos fatos até receber uma ligação de testemunha ligada à mulher informando que os policiais tinham voltado à casa dela.

Questionados, os policiais não revelaram o motivo de estarem no local e optaram por permanecer em silêncio no interrogatório. A mulher, que também foi indiciada para averiguação, alegou que eles exigiram R$ 30 mil para não prendê-la em flagrante por tráfico de drogas e porte ilegal de arma.

Procurada pelo Diário sobre os desdobramentos do caso, a Corregedoria da PM disse que as investigações continuarão, mas que os três policiais detidos permanecerão encarcerados no presídio Romão Gomes, exclusivo para integrantes da corporação, localizado na Zona Norte da Capital. Apesar de ter ocorrido no dia 5, o caso só foi divulgado ontem pela SSP (Secretaria de Estado da Segurança Pública).

Patifarias na 4ª DIF da Corregedoria Geral – O Flit responde a mais um PAD e processo criminal – sem fundamento legal – por mera perseguição de alguns membros da Corregedoria Geral…NUNCA PRESTEM DECLARAÇÕES DESASSISTIDOS DE ADVOGADO…EXIJAM SEMPRE CÓPIAS DOS ATOS E RECIBOS DE QUAISQUER DOCUMENTOS 123

Registro Carabina Puma

POSSE LEGAL DE ARMA DEVIDAMENTE CADASTRADA NO SITE DA POLÍCIA FEDERAL  

Registro Provisório  PumaVerdadeiramente, conforme faz prova o documento acima , cumprindo a legislação em vigor , o administrador deste blog, obteve ,  por meio do site da Polícia Federal, o registro provisório ,emitido gratuitamente, às 02:59:56 do dia 27/12/2009 (Horário de Brasília), com base na Lei nº. 10.826/03, sob o nº 2236125956385229, vencimento: 27/03/2010, pertinente ao recadastramento da carabina Puma nº B094735, calibre 38, de sua propriedade desde novembro de 1988 (mil novecentos e oitenta e oito), registrada e cadastrada, sob a lei antiga, pelo órgão policial civil competente da cidade de Pirapozinho-SP.

Diga-se de passagem, propriedade móvel devidamente declarada junto a RECEITA FEDERAL, inclusive.

Pela Lei nº 11.922, de 2009, o Suplicante tinha o registro provisório por 90 dias, ou seja, até o dia 27 de março de 2010, para providenciar o registro definitivo ou efetuar a entrega do armamento.

Assim, a apreensão foi ilegal e arbitrária, extrapolando os fins declinados no mandado de busca domiciliar , expedido pela Dra. ARIANE DE FÁTIMA ALVES DIAS , Juiz de Direito Auxiliar da Capital, em exercício no Setor de Inquéritos Policiais – DIPO ,  cumprido no dia 29 de janeiro de 2010, oportunidade em que – além de três computadores e algumas mídias – a Corregedoria resolveu apreender a referida arma.

Um dado a acrescentar, no ato da diligência, contatado por telefone, pois naquele momento estávamos em serviço na Delegacia de Hortolândia , pessoalmente informamos ao delegado responsável pela diligência que possuíamos registro e recadastramento provisório da carabina Puma.

Obviamente , o delegado não quis correr o risco de dar crédito as nossas palavras.

Posteriormente, tais circunstâncias e documentos  foram escamoteados pela autoridade policial da 4ª DIF;  que presidiu o inquérito policial instaurado em face de uma representação do delegado de polícia, Dr. Dejar Gomes Filho, por supostos crimes contra a honra constantes de comentários lançados no Flit pelos usuários FGV e Lucinha.

Com que desiderato omitiram os informes e documentos encaminhados pelo investigado ?

Absurdamente, além da brutal omissão dos responsáveis pelas apurações , o delegado da 4ª DIF que relatou o inquérito é um tremendo cara-de-pau…

Coloca palavras na boca do investigado ( ouvido por simples Carta Precatória desacompanhada de documentos e sob segredo de justiça )  e direciona suas conclusões como se também fosse o responsável  pela denúncia e pela sentença condenatória.

Incontestavelmente, somos vítima – mais uma vez – de constrangimento ilegal em razão da denúncia do Ministério Público por infração ao artigo 12 da Lei 10.826/2013 ( POR CULPA DA POLÍCIA )   e , também, diante da instauração de PAD pelas mesmas acusações.

Assim , ACAUTELAI-VOS!

PT cria Juizados móveis para verificar violência policial contra manifestantes 31

Juizados móveis também vão apurar violência policial

09 Nov 2013

Gilberto Carvalho diz que força-tarefa terá que coibir todo tipo de abuso cometido durante as manifestações

Silvia Amorim – O GLOBO

SÃO PAULO – Os juizados móveis anunciados pelo governo federal anteontem vão apurar também a violência cometida por policiais durante as manifestações — e não apenas os casos de vandalismo. A informação foi dada ontem pelo ministro da Secretaria Geral da Presidência, Gilberto Carvalho.

— O papel desse juizado é, de um lado, verificar a violência por parte dos manifestantes mas também olhar a violência policial praticada. Com esse juizado, você pode ter um testemunho mais qualificado em comparação ao que tem acontecido até agora — afirmou Gilberto Carvalho, após participar de almoço com a rainha Silvia, da Suécia. Na quinta-feira, ao anunciar e explicar o funcionamento da força-tarefa que acompanhará os protestos para coibir a violência, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, destacou a ação do grupo em casos de vandalismo.

