Delegado aposentado da Polícia Civil de São Paulo pede inclusão no processo contra Alexandre de Moraes nos EUA 3

O delegado aposentado da Polícia Civil de São Paulo, Marçal Honda, solicitou formalmente sua inclusão em um processo judicial que corre na Justiça dos Estados Unidos contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.

A ação original foi movida pela Trump Media, empresa ligada ao ex-presidente norte-americano Donald Trump, e pela plataforma de vídeos Rumble.

O caso em questão tramita em tribunal federal na Flórida e questões decisões do ministro brasileiro relacionadas à restrição e bloqueio de conteúdos em plataformas digitais.

A Trump Media, responsável pela rede social Truth Social, e a plataforma Rumble alegaram que as determinações de Moraes violaram a Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos, que garante a liberdade de expressão  .

Marçal Honda argumentou ter sido vítima de perseguição política por parte do ministro Moraes no Brasil. Segundo ele, suas denúncias anteriores feitas à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) foram obstruídas, o que motivou sua decisão de buscar apoio na Justiça norte-americana.

O delegado acredita que suas acusações poderão ser comprovadas dentro do contexto da ação já existente, uma vez que ambos tratam da suposta atuação arbitrária do ministro brasileiro contra a liberdade de expressão e plataformas digitais .

O pedido de inclusão foi apresentado no último dia 6 de março e será analisado pelo tribunal federal da Flórida, onde tramita o processo original.

Caberá à Justiça norte-americana decidir se aceita ou rejeita a participação do delegado aposentado brasileiro na ação  .

A ação nos EUA teve início após Moraes determinar a suspensão da conta do blogueiro Allan dos Santos na plataforma Rumble.

Allan dos Santos é considerado foragido pela Justiça brasileira, com mandado de prisão preventiva expedido pelo STF por propagação de desinformação e ofensas a ministros da Suprema Corte. Um pedido anterior para sua extradição foi negado pelo governo americano  .

Em fevereiro deste ano, a Justiça norte-americana já havia negado um liminar solicitado pela Trump Media e pela Rumble contra Moraes.

Na ocasião, a juíza responsável apontou falhas formais no pedido e destacou não houve qualquer incidente concreto para importar o cumprimento das decisões brasileiras em território americano.

Especialistas consultados apontaram que o processo é incomum aos trâmites do direito internacional e pode ser juridicamente nulo  .

Procurada pela imprensa brasileira sobre o pedido feito pela Honda, a assessoria do ministro Alexandre de Moraes ainda não se pronunciou oficialmente sobre o assunto  .

O anel PM pagará R$ 50 mil a Alexandre de Moraes 1

O advogado criminalista Celso Machado Vendramini foi condenado pela Justiça paulista a pagar R$ 50 mil de indenização ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), por danos morais após acusá-lo de ter sido “advogado do PCC” durante julgamento ocorrido em junho de 2023.

A decisão foi proferida pela 39ª Vara Cível de São Paulo, que recentemente ocorreu e inverídicas as declarações feitas por Vendramini contra Moraes, então presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Durante a sessão do Tribunal do Júri, Vendramini afirmou que Moraes teria atuado como advogado da facção criminosa e determinadas prisões ilegais relacionadas aos atos antidemocráticos de 8 de janeiro daquele ano.

Em sua defesa, Vendramini – já condenado criminalmente por ofensas homofóbicas contra Promotora deo Júri – argumentou ter utilizado a expressão apenas como recurso retórico exemplificativo, ressaltando o direito universal à defesa jurídica.

Verdadeiramente, tese própria de um gênio da advocacia!

A Justiça, no entanto, entendeu que as afirmações ultrapassaram os limites da crítica aceitável e configuraram dano moral ao ministro Alexandre de Moraes.

Cabe recurso da decisão.

A Caridade De Quem Nos Detesta – No mundo real o que não dá lucro: fecha!

A “não lucratividade” é uma fachada que oculta um modelo de negócios sustentado por ilegalidades diversas.

A persistência das atividades só revela a complexidade do crime organizado, que depende menos de lucro formal e mais de corrupção, lavagem e demanda.

Absurdamente , em toda quadra há pelo menos um bicheiro e , no mínimo , meia dúzia de caça-níqueis ( até em lojas de bugigangas ).

Pergunta-se: virou serviço de benemerência para a elite policial?

Última linha: o lucro fica na diretoria…Para o resto , quando muito , dinheiro de pinga e sexta-básica!  

A Polícia que Não Aprendeu 3

A Polícia que Não Aprendeu

Passados 28 anos do Caso Bodega e 30 anos da Escola de Base, o Brasil ainda não aprendeu a lição.

A Lei Antitortura foi um avanço, mas não curou o vício por espetáculo que corrói a investigação policial.

Enquanto delegados usarem entrevistas para alimentar seus egos e a mídia tratar crimes como entretenimento, estaremos fadados a repetir tragédias — só que, agora, com transmissão ao vivo e direito a likes.

A Polícia no Picadeiro  — Do Porão das Delegacias aos Holofotes da Barbárie

A história da segurança pública no Brasil é uma tragédia em atos repetidos.

Nos anos 1990, a tortura  física e psíquica , o assassinato de honras  escancarava suas garras em casos como o Escola de Base e o Bar Bodega.

Três décadas depois, em 2025, a morte brutal da adolescente Vitória, em Cajamar, revela que o script não mudou: delegados trocam o rigor investigativo por holofotes, a mídia transforma suspeitos em espetáculo, e a justiça — quando chega — é tardia demais para reparar vidas despedaçadas.

O paralelo com o passado é perturbador:

  1. Ritual de humilhação midiática: Assim como nos anos 1990, delegados transformam hipóteses em narrativas prontas, usando jargões como “crime organizado” para justificar falhas investigativas.
  2. Violência simbólica: A exposição de Vitória (seu corpo, sua história íntima) repete a lógica da tortura, agora digitalizada. Seus direitos póstumos são soterrados pelo segura-cadeira.
  3. Desvio de responsabilidade: Associar o crime ao PCC, sem nenhuma evidência ,  desvia o foco de questões como violência de gênero e ineficiência estatal.

O Roteiro Repetido: Delegados, Mídia e o DNA da Injustiça

Os protagonistas dessa tragédia circular são sempre os mesmos:

  • Delegados-estrela: Trocaram o cassetete pelo microfone. Em vez de apurar, alimentam teorias conspiratórias (como a suposta “defesa de honra” pelo PCC), ignorando que a facção, em três décadas, nunca teve estatuto de defesa da honorabilidade sexual  — só interesses financeiros .
  • Mídia-espetáculo: Transforma corpos em pixels, crimes em enredo macabro  e a dor alheia em audiência. No Bodega, estampou “assassinos confessos”; hoje, viraliza imagens de pessoas mortas.
  • Sociedade-anestesiada: Consome a injustiça como entretenimento, compartilha suspeitos como “culpados” e depois se surpreende quando a verdade emerge — tarde demais.

A Lei Antitortura Não Basta: É Preciso Enterrar o Ego

Lei 9.455/1997 foi um avanço, mas não curou o mal pela raiz: a cultura da espetacularização. Enquanto delegados ganharem promoções por aparecer na TV, e não por resolver crimes, seguiremos repetindo erros.

Para romper o ciclo, propostas:

  1. Sigilo investigativo penalizado: Delegados que expõem suspeitos antes de provas devem ser responsabilizados por violação de direitos.
  2. Mídia com limites: Criminalizar a veiculação de imagens de vítimas sem autorização familiar e proibir termos sensacionalistas (“monstro”, “cruel”) antes da sentença.
  3. Memória viva: Incluir no treinamento policial os erros do Escola de Base e Bodega, mostrando que holofotes não produzem justiça — só destruição.

Quando a Justiça Vira Entretenimento, Todos Perdem

O Brasil precisa escolher: quer ser o palco de investigações éticas ou o circo de investigações midiáticas? A resposta define se Vitória será a última vítima do roteiro — ou mais uma de uma lista que já dura 30 anos.

Última linha:
A justiça que precisa de holofotes para brilhar é, no fundo, apenas um fogo-fátuo — ilumina nada, queima tudo.

A Trágica Morte de um Guarda Municipal – E a Sobreposição de Atribuições Fadada ao Insucesso e Muitas Vítimas   1

No último final de semana, a cidade de São Vicente, no litoral paulista, foi abalada pela trágica morte do guarda municipal Alexsandro Lima do Nascimento, que perdeu a vida durante uma ocorrência policial nada transparente.

Uma suposta averiguação de infração ambiental no conhecido Morro do Itararé , há muitas décadas reduto de traficantes de drogas.

Este evento sombrio não apenas choca a comunidade local, mas também levanta questões profundas sobre a capacitação e a competência legal das guardas municipais para lidar com situações de alto risco, como a repressão ao tráfico de entorpecentes.

A morte de Alexsandro é um lembrete doloroso das condições precárias em que a maioria dos agentes de segurança trabalham no Brasil.

A falta de capacitação adequada para enfrentar situações perigosas é um problema comum que coloca em risco a vida desses profissionais e dos cidadãos em geral .

As guardas municipais têm um papel importante  na segurança urbana, atuando na vigilância e proteção dos cidadãos.