O Pronto Atendimento Judiciário, como foi batizada a proposta do governo, deverá funcionar nos mesmos moldes dos juizados especiais móveis que atuam em estádios de futebol, julgando e punindo abusos. Carvalho disse que conversou rapidamente com o ministro da Justiça anteontem à noite, e ainda não há detalhes sobre como será o trabalho desse grupo. A sugestão para a formação dos juizados não partiu do governo, mas do desembargador Flávio Sirangelo, do Conselho Nacional de Justiça ( CNJ), um dos presentes à reunião com Cardozo.

A presidente Dilma Rousseff gostou das medidas anunciadas, segundo Gilberto Carvalho. Muito criticado por ter defendido há algumas semanas que o governo federal chamasse representantes dos Black Blocs para conversar, o ministro afirmou que foi mal compreendido e destacou a importância da criação do Fórum Social de Diálogos das manifestações, anunciado anteontem: — Foi tomada uma iniciativa importante com a criação de um fórum com a sociedade para tentar discutir essa questão de maneira mais profunda, ir às raízes (do problema), lembrando sempre que o processo repressivo precisa estar combinado com um processo de compreensão do que está acontecendo.

Temos que agir sempre nos dois polos. Só a repressão não vai resolver. Conforme prometido, o fórum será um espaço para que cidadãos e agentes públicos apresentem queixas contra abusos nos protestos. — Achei equilibradas as duas medidas. Primeiro, permite um diagnóstico melhor do que está ocorrendo na hora. Segundo, chama a sociedade para um tipo de entendimento — defendeu Gilberto Carvalho, e concluiu: — Queremos uma atuação efetiva que reduza os prejuízos que hoje são causados nessas manifestações.

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O também acima significa APENAS!

Procuradores do Estado necessitam das garantias de independência funcional da inamovibilidade…Procurador não pode ser relegado à condição de mero advogado do governo de plantão 4

Alckmin pede urgência para projeto da PGE

07/11/13 – 13:24
POR FREDERICO VASCONCELOS – BLOG DO FRED – Fonte: UOL

Mensagem à Assembleia trata da nova Lei Orgânica da Procuradoria Geral.

O governador Geraldo Alckmin enviou mensagem ao presidente da Assembleia Legislativa, deputado Samuel Moreira (PSDB), solicitando que o projeto de lei complementar que dispõe sobre a Nova Lei Orgânica da Procuradoria Geral do Estado tramite em regime de urgência, “tendo em vista a natureza da matéria”.

Segundo a presidente da Associação dos Procuradores do Estado de São Paulo, Márcia Semer, sustentou em artigo neste Blog, o projeto de Alckmin “promove escandaloso e perverso aparelhamento [da PGE], que é o coração jurídico da administração pública estadual”. (*)

Segundo a articulista, “constituindo a decisão pessoal do chefe da instituição como critério definidor do destino dos procuradores dentro da advocacia do Estado, o PLC 25 assaca contra os mais comezinhos princípios republicanos, transforma o Estado em propriedade particular dos comandos de plantão e cria ambiente dos mais propícios ao desmando, ao desmonte e à corrupção”.

Em resposta, também em artigo neste Blog, o procurador-geral do Estado, Elival da Silva Ramos, alegou que a presidente da associação recorreu a uma “meia verdade”, no que definiu como “campanha difamatória” movida contra o projeto de lei complementar. (**)

O PGE afirma que o projeto altera a sistemática de classificação dos procuradores dentro da mesma área, não como arbítrio, “mas para introduzir restrição a essa competência discricionária, não mais permitindo a alteração de classificação de procuradores por ato unilateral do Procurador-Geral”.

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Enviado à Assembleia Legislativa de São Paulo, em julho, a proposta enfrenta a oposição de ao menos 800 dos 1,6 mil procuradores estaduais, entre funcionários da ativa e aposentados. Em um abaixo-assinado, a categoria pede o retorno do projeto ao conselho da PGE. Desde o início da tramitação, o texto recebeu 793 propostas de emenda, muitas delas repetidas. “Queremos a rejeição do projeto ou sua retirada. Podemos produzir emendas, mas vai virar uma colagem”, critica Márcia Semer. Outro ponto reivindicado pela categoria é a autonomia da PGE. Em oposição ao Ministério Público, órgão ligado ao Executivo, mas com independência funcional, as procuradorias estaduais sofrem influência maior dos interesses políticos. “Não devíamos estar vinculados ao Executivo. Deveríamos ser uma parte essencial da prática jurídica”, diz a presidente da Apesp. Ramos discorda: “A Procuradoria, assim como a AGU, não é um órgão de controle externo, como o Ministério Público, mas de controle interno. É um controle comprometido. A Apesp quer que o órgão se torne autônomo, mas não é.

Fonte: Apesp

https://flitparalisante.wordpress.com/2013/10/29/o-novo-detran-do-daniel-annenberg-e-um-covil-politiqueiros-detonando-autoridades-honestas-por-meio-de-e-mail/

https://flitparalisante.wordpress.com/2013/10/29/o-e-mail-do-daniel-annenberg-para-o-elival-da-silva-santos-apenas-demonstra-aquilo-que-todo-mundo-ja-sabe-a-pge-necessita-de-garantias-como-a-inamobilidade-procurador-nao-pode-fazer-parecer-confo/