No entanto, a sua atuação em operações de repressão ao tráfico de entorpecentes é questionável, pois não possui a capacidade ou competência legal para realizar tais operações.

Essas ações geralmente são atribuídas a unidades especializadas das polícias estaduais  que fornecem treinamento e equipamentos adequados para lidar com essas situações.

Além disso, será que uma pensão de pouco mais de R$ 2.000,00  que deve ser oferecida é um valor que pode ser considerado digno para garantir o bem-estar dos dependentes.

A decretação de luto oficial em São Vicente é um gesto de respeito e solidariedade à família do guarda falecido.

No entanto, é fundamental que esse sentimento de solidariedade se traduza em ações concretas  para melhorar as condições de trabalho e segurança dos agentes de segurança municipais.

Bons vencimentos , especialmente.   

Comprar viaturas de R$ 300.000,00 , rifles de R$ 25.000,00 , pistolas de R$ 6.000,00 , pagando em média R$ 3.000,00 para o agente é escárnio.

Estupidez administrativa !

Diante desse cenário, é urgente que as autoridades revisem as políticas de segurança e os protocolos de atuação das guardas municipais.

Isso inclui investir em tecnologia contínua, equipamentos adequados e infraestrutura para que esses agentes possam realizar seu trabalho com segurança e eficácia.

Ademais , toda a doutrina e treinamento deve ser focado no policiamento comunitário.

As Guardas não devem ser o  “pequeno exército” do prefeito de plantão.  

Além disso, reitera-se , é necessário reavaliar os benefícios oferecidos aos que arriscam suas vidas em serviço, garantindo que suas famílias sejam protegidas em caso de acidentes fatais.

A morte de Alexsandro Lima do Nascimento é um chamado à reflexão sobre a segurança pública no Brasil.

É hora de repensar  as políticas de segurança,  definir atribuições , garantir a capacitação adequada dos agentes e oferecer proteção digna às famílias que perdem seus entes queridos em serviço.

Só assim poderemos construir um sistema  único de segurança mais justo e eficaz para todos.

Caiado bate na Polícia Civil de Goiás 3

Bem avaliado na segurança, Caiado tem embate com a Polícia Civil

Por Gustavo Ribeiro

10/03/2025 às 16:09

Sindicato dos Policiais Civis de Goiás lançou campanha para pressionar governador Ronaldo Caiado. (Foto: Divulgação/Sinpol)

A relação entre o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), e a Polícia Civil – que não vinha bem nos últimos anos – foi agravada após o Sindicato dos Policiais Civis do estado (Sinpol) acusar o chefe do Executivo de ter recuado em um acordo de reestruturação da carreira.

O fracasso nas negociações fez o sindicato iniciar a campanha “Perguntar não ofende” com outdoors espalhados por várias cidades do estado de forma a dar visibilidade para a reivindicação de classe. “Por que o governo Caiado rompeu o acordo com os policiais civis?” ou “Por que os policiais civis goianos, sendo os melhores do país, recebem uma das piores remunerações?” foram alguns dos questionamentos deixados para o governador.

Estados das regiões Sul e Sudeste reduzem homicídios; Minas é exceção
Segundo o sindicato, um acordo para a valorização da categoria vinha sendo negociado nos últimos dois anos, mas o projeto que foi aprovado em assembleia pelos policiais civis em outubro de 2024 e que seria enviado pelo governo à Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) não chegou à Casa. Ao invés disso, o governo optou por um aumento de 11% nos vencimentos de cargos na Polícia Civil, o que de acordo com o Sinpol não cobre as perdas dos últimos anos.

“Os policiais civis se sentem desvalorizados e traídos após um longo período de diálogo e expectativas criadas pelo próprio governo”, declarou o presidente do Sinpol, Renato Rick. “O Sinpol não aceitará passivamente essa decisão arbitrária”, avisou.

Além da campanha nas ruas, com a proposta de pressionar o governo estadual, o sindicato da categoria tem investido na articulação com deputados na Assembleia Legislativa — policiais chegaram a ser recebidos pelo presidente da Casa, Bruno Peixoto (União), mas a pauta por enquanto não avançou — e até mesmo possíveis medidas administrativas e jurídicas que não sobrecarreguem os profissionais da categoria.

Polícia Civil pede aumento salarial e progressão de carreira 


A Polícia Civil de Goiás reclama de uma defasagem nos salários em relação a outras forças de segurança do estado, junto com melhores condições de trabalho e mais delegacias para comportar adequadamente a demanda. “É inadmissível que a solução para o déficit estrutural da Polícia Civil seja explorar ao máximo os servidores, ao invés de investir na valorização e recomposição da força de trabalho”, cobra Rick.

Outro ponto considerado fundamental para a categoria é a progressão da carreira, especialmente para a classe especial, que é preenchida por agentes mais experientes. Há uma fila de aproximadamente 800 profissionais aguardando promoção, e apenas 20 sobem de posto por ano. A demanda é que mais policiais possam avançar anualmente.

Em 30 de janeiro, em evento que apresentou números da segurança pública do estado em 2024, Caiado falou rapidamente sobre a demanda de contratações nas forças de segurança do estado. Segundo ele, não há caixa suficiente para isso, acrescentando que segurança pública não é só questão de “volume”.

“É lógico que se o estado tivesse condições dentro da lei de responsabilidade fiscal para poder dar espaço a contratações, é claro que eu faria. Eu tenho que ter responsabilidade para entregar ao meu vice o estado sem ter tomado nenhuma medida populista”, disse. Caiado anunciou que concorrerá à Presidência da República, deixando o cargo para o vice-governador Daniel Vilela (MDB), em 2026.

A reportagem da Gazeta do Povo entrou em contato com a equipe do governador goiano para falar sobre o assunto, mas não houve retorno até a publicação desta reportagem. O espaço segue aberto para manifestação do governo de Goiás.

Segurança é área mais bem avaliada em Goiás


A segurança pública é a área do governo de Goiás melhor avaliada pela população. De acordo com uma pesquisa da Genial/Quaest de fevereiro de 2025, 74% dos entrevistados consideram positivo o trabalho do governo estadual nesse quesito. Entre os oito estados avaliados pelo instituto, é o melhor resultado — na lista estão São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia, Paraná, Rio Grande do Sul e Pernambuco.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública de Goiás, a Polícia Civil aumentou em 43% o número de prisões efetuadas em 2024 na comparação com o ano anterior. Além disso, foram realizadas 45% a mais de operações no ano passado e 100% dos crimes graves e de repercussão foram elucidados, evidencia o órgão.

Esses números ajudaram na percepção de segurança por parte da população e também na aprovação de Caiado de forma geral. No mesmo levantamento da Genial/Quaest, ele é aprovado por 86% dos goianos, também a maior porcentagem entre os governadores avaliados.

Para o presidente do Sinpol, o descompasso salarial da Polícia Civil tem efeitos práticos no dia a dia da população de Goiás, com desmotivação, migração de profissionais para outros estados e redução na capacidade de investigação e resolução de crimes, sem contar problemas de saúde mental. Esses fatores seriam suficientes para interferir na segurança das pessoas. “No final, quem sofre é a população, que depende de uma Polícia Civil forte e estruturada para garantir a segurança e a justiça no estado”, completa Rick.

Metodologia da pesquisa citada: A Genial/Quaest ouviu 1.644 pessoas em São Paulo (margem de erro de 2), 1.482 em Minas Gerais (margem de erro de 3), 1.400 no Rio de Janeiro (margem de erro de 3), 1.400 no Rio Grande do Sul (margem de erro de 3), 1.200 na Bahia (margem de erro de 3), 1.104 no Paraná, em Goiânia e em Pernambuco, cada (margem de erro de 3). Todas as entrevistas foram feitas entre os dias 19 e 23 de fevereiro.

Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/brasil/embate-caiado-policia-civil-goias/
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Jogos de Azar na Baixada Santista e a Atuação de Influentes Contraventores  da Capital 1

As organizações criminosas da capital paulista expandiram suas operações para a Baixada Santista, dominando a exploração de jogos de azar e consolidando um esquema que envolve desde caça-níqueis e bingos ilegais até apostas esportivas online e lavagem de dinheiro, com suspeitas de corrupção em diversas esferas do poder público local.

Jogos de Azar na Baixada Santista e a Atuação de Influentes Contraventores  da Capital

Organizações criminosas da Capital expandiram  suas atividades para além do DECAP e DEMACRO ( departamentos policiais da Capital, Grande São Paulo e do ABC ) , passando também a gerir a exploração de jogos de azar em toda a Baixada Santista .  

Essa expansão estratégica permitiu que contraventores locais  –   presos ou réus em processos em andamento, tais como a família do Guaruja, os Manoel , os Virtuosos e Brasil, entre outros –  pudessem terceirizar a administração dos seus negócios mantendo suas  fontes de receita.

Com o objetivo de diminuir os riscos de novas ações penais e  de prisão preventiva.

A contravenção da Capital domina sofisticadas tecnologias de apostas e lavagem de dinheiro.

Além do emprego de grave ameaça para controlar a concorrência e   instalar novos pontos na periferia.

As palavras mágicas: “aqui é do PCC” !

O PCC tem as costas muito largas; tudo vai na conta do partido . 

A Baixada Santista como Território Estratégico

A Baixada Santista, com o Porto de Santos como principal porta de saída de cocaína para o exterior, tornou-se um ponto crucial para as operações de  poderosas  organizações criminosas.

Internacionais , inclusive .

A região oferece não apenas uma rota de escoamento para o tráfico internacional, mas também um mercado consumidor local significativo e oportunidades para a prática de outros crimes, como prostituição , venda de combustíveis adulterados , construtoras de fachada , mercado de automóveis  para dissimulação de ativos ilícitos e a tolerada  exploração de jogos de azar.

Com relação ao tráfico doméstico , absurdamente, em épocas como o Carnaval – diante dos milhões de turistas –  a demanda é maior do que a oferta ; muitos usuários encontram dificuldades para aquisição de cocaína e maconha .

Mas não faltará uma maquininha para o povão  apostar!

Muita gente que gosta de apostar já constatou que o “tigrinho e afins”  é pior do que fumar crack.

E os caça-níqueis são mais divertidos.

Um Operador-Chave na Cadeia

Nesse contexto, a figura do famoso contraventor conhecido como Branco ( segundo consta preso pela Polícia Federal ) emerge como um dos  operadores-chave na exploração de jogos de azar no Litoral Paulista.  

Apontado como um dos principais responsáveis pela exploração de caça-níqueis na região do DEINTER-6 (que abrange cidades como Santos, São Vicente, Guarujá, Bertioga, Praia Grande; entre outras instancias balneárias e ecológicas ).

O Geomá ou “Branco” – ligado a poderosos políticos e policiais do alto escalão da Segurança Pública  –  é apontado pela Polícia Federal por  comandar um esquema de casinos, bingos ilegais, caça-níqueis de rua e  as Bet; por meio das quais pratica-se lavagem de dinheiro .

Dizem que ele há muito tomou o trono do Ivo Noal!

E já teve livre ingresso na sede da Secretaria de Segurança e Palacio dos Bandeirantes.

Pode ser folclore, mas não existe contraventor dessa envergadura sem fortes ligações com agentes da Administração Pública.  

Até dizem que mantem negócios gastronômicos, numa certa Ilha, em sociedade com familiar de ex-governador .

Por meio de testas-de-ferro, obviamente!

A organização chefiada por “Branco” e outro bicheiro conhecido na Capital como “Juruna”  – além da administração das duas maiores bancas do jogo de bicho da região – negociou a exploração de milhares de caça-níqueis e outras modalidades de “diversões lúdicas” junto a uma família da região  enfraquecida pelo GAECO,  consolidando seu domínio no mercado ilegal da jogatina, especialmente os caça-niqueis instalados nas periferias.

Mercado resiliente que recrudesceu e parece mais forte e rentável do que nunca.

Nota: há quem diga que “Branco”, “Juruna”, “Pereira” e “Ceará” são  “aliases” , ou seja, alcunhas do mesmo personagem de nome Geomá ou Geomar.  

E como sempre,  as suspeitas de corrupção policial , municipal e política  –  com o suposto suborno de agentes da lei, peritos do Instituto de Criminalistica  e servidores para garantir a continuidade de suas operações –  revelam a complexidade e a ousadia do esquema criminoso.

Expansão para Outras Modalidades de Jogos

A atuação dessas organizações não se limita aos caça-níqueis , dos casinos , bingos, clubes de carteado  e ao jogo-do-bicho .

Investigações indicam seu envolvimento com apostas esportivas online, as chamadas “Bet” e as loteriais municipais , um mercado em crescimento que atrai a atenção do Crime Organizado  como forma de lavagem de dinheiro e ampliação dos lucros.

Lavagem de dinheiro que também é feita por meio de equipamentos viciados que chegam a operar com alvarás municipais, a exemplo das loterias eletrônicas municipais como a da “Loteria da Baixada”, operada por contraventores de Niteroi e de Praia Grande.

Fraude que , resumidamente , consiste  na modificação dos sistemas de geração de resultados para criar margens de lucro fraudulentas, como reduzir probabilidades de pagamento ou direcionar parte dos valores apostados para contas offshore.

Instalação de vulnerabilidades intencionais em máquinas de apostas ou plataformas online para redirecionar fundos sem registro contábil  .

Criação de apostas “fantasma” em sistemas, onde valores são desviados antes de serem contabilizados oficialmente.

A mesclagem: o modo mais simples de lavagem consiste em empregar dinheiro vivo originado de outras atividades ilegais e depositá-los como créditos nos terminais de apostas mediante a aquisição de bilhetes impressos ou cartões pré-pagos não rastreáveis.

A lavagem de dinheiro por meio dessas atividades  aparentemente legais  fortalece o poderio financeiro das facções e de “grandes contraventores” ,  permitindo-lhes expandir ainda mais suas operações criminosas e corromper agentes  públicos.

Não por coincidência  tais loterias e as Bet  pertencem a contraventores.

E nunca foram policiais  os maiores corruptos,  a corrupção sempre foi muito maior na esfera das Prefeituras e das Câmaras.

Também nunca foi segredo a intima relação entre políticos e contraventores generosos.

De se conferir que em toda legislatura sempre há um contraventor eleito “pelo povo” .

Afinal , a fiscalização , muito mais do que a polícia, primariamente cabe aos secretários de comércio da municiplaide com apoio das guardas. 

Deixo um dito impopular: Papagaio come milhão, periquito fica com a casca do alpiste!”

Policiais dão boas-vindas ao Delegado Carlos Eduardo Duarte de Carvalho

Boas-vindas ao Delegado Carlos Eduardo Duarte de Carvalho!

Sua chegada à 1ª Seccional de Polícia do Centro de São Paulo é um sinal de esperança em um momento em que a Polícia Civil precisa e procura uma profunda reestruturação.

A Unidade Centro, talvez a mais importante de toda a Polícia Civil, está passando – imerecidamente – por um momento delicado, com escândalos de corrupção e falsas acusações de tráfico de influência que ocorreram à saída de seu antecessor.

Diga-se, que em momento oportuno se verificará injustiçado , vítima do princípio da confiança que deve nortear a hierarquia.

Entretando , agora, é hora de reconstruir e mostrar que a Polícia Civil , em seu conjunto, é diferente.

E pode ser ainda mais diferente sob lideranças comprometidas.

Desafios à Vista:

  • Combate à Corrupção : É preciso ter coragem para enfrentar as estruturas de corrupção que se infiltraram na polícia. Isso significa investigar denúncias de venda de cargos e tráfico de influência sem medo de  colocar as mãos em “vespeiros”.
  • Pressão Política : É importante manter a independência e não deixar que a política contamine  investigações e metologia de trabalho.
  • Recuperar a Confiança : A população está desconfiada, assim  é preciso mostrar que a polícia está do lado dela, não daqueles que escolheram o dinheiro fácil do crime.  Isso significa ser transparente e punir quem errou.
  • Reorganizar a Casa : A Seccional precisa de uma boa limpeza interna. Isso inclui reorganizar equipes e valorizar quem nela trabalha há muitos anos.  Não tem cabimento cada vez que se movimenta uma autoridade com ele vir dezenas de policiais “de confiança” .  De confiança são aqueles que estão na área.
  •  Mensagem aos Policiais:
    Aos policiais que ainda acreditam no que fazem, sua colaboração à nova liderança é uma chance de mostrar que o trabalho honesto e transparente é o que realmente importa.
  • Mensagem à Sociedade:
    À população, a gestão do Dr. Carlos Eduardo Duarte de Carvalho mostrará  que a Seccional  Centro servirá a todos, sem privilégios ou favorecimentos. Que cada ação inspire confiança e mostre que a polícia civil é guardiã da democracia e dos direitos fundamentais.

Legado e Sucesso:
Que sua gestão seja lembrada não apenas por números, mas por um legado de mudança.

Que os anos vindouros mostrem que a polícia civil pode ser mais forte, unida e orgulhosa de sua vocação.

Aos bons policiais, dê apoio; aos desviados, dê chance de se redimir ou enfrente-os com a lei; e à sociedade, cabe a certeza de que há homens e mulheres de caráter defendendo o bem público.

Boa sorte, Delegado! Que sua passagem pela 1ª Seccional seja um divisor de águas para a instituição, transformadora para a cidade e inspiradora para as futuras gerações de policiais.

Com a estima e confiança,
Dos Policiais que Acreditam na Justiça e no Trabalho Honrado.

PS: Valorize quem trabalha na linha de frente.

São eles que transformam diretrizes em segurança real.

SECCOLD ou SECGOLD do DEMACRO… 19

Dr guerra!! não cabe um post sobre os departamentos que “impraticam” contra os crimes de ordem tributária e a tal lavagem de dinheiro. Criaram no Demacro o tal de SECCOLD que não vai demorar muito para outro escândalo de corrupção. Sabemos que muito dificil acabar, mas tenha certeza de que essas “alfinetadas” do seu site na corrupção, tem muita visibilidade, e quem sabe, desperta o interesse de algum promotor disposto a exercer a função e auxilie a PC a sair do poço. fazendo uma limpa!

Polícia Civil  segue em frente, sempre pronta para o próximo capítulo de “Como Perder Tudo em Pouco Tempo” 7

O Policial e a Fintech: Uma História de “Como Denegrir a Polícia Civil em Grande Estilo ( eles )

A pergunta do milhão não é saber quem é Cyllas Salermo Elia Junior .

Importante é  saber que lhe vendeu ou deu o cargo público de agente policial e lhe enfiou no DEIC.

Certamente , já era especialista na prática de crimes  antes de ser “enfiado “  na Polícia Civil.

Sim, você leu corretamente!

Cyllas Salerno Elia Junior era um criminoso  que, ao que parece, achou que  ser apenas  “um bandido liberal”  não estava à altura de suas ambições.

Teve a brilhante ideia: VOU ENTRAR NA CIVIL!

Entrou , nunca trabalhou e logo foi para o DEIC –  DEPARTAMENTO DE  INDULGENCIA A CRIMINOSOS!

Os leitores deste Flit muito bem sabem o que significa o termo “indulgência” !

Indulgência , prática intimamente ligada à definição do que é ser um valoroso Cardeal!

Sempre advertindo e pedindo perdão para a minoria honesta , vocacionada e comprometida com a sociedade.
Mas alguém tem que falar !
São poucos, mas existem e fazem a diferença apesar de os inimigos se sentarem na mesa ao lado.

O enfiado – entrou e se aperfeiçoou – depois   criou uma fintech, um banco 2GO, e começou a movimentar bilhões.

Sim, bilhões!

Quem precisa de um salário de porcaria  quando você pode ter um império financeiro?

E com clientela garantida : superiores e colegas bandidos!

Nem precisaria do PCC , tendo a PCC – Polícia Civil Corrupta na caderneta digital criptografada!

Mas nem tanto, pois criptografado nem aquilo que fiz nos verões passados…

Mas, como em todo bom conto de detetives ,  o vilão sempre acaba caindo.

E cai feio!

Voa muito alto e rouba mais do que pode carregar!

Elia ,  “apesar de ser um gênio financeiro” ,  não era tão inteligente quanto se achava e outrem pensava fosse !

Resultado: ele agora está mais familiarizado com as minutas de “delação premiada” do que com os balanços financeiros.

Talvez seja assassinado (como o outro defunto cliente ou sócio ) antes de delatar muita gente insuspeita!

A lição da história?

Se você quer ser um criminoso de sucesso, talvez seja melhor não comprar cargo de policial para lavar dinheiro.

E se você quer ser um policial de sucesso, talvez seja melhor não  ser amigo de bandidos.

E assim, a Polícia Civil  segue em frente, sempre pronta para o próximo capítulo de “Como Perder Tudo em Pouco Tempo”.

No picadeiro da segurança pública paulista o espetáculo continua 4

“O Circo da Segurança Pública”

No picadeiro da segurança pública paulista, o espetáculo continua.

Sob a  direção  do mestre de cerimônias Guilherme Derrite, a trupe da Secretaria de Segurança Pública apresenta seus números mais impressionantes.

O Centro Integrado de Comando e Controle, antes um modesto ato de abertura, agora é a atração principal.

Com um orçamento que saltou de meros trocados para impressionantes R$ 56 milhões, o CICC se tornou a galinha dos ovos de ouro da secretaria.

E quem disse que policiais não entendem de construção civil?

A Alphapav, empresa fantasma que nem endereço tem, provou o contrário ao arrematar contratos milionários para reformar batalhões.

Quem precisa de experiência quando se tem amigos no lugar certo?

Mas o espetáculo não para por aí.

Enquanto o orçamento da Polícia Militar triplica, a Polícia Civil assiste da plateia, com os bolsos vazios.

Afinal, para que investigação quando se pode ter mais viaturas reluzentes nas ruas?

Os estrelas devem brilhar!

E não podemos esquecer do grand finale: o aumento expressivo da letalidade policial.

Um verdadeiro recorde de aplausos do público mais conservador.

Enquanto isso, nos bastidores, 22 policiais são presos por envolvimento com o crime organizado.

Mas isso é só um detalhe, um número de mágica que deu errado.

No final, o que importa é a bilheteria.

E nesse circo da segurança pública, Derrite e sua trupe provam que a arte de fazer malabarismos com o dinheiro público e a confiança da população continua viva e bem.

Especialidade PM!

Senhoras e senhores, aplaudam!

O show deve continuar, mesmo que a única coisa realmente segura seja o bolso dos amigos do rei.

“BLACKRATs” – Delegado do DEIC , irmão de Deputado Federal , fazendo turismo pago por ORCRIM merece especial atenção da PF e da Corregedoria Geral 11

Paulinho , você sempre foi um rapaz privilegiado, na boa ingressou na PC como Delegado, mas nunca fez um plantão na vida.

Nada como ser filho de prefeito , irmão de deputado, irmão de prefeito e frequentar o Tenis Clube.

Fez estágio probatório como assessor de prefeitura, depois em assistências diversas (da parentela, aliás) e aspone na ALESP.

Sem esquecer daquela tetinha de CIRETRAN, quando a Polícia Civil limpava a raspa do tacho antes de deixar o DETRAN.

E agora no DEIC …

Parabéns meu rapaz!

Tenho muita inveja de quem tem dinheiro no banco , parentes ( o irmão ) e amigos importantes ( Ministro de Estado ).

Nada pessoal , mas sei que você me enrabou várias vezes ( risos )…

É confortável ser “caneta fantasma” , né?

Quando não carrega nas tintas para “foder” , ( perdão pelos termos escrotos ) o colega mais antigo e de classe superior , assistentes – sem generalizar – passam suas poucas horas de expediente bebendo café e “metendo a lingua suja no cu do alheio ” !

Mas fica sussa, quem tem padrinho não ganha demissão!

https://www.metropoles.com/sao-paulo/policia-apura-viagem-de-delegados-a-las-vegas-paga-por-fintech-do-pcc

As Máscaras Cairão: A cúpula da Polícia Civil e seus aliados políticos estão em pânico…A culpa é da Esquerda ? 6

As Máscaras Cairão: A cúpula da Polícia Civil e seus aliados políticos estão em pânico.

A razão?

A Polícia Federal finalmente puxou o fio da meada que desnuda a podridão institucionalizada que há décadas transforma a Polícia Civil em um balcão de negócios escusos.

O medo não é de criminosos comuns, mas da própria verdade: a teia de corrupção que une delegados encastelados, políticos inescrupulosos e financiamentos ilegais de campanhas está prestes a vir à tona.

E os ladrões de distintivo ,  Rolex, ternos Armani , carros de luxo e residências suntuosas  –  acostumados à impunidade, tremem diante do risco de ver seus crimes — ainda não prescritos — serem expostos. 

A Pirâmide Invertida da Corrupção  

Há 20 anos ou mais , um mesmo grupo controla a cúpula policial e os gabinetes do poder.

A corrupção não é um desvio pontual, mas um sistema piramidal invertido: quanto mais alto o cargo, maior o esquema.

Enquanto agentes da base  são punidos de baciada e sofrem com salários miseráveis, os chefes ostentam patrimônios obscenos, mansões, carros de luxo e contas offshore.

São delegados que nunca pisaram em uma cena de crime de sangue nas periferias, mas dominam a arte de arrecadar e negociar proteção funcional ( apadrinhamento )  em troca de financiamento eleitoral.

Políticos, por sua vez, garantem a perpetuação desses grupos em troca de cegueira , silêncio, lealdade e — claro — dinheiro sujo. 

A Hipocrisia em Alto Volume 

A  lei do crime organizado :  quem denuncia é punido; quem rouba e divide  ganha promoção. 

A PF no Centro do Furacão: Justiça ou Pizza entre os primos , salarialmente falando , Rico e o Pobre!

Verdade seja dita, os delegados da Polícia Civil  ganham bem menos do que os da Polícia Federal.

Entretanto a PC possui miliardários.

Entre eles tinha o Delegado mais rico do mundo que há mais de dez anos mantinha 250 milhões de dólares na Suíça.

Talvez , hoje , nem seja o mais rico de São Paulo.       

Essa ansiedade da elite policial e política não é à toa.

Se a PF seguir o rastro do dinheiro, encontrará contas milionárias, propriedades não declaradas e um fluxo contínuo de propina disfarçada de “doações eleitorais” custeando campanhas nos três níveis: Municipal. Estadual e Federal.  

Mas a pergunta que assombra o país é: haverá coragem para prender os de cima?

Ou tudo terminará na Pizzaria ?

Aliás, em Pizzaria se lava muita muçarela !

Não Se Engane: Isso é Guerra 

O que está em jogo não é apenas a reputação de algumas autoridades, mas a sobrevivência de um sistema que transformou o serviço público em quadrilha.  

Se a PF recuar agora, a mensagem será clara: a corrupção das elites sempre vencerá.

Mas se a investigação avançar, será a prova de que o Brasil ainda pode resgatar sua dignidade — mesmo que para isso precise arrasar Palácios e jogar na cadeia quem há décadas ri da lei e dos colegas decentes.   

Último Aviso: 

Aos delegados e políticos que hoje suam frio: seus tempos de impunidade estão contados.

A sociedade está de olho.

E, desta vez, não haverá blog bloqueado, demissão  direcionada ou processo fraudulento que apague a verdade.

O fio da meada está nas mãos da PF.

Que o puxem — sem medo e sem nenhuma piedade!

A culpa è da Esquerda que instrumentaliza a imprensa para atacar Tarcísio ?

Não!

A culpa, contemporaneamente, é toda do Tarcísio que só escolheu gente torta!